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1.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-460926

RESUMO

OBJETIVO: o aparelho disjuntor tipo Hyrax tem sido apontado como o aparelho expansor da maxila que melhor permite ao paciente efetuar sua higienização. Porém, por não ser dento-muco-suportado e por não possuir nenhum dispositivo de controle vertical, presume-se que o aparelho Hyrax causaria, em amplitude maior que os disjuntores tipo Haas e de cobertura oclusal, inclinações vestibulares dos dentes de apoio, agravando os efeitos colaterais no sentido vertical. Por isso, esse tipo de aparelho de disjunção maxilar seria contra-indicado para pacientes esqueleticamente divergentes. Sendo assim, o presente estudo foi realizado com o intuito de verificar se as alterações pós-disjunção, já amplamente estudadas, persistem ou se, em pacientes que se encontram em fase de crescimento e em plenas condições de adaptações musculares, tais alterações seriam dissipadas com o tempo. METODOLOGIA: para isso, foram avaliadas radiografias cefalométricas em norma lateral, tomadas pré-disjunção e pós-disjunção (em média de 2 anos e 9 meses pós-disjunção) de 30 pacientes com faixa etária de 7 anos e 8 meses, em média, no T1 (inicial) e 10 anos e 7 meses no T2 (final). Tais pacientes apresentavam dentadura mista e necessidade de ganho transversal da maxila e, por isso, foram submetidos à expansão maxilar com aparelho do tipo Hyrax até que se conseguisse a sobrecorreção. Este grupo, tratado apenas com disjunção, foi comparado com um outro grupo controle de 30 pacientes com faixa etária média de 9 anos e 4 meses no NT1 (inicial) e 12 anos e 3 meses no NT2 (final), dos quais foram feitas tomadas radiográficas iniciais e finais (após, em média, 2 anos e 9 meses); esses pacientes não sofreram nenhum tipo de tratamento ortodôntico. RESULTADOS E CONCLUSÃO: estatisticamente, quando foram comparados através de grandezas cefalométricas, os dois grupos não apresentaram diferenças significativas, tanto na fase inicial quanto após o período de tratamento/acompanhamento. Assim,...


AIM: The Hyrax appliance has been considered the easiest to clean maxillary expander. However, it is presumed to present the most significant dentoalveolar effects due to not present any tissue bearing contact. Is has been speculated that it would produce more buccal inclination of the posterior teeth as well as more extrusion. Therefore, it would not be indicated in patients with vertical growth patterns. This study was conducted to verify if any harmful short term effects of rapid maxillary expansion (RME) remain over time in growing patients. METHODS: Lateral cephalometric radiographs were taken before and after RME (average 2 years and 9 months) in 30 patients with an initial mean age of 7 years and 8 months and a final mean age of 10 years and 7 months. All patients were initially in the mixed dentition and presented clinical signs of maxillary constriction. They were subjected to maxillary expansion with a Hyrax appliance until overcorrection was obtained. This group was compared to a untreated control group comprising 30 patients with a initial mean age of 9 years and 9 months and a final age of 12 years and 3 months, with a mean observation period of 2 years and 9 months. RESULTS AND CONCLUSIONS: There were statistically significant differences between the two groups, both at initial and at the final observation. It was concluded that any adverse effects produced by the Hyrax appliance at the early stages of therapy do not remain over time, probably compensated by growth, muscular activity and occlusion.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Criança , Aparelhos Ortodônticos/efeitos adversos , Técnica de Expansão Palatina , Cefalometria , Radiografia
2.
Acta cir. bras ; 10(4): 196-200, Oct.-Dec. 1995.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-159821

RESUMO

Intraoperative viability assessment of ischemic bowel is essential to ascertain the limits of resection, thus avoiding complications such as anastomotic leakage and stenosis, and the unnecessary resection of intestine capable of surviving. Clinical features of bowel viability, which include color, visible vessel unreliable to estimate the length of intestine which can recover from the ischemia. As a consequence, several techniques have been developed to assess intestinal perfusion at the time of operation. In this paper, we analyze the last six years (1989-1994) of the available world literature concerning the methods of intraoperative assessment of bowel viability.


Assuntos
Humanos , Intestinos/irrigação sanguínea , Isquemia , Sobrevivência de Tecidos , Densitometria , Fluorescência , Período Intraoperatório , Fluxometria por Laser-Doppler , Oximetria , Fotopletismografia , Ultrassonografia Doppler
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