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1.
Rev. Hosp. Clin. Fac. Med. Univ. Säo Paulo ; 44(4): 149-52, jul.-ago. 1989. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-76241

RESUMO

O APACHE II é um sistema que possibilita estratificar pacientes segundo gravidade, usando variáveis simples. Em 121 pacientes na Unidade de Terapia Intensiva da Clínica Médica do Hospital, o sistema foi aplicado retrospectivamente, o que permitiu estratificaçäo em três grupos bastante distintos com mortalidades de 10%. Além disso, näo foi notado, no grupo com um todo, diferença entre mortalidade observada e esperada (40,5%) e 39,7%), respectivamente, p > 0,8; intervalo de confiança de 95% para mortalidade observada de 31,8% a 49,7%). Portanto, foi verificado a boa acurácia prognóstica do sistema em nossos pacientes, que pode ser usado para racionalziar o tratamento em UTIs e permitir comparaçäo de diferentes formas de terapêutica


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Unidades de Terapia Intensiva , Prognóstico , Garantia da Qualidade dos Cuidados de Saúde
3.
Arq. bras. cardiol ; 51(3): 211-6, set. 1988. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-69028

RESUMO

Os efeitos da dopamina e da dobutamina sobre a funçäo renal foram estudados em ratos normais. Tais drogas, primariamente desenvolvidas com finalidade inotrópica positiva, foram infundidas por via endovenosa nas doses respectivas de 50microng/kg/min e 10micron/lg/min. A dopamina näo alterou a pressäo arterial média dos animais, enquanto a dobutamina se relacionaou a uma discreta queda da mesma (de 11 ñ 3 para 93 ñ 4mmHg). Ambas as drogas näo alteram significantemente a taxa de filtraçäo glomerular, avaliada pelo clearance de inulina. As duas drogas determinaram um aumento do fluxo urinário (de 0,070 ñ 0,002 para 0,101 ñ 0,05 ml/min para a dopamina e de 0,085 ñ 0,005 para 0,099 ñ 0,006 ml/min para o dobutamina), acompanhado de uma reduç äo da relaçäo (Inulina) urinária (Inulina) plasmática, bem mais intensa para a dopamina (de 19,0 ñ 3,6 para 12,6 ñ 2,4 que para a dobutamina (de 12,5 ñ 2,4 para 10,4 ñ 0,7). A dopamina foi capaz de elevar significantemente a natriurese (de 0,736 ñ 0,324 para 1,130 ñ 0,330 micronEq/min) e a caliurese (de 1,69 ñ 0,21 para 2,63 ñ 0,47 micronEq/min), enquanto a dobutamina näo as alterou de forma importante. Os resultados nos levam as seguintes conclusöes: a) a dopamina constitui-se numa potentedroga natriurética e caliurética em ratos, mesmo em doses insuficientes para alterar a taxa de filtraçäo glomerular, o que näo se observa para a dobutamina; 2) a dopamina mostrou-se uma droga capaz de elevar o fluxo urinário em ratos, mesmo na presenç a de taxa de filtraçäo glomerular e pressäo arterial média inalterada; 3) a dobutamina também mostrou-se capaz de elevar o fluxo urinário sem aumentar a taxa de filtraçäo glomerular


Assuntos
Ratos , Animais , Masculino , Diurese/efeitos dos fármacos , Dobutamina/farmacologia , Dopamina/farmacologia , Taxa de Filtração Glomerular/efeitos dos fármacos , Pressão Sanguínea/efeitos dos fármacos , Inulina
4.
AMB rev. Assoc. Med. Bras ; 34(4): 133-7, jul.-ago. 1988. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-64020

RESUMO

Este trabalho teve como objetivo apontar método simples e rápido que permita o diagnóstico de anemia megaloblástica. Foram estudados 31 pacientes internados nas enfermarias gerais do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina e do Hospital Geral Universitário do Universidade de Säo Paulo, com diagnóstico inicial de "anemia a esclarecer". Destacou-se como de fundamental importância o aumento da segmentaçäo de neutrófilos positiva em 100% de nossos pacientes, até mesmo nos portadores de anemia mista por carência de ferro e folato com valores de volume corpuscular médio e desidrogenase láctica dentro dos limites da normalidade. Cabe ressaltar a grande incidência de complicaçöes cardiovasculares, septicemias e hemorragias decorrentes da anemia megaloblástica em nosso meio, mostrando que, apesar de ser doença de rápido diagnóstico e fácil tratamento, ainda é responsavel por uma taxa de mortalidade de 7% nos pacientes incluídos neste estudo. Cumpre ainda destacar que na investigaçäo de uma pancitopenia deve sempre ser levantada a hipótese diagnóstica de anemia megaloblástica, visto que em 80% dos nossos doentes esta foi a apresentaçäo encontrada no sangue periférico, e, por outro lado, das pancitopenias internadas em nossas enfermarias, no período de estudo, 65% foram diagnosticadas como anemia megaloblástica


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Anemia Megaloblástica/diagnóstico , Ferro/deficiência , Neutrófilos/patologia , Divisão Celular , Deficiência de Ácido Fólico/complicações , L-Lactato Desidrogenase/sangue
5.
AMB rev. Assoc. Med. Bras ; 32(9/10): 169-74, set.-out. 1986. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-37154

RESUMO

Foram estudados 50 casos de septicemia internados em Unidade de Terapia Intensiva. Definiram-se 12 critérios, dos quais pelo menos 5 deveriam estar presentes para a realizaçäo do diagnóstico. Correlacionaram-se também dados clínicos e laboratoriais com o prognóstico. A idade, ausência de resposta febril, nível sérico de creatinina, bilirrubina sérica total, contagem de leucócitos e diferença arteriovenosa de oxigênio (Ca-v) näo se correlacionaram com o prognóstico. Entre os pacientes que apresentaram doença de base, choque e depressäo de funçäo respiratória houve um menor número de sobreviventes. O desenvolvimento de acidose metabólica e o encontro e retirada do foco infeccioso primário tiveram importância fundamental no prognóstico, enquanto que a contagem de plaquetas no sangue periférico e o uso de antibioticoterapia adequada näo se associaram ao maior ou menor coeficiente de letalidade


Assuntos
Criança , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Humanos , Masculino , Feminino , Sepse/diagnóstico , Acidose/complicações , Prognóstico , Sepse/mortalidade
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