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Intervalo de ano de publicação
1.
Fortaleza; s.n; 2016. 56 p.
Tese em Português | LILACS | ID: biblio-971980

RESUMO

O corpo porosoproduz-se numa experimentação que se faz na imanência. Ele não pode ser considerado propriamente um conceito, muito menos um objeto, mas um agenciamento em curso numa travessia singular. Traçar as linhas e marcar os planos que o compõem são objetivos desta cartografia, que acompanha, ora movimentos de desterritorialização, ora de reterritorialização, deslizando e saltando entre estratos, percorrendo o interstício da vida. Esses deslocamentos dão-se entre os planos da literatura, da saúde, da filosofia e da educação, seguindo linhas ora segmentares, molares, ora linhas flexíveis, moleculares, impulsionando passagens, fluxos, escoamentos, fugas, vazamentos através do poro, conceito que permeia e fenestra todo o texto. A personagem clariceana G.H., uma médica intensivista, T.K., e uma paliativista, E.L., atravessam e são atravessadas por essas linhas, constituindo-se personagens conceituais e figuras estéticas, que se movimentam no plano de imanência, mas também em plano de composição. A educação é o plano sobre o qual conectam-se agenciamentos –cujos elementos envolvem instituições de ensino superior, unidades de terapia intensiva, hospitais –em linhas segmentares –biomedicina, humanização em saúde –e linhas molares –movimento estudantil, tamborete de bioética, liga de saúde da família, literatura. Nesse plano, a Educação Médica estratifica-se em organismo e rosto (eixos de subjetivação e de significação) a que se articula um corpo sem órgãos (poroso) e movimentos de borramento do rosto para constituir cabeças, zonas de indiscernibilidade. As personagens, correndo todos os perigos, atravessam desertos, cruzam limiares de intensidade, margeiam linhas de mistério e fogo e entram em devires numa tentativa de resistência às forças predominantes, de recusa à subjetividade capitalística, de afirmação de modos de vida outros, com implicações éticas, políticas, estéticas, epistêmicas, técnicas.


The porous bodyis produced in an immanent experimentation. It cannot be considered a concept, nor can it be conceived as an object, but an on going assemblage in a singular course. Drawing the lines and delineating the planes of it are the objectives of this cartography, which follows territorialization and deterritorialization movements, slides and jumps in between the strata, scrutinizing the interstice of life. These displacements take place amongst the plans of literature, health care, philosophy and education, following segmentary lines and molar threads, flexible lines and molecular threads, promoting transitions, fluxes, leakages, flights through the pore–concept which permeates and fenestrates the whole text. The claricean character G.H., an intensivist practitioner, T.K., and a palliative care physician, E.L., cross and are crossed by those lines, becoming conceptual characters and move through and onto the immanence plan,but also onto the composition plan. Education is the plane on which assemblages connect –its elements include colleges, hospitals, intensive care units –throughout segmentary lines –biomedicine, helth care humanization –and molecular lines –studentmovement, bioethics tabouret, family care league, literature. On this plane, medical education stratificates in organism and face (sigficance and subjective axes) with which articulate a body without organs (porous body) and face blurring movements in order to produce heads and zones of indiscernibility. The characters, taking all the risks, cross deserts and intensity thresholds, follow lines of mistery and fire, and start new 'becomings' in an attempt to offer resistence to major forces, to refuse the capitalistic subjectivity, to affirm other ways of life, with ethical, political, esthetical, episthemical and tecnical implications.


Assuntos
Humanos , Educação Médica , Mapeamento Geográfico , Literatura , Arte
2.
Saúde Soc ; 21(supl.1): 80-93, maio 2012.
Artigo em Português | LILACS-Express | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-65319

RESUMO

Fruto da experiência de duas universidades públicas e uma privada, o Projeto de Extensão Liga Saúde da Família (LSF) constitui-se numa estratégia de gestão participativa no campo da formação de profissionais da área da saúde, com base nos conceitos de educação permanente em saúde, educação popular em saúde, equipe multiprofissional e interdisciplinar, atenção primária à saúde, promoção da saúde, estratégia saúde da família, metodologias participativas de pesquisa e atuação inserida no território vivo. Este relato apresenta a experiência da integração ensino-serviço-comunidade por meio do Projeto de Extensão Liga Saúde da Família, no contexto do Sistema Municipal de Saúde Escola (SMSE), em Fortaleza-Ceará, que dialoga com a gestão participativa no Sistema Único de Saúde (SUS). Esta proposta do LSF foi implantada no SMSE a partir de uma ação apoiada pelo sistema de saúde de Fortaleza que visa potencializar os espaços de co-gestão docente-assistencial, por meio da proposta do método da roda e da tenda invertida. O protagonismo dos integrantes e da comunidade na construção das atividades do projeto e a ampliação do olhar crítico sobre a realidade social e do trabalho em saúde estão entre os maiores avanços surgidos dessa experiência. Esse projeto permitiu a integração ensino - serviço - comunidade, atendendo a uma perspectiva de gestão participativa e dialógica.(AU)


Assuntos
Participação da Comunidade , Sistema Único de Saúde , Política Pública , Gestão em Saúde , Atenção Primária à Saúde , Promoção da Saúde , Ensino , Educação , Brasil
3.
Saúde Soc ; 21(supl.1): 80-93, maio 2012.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-640918

RESUMO

Fruto da experiência de duas universidades públicas e uma privada, o Projeto de Extensão Liga Saúde da Família (LSF) constitui-se numa estratégia de gestão participativa no campo da formação de profissionais da área da saúde, com base nos conceitos de educação permanente em saúde, educação popular em saúde, equipe multiprofissional e interdisciplinar, atenção primária à saúde, promoção da saúde, estratégia saúde da família, metodologias participativas de pesquisa e atuação inserida no território vivo. Este relato apresenta a experiência da integração ensino-serviço-comunidade por meio do Projeto de Extensão Liga Saúde da Família, no contexto do Sistema Municipal de Saúde Escola (SMSE), em Fortaleza-Ceará, que dialoga com a gestão participativa no Sistema Único de Saúde (SUS). Esta proposta do LSF foi implantada no SMSE a partir de uma ação apoiada pelo sistema de saúde de Fortaleza que visa potencializar os espaços de co-gestão docente-assistencial, por meio da proposta do método da roda e da tenda invertida. O protagonismo dos integrantes e da comunidade na construção das atividades do projeto e a ampliação do olhar crítico sobre a realidade social e do trabalho em saúde estão entre os maiores avanços surgidos dessa experiência. Esse projeto permitiu a integração ensino - serviço - comunidade, atendendo a uma perspectiva de gestão participativa e dialógica.


Assuntos
Gestão em Saúde , Política Pública , Participação da Comunidade , Sistema Único de Saúde , Brasil , Educação , Promoção da Saúde , Atenção Primária à Saúde , Ensino
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