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1.
J Addict Dis ; 36(2): 136-143, 2017.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28296627

RESUMO

Relapse is associated with a poor prognosis among drug users. Crack cocaine users are more prone to severe dependence because of the intensity of use. Additionally, initiating drug use during adolescence worsens users' prognosis due to the increased rates of impulsivity and other risk behaviors. This study aimed to identify the predictors of early relapse among adolescent crack users discharged from inpatient treatment. A cohort study was conducted with 89 psychiatric inpatients aged 12-17 years from two different hospitals in southern Brazil who met the criteria for crack abuse or dependence. Demographic data, substance use disorders, psychiatric comorbidities, and crack consumption profile were assessed during hospitalization using the Teen Addiction Severity Index, Schedule for Affective Disorders and Schizophrenia for School Age Children-Present and Lifetime, and Crack Consumption Profile. Participants were re-assessed at 1 and 3 months after hospital discharge to determine their crack cocaine use based on self-report, family/caregiver information, and urine tests, whenever possible. There were extremely high rates of relapse (valid percent) in the first and third months, 65.9 and 86.4%, respectively. Statistically significant associations were observed between relapse in the first month and length of cocaine/crack cocaine use, and length of hospital stay. Data at 3 months were not analyzed because of the small number of patients who did not relapse. The high rates and significant associations found in this study suggest that intensive outpatient treatment strategies targeting this population should be developed and implemented to prevent early relapse after detoxification. One of the possible approaches, based on recent studies, might explore motivation as a strategy to reduce the rate of early relapse.


Assuntos
Transtornos Relacionados ao Uso de Cocaína/epidemiologia , Transtornos Mentais/epidemiologia , Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/epidemiologia , Adolescente , Comportamento do Adolescente , Brasil/epidemiologia , Criança , Transtornos Relacionados ao Uso de Cocaína/psicologia , Comorbidade , Cocaína Crack , Diagnóstico Duplo (Psiquiatria)/estatística & dados numéricos , Feminino , Humanos , Tempo de Internação/estatística & dados numéricos , Masculino , Recidiva , Fatores de Risco
2.
Rev. bras. psiquiatr ; 22(4): 164-71, dez. 2000. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-296494

RESUMO

Introdução: O estudo descreve uma amostra de usuáriosde droga injetável (UDI) que buscam atendimento na cidade de Porto Alegre, a fim de conhecer melhor os métodos de exposição ao vírus HIV, gerando hipóteses para estudos futuros e diretrizes para programas preventivos. Métodos: Foram entrevistados 142 UDI, utilizando uma entrevista estruturada para levantamento de fatores de risco. Foram entrevistaos 142 UDI, utilizando-se como desfechos de interesse o status sorológico e as características do uo de drogas, tais como frequência e tipo de droga utilizada. Resultados: 97 por cento dos indivíduos havia injetado cocaína (8,6 dias do mês, 9,3 vezes por dia) e usado álcool e maconha no mês prévio à entrevista; apenas 44 apresentavam testes HIV (54,5 por cento soropositivos). Quase 90 por cento haviam recebido aconselhamento ara HIV, porém a mudança de condutas aconteceu somente numa parcela dos casos, sem informação adequada sobre limpeza de seringas; 53 por cento dos indivíduos relataram compartilhamento de equipamento prévio à coleta de dados, utilizando 16,2 vezes a mesma seringa. Os entrevistados eram sexualmente ativos e predominantemnte heterossexuais, com uma média de sete relações por mês; 44 por cento não usou camisinha nas relações sexuais e 48 por cento afirmou ter utilizado pelo menos álcool antes ou durante as relações. Conclusões: Os achados sugerem que o aconselhamento é importante para modificar hábitos dos UDI mas não contempla necessidades de usuários recreacionais. A limpeza de seringas é infrequente, talvez produto de pouca informação sobre práticas de risco. Os UDI são sexualmente ativos, heterossexuais e na maioria têm poucos parceiros, o que pode justificar o baixo uso de preservativos nessa amostra. É possível que o uso frequente de drogas antes ou durante as relações contribua para tal fato.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , HIV , Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/epidemiologia , Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias
3.
Revista Brasileira de Psiquiatria ; 4(22): 164-171, dez. 2000.
Artigo | Index Psicologia - Periódicos técnico-científicos | ID: psi-15950

RESUMO

Introducao: O estudo descreve uma amostra de usuarios de droga injetavel (UDI) que buscam atendimento na cidade de Porto Alegre, a fim de conhecer melhor os metodos de exposicao ao virus HIV, gerando hipoteses para estudos futuros e diretrizes para programas preventivos. Metodos: Foram entrevistados 142 UDI, utilizando uma entrevista estruturada para levantamento de fatores de risco. Foram analisadas caracteristicas demograficas e das relacoes sexuais, utilizando-se como desfechos de interesse o status sorologico e as caracteristicas do uso de drogas, tais como frequencia e tipo de droga utilizada. Resultados: 97dos individuos havia injetado cocaina (8,6 dias do mes, 9,3 vezes ao dia) e usado alcool e maconha no mes previo a entrevista; apenas 44 apresentavam testes HIV (54,5soropositivos). Quase 90haviam recebido aconselhamento para HIV, porem a mudanca de condutas aconteceu somente numa parcela dos casos, sem informacao adequada sobre limpeza de reingas; 53dos individuos relataram compartilhamento de equipamento previo a coleta de dados, utilizando 16,2 vezes a mesma seringa. Os entrevistados eram sexualmente ativos e predominantemente heterossexuais, com uma media de sete relacoes por mes; 44nao usou camisinha nas relacoes sexuais e 48afirmou ter utilizado pelo menos alcool antes ou durante as relacoes. Conclusoes: Os achados sugerem que o aconselhamento e importante para modificar habitos dos UDI mas nao contempla necessidades de usuarios recreacionais. A limpeza de seringas e infrequente, talvez produto da pouca informacao sobre paraticas de risco. Os UDI sao sexualmente ativos, heterossexuais e na maioria tem poucos parceiros, o que pode justificar o baixo uso de preservativos nessa amostra. E possivel que o uso frequente de drogas antes ou durante as relacoes contribua para tal fato.


Assuntos
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida , Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias , Cocaína , Síndrome de Imunodeficiência Adquirida , Síndrome de Imunodeficiência Adquirida , Cocaína , Síndrome de Imunodeficiência Adquirida
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