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1.
Pesqui. vet. bras ; 35(9): 795-800, Sept. 2015. graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-767738

RESUMO

A indoleamina 2,3-dioxigenase (IDO) é uma enzima responsável por catabolizar o aminoácido triptofano. Sua presença no ambiente uterino placentário está relacionada à tolerância imunológica ao semi-aloenxerto, pois impede a proliferação de células imunológicas maternas, seja pela falta do aminoácido, ou pela ação de alguns catabólitos oriundos da quebra do triptofano, como o ácido quinolínico, que é tóxico principalmente para os linfócitos T. Pouco se conhece sob a influência de substâncias (hormônios e citocinas) presentes na interface materno fetal e a expressão dessa enzima. Por esta razão, formulou-se a hipótese de que hormônios e interleucinas presentes na região uteroplacentária poderiam exercer algum efeito na expressão da IDO. Células oriundas da interface materno fetal de ratas Wistar foram mantidas em cultivo, onde receberam suplementação com estradiol e interferon-γ. A expressão da enzima foi avaliada pela técnica de citometria de fluxo nos períodos de 4, 24 e 48 horas e confirmação da presença proteica por imuno-histoquímica. Os resultados mostraram um aumento na expressão de IDO após a adição de estrógeno (9,03±0,81/11,25±0,25) e interferon-γ (9,03±0,81/20,43±0,60). O efeito do interferon-γ já era esperado como relatado na literatura, contudo, a elevação da expressão da IDO pela adição do estrógeno constitui nova informação sobre possíveis mecanismos envolvidos na ativação da enzima. O melhor esclarecimento desses achados poderia contribuir para uma melhor compreensão da participação dessa enzima na tolerância materno-fetal e para uma futura modulação terapêutica da mesma...


The indoleamine 2,3-dioxygenase (IDO) is an enzyme responsible for catabolizing the tryptophan. Its presence in the placental uterine environment is related to immunological tolerance to the semi-allograft because it prevents proliferation of maternal immune cells, either by the lack of this amino acid or by the action of its catabolites, such as the quinolinic acid, which is particularly toxic for T lymphocytes. Little is known regarding the influence of hormones and cytokines on the expression of IDO in the maternal fetal interface. Therefore, the hypothesis that some hormones and interleukins present in uteroplacental region could have an effect on the expression of IDO on cultured cells was tested. Cells derived from the fetal maternal interface from Wistar rats were kept in culture and supplemented with estradiol and interferon-γ. Expression of the enzyme was assessed by flow cytometry at periods of 4, 24 and 48 hours and confirmation of the presence of protein by immunohistochemistry. The results showed an increasing of IDO expression after the addition of estrogen (9.03±0.81 to 11.25±0.25) and interferon-γ (9.03±0.81 to 20.43±0.60). The effect of interferon-γ was expected as reported in the literature, however, elevated IDO expression by estrogen represents new information on possible mechanisms involved in the enzyme activation. These findings could provide a better understanding of IDO contribution on maternal-fetal tolerance and may collaborate to future therapeutic modulation of this enzyme...


Assuntos
Animais , Feminino , Gravidez , Cobaias , Estrogênios , Interferon gama , Ratos Wistar/embriologia , Citometria de Fluxo/veterinária , Ensaios Enzimáticos Clínicos/veterinária , Imuno-Histoquímica/veterinária , Placenta
2.
Bepa - Boletim Epidemiológico Paulista ; 9(97): 5-25, janeiro 2012. tab, graf
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CVEPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: ses-36271

RESUMO

As meningites têm distribuição mundial e sua epidemiologia depende de fatores como: agente etiológico, aglomerados populacionais e faixa etária acometida. Realizou-se a avaliação do Sistema de Vigilância das Meningites no município de São Paulo nos anos de 2006 e 2008, com ênfase para a doença meningocócica preconizando a notificação e a investigação. A metodologia seguiu as recomendações do Updated Guidelines for Evaluating Public Health Surveillance Systems Recommendations from the Guidelines Working Group/CCD e do roteiro para avaliação da Qualidade da Base de Dados do SINAN. Para a descrição da vigilância das meningites foram entrevistados técnicos responsáveis pela Vigilância das Meningites: do Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof Alexandre Vranjac”, das supervisões de vigilância em saúde/SUVIS/SMS/SP e dos núcleos de epidemiologia hospitalar. Os dados secundários foram obtidos a partir do SINAN com seleção de pacientes residentes e atendidos no município de São Paulo em 2006 e 2008, segundo a data de início dos sintomas. O presente estudo mostrou que os núcleos de vigilância epidemiológica hospitalar são úteis para desencadear as medidas de prevenção e controle e que o SINAN é uma ferramenta importante na geração de informações. No entanto, faz-se necessário reconhecer suas limitações e aperfeiçoar esse instrumento. No município de São Paulo a vigilância das meningites mostrou-se complexa, aceita pelos técnicos, oportuna em relação à investigação, inoportuna quanto a quimioprofilaxia e útil diante os objetivos do sistema...(AU)


Assuntos
Humanos , Meningite , Serviços de Vigilância Epidemiológica
3.
BEPA - Boletim Epidemiológico Paulista ; 9(97): 5-25, jan. 2012. tab, graf, ilus
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES, SESSP-CVEPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: ses-28015

RESUMO

As meningites têm distribuição mundial e sua epidemiologia depende de fatorescomo: agente etiológico, aglomerados populacionais e faixa etária acometida.Realizou-se a avaliação do Sistema de Vigilância das Meningites no municípiode São Paulo nos anos de 2006 e 2008, com ênfase para a doença meningocócica, preconizando a notificação e a investigação. A metodologia seguiu as recomendações do Updated Guidelines for Evaluating Public Health Surveillance Systems Recommendations from the Guidelines Working Group/CCD e do roteiro para avaliação da Qualidade da Base de Dados do SINAN. Para a descrição da vigilância das meningites foram entrevistados técnicos responsáveis pela Vigilância das Meningites: do Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof Alexandre Vranjac”, das supervisões de vigilância em saúde/SUVIS/SMS/SP e dos núcleos de epidemiologia hospitalar. Os dadossecundários foram obtidos a partir do SINAN com seleção de pacientesresidentes e atendidos no município de São Paulo em 2006 e 2008, segundo adata de início dos sintomas. O presente estudo mostrou que os núcleos devigilância epidemiológica hospitalar são úteis para desencadear as medidas deprevenção e controle e que o SINAN é uma ferramenta importante na geraçãode informações. No entanto, faz-se necessário reconhecer suas limitações eaperfeiçoar esse instrumento. No município de São Paulo a vigilância dasmeningites mostrou-se complexa, aceita pelos técnicos, oportuna em relação àinvestigação, inoportuna quanto a quimioprofilaxia e útil diante os objetivosdo sistema(AU)


Assuntos
Monitoramento Epidemiológico , Meningites Bacterianas , Infecções Meningocócicas
4.
BEPA - Boletim Epidemiológico Paulista ; 7(84): 12-17, dez. 2010. ilus
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES, SESSP-CVEPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: ses-27970
5.
Pediatria (Säo Paulo) ; 31(4): 297-302, out.-dez. 2009. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-550389

RESUMO

Os autores apresentam 5 casos com eritema pérnio da população de 5079 pacientes acompanhados na Unidade de Reumatologia Pediátrica doInstituto da Criança por um período consecutivo de 25 anos. Destes, 4 eram primários e um secundário ao lúpus eritematoso sistêmico juvenil. Todos apresentaram lesões cutâneas com acometimento de extremidades associadas às baixas temperaturas ambientais. O tratamento principal foi orientação de aquecimento das extremidades, utilização de luvas e meias e uso de nifedipina nos casos refratários.


The authors show 5 cases with chilblains from the populations of 5079 patients followed in the Pediatric Rheumatology Unity of the Instituto da Criança for a consecutive a period of 25 years. From these, 4 were primary and one was secondary to juvenile systemic lupus erytematosus. All of them had cutaneous lesions with involvement of extremities, associated at low environmental temperature. The main treatment was the orientation with warming of the extremities, utilization of gloves and socks, and nifedipine in the refractory cases...


Assuntos
Humanos , Feminino , Criança , Adolescente , Temperatura Corporal , Temperatura Baixa , Lúpus Eritematoso Sistêmico , Pérnio/diagnóstico
7.
Rev. bras. reumatol ; 47(6): 418-423, nov.-dez. 2007. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-474577

RESUMO

INTRODUÇÃO: Sintomas musculoesqueléticos podem representar a primeira manifestação de imunodeficiências humorais primárias. A freqüência de deficiência seletiva de IgA em pacientes com artrite idiopática juvenil (AIJ símile) e lúpus eritematoso sistêmico juvenil (LESJ) é de 2 por cento a 4 por cento e de 1 por cento a 4 por cento, respectivamente. OBJETIVO: Descrever pacientes que apresentaram artrite como primeiro sinal de uma imunodeficiência humoral primária e determinar a prevalência de deficiência seletiva de IgA em pacientes com diagnóstico de AIJ e LESJ. PACIENTES E MÉTODOS: Entre janeiro de 1983 e dezembro de 2006, 4.876 pacientes foram acompanhados na Unidade de Reumatologia Pediátrica. Uma avaliação retrospectiva foi realizada em pacientes que apresentaram artrite como primeira manifestação de imunodeficiência. As imunodeficiências humorais foram classificadas em: deficiência seletiva de IgA, hipogamaglobulinemia e deficiência de subclasses de IgG. RESULTADOS: Onze (0,2 por cento) pacientes apresentaram imunodeficiências humorais: deficiência seletiva de IgA ocorreu em oito, imunodeficiência comum variável em dois e deficiência de subclasses de IgG em um. Cinco dos 11 pacientes apresentaram artrite aguda e seis apresentaram artrite crônica não-erosiva (AIJ símile). Dosagem de imunoglobulinas foi realizada em 70 dos 253 pacientes com AIJ e deficiência seletiva de IgA (IgA sérica < 7 mg/dL) foi detectada em 6 (8,5 por cento) - AIJ símile. Dos 45 pacientes com LESJ, com dosagem de IgA realizada, 3 (6,6 por cento) apresentaram deficiência seletiva de IgA. CONCLUSÃO: O presente estudo descreveu baixa prevalência de imunodeficiências humorais primárias em pacientes com doenças reumatológicas. Entretanto, a associação entre doenças auto-imunes e imunodeficiências sugere semelhanças em sua etiopatogenia e deve incentivar estudos prospectivos para investigação desta hipótese.


INTRODUCTION: Rheumatologic findings may be the first manifestation of primary humoral immunodeficiencies. The frequency of selective IgA deficiency in patients with juvenile idiopathic arthritis (JIA like) and juvenile systemic lupus erithematosus (JSLE) is 2 percent to 4 percent and 1 percent to 4 percent, respectively. OBJECTIVE: To describe patients with primary humoral immunodeficiencies associated with arthritis and to determine the prevalence of selective IgA deficiency within JIA and JSLE patients. PATIENTS AND METHODS: From January 1983 to December 2006, 4.876 patients were followed at the Pediatric Rheumatology Unit. A retrospective evaluation was performed in patients that presented arthritis as the first clinical manifestation of immunodeficiency. The humoral immunodeficiencies were classified into selective IgA deficiency, hypogammaglobulinemia and IgG subclass deficiency. RESULTS: Eleven patients (0.2 percent) had primary immunodeficiency: selective IgA deficiency occurred in 8, common variable immunodeficiency in two, and IgG subclass deficiency in one. Five of the 11 patients had an acute arthritis and six patients a chronic nonerosive arthritis (JIA-like). From the 253 JIA patients evaluated, 70 had IgA level evaluation done and 6 (8.5 percent) presented complete IgA deficiency (serum IgA < 7 mg/dl) (JIA-like). From the 45 JSLE patients with IgA levels evaluated, 3 (6.6 percent) had selective IgA deficiency diagnosis. CONCLUSION: The present study showed a low prevalence of humoral immunodeficiency in patients with rheumatic diseases. However, this association suggests that similar defects in immune response could be related to both diseases and that prospective studies are needed to elucidate this hypothesis.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Artrite , Artrite Juvenil , Doenças Autoimunes , Lúpus Eritematoso Sistêmico
8.
São Paulo; s.n; 2005. [149] p. ilus, tab.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-424910

RESUMO

Para verificar a expressão das proteínas Fas e Bcl-2 em linfócitos e suas correlações com a atividade da doença foram avaliados 38 pacientes com lúpus eritematoso sistêmico de início na infância e 25 controles sem doença autoimune. Observou-se que as porcentagens de linfócitos T CD3+ e CD8+ e linfócitos B que expressavam a proteína Fas e a intensidade média de fluorescência da proteína Bcl-2 nos linfócitos T CD3+, CD4+ e CD8+ dos pacientes com lúpus foram significativamente maiores quando comparadas aos controles. Os pacientes com doença ativa apresentavam porcentagens de linfócitos B que expressavam a proteína Fas significativamente maiores que os pacientes com doença inativa e os controles e houve correlação direta entre estas porcentagens e o SLEDAI (p=0.02, r=0.38) / In order to verify the expression of Fas and Bcl-2 proteins on lymphocytes and their relationship with disease activity 38 patients with juvenile-onset systemic lupus erythematosus and 25 healthy controls were studied. The measurements showed that percentages of lymphocytes T CD3+ and CD8+ and B lymphocytes positively stained for Fas antigen and mean fluorescence intensity of Bcl-2 on CD3+, CD4+ and CD8+ T cells from lupus patients were significantly increased compared to healthy controls. Lupus patients with active disease presented percentages of lymphocytes B positive for Fas antigen significantly higher compared to patients with inactive disease and healthy controls and there was a statistically significant direct correlation between these percentages and SLEDAI score (p=0.02, r=0.38)...


Assuntos
Criança , Adolescente , Masculino , Feminino , Humanos , Apoptose , /imunologia , Lúpus Eritematoso Sistêmico/fisiopatologia , Adolescente , Autoimunidade , Criança , Citometria de Fluxo , Índice de Gravidade de Doença
9.
Pediatria (Säo Paulo) ; 26(3): 137-139, 2004.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-400881

RESUMO

A osteoporose progressivamente passou a constituir tema de interesse pediátrico. De um lado, foi reconhecido que a densidade mineral óssea (DMO) de indivíduos adultos e idosos depende do pico de massa óssea adquirido até o final da segunda década de vida.Sob este ângulo, o pediatra tem, portanto, a responsabilidade de garantiras condições necessárias para que as crianças e adolescentes desenvolvam a melhor qualidade/quantidade de massa óssea...


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Lactente , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Densitometria , Osteoporose/diagnóstico , Carbonato de Cálcio/uso terapêutico , Osteoporose/etiologia , Osteoporose/prevenção & controle , Fatores de Risco , Vitamina D/uso terapêutico
10.
Indian Pediatr ; 40(8): 786-8, 2003 Aug.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-12951384

RESUMO

Fibrodysplasia ossificans progressiva (FOP) is a rare deforming disease, affecting the skeleton and is associated with progressive endochondral ossification of the striated muscles. Swelling of the soft parts is rare and can be the initial manifestation. We report three patients where initial swelling preceded the ossification.


Assuntos
Miosite Ossificante , Criança , Pré-Escolar , Feminino , Humanos , Masculino , Miosite Ossificante/diagnóstico , Miosite Ossificante/patologia
11.
Rev. bras. reumatol ; 43(2): 123-128, mar.-abr. 2003. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-386655

RESUMO

Fibrodisplasia ossificante progressiva (FOP) é uma doença do tecido conectivo associada com ossificação endocondral, levando à imobilização permanente. Os autores descrevem as manifestações clínicas, alterações laboratoriais, achados radiológicos e terapêuticas utilizadas em três crianças com diagnóstico de FOP. O diagnóstico de FOP foi estabelecido quando o paciente apresentava malformações congênitas (hipoplasia de háluces e polegares e hálux valgus) associadas à ossificação de músculos estriados. Dois pacientes foram submetidos a biópsia cutânea e muscular. A idade do início da doença variou de 6 meses a 11 anos (mediana = 2 anos); dois pacientes eram do sexo feminino. Edema inicial ocorreu em todos os pacientes e precedeu as assificações em todos os casos. Uma paciente evoluiu para imobilização permanente, após trauma (necessitando de cadeira de rodas). Não foram observadas alterações laboratoriais nos três pacientes. Um paciente apresentou doença pulmonar restritiva e dois casos evoluíram com litíase renal. As biópsias cutâneas e muscular realizadas em dois casos mostraram fibromatose, e cursaram com ossificação no local da incisão cirúrgica. Apesar da terapêutica instituída (colchicina, EDTA, alendronato e/ou metrotrexato), todos os pacientes evoluíram com novas ossificações. Edema pode ser uma manifestação inicial de FOP. O diagnóstico é clínico e radiológico, devendo-se evitar traumas e biópsias para prevenir novas ossificações. Nenhum medicamento foi eficaz nesses pacientes


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Lactente , Pré-Escolar , Criança , Miosite Ossificante
12.
Rev. bras. reumatol ; 42(6): 407-410, nov.-dez. 2002. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-386658

RESUMO

Relatamos um caso de associação de dermatomiosite e lúpus eritematoso sistêmico juvenil em uma paciente com 11 anos de idade, que apresentou heliotropo, pápulas de Gottron, fraqueza muscular progressiva, contraturas musculares, artrites, calcinoses e autoanticorpos negativos. Após dois anos e seis meses, esta paciente desenvolveu artrites, hipertensão arterial, síndrome nefrítica, auto-anticorpos (FAN, anti-DNA e anti-Ro) positivos, leucopenia, linfopenia, e a biópsia renal evidenciou glomerulonefrite proliferativa difusa sendo diagnosticado lúpus eritematoso sistêmico. A dermatomiosite e o lúpus eritematoso sistêmico são doenças raras e não há descrição na literatura da ocorrência da associação destas patologias na infância


Assuntos
Humanos , Feminino , Criança , Dermatomiosite , Lúpus Eritematoso Sistêmico , Miosite
13.
Rev. bras. reumatol ; 40(3): 128-136, maio-jun. 2000. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-308818

RESUMO

A púrpura de Henoch-Schönlein (PHS) é a vasculite mais frequente na infância. A manifestação clínica presente em todos os pacientes é a púrpura palpável não plaquetopênica, de localização predominante em membros inferiores e nádegas, podendo ocorrer em face, couro cabeludo, braços e raramente, tronco. Artralgia e/ou artrite ocorre em 60 a 84 por cento dos pacientes. O comprometimento gastrintestinal ocorre em 50 a 85 por cento dos casos e em 19 por cento dos pacientes é a apresentação inicial dos pacientes, geralmente nos primeiros três meses da doença. Doença renal grave ocorre em 1 a 4,5 por cento de todas as crianças com PHS e em 7,5 por cento daquelas com alterações renais persistentes. As lesões cutâneas resolvem-se naturalmente, na maioria das vezes, sem tratamento. As artralgias e artrites têm boa resposta ao paracetamol e/ou naproxeno. Os corticosteróides são indicados no comprometimento intestinal grave, orquite, hemorragia pulmonar e nefrites. Os casos graves particularmente a glomerulonefrite crescêntica, podem requerer terapia com gamaglobulina endovenosa, plasmaférese e/ou imunossupressores. As alterações cutâneas, articulares e gastrintestinais costumam resolver em um a dois meses. O prognóstico da PHS é bom, apesar de recorrências eventuais. A mortalidade na fase aguda está relacionada com complicações e insuficiência renal aguda. A longo prazo a morbimortalidade está relacionada com a insuficiência renal crônica


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Lesão Renal Aguda , Artralgia , Púrpura de Schoenlein-Henoch/diagnóstico , Púrpura de Schoenlein-Henoch/epidemiologia , Púrpura de Schoenlein-Henoch/etiologia , Púrpura de Schoenlein-Henoch/terapia , Insuficiência Renal Crônica
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