Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 2 de 2
Filtrar
Mais filtros










Base de dados
Intervalo de ano de publicação
1.
RBM rev. bras. med ; 72(5): 195-199, maio 2015.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-749112

RESUMO

Pacientes com diabetes apresentam alta taxa de xerose cutânea colaborando para um maior risco de afecções cutâneas. A hidratação da pele deve fazer parte das recomendações para esses pacientes como adjuvante na prevenção de possíveis complicações dermatológicas.Objetivos: O objetivo desse estudo aberto, não controlado e unicêntrico foi avaliar a eficácia percebida e a aceitabilidade dos produtos Hidrastar creme e Hidrastar loção em pacientes diabéticos. Métodos: Foram avaliados 43 e 44 pacientes, nos grupos de tratamento Hidrastar creme e Hidrastar loção, respectivamente, com idade média 49,33±10,04 e 48,23±9,73 anos, respectivamente. O creme e a loção eram aplicados, duas vezes ao dia, em ambos os pés, por 28 dias. Os pacientes foram examinados no basal e após 28 dias de tratamento. Resultados: Ao término do tratamento, Hidrastar creme mostrou que 100% dos pacientes referiram aumento da hidratação, maciez, melhora da textura e aparência geral da pele dos pés; 100,0% dos sujeitos concordaram que o produto proporcionava sensação de conforto, pele renovada e a pele se mostrava agradável ao toque. No grupo que utilizou Hidrastar loção, os resultados mostraram que 79,5% dos pacientes referiram aumento da hidratação; 81,8% aumento da maciez; 81,8% melhora da textura e 86,4% melhora da aparência geral da pele dos pés. 81,8% dos sujeitos concordaram que o uso do produto proporciona sensação de conforto; 79,5% que produto proporciona sensação de pele renovada; e 81,8% que o produto deixa a pele agradável ao toque. Conclusão: Ambas as apresentações mostraram-se eficazes na percepção e aceitação dos produtos com elevados índices de resposta com os produtos usados por pacientes diabéticos.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Dermatopatias , Diabetes Mellitus , Hidratação
2.
Braz. j. pharm. sci ; 50(4): 667-676, Oct-Dec/2014.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-741349

RESUMO

Before marketing a cosmetic product, a series of biological assays, such as ocular irritation tests, must be conducted in order to prove that the product is safe. However, a few scientific articles mention the discussion and evolution of cosmetic products testing performed in the eyes area. The aim of this study was to review the available literature on the evolution of tests carried out with cosmetics, in the ocular area, as well as to describe the methodologies that have been used and that are currently accepted. In Brazil, tests performed on animals are still allowed. However, the international laws strongly recommend the use of alternative methods for evaluating the risk of cosmetic ingredients and products. Regulatory requirements involving the registration of these products also request safety support of them in human beings. To perform ocular tests in human beings, it is necessary to involve an ophthalmologist for conducting clinical protocols. These protocols signed by the expert physician are sent to the National Health Surveillance Agency in order to endorse the product manufacturer concerning its safety. The safety support of a cosmetic product is very important, taking into account that the consumer has free access to these products of widespread use in today's society.


Com o objetivo de comprovar que um produto cosmético é seguro, antes que este seja colocado no mercado, este deve passar por uma série de ensaios biológicos, que avaliem sua segurança, como, por exemplo, os testes de irritação ocular. Porém, poucos artigos científicos trazem a discussão e a evolução sobre os testes de produtos cosméticos realizados na área dos olhos. O objetivo desse trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica sobre a evolução dos testes realizados com cosméticos, na região ocular, bem como descrever as metodologias que já foram utilizadas e as que são aceitas atualmente. No Brasil, são ainda permitidos testes em animais, entretanto, as legislações internacionais indicam fortemente a utilização de métodos alternativos para avaliação de risco de ingredientes e produtos cosméticos. As exigências regulatórias que envolvem o registro desses produtos solicitam também a comprovação de segurança destes produtos em serem humanos. Para a realização dos testes oculares em humanos, é necessário o envolvimento de um oftalmologista na condução de protocolos clínicos. Esses protocolos assinados pelo médico especialista são enviados à Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, a fim de respaldar o fabricante do produto sobre a segurança do mesmo. A comprovação da segurança de um produto cosmético é bastante importante, considerando-se o livre acesso aos consumidores e o amplo uso desses produtos na sociedade atual.


Assuntos
Controle e Fiscalização de Cosméticos , Estabilidade de Cosméticos , Tecnologia de Cosméticos , Produtos para Áreas dos Olhos , Aditivos em Cosméticos , Curadoria de Dados
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA
...