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1.
Saúde Soc ; 19(3): 638-652, jul.-set. 2010.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-566400

RESUMO

Na previsão orçamentária do Ministério da Saúde, entre 2008 e 2011, o governo pretende gastar R$ 12 bilhões por ano com compras na área farmacêutica para o atendimento das necessidades do sistema de saúde. Avaliar o desenvolvimento tecnológico implícito na produção competitiva de 20 produtos estratégicos para o Sistema Único de Saúde é objetivo relevante de análise, se a evolução do vínculo entre produção nacionalizada de fármacos e a gestão em rede do SUS também for avaliada. A nova política de medicamentos visa conter tanto o déficit comercial do setor farmacêutico como garantir forte investimento na complementaridade da oferta de medicamentos, com o programa Aqui tem Farmácia Popular. Essa política terá impacto na questão orçamentária da saúde e na execução do Programa Mais Saúde: Direito de Todos 2008 - 2011 a partir de medidas estruturadas em sete eixos com objetivo definido: "articular a dimensão econômica e a social da saúde". A hipótese de análise principal avalia se o perfil desses novos "eixos integradores" funciona como faces interativas de um "pacto de gestão" que inclua oferta de medicamentos. A hipótese secundária avalia se o princípio de rede tem conexão operacional com eixo Complexo Industrial da Saúde. As conclusões sugerem que "previsão de demanda" não foi contemplada na lógica de gestão em rede e, não foi ponderado que atendimento em saúde compõe "mercado imperfeito". Também identificou na nova política de medicamentos prioridade para a concepção de rede interorganizacional, preservando dependência de instâncias, sem incentivo à descentralização dos processos decisórios.


In the Ministry of Health's budget prediction between 2008 and 2011, the government intends to spend R$ 12 billion each year on purchases in the pharmaceutical industry to meet the health system's needs. This study's main objective is to evaluate the implied technological development in the competitive production of 20 strategic products for Sistema Único de Saúde (SUS - Brazil's National Health System), as well as the evolution of the link between national medicine production and the network management of SUS. The new Ministry of Health's medicine policy aims at containing the pharmaceutical industry's commercial deficit by encouraging the link between national productions of pharmaceuticals and the SUS network management. There is also a strong official investment in medicine distribution through the program Aqui tem Farmácia Popular (Here there is a Popular Drugstore). This policy will have an impact on the Health budget and on the process of carrying out Programa "Mais Saúde": Direito de Todos 2008 - 2011 (More Health Program - Everyone's right 2008-2011), based on practices structured in seven different axes with a defined purpose: "To articulate the economic and social dimensions of healthcare". The main hypothesis of analysis evaluates whether the profile of these new "integrator axes" works as interactive faces of a "management pact" which includes medicine offers. The secondary hypothesis evaluates whether the network principle has an operational link with the Healthcare Industrial Complex axis. The conclusions suggest that the concept of "demand prediction" was not included in the network management logic, especially when healthcare is thought of as not composing an "imperfect market". In addition, the study identified, in the new medicine policy, that priority was given to the conception of an interorganizational network, preserving dependency among levels, without incentive to the decentralization of the decision making processes.


Assuntos
Controle de Medicamentos e Entorpecentes , Gestão em Saúde , Preparações Farmacêuticas , Sistema Único de Saúde
3.
Rev. adm. pública ; 43(5): 1003-1005, set.-out. 2009.
Artigo em Português | LILACS-Express | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-61320
5.
Rev. CONASEMS ; 1(9): 48-49, dez. 2004-jan. 2005.
Artigo em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-56217
6.
Saúde Soc ; 13(1): 25-36, jan-abr, 2004.
Artigo em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-50126

RESUMO

A complexidade dos problemas sociais torna necessário integrar os diversos atores sociais organizacionais na gestão das políticas sociais, privilegiando a ação intersetorial. A intersetorialidade, enquanto integra saberes e experiências das políticas setoriais, constitui um fator de inovação na gestão da política e possibilita também a articulação da diversas organizações que atuam no âmbito das políticas sociais, constituindo as redes sociais. A intersetorialidade e a rede, para dar eficiência e eficácia a gestão das políticas sociais, exigem mudanças significativas na lógica da gestão tanto das organizações publicas estatais como das organizações sem fins lucrativos, integrando-as para atender os interesses coletivos.(AU)


Assuntos
Organizações , Política Pública , Política , Organizações sem Fins Lucrativos , Administração Pública , Administração Privada , Colaboração Intersetorial , Equidade , Qualidade de Vida , Setor Público , Setor Privado
7.
Saúde Soc ; 13(1): 25-36, jan.-abr. 2004.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-405877

RESUMO

A complexidade dos problemas sociais torna necessário integrar os diversos atores sociais organizacionais na gestão das políticas sociais, privilegiando a ação intersetorial. A intersetorialidade, enquanto integra saberes e experiências das políticas setoriais, constitui um fator de inovação na gestão da política e possibilita também a articulação da diversas organizações que atuam no âmbito das políticas sociais, constituindo as redes sociais. A intersetorialidade e a rede, para dar eficiência e eficácia a gestão das políticas sociais, exigem mudanças significativas na lógica da gestão tanto das organizações publicas estatais como das organizações sem fins lucrativos, integrando-as para atender os interesses coletivos.


Assuntos
Colaboração Intersetorial , Política , Organizações , Organizações sem Fins Lucrativos , Administração Privada , Administração Pública , Política Pública , Equidade , Setor Privado , Setor Público , Qualidade de Vida
8.
Rev. adm. pública ; 37(2): 227-241, mar.-abr. 2003.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-349804

RESUMO

Pretende discutir as relaçoes setorias, configurando a saúde como empreendimento social e contextualizando o terceiro setor na economia social e particularmente nos EUA. Argumenta que o desenvolvimento de um terceiro setor independente é estratégico para a construçäo continuada do Sistema Unico de Saúde (SUS), reconhecendo uma variedade de desafios sociais, políticos e econômicos para sua efetivaçäo. Afirma que um terceiro setor forte, inserido como protagonista e näo apenas coadjuvante no panorama socioeconômico e cultural, politicamente independente, é fundamental para efetivar açöes que visem novos pactos sociais e o progresso social do país.


Assuntos
Organizações , Organizações sem Fins Lucrativos , Reforma dos Serviços de Saúde/organização & administração , Colaboração Intersetorial , Brasil , Economia e Organizações de Saúde , História , Justiça Social , Estratégias de Saúde , Sistema Único de Saúde , Estados Unidos
9.
Rev. adm. pública ; 34(6): 35-45, nov.-dez. 2000.
Artigo em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-15408

RESUMO

Discorre sobre a complexidade da realidade social que tem exigido dos diversos atores sociais, a busca de conceitos que possibilitem analisar as mudanças e intervir nessa realidade. Aborda os conceitos de sistema e rede como meio de articular diversos atores sociais para criar conhecimentos e intervir. Discute a intersetorialidade e a transetoriedade como processos de integração de saberes e experiências. Situa o SUS, como um projeto de caráter transetorial que se constrói socialmente para garantir direitos. (AU)


Assuntos
Organização Social , Redes Comunitárias , Sistema Único de Saúde , Comportamento Cooperativo , Formulação de Políticas , Resolução de Problemas , Problemas Sociais , Colaboração Intersetorial , Política Pública , Promoção da Saúde , Brasil
10.
Rev. adm. pública ; 34(6): 35-45, nov.-dez. 2000.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-283956

RESUMO

Discorre sobre a complexidade da realidade social que tem exigido dos diversos atores sociais, a busca de conceitos que possibilitem analisar as mudanças e intervir nessa realidade. Aborda os conceitos de sistema e rede como meio de articular diversos atores sociais para criar conhecimentos e intervir. Discute a intersetorialidade e a transetoriedade como processos de integração de saberes e experiências. Situa o SUS, como um projeto de caráter transetorial que se constrói socialmente para garantir direitos.


Assuntos
Redes Comunitárias , Organização Social , Sistema Único de Saúde , Colaboração Intersetorial , Brasil , Comportamento Cooperativo , Formulação de Políticas , Política Pública , Resolução de Problemas , Promoção da Saúde/organização & administração , Problemas Sociais
11.
s.l; s.n; jul. 2000. 168 p. tab, graf.
Não convencional em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-41576

RESUMO

O projeto Gestão Intersetorial das Políticas Sociais no Município de São Lourenço da Serra-SP detalha, neste relatório, os produtos preconizados na proposta da primeira fase e apresenta os projetos intersetoriais definidos pelas equipes da PUC-SP e da Prefeitura Municipal. No entanto, tem que fazer uma análise de estudos e pesquisas sobre os indicadores sociais e faz uma proposta para o município. Além disso, tem que fazer um diagnóstico das condições sociais do município de São Lourenço da Serra, a partir da análise de dados secundários, complementado com uma pesquisa realizada com os escolares sobre sua visão em relação às condições de vida do município. É apresentado o mapeamento das organizações sociais que se inicia com uma discussão sobre o terceiro setor e, em seguida, é feito um rápido apanhado das organizações do município. É apresentado o processo de trabalho entre os parceiros que deu origem aos diversos produtos do projeto, inclusive os projetos de gestão intersetorial do município (AU)


Assuntos
Colaboração Intersetorial , Cidade Saudável , Política Pública , Política , Redes Comunitárias , Indicadores de Qualidade de Vida , Indicadores Sociais , Sistemas de Informação
12.
São Lourenço da Serra, SP; São Lourenço da Serra; s.n; jul.2000. 135 p. tab, graf.
Não convencional em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-42081
13.
São Paulo; s.n; abr. 1999. 6 p.
Não convencional em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-42108

RESUMO

A rede é complementar a dimensão intersetorial das políticas sociais, pois ela também só se viabiliza através da interação de pessoas, instituições, famílias, municípios, estados, mobilizados em função de uma idéia coletiva. A eficácia da gestão das políticas sociais depende não apenas da intersetorialidade, mas também da formação de redes para otimizar os recursos na construção de uma cidade saudável (AU)


Assuntos
Cidade Saudável , Política Pública , Redes Comunitárias
14.
In. Alagoas. Secretaria de Estado da Saúde. Assessoria de Planejamento. Projeto cidades/ municípios saudáveis: v.1 - Aspectos conceituais. Maceió, Alagoas. Secretaria de Estado da Saúde. Assessoria de Planejamento, 1999. p.s.p.
Não convencional em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-15648
15.
Rev. adm. pública ; 32(2): 11-22, mar.-abr. 1998.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-264282

RESUMO

Descreve o processo de descentralizaçäo que está ocorrendo na administraçäo municipal de Fortaleza. Discute os conceitos de descentralizaçäo e intersetorialidade. Apresenta o modelo adotado, visualizando o processo de mudança organizacional da prefeitura daquela cidade.


Assuntos
Política , Administração Municipal , Inovação Organizacional , Colaboração Intersetorial , Brasil , Formulação de Políticas
16.
Rev. adm. pública ; 31(5): 130-52, set.-out. 1997.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-206926

RESUMO

Analisa a municipalizaçäo da política de saúde no estado de Säo Paulo como estratégia para a reconfiguraçäo progressiva do estado. Trata da descentralizaçäo da açäo governamental. Propöe focos de atuaçäo para o governo estadual, com vistas ao cumprimento de seu papel de instância de coordenaçäo e articulaçäo regional da política de saúde.


Assuntos
Política , Política de Saúde , Sistemas de Saúde/organização & administração , Brasil , Cidades , Sistema Único de Saúde/organização & administração
17.
Cad. FUNDAP ; (21): 137-55, 1997.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-223531

RESUMO

Discute a mudança organizacional ocorrida nos serviços de saúde e no seu aparato institucional no Estado de Säo Paulo, bem como estratégias para a criaçäo dos escritórios regionais de saúde. Analisa a descentralizaçäo e suas repercussöes no processo de municipalizaçäo, após a instituiçäo do SUS.


Assuntos
Política , Inovação Organizacional , Sistemas de Saúde/organização & administração , Atenção à Saúde , Sistemas Locais de Saúde/organização & administração , Sistema Único de Saúde
19.
Säo Paulo; Fundaçäo do Desenvolvimento Administrativo; 1995. 50 p. ilus, tab.
Não convencional em Português | LILACS | ID: lil-160738

RESUMO

Na primeira parte, apresenta alguns aspectos do histórico recente da Secretaria da Saúde do Estado, que, enquanto instituiçäo responsável pelo gerenciamento do sistema estadual de saúde em Säo Paulo, vem respondendo às mudanças na política nacional da área e à releitura do modelo no Estado. Em seguida, analisa a situaçäo em que se encontra a organizaçäo da Secretaria como rresultado desses processos. Formula, finalmente, algumas sugestöes que têm como referência a necessidade de implementar o Sistema Unico de Saúde no Estado de Säo Paulo como uma das estratégias para melhorar a qualidade de vida da sua populaçäo


Assuntos
Órgãos Estatais de Desenvolvimento e Planejamento em Saúde/organização & administração , Sistemas de Saúde/organização & administração , Brasil , Inovação Organizacional
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