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1.
Aletheia ; 54(1): 85-95, jan.-jun. 2021. tab
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS, Index Psicologia - Periódicos | ID: biblio-1285022

RESUMO

RESUMO O Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem início precoce e é caracterizado predominantemente por prejuízos persistentes na comunicação social recíproca/interação social e por padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Pesquisas apontam que indivíduos com TEA apresentam altas taxas de problemas emocionais e de comportamento. O objetivo do presente estudo é avaliar os aspectos emocionais e comportamentais através do Child Behavior Checklist (CBCL) em crianças que preencheram critérios para o diagnóstico de TEA. Trata-se de um estudo descritivo, quantitativo e retrospectivo. No CBCL/1½-5, contatou-se que a escala Problemas do Espectro Autista apresentou escore clínico. Quanto ao CBCL/6-18, as escalas Retraimento, Problemas de Pensamento, Problemas de Atenção e Problemas de Estresse (DSM) apresentaram sintomatologia clínica. Os achados desse estudo estão de acordo com outras pesquisas da área. Os resultados do presente estudo sugerem que o CBCL é útil para a identificação de sinais de alerta de TEA.


ABSTRACT Autism Spectrum Disorder (ASD) is a neurodevelopment disorder characterized by impairments in social interaction/communication and stereotyped behavior. The literature suggests that individuals with ASD often presents emotional and behavioral problems. The aim of this study was to examine emotional and behavioral aspects in patients who have been diagnosed with ASD after a psychological evaluation. The tool used for investigation was the Child Behavior Checklist (CBCL), in both versions (1½-5 and 6-18). This is a quantitative, descriptive and retrospective study. The CBCL/1½-5 profiles showed elevated scores in Withdrawn, Internalizing Problems and Autism Spectrum Problems scales. The CBCL/6-18 showed clinical scores for Withdrawn/Depressed, Thougt Problems, Attention Problems And Stress Problems. The pattern of elevations found in this study is consistent with prior studies. Although CBCL is not a diagnostic tool, it can be considered an useful instrument for detecting alarm signs of ASD.

2.
Rev. Saúde Pública Paraná (Online) ; 4(1): 119-132, abr. 2021.
Artigo em Português | Coleciona SUS, CONASS, SESA-PR | ID: biblio-1280872

RESUMO

Transtornos mentais estão entre as principais causas de adoecimento no mundo. Essas questões se agravam principalmente em momentos de grande instabilidade, como no caso da pandemia de COVID-19, justificando ainda mais o uso de estratégias de divulgação e disseminação de cuidados em saúde mental. O objetivo deste artigo é relatar uma experiência de comunicação em saúde mental acessível e prática, a partir da produção e divulgação de materiais digitais durante a pandemia de Covid-19. Esse estudo é um relato de experiência, de caráter descritivo. Foram produzidos cards com informações sobre cuidados com a saúde mental durante a pandemia para serem divulgados em redes sociais a partir do método Suitability Assessment of Materials e da literatura em comunicação em saúde. Por fim, discute-se o potencial das estratégias de comunicação em saúde, alinhadas aos pressupostos da atenção primária, de promover a autonomia dos indivíduos e a diminuição de iniquidades na saúde da população. (AU)


Mental disorders are among the leading causes of illness in the world. These issues are aggravated in times of great instability, as in the case of the COVID-19 pandemic, further justifying the use of mental health care disclosure and dissemination. The purpose of this article is to present an accessible, practical team structuring and health communication method with potential impact on individuals behaviour. The aim of this article is to report an accessible and practical mental health communication experience, based on the production and dissemination of digital materials during the Covid-19 pandemic. This study is a descriptive experience report. Cards were produced based on the mental health care information during the pandemic and were disseminated on social network considering the Suitability Assessment of Materials Method and the literature on health communication. Finally, we discuss the potential of health communication strategies, aligned with the assumptions of primary care, to promote the autonomy of individuals and the reduction of health inequities in the population. (AU)


Assuntos
Atenção Primária à Saúde , Saúde Mental , Educação em Saúde , Comunicação em Saúde , COVID-19
3.
Rev. Bras. Psicoter. (Online) ; 23(3): 33-46, 2021.
Artigo em Português | LILACS, Index Psicologia - Periódicos | ID: biblio-1354698

RESUMO

Em março de 2020 a Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia do novo coronavírus. Além do adoecimento pelo vírus, sabe-se que epidemias e pandemias podem provocar também adoecimento psíquico das populações, devido às mudanças necessárias no perído. O Brasil tem sido vastamente criticado pela gestão ineficiente da pandemia. Atualmente, figura entre os países com maiores índices de infecções e óbitos. O objetivo deste estudo foi avaliar a presença de riscos à saúde mental da população brasileira durante o período da pandemia do coronavírus e qual possível fator mediador para o desenvolvimento de transtornos mentais. Participaram deste estudo 738 pessoas com idade entre 18 e 80 anos (M = 32,9, DP = 10,9), 71,4% mulheres. Foi um estudo transversal e os instrumentos utilizados foram um questionário sociodemográfico, o Self Report Questionnaire-20 e a Personal Wellbeing Index. Para as análises de moderação foi utilizado o pacote PROCESS para SPSS. Os resultados encontrados indicam que o bem-estar tem papel moderador no adoecimento mental, independentemente da presença ou não de diagnóstico prévio de transtorno mental. O bem-estar reduziu significativamente os sinais e sintomas de transtornos mentais nessa amostra, mostrando-se um importante fator de promoção de saúde mental. As limitações do estudo dizem respeito às diferenças culturais entre as regiões do país e à predominância de respondentes gaúchos na amostra. Discute-se a necessidade de investir em intervenções de promoção do bem-estar durante a pandemia para mitigar os riscos de adoecimento mental da população.(AU)


In March 2020, the World Health Organization declared a New Coronavirus pandemic. Besides getting sick from the virus, it is known that epidemics and pandemics can also cause psychological illness in the population, due to the necessary changes during the period. Brazil has been widely criticized for its inefficient management of the pandemic. Currently, it ranks among the countries with the highest rates of infections and deaths. The objective of this study was to evaluate the presence of mental health risks of the Brazilian population during the period of the coronavirus pandemic and what possible mediating factor of mental illness. Participated in this study 738 people aged between 18 and 80 years (M = 32.9, SD = 10.9), 71.4% women. It was a cross-sectional study and the instruments used were a sociodemographic questionnaire, the Self Report Questionnaire-20 and Personal Wellbeing Index. The PROCESS package for SPSS was used for the moderation analyses. The results found indicate that well-being has a moderating role in mental illness, regardless of the presence or absence of a previous diagnosis of mental disorder. Well-being significantly reduced the signs and symptoms of mental illness in this sample, proving to be an important factor in promoting mental health. The limitations of the study concern the cultural differences between the regions of the country and the predominance of respondents from Rio Grande do Sul in the sample. The need to invest in wellness promotion interventions during the pandemic to mitigate the risks of mental illness in the population is discussed.(AU)


En marzo de 2020, la Organización Mundial de la Salud declaró una Nueva Pandemia de Coronavirus. Además de la enfermedad por el virus, se sabe que las epidemias y pandemias también pueden causar enfermedades psicológicas en las poblaciones, debido a los cambios necesarios en el periodo de la epidemia. Brasil ha sido ampliamente criticado por su ineficiente gestión de la pandemia. En la actualidad, se encuentra entre los países con mayores tasas de infecciones y muertes. El objetivo de este estudio fue evaluar la presencia de riesgos para la salud mental de la población brasileña durante el período de la pandemia de coronavirus y cuál es el posible factor mediador de la enfermedad mental. Participaron en este estudio 738 personas con edades comprendidas entre los 18 y los 80 años (M = 32,9, DT = 10,9), 71,4% mujeres. Fue un estudio transversal y los instrumentos utilizados fueron un cuestionario sociodemográfico, el Self Report Questionnaire-20 y Personal Wellbeing Index. Para los análisis de moderación se utilizó el paquete PROCESS para SPSS. Los resultados encontrados indican que el bienestar tiene un papel moderador en el deterioro mental, independientemente de la presencia o no de un diagnóstico previo de trastorno mental. El bienestar redujo significativamente los signos y síntomas de la enfermedad mental en esta muestra, demostrando ser un factor importante para la promoción de la salud mental. Las limitaciones del estudio se refieren a las diferencias culturales entre las regiones del país y al predominio de encuestados de Rio Grande do Sul en la muestra. Se discute la necesidad de invertir en intervenciones para promover el bienestar durante la pandemia para mitigar los riesgos de enfermedad mental de la población.(AU)


Assuntos
Saúde Mental , Coronavirus , Fatores de Proteção
4.
Estud. pesqui. psicol. (Impr.) ; 20(3): 899-918, set.-dez. 2020. tab
Artigo em Português | LILACS, Index Psicologia - Periódicos | ID: biblio-1354685

RESUMO

Este estudo teve por objetivo discutir relações entre adversidades na infância e sintomas de depressão, ansiedade e estresse em uma amostra de adultos brasileiros, além dos fatores proximais e distais que poderiam explicar o caminho dessa relação da infância até a idade adulta. 510 participantes com idades entre 18 e 59 anos (MD=30,64; DP=10,47) responderam a uma ficha de dados sociodemográficos, à Maltreatment and Abuse Exposure Scale, à DASS-21 e à Social Readjustment Rating Scale, por coleta online e presencial. Os resultados indicaram que ter vivenciado adversidades na infância estava associado a maiores índices dos sintomas e à ideação suicida e que a violência psicológica e emocional se mostrou mais prevalente e com maior efeito em longo prazo. Percepção de rede de apoio social e psicoterapia são fatores que podem atuar de forma positiva e eventos estressores recentes podem intensificar o prejuízo sobre a saúde mental. São discutidas as implicações na identificação e intervenção sobre as adversidades na infância e no investimento nos fatores protetivos em longo prazo. (AU)


This study aimed to discuss the relationships between childhood adversity and symptoms of depression, anxiety and stress in a sample of Brazilian adults, as well as the proximal and distal factors that could explain the path of this relationship from childhood to adulthood. 510 participants aged 18-59 years (M = 30.64; SD = 10.47) responded to a sociodemographic data sheet, the Maltreatment and Abuse Exposure Scale, the DASS-21 and the Social Readjustment Rating Scale. The results indicated that experiencing childhood adversities is associated with higher indexes of symptoms and suicidal ideation, and that psychological and emotional violence was more prevalent and had a greater long-term effect. Perceptions of social support network and psychotherapy are factors that can act positively and recent stressful events can intensify the damage on mental health. Implications for identifying and intervening on childhood adversities and investing in long-term protective factors are discussed. (AU)


Este estudio tuvo por objetivo discutir relaciones entre adversidades en la infancia y síntomas de depresión, ansiedad y estrés en una muestra de adultos brasileños, además de los factores proximales y distales que podrían explicar el camino de esa relación de la infancia hasta la edad adulta. 510 participantes con edades entre 18 y 59 años (M = 30,64, DE = 10,47) respondieron a una ficha de datos sociodemográficos, a la Maltreatment and Abuse Exposure Scale, a la DASS-21 y a la Social Readjustment Rating Scale, por colecta online y presencial. Los resultados indicaron que haber vivido adversidades en la infancia estaba asociado a mayores índices de los síntomas y a la ideación suicida, y que la violencia psicológica y emocional se mostró más prevalente y con mayor efecto a largo plazo. La percepción de la red de apoyo social y la psicoterapia son factores que pueden actuar de forma positiva y los acontecimientos de estrés recientes pueden intensificar el perjuicio sobre la salud mental. Se discuten las implicaciones en la identificación e intervención sobre las adversidades en la infancia y en la inversión en los factores protectores a largo plazo. (AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Maus-Tratos Infantis , Ansiedade , Saúde Mental , Adulto , Depressão , Ideação Suicida , Fatores de Proteção
5.
Cien Saude Colet ; 25(9): 3401-3411, 2020 Sep.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-32876269

RESUMO

Pandemics such as that of COVID-19 affect a relatively large number of people and impose new rules and social habits on the world population. Information about the pandemic is constant in the media. Moreover, social distancing has been adopted in Brazil to prevent the spread of COVID-19, which may have economic and psychosocial consequences. This study aimed to verify the factors associated with indicators of mental disorders symptoms in residents of Rio Grande do Sul during the initial period of the social distancing policy. The study was approved by CONEP. There were 799 participants, aged between 18 and 75 years (M = 36.56; SD = 12.88); 82.7% were women, who answered a sociodemographic questionnaire of social distancing and the Self-Report Questionnaire (SRQ-20). The results indicated that having decreased income in the period, being part of the risk group and being more exposed to information about deaths and infected, are factors that can significantly harm mental health in this pandemic period. Investigating social determinants that contribute to greater vulnerability to the mental illness of the population is vital in the field of collective health for the planning of public actions and policies.


Assuntos
Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Transtornos Mentais/epidemiologia , Saúde Mental , Pneumonia Viral/epidemiologia , Isolamento Social/psicologia , Adolescente , Adulto , Idoso , Brasil/epidemiologia , COVID-19 , Infecções por Coronavirus/psicologia , Feminino , Política de Saúde , Humanos , Renda , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Pandemias , Pneumonia Viral/psicologia , Fatores de Risco , Adulto Jovem
6.
Psico USF ; 25(2): 235-245, abr.-jun. 2020. tab
Artigo em Inglês | LILACS, Index Psicologia - Periódicos | ID: biblio-1135725

RESUMO

This study investigated patterns of perpetration and perceptions of teen dating violence (TDV) in a sample of 428 adolescents characterized as perpetrators (62.4% female, M=16.73 years of age, SD=1.20) from the metropolitan region of Porto Alegre, state of Rio Grande do Sul (RS), Brazil. There was also a comparison group of 132 non-perpetrators (51.5% female, M=16.54 years of age, SD=1.19). The research instruments were a sociodemographic questionnaire, 15 items about the perception of TDV and the Conflict in Adolescent Dating Relationships Inventory (CADRI). We found a rate of 76.43% for the perpetration of some type of TDV and the most frequent was verbal/emotional violence (91.1%). The data showed that adolescents (perpetrators and non-perpetrators) have difficulty recognizing abusive behaviors, legitimizing the use of violence in their romantic relationships. Considering dating violence is a predictor of adult marital violence, the need to raise awareness of the phenomenon and the possibility of preventing TDV is discussed in this study. (AU)


Este estudo investigou padrões de perpetração e percepções de violência nas relações afetivo-sexuais na adolescência (VRASA), em uma amostra de 428 adolescentes caracterizados como perpetradores (62,4% sexo feminino, M = 16,73 anos; DP = 1,20), da região metropolitana de Porto Alegre/RS. Foi adotado um grupo de comparação, composto por 132 adolescentes não perpetradores (51,5% sexo feminino, M = 16,54 anos; DP = 1,19). Os instrumentos utilizados foram questionário sociodemográfico, itens sobre percepção de VRASA e o Inventário de Conflitos nas Relações de Namoro na Adolescência. Foi observada uma taxa de 76,43% para perpetração de algum tipo de VRASA, sendo a mais frequente a violência verbal/emocional (91,1%). Os dados mostram que adolescentes perpetradores e não perpetradores têm dificuldade em reconhecer comportamentos abusivos, legitimando o uso da violência em suas relações amorosas. Considerando que a violência no namoro é preditora da violência conjugal adulta, discute-se a necessidade de uma maior visibilidade do fenômeno, assim como possibilidades de prevenção de VRASA. (AU)


Este estudio investigó los modelos de perpetración y percepciones de violencia en las relaciones afectivo-sexuales en la adolescencia (VRASA), en una muestra de 428 adolescentes caracterizados como perpetradores (62,4% sexo femenino, M = 16,73 años, DP = 1,20), de la región metropolitana de Porto Alegre/RS. Fue adoptado un grupo para comparación, compuesto por 132 adolescentes no perpetradores (51,5% sexo femenino, M = 16,54 años, DP = 1,19). Los instrumentos utilizados fueron cuestionario sociodemográfico, ítems sobre percepción de VRASA y el Inventario de Conflictos en las Relaciones de Enamorar en la Adolescencia). Fue observada una tasa de 76,43% para la perpetración de algún tipo de VRASA, siendo la más frecuente la violencia verbal/emocional (91,1%). Los datos muestran que adolescentes perpetradores y no perpetradores tienen dificultad en reconocer comportamientos abusivos, legitimando el uso de la violencia en sus relaciones amorosas. Considerando que la violencia en el noviazgo es predictora de la violencia conyugal adulta, se discute la necesidad de una mayor visibilidad del fenómeno así como posibilidades de prevención de VRASA. (AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Corte/psicologia , Violência por Parceiro Íntimo/psicologia , Fatores Socioeconômicos
7.
Preprint em Português | SciELO Preprints | ID: pps-507

RESUMO

Pandemics, such as COVID-19 affect a relatively large number of people and impose new rules and social habits for the whole population. Information about the pandemic are constant in the media. Social distancing was also initiated in Brazil as a measure to prevent the spread of the new coronavirus, which can have economic and psychosocial consequences. In this context, the objective of this paper was to verify the association between social distance, impact on family income and exposure to information, with indicators of symptoms of mental disorders in residents of the state of Rio Grande do Sul/Brazil during the COVID-19 pandemic. This study was approved by CONEP/BR. 799 people participated, 18 - 75 years old (M = 36.56; SD = 12.88), 82.7% women, who answered a sociodemographic and social distance questionnaire, and the Self-Report Questionnaire (SRQ -20). The results indicated that not being a health worker, having a reduced income in the period, being part of the risk group and being more exposed to information about dead and infected people, are factors that can cause greater damage to mental health in this pandemic period. These factors and their association with social distance are discussed.


As pandemias, como a de COVID-19, afetam uma quantidade relativamente grande de pessoas e impõem, pelo tempo que duram, novas regras e hábitos sociais para a população mundial. As informações sobre a pandemia são constantes na mídia. Além disso, o distanciamento social foi adotado também no Brasil como medida de prevenção da disseminação do novo coronavírus, o que pode ter consequências econômicas e psicossociais. Nesse contexto, o objetivo deste estudo foi verificar a associação entre o distanciamento social, impacto na renda familiar e exposição a informações com os indicadores de sintomas de transtornos mentais em residentes do estado do Rio Grande do Sul durante a pandemia de COVID-19. O estudo foi aprovado pelo CONEP. Participaram 799 pessoas, com idades entre 18 e 75 anos (M = 36,56; DP = 12,88), 82,7% mulheres, que responderam um questionário sociodemográfico e sobre o distanciamento social, além do Self-Report Questionnaire (SRQ-20). Os resultados indicaram que não ser trabalhador da saúde, ter renda diminuída no período, fazer parte do grupo de risco e estar mais exposto a informações sobre mortos e infectados, são fatores que podem provocar maior prejuízo na saúde mental nesse período pandemia. Discute-se esses fatores e sua associação ao distanciamento social.

8.
Ciênc. Saúde Colet ; 25(9): 3401-3411, Mar. 2020. tab
Artigo em Português | LILACS, Coleciona SUS, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1133160

RESUMO

Resumo As pandemias, como a da COVID-19, afetam uma quantidade relativamente grande de pessoas e impõem novas regras e hábitos sociais para a população mundial. As informações sobre a pandemia são constantes na mídia. Além disso, o distanciamento social foi adotado no Brasil como medida de prevenção da disseminação da COVID-19, o que pode ter consequências econômicas e psicossociais. Nesse contexto, o objetivo deste estudo foi verificar os fatores associados a indicadores de sintomas de transtornos mentais em residentes do Rio Grande do Sul, durante o período inicial da política de distanciamento social decorrente da pandemia da COVID-19. O estudo foi aprovado pelo CONEP. Participaram 799 pessoas, com idades entre 18 e 75 anos (M = 36,56; DP = 12,88), 82,7% mulheres, que responderam um questionário sociodemográfico, de distanciamento social e ao Self-Report Questionnaire (SRQ-20). Os resultados indicaram que ter renda diminuída no período, fazer parte do grupo de risco e estar mais exposto a informações sobre mortos e infectados, são fatores que podem provocar maior prejuízo na saúde mental nesse período pandemia. Investigar determinantes sociais que contribuem para maior vulnerabilidade ao adoecimento mental da população é importante no campo da saúde coletiva para o planejamento de ações e políticas públicas.


Abstract Pandemics such as that of COVID-19 affect a relatively large number of people and impose new rules and social habits on the world population. Information about the pandemic is constant in the media. Moreover, social distancing has been adopted in Brazil to prevent the spread of COVID-19, which may have economic and psychosocial consequences. This study aimed to verify the factors associated with indicators of mental disorders symptoms in residents of Rio Grande do Sul during the initial period of the social distancing policy. The study was approved by CONEP. There were 799 participants, aged between 18 and 75 years (M = 36.56; SD = 12.88); 82.7% were women, who answered a sociodemographic questionnaire of social distancing and the Self-Report Questionnaire (SRQ-20). The results indicated that having decreased income in the period, being part of the risk group and being more exposed to information about deaths and infected, are factors that can significantly harm mental health in this pandemic period. Investigating social determinants that contribute to greater vulnerability to the mental illness of the population is vital in the field of collective health for the planning of public actions and policies.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Idoso , Adulto Jovem , Pneumonia Viral/epidemiologia , Isolamento Social/psicologia , Saúde Mental , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Transtornos Mentais/epidemiologia , Pneumonia Viral/psicologia , Brasil/epidemiologia , Fatores de Risco , Infecções por Coronavirus , Infecções por Coronavirus/psicologia , Pandemias , Política de Saúde , Renda , Pessoa de Meia-Idade
9.
Psicol. esc. educ ; 21(1): 103-111, enero-abr. 2017.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-842209

RESUMO

Este estudo investigou a percepção de estudantes e de professores acerca da violência no espaço escolar. Participaram 16 professores e 60 alunos de uma escola pública de Porto Alegre/RS. Foram realizados grupos focais, sendo realizados dois grupos de alunos e um grupo de professores. A partir da análise de conteúdo foram estabelecidas quatro categorias discursivas: Violência entre pares, Violência entre alunos e professores, Violência extramuros e Ações de enfrentamento. A violência escolar foi descrita como multifacetada, ocorrendo nas formas verbal e física. Violência intra e extrafamiliar foram percebidas como relacionadas às ocorrências intraescolares. Houve diferenças nas discussões em cada grupo; entretanto, as ações da direção da escola foram pontuadas por todos como relevantes para a resolução dos conflitos. Destaca-se a necessidade de projetos de intervenção que focalizem as relações sociais entre os adolescentes e a formação dos professores e equipe diretiva para atuação nos casos de conflito.


This study investigated the perception of students and teachers about the violence in school space. The participants were 16 teachers and 60 students from a public school in Porto Alegre / RS. Focal groups were held, with two groups of students and one group of teachers. From the content analysis, four discursive categories were established: Peer violence, Violence between students and teachers, Violence outside the walls, and Coping actions. School violence was described as multifaceted, occurring in verbal and physical forms. Intra and extrafamiliar violence were perceived as related to intra-school occurrences. There were differences in the discussions in each group, however the actions of the school management were scored by all as relevant for the resolution of the conflicts. It is important to emphasize the need for intervention projects that focus on the social relations among adolescents and the training of teachers and the management team for action in conflict cases.


Este estudio investigó la percepción de estudiantes y de profesores acerca de la violencia en el espacio escolar. Participaron 16 profesores y 60 alumnos de una escuela pública de Porto Alegre/RS. Se realizaron grupos focales, siendo realizados dos grupos de alumnos y un grupo de profesores. A partir del análisis de contenido se estableció cuatro categorías discursivas: Violencia entre pares, Violencia entre alumnos y profesores, Violencia extramuros, y Acciones de enfrentamiento. La violencia escolar fue descripta como polifacético, sucediendo en las formas verbal y física. Violencia intra y extra familiar fueron percibidas como relacionadas a los sucesos intraescolares. Hubo diferencias en las discusiones en cada grupo, sin embargo. Las acciones de la dirección de la escuela fueron apuntadas por todos como relevantes para la resolución de los conflictos. Se destaca la necesidad de proyectos de intervención que focalicen las relaciones sociales entre los adolescentes y la formación de los profesores y equipo directiva para actuación en los casos de conflicto.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adolescente , Grupos Focais , Instituições Acadêmicas
10.
Estud. psicol. (Natal) ; 15(1): 7-15, jan.-abr. 2010.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-557869

RESUMO

O objetivo desse estudo foi compreender longitudinalmente o processo de reinserção familiar de três adolescentes que moravam em abrigos. Visitas domiciliares e Entrevistas de Reinserção foram utilizadas com os participantes e um membro da família, durante um período que variou de seis a 18 meses. Os resultados indicaram que as famílias se encontravam em situação de vulnerabilidade; não houve uma preparação dos jovens e familiares para o retorno; e não foi disponibilizado apoio após o desligamento da instituição. Dois dos adolescentes demonstraram satisfação com a reinserção após alguns meses de desligamento, embora a situação de pobreza e baixo desempenho escolar fossem percebidos como problemas pelos participantes. No terceiro caso, problemas na condução da reinserção fizeram com que a adolescente fosse reabrigada. Discute-se a necessidade de políticas públicas e de programas desenvolvidos por profissionais capacitados, em parceria com os abrigos, que visem à promoção da convivência familiar.


The goal of this study was to longitudinally understand the family reunification process of three adolescents who lived in shelters. Home visits and Reunification Interview were used with the adolescents and a family member, during a time that ranged from six to 18 months. The results highlighted that such families socially vulnerable; there was no family and adolescents preparation for the reinsertion; and there was no support after such process of detachment from the institution. Two adolescents were satisfied with reunification after some months, although the poor conditions and low academic achievement had been perceived as a problem by the participants. On the third case, there were problems to handle reunification and the adolescent returned to the shelter. The need of public policies and programs, develop by able professionals, engaging with the shelters, are discussed, aiming to promotion family reunification.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Criança Institucionalizada , Institucionalização , Política Pública , Família/psicologia , Psicologia Social
11.
Estud. psicol. (Natal) ; 15(1): 7-15, jan.-abr. 2010.
Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos | ID: psi-51492

RESUMO

O objetivo desse estudo foi compreender longitudinalmente o processo de reinserção familiar de três adolescentes que moravam em abrigos. Visitas domiciliares e Entrevistas de Reinserção foram utilizadas com os participantes e um membro da família, durante um período que variou de seis a 18 meses. Os resultados indicaram que as famílias se encontravam em situação de vulnerabilidade; não houve uma preparação dos jovens e familiares para o retorno; e não foi disponibilizado apoio após o desligamento da instituição. Dois dos adolescentes demonstraram satisfação com a reinserção após alguns meses de desligamento, embora a situação de pobreza e baixo desempenho escolar fossem percebidos como problemas pelos participantes. No terceiro caso, problemas na condução da reinserção fizeram com que a adolescente fosse reabrigada. Discute-se a necessidade de políticas públicas e de programas desenvolvidos por profissionais capacitados, em parceria com os abrigos, que visem à promoção da convivência familiar.(AU)


The goal of this study was to longitudinally understand the family reunification process of three adolescents who lived in shelters. Home visits and Reunification Interview were used with the adolescents and a family member, during a time that ranged from six to 18 months. The results highlighted that such families socially vulnerable; there was no family and adolescents preparation for the reinsertion; and there was no support after such process of detachment from the institution. Two adolescents were satisfied with reunification after some months, although the poor conditions and low academic achievement had been perceived as a problem by the participants. On the third case, there were problems to handle reunification and the adolescent returned to the shelter. The need of public policies and programs, develop by able professionals, engaging with the shelters, are discussed, aiming to promotion family reunification.(AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Institucionalização , Criança Institucionalizada , Política Pública , Família/psicologia , Psicologia Social
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