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Rev. CEFAC ; 20(4): 515-531, July-Aug. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-956515

RESUMO

ABSTRACT Purpose: to analyze the association of self-reported vocal symptoms with personal, occupational and clinical aspects and relate them to the quality of life of teachers/professors of the federal network of vocational and technological education. Methods: study carried out with 157 teachers from a federal public institution of vocational and technological education, who answered the World Health Organization Quality of Life questionnaire (WHOQOL-bref), Quality of Life in the Voice (V-RQOL) questionnaire and a data form (on social information, health conditions, vocal symptoms, habits, organization and working environment). Statistical analysis was performed using the Chi-square test. Results: 29% of the teachers presented vocal symptoms. The prevalent complaints were dry throat (38.2%), cough (37.6%) and hoarseness (30.6%). There was a higher prevalence of symptoms in females. For the WHOQOL-bref, the average was 71.3 points, which is considered regular. The domain with the highest score was the psychological one with 75.3. Regarding V-RQOL, the average score in the global domain was 92.5 points, and the physical score was the most compromised one. 90.5% of teachers showed low voice impact on quality of life. Conclusion: although these teachers present vocal complaints, they do not reflect in the limitation of the quality of life.


RESUMO Objetivo: analisar a associação de sintomas vocais autorreferidos com aspectos pessoais, ocupacionais, clínicos e relacionar com a qualidade de vida de professores da rede federal de ensino profissional e tecnológico. Métodos: estudo com 157 docentes de uma instituição pública federal de educação profissional e tecnológica, que responderam aos questionários World Health Organization Quality Of Life/bref (WHOQOL-bref), Qualidade de Vida em Voz (QVV) e o formulário de dados (sociais, condições de saúde, sintomas vocais, hábitos, organização e ambiente de trabalho). A análise estatística foi realizada por meio do teste Qui-quadrado. Resultados: 29% dos professores apresentaram sintomas vocais. As queixas prevalentes foram garganta seca (38,2%), tosse (37,6%) e rouquidão (30,6%). Houve maior prevalência dos sintomas no sexo feminino. Para o WHOQOL-bref, a média foi 71,3 pontos, considerada regular. O domínio com maior pontuação foi o psicológico com 75,3. Quanto ao QVV, o escore médio no domínio global foi de 92,5 pontos, sendo o físico o mais comprometido. 90,5% dos docentes apresentaram baixo impacto da voz na qualidade de vida. Conclusão: embora os docentes apresentem queixas vocais, elas não se refletem na limitação da qualidade de vida.

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