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1.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32933944

RESUMO

OBJECTIVE: Our objective was to describe the postgraduate education trajectories of family and community physicians in Brazil, where neither primary healthcare nor family and community medicine is recognised as a knowledge area for the purpose of research and postgraduate education (master's and PhD degrees). DESIGN: An observational, exploratory study, using administrative data. A nationwide list of family and community physicians as of late November 2018 was compiled from multiple sources. Data on the mode of specialisation was obtained from the same sources and were correlated with data on master's and PhD degrees, obtained from the curricula vitae on the Lattes Platform. SETTING: This study was set in Brazil. PARTICIPANTS: 6238 family and community physicians (58.3% female), of whom 2795 had earned a specialist certificate (identified from the list of physicians certified by Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade) and 3957 had completed medical residency (identified from SisCNRM, the national information system for medical residency). RESULTS: A master's degree was held by 747 (12.0%) family and community physicians, and a PhD by 170 (2.7%); most degrees were in collective health (47.0% and 42%, respectively). Men were more likely than women to hold a master's degree (adjusted odds ratio (aOR) 1.24, 95% uncertainty interval (UI) 1.07-1.45) and even more likely to a hold PhD (aOR 1.86, 95% UI 1.35-2.59). Family and community physicians were also less likely to hold a PhD degree if their master's degree was professional (oriented towards jobs outside academia) instead of academic (aOR 0.15, 95% UI 0.05-0.39) or in some area other than collective health or medicine (aOR 0.41, 95% UI 0.21-0.78, compared with a master's degree in collective health). The postgraduate degree was more likely to precede specialisation for family and community physicians specialising through certification (master's degree 39.9%, PhD 33%) than through medical residency (master's degree 9.1%, PhD 6%). CONCLUSION: Family and community physicians in Brazil increasingly earn academic and professional master's and PhD degrees, with an emphasis on collective health, even though women seemingly face barriers to advance their education. The consequences of different postgraduate trajectories should be critically examined.

2.
Preprint em Inglês | SciELO Preprints | ID: pps-1236

RESUMO

Scholarly journals should consider the attitudes of their communities before adopting any of the seven traits of open peer review. Unfortunately, surveys from the Global North might not generalize to the Global South, where double-blind peer review is commonplace even among journals on natural sciences and medicine. This paper reports the findings of a survey on attitudes to open peer review among four stakeholder groups of a scholarly-led medical journal in Brazil: society members and journal readers, authors, and reviewers. Compared to a previous survey recruiting mostly researchers on natural sciences from Europe, this survey found similar support to open peer review in general and for most of its traits. One important exception was open identities, which were considered detrimental by most participants, even more so in this survey than in the previous one. Interestingly, participants were not so dismissive of open identities when expressing whether they agreed with statements about its specific consequences. Because preprints are increasingly popular but incompatible with double-blind review, future research should examine the effects of transitioning from double-blind to open identities, especially on gender bias. Meanwhile, scholarly journals with double-blind review might prefer to begin by adopting other traits of open review or to make open identities optional at first.


Periódicos científicos deveriam considerar as atitudes de suas comunidades antes de adotar qualquer um dos sete traços da revisão por pares aberta. Infelizmente, inquéritos do Norte Global podem não generalizar para o Sul Global, onde a revisão por pares duplo-cega é comum mesmo entre periódicos das ciências naturais e medicina. Este artigo relata os achados de um inquérito sobre as atitudes perante a revisão por pares aberta em quatro grupos de partes interessadas em um periódico médico no Brasil: membros da associação, e leitores, autores e revisores do periódico. Em comparação a um inquérito prévio recrutando principalmente pesquisadores em ciências naturais da Europa, este inquérito encontrou suporte semelhante à revisão por pares em geral e à maioria de seus traços. Uma importante exceção foram as identidades abertas, um traço que foi considerado prejudicial pela maioria dos participantes, neste inquérito ainda mais do que no prévio. É digno de nota que as identidades abertas não tenham sido tão rejeitadas assim quando os participantes expressaram se concordavam ou não com assertivas sobre as consequências específicas desse traço. Uma vez que os preprints são crescentemente populares, mas incompatíveis com a revisão duplo-cega, pesquisas futuras deveriam examinar os efeitos de uma transição da revisão duplo-cega para identidades abertas, especialmente sobre o viés de gênero. Enquanto isso, periódicos científicos com revisão duplo-cega podem preferir adotar outros traços de revisão aberta, ou tornar as identidades abertas inicialmente opcionais.

4.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 15(42): 2319, 20200210.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1049876

RESUMO

Para contribuir com a atenção primária à saúde, a pesquisa em medicina de família e comunidade precisa evitar quatro fatores que têm levado ao desperdício da pesquisa biomédica em nível mundial: questões de pesquisa irrelevantes; métodos inadequados para alcançar os objetivos da pesquisa; lentidão e inadequação da publicação dos resultados; relato da pesquisa obscuro e pouco transparente. Neste editorial, introduzimos medidas para os autores garantirem o impacto de sua pesquisa, e apresentamos novas políticas editoriais da RBMFC.


To contribute to primary health care, research in family and community medicine needs to avoid four factors that have led to wasted biomedical research worldwide: irrelevant research questions; inadequate methods to achieve the research objectives; slow and inadequate publication of results; obscure and not transparent reporting. In this editorial, we introduce measures for authors to ensure the impact of their research, and new editorial policies from RBMFC.


Para contribuir a la atención primaria de salud, la investigación en medicina familiar y comunitaria debe evitar cuatro factores que han llevado a la pérdida de investigación biomédica en todo el mundo: preguntas de investigación irrelevantes; métodos inadecuados para lograr los objetivos de investigación; lentitud y publicación inadecuada de resultados; oscuridad e falta de transparencia del informe de investigación. En este editorial, presentamos medidas para que los autores garanticen el impacto de su investigación, y presentamos nuevas políticas editoriales de RBMFC.

6.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 15(42): 2861, 20200210.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1147169

RESUMO

A Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (RBMFC) agradece aos Avaliadores listados abaixo que atuaram como revisores ad hoc durante o ano de 2020, dedicando horas voluntariamente para a emissão de pareceres técnicos sobre manuscritos submhttps://fi-admin.bvsalud.org/utils/field_assist/abstract/#etidos a esta revista.

7.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 15(42): 2671, 20200210.
Artigo em Inglês, Espanhol, Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1147173

RESUMO

Acesso aberto aos artigos, dados e materiais de pesquisa são alguns elementos-chave da ciência aberta, um movimento plural que visa a transformar a criação e a comunicação do conhecimento científico. Graças à publicação de artigos em acesso aberto e à adoção de boas práticas editoriais, a RBMFC tem seus artigos indexados na LILACS e, mais recentemente, no DOAJ. A RBMFC também adota as diretrizes Transparency and Openness Promotion do Center for Open Science, e disponibiliza suas referências na CrossRef em domínio público, graças ao que a revista foi incluída no índice de citações OpenCitations. Com isso, a RBMFC espera tornar mais acessível, democrática e eficiente a pesquisa em medicina de família e comunidade e atenção primária à saúde.


Open access to research articles, data and materials are some key elements of open science, a plural movement that aims to transform the creation and communication of scientific knowledge. Thanks to the publication of articles in open access and the adoption of good editorial practices, RBMFC has its articles indexed in LILACS and, more recently, in DOAJ. RBMFC also adopts the Transparency and Openness Promotion guidelines from the Center for Open Science, and makes its references in CrossRef available in the public domain, thanks to which the journal was included in the OpenCitations citation index. With this, RBMFC hopes to make research in family and community medicine and primary health care more accessible, democratic and efficient


El acceso abierto a artículos, datos y materiales de investigación son algunos de los elementos clave de la ciencia abierta, un movimiento plural que tiene como objetivo transformar la creación y comunicación del conocimiento científico. Gracias a la publicación de artículos en acceso abierto y la adopción de buenas prácticas editoriales, RBMFC tiene sus artículos indexados en LILACS y, más recientemente, en DOAJ. RBMFC también adopta las directrices Transparency and Openness Promotion del Center for Open Science, y hace que sus referencias en CrossRef estén disponibles en el dominio público, gracias a lo cual la revista fue incluida en el índice de citas de OpenCitations. Con esto, RBMFC espera que la investigación en medicina familiar y comunitaria y atención primaria de salud sea más accesible, democrática y eficiente.

10.
Cad Saude Publica ; 35(4): e00004118, 2019 05 02.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-31066771

RESUMO

More than one in four Brazilians have private health insurance (PHI), even thought it covers mostly the same procedures as the Brazilian Unified National Health System (SUS). This literature review included articles and monographs published since 1990 about the utilization of SUS by privately insured individuals. Considering outpatient care and hospitalization, privately insured people in Brazil use SUS in approximately 13% of the times they receive health care, and approximately 7% of people receiving care paid by SUS are privately insured; these findings vary depending on the type of service studied and on study methods. Utilization of SUS is more frequent in less developed regions, by people with more restricted PHI plans and by people with worse health status. Privately insured people report the limitations of PHI plans as their reasons for resorting to SUS. Sometimes, beneficiaries of PHI plans owned by nonprofit hospitals (which also provide health care financed by SUS) have easier access to care than uninsured people financed by SUS. Anecdotally, privately insured people are satisfied with SUS, but not to the point of adopting SUS as their preferred source of care. In short, for privately insured people, SUS only plays a secondary role in their health care. Despite PHI taking over part of the SUS's health care demand, PHI represents a restriction of the universal, equitable character of the SUS.


Assuntos
Acesso aos Serviços de Saúde/estatística & dados numéricos , Seguro Saúde/estatística & dados numéricos , Programas Nacionais de Saúde/estatística & dados numéricos , Brasil , Humanos , Cobertura do Seguro/estatística & dados numéricos , Seguro Saúde/tendências , Assistência Médica/estatística & dados numéricos , Assistência Médica/tendências , Pessoas sem Cobertura de Seguro de Saúde/estatística & dados numéricos , Programas Nacionais de Saúde/tendências , Saúde Pública
11.
Am Fam Physician ; 99(8): 490-496, 2019 04 15.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30990297

RESUMO

Kidney stones are a common disorder, with an annual incidence of eight cases per 1,000 adults. During an episode of renal colic, the first priority is to rule out conditions requiring immediate referral to an emergency department, then to alleviate pain, preferably with a nonsteroidal anti-inflammatory drug. The diagnostic workup consists of urinalysis, urine culture, and imaging to confirm the diagnosis and assess for conditions requiring active stone removal, such as urinary infection or a stone larger than 10 mm. Conservative management consists of pain control, medical expulsive therapy with an alpha blocker, and follow-up imaging within 14 days to monitor stone position and assess for hydronephrosis. Asymptomatic kidney stones should be followed with serial imaging, and should be removed in case of growth, symptoms, urinary obstruction, recurrent infections, or lack of access to health care. All patients with kidney stones should be screened for risk of stone recurrence with medical history, basic laboratory evaluation, and imaging. Lifestyle modifications such as increased fluid intake should be recommended for all patients, and thiazide diuretics, allopurinol, or citrates should be prescribed for patients with recurrent calcium stones. Patients at high risk of stone recurrence should be referred for additional metabolic assessment, which can serve as a basis for tailored preventive measures.


Assuntos
Cálculos Renais , Adulto , Tratamento Conservador/métodos , Humanos , Cálculos Renais/diagnóstico , Cálculos Renais/prevenção & controle , Cálculos Renais/terapia , Comportamento de Redução do Risco , Prevenção Secundária/métodos
12.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 14(41): e1963, fev. 2019.
Artigo em Inglês, Espanhol, Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-981942

RESUMO

Neste editorial, são apresentadas as novas práticas editoriais e instruções aos autores que nortearão a Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (RBMFC) a partir de 2019. Com elas, a RBMFC renova seu compromisso com a publicação de trabalhos acadêmicos de qualidade para médicos de família e comunidade e outros profissionais da Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a melhoria do cuidado à população.


This editorial presents the new editorial practices and author guidelines for Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (Brazilian Journal of Family and Community Medicine ­ RBMFC) starting in 2019. With them, RBMFC renews its commitment to publishing quality academic papers for family and community physicians and other primary care practitioners, contributing to the improvement of health care.


Este editorial presenta las nuevas prácticas editoriales y las directrices para autores para la Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (Revista Brasileña de Medicina Familiar y Comunitaria ­ RBMFC) a partir de 2019. Con ellas, RBMFC renueva su compromiso de publicar documentos académicos de calidad para los médicos de familia y comunidad y otros profesionales de atención primaria, contribuyendo para la mejora de la atención de salud.


Assuntos
Atenção Primária à Saúde , Publicação Periódica , Políticas Editoriais , Medicina de Família e Comunidade , Comunicação Acadêmica
13.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 14(41): 2259, fev. 2019.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1049845

RESUMO

Neste editorial, apresenta-se o resultado da chamada pública de artigos que compõem o especial "Diversidade e Direitos Humanos na Atenção Primária à Saúde".A situação dos direitos humanos no Brasil é preocupante, existindo profundas desigualdades no exercício pleno da cidadania entre grupos sociais, o que inclui o acesso a serviços de saúde e manutenção de níveis de saúde adequados e justos. Questões raciais, de gênero, sexualidade, diversidade, violência e direitos humanos ganham cada vez mais importância no contexto da atenção primária à saúde (APS) e da Medicina de Família e Comunidade (MFC). Os trabalhos publicados neste especial apontam para a importância de pensarmos a organização de uma APS interseccional e uma prática em saúde abrangente, acolhedora, humanizada, resolutiva e culturalmente e socialmente orientada. Sugere-se que a MFC precisa produzir reflexões teóricas mais robustas para subsidiar o cuidado a pessoas em graves situações de vulnerabilidade e sofrimento. Aponta-se ainda para a necessária equidade de gênero, etnia e territorial na composição do corpo editorial da RBMFC. Espera-se que o conteúdo deste especial apoie a reflexão e a construção de práticas e de políticas que consigam enfrentar o quadro das profundas e diversas desigualdades sociais do país, e que no futuro possamos contar com uma maior produção de conhecimento neste campo.


This editorial presents the result of the public call for articles that make up the special "Diversity and Human Rights in Primary Health Care". The human rights situation in Brazil is worrying, with profound inequities in the full exercise of citizenship among social groups, including access to health services and maintenance of adequate and fair health levels. Racial, gender, sexuality, diversity, violence and human rights are becoming increasingly important in the context of primary health care (PHC) and Family and Community Medicine.The works published in this special point to the importance of thinking about the organization of an intersectional PHC and a comprehensive, welcoming, humanized, resolute and culturally and socially oriented health practice. Family and Community Medicine should produce more robust theoretical reflections to support care for people in severe situations of vulnerability and suffering. At the same time, the composition of RBMFC's editorial board should have greater equity in gender, ethnicity and geography. We hope the content of this special will support the reflection on and construction of practices and policies able to face the deep and diverse social inequalities of the country, and that in the future we can count on a greater knowledge production in this field.


Este editorial presenta el resultado de la convocatoria pública de artículos que componen el especial "Diversidad y derechos humanos en la atención primaria de salud". La situación de los derechos humanos en Brasil es preocupante, con profundas desigualdades en el ejercicio pleno de la ciudadanía entre los grupos sociales, incluido el acceso a los servicios de salud y el mantenimiento de niveles de salud adecuados y justos. Las cuestiones raciales, de género, sexualidad, diversidad, violencia y derechos humanos son cada vez más importantes en el contexto de la atención primaria de salud (APS) y la medicina de familia y comunidad (MFC). Los trabajos publicados en este especial señalan la importancia de pensar en la organización de una APS interseccional y una práctica de salud integral, acogedora, humanizada, resuelta y cultural y socialmente orientada. Se sugiere que la MFC necesita producir reflexiones teóricas más sólidas para apoyar la atención de personas en situaciones graves de vulnerabilidad y sufrimiento. También se señala la necesidad de igualdad de género, etnia y territorial en la composición del consejo editorial de RBMFC. Se espera que el contenido de este especial respalde la reflexión y la construcción de prácticas y políticas que puedan hacer frente a la imagen de las profundas y diversas desigualdades sociales del país, y que en el futuro podamos contar con una mayor producción de conocimiento en este campo.

14.
Int J Geriatr Psychiatry ; 34(1): 22-30, 2019 01.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30306638

RESUMO

OBJECTIVE: To investigate the association between depression and mortality in the elderly living in low- and middle-income countries. METHODS: A systematic review and meta-analysis was performed. We searched in five electronic databases for observational studies investigating the association between mortality and depression. Two reviewers worked independently to select articles, extract data, and assess study quality. RESULTS: A total of 10 studies including 13 828 participants (2402 depressed and 11 426 nondepressed) from six countries (Brazil, four articles; China, two articles; Botswana, India, South Africa, and South Korea, one article) were included. The overall unadjusted relative risk (RR) of mortality in depressed relative to nondepressed participants was 1.62 (95% CI, 1.39-1.88; P < 0.001), with high heterogeneity (I2  = 66%; 95% CI, 33-83; P < 0.005). After adjustment for publication bias, the overall RR decreased to 1.60 (95% CI, 1.37-1.86; P < 0.001). No significant differences were observed between subgroups except those defined by study quality. The high-quality studies had a pooled RR of 1.48 (95% CI, 1.32-1.67; P < 0.001), while the low-quality studies resulted had a pooled RR of 1.82 (95% CI, 1.25-2.65; P < 0.005). CONCLUSIONS: Depression is associated with excess mortality in the elderly living in low- and middle-income countries. In addition, this excess mortality does not differ substantially from that found in high-income countries. This suggests environmental factors occurring in low- and middle-income countries might not have a direct association with the excess mortality in the depressed elderly.


Assuntos
Transtorno Depressivo/mortalidade , Países em Desenvolvimento , Psiquiatria Geriátrica , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Humanos , Risco
15.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 35(4): e00004118, 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1001657

RESUMO

Abstract: More than one in four Brazilians have private health insurance (PHI), even thought it covers mostly the same procedures as the Brazilian Unified National Health System (SUS). This literature review included articles and monographs published since 1990 about the utilization of SUS by privately insured individuals. Considering outpatient care and hospitalization, privately insured people in Brazil use SUS in approximately 13% of the times they receive health care, and approximately 7% of people receiving care paid by SUS are privately insured; these findings vary depending on the type of service studied and on study methods. Utilization of SUS is more frequent in less developed regions, by people with more restricted PHI plans and by people with worse health status. Privately insured people report the limitations of PHI plans as their reasons for resorting to SUS. Sometimes, beneficiaries of PHI plans owned by nonprofit hospitals (which also provide health care financed by SUS) have easier access to care than uninsured people financed by SUS. Anecdotally, privately insured people are satisfied with SUS, but not to the point of adopting SUS as their preferred source of care. In short, for privately insured people, SUS only plays a secondary role in their health care. Despite PHI taking over part of the SUS's health care demand, PHI represents a restriction of the universal, equitable character of the SUS.


Resumo: Mais de um em cada quatro brasileiros têm planos de saúde, apesar de estes planos cobrirem majoritariamente os mesmos procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). Esta revisão da literatura incluiu artigos e monografias publicados desde 1990 sobre a utilização do SUS por indivíduos com plano de saúde. Ao considerar conjuntamente a assistência ambulatorial e hospitalar, os brasileiros com planos de saúde utilizam o SUS em aproximadamente 13% das vezes em que recebem cuidados; aproximadamente 7% das pessoas que recebem cuidados pagos pelo SUS dispõem de planos de saúde (os achados variam de acordo com o tipo de serviço analisado e com os detalhes metodológicos dos estudos). O aumento da utilização do SUS está associado a: regiões menos desenvolvidas do país, planos de saúde com pior cobertura e pessoas com pior saúde. Os brasileiros com plano de saúde citam as limitações dos planos como o motivo pelo qual recorrem ao SUS. Em alguns casos os beneficiários de planos de saúde comercializados por hospitais filantrópicos (os quais também prestam assistência financiada pelo SUS) relatam acesso mais fácil à assistência financiada pelo SUS, comparado com aqueles sem plano de saúde. Pessoas com plano de saúde eventualmente citam a satisfação com a utilização do SUS, mas não a ponto do SUS se tornar a fonte de assistência preferida. Em resumo, para os brasileiros com plano de saúde, o SUS desempenha papel secundário no financiamento dos cuidados de saúde. Embora os planos de saúde pareçam deslocar parte da demanda por assistência para fora do SUS, esses mesmos planos tendem a restringir o caráter universal e equitativo do SUS.


Resumen: Más de uno de cada cuatro brasileños tiene un seguro de salud privado (PHI), a pesar de que estos últimos cubren en su mayoría los mismos procedimientos que en el Sistema Unificado de Salud (SUS). Esta revisión de la literatura incluyó artículos y monografías publicadas desde 1990 sobre la utilización del SUS por parte de personas aseguradas mediante el sistema privado. Considerando atención ambulatoria junto a hospitalización, la población con seguro médico privado en Brasil utiliza el SUS aproximadamente un 13% de las veces que reciben atención médica; además, aproximadamente un 7% de la gente que recibe atención médica pagada a través del SUS tiene seguro privado. Los resultados varían con el tipo de servicio estudiado y con los detalles de los métodos de estudio. La frecuencia de utilización del SUS es mayor en las regiones menos desarrolladas, por parte de la población con planes de seguros de salud más limitados, y personas con peor salud. Las personas con seguros privados identifican las limitaciones de sus planes PHI como la razón por la que usan el SUS. Algunas veces, los beneficiarios de los planes PHI de hospitales sin fines de lucro (que también proveen servicios de salud financiados por el SUS) cuentan con un acceso más sencillo a los cuidados de salud sufragados por el SUS que las personas sin seguro. Anecdóticamente, la población con seguro de salud privado está satisfecha con la utilización que hacen del SUS, pero no hasta el extremo de que el SUS se trasforme en su principal vía para recibir servicios médicos. En resumen, para la población con seguro privado, el SUS juega un papel secundario en la financiación de la asistencia a sus cuidados de salud. Pese a que el PHI parece desviar del SUS parte de la demanda de cuidados de salud, el PHI representa una restricción del carácter universal y equitativo del SUS.


Assuntos
Humanos , Acesso aos Serviços de Saúde/estatística & dados numéricos , Seguro Saúde/estatística & dados numéricos , Programas Nacionais de Saúde/estatística & dados numéricos , Brasil , Saúde Pública , Pessoas sem Cobertura de Seguro de Saúde/estatística & dados numéricos , Cobertura do Seguro/estatística & dados numéricos , Seguro Saúde/tendências , Assistência Médica/tendências , Assistência Médica/estatística & dados numéricos , Programas Nacionais de Saúde/tendências
16.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 13(40): 1-6, jan.-dez. 2018.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-969326

RESUMO

Objetivo: Estimar a confiabilidade e a validade da codificação de motivos de consulta e problemas por estudantes utilizando a Classificação Internacional da Atenção Primária, 2ª edição (CIAP-2). Métodos: Para cada encontro supervisionado durante todo um semestre, três professores médicos de família e comunidade registraram os motivos de consulta e problemas em um questionário usando texto livre. Dois de quatro estudantes de medicina e um professor codificaram cada motivo de consulta ou problema usando a CIAP-2. No começo do estudo, houve duas seções de padronização com três horas de duração, até os professores julgarem que os estudantes estavam prontos para a codificação. Após todos os motivos de consulta e problemas terem sido codificados independentemente, os sete codificadores resolveram os códigos definitivos por consenso. Definiu-se confiabilidade como concordância entre estudantes, e validade como a concordância destes com os códigos definitivos; essa concordância foi estimada com o AC1 de Gwet. Resultados: Após a exclusão dos encontros codificados antes da última sessão de padronização, a amostra consistiu em 149 encontros consecutivos, somando 262 motivos de consulta e 226 problemas. A codificação teve confiabilidade moderada a substancial (AC1 0,805; IC 95% 0,767­0,843) e validade substancial (AC1 0,864; IC 95% 0,833­0,891). C


Objective: To estimate how reliably and validly can medical students encode reasons for encounter and diagnoses using the International Classification of Primary Care, revised 2nd edition (ICPC-2-R). Methods: For every encounter they supervised during an entire semester, three family and community physician teachers entered the reasons for encounter and diagnoses in free text into a form. Two of four medical students and one teacher encoded each reason for encounter or diagnosis using the ICPC-2-R. In the beginning of the study, two three-hour workshops were held, until the teachers were confident the students were ready for the encoding. After all the reasons for encounter and the diagnoses had been independently encoded, the seven encoders resolved the definitive codes by consensus. We defined reliability as agreement between students and validity as their agreement with the definitive codes, and used Gwet's AC1 to estimate this agreement. Results: After exclusion of encounters encoded before the last workshop, the sample consisted of 149 consecutive encounters, comprising 262 reasons for encounter and 226 diagnoses. The encoding had moderate to substantial reliability (AC1 , 0.805; 95% CI, 0.767­0.843) and substantial validity (AC1 , 0.864; 95% CI, 0.833­0.891). Conclusion: Medical students can encode reasons for encounter and diagnoses with the ICPC-2-R if they are adequately trained.


Objetivo: Estimar la confiabilidad y la validez de la codificación de motivos de consulta y problemas de salud por estudiantes utilizando la Clasificación Internacional de Atención Primaria, 2ª edición (CIAP-2). Métodos: Para cada encuentro supervisado durante todo un semestre, tres profesores médicos de familia y comunidad registraron los motivos de consulta y los problemas de salud en un formulario usando texto libre. Dos de cuatro estudiantes de medicina y un profesor codificaron cada motivo de consulta o problema de salud utilizando la CIAP-2. En el comienzo del estudio, se llevaron a cabo dos sesiones de estandarización de tres horas, hasta que los profesores estuvieron seguros de que los estudiantes estaban listos para la codificación. Después de que todos los motivos de consulta y problemas de salud fueran codificados independientemente, los siete codificadores resolvieron los códigos definitivos por consenso. Se definió confiabilidad como concordancia entre los estudiantes y validez como la concordancia de éstos con los códigos definitivos; se estimó esta concordancia con el AC1 de Gwet. Resultados: Después de la exclusión de los encuentros codificados antes de la última sesión de estandarización, la muestra consistió en 149 encuentros consecutivos, que comprendían 262 motivos de consulta y 226 problemas de salud. La codificación tuvo una confiabilidad moderada a sustancial (AC1 0,805; IC 95% 0,767­0,843) y validez sustancial (AC1 0,864; IC 95% 0,833­0,891). Conclusión: Los estudiantes de medicina pueden codificar los motivos de consulta y los problemas de salud con la CIAP-2 si fueran adecuadamente capacitados.

17.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 13(40): 1-10, jan.-dez. 2018.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-969410

RESUMO

As revisões clínicas são sumários de evidências com escopo amplo e orientação à prática profissional, ocupando um dos mais altos níveis da pirâmide da assistência à saúde baseada em evidências. Com base nessa pirâmide, refletimos sobre as instruções aos autores de periódicos em medicina de família e comunidade para propor instruções para a escrita de revisões clínicas. As instruções abrangem a busca, avaliação, síntese e análise das evidências clínicas, além do planejamento e redação da revisão. Esperamos que estas instruções ajudem a elevar a quantidade e qualidade das revisões clínicas em medicina de família e comunidade no país.


Clinical reviews are evidence summaries with broad scope and orientation to professional practice, occupying one of the highest levels in the pyramid of evidence-based health care. Based on this pyramid, we reflect on instructions to the authors of journals in family medicine to present instructions on how to write clinical reviews. The instructions cover how to search, appraise, synthesize and analyze clinical evidence, and how to plan and report the review. We hope these instructions will help improve the quantity and quality of clinical reviews in family medicine in Brazil.


Revisiones clínicas son resúmenes de evidencia con un amplio alcance y orientación a la práctica profesional, ocupando uno de los niveles más altos en la pirámide de la asistencia sanitaria basada en pruebas. Con base en esta pirámide, reflexionamos sobre las instrucciones de los autores de las revistas de medicina familiar para presentar instrucciones sobre cómo escribir revisiones clínicas. Las instrucciones cubren cómo buscar, evaluar, sintetizar y analizar evidencia clínica, y cómo planificar e reportar la revisión. Esperamos que estas instrucciones ayuden a mejorar la cantidad y calidad de las revisiones clínicas en medicina familiar y comunitaria en Brasil.

18.
Rev. bras. med. fam. comunidade ; 13(40): 1-5, jan.-dez. 2018.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-883980

RESUMO

Este editorial tem como objetivo apresentar as principais conclusões dos artigos publicados no Especial Residência Médica pela Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade em 2018. Tais artigos assinalam a importância da Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade (RMMFC) na consolidação da Atenção Primária à Saúde no Brasil, trazendo significativas discussões sobre currículos baseados nas competências esperadas para o MFC, ferramentas de ensino-aprendizagem, política de preceptoria, desafios da política municipal e da organização das redes de atenção locais para o funcionamento do programa, sustentabilidade financeira da implementação da RMMFC, e propostas de novas áreas de atuação para a MFC. No geral, observa-se uma significativa expansão da RMMFC no país, sendo fundamental garantir maiores investimentos no fortalecimento da APS e da preceptoria com vistas a uma maior atratividade da área para os recém-formados. Sugere-se também uma contínua atualização das matrizes de competências esperadas para a MFC.(AU)


This editorial aims to present the main conclusions of the articles published in the Medical Residency Special Edition of the Brazilian Journal of Family and Community Medicine in 2018. These articles point to the importance of the Family and Community Medicine Residency (RMMFC) in the consolidation of Primary Health Care in Brazil, bringing significant discussions on competency-based curricula, teaching-learning tools, preceptorship policy, municipal policy challenges, organization of local health care networks, financial sustainability of the implementation of the RMMFC and proposals for new areas of actuation for the family physician. In the last years, there was a significant expansion of RMMFC in Brazil, being necessary greater investments in strengthening PHC, preceptorship and continuous update of the competency matrices expected for the Family and Community Medicine.(AU)


Este editorial tiene como objetivo presentar las principales conclusiones de los artículos publicados en el Especial Residencia Médica por la Revista Brasileña de Medicina de Familia y Comunidad en 2018. Tales artículos señalan la importancia de la Residencia Médica en Medicina de Familia y Comunidad (RMMFC) en la consolidación de la Atención Primaria a la salud en Brasil, trayendo significativas discusiones sobre currículos basados en las competencias, herramientas de enseñanza-aprendizaje, política de preceptoría, desafíos de la política municipal y de la organización de las redes de atención locales para el funcionamiento del programa, sostenibilidad financiera de la implementación de la RMMFC, y propuestas de nuevas áreas de actuación para la MFC. En general, se observa una significativa expansión de la RMMFC en el país, siendo fundamental mayores inversiones en el fortalecimiento de la APS y de la preceptoría con vistas a una mayor atracción del área para los recién formados. Se sugiere también una continua actualización de las matrices de competencias esperadas para la MFC.(AU)


Assuntos
Atenção Primária à Saúde , Sistemas de Saúde , Medicina de Família e Comunidade , Internato e Residência , Brasil , Programas Nacionais de Saúde
19.
Rev Saude Publica ; 52: 55, 2018.
Artigo em Português, Inglês | MEDLINE | ID: mdl-29791678

RESUMO

OBJECTIVE To describe the utilization of basic health units according to coverage by discount card or private health insurance. METHODS Household survey in the area covered by Family Health Strategy in Pelotas, state of Rio Grande do Sul, Brazil, from December 2007 to February 2008, with persons of all age groups. The frequency of (medical or non-medical) healthcare seeking at the basic health units in the last six months and the prevalence of basic health unit utilization for the last medical consultation (in case it had been performed up to six months before, for a non-routine reason) were analyzed by Poisson regression adjusted for the sampling design. RESULTS Of the 1,423 persons, 75.6% had no discount card or private health insurance. The average frequency of (medical or non-medical) healthcare seeking was 1.6 times in six months (95%CI 1.3-2.0); this frequency was 55.8% lower (p < 0.001) among privately insured persons compared to those with no discount card or private health insurance. Among the last medical consultations, 35.8% (95%CI 25.4-47.7) had been performed at the basic health units; this prevalence was 36.4% lower (p = 0.003) among persons covered by discount card and 87.7% lower (p = 0.007) among privately insured persons compared to those without both coverages. CONCLUSIONS Private health insurance and, to a lesser degree, discount card coverage, are related to lower utilization of basic health units. This can be used to size the population under the accountability of each Family Health Strategy team, to the extent that community health workers are able to differentiate discount card from PHI during family registration.


Assuntos
Saúde da Família/estatística & dados numéricos , Acesso aos Serviços de Saúde/estatística & dados numéricos , Serviços de Saúde/estatística & dados numéricos , Seguro Saúde/estatística & dados numéricos , Adolescente , Adulto , Idoso , Brasil , Grupos de Populações Continentais , Feminino , Gastos em Saúde , Necessidades e Demandas de Serviços de Saúde , Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Setor Privado/estatística & dados numéricos , Fatores Socioeconômicos , Adulto Jovem
20.
Artigo em Inglês | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-903475

RESUMO

ABSTRACT OBJECTIVE To describe the utilization of basic health units according to coverage by discount card or private health insurance. METHODS Household survey in the area covered by Family Health Strategy in Pelotas, state of Rio Grande do Sul, Brazil, from December 2007 to February 2008, with persons of all age groups. The frequency of (medical or non-medical) healthcare seeking at the basic health units in the last six months and the prevalence of basic health unit utilization for the last medical consultation (in case it had been performed up to six months before, for a non-routine reason) were analyzed by Poisson regression adjusted for the sampling design. RESULTS Of the 1,423 persons, 75.6% had no discount card or private health insurance. The average frequency of (medical or non-medical) healthcare seeking was 1.6 times in six months (95%CI 1.3-2.0); this frequency was 55.8% lower (p < 0.001) among privately insured persons compared to those with no discount card or private health insurance. Among the last medical consultations, 35.8% (95%CI 25.4-47.7) had been performed at the basic health units; this prevalence was 36.4% lower (p = 0.003) among persons covered by discount card and 87.7% lower (p = 0.007) among privately insured persons compared to those without both coverages. CONCLUSIONS Private health insurance and, to a lesser degree, discount card coverage, are related to lower utilization of basic health units. This can be used to size the population under the accountability of each Family Health Strategy team, to the extent that community health workers are able to differentiate discount card from PHI during family registration.


RESUMO OBJETIVO Descrever a utilização de unidades básicas de saúde conforme a cobertura por cartão de desconto e plano de saúde. MÉTODOS Inquérito domiciliar na área de abrangência da Estratégia Saúde da Família de Pelotas, RS, entre dezembro de 2007 e fevereiro de 2008, incluindo pessoas de todas as faixas etárias. A frequência de busca por atendimento (médico ou não) nas unidades básicas de saúde nos últimos seis meses e a prevalência do uso das unidades básicas de saúde para a última consulta médica (caso esta tivesse sido realizada até seis meses atrás, e tivesse tido um motivo que não rotina) foram analisadas por regressão de Poisson ajustada para o delineamento amostral. RESULTADOS Das 1.423 pessoas, 75,6% não estavam cobertas por cartão de desconto ou plano de saúde. A frequência média da busca por atendimento (médico ou não) foi de 1,6 vezes em seis meses (IC95% 1,3-2,0); essa frequência foi 55,8% menor (p < 0,001) entre as pessoas cobertas por plano de saúde em comparação às pessoas sem cartão de desconto ou plano de saúde. Dentre as últimas consultas médicas, 35,8% (IC95% 25,4-47,7) tinham sido realizadas nas unidades básicas de saúde; essa prevalência foi 36,4% menor (p = 0,003) entre as pessoas cobertas por cartão de desconto e 87,7% menor (p = 0,007) entre as pessoas cobertas por plano de saúde em comparação às pessoas com ambas as coberturas. CONCLUSÕES A cobertura por plano de saúde e, em menor grau, a cobertura por cartão de desconto associam-se a uma menor utilização das unidades básicas de saúde. Isso pode ser utilizado para dimensionar a população sob a responsabilidade de cada equipe de Estratégia Saúde da Família, na medida em que os agentes comunitários de saúde sejam capazes de diferenciar cartão de desconto e plano de saúde durante o cadastramento das famílias.

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