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3.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32290385

RESUMO

At present, it is unclear which exercise-induced factors, such as myokines, could diminish the negative impact of the reduction in pulmonary function imposed by the exercise in question. In this study, we aim to evaluate the prevalence of exercise-induced bronchoconstriction (EIB) and also to investigate the effect of myokines in the performance of marathon runners presenting EIB or not. Thirty-eight male recreational marathon runners (age 38.8 [33-44], height 175.7 [172.0-180.3]; weight 74.7 [69.3-81.6]) participated in this study, and through spirometry tests, a prevalence of 23.6% of EIB was found, which is in agreement with the literature. The volunteers who tested positive to EIB (EIB+) presented lower maximum aerobic capacity compared to those who tested negative (EIB-) (EIB+ 44.02 [39.56-47.02] and EIB- 47.62 [44.11-51.18] p = 0.03). The comparison of plasma levels of IL-1ß (EIB+ p = 0.296, EIB- p = 0.176, EIB+ vs. EIB- baseline p = 0.190 immediately after p = 0.106), IL-4 (undetectable), IL-6 (EIB+ p = 0.003, EIB- p ≤ 0.001, EIB+ vs. EIB- baseline p = 0.301 immediately after p = 0.614), IL-8 (EIB+ p = 0.003, EIB- p ≤ 0.001, EIB+ vs. EIB- baseline p = 0.110 immediately after p = 0.453), IL-10 (EIB+ p = 0.003, EIB- p ≤ 0.001, EIB+ vs. EIB- baseline p = 0.424 immediately after p = 0.876) and TNF-α (EIB+ p = 0.003, EIB- p ≤ 0.001, EIB+ vs. EIB- baseline p = 0.141 immediately after p = 0.898) were similar in both groups 24 h before and immediately after the marathon. However, negative correlations were found between the marathon finishing time and the levels of IL-8 (r = -0.81, p = 0.022), and IL-10 (r = -0.97, p ≤ 0.001) immediately after completing the marathon. In conclusion, for the first time, it is shown that the myokines IL-8 and IL-10 are related to improvement of the performance of marathon runners presenting EIB.


Assuntos
Broncoconstrição , Interleucina-10 , Interleucina-8 , Corrida , Humanos , Masculino , Espirometria
4.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 30(2 Suppl. B): 123-123, abr-jun., 2020.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1116807

RESUMO

INTRODUÇÃO: Historicamente, a cardiopatia congênita traz redução da qualidade de vida da criança portadora da patologia. Com o aprimoramento das formas de correção, estes pacientes apresentam melhor sobrevida, de forma que hoje há mais adultos com cardiopatia congênita. A prática de atividade física vem sendo encorajada nesses pacientes. Relatamos um caso de um paciente portador de cardiopatia congênita cianótica corrigida nos primeiros dias de vida, atualmente praticante de atividade física. Relato de caso: Paciente masculino, 26 anos, com dextro transposição de grandes artérias (DTGA), comunicação interatrial e persistência do canal arterial. Aos 09 dias de vida, submetido a procedimento para correção da cardiopatia, por meio da cirurgia de Jatene (CJ) com manobra de Lecompte. Aos 18 anos manifestou desejo de praticar atividade física, sendo feita avaliação pré-participação. Cintilografia do Miocárdio com ausência de sinais de isquemia; Teste ergométrico (TE) com boa capacidade funcional, Extras sístoles ventriculares isoladas e raras; ecocardiograma transtorácico dentro da normalidade. Atualmente realiza atividade física resistida (musculação 80 min por dia, 6 dias por semana), sem sintomas durante a prática ou o repouso. Em exames atuais observa--se: TE em ritmo atrial multifocal, sem alterações sugestivas de isquemia, com boa capacidade aeróbica (16,2 METs e VO2 56 mL/kg. min); Ressonância miocárdica com câmaras cardíacas de dimensões preservadas, função sistólica biventricular preservada, ausência de áreas de edema, gordura ou fibrose. DISCUSSÃO e CONCLUSÃO: A DTGA corresponde a cerca de 8% de todas as cardiopatias congênitas, com alto índice de letalidade antes do surgimento de correções cirúrgicas, chegando a 90% de mortalidade no primeiro ano de vida. Inicialmente reduzia-se danos da DTGA através de correção atrial. Com o desenvolvimento da CJ (ou switch arterial) houve melhora progressiva do prognóstico e qualidade de vida, principalmente se realizada nos primeiros dias de vida. Devido a isso, muitos pacientes submetidos à CJ praticam exercícios físicos ou atividades competitivas, tornando o acompanhamento um desafio para o cardiologista, visto que não há evidências robustas sobre os impactos de tais atividades a longo prazo. Conclui-se a importância de seguimento com exames periódicos de tais pacientes, com coleta de dados e a necessidade de mais estudos para este cenário.


Assuntos
Exercício Físico , Transposição das Grandes Artérias , Cardiopatias Congênitas
5.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 30(2 Suppl. B): 122-122, abr-jun., 2020.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1116775

RESUMO

INTRODUÇÃO: Bloqueio Cardíaco do Ramo Esquerdo intermitente (BCREI) é raro e pode relacionar-se com cardiopatia isquêmica, vaso espasmo coronariano, contusão cardíaca, esforço físico ou etiologia idiopática. A prevalência BCREI nos pacientes que realizam prova de esforço varia de 0,5%-1,1% e constitui um fator de risco cardiovascular independente. OBJETIVO: Descrever um caso de um atleta que, apesar de apresentar BCREI como fato de risco para doença coronariana, está há 2 anos em seguimento livre de eventos cardiovasculares. Descrição do caso: Paciente masculino, 54 anos, hipertenso, corredor de rua (10-20 km/dia em 01h, 3x/semana, desde 2011), sem histórico de uso de anabolizantes e sem histórico familiar de doença arterial coronariana prematura (DAC), morte súbita, arritmias e canalopatias, acompanhado em ambulatório de referência em cardiologia do esporte há 02 anos, assintomático, com fatores de risco controlados. Eletrocardiograma de base com ritmo sinusal e bloqueio divisional anterossuperior esquerdo; teste ergométrico inicial com evidência de BCREI, sendo submetido à investigação de etiologia isquêmica e cardiopatia estrutural. Ecocardiograma transtorácico com função sistólica biventricular preservada, padrão diastólico do ventrículo esquerdo (VE) normal, átrio esquerdo no limite superior da normalidade (40 mm); cintilografia miocárdica (MIBI + Dipiridamol) negativa para isquemia, com desenvolvimento de BRE durante infusão do Dipiridamol; ressonância cardíaca com átrio esquerdo no limite superior da normalidade, VE com dilatação discreta, função sistólica biventricular preservada, ausência de infiltração gordurosa e de fibrose miocárdica. Paciente segue em acompanhamento, assintomático, sem episódios isquêmicos ou arritmogênicos, mantendo teste ergométrico com comportamento cardiovascular normal ao exercício e persistência de BCREI. CONCLUSÃO: 1) O BCREI é fator de risco cardiovascular independente para morte e insuficiência cardíaca (IC), principalmente quando induzido por exercício; 2) Pacientes com BCREI devem sem estratificados e acompanhados regularmente e se deve excluir principalmente DAC e IC para sua liberação de atividade física.


Assuntos
Sobrevida , Bloqueio de Ramo , Prevalência , Atletas
6.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 30(2 Suppl. B): 121-121, abr-jun., 2020.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1116651

RESUMO

INTRODUÇÃO: A Síndrome do coração de atleta devem, a princípio, ser consideradas como adaptações fisiológicas e normais ao exercício físico, sendo transitórias e sem repercussões ne gativas para a saúde do indivíduo. Pode-se apresentar como arritmias cardíacas com menor grau de complexidade, mais frequentemente, como extrassístoles ventriculares eventuais. Isoladamente, tais condições, sem a presença de outras alterações, não justificam maior limitação às atividades físicas nos indivíduos assintomáticos, nem indicam investigação subsequente. Os sujeitos sintomáticos ou nos assintomáticos que desenvolvam arritmias ventriculares complexas, como taquicardia ventricular, sustentada ou não, merecerão investigação previamente ao retorno para a prática esportiva. Isso se torna uma questão relevante na prática clínica, porque atletas com esse último tipo de arritmias citadas, na ausência de cardiopatia estrutural, geralmente representam dilemas do manejo clínico. RELATO DE CASO: Homem, 55 anos, ex atleta maratonista, dislipidêmico controlado com estatina, assintomático. Na admissão, tinha rotina de treino de corridas de 10-15km, 3 vezes na semana associado a exercícios resistidos, 2-3 vezes semanais, para condicionamento físico de competição de maratona e meia maratona, desde os anos 2000. Como exames iniciais, apresentava Holter (2007) com 9. 459 extrassístoles ventriculares(EV), 68 pareadas, com períodos de bi e trigeminismo, Teste ergométrico (TE) com capacidade de 24,61 METS, VO2 86,13, EV monomórficas frequentes durante todas as fases, ECOTT sem alterações. Orientado o descondicionamento físico por dois meses no mesmo ano, porém o paciente não seguiu as orientações e retornou com novos exames progressivamente piores, intensificando a arritmia pregressa. A partir de 2008, cessou com as atividades competitivas, prosseguido investigação com ressonância magnética miocárdica e angio-TC de coronárias sem alterações. Com o descondicionamento progressivo orientado ao longo dos 6 anos subsequentes, dentre os quais 3 anos sem realização de exercícios, evoluiu com TE e Holter a partir de 2014 sem episódios de de EV, sendo liberado para atividades de leve a moderado esforço e desde então permanece há 5 anos sem arritmias complexas. CONCLUSÃO: Acreditamos que a estratégia de descondicionamento possa ser considerada uma ferramenta clínica útil no gerenciamento de atletas com petitivos com taquiarritmias ventriculares frequentes e/ou complexas na ausência de doença cardíaca.


Assuntos
Exercício Físico , Complexos Cardíacos Prematuros , Desempenho Atlético , Atletas
7.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 30(2 Suppl. B): 102-102, abr-jun., 2020.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1116440

RESUMO

INTRODUÇÃO: A avaliação pré-participação (APP) em atletas é de fundamental importância para prevenção de doenças cardiovasculares e morte súbita (MS), visto que essa população submete-se a cargas excessivas de treinamento, com possíveis desfechos graves. Nos últimos anos, houve um aumento da participação de mulheres em atividades competitivas, no entanto existe uma carência de informações sobre parâmetros clínicos e cardiográficos nessa população. OBJETIVO: Descrição do perfil cardiovascular em atletas do sexo feminino do estado de São Paulo. MÉTODOS: Foram avaliadas 105 atletas entre 11 a 45 anos, residentes no estado de São Paulo no ano de 2019. Essa avaliação foi composta por anamnese, exame físico, eletrocardiograma (ECG), teste do exercício (TE) e exames adicionais quando pertinentes, a saber: Ecocardiograma Transtorácico e Angiotomografia de Coronárias. RESULTADOS: As atletas estudadas praticavam principalmente futebol (58,5%), seguido por basquete (18%) e corrida (12,4%). Quanto à anamnese, 6,6% apresentavam dor torácica atípica; 1,9% dispneia e 0,95% palpitação; nenhuma delas apresentava comorbidades cardiovasculares e apenas três relatavam histórico familiar de MS. No que diz respeito ao ECG, os achados mais prevalentes foram bradicardia sinusal (46,6%) e repolarização ventricular precoce (40%), ambos compatíveis com adaptações do coração do atleta. No TE todas tiveram comportamento hemodinâmico normal e boa/excelente capacidade funcional; com incidência de 3,8% ectopias ventriculares; 4,8% ectopias supraventriculares e ausência de arritmias complexas. Apenas uma paciente apresentou resposta isquêmica por critérios eletrocardiográficos, assintomática durante exame, sendo progredido investigação com Angiotomografia de Coronárias que excluiu doença arterial coronariana. Dentre as atletas submetidas a Ecocardiograma apenas duas apresentaram alterações não compatíveis com coração de atleta, sendo uma com forame oval patente e outra com sinais de doença valvar reumática, porém ambas sem repercussão hemodinâmica e ao TE apresentaram excelente capacidade funcional. CONCLUSÃO: As atletas estudadas tiveram adequada avaliação cardiológica, estando todas aptas à prática esportiva competitiva. Seguimento e ampliação do estudo são necessários para que se possa estabelecer um perfil cardiovascular de atletas do sexo feminino no Brasil.


Assuntos
Exame Físico , Futebol , Mulheres , Parâmetros , Atletas
8.
Int. j. environ. res. public health ; 17(8): 2662-2667, Apr., 2020. tab., graf.
Artigo em Inglês | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1100607

RESUMO

ABSTRACT: At present, it is unclear which exercise-induced factors, such as myokines, could diminish the negative impact of the reduction in pulmonary function imposed by the exercise in question. In this study, we aim to evaluate the prevalence of exercise-induced bronchoconstriction (EIB) and also to investigate the effect of myokines in the performance of marathon runners presenting EIB or not. Thirty-eight male recreational marathon runners (age 38.8 [33­44], height 175.7 [172.0­180.3]; weight 74.7 [69.3­81.6]) participated in this study, and through spirometry tests, a prevalence of 23.6% of EIB was found, which is in agreement with the literature. The volunteers who tested positive to EIB (EIB+) presented lower maximum aerobic capacity compared to those who tested negative (EIB−) (EIB+ 44.02 [39.56­47.02] and EIB− 47.62 [44.11­51.18] p = 0.03). The comparison of plasma levels of IL-1ß (EIB+ p = 0.296, EIB− p = 0.176, EIB+ vs. EIB− baseline p = 0.190 immediately after p = 0.106), IL-4 (undetectable), IL-6 (EIB+ p = 0.003, EIB− p ≤ 0.001, EIB+ vs. EIB− baseline p = 0.301 immediately after p = 0.614), IL-8 (EIB+ p = 0.003, EIB− p ≤ 0.001, EIB+ vs. EIB− baseline p = 0.110 immediately after p = 0.453), IL-10 (EIB+ p = 0.003, EIB− p ≤ 0.001, EIB+ vs. EIB− baseline p = 0.424 immediately after p = 0.876) and TNF-α (EIB+ p = 0.003, EIB− p ≤ 0.001, EIB+ vs. EIB− baseline p = 0.141 immediately after p = 0.898) were similar in both groups 24 h before and immediately after the marathon. However, negative correlations were found between the marathon finishing time and the levels of IL-8 (r = −0.81, p = 0.022), and IL-10 (r = −0.97, p ≤ 0.001) immediately after completing the marathon. In conclusion, for the first time, it is shown that the myokines IL-8 and IL-10 are related to improvement of the performance of marathon runners presenting EIB.


Assuntos
Humanos , Feminino , Testes de Função Respiratória , Exercício Físico , Asma Induzida por Exercício , Broncoconstrição , Citocinas
9.
Front Genet ; 10: 984, 2019.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-31708962

RESUMO

Muscle damage is one of the most important factors that affect muscle fatigue during endurance exercise. Recent evidence suggests that the renin-angiotensin system impacts on skeletal muscle wasting. The aim of this study was to determine association between the AGT Met235Thr, ACE I/D and BDKRB2 -9/+9 polymorphisms with inflammation, myocardial and muscle injury induced by endurance exercise. Eighty-one Brazilian male runners participated in this study and completed the International Marathon of Sao Paulo. Muscle and myocardial damage markers (alanine transaminase, ALT, aspartate transaminase, AST, lactic dehydrogenase, LDH, creatine kinase, CK, Troponin, pro BNP, myoglobin, and CK-MB) and inflammatory mediators (IL-6, IL-8, IL-10, IL12p70, IL1ß, and TNF-α) were determined one day before, immediately after, one day after, and three days after the event. Muscle damage was also determined fifteen days after race and angiotensinogen (AGT) Met235Thr, angiotensin-converting enzyme (ACE) I/D, and Bradykinin B2 receptor (BDKRB2) -9/+9 polymorphisms were determined. Marathon race participation induced an increase in all muscle damage and inflammatory markers evaluated (p < 0.0001). The muscle damage markers, troponin and pro BNP, CK and LDH and inflammatory markers, IL-6, IL-8, IL-1ß and IL-10 were also higher in ACE II genotype immediately after race, compared to DD genotype. The percentage of runners higher responders (>500U/I) to CK levels was higher for II genotypes (69%) compared to DD and ID genotypes (38% and 40%, respectively) immediately after. Troponin, pro BNP and IL-1ß, IL-8 levels were also elevated in AGT MM genotype compared to TT genotype athletes after and/or one day after race. BDKRB2 -9/-9 had pronounced response to LDH, CK, CK-MB and ALT and AST activities, myoglobin, troponin, IL-6, IL-8 levels immediately, one day and/or three days after race. The percentage of runners higher responders (>500U/I) to CK levels was greater for -9-9 and -9+9 genotypes (46 and 48%, respectively) compared to +9+9 genotypes (31%) immediately after. ACE II, AGT MM, and BDKRB2 -9-9 genotypes may increase the susceptibility to inflammation, muscle injury after endurance exercise and could be used to predict the development of clinical conditions associated with muscle damage and myocardial injury.

12.
Front Genet ; (10): 1-12, out., 2019. tab., graf.
Artigo em Inglês | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1049930

RESUMO

ABSTRACT: Muscle damage is one of the most important factors that affect muscle fatigue during endurance exercise. Recent evidence suggests that the renin-angiotensin system impacts on skeletal muscle wasting. The aim of this study was to determine association between the AGT Met235Thr, ACE I/D and BDKRB2 -9/+9 polymorphisms with inflammation, myocardial and muscle injury induced by endurance exercise. Eighty-one Brazilian male runners participated in this study and completed the International Marathon of Sao Paulo. Muscle and myocardial damage markers (alanine transaminase, ALT, aspartate transaminase, AST, lactic dehydrogenase, LDH, creatine kinase, CK, Troponin, pro BNP, myoglobin, and CK-MB) and inflammatory mediators (IL-6, IL-8, IL-10, IL12p70, IL1ß, and TNF-α) were determined one day before, immediately after, one day after, and three days after the event. Muscle damage was also determined fifteen days after race and angiotensinogen (AGT) Met235Thr, angiotensin-converting enzyme (ACE) I/D, and Bradykinin B2 receptor (BDKRB2) -9/+9 polymorphisms were determined. Marathon race participation induced an increase in all muscle damage and inflammatory markers evaluated (p < 0.0001). The muscle damage markers, troponin and pro BNP, CK and LDH and inflammatory markers, IL-6, IL-8, IL-1ß and IL-10 were also higher in ACE II genotype immediately after race, compared to DD genotype. The percentage of runners higher responders (>500U/I) to CK levels was higher for II genotypes (69%) compared to DD and ID genotypes (38% and 40%, respectively) immediately after. Troponin, pro BNP and IL-1ß, IL-8 levels were also elevated in AGT MM genotype compared to TT genotype athletes after and/or one day after race. BDKRB2 -9/-9 had pronounced response to LDH, CK, CK-MB and ALT and AST activities, myoglobin, troponin, IL-6, IL-8 levels immediately, one day and/or three days after race. The percentage of runners higher responders (>500U/I) to CK levels was greater for -9-9 and -9+9 genotypes (46 and 48%, respectively) compared to +9+9 genotypes (31%) immediately after. ACE II, AGT MM, and BDKRB2 -9-9 genotypes may increase the susceptibility to inflammation, muscle injury after endurance exercise and could be used to predict the development of clinical conditions associated with muscle damage and myocardial injury. (AU)


Assuntos
Variação Genética , Exercício Físico , Angiotensinogênio , Citocinas , Receptor B2 da Bradicinina
13.
Arq. bras. cardiol ; 113(2 supl.1): 81-81, set., 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1017148

RESUMO

DESCRIÇÃO: Trata-se de atleta masculino de 44 anos, praticante de ciclismo, com queixas de palpitações nos últimos 10 anos, com recrudescimento do quadro nos últimos quatro meses, relacionadas com esporte (em treinos e competições). Relata ainda sensação de "desmaio" em algumas vezes concomitante com as palpitações, porém nunca houve perda completa da consciência. Relata história de morte súbita (MS) na família, pai e tio paterno, aos 45 e 48 anos respectivamente, sem causa definida. Exames complementares: Eletrocardiograma: sem anormalidades Teste Cardiopulmonar: máximo, sem alterações, com excelente aptidão cardiorrespiratória Ecocardiograma: dentro dos limites da normalidade Holter 24 h: sem registro de pausas > 2 segundos ou arritmias, inclusive com período de treinamento durante a gravação. EVOLUÇÃO: Devido ao quadro de MS familiar, optou-se por realizar Ressonância Magnética do Coração, no intuito de melhor avaliar o quadro anatômico, que revelou imagem compatível com aneurisma de Ventrículo direito (VD) em parede lateral e diminuição da fração de ejeção (44%), além de sinais discretos de substituição gordurosa e realce tardio. Paciente submetido a painel genético, que resultou positivo para genes envolvidos na cardiomiopatia arritmogênica do VD CONCLUSÃO E COMENTÁRIOS: esse caso exemplifica os desafios do diagnóstico de arritmias em atletas e reforça o valor da história médica na suspeição diagnóstica de doenças graves e potencialmente fatais em atletas e esportistas, a despeito de uma alta capacidade de exercício e com exames de rastreio considerados normais. (AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , Morte Súbita , Atletas , Aneurisma
14.
Arq. bras. cardiol ; 113(2 supl.1): 85-85, set., 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1017163

RESUMO

INTRODUÇÃO: ASN, masculino, 63 anos, ex-atleta de futebol profissional, hipertenso, pré-diabético e com sobrepeso, assintomático e sem histórico familiar para doença arterial coronariana (DAC) precoce, vem para avaliação cardiológica de rotina. Com eletrocardiograma (ECG) em ritmo sinusal, FC:68 bpm e alterações inespecíficas da repolarização ventricular. Realizou teste de exercício (TE) sem alterações clínicas, eletrocardiográficas, autonômicas e hemodinâmicas durante a fase de exercício, porém com supradesnível do segmento ST em aVR e V1 no início da fase de recuperação. Solicitado então cineangiocoronariografia que evidenciou lesões tri arteriais. Foi encaminhado para cirurgia de revascularização (anastomose de artéria torácica interna para artéria descendente anterior (ADA) e enxerto de veia safena para diagonalis e ramo ventricular posterior da artéria coronária direita), com sucesso. COMENTÁRIOS: De acordo com a III diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Teste Ergométrico, o supradesnível do segmento ST é infrequente, podendo traduzir a ocorrência de grave isquemia miocárdica, espasmo coronariano e discinesia ventricular. Na ausência de onda Q, salvo em aVR e V1, representa isquemia transmural, sendo achado pouco prevalente nos laboratórios de ergometria, sendo, entretanto, associado a doença coronariana grave, lesões de tronco conorária esquerda (TCE) ou lesões graves proximais, frequentemente envolvendo a ADA ou a espasmos coronarianos. O supradesnível na derivação aVR associa-se com uma maior probabilidade a lesão obstrutiva de ADA, especialmente quando concomitante a infradesnível de V5. D'Ascenzo et col já relacionavam a extensão do supradesnível do segmento ST para aVR como maior preditor de lesão de TCE tanto na DAC aguda quanto na DAC crônica. Michaelides,Bruce e outros autores igualmente referenciaram o supradesnível do segmento ST como importante indicador de lesão de TCE ou lesões proximais. Outro aspecto relevante está no fato destas alterações ocorrerem na fase de recuperação, de semelhante significado com a fase de exercício, como já constatado por Ellestad e Laukkanen em relação ao diagnóstico, prognóstico e também maior risco de morte súbita. CONCLUSÃO: O TE, com valorização de suas múltiplas variáveis e semelhante atenção na análise tanto da fase de exercício quanto da fase de recuperação, permanece método diagnóstico de grande valia e acurácia na DAC, frequentemente evitando atrasos no diagnóstico e custos adicionais. (AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Atletas , Isquemia , Doença da Artéria Coronariana
15.
Arq. bras. cardiol ; 113(2 supl.1): 97-97, set., 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1017200

RESUMO

FUNDAMENTO: A avaliação dos átrios de atletas e esportistas através da ressonância magnética foi pouco realizada até o presente momento, o que implica na necessidade do reconhecimento de padrões de normalidade dessas câmaras cardíacas para essa população. OBJETIVOS: realizar a avaliação morfofuncional biatrial em atletas e esportistas de endurance e compará-las com indivíduos sedentários e hígidos da mesma faixa etária e gênero; MÉTODOS: Estudo observacional e retrospectivo realizado no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Foram analisadas ressonâncias magnéticas de 25 atletas e esportistas, do gênero masculino, com idade entre 30 e 60 anos e comparadas com as de 10 sedentários, de mesmo gênero e faixa etária. Para ambos os átrios foram avaliados volumes diastólicos final (VDF) e sistólico final (VSF) e fração de ejeção, além da espessura de septo interatrial (SIA) e diâmetro anteroposterior do átrio esquerdo (AE). RESULTADOS: Apresentaram diferença estatística: VDF de átrio direito (AD) de 105,56 mL ±24,86 para atletas e 69,90 mL ±8,9 para sedentários... (AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Espectroscopia de Ressonância Magnética , Atletas , Coração
16.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 32(4): 414-417, July-Aug. 2019.
Artigo em Inglês | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1012339

RESUMO

Sports competition can be a trigger to fatal arrhythmias in predisposed individuals, leading to sudden cardiac death. Athletes have 2.8 fold more risk of sudden cardiac death than non-athletes. However, female athletes seem to have some cardiac protection, dying suddenly much less than men during sports. Although the mechanisms for this protection have not been well established until now, hormonal, genetic and molecular factors may play a role in it. The so-called "fair sex" might harbour the key for sudden cardiac death prevention


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Esportes/fisiologia , Prevalência , Morte Súbita Cardíaca/prevenção & controle , Arritmias Cardíacas , Cardiomiopatia Hipertrófica , Doença da Artéria Coronariana , Fatores Sexuais , Eletrocardiografia/métodos
17.
Front Physiol ; 10: 697, 2019.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-31244673

RESUMO

α-Actinin-3 (ACTN3 R577X, rs.1815739) polymorphism is a genetic variation that shows the most consistent influence on metabolic pathway and muscle phenotype. XX genotype is associated with higher metabolic efficiency of skeletal muscle; however, the role of ACTN3 polymorphism in oxygen transport and utilization system has not yet been investigated. Therefore, the aim of this study was to determine the influence of ACTN3 polymorphisms on hematological and iron metabolism response induced by marathon race. Eighty-one Brazilian amateur male endurance runners participated in the study. Blood samples and urine were collected before; immediately after; and 1, 3, and 15 days after the marathon race. Urine, hematological parameters, iron metabolism, and ACTN3 genotyping analyses were performed. The marathon race induced a decrease in erythrocytes, Hb, and Ht, and an increase in hematuria, creatinine, myoglobin, red cell distribution width, mean corpuscular hemoglobin concentration, mean corpuscular hemoglobin, direct and indirect bilirubin and erythropoietin. Moreover, an elevation immediately or 1 day after the marathon race follows a reduction 3 or 15 days after the marathon race were observed on transferrin saturation and iron and transferrin levels. Hematological parameters and iron metabolism changes induced by marathon race were not observed in XX genotypes. Hematuria and decreased erythrocytes, Hb, Ht, and iron and transferrin levels were observed only in RR and/or RX genotypes but not in XX genotypes. The percentage of runners with hematuria, leukocyturia, iron deficiency, creatinine, myoglobin, and bilirubin imbalance was higher in RR compared to XX genotypes. ACTN3 polymorphism is associated with iron metabolism and hematological responses after endurance exercise. Despite these results being based on a small sample, they highlight a protective role of the XX genotype on hematological and renal changes induced by long-distance exercise. Therefore, these findings should be further replicated.

18.
Front Physiol ; 10Jun. 2019. tab
Artigo em Inglês | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1009235

RESUMO

αlpha-Actinin-3 (ACTN3 R577X, rs.1815739) polymorphism is a genetic variation that shows the most consistent influence on metabolic pathway and muscle phenotype. XX genotype is associated with higher metabolic efficiency of skeletal muscle; however, the role of ACTN3 polymorphism in oxygen transport and utilization system has not yet been investigated. Therefore, the aim of this study was to determine the influence of ACTN3 polymorphisms on hematological and iron metabolism response induced by marathon race. Eighty-one Brazilian amateur male endurance runners participated in the study. Blood samples and urine were collected before; immediately after; and 1, 3, and 15 days after the marathon race. Urine, hematological parameters, iron metabolism, and ACTN3 genotyping analyses were performed. The marathon race induced a decrease in erythrocytes, Hb, and Ht, and an increase in hematuria, creatinine, myoglobin, red cell distribution width, mean corpuscular hemoglobin concentration, mean corpuscular hemoglobin, direct and indirect bilirubin and erythropoietin. Moreover, na elevation immediately or 1 day after the marathon race follows a reduction 3 or 15 days after the marathon race were observed on transferrin saturation and iron and transferrin levels. Hematological parameters and iron metabolism changes induced by marathon race were not observed in XX genotypes. Hematuria and decreased erythrocytes, Hb, Ht, and iron and transferrin levels were observed only in RR and/or RX genotypes but not in XX genotypes. The percentage of runners with hematuria, leukocyturia, iron deficiency, creatinine, myoglobin, and bilirubin imbalance was higher in RR compared to XX genotypes. ACTN3 polymorphism is associated with iron metabolism and hematological responses after endurance exercise. Despite these results being based on a small sample, they highlight protective role of the XX genotype on hematological and renal changes induced by long-distance exercise. Therefore, these findings should be further replicated.(AU)


Assuntos
Humanos , Treinamento Intervalado de Alta Intensidade , Genótipo , Hematologia , Metabolismo
19.
Oxid Med Cell Longev ; 2019: 5134360, 2019.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30911346

RESUMO

Background: The endurance exercise is capable of inducing skeletal muscle, heart, and respiratory fatigue, evidenced by morphofunctional cardiac changes, release of myocardial injury biomarkers, and reduction of maximal voluntary ventilation and oxygen consumption (VO2) at peak exercise. Purpose: The aim of this study was to investigate whether marathoners present cardiac fatigue after marathon and whether it correlates with pulmonary levels of exhaled nitric oxide (eNO) and pulmonary inflammation. Methods: 31 male marathoners, age 39 ± 9 years, were evaluated by cardiopulmonary exercise test three weeks before and between three and 15 days after a marathon; eNO analysis and spirometry were evaluated before, immediately after, and 24 and 72 hours after the marathon, and sputum cellularity and cytokine level were assessed before and after the marathon. Results: Marathon induced an increase in the percentage of macrophages, neutrophils (from 0.65% to 4.28% and 6.79% to 14.11%, respectively), and epithelial cells and a decrease in cytokines in induced sputum, followed by an increase in eNO concentration (20 ± 11 to 35 ± 19 ppb), which presented a significant reduction 24 and 72 hours after marathon (9 ± 12 e 12 ± 9 ppb, p < 0.05). We observed a decrease in the spirometry parameters in all time points assessed after the marathon (p < 0.05) as well as in cardiopulmonary capacity, evidenced by a reduction in VO2 and ventilation peaks (57 ± 6 to 55 ± 6 mL·min-1·Kg-1 and 134 ± 19 to 132 ± 18 Lpm, respectively, p < 0.05). Finally, we observed a negative correlation between the decrease in forced expiratory volume and decrease in eNO 24 and 72 hours after marathon (r = -0.4, p = 0.05). Conclusion: Reduction in eNO bioavailability after marathon prevents the reduction in cardiopulmonary capacity induced by acute inflammatory pattern after marathon.


Assuntos
Teste de Esforço , Expiração , Óxido Nítrico/metabolismo , Corrida/fisiologia , Adulto , Citocinas/metabolismo , Humanos , Inflamação/patologia , Pulmão/patologia , Masculino , Escarro/metabolismo
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