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1.
Eur J Intern Med ; 76: 58-63, 2020 06.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32089424

RESUMO

BACKGROUND: The decision on whether non-ST-segment elevation myocardial infarction (NSTEMI) patients should be admitted to intensive care units (ICU) takes into account several factors including hospital routines. The Acute Coronary Treatment and Intervention Outcomes Network (ACTION) ICU score was developed to predict complications requiring ICU care post-NSTEMI. METHODS: We described patient characteristics and clinical outcomes of 1263 NSTEMI patients admitted to a private hospital in Sao Paulo, Brazil, from 2014 to 2018. We also aimed to retrospectively identify NSTEMI patients who might not have needed to be admitted to the ICU based on the ACTION ICU risk score. We defined complications requiring ICU care post-NSTEMI as cardiac arrest, cardiogenic shock, stroke, re-infarction, death, heart block requiring pacemaker placement, respiratory failure, or sepsis. RESULTS: Mean age was 62.3 years and 35.8% were female. A total of 94.6% of NSTEMI patients were admitted to the ICU. Most NSTEMI patients (91.9%) underwent coronary angiography. Percutaneous coronary intervention was performed in 47.1% and coronary artery bypass graft surgery in 10.3%. Complications requiring ICU care occurred in 62 patients (4.9%). In-hospital mortality rate was 1.3%. Overall, 70.4% had an ACTION ICU score ≤ 5. The C-statistics for the ACTION risk score to predict complications was 0.55 (95% confidence interval 0.47-0.63). CONCLUSIONS: Complications requiring ICU care were infrequent in a cohort of NSTEMI patients who were routinely admitted to the ICU over a 4-year period. The ACTION risk score had low accuracy in the prediction of complications requiring ICU care in our population.

2.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 32(4): 368-373, July-Aug. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1012344

RESUMO

Cardiopulmonary exercise testing is widely used in the evaluation of patients with left ventricular dysfunction, and some of these patients have an implantable cardioverter-defibrillator (ICD). However, this test presents specific challenges because of the susceptibility to ventricular arrhythmias during maximal levels of exercise. Objective: To evaluate the safety of cardiopulmonary exercise testing in patients with ICD. Methods: The study included patients with ICD who underwent cardiopulmonary exercise testing between 2007 and 2015. The tests were completed once the electronic devices were programmed. The maximum allowed heart rate reached during exercise was 10 beats below the first therapy zone programmed. Results: The study included 69 patients with mean age 53.7 ± 10.8 years, including 68% men. Exercise time was 8.7±2.3 minutes, with peak oxygen consumption of 13.3 ± 4.3 ml.kg-1.min-1. Peak heart rate was 62.9 ± 13.4% of the maximum rate predicted, with all patients taking specific medication. Ventricular arrhythmia was observed in 29% of the patients, and paired ventricular extrasystoles, ventricular bigeminism or non-sustained ventricular tachycardia were observed in only 14.5% of the patients. There was no sustained ventricular arrhythmia resulting in ICD therapy or other complications, such as inappropriate therapies. The frequency of severe events was 0%, 95% CI (0 - 5.2%). Conclusion: In the sample of patients evaluated, the cardiopulmonary exercise testing was shown to be safe during its performance in a hospital setting, following the safety standards


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Estudos Retrospectivos , Desfibriladores Implantáveis , Teste de Esforço/métodos , Consumo de Oxigênio , Arritmias Cardíacas , Doenças Cardiovasculares , Índice de Massa Corporal , Morte Súbita Cardíaca , Eletrocardiografia/métodos , Frequência Cardíaca
4.
Revista do DERC ; 25(1): 14-18, 2019. tab., graf.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1049319

RESUMO

INTRODUÇÃO Atualmente, devido à redução nas taxas de mortalidade infantil, neonatal, por doenças infecciosas e melhora na terapêutica de doenças crônicas, encontramo-nos diante de melhora significativa da expectativa de vida no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma criança nascida no Brasil em 2015 apresenta um aumento da expectativa de vida ao redor de 20 anos, quando comparada com a de 50 anos atrás. Estima-se ainda que em 35 anos um terço da população tenha idade superior aos 60 anos.1 A população de idosos cresce em tamanha velocidade, que agências norte-americanas projetam que o número de indivíduos acima de 65 anos mais que dobre até 2060, saindo dos atuais 43 milhões para cerca de 92 milhões.2 O processo de envelhecimento está associado a alterações físicas, fisiológicas, psicológicas e sociais, bem como ao surgimento de doenças crônico-degenerativas advindas de hábitos de vida inadequados que acabam por levar à redução da capacidade para realização das atividades da vida diária. Neste cenário, a atividade física é fator que traz múltiplos benefícios na população mencionada, culminando no incremento das capacidades física e mental por meio da manutenção da força muscular e função cognitiva, redução da depressão e melhora da autoestima, redução do risco de doenças crônicas e otimização das interações sociais e comunitárias...(AU)


Assuntos
Humanos , Idoso , Idoso , Exercício Físico , Atividade Motora
5.
In. Sousa, Amanda Guerra de Moraes Rego; Abizaid, Andrea Claudia Sousa; Amato, Vivian Lerner; Meneghelo, Romeu Sérgio; Sousa, J. Eduardo Moraes Rego. Nova Série Monografias Dante Pazzanese Fundação Adib Jatene. Rio de Janeiro, Elsevier, 2014. p.107-224, ilus, tab.
Monografia em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1080886

RESUMO

As doênças cardiovasculares e neoplásicas são responsáveis por uma carga de doença mundial de grande magnitude. No contexto das doenças crônicas não transmissíveius, tornam-se elementos fundamentais do planejamento em saúde. A intersecção entre cardiologia e oncologia, nascida inicialmente da necessidade de se obter a melhor estratégia terapêutica ao pacinete com câncer submetido a quimioterapia, com redução dos riscos da cardiotoxicidade, encontra relação ainda mais dinâmica e complexa. Com as mudanças de estilo de vida, o envelhecimento populacional e a transição em saúde, a exploração de fatores e marcadores de risco em comum entre doenças cardiovasculares e neoplásicas, torna-se essencial na elaboração de estratégias e políticas em saúde pública. Define-se uma nova demanda em cuidado global em saúde...


Assuntos
Doença Crônica , Doenças Cardiovasculares , Neoplasias , Oncologia
6.
São Paulo; IDPC; 2013. 135 p. tab, graf.
Monografia em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1080410

RESUMO

As doenças cardiovasculares e neoplásicas são responsáveis por uma carga de doença mundial de grande magnitude. No contexto das doenças crônicas não-transmissíveis, tornam-se elementos fundamentais do planejamento em saúde. A intersecção entre Cardiologia e Oncologia, nascida, inicialmente, da necessidade de se obter a melhor estratégia terapêutica ao paciente com câncer submetido a quimioterapia, com redução dos riscos da cardiotoxicidade, encontra relação ainda mais dinâmica e complexa. Com as mudanças de estilo de vida, o envelhecimento populacional e a transição em saúde, a exploração de fatores e marcadores de risco em comum entre doenças cardiovasculares e neoplásicas torna-se essencial na elaboração de estratégias e políticas em saúde publica...


Assuntos
Doenças Cardiovasculares , Neoplasias
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