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1.
Rev. Ciênc. Plur ; 5(2): 68-93, ago. 2019. ilus
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-1021761

RESUMO

Introdução:A Educação Popular em Saúde (EPS) remete indivíduos e grupos à troca de saberes e experiências, permitindo-lhes associar a saúde ao resultado das suas condições de vida levando a uma emancipação do sujeito. Objetivo:Promover ações educativas com portadores de Diabetes Mellitus (DM);realizar oficinas de capacitação em EPS com trabalhadores de saúde; e avaliar os resultados das ações realizadas para os trabalhadores e usuários, em uma Unidade de Saúde da Família em Natal/RN. Método:Trata-se de uma pesquisa-ação com o referencial teórico da Teoria da Educação Libertadora, centrada na pedagogia problematizadora. Participaram da pesquisa trinta trabalhadores de saúde e trinta e seis usuários diabéticos. As ações foram organizadas através de rodas de conversa, dinâmicas de grupo, narrativas de vida, relatos de experiências, e explicitação de saberes, desejos, limitações, crenças e valores socialmente construídos. A coleta dos dados foi realizada através da Técnica de Associação Livre de Palavras, entrevista semiestruturada e grupo focal. O material empírico foi submetido à análise de ocorrência com auxílio do programa IRAMUTEQ. Resultados:Foram geradas palavras, expressões e categorias, a partir dos temas abordados e de situações criativas mostrando que a EPS vem sendo incorporada timidamente no processo educativo dos sujeitos deste estudo e bem distante dos princípios de participação, organização de um trabalho político, ampliação dos espaços de diálogo, respeito, de solidariedade e tolerância entre os diversos atores envolvidos no enfrentamento dos problemas de saúde, fundamentais para o aperfeiçoamento na construção de práticas saudáveis da atenção básica. Conclusões:A utilização de práticas ativas de ensino-aprendizagem, centradas na ampliação da escuta e em capacitações sobre EPS, poderá possibilitar mudanças no cenário onde os usuários e trabalhadores de saúde atuam com a diabetes mellitus (AU).


Introduction:Popular Health Education (EPS) refers to individuals and groups to exchange knowledge and experiences, allowing them to associate health to the outcomes of their living conditions.Objective:To know and promote educational actions with patients with diabetes Mellitus (DM); Perform training workshops in EPS with health workers; To know and develop participatory educative actions with diabetic groups; and evaluate the results of theactions performed for workers and users, in a family health unit in Natal/RN.Methods:This is an action research with the theoretical framework of liberating education theory, centered on problematizing pedagogy. Thirty health workers and 36 diabetic users participated in the study. The actions were organized through conversation wheels, group dynamics, life narratives, reports of experiences, and explication of knowledge, desires, limitations, beliefs and socially constructed values. Data collection was performed through the free word association technique, semi-structured interview and focal group. The empirical material was subjected to occurrence analysis (Bardin) with the aid of the Iramuteq program (Ratinaud; Marchand).Results:The data analyses originated words, expressions, categories, themes and creative situations showing that EPS is in process of construction, but still very incipient in primary care. words, expressions and categories were generated from the themes addressedand creative situations showing that the EPS has been incorporated timidly in the educational process of the subjects of this study and far from the principles of participation, organization of a political work, expansion of the spaces of dialogue, respect, solidarity and tolerance among the various actors involved in coping with health problems, fundamental for the improvement in the construction of Healthy practices of primary care.Conclusions:The use of active teaching-learning practices, centered on the amplification of listening and in training on EPS, may enable changes in the scenario where users and health workers act with diabetes mellitus (AU).


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Saúde da Família , Saúde do Idoso , Educação em Saúde , Grupos Focais/métodos , Pesquisa Qualitativa , Brasil , Diabetes Mellitus , Aprendizagem
2.
Rev. Ciênc. Plur ; 4(1): 22-35, 2018.
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-907076

RESUMO

Introdução: Na sociologia, rede social é definida como um conjunto de participantes unidos por ideias em torno de valores e interesses compartilhados, que mantém relações de reciprocidade. Objetivo: Analisar as redes sociais locais em saúde a partir da interação entre usuários e profissionais de uma unidade da Estratégia Saúde da Família. Métodos: Estudo qualitativo exploratório com dados obtidos a partir de entrevistas individuais semiestruturadas e debates em grupos focais, estimulados pela Metodologia de Análise de Redes do Cotidiano, pertinente para abordar a complexidade das relações sociais e mapear os diferentes conteúdos expressos e as formas de mobilização coletiva. A análise desses dados foi realizada através da Técnica de Análise Temática de Conteúdo e interpretados à luz das Teorias da Dádiva e do Reconhecimento. Resultados: Os sujeitos visualizaram: Rede Virtual; Rede de Atenção à Saúde; Redes de Usuários; Rede Pessoal; Conselho Comunitário; Escolas. As funções identificadas no mapeamento foram: companhia social; apoio emocional; guia cognitivo e conselheiro; regulação social; ajuda material de serviços; e acesso a novos contatos. Encontramos duas categorias, na percepção dos sujeitos, sobre a formação de redes sociais na saúde: Diálogo e Encontro. Conclusões: A formação de redes sociais ocorre a partir de interações cotidianas entre pessoas. A aposta no circuito da dádiva e do reconhecimento recíproco, durante o trânsito dos sujeitos pelas redes sociais do cotidiano pode ser capaz de tecer uma práxis transformadora, pela busca e alcance de confiança, respeito e estima, nos espaços de encontro (AU).


Introduction: In sociology, social network is defined as a set of participants united by ideas around shared values and interests, which maintains relations of reciprocity. Objective: Analyze local social networks in health from the interaction between users and professionals from a unit of the Family Health Strategy. Methods: Qualitative exploratory study using data obtained from semi-structured individual interviews and focus group discussions, stimulated by Network Analysis Methodology of Everyday Life, appropriate to address the complexity of social relations and mapping the expressed different contents and forms of collective mobilization. The data analysis was performed using the technique of a content analysis and interpreted in the light of theories of Giving and Recognition. Results: The subjects viewed: Virtual Network; Network Health Care; Users networks; Personal network; Community Council; Schools. The functions identified in mapping were: social company; emotional support; cognitive guide and counselor; social regulation; Service support materials; and access to new contacts. We found two categories, the subjects' perception on the formation of social networks in health: Dialogue and Encounter. Conclusions: The formation of social networks occurs from everyday interactions between people. Betting on donation and reciprocal recognition circuit during the transit of persons for social networking of everyday life may be able to weave a transformative praxis and the search range of trust, respect and esteem in meeting spaces (AU).


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Estratégia Saúde da Família , Comunicação em Saúde , Relações Interpessoais , Rede Social , Brasil , Grupos Focais/métodos , Entrevistas como Assunto/métodos
3.
Rev. Ciênc. Plur ; 4(2): 6-20, 2018. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS, BBO - Odontologia | ID: biblio-980090

RESUMO

Introdução:a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde ampliou os aspectos pedagógicos utilizados para expressar as relações entre ensino e serviços, buscando tornar a rede pública de saúde em uma rede de ensino-aprendizagem no trabalho. Objetivo:Relatar a experiência do uso da Educação Permanente em Saúde como propulsora de questionamentos no agir e no pensar do processo de trabalho em equipe na Estratégia Saúde da Família. Métodologia: A experiência, iniciada em 2014 e perene na atualidade, foi desenvolvida a partir da problematização de situações cotidianas dos Agentes Comunitários de Saúde através de Rodas de Conversa e Tenda do Conto, enquanto instrumentos promotores de reflexão e debate sobre temas mobilizadores. Os encontros foram mediados por preceptores e profissionais que atuam em uma unidade de saúde da família do distrito Sanitário VII na cidade do Recife.Resultados: A vivência trouxe reflexões sobre a prática do agente comunitário fundamentadas no referencial da educação permanente enquanto propulsora de movimentos capazes de gerar mudanças no mundo do trabalho; favoreceu a criação de uma caixa de ferramentas para sistematizar o trabalho desse profissional, permitindo a proposição de mudanças na dinâmica de visitação domiciliar enquantodispositivo de reflexão trazido a partir das necessidades dos usuários da Estratégia Saúde da Família.Conclusões: Os processos de Educação Permanente serão exitosos somente se gerados juntos de propostas de mudança institucional na qual a mesma educação possa se inserir como estratégia. Esta experiência nos permite afirmar que este tipo de educação pode ser efetiva na modificação dos processos de trabalhos, assumindo papel de instrumento revelador das necessidades reais de transformação das práticas uma vez que o turbilhão de ideias disparadas a partir de cada encontro promovem, no itinerário de suas ondas e dobras, a necessidade de revisitar as práticas e repensá-la criticamente a luz das necessidades dos usuários e do serviço (AU).


Introduction:the National Policy of Permanent Education in Health has extended the pedagogical aspects used to express the relationships between teaching and services, seeking to become thepublic health network a network of teaching and learning at work.Objective: to report the experience of use of permanent education in health as a promoter of questions on the act and on the thinking of the process of teamwork in the family health strategy.Methodology: the experience, starting in 2014 and perennial today, was developed from the problematization of everyday situations of community health agents through round of conversation and tent of the tale, as instruments of promotersreflection and debate on matters mobilisers. The meetings were mediated by tutors and professionals who work in a family health unit Health VII District in the city of Recife.Results: The experience brought reflections on the practice of community agentsbased on Permanent Education frame while movements able to generate driving changes in the world of work; favoured the creation of a toolbox to systematize the work of this professional, allowing the proposal of dynamic changes of home visitation while the reflection device brought from the needs of the users of The family health strategy.Conclusions: The processes of Permanent Education will be successful only if raised together proposals for institutional change in which the same education can enter as a strategy. This experience allows us to affirm that this kind of education can be effective in modifying the work processes, assuming role of developer tool of the real needs of transformation of practices as the "pororoca", or tidal bore fired from each encounter promote, on the itinerary of its waves and folds, the need to revisit and rethink practices critically to light the needs of users and the service (AU).


Assuntos
Educação em Saúde , Agentes Comunitários de Saúde , Estratégia Saúde da Família , Educação Continuada , Políticas Públicas de Saúde , Brasil , Análise Qualitativa/métodos , Aprendizagem Baseada em Problemas , Mão de Obra em Saúde
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