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1.
Rev. bras. epidemiol ; 17(supl.1): 203-214, 2014. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-715736

RESUMO

OBJECTIVE: To describe the prevalence of alcohol consumption among Brazilian students and identify the sociodemographic factors associated alcohol consumption in the last 30 days. METHODS: Cross-sectional study with a cluster sample of 109,104 9th grade students in Brazilian public and private schools in 2012. The prevalence and 95% confidence intervals of the indicators of alcohol consumption were analyzed. RESULTS: Of the students analyzed, 50.3% (95%CI 49.0 - 51.6) experimented one dose of alcoholic beverages or more. The consumption of alcohol in the last 30 days was 26.1% (95%CI 24.5 - 27.7), and there was no difference in prevalence between students from public and private schools. Drunkenness episodes were reported by 21.8% (95%CI 21.1 - 22.5) of the students. The perception of students about the negative reaction of their family if they came home drunk occurred in 89,7% (95%CI 89,6 - 89,9) of cases, and 10% (95%CI 8.9 - 11.1) of them reported having problems with their families or friends because they had been drinking. Among adolescents aged less than 14 years old, the first alcoholic drink intake was predominantly at 12 to 13 years old. The most common way to get a drink was at parties, with friends, buying in them in supermarkets, stores or bars and at home. The consumption of alcohol in the last 30 days was less frequent among boys, increasing with age. CONCLUSION: The study demonstrates the extension of alcohol as a problem, making it important to advance in measures such as the improvement of protective legislation for children and adolescents and stricter enforcement in alcohol sales. .


OBJETIVO: Descrever a prevalência do consumo de álcool entre escolares brasileiros e verificar os fatores sociodemográficos associados ao consumo nos últimos 30 dias. METODOLOGIA: Estudo transversal com amostra de conglomerados de 109.104 estudantes do 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas do Brasil em 2012. Foram analisadas as prevalências e intervalos de confiança de 95% de indicadores do consumo de álcool. RESULTADOS: Experimentaram uma dose ou mais de bebidas 50,3% (IC95% 49,0 - 51,6) dos escolares. O consumo de bebida alcoólica nos últimos 30 dias foi de 26,1% (IC95% 24,5 - 27,7), e alunos de escola privada e pública não diferiram nas prevalências. Episódios de embriaguez foram relatados por 21,8% (IC95% 21,1 - 22,5) dos alunos. A percepção dos escolares sobre a reação negativa de sua família caso eles chegassem em casa bêbados ocorreu em 89,7% (95%CI 89,6 - 89,9) dos casos; 10% (IC95% 8,9 - 11,1) dos estudantes relataram ter tido problemas com suas famílias ou amigos devido a bebida. Entre adolescentes com idade igual ou superior a 14 anos, a primeira dose de bebida alcoólica ocorreu de forma mais frequente entre 12 a 13 anos. As formas mais comuns de obter bebidas foram em festas, junto aos amigos, comprando no mercado, bar ou supermercado e em casa. O consumo de bebida alcoólica nos últimos 30 dias foi menos frequente entre meninos, aumentando com a idade. CONCLUSÃO: O estudo demonstra a extensão do problema do álcool, tornando-se importante avançar em ações como o aperfeiçoamento das medidas legislativas protetoras e maior rigor na fiscalização das vendas de bebidas para adolescentes. .


Assuntos
Adolescente , Criança , Feminino , Humanos , Masculino , Consumo de Bebidas Alcoólicas/epidemiologia , Brasil/epidemiologia , Estudos Transversais , Inquéritos Epidemiológicos , Prevalência , Instituições Acadêmicas , Fatores Socioeconômicos , Inquéritos e Questionários
2.
Rev. bras. epidemiol ; 14(supl.1): 147-156, set. 2011. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-602278

RESUMO

O objetivo deste estudo foi descrever as situações relacionadas à saúde sexual dos adolescentes, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE). Trata-se de um estudo transversal, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde, que envolveu 60.973 escolares e 1.453 escolas públicas e privadas. A análise dos dados aponta que 30,5 por cento (IC95 por cento 29,9-31,2) dos adolescentes já tiveram relação sexual alguma vez na vida, sendo mais frequente em meninos (43,7 por cento; IC95 por cento 42,7-44,7) do que em meninas (18,7 por cento; IC95 por cento 18,0-19,4), naqueles que estudam em escola pública (33,1 por cento; IC95 por cento 32,4-33,9), com idade acima de 15 anos (47,3 por cento; IC95 por cento 45,7-48,9) e aos 16 anos (63,5 por cento; IC95 por cento 61,5-65,4). A idade de iniciação sexual foi precoce e 40,1 por cento dos adolescentes (IC95 por cento 38,8-41,4) relataram ter tido um único parceiro na vida. O uso do preservativo na ultima relação sexual foi elevado tanto para proteção (75,9 por cento; IC95 por cento 74,8-76,9), como também para método contraceptivo na última relação sexual (74,7 por cento; IC95 por cento 73,6-75,7). Torna-se necessário enfatizar ações de promoção à saúde sexual voltadas aos adolescentes, visando minimizar vulnerabilidades.


The objective of this study was to describe situations related to sexual health of adolescents, according to the National Survey of School Health (PeNSE). It is a cross-sectional study performed by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), in partnership with the Ministry of Health that involved 60,973 students and 1,453 public and private schools. Data analysis points out that 30.5 percent (95 percentCI 29.9-31.2) of the adolescents had already had sexual relations sometime in their lives, being more frequent for males (43.7 percent; 95 percentCI 42.7-44.7) than females (18.7 percent; 95 percentCI 18.0-19.4), especially those who go to public schools (33.1 percent; 95 percentCI 32.4-33.9), aged 15 years or older (47.3 percent; 95 percentCI 45.7-48.9) and 16 years (63.5 percent; 95 percentCI 61,5-65.4). The sexual initiation age was early and 40.1 percent (95 percentCI 38.8-41.4) reported having had only one partner in life. The use of condoms in the last sexual relation was high both for protective (75.9 percent; CI95 percent 74.8-76.9) and contraceptive methods (74.7 percent; 95 percentCI 73.6-75.7). It is necessary to emphasize actions for promoting sexual health towards adolescents in order to minimize vulnerabilities.


Assuntos
Adolescente , Criança , Feminino , Humanos , Masculino , Comportamento Sexual , Brasil , Estudos Transversais , Inquéritos Epidemiológicos
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