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1.
Medicine (Baltimore) ; 98(12): e14692, 2019 Mar.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30896618

RESUMO

A strong association exists between chronic kidney disease (CKD) and coronary artery disease (CAD). The role of CKD in the long-term prognosis of CAD patients with versus those without CKD is unknown. This study investigated whether CKD affects ventricular function.From January 2009 to January 2010, 918 consecutive patients were selected from an outpatient database. Patients had undergone percutaneous, surgical, or clinical treatment and were followed until May 2015.In patients with preserved renal function (n = 405), 73 events (18%) occurred, but 108 events (21.1%) occurred among those with CKD (n = 513) (P < .001). Regarding left ventricular ejection fraction (LVEF) <50%, we found 84 events (21.5%) in CKD patients and 12 (11.8%) in those with preserved renal function (P < .001). The presence of LVEF <50% brought about a modification effect. Death occurred in 22 (5.4%) patients with preserved renal function and in 73 (14.2%) with CKD (P < .001). In subjects with LVEF <50%, 66 deaths (16.9%) occurred in CKD patients and 7 (6.9%) in those with preserved renal function (P = .001). No differences were found in CKD strata regarding events or overall death among those with preserved LVEF. In a multivariate model, creatinine clearance remained an independent predictor of death (P < .001).We found no deleterious effects of CKD in patients with CAD when ventricular function was preserved. However, there was a worse prognosis in patients with CKD and ventricular dysfunction.Resgistry number is ISRCTN17786790 at https://doi.org/10.1186/ISRCTN17786790.


Assuntos
Doença da Artéria Coronariana/epidemiologia , Doença da Artéria Coronariana/fisiopatologia , Insuficiência Renal Crônica/epidemiologia , Insuficiência Renal Crônica/fisiopatologia , Idoso , Fármacos Cardiovasculares/uso terapêutico , Doença da Artéria Coronariana/mortalidade , Doença da Artéria Coronariana/terapia , Seguimentos , Testes de Função Cardíaca , Humanos , Estimativa de Kaplan-Meier , Testes de Função Renal , Pessoa de Meia-Idade , Intervenção Coronária Percutânea/métodos , Reoperação/estatística & dados numéricos , Fumar/epidemiologia , Fatores Socioeconômicos
2.
Diabetol Metab Syndr ; 10: 19, 2018.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-29568331

RESUMO

Background: Patients with ischemic cardiomyopathy and severe left ventricular dysfunction have a worse survival prognosis than patients with preserved ventricular function. The role of diabetes in the long-term prognosis of this patient group is unknown. This study investigated whether the presence of diabetes has a long-term impact on left ventricular function. Methods: Patients with coronary artery disease who underwent coronary artery bypass graft surgery, percutaneous coronary intervention, or medical therapy alone were included. All patients had multivessel disease and left ventricular ejection fraction measurements. Overall mortality, nonfatal myocardial infarction, stroke, and additional interventions were investigated. Results: From January 2009 to January 2010, 918 consecutive patients were selected and followed until May 2015. They were separated into 4 groups: G1, 266 patients with diabetes and ventricular dysfunction; G2, 213 patients with diabetes without ventricular dysfunction; G3, 213 patients without diabetes and ventricular dysfunction; and G4, 226 patients without diabetes but with ventricular dysfunction. Groups 1, 2, 3, and 4, respectively, had a mortality rate of 21.6, 6.1, 4.2, and 10.6% (P < .001); nonfatal myocardial infarction of 5.3, .5, 7.0, and 2.6% (P < .001); stroke of .40, .45, .90, and .90% (P = NS); and additional intervention of 3.8, 11.7, 10.3, and 2.6% (P < .001). Conclusion: In this sample, regardless of the treatment previously received patients with or without diabetes and preserved ventricular function experienced similar outcomes. However, patients with ventricular dysfunction had a worse prognosis compared with those with normal ventricular function; patients with diabetes had greater mortality than patients without diabetes.Trial registration http://www.controlled-trials.com. Registration Number: ISRCTN66068876.

3.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 23(4,supl.A): 28-31, out.-dez.2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-767477

RESUMO

A microalbuminúria é admitida como o principal marcadorpara o desenvolvimento de nefropatia diabética. Sua presençatambém é preditora independente de morbidade e mortalidadecardiovasculares. A relação da microalbuminúria com fatoresde risco clássicos para a doença multiarterial coronária (DAC)também tem sido mostrada em estudos epidemiológicos. Opresente estudo tem o objetivo de determinar a prevalênciade microalbuminúria em um grupo de pacientes diabéticosportadores de DAC e relacionar a sua presença com os fatoresclássicos de risco cardiovascular. Trata-se de um estudotransversal realizado com pacientes diabéticos portadoresde DAC, que realizam tratamento no Instituto do Coração(InCor-HCFMUSP). Foram avaliados os seguintes parâmetros:idade, presença ou ausência de HAS, tempo de diabetes,tabagismo, perfil lipídico, hemoglobina glicada e presença demicroalbuminúria/proteinúria, a partir da coleta urinária em24 horas. Os pacientes foram estratificados em três grupos,conforme o valor de albuminúria. Foram feitas análisesestatísticas comparando as diferentes variáveis entre os trêsgrupos. Nesta amostra de pacientes portadores de DM e DACmultiarterial estável, observou-se uma relação crescente entreos valores de albuminúria e o tempo de diabetes mellitus, níveisséricos de LDL-colesterol e triglicérides.


Microalbuminuria is accepted as a surrogate marker for thedevelopment of diabetic nephropathy. Its presence is alsoan independent predictor of cardiovascular morbidity andmortality. The relationship of microalbuminuria with classicrisk factors for coronary multivessel disease (CAD) has alsobeen shown in epidemiological studies. The present studyaims to determine the prevalence of microalbuminuria ina group of diabetic patients with CAD and correlate theirpresence with the classic cardiovascular risk factors. This isa cross-sectional study with diabetic patients with CAD whoperform treatment at the Heart Institute (Incor-HCFMUSP).We evaluated the following parameters: age, presence orabsence of hypertension, duration of diabetes, smoking, lipidprofile, glycated hemoglobin and microalbuminuria/proteinuriafrom urine collection in 24 hours. Patients were stratified into3 groups according to the value of albuminuria. Statisticalanalyzes were performed comparing the different variablesamong the three groups. In this sample of patients with diabetesand stable multivessel CAD there was a growing relationshipbetween the values of albuminuria and duration of diabetesmellitus, serum LDL-cholesterol and triglycerides.


Assuntos
Humanos , Idoso , Albuminúria/complicações , Diabetes Mellitus/patologia , Doenças Cardiovasculares/complicações , Albuminúria/sangue , Prevalência , Fatores de Risco
4.
RBM rev. bras. med ; 70(6)jun. 2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-683417

RESUMO

O avanço dos métodos diagnósticos, o melhor entendimento da fisiopatologia dos eventos coronarianos, a eficiência das medidas de prevenção cardiovasculares e a utilização de fármacos têm permitido modificar a evolução e o prognóstico da DAC. Essas ferramentas contribuíram, de um lado, para um aumento da sobrevivência e, de outro, para o prolongamento das possíveis comorbidades desencadeadas pelas doenças crônicas. Assim, tais condições poderão interferir no estado emocional, físico, social e, principalmente, na qualidade de vida. Qualidade de vida é uma expressão com diferentes representações, sendo hoje uma importante medida de desfecho, muito mencionada nos últimos tempos, seja na linguagem cotidiana ou no contexto científico. O conceito não é novo, porém sua importância e uso tem sido necessário na prática dos cuidados e nas pesquisas em saúde, que desperta o interesse em investigar este aspecto em decorrência das mudanças demográficas caracterizadas, principalmente, pela longevidade e pelo crescimento econômico que impõem a adoção de novos paradigmas nas políticas públicas e nas práticas de saúde...


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Doença Arterial Periférica , Qualidade de Vida , Inquéritos e Questionários
5.
RBM rev. bras. med ; 70(5)maio 2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-683447

RESUMO

O surgimento do circuito de circulação extracorpórea, após os anos 50, habilitou os cirurgiões a realizarem grande variedade de procedimentos no coração, os quais eram tecnicamente impossíveis. Todavia, pela sua natureza não fisiológica desse circuito, observou-se o surgimento de uma série de efeitos adversos. Nessa condição estão incluídos o trauma cirúrgico, o contato do sangue com a superfície do circuito da circulação extracorpórea e problemas com a reperfusão pulmonar. Além disso, ocorre a ativação de respostas inflamatórias sistêmicas alterando os níveis de marcadores inflamatórios, os quais elevam o nível da ativação do complemento, discrasias sanguíneas com potenciais riscos de embolização com alteração da cascata de coagulação, da ativação de neutrófilos e da síntese de várias citoquinas. Estimula o aumento da liberação das células mononucleares, incluindo fator de necrose tumoral, interleucina-8 e marcadores neurobioquímicos, com repercussões sistêmicas, elevando a morbidade pós-operatória, e disfunções múltiplas em órgãos, tais como coração, cérebro e rins. Com o objetivo de diminuir esses efeitos deletérios da circulação extracorpórea houve um ressurgimento no interesse de técnicas menos invasivas nas cirurgias de revascularização miocárdica, suprimindo a necessidade do uso desse circuito e, com o auxílio dos estabilizadores do coração, temos observado um crescimento acentuado dessa alternativa, particularmente em pacientes de alto risco com disfunção renal, problemas respiratórios e outras doenças sistêmicas. Teoricamente, com a eliminação desses circuitos, muitos desses efeitos adversos podem ser suprimidos. Evidências sugerem que a revascularização cirúrgica do miocárdio sem circulação extracorpórea é tão segura e efetiva quanto à revascularização miocárdica com CEC e o custo inicial, em curto prazo, é menor que a revascularização miocárdica com CEC...


Assuntos
Circulação Extracorpórea , Revascularização Miocárdica
6.
RBM rev. bras. med ; 70(4)abr. 2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-683427

RESUMO

Este estudo avaliou a evolução do estado nutricional, perfil lipídico, glicêmico e consumo alimentar de diabéticos coronarianos participantes de um programa de controle de peso. O estudo foi retrospectivo, com coleta de dados de prontuários de 17 diabéticos participantes do programa, acompanhado durante um ano. Avaliou-se Índice de Massa Corporal (IMC), circunferência abdominal (Ca), perfil lipídico e glicêmico. Foi calculado valor energético total (VET) e consumo de nutrientes baseados em diários alimentares mensais. Os diabéticos tinham em média 65 ± 9 anos, sendo 41,2% mulheres. As principais alterações dietéticas foram a substituição dos laticínios integrais pelos desnatados, do açúcar pelo adoçante dietético e das carnes gordas pelas magras. Não se observou redução significante de peso (p=0,529), IMC (p=0,469) e da Ca (p=0,120), apesar de uma aparente redução calórica (p=0,026). O perfil lipídico não apresentou alterações significantes, enquanto a hemoglobina glicada mostrou aumento da glicemia (p=0,015). O consumo de nutrientes se manteve adequado em carboidratos (58% do VET), gordura total (21% do VET) e colesterol (138mg), alto consumo proteico (27% do VET) e de gordura saturada (8% do VET) e insuficiente em gorduras monoinsaturadas (9% do VET), poli-insaturadas (4% do VET) e fibras (13g). Os diabéticos que participaram do programa de redução de peso não apresentaram alteração ponderal e do perfil lipídico, mas a hemoglobina glicada aumentou ao longo de um ano de acompanhamento, apesar de modificações qualitativas positivas no seu padrão alimentar...


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Consumo de Alimentos , Diabetes Mellitus , Doença das Coronárias , Glicemia
7.
RBM rev. bras. med ; 70(1/2)jan.-fev. 2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-683444

RESUMO

A principal razão para o aumento do uso da cirurgia sem circulação extracorpórea (CEC) foi a esperança de que essa estratégia pudesse diminuir a morbidade e, possivelmente, a mortalidade perioperatória observada durante ou no entorno da cirurgia com CEC. A apreensão sobre a cirurgia sem CEC tem sido concentrada sobre a dificuldade de se operar o coração batendo, bem como a possibilidade de se praticar uma revascularização menos completa e menos eficaz no ato operatório, obtendo, assim, piores resultados em longo prazo. As vantagens e as desvantagens foram examinadas em diversos estudos que compararam os resultados de pacientes submetidos a cirurgia com CEC com os resultados da cirurgia sem CEC. Estudos de seguimento, tanto observacionais quanto randomizados, observaram, algumas vezes, resultados inferiores em longo prazo após a cirurgia sem CEC em comparação com a cirurgia com CEC, tais como a perviabilidade do enxerto diminuída, aumento do risco de revascularização adicional ou aumento da mortalidade. Outros estudos mostraram nenhuma diferença em longo prazo. Quando presentes, essas diferenças geralmente não têm sido grandes e, muitas vezes, têm sido atribuídas à falta de experiência do cirurgião com a cirurgia sem CEC.Por causa disso, e também pela ausência de diretrizes reconhecidas, observamos que as decisões sobre o uso da cirurgia com ou sem CEC fossem transferidas para o cirurgião principal.Os defensores da cirurgia "fora da bomba" advogam que essa cirurgia alcança uma redução da morbidade comparada com cirurgia com CEC e apontam para inúmeros efeitos adversos com a cirurgia com CEC, incluindo uma resposta inflamatória sistêmica, causada pela circulação do sangue através do circuito de extracorpórea e a formação de microêmbolos. Neste contexto, as vantagens e desvantagens das duas estratégias têm sido consideradas e uma apreciação crítica tem sido dada às provas disponíveis...


Assuntos
Humanos , Circulação Extracorpórea , Doença das Coronárias , Revascularização Miocárdica
8.
RBM rev. bras. med ; 69(11)nov. 2012.
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: lil-663161

RESUMO

A melhor opção terapêutica para pacientes com doença arterial coronária multiarterial estável (DAC) e função ventricular preservada permanece em debate. Nessas opções está incluído o tratamento médico (TM), a intervenção coronária percutânea (ICP), revascularização cirúrgica do miocárdio (RCM) ou uma combinação dessas duas últimas; além de uma vigorosa prevenção secundária dos fatores de risco em todas essas modalidades terapêuticas. Neste sentido, vários estudos randomizados não conseguiram demonstrar diferenças na incidência de morte ou de infarto do miocárdio (IAM) em seguimento clínico de longa duração. Todavia, mostraram uma maior frequência de episódios de angina e também de revascularização miocárdica subsequente nos pacientes tratados clinicamente ou com o ICP em comparação com a RCM.

9.
RBM rev. bras. med ; 66(4): 87-91, abr. 2009. ilus
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: lil-516883

RESUMO

A fibrilação atrial é uma arritmia comumente encontrada em 1% das pessoas acima de 60 anos de idade e 5% após os 69 anos de vida. Um episódio de insuficiência cardíaca congestiva, doença cardíaca valvar ou acidente cérebro vascular, aumento da cavidade atrial, função anormal da valva aórtica ou mitral, hipertensão arterial sistêmica e idade avançada estão frequentemente associados com a fibrilação atrial. Quatro importantes aspectos da fibrilação atrial são a etiologia, o controle da frequência ventricular, a prevenção da recorrência e dos fenômenos tromboembólicos. Tireotoxicose oculta ou manifesta deve ser considerada em pacientes com fibrilação atrial de recente início. A fibrilação atrial pode ser crônica ou intermitente e também pode ser influenciada pela atividade autonômica. Nessas condições pode ser considerada como preditora de acidente cerebrovascular. Os sintomas, resultados da fibrilação atrial, são determinados por múltiplos fatores, incluindo o concomitante distúrbio cardíaco estrutural, frequência cardíaca acelerada e aumento da cavidade atrial. Os sinais de exames físicos incluem uma pequena variação da intensidade da primeira bulha cardíaca, ausência da onda “a” no pulso jugular e ritmo ventricular irregular. O eletrocardiograma revela uma pequena ondulação irregular na linha de base de amplitude e morfologia variáveis, chamadas de ondas “f”, com uma frequência de 350 a 600 batimentos por minutos. Agentes das classes IA, IC e III (sotalol e amiodarona) podem ser usados para abolir uma fibrilação atrial de recente início. Com exceção da amiodarona, as drogas, a grande maioria, não são superiores entre si e a escolha é baseada nos efeitos colaterais, principalmente os pró-arrítmicos.

10.
RBM rev. bras. med ; 65(4): 90-95, abr. 2008. tab
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: lil-488524

RESUMO

Descrita inicialmente em uma mulher com sintomas parecidos com demência, manifestando-se com idéias delirantes, graus de confusão mental, seguido de declínio cognitivo progressivo, evoluindo para a morte após quatro anos do surgimento da enfermidade. A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência senil e pré-senil. Raramente apresenta os sintomas antes dos 50 anos de idade. Acomete 5% a 10% dos pacientes acima de 65 anos e 20% a 40% daqueles acima de 85 anos. A maioria dos casos é de apresentação isolada, todavia, em 5% a 10% dos casos tem ocorrência familiar. Tem como fatores de risco a idade avançada e história familiar positiva. Sua manifestação é a perda lenta e gradual das funções cognitivas, entendido como o acometimento do aprendizado e realização de tarefas, abrangendo memória anterógrada, reconhecimento, linguagem, destreza, raciocínio e resolução de problemas. As bases histológica e fisiopatológica da enfermidade se fundamentam na depleção de acetilcolina (Ach), pela redução da colina-acetiltransferase e dos receptores nicotínicos de Ach. Outros neurotransmissores estão envolvidos, tanto na gênese quanto na apresentação clínica da doença, dentre eles se destacam a serotonina, a noradrelina e a dopamina. Acredita-se que a degeneração neuronal se deve ao acúmulo de placas senis (compostas por proteína Ab-amilóide) no interstício interneuronal e por novelos neurofibrilares no citoplasma celular. Embora o exame anatomopatológico do tecido cerebral permaneça essencial ao diagnóstico definitivo da doença, a combinação da avaliação clínica e dos métodos radiológicos modernos permite um diagnóstico preciso em 80% a 90% dos casos. O tratamento se baseia em drogas inibidoras da enzima acetilcolineterase responsável pela destruição do neurotransmissor acetilcolina na fenda sináptica. Recentes avanços no conhecimento genético e imunomodulador têm revelado esperanças no controle da doença. Resultados mais animadores são observados nas fases iniciais da...

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