Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 3 de 3
Filtrar
Mais filtros










Tipo de estudo
Intervalo de ano de publicação
1.
Diagn. tratamento ; 25(1): 32-35, jan.-mar. 2020.
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-1099971

RESUMO

Contexto: Os telefones celulares emitem radiações eletromagnéticas que são classificadas como possivelmente cancerígenas para os seres humanos. A hipótese de que o uso de telefones celulares pode estar relacionado ao risco de desenvolvimento de tumor cerebral, tem sido motivo de muita controvérsia e de grande debate na comunidade científica. Objetivos: O objetivo foi avaliar as evidências na literatura, relativas à exposição à radiação de telefones celulares e o risco de desenvolvimento de tumores cerebrais. Desenho de estudo: Trata-se de scoping review. Métodos: Procedeu-se à busca por estudos no MEDLINE/PubMed e na Cochrane Library. Foram utilizados descritores do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) e não houve restrição geográfica e temporal das publicações. O critério de inclusão consistia em estudos em humanos abrangendo a exposição a telefones celulares e o desenvolvimento de neoplasias cerebrais. Resultados: A estratégia de busca recuperou 77 citações e, destas, 8 estudos foram incluídos nessa revisão. A grande maioria dos estudos são do tipo caso-controle e há resultados divergentes entre eles. A maioria não demonstra risco entre a exposição habitual ao celular e o desenvolvimento de tumores cerebrais. Entretanto, alguns estudos correlacionam um possível risco associado à exposição intensa à radiação do telefone celular. Conclusão: Os estudos realizados até o momento não permitem concluir sobre o risco da exposição ao telefone celular e o desenvolvimento de tumores cerebrais, sendo recomendada a realização de novos estudos para elucidação da questão.

2.
Diagn. tratamento ; 24(1): [25-36], jan -mar 2019. tab
Artigo em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1005094

RESUMO

Contexto: O Ministério da Saúde do Brasil anunciou, em março de 2018, uma expansão das políticas para práticas integrativas em saúde dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), incorporando 10 novos tipos de práticas integrativas à lista de procedimentos disponíveis no sistema público de saúde brasileiro. Objetivo: Identificar, sintetizar e avaliar criticamente evidências de revisões sistemáticas Cochrane sobre as novas práticas de medicina integrativa inseridas no SUS. Métodos: Revisão de revisões sistemáticas conduzida pela Disciplina de Medicina Baseada em Evidências, Escola Paulista de Medicina (EPM), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), sobre as seguintes intervenções: apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, terapia de florais, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos e ozonioterapia. Resultados: Foram incluídas 16 revisões sistemáticas: 4 sobre apiterapia, 4 sobre aromaterapia, 6 sobre hipnoterapia e 2 sobre ozonioterapia. Não foram encontradas revisões sistemáticas Cochrane referentes aos temas bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, terapia de florais ou imposição de mãos. A única evidência de alta qualidade encontrada nessas revisões foi sobre o potencial benefício da apiterapia, especificamente para o uso de curativos de mel para cura parcial de feridas por queimadura, para redução de tosse entre crianças com tosse aguda e para prevenção de reações alérgicas a picadas de insetos. Conclusão: Exceto por alguns usos específicos da apiterapia (mel para lesões por queimadura e para tosse aguda e do veneno de abelhas para reações alérgicas às picadas de insetos), o uso das 10 práticas integrativas recentemente incorporadas ao SUS não é embasado por evidências de revisões sistemáticas Cochrane.


Assuntos
Revisão , Medicina Baseada em Evidências , Prática Clínica Baseada em Evidências , Medicina Integrativa , Tomada de Decisão Clínica
3.
Diagn. tratamento ; 23(2): 43-44, abr.-jun. 2018.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-904888
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA