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1.
São Paulo; s.n; 2001. 24 p. ilus.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: biblio-932945

RESUMO

A coqueluche, também conhecida pela designação expressiva de "tosse comprida" é uma doença infecciosa aguda e transmissível que compromete predominantemente o aparelho respiratório, caracterizando-se por típicos acessos paroxísticos de tosse. Sendo um agravo de notificação nacional, a principal dificuldade na vigilância dessa doença com todos os seus pressupostos, está na confirmação etiológica. Outras doenças respiratórias agudas, virais ou bacterianas, podem provocar a "síndrome pertussis" ou "doenças coqueluchóides" (ítem 7). Aparecem, com maior frequência, nos mesmos grupos populacionais onde ocorre a coqueluche, e também apresentam maior gravidade nos lactentes e crianças menores de dois anos. Esses agravos podem, então, serem confundidos e classificados como coqueluche, clinicamente. Dessa forma, um sistema de notificação passivo para a coqueluche tem baixo valor preditivo positivo, ou seja, confirma casos (clinicamente e/ou por métodos laboratoriais não específicos) que não o são, podendo induzir à investigação e adoção de medidas de controle de epidemias que de fato não tenham ocorrido, provocando custos desnecessários ao sistema de vigilância. O que se propõe no presente documento é a implantação de um sistema sentinela de vigilância para a coqueluche no Estado de São Paulo


Assuntos
Monitoramento Epidemiológico , Coqueluche/etiologia , Coqueluche/prevenção & controle , Coqueluche/terapia
2.
São Paulo; s.n; 2001. 24 p. ilus.
Não convencional em Português | LILACS, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: lil-480954

RESUMO

A coqueluche, também conhecida pela designação expressiva de "tosse comprida" é uma doença infecciosa aguda e transmissível que compromete predominantemente o aparelho respiratório, caracterizando-se por típicos acessos paroxísticos de tosse. Sendo um agravo de notificação nacional, a principal dificuldade na vigilância dessa doença com todos os seus pressupostos, está na confirmação etiológica. Outras doenças respiratórias agudas, virais ou bacterianas, podem provocar a "síndrome pertussis" ou "doenças coqueluchóides" (ítem 7). Aparecem, com maior frequência, nos mesmos grupos populacionais onde ocorre a coqueluche, e também apresentam maior gravidade nos lactentes e crianças menores de dois anos. Esses agravos podem, então, serem confundidos e classificados como coqueluche, clinicamente. Dessa forma, um sistema de notificação passivo para a coqueluche tem baixo valor preditivo positivo, ou seja, confirma casos (clinicamente e/ou por métodos laboratoriais não específicos) que não o são, podendo induzir à investigação e adoção de medidas de controle de epidemias que de fato não tenham ocorrido, provocando custos desnecessários ao sistema de vigilância. O que se propõe no presente documento é a implantação de um sistema sentinela de vigilância para a coqueluche no Estado de São Paulo...


Assuntos
Coqueluche/etiologia , Coqueluche/prevenção & controle , Coqueluche/terapia
3.
São Paulo; s.n; 2001. 24 p. ilus.
Não convencional em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: ses-7917

RESUMO

A coqueluche, também conhecida pela designação expressiva de "tosse comprida" é uma doença infecciosa aguda e transmissível que compromete predominantemente o aparelho respiratório, caracterizando-se por típicos acessos paroxísticos de tosse. Sendo um agravo de notificação nacional, a principal dificuldade na vigilância dessa doença com todos os seus pressupostos, está na confirmação etiológica. Outras doenças respiratórias agudas, virais ou bacterianas, podem provocar a "síndrome pertussis" ou "doenças coqueluchóides" (ítem 7). Aparecem, com maior frequência, nos mesmos grupos populacionais onde ocorre a coqueluche, e também apresentam maior gravidade nos lactentes e crianças menores de dois anos. Esses agravos podem, então, serem confundidos e classificados como coqueluche, clinicamente. Dessa forma, um sistema de notificação passivo para a coqueluche tem baixo valor preditivo positivo, ou seja, confirma casos (clinicamente e/ou por métodos laboratoriais não específicos) que não o são, podendo induzir à investigação e adoção de medidas de controle de epidemias que de fato não tenham ocorrido, provocando custos desnecessários ao sistema de vigilância. O que se propõe no presente documento é a implantação de um sistema sentinela de vigilância para a coqueluche no Estado de São Paulo


Assuntos
Coqueluche/prevenção & controle , Coqueluche/terapia , Monitoramento Epidemiológico , Coqueluche/etiologia
4.
Rev. Inst. Med. Trop. Säo Paulo ; 36(4): 373-6, jul.-ago. 1994. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-140187

RESUMO

A prevalencia de anticorpos contra o virus da rubeola foi avaliada atraves de inquerito soroepidemiologico, em 1400 amostras de sangue de criancas com idade entre 2 e 14 anos e 329 amostras de soro de cordao umbilical. Anticorpos para o virus da rubeola foram detectados pela tecnica de ELISA e as amostras foram colhidas em 1987, 5 anos antes da campanha de vacinacao em massa com a vacina triplice viral realizada na cidade de Sao Paulo em 1992. Um aumento significativo na prevalencia foi observado apos 6 anos de idade, e 77 por cento dos individuos entre 15 e 19 anos apresentaram anticorpos anti-rubeola....


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Adulto , Imunoglobulina G/imunologia , Rubéola (Sarampo Alemão)/epidemiologia , Testes Sorológicos , Brasil , Ensaio de Imunoadsorção Enzimática , Rubéola (Sarampo Alemão)/imunologia , População Urbana
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