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1.
Arq Bras Cardiol ; 109(3 Supl 1): 1-104, 2017 Jan-Feb.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-29044300
2.
Arq. bras. cardiol ; 109(3,supl.1): 1-104, Sept. 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-887936
3.
J Nephrol ; 23(3): 314-20, 2010 May-Jun.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-20349410

RESUMO

BACKGROUND: We tested the hypothesis that the universal application of myocardial scanning with single-photon emission computed tomography (SPECT) would result in better risk stratification in renal transplant candidates (RTC) compared with SPECT being restricted to patients who, in addition to renal disease, had other clinical risk factors. METHODS: RTCs (n=363) underwent SPECT and clinical risk stratification according to the American Society of Transplantation (AST) algorithm and were followed up until a major adverse cardiovascular event (MACE) or death. RESULTS: Of the 363 patients, 79 patients (22%) had an abnormal SPECT scan and 270 (74%) were classified as high risk. Both methods correctly identified patients with increased probability of MACE. However, clinical stratification performed better (sensitivity and negative predictive value 99% and 99% vs. 25% and 87%, respectively). High-risk patients with an abnormal SPECT scan had a modest increased risk of events (log-rank = 0.03; hazard ratio [HR] = 1.37; 95% confidence interval [95% CI], 1.02-1.82). Eighty-six patients underwent coronary angiography, and coronary artery disease (CAD) was found in 60%. High-risk patients with CAD had an increased incidence of events (log-rank = 0.008; HR=3.85; 95% CI, 1.46-13.22), but in those with an abnormal SPECT scan, the incidence of events was not influenced by CAD (log-rank = 0.23). Forty-six patients died. Clinical stratification, but not SPECT, correlated with the probability of death (log-rank = 0.02; HR=3.25; 95% CI, 1.31-10.82). CONCLUSION: SPECT should be restricted to high-risk patients. Moreover, in contrast to SPECT, the AST algorithm was also useful for predicting death by any cause in RTCs and for selecting patients for invasive coronary testing.


Assuntos
Coração/diagnóstico por imagem , Transplante de Rim , Tomografia Computadorizada de Emissão de Fóton Único , Adulto , Idoso , Feminino , Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Estudos Prospectivos
4.
J. bras. nefrol ; 21(4): 161-166, dez. 1999. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-314618

RESUMO

Analisamos 105 neoplasias malignas em 94 pacientes (6,2 porcento) - 11 deles com 2 tipos diferentes de neoplasias - observados em um grupo de 1.511 pacientes transplantados renais, entrre janeiro de 1965 a dezembro de 1990. Dos 105 casos de neoplasias malignas observadas 85 casos eram da linhagem epitelial e 20 casos de linhagem mesenquimal. Das neoplasias da linhagem epitelial, 33 casos (31.41 porcento) eram de pele - 19 casos espinocelulares, (CEC) 12 casos basocelulares (CBC) e 2 casos espino-basocelulares - , 14 casos (13,3 porcento) eram de língua, lábio ou períneo e 38 casos (36,2 porcento) eram de outros tipos: Fígado (8), intestino (5), rim primitivo (5), tireóide(3), colo uterino(5),endométrtio(3), melanoma(3), mama(2), pulmäo(2) e indiferenciados(2). Das neoplasias de linhagem mesenquimal, a mais frequente foi o sarcoma de Kaposi (9 casos), seguido de linfoma (4), leucemis(3) e outros tipos(4). A incidência de neoplasia aumentou com o tempo pós-transplante: de 0 a 12 meses, 1,05 porcento; de 13 a 60 meses, 2,83 porcento; de 61 a 120 meses,3,91 porcento; de 121 a 180 meses, 6,64 porcento; e de 181 a 240 meses, 7,46 porcento. Quanto à tipagem HLA,A,B, a incidencia de CEC e CBC foi mais frequente em portadores de antígenos A3, B7 e B27. Nenhum caso desse tipo de tumor ocorreu em pacientes HLA B17 e B35 positivos. Portadores de antígenos A3, B7 e B17 estiveram associados a presença de outras neoplasias epiteliais. Os portadores de neoplasia da linhagem mesenquimal tinham mais frequentemente antígenos A9, A28 e B12. O prognóstico foi pior nos casos das neoplasias de linhagem mesenquimal, onde a mortalidade foi de 60 porcento. Concluímos que as neoplasias malignas säo um tipo de complicaçäo importante no pós-transplante renal, sendo as mais frequentes aquelas da linhagem epitelial (81 porcento).(au)


Assuntos
Humanos , Antígenos HLA/imunologia , Transplante de Rim , Neoplasias Pós-Traumáticas/complicações , Neoplasias Pós-Traumáticas/diagnóstico , Neoplasias Pós-Traumáticas/fisiopatologia
5.
Rev. ginecol. obstet ; 1(1): 47-54, jan. 1990. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-100045

RESUMO

Foram praticadas biópsias renais em 49 pacientes nulíparas com o diagnóstico de doença hipertensiva específica da gestaçäo. Este diagnóstico foi feito com base na presença de hipertensäo, edema e/ou proteinúria, conforme as recomendaçöes do Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas. As biópsias, executadas na primeira semana de puerpério, permitiram a obtençäo de fragmentos representativos em 47 casos. As amostras de tecido renal foram analisadas em microscopia óptica, de imunofluorescência de eletrônica. Os resultados histopatológicos verificados foram: endoteliose glomerular em 91,5% dos casos, sendo 80,8% na sua forma pura e 10,6% em associaçäo com glomerulonefrites ou alteraçöes vasculares renais; alteraçöes vasculares secundárias a hipertensäo crônica em 4,2% e rim normal em 4,2%. Estes resultados indicam que o diagnóstico clínico de doença hipertensiva específica da gestaçäo pode ser confirmado na grande maioria das pacientes, mas em alguns casos ele omite a associaçäo com outras patologias renais


Assuntos
Gravidez , Humanos , Feminino , Complicações Cardiovasculares na Gravidez/fisiopatologia , Hipertensão/fisiopatologia , Complicações Cardiovasculares na Gravidez/diagnóstico , Rim/patologia , Rim/fisiopatologia , Pré-Eclâmpsia/fisiopatologia
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