Your browser doesn't support javascript.
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 2 de 2
Filtrar
Mais filtros










Base de dados
Intervalo de ano de publicação
1.
RBM rev. bras. med ; 70(5)maio 2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-683447

RESUMO

O surgimento do circuito de circulação extracorpórea, após os anos 50, habilitou os cirurgiões a realizarem grande variedade de procedimentos no coração, os quais eram tecnicamente impossíveis. Todavia, pela sua natureza não fisiológica desse circuito, observou-se o surgimento de uma série de efeitos adversos. Nessa condição estão incluídos o trauma cirúrgico, o contato do sangue com a superfície do circuito da circulação extracorpórea e problemas com a reperfusão pulmonar. Além disso, ocorre a ativação de respostas inflamatórias sistêmicas alterando os níveis de marcadores inflamatórios, os quais elevam o nível da ativação do complemento, discrasias sanguíneas com potenciais riscos de embolização com alteração da cascata de coagulação, da ativação de neutrófilos e da síntese de várias citoquinas. Estimula o aumento da liberação das células mononucleares, incluindo fator de necrose tumoral, interleucina-8 e marcadores neurobioquímicos, com repercussões sistêmicas, elevando a morbidade pós-operatória, e disfunções múltiplas em órgãos, tais como coração, cérebro e rins. Com o objetivo de diminuir esses efeitos deletérios da circulação extracorpórea houve um ressurgimento no interesse de técnicas menos invasivas nas cirurgias de revascularização miocárdica, suprimindo a necessidade do uso desse circuito e, com o auxílio dos estabilizadores do coração, temos observado um crescimento acentuado dessa alternativa, particularmente em pacientes de alto risco com disfunção renal, problemas respiratórios e outras doenças sistêmicas. Teoricamente, com a eliminação desses circuitos, muitos desses efeitos adversos podem ser suprimidos. Evidências sugerem que a revascularização cirúrgica do miocárdio sem circulação extracorpórea é tão segura e efetiva quanto à revascularização miocárdica com CEC e o custo inicial, em curto prazo, é menor que a revascularização miocárdica com CEC...


Assuntos
Circulação Extracorpórea , Revascularização Miocárdica
2.
RBM rev. bras. med ; 70(4)abr. 2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-683427

RESUMO

Este estudo avaliou a evolução do estado nutricional, perfil lipídico, glicêmico e consumo alimentar de diabéticos coronarianos participantes de um programa de controle de peso. O estudo foi retrospectivo, com coleta de dados de prontuários de 17 diabéticos participantes do programa, acompanhado durante um ano. Avaliou-se Índice de Massa Corporal (IMC), circunferência abdominal (Ca), perfil lipídico e glicêmico. Foi calculado valor energético total (VET) e consumo de nutrientes baseados em diários alimentares mensais. Os diabéticos tinham em média 65 ± 9 anos, sendo 41,2% mulheres. As principais alterações dietéticas foram a substituição dos laticínios integrais pelos desnatados, do açúcar pelo adoçante dietético e das carnes gordas pelas magras. Não se observou redução significante de peso (p=0,529), IMC (p=0,469) e da Ca (p=0,120), apesar de uma aparente redução calórica (p=0,026). O perfil lipídico não apresentou alterações significantes, enquanto a hemoglobina glicada mostrou aumento da glicemia (p=0,015). O consumo de nutrientes se manteve adequado em carboidratos (58% do VET), gordura total (21% do VET) e colesterol (138mg), alto consumo proteico (27% do VET) e de gordura saturada (8% do VET) e insuficiente em gorduras monoinsaturadas (9% do VET), poli-insaturadas (4% do VET) e fibras (13g). Os diabéticos que participaram do programa de redução de peso não apresentaram alteração ponderal e do perfil lipídico, mas a hemoglobina glicada aumentou ao longo de um ano de acompanhamento, apesar de modificações qualitativas positivas no seu padrão alimentar...


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Consumo de Alimentos , Diabetes Mellitus , Doença das Coronárias , Glicemia
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA