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5.
An Bras Dermatol ; 94(3): 374-375, 2019.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33272556
6.
Surg. cosmet. dermatol. (Impr.) ; 6(1): 77-81, jan.-mar. 2014. ilus
Artigo em Inglês, Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1023

RESUMO

Biópsias orientadas são fragmentos de tecido, geralmente fusiformes, posicionados em relação ao tumor de maneira a observar sua visualização histológica de modo panorâmico e topográfico. Realizadas comumente nas bordas do tumor, permitem melhorar o planejamento cirúrgico, eventualmente ajudando a diminuir o número de estágios em uma cirurgia micrográfica. Este artigo detalha a execução técnica do procedimento dos pontos de vista cirúrgico e laboratorial.


Oriented biopsies are fragments of tissue (usually fusiform) that are positioned relative to the tumor in a way to favor the observation of its histology in a panoramic and topographical manner. Commonly performed on the edge of a tumor, an oriented biopsy allows for better surgical planning, eventually helping to decrease the number of stages of micrographic surgery. The present article details the procedure's technical execution not only from a surgical, but also from a laboratorial perspective.

7.
An. bras. dermatol ; 82(6): 543-547, nov.-dez. 2007. ilus
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: lil-474983

RESUMO

Relata-se caso incomum de carcinoma basocelular que simulava tumor intranasal de crescimento expansivo, na cavidade da narina esquerda. Operado com cirurgia micrográfica pelo método de Munique, foi possível demonstrar que o tumor se originava da pele aparentemente normal e suprajacente do nariz. Por ser tridimensional, esse método de cirurgia micrográfica permite estudo mais preciso da peça cirúrgica. Discutem-se também aspectos peculiares da cirurgia micrográfica pelo método de Munique, o que contribui para a ampliação do conceito das cirurgias microscopicamente controladas.


A rare case of basal cell carcinoma mimicking an expansive intranasal tumor in the left nostril is reported. Through the Munich micrographic surgery method, it was possible to demonstrate that the tumor originated from the apparently normal nose skin. Since this micrographic surgery is a tri-dimensional method, it enables a more accurate study of the specimen. Some peculiar aspects of the micrographic surgery using the Munich method are discussed, thus contributing to further understanding about the concept of microscopically controlled surgeries.

8.
Rev. méd. Minas Gerais ; 16(3): 154-159, jul.-set. 2006. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-561533

RESUMO

A cirurgia micrográfica de Mohs é um procedimento cirúrgico e laboratorial que visa á total exérese de um tumor cutâneo sem a utilização do conceito de margem de segurança. É uma exérese cirúrgica microscopicamente controlada. O método surgiu na década de 30, nos Estados Unidos, criado por Frederic Mohs. Ao longo dos anos, sofreu várias alterações na forma do controle microscópico das margens cirúrgicas, porém, conservando os princípios básicos da exérese cirúrgica microscopicamente controlada. Sua comprovada eficiência em identificar e remover o crescimento tumoral subclínico possibilitou o melhor entendimento da forma de expansão dos tumores cutâneos, assim como aumentou a eficiência do tratamento cirúrgico dessas neoplasias. Apesar dessas aparentes vantagens do método em relação ao tratamento cirúrgico convencional, a técnica é pouco conhecida e praticada em nosso meio. Este artigo analisa as prováveis razões do emprego tão limitado do procedimento, além de algumas de suas particularidades, no sentido de aumentar a compreensão do medico sobre o assunto.


Assuntos
Humanos , Cirurgia de Mohs , Neoplasias Cutâneas/cirurgia
9.
An. bras. dermatol ; 80(3): 279-286, maio-jun. 2005. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-405165

RESUMO

As expressões margem de segurança e margem cirúrgica são usadas freqüentemente como sinônimas, embora tenham significados distintos. A margem de segurança é preestabelecida e faz parte do planejamento cirúrgico. A margem cirúrgica é verificada posteriormente pelo patologista ao exame da peça cirúrgica. Na literatura não existe consenso a respeito da extensão da margem de segurança, sendo ela baseada em uma série de variáveis nem sempre de fácil análise. Por outro lado a cirurgia microscopicamente controlada não utiliza o conceito de margem de segurança e se constitui na forma mais racional de tratamento do câncer cutâneo. Este artigo discorre sobre os fatores determinantes da margem de segurança e da margem cirúrgica, tanto do ponto de vista clínico como do laboratorial, traçando um paralelo com a cirurgia microscopicamente controlada e lançando algumas reflexões importantes sobre a relatividade do conceito de margem de segurança


Assuntos
Cirurgia de Mohs , Neoplasias Cutâneas/cirurgia , Patologia Cirúrgica , Reoperação
11.
An. bras. dermatol ; 77(3): 249-285, maio.-jun. 2002. tab
Artigo em Português, Inglês | LILACS | ID: lil-343221

RESUMO

O carcinoma basocelular (CBC)é o tipo de câncer mais comum em humanos, e sua incidência vem aumentando nos últimos anos. O conhecimento de sua histogênese, assim como sua epidemiologia, tem-se tornado mais claro com as pesquisas no campo da genética, biologia molecular e dos inquéritos epidemiológicos, que identificaram fatores de risco e outras formas de prevenção. Houve progressos na compreensão de seu comportamento biológico, em face de sua variedade de formas clínicas e histopatológicas. Novos conhecimentos foram adicionados a particularidades, como os carcinomas basocelulares recidivados e metastáticos. O reconhecimento do tumor tornou-se mais apurado devido ao emprego de técnicas que aumentaram a acurária diagnóstica. Novas formas de terapia têm sido descritas, entre elas a terapia fotodinâmica e a utilização de imunomoduladores, ao lado de formas mais tradicionais, que se consolidaram pela experiência clínica. O prognóstico de CBC melhorou consideravelmente nas últimas décadas graças ao diagnóstico mais precoce, às medidas terapêuticas atuais, e à maior conscientização da população sobre o problema, fruto das campanhas educationais. Este trabalho de revisão aborda pormenorizadamente cada um desses aspectos, focalizando suas instâncias práticas, no intuito de representar para o dermatologista um fonte de referência para outros estudos


Assuntos
Humanos , Neoplasia de Células Basais
12.
An. bras. dermatol ; 71(supl.1): 47-51, mar.-abr. 1996. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-195780

RESUMO

Os autores apresentam um caso de carcinoma basocelular extenso, localizado na regiäo torácica de um paciente de 39 anos, o qual, durante dez anos de história clínica, fôra tratado com vários métodos clínicos e cirúrgicos, resultando sempre em recidiva do tumor. Devido à localizaçäo do mesmo e à sua extensäo (15 x 8cm nos maiores diâmetros), optou-se por tratamento cirúrgico com controle microscópio das margens cirúrgicas da ressecçäo, utilizando-se o método micrográfico da torta de Tubingen. O artigo descreve o caso clínico,o ato cirúrgico e a metodologia do exame micrográfico empregado. O método micrográfico da torta de Tubingen foi sistematizado como procedimento cirúrgico em Tubingen, Alemanha, por Helmut Breuninger, e constitui opçäo importante para o tratamento cirúrgico dos tumores cutâneos, uma vez que é capaz de identificar e localizar qualquer crescimento tumoral subclínico, sem ser necessário utilizar cortes de congelaçäo.


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , Carcinoma Basocelular/cirurgia , Cirurgia de Mohs , Neoplasias Torácicas/cirurgia
13.
An. bras. dermatol ; 69(6): 499-502, nov.-dez. 1994. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-147290

RESUMO

Com o surgimento do método a fresco, a cirurgia micrográfica sofreu evoluçäo täo grande, que culminou no aparecimento de outros métodos de controle de margens cirúrgicas, täo bons e eficazes quanto o método de Mohs. No entanto, o termo cirurgia micrográfica de Mohs continua sendo usado como sinônimo de cirurgia micrográfica. Procura-se ampliar o conceito dessa modalidade de cirurgia, descrevendo os outros métodos mais utilizados de controle microscópico de margens cirúrgicas. Uma nova divisäo da cirurgia micrográfica é sugerida


Assuntos
Humanos , Microscopia , Cirurgia de Mohs/classificação , Neoplasias Cutâneas/cirurgia , Cirurgia de Mohs/tendências
14.
An. bras. dermatol ; 69(6): 505-10, nov.-dez. 1994. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-147291

RESUMO

Qualquer que seja a técnica escolhida para a realizaçäo da cirurgia micrográfica, esta é mais eficaz do que o método convencional de cirurgia excisional para garantir melhor índice de cura do tumor. Apesar de terem os mesmos princípios básicos de poupar ao máximo o tecido sadio peritumoral, as três variaçöes mais importantes da cirurgia micrográfica têm diferenças fundamentais entre sí. O objetivo deste trabalho é descrever essas diferenças, comparando os métodos entre si. Dessa forma, acredita-se estar contribuindo para ampliar o conceito de cirurgia micrográfica, melhorando a interpretaçäo e compreensäo do controle histológico das margens cirúrgicas


Assuntos
Humanos , Microscopia , Cirurgia de Mohs/estatística & dados numéricos , Neoplasias/cirurgia , Criocirurgia , Cirurgia Geral , Microtomia , Cirurgia de Mohs , Cirurgia de Mohs , Procedimentos Cirúrgicos Operatórios
15.
An. bras. dermatol ; 68(5): 259-60, 261, set.-out. 1993.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-126813

RESUMO

Apresenta-se um caso de uma paciente feminina de 56 anos de idade, natural e procedente de André Fernandes (MG), com quadro clínico e histopatológico de Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), portadora de lesäo única na glabela. Foi medicada com antimoniato de N-metil-glucamina intravenoso na dose de 20mgSbV/Kg/dia, diluído em 250 ml de SGI (tempo de infusäo: 3-4 horas), por 30 dias seguidos. A pacientes era hígida, exceto por uma leve hipertensäo arterial sistêmica e durante todo o tratamento, apenas apresentou como efeito colateral a ocorrência de tremores que desapareceram com a continuiçäo da terapêutica. Três dias após o término do tratamento a paciente apresentou quadro convulsivo generalizado e perda de consciência de instalaçäo abrupta. Exames laboratoriais revelaram-se compatíveis com insuficiência hepática e renal graves. Sete dias após o início do quadro convulsivo, a paciente foi a óbito. Levando-se em conta o largo uso dos antimoniais pentavalentes na LTA, a ocorrência de insuficiências renal e hepática concomitantes é rara e deve ser relatada. Questionamos também se as manifestaçöes neurológicas observadas no caso näo seriam diretamente causadas pela droga


Assuntos
Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Lesão Renal Aguda/induzido quimicamente , Leishmaniose/tratamento farmacológico , Hepatopatias/induzido quimicamente , Meglumina/uso terapêutico , Brasil , Convulsões/induzido quimicamente , Leishmaniose/diagnóstico , Meglumina/efeitos adversos , Propranolol/efeitos adversos
16.
An. bras. dermatol ; 66(2): 87-94, mar.-abr. 1991. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-94335

RESUMO

Em ensaio duplo-cego, com antimoniato de N-metil-glucamina, foram tratados 43 pacientes de leishmaniose tegumentar americana (26 da forma cutânea e 17 da forma cutâneo-mucosa), com doses correspondentes a 14 e 28mg/Kg/dia de antimônio. Apenas quatro pacientes, dois da forma cutânea e dois da forma cutânea-mucosa, tratados com a dose menor, näo se curaram. Entretanto näo houve diferença estatistica significante de eficácia entre os dois esquemas. Na seleçäo dos pacientes, avaliaçäo da toxicidade e controle de cura, foram realizados os seguintes exames: pesquisa direta de leishmânia, exame histopatológico, teste de Montenegro, reaçäo de imunofluorescência indireta (RIFI), exame hematológico, exame de urina, uréia, creatinina, glicose, transaminases, bilirrubinas, ionograma e eletrocardiograma (ECG). O teste de Montenegro e a reaçäo de imunofluorescência indireta (RIFI) revelaram maior sensibilidade na forma cutânea-mucosa. Foi rara a negativaçäo do Montenegro após o tratamento. Houve correlaçäo dos títulos da RIFI com a melhora clínica, observando-se reduçäo lenta e gradual, geralmente, até a negativaçäo. A droga mostrou-se pouco tóxica e bem tolerada, observando-se elevaçäo das transaminases, eosinofilia, leucopenia com neutropenia e distúrbios da repolarizaçäo ventricular no eletrocardiograma, que foram discretos, reversíveis e sem repercusäo clínica. Efeitos colaterais como mialgia, artralgia, náuseas, vômitos, anorexia, tremores, diarréia, febre e urticária foram leves e näo exigiram a interrupçäo da medicaçäo, com a exceçäo de um caso de insuficiência respiratória aguda


Assuntos
Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Humanos , Masculino , Feminino , Antimônio/uso terapêutico , Leishmaniose/tratamento farmacológico , Leishmaniose Mucocutânea/tratamento farmacológico , Método Duplo-Cego
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