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1.
Nutr Metab Cardiovasc Dis ; 29(12): 1345-1352, 2019 12.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-31653520

RESUMO

BACKGROUND AND AIMS: To evaluate the biomarkers related to cardiovascular risk in pre-pubertal preterm children with a birth weight of less than 1,500 g and relate them to current nutritional status, insulin resistance, and inflammation. METHODS & RESULTS: This is a cross-sectional, controlled study with pre-pubertal preterm children aged 5-9 years with a birth weight of less than 1500 g (Preterm group, n = 44) compared to full term children of adequate weight for gestational age (Control group, n = 30). Clinical evaluation: anthropometry and pubertal staging. Laboratory tests: total cholesterol and fractions, triglycerides, paraoxonase 1, apolipoproteins A-I and B, myeloperoxidase (MPO), high sensitivity C-reactive protein (hs-CRP), glycemia and insulin (to calculate HOMA-IR). In the preterm group, 19 (43.2%) were male, with mean birth weight and gestational age of 1157 ± 242 g and 30.0 ± 2.3 weeks, respectively. The preterm group showed lower concentrations of HDL-c (60.1 ± 10.1 vs. 69.0 ± 10.0 mg/dL; p < 0.001); higher concentrations of hs-CRP [0.55 mg/dL (0.30; 39.4) vs. 0.30 mg/dL (0.30; 10.80); p = 0.043], of MPO [21.1 ng/mL (5.7; 120.0) vs. 8.1 ng/mL (2.6; 29.6); p < 0.001] and of MPO/HDL-c ratio [0.39 (0.09; 2.07) ng/mg vs. 0.11 (0.05; 0.58)]. The MPO/HDL-c ratio was the variable that showed the best discriminatory power between the groups (AUC = 0.878; 95% CI; 0.795-0.961). MPO concentrations in the preterm group were correlated with those of hs-CRP (r = 0.390; p = 0.009), insulin (r = 0.448; p = 0.002) and HOMA-IR (r = 0.462; p = 0.002). CONCLUSION: Prepubertal preterm children show high MPO concentrations and MPO/HDL-c ratio that are associated with inflammation and oxidative stress, which, in turn, may be associated with atherosclerosis.


Assuntos
Aterosclerose/sangue , Recém-Nascido Prematuro , Recém-Nascido de muito Baixo Peso , Peroxidase/sangue , Fatores Etários , Aterosclerose/diagnóstico , Aterosclerose/etiologia , Aterosclerose/fisiopatologia , Biomarcadores/sangue , Peso ao Nascer , Glicemia/análise , Proteína C-Reativa/análise , Estudos de Casos e Controles , Criança , Desenvolvimento Infantil , Fenômenos Fisiológicos da Nutrição Infantil , HDL-Colesterol/sangue , Estudos Transversais , Feminino , Idade Gestacional , Humanos , Recém-Nascido , Inflamação/sangue , Inflamação/etiologia , Mediadores da Inflamação/sangue , Insulina/sangue , Resistência à Insulina , Masculino , Estado Nutricional , Estresse Oxidativo , Medição de Risco , Fatores de Risco , Regulação para Cima
2.
Nutrition ; 62: 20-24, 2019 06.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30826595

RESUMO

OBJECTIVES: The objective of this study was to evaluate estimated glomerular filtration rates (eGFR) and markers of renal function in very low birthweight (VLBW) children and to relate these parameters to current nutritional status. METHODS: A cross-sectional and controlled study was performed with prepubertal children between ages 5 and 10, including 44 VLBW participants and 30 healthy participants born at full term with an adequate birthweight (control group). The following data were collected: perinatal history; current weight, height and waist circumference; blood pressure (three measures); blood creatinine, urea, uric acid, cystatin-C, and neutrophil gelatinase-associated lipocalin levels; and urine albumin, creatinine, and calcium levels. RESULTS: Blood pressure, eGFR, albuminuria, concentrations of cystatin-C, neutrophil gelatinase-associated lipocalin, uric acid, urea, creatinine, and fractional calcium excretion did not differ between VLBW and control groups. Regarding the VLBW group, there was no difference in eGFR, albuminuria, and other markers of renal injury in overweight or obese children compared with children with a normal body mass index. CONCLUSIONS: Prepubertal children born with VLBW did not have altered renal function, regardless of their current nutritional status.


Assuntos
Taxa de Filtração Glomerular/fisiologia , Recém-Nascido de muito Baixo Peso , Rim/fisiologia , Estado Nutricional , Criança , Pré-Escolar , Estudos Transversais , Feminino , Humanos , Masculino
3.
Pediatr. mod ; 49(9)set. 2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-712037

RESUMO

Desde a segunda metade do século XX as grandes alterações na estrutura econômico-social do Brasil resultaram em mudanças nos hábitos alimentares de crianças, adolescentes e seus familiares. Estas mudanças nutricionais levaram a importante redução da desnutrição, mas ao mesmo tempo em aumento do sobrepeso e da obesidade em crianças, que muitas vezes permanecem na adolescência e na idade adulta. Por outro lado, a incidência de anemia ferropriva também se mantém como distúrbio nutricional, além da deficiência de outros nutrientes, como vitamina A e cálcio. Esses fatores decorrem de erros alimentares, desde a interrupção precoce do aleitamento materno até hábitos dietéticos inadequados segundo idade e qualidade, como a ingestão comum de alimentos industrializados, com elevados teores de sódio, açúcares e gordura, particularmente saturadas. Erros alimentares ocorrem do recém-nascido ao adolescente, afetando as idades pré-escolar e escolar. Neste momento histórico em que a longevidade aumentou, graças à melhora da qualidade de vida das pessoas e dos progressos da medicina, farmácia, biologia etc., é dever do pediatra conhecer e orientar outros profissionais da saúde, familiares e educadores de crianças e adolescentes sobre os riscos a que eles estão expostos em consequência desses erros alimentares, não apenas na infância e na adolescência, mas por toda a vida...


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Criança , Adolescente , Adolescente , Criança , Comportamento Alimentar
4.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 57(6): 657-661, nov.-dez. 2011. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-611225

RESUMO

OBJETIVO: Analisar a prevalência de risco de sobrepeso, e sobrepeso e obesidade em crianças de pré-escolas privadas e filantrópicas da região metropolitana de São Paulo. MÉTODOS: Comparação de dois estudos transversais, com crianças matriculadas em pré-escolas privadas (PEP) ou filantrópicas (PEF), nos quais o universo de crianças foi avaliado. Para classificar o risco de sobrepeso, e sobrepeso e obesidade, e os valores de índice de massa corpórea (IMC) foram transformados em escores z (Organização Mundial de Saúde - 2006 e 2007). RESULTADOS: A prevalência de risco de sobrepeso (z IMC > 1 a < 2) nas PEP foi de 21,9 por cento e nas PEF, de 24,6 por cento, com RP= 1,12 (IC 95 por cento: 0,96-1,32), sem diferença estatística. Considerando as crianças com sobrepeso e obesidade (z IMC > 2), a prevalência nas PEP foi de 14,3 por cento e nas PEF foi de 9,0 por cento, RP = 1,54 (IC 95 por cento: 1,23-1,93), com p = 0,0002. No sexo masculino, a prevalência de sobrepeso e obesidade nas PEP foi de 16,4 por cento (n = 409) e nas PEF, de 11,1 por cento (n = 829), RP = 1,48 (IC 95 por cento: 1,10-1,98), e no sexo feminino foi de 12,5 por cento (n = 400) nas PEP e 6,6 por cento (n = 698) nas PEF, RP = 1,90 (IC 95 por cento: 1,30-2,78), ambas as diferenças significantes. CONCLUSÃO: A prevalência de risco de sobrepeso foi semelhante e muito elevada nos dois grupos de crianças. O sobrepeso e a obesidade ainda apresentaram maior frequência nas crianças de pré-escolas privadas. Assim, apesar de uma melhor condição socioeconómica ainda ser fator de risco para sobrepeso e obesidade em pré-escolares, o mesmo parece que já não ocorre quando se analisa o risco de sobrepeso.


OBJECTIVE: To assess the risk prevalence of overweight and obesity in children enrolled in private and philanthropic preschools in the State of São Paulo. METHODS: Comparison of two cross sectional studies with children enrolled in private preschools (PPS) or philanthropic (PHP) of the São Paulo Metropolitan Region. Both surveys evaluated the children's environment. To determine the risk of overweight, excess weight and obesity, body mass index (BMI) values were transformed into z scores (according to the World Health Organization - 2006 and 2007). RESULTS: The risk prevalence of overweight (≥ 1 BMIz < 2) in PPS was 21.9 percent and 24.6 percent in PHP, with PR = 1.12 (95 percent CI: 0.96-1.32), without statistical difference. Considering the children with overweight or obesity, (BMIz ≥ 2) the prevalence in PPS was 14.3 percent and in PHP was 9.0 percent, with PR = 1.54 (95 percent CI: 1.23-1.93), p = 0.0002. Overweight and obesity prevalence in males in PPS was 16.4 percent (n = 409) and in PHP, 11.1 percent (n = 829), PR = 1.48 (95 percent CI: 1.10-1.98) and in females it was 12.5 percent (n = 400) in the PPS and 6.6 percent (n = 698) in PHP, corresponding to PR = 1.90 (95 percent CI: 1.30-2.78), both significant differences. CONCLUSION: Both groups showed a similar and very high prevalence of weight excess. However, overweight and obesity showed a higher prevalence in children from private preschools. This indicates that even though a better socioeconomic level is still a risk factor for overweight and obesity in preschoolers, the same does not seem to occur when analyzing the risk of overweight.


Assuntos
Pré-Escolar , Feminino , Humanos , Masculino , Obesidade/epidemiologia , Índice de Massa Corporal , Brasil/epidemiologia , Estudos Transversais , Sobrepeso/epidemiologia , Prevalência , Fatores de Risco , Fatores Socioeconômicos , População Urbana
5.
Rev Assoc Med Bras (1992) ; 57(6): 657-61, 2011.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-22249545

RESUMO

OBJECTIVE: To assess the risk prevalence of overweight and obesity in children enrolled in private and philanthropic preschools in the State of São Paulo. METHODS: Comparison of two cross sectional studies with children enrolled in private preschools (PPS) or philanthropic (PHP) of the São Paulo Metropolitan Region. Both surveys evaluated the children's environment. To determine the risk of overweight, excess weight and obesity, body mass index (BMI) values were transformed into z scores (according to the World Health Organization - 2006 and 2007). RESULTS: The risk prevalence of overweight (≥ 1 BMIz < 2) in PPS was 21.9% and 24.6% in PHP, with PR = 1.12 (95% CI: 0.96-1.32), without statistical difference. Considering the children with overweight or obesity, (BMIz ≥ 2) the prevalence in PPS was 14.3% and in PHP was 9.0%, with PR = 1.54 (95% CI: 1.23-1.93), p = 0.0002. Overweight and obesity prevalence in males in PPS was 16.4% (n = 409) and in PHP, 11.1% (n = 829), PR = 1.48 (95% CI: 1.10-1.98) and in females it was 12.5% (n = 400) in the PPS and 6.6% (n = 698) in PHP, corresponding to PR = 1.90 (95% CI: 1.30-2.78), both significant differences. CONCLUSION: Both groups showed a similar and very high prevalence of weight excess. However, overweight and obesity showed a higher prevalence in children from private preschools. This indicates that even though a better socioeconomic level is still a risk factor for overweight and obesity in preschoolers, the same does not seem to occur when analyzing the risk of overweight.


Assuntos
Obesidade/epidemiologia , Índice de Massa Corporal , Brasil/epidemiologia , Pré-Escolar , Estudos Transversais , Feminino , Humanos , Masculino , Sobrepeso/epidemiologia , Prevalência , Fatores de Risco , Fatores Socioeconômicos , População Urbana
6.
Rev. bras. saúde matern. infant ; 9(4): 477-485, out.-dez. 2009. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-571037

RESUMO

OBJETIVOS: comparar o crescimento alcançado e a prevalência de baixa estatura na idade pré-escolar entre recém-nascidos de peso insuficiente (PNI) e de peso adequado (PNA). MÉTODOS: foram estudadas 323 crianças com PNI e 886 com PNA de famílias de baixa renda de quinze creches filantrópicas de Santo André, São Paulo, Brasil, em 2001 e 2002. As variáveis foram o escore Z de peso e de estatura para a idade, pelo referencial Center for Disease Control (CDC) and National Center for Health Statistics (NCHS) 2000, comparando-se as médias dos dois grupos. Calculou-se a razão de prevalência (RP) de baixa estatura na idade pré-escolar em decorrência do peso insuficiente ao nascer. RESULTADOS: o escore z médio de peso foi -0,09 e 0,39 e o escore z médio de estatura foi de -0,06 e de 0,24 para as crianças de PNI e de PNA, respectivamente. A prevalência de baixa estatura foi de 2,78 por cento para as crianças com PNI e de 0,79 por cento para aquelas com PNA. A RP de baixa estatura na idade pré-escolar para as crianças de PNI foi de 3,5 (IC95 por cento 1,3-9,4). CONCLUSÕES: as crianças com PNI apresentaram crescimento inferior e maior risco de falhas de crescimento até a idade pré-escolar, sugerindo um efeito negativo do peso insuficiente ao nascer sobre o crescimento infantil.


OBJECTIVES: to compare rate of growth and prevalence of low stature at preschool age in children who were underweight at birth and in children born with a normal weight. METHODS: the study covered 323 children born underweight and 886 born with a normal weight from low-income families in fifteen charitably funded crèches in the municipality of Santo André, in the State of São Paulo, Brazil, in 2001 and 2002. The variables used were the z score for weight and height for age, using the Center for Disease Control (CDC) and National Center for Health Statistics (NCHS) 2000 benchmark, comparing the means for the two groups. The prevalence ratio was calculated for low stature in preschool age children resulting from insufficient weight at birth. RESULTS: the z score for weight was -0.09 and 0.39 and the average z score for height was -0.06 and 0.24 for underweight and normal weight at birth, respectively. The prevalence of low stature was 2.78 percent for children born underweight and 0.79 percent for normal weight. The PR for low stature at preschool age for children born underweight was 3.5 (CI95 percent 1.3-9.4). CONCLUSIONS: children born underweight had a lower rate of growth and greater risk of developing a growth disorder up to preschool age, suggesting a negative effect of insufficient birth weight on child growth.


Assuntos
Humanos , Pré-Escolar , Criança , Peso ao Nascer , Desenvolvimento Infantil , Estatura-Idade , Peso-Idade
7.
Rev. paul. pediatr ; 27(1): 40-47, mar. 2009. graf, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-511865

RESUMO

OBJETIVO: Em 2007, a Organização Mundial da Saúde (OMS) propôs um referencial de crescimento de cinco a 19 anos, a ser utilizado em continuidade ao referencial de menores de cinco anos (de 2006), que, entre outras características, aos cinco anos de idade mostra um bom ajuste com a curva de 2006. Este estudo visa comparar os referenciais da OMS com o crescimento observado em pré-escolares brasileiros. MÉTODOS: A partir dos dados antropométricos de 2.830 crianças com idade entre três e seis anos de duas amostras das cidades de Taubaté e Santo André, em São Paulo, foram calculados os valores dos percentis (P) 5, 50 e 95 de peso, estatura e índice de massa corpórea (IMC). Os valores dos novos referenciais da OMS foram comparados a esses resultados de acordo com o sexo e a faixa etária. RESULTADOS: Nos percentis de estatura, o referencial apresentou valores próximos ou pouco superiores aos dos pré-escolares até os cinco anos. Nessa idade, a tendência se inverte, obtendo-se valores progressivamente inferiores até os sete anos. Para peso e IMC, em todas as idades consideradas, o P5 e 50 dos referenciais são pouco menores que os das crianças, mas o P95 indica uma tendência de crescimento progressivamente menor, fazendo com que, próximo aos sete anos, o P95 de IMC dos pré-escolares da amostra seja cerca de 4kg/m² maior. CONCLUSÕES: Os referenciais da OMS apontam uma prevalência menor de magreza (desnutrição) e baixa estatura entre cinco e sete anos e, ao mesmo tempo, uma elevação importante da prevalência de obesidade entre três e sete anos de idade.


OBJECTIVE: The World Health Organization (WHO), in 2007, proposed a growth reference standard from five to 19 years to be used in continuation to the 2006 one (for children younger than five years-old). This growth chart shows a satisfactory adjustment at five years with the 2006 curve. This study aims to compare WHO references with the growth observed in Brazilian preschool children. METHODS: 2,830 children between three and six years old from Taubaté and Santo André cities, in São Paulo State, Brazil, were studied regarding weight, height and body mass index (BMI). The 5th, 50th and 95th percentiles (P) were calculated in several ages for both genders and compared to the WHO reference values. RESULTS: Concerning height, the WHO reference values were closer to or a little higher than the Brazilian studied samples until five years. At this time, an opposed tendency was noticed with WHO height percentiles becoming progressively below the Brazilian samples until the age of seven. For weight and BMI in all considered ages, the 5thP and the 50thP of the WHO referential were slightly lower than the children's ones, but the 95thP shows a trend of a progressively lower growth close to seven years: the BMI 95thP from the preschool samples were around 4kg/m² higher than WHO values. CONCLUSIONS: The use of WHO reference growth chart will produce a lower prevalence of malnutrition and short stature between five and seven years and, at the same time, an important rise of obesity prevalence between ages three and seven.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pré-Escolar , Criança , Antropometria , Crescimento , Valores de Referência , Organização Mundial da Saúde
8.
Arq Bras Cardiol ; 87(2): 153-8, 2006 Aug.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-16951833

RESUMO

OBJECTIVE: To evaluate anthropometric data, blood lipid levels, blood pressure (BP) and waist circumference (WC) in preschool children. To relate WC with blood lipid levels and BP in obese and non-obese children. METHODS: In a transversal study we investigated 65 preschool children of low socioeconomic level in Santo André, São Paulo. The evaluation consisted of BP measurement (Task Force, 1996), weight (W), height (H) expressed as z score (WHO, 1995) and body mass index (BMI), triglycerides, total and fractions of cholesterol blood levels (Kwiterovich and AHA). STATISTICAL ANALYSIS: Fisher test and correlations. RESULTS: We observed high BP and lipid levels unrelated to nutritional status. WC was significantly and positively correlated to BMI and ZWH (r = 0.87 and r = 0.83, respectively). Using as a cut-off 75 percentile of WC we found an accuracy of 89.1% with 87.2% specificity and 70.6% sensitivity and predictive value (+) 66.7% and (-) 66.7%. There was no relationship between WC and lipid and BP levels. CONCLUSIONS: WC showed direct correlation with anthropometric indexes commonly used and in preschool children wasn't predictor of cardiovascular risk.


Assuntos
Pressão Sanguínea/fisiologia , Doenças Cardiovasculares/etiologia , Lipídeos/sangue , Estado Nutricional , Obesidade/diagnóstico , Relação Cintura-Quadril , Biomarcadores , Índice de Massa Corporal , Pré-Escolar , Estudos Transversais , Feminino , Humanos , Masculino , Obesidade/sangue , Valor Preditivo dos Testes , Fatores de Risco , Fatores Socioeconômicos
9.
Arq. bras. cardiol ; 87(2): 153-158, ago. 2006. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-434002

RESUMO

OBJETIVO: Avaliar o diagnóstico nutricional, o perfil lipídico, os níveis pressóricos e a medida de cintura em pré-escolares. Pretende-se ainda verificar se a medida de cintura está associada com índices antropométricos usuais no diagnóstico nutricional, perfil lipídico e pressão arterial em crianças obesas e eutróficas. MÉTODOS: Estudo transversal realizado com 65 pré-escolares de baixo estrato socioeconômico, em escola municipal de Santo André. As avaliações clínico-laboratoriais consistiram em: medida de PA (Task Force, 1996), peso (P) e estatura (E) expressos como escore z (OMS, 1995) e IMC (índice de massa corpórea); níveis séricos de triglicérides, colesterol total e frações (VLDL-c, HDL-c, LDL-c) (Kwiterowich e AHA). Análise estatística: Teste exato de Fisher e correlação. RESULTADOS: Observamos alto porcentual de inadequação da PA e lipídios séricos, independentemente da condição nutricional. A medida de cintura mostrou correlação positiva e significante com IMC e ZPE (r = 0,87 e r = 0,83; p < 0,001, respectivamente). Visando ao estudo do poder diagnóstico da cintura, utilizando-se como ponto de corte o percentil 75 da amostra dessa medida, tendo como padrão o ZPE, observou-se acurácia de 89,1 por cento, especificidade de 87,2 por cento, sensibilidade de 70,6 por cento, e valores preditivos (+) 66,7 por cento e (-) 66,7 por cento. Não houve correlação significativa entre a cintura e o perfil lipídico e níveis pressóricos. CONCLUSÕES: A medida de cintura mostrou relação direta com os índices antropométricos habitualmente usados e não funcionou na faixa etária pré-escolar como preditor de risco cardiovascular.


Assuntos
Pré-Escolar , Feminino , Humanos , Masculino , Pressão Sanguínea/fisiologia , Doenças Cardiovasculares/etiologia , Lipídeos/sangue , Estado Nutricional , Obesidade/diagnóstico , Relação Cintura-Quadril , Biomarcadores , Índice de Massa Corporal , Estudos Transversais , Obesidade/sangue , Valor Preditivo dos Testes , Fatores de Risco , Fatores Socioeconômicos
10.
Med Sci Monit ; 11(11): CR510-4, 2005 Nov.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-16258394

RESUMO

BACKGROUND: Obesity among pre-school children and its repercussions on adult life are growing problems, but there has been little research focusing on its relationship with the deficiency of serum retinol and carotenoids in our region. MATERIAL/METHODS: In a case-control study, a group of 46 preschool children, were matched by sex and age (23 obese and 23 non-obese subjects; average age 5.74 and 5.76 years, respectively). Serum retinol and carotenoid levels were evaluated according to Underwood and Sauberlich. Other aspects evaluated included nutritional status using the weight/height z-score (Obesity ZWH > or = 2), serum levels of triglicerides (TG), total cholesterol (TC) and the VLDL-c, HDL-c, and LDL-c fractions, classified according to Kwiterovich. RESULTS: Serum retinol insufficiency was 18.2% vs. 6.7% (p=0.38) for cases and controls, respectively. Low carotenoid levels were found in the obese in relation to the non-obese (82% vs. 26,6%, p=0,0054 and OR=12,4). No statistically significant difference between the case and control groups was found for TC and cholesterol fractions, TG and retinol. The findings for the tested parameters were as follows: high TC (cases 30.4%, controls 21.7%; p=0.50), LDL-c (cases and controls 34.8%; p=0.50), low HDL-c (cases 17.4%, controls 26%; p=0.47), high TG (cases 31.8%, controls 17.4%, p=0.65) and high VLDL-c (cases 21.7% and controls 8.7%; p=0.20). CONCLUSIONS: The association of obesity, hyperlipidemia and low serum level of carotenoids, which are essential to antioxidant protection, may be one of many factors predisposing obese children to a high risk of atherosclerosis later in life.


Assuntos
Carotenoides/sangue , Obesidade/sangue , Vitamina A/sangue , Estudos de Casos e Controles , Criança , Pré-Escolar , Suscetibilidade a Doenças , Feminino , Humanos , Masculino , Obesidade/etiologia
11.
Int J Vitam Nutr Res ; 73(4): 303-11, 2003 Jul.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-12951904

RESUMO

OBJECTIVE: To evaluate the intake of retinol and carotenoids, and their serum levels, as well as the impact of vitamin A supplementation on the anthropometry and body composition of children and adolescents with non-hormonal-related statural deficit. METHOD: Double-blind, randomized trial of 46 pre-pubertal patients, between 4 and 14 years of age, with normal growth rates. The subjects were divided into two groups, each with 23 individuals (Group I: Placebo; Group II: Vitamin A in a single megadose), and were evaluated at moments A and B with a six month interval. RESULTS: There were no statistically significant differences in serum retinol levels, anthropometry, growth velocity, or body composition, between moments A and B, in Group II. Carotenoids were significantly lower in Group I at moment B. The semi-quantitative food intake questionnaire showed that approximately 60.9% of the children and adolescents ingested less than half of the amounts of retinol and carotenoids recommended by the Food Guide Pyramid. Inadequate intake was more prevalent regarding vegetable and fruit carotenoid sources, with 75 and 70% of inadequacy, respectively. CONCLUSION: If one considers the inadequate food intake observed in the dietary evaluation in this study, it is possible that multiple micronutrient deficiencies could be involved in statural deficits. This could explain why vitamin A supplementation does not seem to influence growth in children and adolescents with statural deficit, as indicated by the present study. Thus in populations such as the one studied here, the supplementation with vitamin A should be integrated into comprehensive nutritional interventions, so as to possibly promote greater positive impact on linear growth.


Assuntos
Antropometria , Suplementos Nutricionais , Transtornos do Crescimento/dietoterapia , Transtornos do Crescimento/prevenção & controle , Vitamina A/farmacologia , Adolescente , Composição Corporal/efeitos dos fármacos , Composição Corporal/fisiologia , Carotenoides/administração & dosagem , Carotenoides/sangue , Criança , Pré-Escolar , Relação Dose-Resposta a Droga , Método Duplo-Cego , Feminino , Transtornos do Crescimento/sangue , Humanos , Masculino , Estado Nutricional , Fatores de Tempo , Vitamina A/administração & dosagem , Vitamina A/sangue
12.
Rev Assoc Med Bras (1992) ; 48(1): 48-53, 2002.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-12185636

RESUMO

OBJECTIVES: To determine the vitamin A intake and the blood levels of carotenoids and retinol in stunted children and adolescents without hormonal disease, assisted in the Clinic of Pediatric Endocrinology of the Center for Nutrition and Child Development--Department of Health, State of São Paulo, Brazil. METHODS: We evaluated, in a prospective and randomized trial, 47 prepubertal patients between 4 and 14 years old. All patients were submitted to anthropometric evaluation, bone age, bioelectric impedance and serum retional and carotenoid levels. RESULTS: The average of the stature z score was -2.4; 20% of the patients were undernourished, 25.5% they had inadequacy of the fat mass as well as larger delay of the bone age. The more stunted the patients the lower were the carotenoid levels. There was no relationship between the levels of retinol and carotenoids and the growth velocity. In 82.9% of the recall record of food intake, the vitamin A intake was lower than 50% of the established one in the Food Guide Pyramid. CONCLUSION: There is a high prevalence of malnutrition, bone age delay and inadequacy of the levels of carotenoids and vitamin A intake in stunted children and adolescents.


Assuntos
Estatura , Transtornos do Crescimento/etiologia , Vitamina A/administração & dosagem , Vitamina A/sangue , Adolescente , Antropometria , Carotenoides/sangue , Criança , Pré-Escolar , Estudos Transversais , Feminino , Transtornos do Crescimento/sangue , Transtornos do Crescimento/diagnóstico , Humanos , Masculino , Transtornos Nutricionais/sangue , Transtornos Nutricionais/diagnóstico , Estado Nutricional , Estudos Prospectivos , Fatores Socioeconômicos
13.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 48(1): 48-53, jan.-mar. 2002. tab
Artigo em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP | ID: lil-314568

RESUMO

OBJETIVOS: Determinar a ingestäo dietética de vitamina A e os níveis séricos de carotenóides e retinol em crianças e adolescentes com déficit estatural sem causa hormonal, atendidos no Ambulatório de Endocrinopediatria do Núcleo de Nutriçäo (NUNADI) da Secretaria de Estado da Saúde de Säo Paulo. MÉTODOS: Foram avaliados de maneira prospectiva 47 pacientes pré-púberes, entre 4 e 14 anos, com relaçäo a: antropometria, idade óssea, inquérito alimentar, bioimpedanciometria e nível sérico de retinol e carotenóides. RESULTADOS: A média do escore Z da estatura foi de -2,4; 20 por cento dos pacientes eram desnutridos, 25,5 por cento tinham inadequaçäo da massa gorda e maior atraso da idade óssea. Os níveis séricos de retinol e carotenóides foram inadequados em 21 por cento dos pacientes, sendo que foi maior o percentual de inadequaçäo dos carotenóides nos pacientes que apresentavam déficit estatural mais acentuado. Näo houve relaçäo dos níveis séricos de retinol e carotenóides com a velocidade de crescimento. Em 82,9 por cento dos inquéritos alimentares realizados, houve ingestäo de vitamina A inferior a 50 por cento do estabelecido na Pirâmide de Alimentos. CONCLUSÄO: Baseados nestes resultados, concluímos que há uma elevada prevalência de desnutriçäo, comprometimento da idade óssea, inadequaçäo no nível sérico de carotenóides e ingestäo de vitamina A em crianças com comprometimento estatural


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Vitamina A , Estatura , Transtornos do Crescimento , Fatores Socioeconômicos , Carotenoides , Antropometria , Estado Nutricional , Estudos Transversais , Estudos Prospectivos , Transtornos do Crescimento , Transtornos Nutricionais
14.
Rev. bras. crescimento desenvolv. hum ; 9(1): 1-8, jan.-jun. 1999. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-272908

RESUMO

A falta de vigilância da condiçäo nutricional da gestante durante o exame pré-natal tem dificultado intervençöes adequadas no sentido de prevenir a ocorrência do baixo peso ao nascimento (BP). Foram avaliadas, prospectivamente, 95 gestantes de baixo nível sócio-econômico do Município de Santo André, para realizaçäo de exame pré-natal, utilizando-se a a curva de Rosso para sua classificaçäo nutricional. O percentual de mäe com baixo peso foi de 36,8 por cento. As mäes com mais de duas gestaçöes apresentaram maior ocorrência de sobrepeso ou obesidade e as com menos de duas gestaçöes, percentual significativamente maior de baixo peso. A anemia também se associou de maneira significativa às gestantes de baixo peso. O presente trabalho ressalta a importância da implantaçäo de instrumento na rede básica de saúde para controlar o ganho de peso da gestante, bem como da vigilância de outros fatores de risco no intuito de reduzir os elevados percentuais de recém-nascidos com BP


Assuntos
Gravidez , Feminino , Humanos , Avaliação Nutricional , Cuidado Pré-Natal , Mães , Estado Nutricional , Vigilância Nutricional , Fatores de Risco
15.
Artigo | Index Psicologia - Periódicos | ID: psi-14513

RESUMO

A falta de vigilancia da condicao nutricional da gestante durante o exame pre-natal tem dificultado intervencoes adequadas no sentido de prevenir a ocorrencia do baixo peso ao nascimento (BP). Foram avaliadas, prospectivamente, 95 gestantes de baixo nivel socio-economico do Municipio de Santo Andre, para realizacao de exame pre-natal, utilizando-se a curva de Rosso para sua classificacao nutricional. O percentual de mae com baixo peso foi de 36,8. As maes com mais de duas gestacoes apresentaram maior ocorrencia de sobrepeso ou obesidade e as com menos de duas gestacoes, percentual significativamente maior de baixo peso. A anemia tambem se associou de maneira significativa as gestantes de baixo peso. O presente trabalho ressalta a importancia da implantacao de instrumento na rede basica de saude para controlar o ganho de peso da gestante, bem como da vigilancia de outros fatores de risco no intuito de reduzir os elevados percentuais de recem-nascidos com BP.


Assuntos
Gravidez , Recém-Nascido de Baixo Peso , Ciências da Nutrição , Anemia , Cuidado Pré-Natal , Gravidez , Peso ao Nascer , Ciências da Nutrição , Anemia , Cuidado Pré-Natal
16.
Arq. méd. ABC ; 21(1/2): 25-9, 1998. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-251144

RESUMO

A populaçäo brasileira apresenta alta prevalência de déficits estaturais em crianças de 0 a 5 anos, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutriçäo, 1996(10,2). O objetivo do presente trabalho foi o de realizar avaliaçäo antropométrica e avaliar o crescimento-ósseo de crianças desnutridas pregressas verificando a influência do peso ao nascer(PN). Foi realizada avaliaçäo de 175 crianças de 1 a 7 anos que frequentam a Creche Somasquinho(Santo André, SP)de acordo com os critérios: Gomez(<2 anos) e Waterlow/Batista(>2 anos). Foi avaliada a idade de óssea(IO), método de Greulich-Pyle, de 33 crianças classificadas como desnutridas pregressas. A avaliaçäo antropométrica mostrou:118/175(67,4)eutróficas, 57/175(32,8) desnutridas(DEP), sendo 48/58(82,7)progressos. Observou-se influência significante do PN no grupo de crianças desnutridas. Houve atraso superior na IO do carpo em relaçäo a falange/metacarpo nas crianças com-2ZIO. As crianças com baixo PN mostraram maior atraso na IO. Conluiu-se que o baixo PN é importante fator de risco para déficits estaturais


Assuntos
Humanos , Criança , Pré-Escolar , Lactente , Transtornos do Crescimento/diagnóstico , Avaliação Nutricional , Estado Nutricional , Determinação da Idade pelo Esqueleto , Creches , Transtornos Nutricionais , Estudos Prospectivos , Recém-Nascido de Baixo Peso/crescimento & desenvolvimento , Fatores de Risco
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