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Rev. dor ; 17(1): 19-23, Jan.-Mar. 2016. tab
Artigo em Inglês | LILACS-Express | LILACS | ID: lil-776639

RESUMO

RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Relacionar as variáveis biopsicossociais do Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders com os grupos de pacientes com disfunção temporomandibular, com disfunção temporomandibular e migrânea e grupo controle. MÉTODOS: Estudo do tipo observacional transversal onde foram avaliados 280 pacientes consecutivos, divididos em 3 grupos: grupo I (140 indivíduos controle); grupo II (65 indivíduos com disfunção temporomandibular muscular) e grupo III (75 indivíduos com migrânea e disfunção temporomandibular muscular). Os critérios de exclusão foram indivíduos que apresentaram histórico clínico de processos inflamatórios musculares, espasmos musculares, contraturas e injúria traumática aguda na articulação temporomandibular. RESULTADOS: Os indivíduos do grupo III apresentaram associação com depressão grave (p<0,0001), grau 4 na variável intensidade da dor (p=0,004), sintomas físicos não específicos sem dor intensa (p<0,0001) e sintomas físicos não específicos com dor intensa (p<0,0001). Houve diferença significativa entre os gêneros feminino e masculino no grupo III (Z=2,59; p=0,001), evidenciando maior tempo de dor no gênero feminino. A porcentagem de mulheres no grupo III foi significativamente maior em relação aos homens (p=0,004). CONCLUSÃO: A relação entre as variáveis e os três grupos mostrou maior número de indivíduos acometidos com maior intensidade de sintomas no grupo III. Dessa forma, entende-se que a migrânea é uma condição mórbida frequentemente associada à disfunção temporomandibular, potencializando os sintomas descritos pelos pacientes. Há necessidade de avaliações clínicas multidisciplinares nesses indivíduos para que o tratamento seja otimizado, minimizando a morbidade e diminuindo os custos e o número de consultas prestadas aos pacientes.


ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES: To relate biopsychosocial variables of Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders to groups of patients with temporomandibular disorders, temporomandibular disorders and migraine and a control group. METHODS: This is a cross-sectional observational study where 280 consecutive patients were evaluated and distributed in three groups: group I (140 control individuals); group II (65 individuals with muscle temporomandibular disorders) and group III (75 individuals with migraine and muscle temporomandibular disorders). Exclusion criteria were individuals with clinical history of muscle inflammatory processes, muscle spasms, contractures and acute temporomandibular joint traumatic injury. RESULTS: Group III individuals had association with severe depression (p<0.001), level 4 in pain severity (p=0.004), unspecific physical symptoms without severe pain (p<0.0001) and unspecific symptoms with severe pain (p<0.00001). There has been significant difference between females and males in group III (Z=2.59; p=0.001), with longer pain duration among females. The percentage of females in group III was significantly higher as compared to males (p=0.004). CONCLUSION: The relationship between variables and the three groups has shown a higher number of individuals with more severe symptoms in group III. So, it is understood that migraine is a morbid condition often associated to temporo mandibular disorders, worsening symptoms referred by patients. There is the need for multidisciplinary evaluation of these individuals to optimize treatment and minimize morbidity, costs and the number of medical visits.

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