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1.
Arq. bras. cardiol ; 109(6,supl.1): 1-31, dez. 2017. tab
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-887990

RESUMO

Resumo Fundamentação: desde o primeiro posicionamento da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) sobre diabetes e prevenção cardiovascular, em 2014,1 importantes estudos têm sido publicados na área de prevenção cardiovascular e tratamento do diabetes,2 os quais contribuíram para a evolução na prevenção primária e secundária nos pacientes com diabetes. Ferramentas de estratificação de risco mais precisas, novos fármacos hipolipemiantes e novos antidiabéticos com efeitos cardiovasculares e redução da mortalidade, são parte desta nova abordagem para os pacientes com diabetes. O reconhecimento de que o diabetes é uma doença heterogênea foi fundamental, sendo claramente demonstrado que nem todos os pacientes diabéticos pertencem a categorias de risco alto ou muito alto. Um porcentual elevado é composto por pacientes jovens, sem os fatores de risco clássicos, os quais podem ser classificados adequadamente em categorias de risco intermediário ou mesmo em baixo risco cardiovascular. O presente posicionamento revisa as melhores evidências atualmente disponíveis e propõe uma abordagem prática, baseada em risco, para o tratamento de pacientes com diabetes. Estruturação: perante este desafio e reconhecendo a natureza multifacetada da doença, a SBD uniu-se à Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e à Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo (SBEM), e formou um painel de especialistas, constituído por 28 cardiologistas e endocrinologistas, para revisar as melhores evidências disponíveis e elaborar uma diretriz contendo recomendações práticas para a estratificação de risco e prevenção da Doença Cardiovascular (DVC) no Diabetes Melito (DM). As principais inovações incluem: (1) considerações do impacto de novos hipolipemiantes e das novas medicações antidiabéticas no risco cardiovascular; (2) uma abordagem prática, baseada em fator de risco, para orientar o uso das estatinas, incluindo novas definições das metas da Lipoproteína de Baixa Densidade-colesterol (LDL-colesterol) e colesterol não Lipoproteína de Alta Densidade HDL; (3) uma abordagem baseada em evidências, para avaliar a isquemia miocárdica silenciosa (IMS) e a aterosclerose subclínica em pacientes com diabetes; (4) as abordagens mais atuais para o tratamento da hipertensão; e (5) recomendação de atualizações para o uso de terapia antiplaquetária. Esperamos que esta diretriz auxilie os médicos no cuidado dedicado aos pacientes com diabetes. Métodos: inicialmente, os membros do painel foram divididos em sete subcomitês para definirem os tópicos principais que necessitavam de uma posição atualizada das sociedades. Os membros do painel pesquisaram e buscaram no PubMed estudos clínicos randomizados e metanálises de estudos clínicos e estudos observacionais de boa qualidade, publicados entre 1997 e 2017, usando termos MeSH: [diabetes], [diabetes tipo 2], [doença cardiovascular], [estratificação de risco cardiovascular] [doença arterial coronária], [rastreamento], [isquemia silenciosa], [estatinas], [hipertensão], [ácido acetilsalicílico]. Estudos observacionais de baixa qualidade, metanálises com alta heterogeneidade e estudos transversais não foram incluídos, embora talvez tenham impactado no Nível de Evidência indicado. A opinião de especialistas foi usada quando os resultados das buscas não eram satisfatórios para um item específico. É importante salientar que este posicionamento não teve a intenção de incluir uma revisão sistemática rigorosa. Um manuscrito preliminar, destacando recomendações de graus e níveis de evidência (Quadro 1), foi esboçado. Este passo levou a várias discussões entre os membros dos subcomitês, que revisaram os achados e fizeram novas sugestões. O manuscrito foi, então, revisto pelo autor líder, encarregado da padronização do texto e da inclusão de pequenas alterações, sendo submetido à apreciação mais detalhada pelos membros dos comitês, buscando uma posição de consenso. Depois desta fase, o manuscrito foi enviado para a banca editorial e edição final, sendo encaminhado para publicação. Quadro 1 Graus de recomendações e níveis de evidências adotados nesta revisão Grau de recomendação Classe I A evidência é conclusiva ou, se não, existe consenso de que o procedimento ou tratamento é seguro e eficaz Classe II Há evidências contraditórias ou opiniões divergentes sobre segurança, eficácia, ou utilidade do tratamento ou procedimento Classe IIa As opiniões são favoráveis ao tratamento ou procedimento. A maioria dos especialistas aprova Classe IIb A eficácia é bem menos estabelecida, e as opiniões são divergentes Classe III Há evidências ou consenso de que o tratamento ou procedimento não é útil, eficaz, ou pode ser prejudicial Níveis de Evidência A Múltiplos estudos clínicos randomizados concordantes e bem elaborados ou metanálises robustas de estudos clínicos randomizados B Dados de metanálises menos robustas, um único estudo clínico randomizado ou estudos observacionais C Opinião dos especialistas

2.
Diabetol Metab Syndr ; 9: 53, 2017.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28725272

RESUMO

BACKGROUND: Since the first position statement on diabetes and cardiovascular prevention published in 2014 by the Brazilian Diabetes Society, the current view on primary and secondary prevention in diabetes has evolved as a result of new approaches on cardiovascular risk stratification, new cholesterol lowering drugs, and new anti-hyperglycemic drugs. Importantly, a pattern of risk heterogeneity has emerged, showing that not all diabetic patients are at high or very high risk. In fact, most younger patients who have no overt cardiovascular risk factors may be more adequately classified as being at intermediate or even low cardiovascular risk. Thus, there is a need for cardiovascular risk stratification in patients with diabetes. The present panel reviews the best current evidence and proposes a practical risk-based approach on treatment for patients with diabetes. MAIN BODY: The Brazilian Diabetes Society, the Brazilian Society of Cardiology, and the Brazilian Endocrinology and Metabolism Society gathered to form an expert panel including 28 cardiologists and endocrinologists to review the best available evidence and to draft up-to-date an evidence-based guideline with practical recommendations for risk stratification and prevention of cardiovascular disease in diabetes. The guideline includes 59 recommendations covering: (1) the impact of new anti-hyperglycemic drugs and new lipid lowering drugs on cardiovascular risk; (2) a guide to statin use, including new definitions of LDL-cholesterol and in non-HDL-cholesterol targets; (3) evaluation of silent myocardial ischemia and subclinical atherosclerosis in patients with diabetes; (4) hypertension treatment; and (5) the use of antiplatelet therapy. CONCLUSIONS: Diabetes is a heterogeneous disease. Although cardiovascular risk is increased in most patients, those without risk factors or evidence of sub-clinical atherosclerosis are at a lower risk. Optimal management must rely on an approach that will cover both cardiovascular disease prevention in individuals in the highest risk as well as protection from overtreatment in those at lower risk. Thus, cardiovascular prevention strategies should be individualized according to cardiovascular risk while intensification of treatment should focus on those at higher risk.

3.
PLoS One ; 12(2): e0171733, 2017.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28187174

RESUMO

INTRODUCTION: Metabolic syndrome (MS) is characterized by dyslipidemia, central obesity, hypertension and hyperglycemia. However, type 2 diabetes mellitus (T2DM) may or may not be present in metabolic syndrome. MS and T2DM are considered important cardiovascular risk factors, but the role of hyperglycemia in coronary disease is still contested in the literature. Therefore, we decided to evaluate the effect of hyperglycemia on the severity of coronary disease in MS patients, with or without T2DM, submitted to coronary angiography (CA) and intravascular ultrasonography (IVUS). MATERIALS AND METHODS: This is a cross sectional, observational study with 100 MS patients (50% with T2DM), 60% male. All of the patients had been referred for CA procedures. The obstruction was considered severe when stenosis was greater than 70% and moderate if it was between 50-69%. Patients detected with a moderate obstruction by CA were indicated to IVUS. A minimal luminal area of less than 4mm2 detected by IVUS was also considered severe. IDF criteria were used to define Metabolic Syndrome and T2DM diagnosis was defined according to the American Diabetes Association criteria. Student's t-test and Pearson Chi-square were used for statistical analysis, considering p < 0.05 statistically significant. RESULTS AND DISCUSSION: The majority of T2DM patients presented severe arterial lesions (74% vs 22%, p<0.001). Using CA procedure, 12% of T2DM had moderate obstructions, compared to 38% of the non-diabetic group (p< 0.05). 8% of patients with moderate lesions by CA were diagnosed with a luminal area less than 4mm2 using IVUS. This luminal area was significantly smaller in the T2DM group than in the control group (3.8mm2 ± 2.42. vs 4.6mm2 ± 2.58, p = 0.03). CONCLUSION: Patients with MS and T2DM submitted to angiography and IVUS, had more severe coronary lesions compared to MS patients without diabetes. This finding suggests that beyond insulin resistance that is present in MS, hyperglycemia may also play a role in the development of atherosclerotic disease. IVUS was useful for diagnosing 8% of severe cases initially considered to be moderate obstructions when using just CA in this scenario.


Assuntos
Doença das Coronárias/diagnóstico por imagem , Hiperglicemia/diagnóstico por imagem , Síndrome Metabólica/diagnóstico por imagem , Idoso , Angiografia Coronária , Doença das Coronárias/sangue , Doença das Coronárias/complicações , Feminino , Humanos , Hiperglicemia/sangue , Hiperglicemia/complicações , Masculino , Síndrome Metabólica/sangue , Síndrome Metabólica/complicações , Pessoa de Meia-Idade , Ultrassonografia
5.
Diabetol Metab Syndr ; Jul(9): 53-53, 2017.
Artigo em Inglês | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: ses-36559

RESUMO

BACKGROUND: Since the first position statement on diabetes and cardiovascular prevention published in 2014 by the Brazilian Diabetes Society, the current view on primary and secondary prevention in diabetes has evolved as a result of new approaches on cardiovascular risk stratification, new cholesterol lowering drugs, and new anti-hyperglycemic drugs. Importantly, a pattern of risk heterogeneity has emerged, showing that not all diabetic patients are at high or very high risk. In fact, most younger patients who have no overt cardiovascular risk factors may be more adequately classified as being at intermediate or even low cardiovascular risk. Thus, there is a need for cardiovascular risk stratification in patients with diabetes. The present panel reviews the best current evidence and proposes a practical risk-based approach on treatment for patients with diabetes. MAIN BODY: The Brazilian Diabetes Society, the Brazilian Society of Cardiology, and the Brazilian Endocrinology and Metabolism Society gathered to form an expert panel including 28 cardiologists and endocrinologists to review the best available evidence and to draft up-to-date an evidence-based guideline with practical recommendations for risk stratification and prevention of cardiovascular disease in diabetes. The guideline includes 59 recommendations covering: (1) the impact of new anti-hyperglycemic drugs and new lipid lowering drugs on cardiovascular risk; (2) a guide to statin use, including new definitions of LDL-cholesterol and in non-HDL-cholesterol targets; (3) evaluation of silent myocardial ischemia and subclinical atherosclerosis in patients with diabetes; (4) hypertension treatment; and (5) the use of antiplatelet therapy...(AU)


Assuntos
Glucose , Sangue , Doença da Artéria Coronariana , Diabetes Mellitus , Dislipidemias , Hipertensão , Fatores de Risco
6.
Diabetol Metab Syndr ; 8: 50, 2016.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-27471550

RESUMO

BACKGROUND: Type 2 diabetes mellitus (DM) globally affects 18-20 % of adults over the age of 65 years. Diabetic kidney disease (DKD) is one of the most frequent and dangerous complications of DM2, affecting about one-third of the patients with DM2. In addition to the pancreas, adipocytes, liver, and intestines, the kidneys also play an important role in glycemic control, particularly due to renal contribution to gluconeogenesis and tubular reabsorption of glucose. METHODS: In this review article, based on a report of discussions from an interdisciplinary group of experts in the areas of endocrinology, diabetology and nephrology, we detail the relationship between diabetes and kidney disease, addressing the care in the diagnosis, the difficulties in achieving glycemic control and possible treatments that can be applied according to the different degrees of impairment. DISCUSSION: Glucose homeostasis is extremely altered in patients with DKD, who are exposed to a high risk of both hyperglycemia and hypoglycemia. Both high and low glycemic levels are associated with increased morbidity and shortened survival in this group of patients. Factors that are associated with an increased risk of hypoglycemia in DKD patients include decreased renal gluconeogenesis, deranged metabolic pathways (including altered metabolism of medications) and decreased insulin clearance. On the other hand, decrease glucose filtration and excretion, and inflammation-induce insulin resistance are predisposing factors to hyperglycemic episodes. CONCLUSION: Appropriate glycaemic monitoring and control tailored for diabetic patients is required to avoid hypoglycaemia and other glycaemic disarrays in patients with DM2 and kidney disease. Understanding the renal physiology and pathophysiology of DKD has become essential to all specialties treating diabetic patients. Disseminating this knowledge and detailing the evidence will be important to initiate breakthrough research and to encourage proper treatment of this group of patients.

7.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-749183

RESUMO

INTRODUÇÃO: O Diabetes Mellitus (DM) consiste em uma doença crônica ocasionada pela hiperglicemia. Sabe-se que essa patologia esta presente em aproximadamente 10% das internações hospitalares, e que uma porcentagem significativa dos pacientes com Diabetes Mellitus apresenta-se sem diagnóstico prévio no momento da internação. A hiperglicemia pode provocar efeitos deletérios no organismo como processo inflamatório. OBJETIVO: Avaliar a HbA1c como ferramenta diagnóstica e preditiva da evolução clínica de pacientes com e sem diagnóstico de Diabetes Mellitus, avaliada durante período de internação hospitalar e sua relação com as complicações hospitalares. MÉTODOS: Foram avaliados 100 pacientes no período de um ano e verificado através do protocolo Institucional NUMAD (Núcleo de assistência ao Paciente Diabético) os valores de hemoglobina glicada HbA1c em pacientes com hiperglicemia. RESULTADOS: Os pacientes sem diagnóstico prévio de Diabetes Mellitus apresentaram HbA1c entre 5,8% e 7,5%, com a mediana do tempo de internação de 9 dias, sem complicações. Os pacientes com Diabetes Mellitus que evoluíram com complicações, apresentaram HbA1c entre 7,3% e 12,4% e correspondiam a 20% do estudo, com tempo de internação de 34,5 dias. DISCUSSÃO: Estudos descrevem a prevalência de hiperglicemia relacionada a mortalidade e período de internação hospitalar, e principalmente em relação a hemoglobina glicada como marcador de gravidade independente da patologia. Nosso estudo demonstrou a importância dessa ferramenta como um aliado ao tratamento hospitalar. CONCLUSÃO: A HbA1c demonstrou em nosso estudo ser um marcador prognóstico e preditivo importante em pacientes com hiperglicemia hospitalar.


INTRODUCTION: Diabetes Mellitus (DM) is a chronic disease caused by hyperglycemia. It is known that this disease is present in approximately 10% of hospital admissions, and there is a significant percentage of patients with Diabetes Mellitus presents with no previous diagnosis at admission. Hyperglycemia can cause deleterious effects in the body as an inflammatory process. OBJECTIVE: To evaluate the HbA1c as a diagnostic and predictive tool outcome of patients with and without diagnosis of Diabetes Mellitus, performed during hospital stay and its relation with the hospital complications. METHODS: A total of 100 patients in the period of a year and verified by the Institutional NUMAD protocol (service core to Diabetic Patients) the glycated hemoglobin HbA1c in patients with hyperglycemia. RESULTS: Patients with no previous diagnosis of Diabetes Mellitus had HbA1c between 5.8% and 7.5%, with the median length of stay of nine days without complications. Patients with Diabetes Mellitus who developed complications, had HbA1c between 7.3% and 12.4% and accounted for 20% of the study, with hospital stay of 34.5 days. DISCUSSION: Studies describe the prevalence of hyperglycemia related mortality and hospital stay, and especially in relation to glycated hemoglobin as a marker of severity regardless of pathology. Our study demonstrated the importance of this tool as an ally to the hospital treatment. CONCLUSION: HbA1c demonstrated in our study to be a prognostic and predictive marker important in patients with hospital hyperglycemia.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Complicações do Diabetes , Hemoglobina A Glicada/análogos & derivados , Hiperglicemia/diagnóstico , Hiperglicemia/epidemiologia , Pacientes Internados , Diabetes Mellitus
8.
Diabetol Metab Syndr ; 6: 58, 2014.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-24855495

RESUMO

There is a very well known correlation between diabetes and cardiovascular disease but many health care professionals are just concerned with glycemic control, ignoring the paramount importance of controlling other risk factors involved in the pathogenesis of serious cardiovascular diseases. This Position Statement from the Brazilian Diabetes Society was developed to promote increased awareness in relation to six crucial topics dealing with diabetes and cardiovascular disease: Glicemic Control, Cardiovascular Risk Stratification and Screening Coronary Artery Disease, Treatment of Dyslipidemia, Hypertension, Antiplatelet Therapy and Myocardial Revascularization. The issue of what would be the best algorithm for the use of statins in diabetic patients received a special attention and a new Brazilian algorithm was developed by our editorial committee. This document contains 38 recommendations which were classified by their levels of evidence (A, B, C and D). The Editorial Committee included 22 specialists with recognized expertise in diabetes and cardiology.

10.
Arq Bras Cardiol ; 102(5 Suppl 1): 1-41, 2014 05.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-27223869
11.
Belo Horizonte; s.n; 2010. 2 p.
Não convencional em Português | Sec. Munic. Saúde SP, HSPM-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: sms-902

RESUMO

A adiponectina é um marcador metabólico, inversamente associada à RI, baixos níveis séricos têm importância como preditor de risco de desenvolvimento de DM2 e níveis elevados de adiponectina estão associados com diminuição do risco de DM2 em idosos (AU)


Assuntos
Diabetes Mellitus Tipo 2/complicações , Insulina , Antagonistas da Insulina , Resistência à Insulina , Idoso , Intolerância à Glucose
12.
Belo Horizonte; s.n; 2010. 2 p.
Não convencional em Português | Sec. Munic. Saúde SP, HSPM-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: sms-903

RESUMO

Os pacientes com TGA e DM2 apresentaram maior prevalência de RI em relação aos indivíduos normoglicêmicos (p=0,028). Não houve diferença estatística nos valores de IL-6 e TNF-alfa entre os pacientes com TGN, TGA e DM2. Porém, a presença da RI esteve associada ao aumento sérico dos marcadores inflamatórios IL-6 e TNF-alfa (p=0,001 e p=0,018, respectivamente) . Conclusão: assim como em pacientes adultos jovens, idosos com resistência insulínica, independentemente de serem intolerantes à glicose ou diabéticos, apresentam maior concentração plasmática de mediadores inflamatórios (AU)


Assuntos
Resistência à Insulina , Idoso , Pacientes , Diabetes Mellitus , Mediadores da Inflamação
13.
Belo Horizonte; s.n; 2010. 2 p.
Não convencional em Português | Sec. Munic. Saúde SP, HSPM-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: sms-1653

RESUMO

Entre as variáveis analisadas, a cintura abdominal, IMC, hemoglobina glicada e adiponectina se associaram a maior grau de resistência insulínica


Assuntos
Transtornos do Metabolismo dos Lipídeos , Transtornos do Metabolismo de Glucose , Idoso , Resistência à Insulina
14.
São Paulo; AC Farmacêutica Editora; 2010. 760 p.
Monografia em Português | Sec. Munic. Saúde SP, AHM-Acervo, TATUAPE-Acervo | ID: sms-2460
15.
Belo Horizonte; s.n; 2010. 2 p.
Não convencional em Português | Coleciona SUS, HSPM-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: biblio-936843

RESUMO

A adiponectina é um marcador metabólico, inversamente associada à RI, baixos níveis séricos têm importância como preditor de risco de desenvolvimento de DM2 e níveis elevados de adiponectina estão associados com diminuição do risco de DM2 em idosos


Assuntos
Idoso , /complicações , Intolerância à Glucose , Insulina , Antagonistas da Insulina , Resistência à Insulina
16.
Belo Horizonte; s.n; 2010. 2 p.
Não convencional em Português | Coleciona SUS, HSPM-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: biblio-936844

RESUMO

Os pacientes com TGA e DM2 apresentaram maior prevalência de RI em relação aos indivíduos normoglicêmicos (p=0,028). Não houve diferença estatística nos valores de IL-6 e TNF-alfa entre os pacientes com TGN, TGA e DM2. Porém, a presença da RI esteve associada ao aumento sérico dos marcadores inflamatórios IL-6 e TNF-alfa (p=0,001 e p=0,018, respectivamente) . Conclusão: assim como em pacientes adultos jovens, idosos com resistência insulínica, independentemente de serem intolerantes à glicose ou diabéticos, apresentam maior concentração plasmática de mediadores inflamatórios


Assuntos
Idoso , Diabetes Mellitus , Mediadores da Inflamação , Resistência à Insulina , Pacientes
17.
Belo Horizonte; s.n; 2010. 2 p.
Não convencional em Português | Coleciona SUS, HSPM-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: biblio-937226

RESUMO

Entre as variáveis analisadas, a cintura abdominal, IMC, hemoglobina glicada e adiponectina se associaram a maior grau de resistência insulínica


Assuntos
Idoso , Transtornos do Metabolismo de Glucose , Resistência à Insulina , Transtornos do Metabolismo dos Lipídeos
18.
São Paulo; AC Farmacêutica Editora; 2010. 760 p.
Monografia em Português | LILACS, AHM-Acervo, TATUAPE-Acervo | ID: lil-642252
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