Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 3 de 3
Filtrar
Mais filtros










Intervalo de ano de publicação
1.
Rev Paul Pediatr ; 35(2): 136-143, 2017.
Artigo em Português, Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28977331

RESUMO

OBJECTIVE: To analyze the influence of the Kangaroo Position duration in the initial interactions between mothers and preterm infants. METHODS: This is an exploratory prospective observational study that analyzed the mother-infant interaction during breastfeeding, before hospital discharge. All eligible newborns, with a gestational age of 28-32 weeks and a birth weight of 1,000-1,800 g from June 11 to September 31, 2014 were included. The films of the interaction were evaluated by the "Mother-Baby Interaction Protocol 0-6 months" tool. The duration of the Kangaroo Position during all the hospitalization period was correlated with the interaction between mother and preterm infant. RESULTS: The longer the dyad spent time in the Kangaroo Position, the more the newborns made physical contact attempts with their mothers during breastfeeding (r=0.37; p=0.03); and the longer the time in the Kangaroo Position, the less the mothers talked to their children (r=-0.47; p=0.006). CONCLUSIONS: Longer periods in the Kangaroo Position stimulates the initial exchanges of contact between preterm infant with his mother, which suggests a higher alert status of the newborn and a better availability for interactions with the mother during breastfeeding.


Assuntos
Método Canguru/estatística & dados numéricos , Relações Mãe-Filho , Feminino , Humanos , Recém-Nascido , Recém-Nascido Prematuro , Masculino , Estudos Prospectivos , Fatores de Tempo , Adulto Jovem
2.
Rev. paul. pediatr ; 35(2): 136-143, abr.-jun. 2017. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-902826

RESUMO

RESUMO Objetivo: Analisar a influência da duração da Posição Canguru nas interações iniciais da díade mãe-filho pré-termo. Métodos: Trata-se de um estudo observacional, prospectivo exploratório, que analisou, por meio de filmagens, a interação mãe-filho, durante a amamentação, previamente à alta hospitalar, utilizando o "Protocolo de Interação Mãe-Bebê 0 a 6 meses". Foi correlacionado o tempo da Posição Canguru durante toda a internação hospitalar e a interação mãe-filho pré-termo. Todos os recém-nascidos elegíveis (idade gestacional entre 28 e 32 semanas e peso ao nascimento entre 1000 e 1800 g) foram incluídos no período de 11 de junho a 31 de setembro de 2014. Resultados: Quanto maior o tempo em Posição Canguru, mais os recém-nascidos realizaram tentativas de contato físico com as mães durante a amamentação (r=0,37; p=0,03); e quanto maior o tempo na Posição Canguru, menos as mães conversaram com os filhos (r=-0,47; p=0,006). Conclusões: Os dados apontam que o maior tempo de Posição Canguru favorece as trocas iniciais de contato entre o filho pré-termo e a mãe, o que sugere maior estado de alerta e melhor disponibilidade do recém-nascido para interações com a mãe durante a amamentação.


ABSTRACT Objective: To analyze the influence of the Kangaroo Position duration in the initial interactions between mothers and preterm infants. Methods: This is an exploratory prospective observational study that analyzed the mother-infant interaction during breastfeeding, before hospital discharge. All eligible newborns, with a gestational age of 28-32 weeks and a birth weight of 1,000-1,800 g from June 11 to September 31, 2014 were included. The films of the interaction were evaluated by the "Mother-Baby Interaction Protocol 0-6 months" tool. The duration of the Kangaroo Position during all the hospitalization period was correlated with the interaction between mother and preterm infant. Results: The longer the dyad spent time in the Kangaroo Position, the more the newborns made physical contact attempts with their mothers during breastfeeding (r=0.37; p=0.03); and the longer the time in the Kangaroo Position, the less the mothers talked to their children (r=-0.47; p=0.006). Conclusions: Longer periods in the Kangaroo Position stimulates the initial exchanges of contact between preterm infant with his mother, which suggests a higher alert status of the newborn and a better availability for interactions with the mother during breastfeeding.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Recém-Nascido , Adulto Jovem , Método Canguru/estatística & dados numéricos , Relações Mãe-Filho , Fatores de Tempo , Recém-Nascido Prematuro , Estudos Prospectivos
3.
Rev. CEFAC ; 17(supl.1): 96-106, 3/2015. tab, graf
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: lil-741994

RESUMO

OBJETIVO: explicitar as práticas de biossegurança adotadas por fonoaudiólogos atuantes na área de Audiologia e relacioná-las com a educação continuada e o tempo de formação dos profissionais. MÉTODOS: participaram deste estudo 70 fonoaudiólogos atuantes na área de Audiologia, nos municípios de Belo Horizonte e Contagem. Foi aplicado um questionário sobre biossegurança em Audiologia, com base na Norma Regulamentadora 32, composto por 27 perguntas fechadas, abordando os aspectos de higienização das mãos, equipamentos de proteção individual e organização e higienização dos artigos e do ambiente. RESULTADOS: a maioria dos fonoaudiólogos relatou que adota as seguintes medidas de biossegurança: higienização das mãos antes dos atendimentos (71%), uso de jaleco com mangas longas (74%) e abotoado (91%), cabelos presos (79%), unhas limpas e cortadas (91%), separação e desinfecção dos artigos usados (83%) e organização do ambiente (97%). No entanto somente 40% dos profissionais referiram higienizar as mãos entre os atendimentos e 9% referiram o uso de luvas na realização da meatoscopia. Observou-se que a destinação dos artigos para desinfecção é uma prática mais rotineira para profissionais com especialização (p< 0,05). Os profissionais com maior tempo de formação aderiram melhor à prática de higienização das mãos. CONCLUSÃO: higienizar as mãos antes dos atendimentos, vestir-se corretamente, destinar os artigos para desinfecção e organizar o ambiente de trabalho são práticas de biossegurança adotadas pela maioria dos fonoaudiólogos. Fatores como tempo de formação e educação continuada influenciam de maneira positiva na adoção de corretas medidas de biossegurança. .


PURPOSE: to know the practices of biosecurity practices adopted by Speech Therapists working in Audiology and relate these practices with continuing education and professionals' time of graduation. METHODS: 70 speech therapists working in Audiology in the cities of Belo Horizonte and Contagem participated in this study. It was administered a questionnaire on Biosafety in Audiology, based on Regulatory Norm 32, comprising 27 closed questions, covering aspects of hand hygiene, personal protective equipment, organization and cleanliness of working items and the environment. RESULTS: most of the speech therapists interviewed reported adopting the following biosafety precautions: hand hygiene before attendance (71%), use of lab coats with long sleeves (74%) and buttoned (91%), hair tied (79%), cleaned and cut nails (91%), separation and disinfection of used items (83%), organization of the environment (97%). However, only 40% of them reported washing their hands between patients' appointments and 9% reported to wear gloves when carrying out meatoscopy. It was observed that the allocation of items for disinfection is a routine practice for most professionals with expertise (p <0.05). Professionals with longer time of graduation adhered better to the hand hygiene practice. CONCLUSION: washing hands before the attendance, dressing properly, allocating the items intended for disinfection and organizing the workplace are biosecurity practices adopted by most of speech therapists. Some factors such as time of graduation and continuous education positively influence the adoption of correct precautions on Biosafety. .

SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA
...