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1.
Rev. bras. ciênc. saúde ; 23(1): 107-110, 2019. tab.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1009258

RESUMO

Objetivo: comparar os sintomas urinários de primíparas de parto normal e cesárea. Métodos: foi realizado um estudo observacional analítico do tipo transversal realizado com 98 primíparas O estudo ocorreu no Centro de Saúde Escola do Marco, da Universidade do Estado do Pará, na Cidade de Belém do Pará, com mulheres que fizeram o acompanhamento do pré-natal nos anos de 2012 e 2013. A amostra foi definida por conveniência. Os critérios de inclusão para a participação da pesquisa foram: mulheres com idade entre 18 e 35 anos, primíparas de parto normal ou cesárea no período de dois meses a dois anos do pós-parto e que tenham assinado o TCLE. Os critérios de exclusão foram: mulheres multíparas, que tiveram histórico de gravidez de risco, diabéticas, hipertensas, que estivessem em novo período gestacional ou tiveram período gestacional menor que 37 semanas e que apresentaram algum sintoma urinário prévio à gravidez. A análise estatística foi feita com aplicação do Teste Exato de Fisher com índice de significância de 5%. Resultados: Participaram do estudo 98 mulheres primíparas, sendo que 41 primíparas de parto normal e 57 de parto cesárea. Quanto à prevalência dos sintomas urinários relacionados ao tipo de parto, observou-se que a noctúria foi citada por 13 (22,8%), seguida da polaciúria 8 (14%) das mulheres que realizaram parto cesárea, enquanto que a urge-incontinência e a polaciúria ocorreram em 13 (31,71%) e 6 (14,6%), respectivamente, mulheres que tiveram parto normal. Conclusão: O surgimento dos sintomas urinários independe da via de parto. (AU)


Objective: to compare urinary symptoms in primiparous women with normal and cesarean delivery. Methods: An observational, analytical cross-sectional, study was performed with 98 primiparous women. The study was carried out at the Center of Health School of Marco, of the State University of Pará, in the city of Belém do Pará, Brazil, with women who underwent antenatal care between the years of 2012 and 2013. Sampling was defined for convenience. The inclusion criteria for the participation of the research were: women aged between 18 and 35 years, primiparous women of normal birth or cesarean section in the period of two months to two years postpartum and who signed the ICF. The exclusion criteria were: multiparous women, who had a history of risky pregnancies, diabetic, hypertensive, who were in a new gestational period or had a gestational period of less than 37 weeks, and who presented some urinary symptom prior to the pregnancy. Statistical analysis was performed using Fisher's Exact Test with a significance level of 5%. Results: 98 primiparous women participated in the study, 41 of whom were primiparous women of normal birth and 57 of cesarean birth. Regarding the prevalence of urinary symptoms related to the type of delivery, nocturia was cited by 13 (22.8%), followed by polaciuria 8 (14%) of the women who underwent cesarean delivery, whereas urge-incontinence and polaciuria occurred in 13 (31.71%) and 6 (14.6%), respectively, women who had normal delivery. Conclusion: The appearance of urinary symptoms does not depend on the route of bith delivery. (AU)


Assuntos
Feminino , Saúde da Mulher/tendências , Doenças Urológicas/urina
2.
Rev. ciênc. méd., (Campinas) ; 27(3): http://dx.doi.org/10.24220/2318-0897v27n3a4283, set.-dez. 2018. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-981293

RESUMO

No pós-parto, pode haver dor durante a relação sexual e disfunções do assoalho pélvico, que são associadas ao parto vaginal pela possibilidade de lesões perineais ou episiotomia, levando a indicações de cesariana eletiva como fator de proteção da função sexual. Assim, este estudo propõe analisar a relação entre parto por vaginal ou cesárea e a presença de dispareunia no período pós-parto. Foi realizada uma revisão integrativa nas bases de dados Lilacs e PubMed utilizando os descritores "Sexual Dysfunction, Physiological" e "Postpartum Period". Foram encontrados 28 artigos, sendo incluídos 13 por se encaixarem nos critérios de elegibilidade. Os resultados mostraram que a dispareunia pode ocorrer em 24,0 a 85,7% das puérperas. Após o primeiro parto vaginal, 21,0% apresentam avulsão dos levantadores do ânus, mas 62,0% não são evidentes após um ano. A alteração do corpo perineal não está relacionada a laceração ou a função sexual, mas 32,5% das mulheres que relataram dor perineal no primeiro mês relataram dispareunia aos 6 meses. 85,7% relatam dor na primeira relação pós-parto e as que tiveram cesariana foram mais propensas a dispareunia seis meses após o parto. 31,5% das lactantes aos 6 meses e 24,1 a 28,3% das que apresentaram queixas psicossocias relataram dispareunia. Concluiu-se que a disfunção sexual pode ocorrer nos primeiros meses tanto no pós-parto por via vaginal quanto cesariana, mas após o primeiro ano do parto, a função sexual parece se restabelecer independente da via de parto, com exceção dos traumas perineais severos.


In the postpartum period there may be pain during sexual intercourse and pelvic floor dysfunctions related to vaginal delivery due to the possibility of perineal tears or episiotomy and suggesting a protective effect of elective cesarean section on sexual function. Thus, this study proposes to examine the relationship between vaginal delivery or elective cesarean section and the presence of dyspareunia in the postpartum period. A integrative review was carried out in the Lilacs and PubMed databases using the descriptors "Sexual Dysfunction, Physiological" and "Postpartum Period". Twenty-eight articles were found, with 13 being included because they fit the eligibility criteria. The results showed that the dyspareunia can occur in 24.0 to 85.7% of puerperal women. After the first vaginal delivery, 21.0% had levator ani avulsion injury, but 62.0% are not evident after one year. Alteration of the perineal body is not related to laceration or sexual function, but 32.5% of women reporting perineal pain in the first month reported dyspareunia at 6 months. Another 85.7% reported pain in the first postpartum sexual intercourse and those who had cesarean section had more risk for dyspareunia up to six months after delivery. A total of 31.5% of women who breastfeed at 6 months and between 24.1 and 28.3% of those who presented psychosocial complaints reported cases of dyspareunia. It was concluded that the sexual dysfunction may occur in the first few months after delivery, either both vaginal or cesarean, but after the first year of delivery, sexual function seems to be restored regardless of the mode of delivery, with the exception of severe perineal traumas.


Assuntos
Humanos , Feminino , Disfunções Sexuais Fisiológicas , Período Pós-Parto , Dispareunia , Cesárea , Parto Normal
3.
Rev. ciênc. méd., (Campinas) ; 27(2): http://dx.doi.org/10.24220/2318-0897v27n2a4242, maio-ago. 2018. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-980792

RESUMO

Objetivo Verificar o entendimento acerca da atuação da fisioterapia nas disfunções do assoalho pélvico por parte dos profissionais de saúde da rede pública. Métodos Trata-se de um estudo transversal realizado com profissionais médicos e enfermeiros que trabalham nas Unidades Básicas de Saúde vinculadas ao Núcleo de Apoio à Saúde da Família 1 do município de Timbó, Santa Catarina. Por se tratar de um estudo descritivo e exploratório, os dados serão apresentados por estatística descritiva simples. Como instrumento de avaliação, foi utilizado um questionário misto criado pelas autoras abordando o conhecimento dos distúrbios cinesiológico-funcionais pélvicos humanos e da atuação da fisioterapia pélvica. Resultados A pesquisa finalizou com 13 participantes: 6 médicos e 7 enfermeiros, que demonstraram conhecer as disfunções do assoalho pélvico, assim como a atuação da fisioterapia pélvica. Conclusão A maioria dos profissionais assinalou conhecer a atuação da fisioterapia pélvica e desses, a maioria se deu através do contato com fisioterapeutas da rede. Os motivos mais frequentes de encaminhamentos listados pelos médicos são a incontinência urinária, prolapsos genitais, disfunções sexuais, gravidez e disfunções anorretais.


Objective To verify the understanding about the performance of physiotherapy in pelvic floor dysfunctions by public health care professionals. Methods This is a cross-sectional study carried out with medical professionals and nurses working at the Basic Health Care Units linked to the Family Health Support Center - 1 in the city of Timbó, Santa Catarina, Brazil. As it is a descriptive and exploratory study, data will be presented by simple descriptive statistics. As an evaluation tool, a mixed questionnaire was created by the authors addressing the knowledge of human pelvic kinesiologicalfunctional disorders and the performance of pelvic physiotherapy. Results The research was performed with 13 volunteers: 6 physicians and 7 nurses, who demonstrated to have a good understanding about pelvic floor dysfunctions, as well as about the performance of pelvic physiotherapy. Conclusion Most of the professionals indicated that they had a good understanding about the performance of pelvic physiotherapy and of these, most of them acquired it through the contact with physiotherapists of the public health care system. The most common reasons for referrals listed by physicians are urinary incontinence, genital prolapse, sexual dysfunction, pregnancy, and anorectal dysfunction.


Assuntos
Humanos , Disfunções Sexuais Fisiológicas , Incontinência Urinária , Saúde Pública , Diafragma da Pelve , Fisioterapia
4.
Rev. ciênc. méd., (Campinas) ; 27(1): 47-57, jan.-abr. 2018. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-948444

RESUMO

As disfunções do trato urinário inferior impactam a qualidade de vida de crianças ao causarem incontinência urinária e infecções do trato urinário. Dentre estas tem destaque a disfunção miccional, caracterizada por um padrão miccional incomum, onde ocorre a perda da capacidade de armazenamento, estocagem e esvaziamento. A fi sioterapia emerge como técnica promissora no tratamento destas crianças, mas não há clareza sobre quais técnicas são as mais usadas e mais efi cazes neste tipo de tratamento. Revisão sistemática sobre as técnicas fi sioterápicas para o tratamento da disfunção miccional infantil nas bases SciELO, LILACS e PubMed, restrita a ensaios clínicos randomizados. De um total de 99 artigos retornados apenas oito tratavam sobre disfunção miccional. As técnicas mais utilizadas foram a uroterapia comportamental (hidratação, diário miccional, treino miccional, dieta) e reeducação do assoalho pélvico, e as mais eficazes foram a uroterapia comportamental junto a redução do assoalho pélvico associada ao biofeedback. A literatura é parca sobre o tema, mas todas as técnicas apresentaram resultados, apesar da grande heterogeneidade metodológica que impediu qualquer análise comparativa mais precisa. A uroterapia comportamental associada ao treinamento dos músculos do assoalho pélvico auxiliado por biofeedback foi a técnica que apresentou melhores resultados.


Lower urinary tract dysfunctions impact the quality of life of children, by causing urinary incontinence and urinary tract infections. Among these, voiding dysfunction stands out, characterized by an unusual voiding pattern, with loss of storage capacity and bladder emptying. Physiotherapy emerges as a promising technique in the treatment of these children, but there is no clarity about which techniques are the most used and most effective in this type of treatment. Systematic review of physiotherapeutic techniques for the treatment of voiding dysfunction in children in three databases: SciELO, LILACS and PubMed, restricted to randomized controlled trials. From a total of 99 articles, only eight were about voiding dysfunction. The most used techniques were behavioral urotherapy (hydration, voiding diary, bladder training, diet) and reeducation of the pelvic floor, where the most expressive results were a combination between urotherapy with pelvic floor muscle exercise aided by biofeedback. The literature is sparse on the issue, but all the techniques showed satisfying results, despite the large methodological heterogeneity that prevented any further precise comparative analysis. Behavioral urotherapy associated with pelvic floor muscle training aided by biofeedback was the technique that presented better results.


Assuntos
Humanos , Pré-Escolar , Criança , Sistema Urinário , Criança , Diafragma da Pelve , Fisioterapia , Micção
5.
Rev. méd. Minas Gerais ; 28: [1-6], jan.-dez. 2018.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-967206

RESUMO

O número de mulheres que vêm adentrando o campo esportivo cresce consideravelmente. Entretanto, vale ressaltar que tal prática pode ser considerada de risco ao sistema reprodutivo feminino e aos músculos do assoalho pélvico. O objetivo do estudo foi comparar a CCAP em atletas praticantes da modalidade voleibol do sexo feminino e de mulheres sedentárias. Foi realizado um estudo com 20 mulheres, sendo 10 atletas de voleibol (GA) e 10 mulheres sedentárias (GS), do tipo transversal prospectivo quantitativo, no qual avaliou-se a capacidade de contração dos músculos do assoalho pélvico (CCAP) dessas mulheres e comparouse a CCAP entre os grupos GA e GS. A avaliação da CCAP foi realizada através do perineômetro. Após a avaliação não foi observada diferença estatisticamente significativa com relação a CCAP entre os grupos GA e GS, porém no GA a média da CCAP foi inferior a do GS. (AU)


The number of women who practice sports, among them volleyball has grown considerably, however, the modality may bring a special risk to these athletes, due to negative effects on the reproductive system. A cross-sectional prospective quantitative study was conducted with 20 women, including 10 volleyball players (GA) and 10 sedentary women (GS), in which we evaluated the ability of contraction of the pelvic floor muscles (CPFM) in volleyball athletes women and compared with CPFM in sedentary women. The evaluation of CPFM was done using the perineometer developed by the researcher. After the evaluation there was no statistically significant difference related to CPFM between the GA and GS groups, but the GA's average of CPFM was inferior to the GS's. (AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Adulto , Adulto Jovem , Diafragma da Pelve , Contração Muscular , Fisioterapia , Comportamento Sedentário , Atletas , Estilo de Vida Saudável
6.
Rev. ciênc. méd., (Campinas) ; 26(3): 127-133, set.-dez. 2017.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-948386

RESUMO

da incontinência urinária de mulheres no climatério. Trata-se de revisão bibliográfica a partir dos termos climatério, incontinência urinária e fi sioterapia, bem como de suas variantes em inglês, nas bases LILACS, MedLine/PubMed, SciELO e PEdro. Observou- -se que a fisioterapia para mulheres no climatério com incontinência urinária contribui diretamente para melhorias no quadro clínico e controle miccional, sendo a cinesioterapia e o treinamento do assoalho pélvico as técnicas mais mencionadas. Não houve grande aprofundamento nas especificidades do climatério. O estudo conclui que a fisioterapia pélvica pode contribuir de modo decisivo no tratamento da incontinência urinária no climatério, sendo necessárias pesquisas de melhor qualidade metodológica para aprofundar os estudos de fisioterapia e direcioná-los às especificidades desse período.


The objetive to describe the contributions of physiotherapy on Urinary Incontinence in climacteric women. Electronic research by the terms menopause, urinary incontinence and physiotherapy and its variants in Portuguese at the electronic databases LILACS, MedLine/PubMed, SciELO and PEdro. The physiotherapy for climacteric women with urinary incontinence contributes to improvements of voiding control and other symptoms, where kinesiotherapy and pelvic floor muscle training were the most common. There was not much specificities of menopause. Pelvic physiotherapy may contribute decisively to the treatment of Urinary Incontinence in menopause women, but studies with better methodological quality are necessary, especially for the specificities of the menopause.


Assuntos
Humanos , Feminino , Incontinência Urinária , Mulheres , Climatério , Diafragma da Pelve , Fisioterapia , Climatério
7.
Fisioter. Bras ; 18(2): f: 189-I: 196, 2017000.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-884406

RESUMO

Introdução: O câncer de colo do útero se apresenta como a segunda neoplasia maligna mais comum entre as mulheres. Seu tratamento consiste principalmente em cirurgias, quimioterapia e radioterapia, o que pode trazer como consequência disfunções no assoalho pélvico. Objetivo: Objetivou-se neste estudo avaliar as disfunções do assoalho pélvico consequente ao tratamento de câncer do colo do útero. Material e métodos: Durante a coleta de dados foram avaliadas 12 mulheres, investigando presença de dispareunia, grau de força da musculatura pélvica, presença de disfunção miccional e existência de estenose vaginal. Resultados: Ao verificar dispareunia, observou-se que 75% das pacientes relataram dor durante a relação sexual. No que diz respeito à força dos músculos do assoalho foi verificado que 41,7% das mulheres apresentavam AFA 2. Quanto à presença de disfunção miccional, nenhuma das pacientes relatou alguma disfunção. Ao verificar presença de estenose vaginal, observou-se uma media de 6,63. Quando comparado o número de sessões de radioterapia com a estenose vaginal, não houve significância estatística devido ao número restrito da amostra. Conclusão: Com o trabalho pode-se concluir que entre as participantes deste estudo, todas apresentaram alguma disfunção do assoalho pélvico após o tratamento de câncer do colo do útero. (AU)


Introduction: The cervical cancer appears as the second most common neoplasm malignancy among women worldwide. Its treatment consists mainly on surgery, chemotherapy and radiotherapy. As a result of this treatment dysfunctions of the pelvic floor muscles can be caused. Objective: The object of this study was to identify the pelvic floor dysfunctions after treatment of cervical cancer. Methods: During data collection twelve women were evaluated and investigated the presence of dyspareunia, the muscular strength of the pelvic floor, urinary symptoms and existence of vaginal stenosis. Results: The dyspareunia was observed and found that 75% of patients reported pain during intercourse. In reference to the muscular strength of the pelvic floor we found that 41.7% of women had AFA2. Nobody reported urinary symptoms. The vaginal stenosis was also observed and the mean was 6.63 cm. When comparing the number of radiotherapy sessions with vaginal stenosis, we did not have statistical significance due to the restricted sample. Conclusion: We concluded that pelvic floor dysfunctions are common after treatment of the cervical cancer. (AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Neoplasias do Colo do Útero , Colo do Útero , Diafragma da Pelve , Saúde Sexual , Incontinência Urinária
8.
Fisioter. Bras ; 17(6): f: 544-I: 550, nov.-dez. 2016.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-883380

RESUMO

Introdução: A disfunção sexual feminina (DSF) é condição prevalente e que impacta negativamente sobre o emocional e a qualidade de vida. Apesar dos apontamentos da relação da DSF com o desgaste emocional por insatisfação sexual (DEIS) e inteligência emocional (EI), a associação entre eles não é clara. Objetivo: Estudar a função sexual feminina e sua associação com DEIS e EI. Métodos: Convite em redes sociais e cartazes para maiores de idade. Avaliação da função sexual com o FSFI, o DEIS com o Female Sexual Distress Scale ­ Revised (FSDSr) e EI com o AES, além de um questionário sociodemográfico; associações pelo Teste-T ou Chi-quadrado. Resultados: Das 39 mulheres sexualmente ativas que responderam aos questionários, 25,6% apresentou DSF, sendo 58,9% no domínio orgasmo, 56,4% nos domínios dor e excitação, 51,3% no satisfação, 43,5% no desejo e 41% no lubrificação. Idade e uso de anticoncepcionais hormonais estiveram associados à DSF. IE esteve inversamente relacionada à DSF, e houve forte associação entre DSF e DEIS. Conclusão: DSF está associada ao DEIS e a menores escores de EI, além de idades mais jovens e o uso de anticoncepcionais hormonais. (AU)


Background: Female sexual dysfunction (FSD) is a prevalent condition and impacts negatively on emotional and quality of life. Despite the suppose relation between FSD sexual distress (SD) and emotional intelligence (EI), the association between them remains unclear. Objective: To study the female sexual function and its association with SD and EI. Methods: Invitation on social networks and posters for assessment of sexual function with the FSFI, SD with Female Sexual Distress Scale ­ Revised (FSDSr) and EI with the AES, and a sociodemographic questionnaire; associations by T-test or Chi-square. Results: Of the 39 sexually active women who answered the questions, 25.6% presented DSF, with 58.9% in the orgasm domain, 56.4% in the domains pain and excitement, 51.3% satisfaction, 43.5% desire and 41% lubrication. Age and use of hormonal contraceptives were associated with DSF. IE was inversely related to the DSF, and there was a strong association between DSF and SD. Conclusion: DSF is associated with the SD and lowest scores of EI, and younger ages and the use of hormonal contraceptives. (AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Adolescente , Sexualidade , Inteligência Emocional , Prevalência , Estresse Psicológico
9.
Fisioter. Bras ; 17(5): f: 442-I: 449, set.-out. 2016.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-882976

RESUMO

Objetivo: Estudar a prevalência de disfunção sexual e fatores de risco associado em universitárias jovens do sul brasileiro. Métodos: A função sexual de estudantes de fisioterapia de três cidades foi avaliada por meio do Female Sexual Function Index (FSFI). A associação entre a disfunção sexual (DS) em cada domínio e variáveis sociodemográficas foi verificada pelo teste qui-quadrado ou Exato de Fisher. Regressões logísticas binárias, bruta e ajustada, examinaram as associações. Resultados: Foram incluídas 244 estudantes, média etária 23 ± 6 anos, heterossexual (93,9%), solteira (68,9%), nuligesta (79,5%), usuária de anticoncepcional hormonal (75%), vivendo com mais três a cinco pessoas (64,6%), renda conjunta de R$ 3.600,00 a R$ 5.500,00 (26,4%), sendo 13,1 mães e 10% gestantes. Média etária dos parceiros 25,9 ± 6 anos, a maioria (58,2%) com nível superior de escolaridade, média etária do relacionamento atual 3,9 ± 3 anos. A prevalência total de DS foi de 25%, mas 90% das não afetadas apresentaram ao menos um domínio do FSFI afetado. Para as 244 voluntárias os domínios mais afetados foram lubrificação (61,7%), dor (58,8%), desejo (57,6%), orgasmo (54,3%), excitação (50,6%) e satisfação (31,7%). União estável, idade do parceiro (p = 0,01) e da mulher (p = 0,00) estiveram associadas à DS. A DS da excitação e lubrificação esteve associada à renda (p = 0,01). DS do orgasmo foi associada à união estável (p = 0,01), idade da mulher (p = 0,03) e do parceiro (p = 0,01) e do relacionamento (p = 0,04) e o uso de anticoncepcionais hormonais (p = 0,04). A DS da satisfação foi associada à união estável (p = 0,00), idade da mulher (p = 0,03), relacionamentos recentes (p = 0,00) e a gestação (p = 0,00). Dor sexual foi associada ao maior número de pessoas vivendo na mesma casa (p = 0,00). Conclusão: A DS feminina é prevalente em jovens universitárias no sul do país, sendo o problema associado ao estado civil, idades mais jovens da mulher e do parceiro, relacionamentos recentes, falta de privacidade, anticoncepcionais hormonais, gestação.(AU)


Purpose: To study the prevalence of sexual dysfunction and associated risk factors in young graduation students in southern Brazil. Methods: The sexual function of physical therapy students from three different cities was evaluated by the Female Sexual Function Index (FSFI). Association between sexual dysfunction (SD) in each domain and sociodemographic data was tested by chi-square test or Fisher's exact. Binary logistic regressions examined the associations. Results: 244 students were included, mean age 23 ± 6 years old, heterosexual (93.9%), single (68.9%), nuligesta (79.5%), users of hormonal contraceptives (75%), living with three to five people (64.6%), income between R$ 3,600.00 to R$ 5,500.00 (26.4%), 13.1% mothers and 10% pregnant. Mean age of partner 25.9 ± 6 years old, mainly (58.2%) with higher level of education. Average age of the current relationship was 3.9 ± 3 years. Total prevalence of SD was 25%, but 90% of unaffected women showed at least one domain of FSFI affected. For 244 volunteers the most affected domains were lubrication (61.7%), pain (58.8%), desire (57.6%), orgasm (54.3%), arousal (50.6%) and satisfaction (31.7%). Stable union, partner's age (p = 0.01) and women (p = 0.00) were associated with DS. The arousal and lubrication SD were associated with income (p = 0.01). Orgasm SD was associated with stable union (p = 0.01), woman's (p = 0.03) and partner's (p = 0.01) age, recent relationship (p = 0.04), use of hormonal contraceptives (p = 0.04). Satisfaction SD was associated with stable union (p = 0.00), woman's age (p = 0.03), recent relationship (p = 0.00) and pregnancy (p = 0.00). Sexual pain was associated with high number of people living in the same household (p = 0.00). Conclusion: SD is prevalent in female graduation students in southern Brazil, and the problem is associated with marital status, young age of woman and partner, recent relationships, lack of privacy, hormonal contraceptives and pregnancy.(AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Adulto , Disfunções Sexuais Fisiológicas , Prevalência , Fatores de Risco , Estudantes
10.
Fisioter. Bras ; 17(1): f: 50-I: 55, jan.-fev. 2016.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-876505

RESUMO

Introdução: Uma das possibilidades de tratamento da incontinência urinária (IU) é a fisioterapia, e a eletroestimulação funcional (EE) é um dos recursos que se destaca após a prostatectomia radical (PR). Objetivo: Avaliar os efeitos da eletroestimulação funcional endo-anal na recuperação funcional da continência urinária de homens submetidos à PR. Material e métodos: Foram utilizados como instrumentos de avaliação o Pad Test, a Avaliação Funcional do Assoalho Pélvico (AFA) e o questionário King's Health Questionnaire (KHQ), aplicados antes e após o protocolo de tratamento com EE, em uma amostra de 3 participantes. Resultados: Nos resultados obtidos houve diminuição de perda urinária e do número de fraldas usadas diariamente, assim como o aumento de força muscular em todos os participantes. No tocante à qualidade de vida, após a aplicação do protocolo de tratamento, houve diferença estatisticamente significativa nos domínios de limitação de atividades diárias e relações pessoais do KHQ; além disso, houve diminuição no número e gravidade dos sintomas miccionais. Conclusão: A EE foi eficaz na diminuição dos sintomas e do volume de perdas urinárias, bem como para o aumento da força muscular do assoalho pélvico, além de melhorar aspectos da qualidade de vida. (AU)


Introduction: One of the possibilities of treatment of urinary incontinence (UI) is physical therapy, and functional electrical stimulation (FES) is a feature that stands out after radical prostatectomy (RP). Objective: To evaluate the effects of functional electrical stimulation endo-anal in the functional recovery of urinary continence of men undergoing RP. Methods: We used as assessment tools the Pad Test, the functional evaluation of the pelvic floor and the questionnaire King's Health Questionnaire (KHQ), applied before and after the treatment protocol with ES, in a sample of 3 participants. Results: The results obtained decreased urinary loss and the number of diapers used daily, as well as increased muscle strength in all participants. Regarding quality of life, after applying the treatment protocol, there was a statistically significant difference in the areas of limitation of daily activities and personal relations; moreover, there was a decrease in the number and severity of urinary symptoms. Conclusion: The effects of FES was effective in reducing the symptoms and the volume of urine loss, as well as increasing muscle strength of the pelvic floor, and improving aspects of quality of life.(AU)


Assuntos
Humanos , Estimulação Elétrica , Prostatectomia , Incontinência Urinária , Humanos , Fisioterapia , Qualidade de Vida
11.
Femina ; 43(6): 257-264, nov.-dez. 2015. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-771224

RESUMO

A Vulvodínia Localizada Provocada (VLP) é um tipo de dor crônica limitante e de interesse clínico, cuja etiologia ainda é obscura e para a qual parece não haver consenso a respeito da terapêutica. O objetivo desta pesquisa foi descrever o papel da fisioterapia pélvica no tratamento da VLP. Para tanto, foi realizada uma Revisão sistemática das bases de dados PubMed, LILACS, PEDro e SciELO a partir das palavras-chave vulvodínia, vestibulodínia e dor vulvar, bem como suas variáveis em inglês, em busca de ensaios clínicos que tratassem de técnicas fisioterapêuticas para esse fim. Foram incluídos ensaios clínicos e estudos observacionais e excluídos os que tratassem de estudos em homens ou cobaias e os que versavam unicamente de tratamento cirúrgico ou medicamentoso. Todos foram analisados e qualificados pelos graus de evidência da Associação Médica Brasileira (AMB). Os resultados mostraram que de um um total de 14 artigos, quatro foram estudos de caso, cinco, ensaios randomizados controlados e os demais, estudos observacionais de coorte, transversais e retrospectivos. Foram descritos tratamentos por eletroestimulação, terapia comportamental e fisioterapia pélvica focada nos exercícios do assoalho pélvico, particularmente de propriocepção e coordenação motora visando à recuperação da capacidade ativa de relaxamento. Houve forte evidência suportando a eficácia da fisioterapia pélvica no alívio do quadro clínico da VLP. Não houve consenso a respeito de qual técnica, dentro do arsenal fisioterapêutico, é a mais eficiente para essas pacientes. Concluiu-se que a fisioterapia pélvica é segura e eficiente no tratamento da VLP e deve encabeçar o algoritmo terapêutico desse tipo de paciente.(AU)


Localized Provoked Vulvodynia (LPV) is a limiting chronic pain of clinical interest, whose etiology is still unclear and for which there is no consensus on the therapy. The aim of this paper was to describe the role of pelvic physiotherapy in the treatment of VLP. It was necessary a systematic review of databases PubMed, LILACS, PEDro and SciELO with the keywords vulvodynia, vestibulodínia and vulvar pain in Portuguese and in English, searching for clinical trials upon the physical therapy techniques for this purpose. It was included clinical trials and excluded those that concerned men or mice or only surgical or drug treatment. All of them were analyzed and qualified by the Associação Médica Brasileira (AMB) evidence scale. The results showed that on a total of 14 articles, four were case reports, five, randomized controlled trials, and the others, retrospective study and cross-sectional study studies. They described electrical stimulation treatments, behavioral therapy and pelvic physical therapy focused on pelvic floor exercises, particularly of proprioception and coordination aimed the recovery of active capacity of relaxation. There was strong evidence supporting the effectiveness of pelvic physiotherapy in relieving the clinical symptoms of LPV. There was no consensus about which technique on the physical therapy arsenal is the most effective. Concludes that pelvic physical therapy is safe and effective in the treatment of LPV, and should be considered as first line therapeutic in the algorithm of this kind of patient.(AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Modalidades de Fisioterapia , Diafragma da Pelve/fisiopatologia , Vulvodinia/terapia , Dor Crônica/terapia , Terapia Comportamental/métodos , Terapia por Estimulação Elétrica/métodos , Bases de Dados Bibliográficas , Terapia por Exercício/métodos , Tratamento por Radiofrequência Pulsada/métodos , Hipertermia Induzida/métodos
12.
Rev. ciênc. méd., (Campinas) ; 24(3): 121-130, 20150000.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-837118

RESUMO

O vaginismo é uma desordem sexual caracterizada por espasmos involuntários persistentes ou recorrentes da musculatura perineal e que interferem na relação sexual, levando ao comprometimento das relações interpessoais e conjugais da mulher. A fisioterapia é um recurso terapêutico recente na área da urologia e ginecologia e ainda são raros os estudos os quais abordam este tratamento para o vaginismo. Por causa disso, objetivou-se pesquisar a importância da fisioterapia pélvica e os recursos utilizados no tratamento de mulheres portadoras de vaginismo. Foi realizada uma revisão bibliográfica, tendo como base de dados Lilacs, PubMed e SciELO e incluindo teses, documentos legais e livros sobre o tema, entre os anos de 2001 e 2014. Quanto ao manejo da problemática, o fisioterapeuta se encontra preparado para abordar e tratar a queixa, pois é envolto de vários recursos e técnicas para compreender e abordar o vaginismo, ressaltando a importância do diagnóstico e de uma avaliação completa. Concluiu-se que a fisioterapia pélvica promove efeito significativo sobre a qualidade de vida e satisfação sexual de mulheres portadoras dessa desordem sexual.


Vaginismus is a sexual disorder characterized by persistent or recurrent involuntary spasms of the perineal muscles that interfere with sexual intercourse, leading to impairment of marital and interpersonal relationships of women. Physical therapy is a new therapeutic approach in the field of urology and gynecology and, as yet, there are relatively few studies addressing the treatment for this sexual dysfunction. As a result, the objective of this study was to discuss about the importance of physical therapy for pelvic floor disorders and also to examine the resources used in the treatment of women with vaginismus. It was held a review of articles in the databases Lilacs, PubMed and SciELO, published between 2001 and 2014; in addition to theses, legal documents and books that address the issue. The results show that concerning the management of this disturbance, the physiotherapist is prepared to address and treat this complaint. It was also found that the practitioner is surrounded by multiple resources and techniques to understand and address the vaginismus, to carry out the diagnosis as well as the assessment process. To sum up, it was concluded that the pelvic-floor physical therapy promotes significant effect on the quality of life and on the sexual satisfaction of women with this dysfunction.


Assuntos
Humanos , Feminino , Reabilitação , Fisioterapia , Vaginismo , Pelve , Biorretroalimentação Psicológica , Modalidades de Fisioterapia
13.
Rev Bras Ginecol Obstet ; 35(10): 469-74, 2013 Oct.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-24337060

RESUMO

PURPOSE: It was to test the validity and reliability of an online version of the Female Sexual Function Index (FSFI). METHODS: An online version of the FSFI was compared to the pen and paper traditional version. Physiotherapy students in three cities were randomly allocated to two groups - G-pp/ol (n=126) and G-ol/pp (n=147). G-pp/ol women replied to th FSFI using the traditional pen and paper method, while G-ol/pp women answered an online version of the same questionnaire. Data were collected ageing after 15 days, when G-pp/ol women answered the online version while G-ol/pp women answered on paper. All data were transferred to SPSS software. Demographic differences between the test two groups were determined by Student's t-test or Fisher exact (95%CI; p>0.05). Association and correlation between the responses of G-pp/ol and G-ol/pp were assessed for each sample by the t-test and Pearson's coefficient. An identical strategy was used for intragroup comparisons. RESULTS: A total of 273 women participated in the study and 28 (10.2%) giving up the second collection. There were no demographic differences between groups. Fifteen of the 19 FSFI questions were associated and correlated between the two groups in both test and the retest. The intragroup analysis revealed that all FSFI questions and scores were associated and weakly correlated for the same group during both test and retest. CONCLUSION: The online version of the FSFI showed acceptable validity and reliability when compared to the paper version, and can justify the choice of this modality, especially in studies involving private questions.


Assuntos
Internet , Sexualidade/fisiologia , Inquéritos e Questionários , Estudos Transversais , Feminino , Humanos , Estudos Longitudinais , Reprodutibilidade dos Testes , Adulto Jovem
14.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 35(10): 469-474, out. 2013. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-696041

RESUMO

OBJETIVO: Foi testar a validade e a confiabilidade de uma versão on-line do Female Sexual Function Index (FSFI). MÉTODOS: Uma versão on-line do FSFI foi comparada à versão tradicional, em papel. Para tanto, estudantes de Fisioterapia de três cidades foram alocadas randomicamente em dois grupos - G-pp/ol (n=126) e G-ol/pp (n=147). As mulheres do G-pp/ol responderam ao FSFI do modo tradicional, em papel e caneta, enquanto o G-ol/pp respondeu a uma versão on-line do mesmo questionário. Após 15 dias de intervalo, houve nova coleta, quando o G-pp/ol respondeu a versão on-line enquanto o G-ol/pp respondeu no papel. Todos os dados foram transportados para o software estatístico SPSS. Diferenças demográficas entre os dois grupos foram reveladas pelo teste t de Student ou pelo teste exato de Fischer (IC95%; p>0,05). A associação e a correlação entre as respostas entre G-pp/ol e G-ol/pp durante cada coleta foram acessadas pelo teste t e o coeficiente de Pearson. Estratégia idêntica foi utilizada para as comparações intragrupo. RESULTADOS: Um total de 273 mulheres participou do estudo e 28 (10,2%) desistiram da segunda coleta. Não houve diferenças demográficas entre os grupos. Houve associação entre 15 das 19 questões do FSFI entre os dois grupos, tanto no teste quanto no reteste. A análise intragrupo revelou que todas as questões e os escores do FSFI estiveram associados, mas fracamente correlacionados para um mesmo grupo durante as duas coletas. CONCLUSÃO: A versão on-line do FSFI apresentou validade e confiabilidade aceitáveis quando comparada à versão em papel, o que pode justificar a opção por essa modalidade, especialmente em estudos envolvendo sexualidade.


PURPOSE: It was to test the validity and reliability of an online version of the Female Sexual Function Index (FSFI). METHODS: An online version of the FSFI was compared to the pen and paper traditional version. Physiotherapy students in three cities were randomly allocated to two groups - G-pp/ol (n=126) and G-ol/pp (n=147). G-pp/ol women replied to th FSFI using the traditional pen and paper method, while G-ol/pp women answered an online version of the same questionnaire. Data were collected ageing after 15 days, when G-pp/ol women answered the online version while G-ol/pp women answered on paper. All data were transferred to SPSS software. Demographic differences between the test two groups were determined by Student's t-test or Fisher exact (95%CI; p>0.05). Association and correlation between the responses of G-pp/ol and G-ol/pp were assessed for each sample by the t-test and Pearson's coefficient. An identical strategy was used for intragroup comparisons. RESULTS: A total of 273 women participated in the study and 28 (10.2%) giving up the second collection. There were no demographic differences between groups. Fifteen of the 19 FSFI questions were associated and correlated between the two groups in both test and the retest. The intragroup analysis revealed that all FSFI questions and scores were associated and weakly correlated for the same group during both test and retest. CONCLUSION: The online version of the FSFI showed acceptable validity and reliability when compared to the paper version, and can justify the choice of this modality, especially in studies involving private questions.


Assuntos
Feminino , Humanos , Adulto Jovem , Internet , Inquéritos e Questionários , Sexualidade/fisiologia , Estudos Transversais , Estudos Longitudinais , Reprodutibilidade dos Testes
15.
Fisioter. Bras ; 13(6): 458-462, Nov.-Dez. 2012.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-766792

RESUMO

A disfunção sexual é queixa comum entre boaparte das mulheres, e influencia negativamente na qualidade devida da mulher e na do casal. O fisioterapeuta desempenha papelfundamental no tratamento deste tipo de disfunção, para o qual sefaz necessário o perfeito entendimento das condições em questão.Métodos: Objetivando analisar as mudanças sexuais durante ostrimestres gestacionais, 156 gestantes acompanhadas pelo serviçopúblico de saúde responderam um questionário específico duranteseis meses de coleta. Resultados: O período gestacional esteveassociado a variações no desejo sexual (32%), excitação (30%) esatisfação (25%). Houve diferença significativa na variação (p <0,001) entre os trimestres. 5,4% das participantes jamais tiveraorgasmo, e a idade do primeiro orgasmo foi de 18,52 anos (DP ±3,37). Dispareunia esteve presente antes da gestação e durante ostrês trimestres, de maneira crescente. Conclusão: A função sexual dagestante diminui progressivamente conforme o avanço da gestação.Por se tratarem de domínios relacionados diretamente à função doassoalho pélvico, o fisioterapeuta pode ter papel determinante naminimização dos sintomas...


Sexual dysfunction is a common complaint amongmost women, and negatively influences her quality of life and thecouple’s. The physical therapist plays a key role in treating this typeof dysfunction, for which perfect understanding of that conditionis needed. Methods: Aiming to analyze the sexual changes duringthe gestational period, 156 pregnant women assisted by publichealth system answered a questionnaire during six months of datacollection. Results: Gestational was associated with changes insexual desire (32%), arousal (30%) and satisfaction (25%). Therewas significant difference in the variation (p < 0.001) between theperiods. 5.4% had never had an orgasm; first orgasm age was 18.52years (SD ± 3.37). Dyspareunia was present before pregnancy andincreasing during the three periods. Conclusion: During gestation,the sexual function of pregnant women decreases progressively withtime. Since they are directly related to the pelvic floor function, thephysical therapist plays an important role in reducing symptoms...


Assuntos
Humanos , Disfunções Sexuais Fisiológicas , Fisioterapia , Gravidez
16.
Fisioter. Bras ; 12(6): 463-466, Nov.-Dez.2011.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-785446

RESUMO

Apesar de a cinesioterapia para o assoalho pélvico fazer parte dopadrão áureo para o tratamento das disfunções do assoalho pélvico,um terço das mulheres apresenta dificuldade de identificação daquelamusculatura o que tolhe o início do tratamento. A ginásticahipopressiva é técnica recente que promete contração reflexa damusculatura do assoalho pélvico, mas é parca a evidência a este respeito.Métodos: Organização da evidência, especialmente por examesde imagem e eletromiografia, publicada até o momento. Resultados:A ginástica hipopressiva provoca momento cranial das vísceras, oque pode ser observado por ultrassonografia, ressonância magnéticae observação direta via espéculo. A eletromiografia durante a manobrasugere ativação reflexa da musculatura do assoalho pélvico.Conclusão: A ginástica hipopressiva age no assoalho pélvico, e podeser utilizada como técnica adjuvante para o despertar proprioceptivoda musculatura local...


Although pelvic floor kinesiotherapy is, today, part of the goldstandard for the treatment of pelvic floor dysfunction, one-thirdof women have local proprioceptive difficulty, what hinders theinitiation of treatment. The hipopressive gymnastic is a new techniquethat promises reflex contraction of the pelvic floor muscles,but the evidence is sparse. Methods: Organizing the evidence, especiallyfor imaging and electromyography, published so far. Results:Hipopressive gymnastics causes cranial momentum of the pelvicorgans, which can be seen by ultrasound, magnetic resonance anddirect observation by speculum. Electromyography suggests reflexactivation of the pelvic floor muscles. Conclusion: Hipopressivegymnastics acts on the pelvic floor, and can be used as an adjuvanttechnique for the proprioceptive awakening of pelvic floor muscle...


Assuntos
Humanos , Diafragma da Pelve , Fisioterapia , Propriocepção
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