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1.
Arq Bras Cardiol ; 113(3): 449-663, 2019 Oct 10.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-31621787
2.
Rev Assoc Med Bras (1992) ; 65(3): 316-318, 2019 Mar.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30994825

RESUMO

Coronary artery bypass graft (CABG) is a consolidated treatment in patients with coronary artery disease (CAD) for both symptom control and improvement of prognosis. The patency of venous grafts is still the most vulnerable point of the surgical treatment since it presents a high prevalence of occlusion both in the immediate postoperative period and in the long-term follow-up. Aspirin plays a well-established role in this setting, and for a long time, clopidogrel use has been restricted to patients allergic to aspirin. Recently, subgroup analyses of studies with different anti-platelet therapies have shown reduced mortality and cardiovascular events in patients on dual anti-platelet antiplatelet therapy (DAPT) undergoing CABG, although such studies have not been designed to evaluate this patient profile. However, there is still an insufficient number of randomized studies using DAPT in this context, resulting in a disagreement between the European and American cardiology societies guidelines regarding their indication and generating doubts in clinical practice.


Assuntos
Ponte de Artéria Coronária/métodos , Oclusão de Enxerto Vascular/prevenção & controle , Inibidores da Agregação de Plaquetas/uso terapêutico , Grau de Desobstrução Vascular/efeitos dos fármacos , Aspirina/uso terapêutico , Clopidogrel/uso terapêutico , Ponte de Artéria Coronária/efeitos adversos , Doença da Artéria Coronariana/cirurgia , Humanos , Ticagrelor/uso terapêutico , Resultado do Tratamento
3.
Rev Assoc Med Bras (1992) ; 65(3): 319-325, 2019 Mar.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30994826

RESUMO

Treatment of stable coronary artery disease (CAD) relies on improved prognosis and relief of symptoms. National and international guidelines on CAD support the indication of revascularization in patients with limiting symptoms and refractory to optimal medical treatment, as well as in clinical situations where there is a prognostic benefit of interventional treatment. Most of the studies that support the guidelines for indication of revascularization date back to the 1980s and1990s of the last century. Recent studies have revisited the theme and brought a new breath. The present review provides a critical analysis of classic indications for revascularization, reviewing evidence from the studies of the 1970s to the recent controversial ORBITA study.


Assuntos
Doença da Artéria Coronariana/cirurgia , Revascularização Miocárdica/normas , Tomada de Decisão Clínica , Humanos , Revascularização Miocárdica/métodos , Prognóstico , Medição de Risco , Fatores de Risco
4.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 65(3): 316-318, Mar. 2019.
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-1003030

RESUMO

SUMMARY Coronary artery bypass graft (CABG) is a consolidated treatment in patients with coronary artery disease (CAD) for both symptom control and improvement of prognosis. The patency of venous grafts is still the most vulnerable point of the surgical treatment since it presents a high prevalence of occlusion both in the immediate postoperative period and in the long-term follow-up. Aspirin plays a well-established role in this setting, and for a long time, clopidogrel use has been restricted to patients allergic to aspirin. Recently, subgroup analyses of studies with different anti-platelet therapies have shown reduced mortality and cardiovascular events in patients on dual anti-platelet antiplatelet therapy (DAPT) undergoing CABG, although such studies have not been designed to evaluate this patient profile. However, there is still an insufficient number of randomized studies using DAPT in this context, resulting in a disagreement between the European and American cardiology societies guidelines regarding their indication and generating doubts in clinical practice.


RESUMO A cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) é tratamento fundamental em pacientes com doença arterial coronariana (DAC) tanto para controle de sintomas quanto para melhora do prognóstico. A patência dos enxertos venosos ainda hoje é o ponto mais vulnerável do tratamento cirúrgico, por apresentar alta prevalência de oclusão tanto no pós-operatório imediato como no seguimento em longo prazo. A aspirina tem papel bem estabelecido neste cenário e, por muito tempo, o uso do clopidogrel ficou restrito a pacientes alérgicos a aspirina. Recentemente, análises de subgrupos de estudos com diferentes terapias antiplaquetárias demonstraram redução de mortalidade e eventos cardiovasculares em pacientes em uso de dupla antiagregação plaquetária (Dapt) submetidos à CRM, ainda que tais estudos não tenham sido desenhados para avaliar este perfil de pacientes. Contudo, há ainda uma quantidade insuficiente de estudos randomizados com uso de Dapt nesse contexto, resultando em uma discordância entre as diretrizes europeia e americana de cardiologia quanto à sua indicação e gerando dúvidas na prática clínica.

5.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 65(3): 319-325, Mar. 2019. graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-1003042

RESUMO

SUMMARY Treatment of stable coronary artery disease (CAD) relies on improved prognosis and relief of symptoms. National and international guidelines on CAD support the indication of revascularization in patients with limiting symptoms and refractory to optimal medical treatment, as well as in clinical situations where there is a prognostic benefit of interventional treatment. Most of the studies that support the guidelines for indication of revascularization date back to the 1980s and1990s of the last century. Recent studies have revisited the theme and brought a new breath. The present review provides a critical analysis of classic indications for revascularization, reviewing evidence from the studies of the 1970s to the recent controversial ORBITA study.


RESUMO O tratamento da doença arterial coronariana estável (DAC) se baseia na melhora do prognóstico e alívio de sintomas. Diretrizes nacionais e internacionais sobre a DAC respaldam a indicação de revascularização em pacientes com sintomas limitantes e refratários ao tratamento medicamentoso, bem como em situações clínicas nas quais há benefício prognóstico do tratamento intervencionista. Grande parte dos estudos que norteiam as diretrizes de indicação de revascularização data das décadas de 1980 e 1990. Estudos recentes têm revisitado o tema e trazido novo fôlego. A presente revisão faz uma análise crítica das indicações clássicas de revascularização, revisando a evidência desde os estudos da década de 1970 ao recente e polêmico estudo Orbita.

6.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 64(9): 783-786, Sept. 2018. graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-976863

RESUMO

SUMMARY The treatment of patients with ST-segment elevation myocardial infarction concomitant with the presence of multivessel disease has been studied in several recent studies with the purpose of defining the need, as well as the best moment to approach residual lesions. However, such studies included only stable patients. The best therapeutic approach to cardiogenic shock secondary to acute coronary syndrome, however, remains controversial, but there are recommendations from specialists for revascularization that include non-event related injuries. Recently published, the CULPRIT-SHOCK study showed benefit of the initial approach only of the injury blamed for the acute event, in view of the multivessel percutaneous intervention, in the context of cardiogenic shock. In this perspective, the authors discuss the work in question, regarding methodological questions, limitations and clinical applicability.


RESUMO O tratamento de pacientes com infarto do miocárdio com elevação do segmento ST concomitante à presença de doença multiarterial tem sido estudado em vários estudos recentes com o objetivo de definir a necessidade, bem como o melhor momento, de abordagem das lesões residuais. No entanto, tais estudos incluíam apenas pacientes estáveis. A melhor abordagem terapêutica do choque cardiogênico secundário à síndrome coronariana aguda, no entanto, ainda permanece controversa, havendo porém recomendação de especialistas para uma revascularização que inclua as lesões não relacionadas ao evento. Publicado recentemente, o estudo CULPRIT-SHOCK mostrou benefício da abordagem inicial apenas da lesão culpada pelo evento agudo, perante a intervenção percutânea multiarterial, no contexto do choque cardiogênico. No presente ponto de vista, os autores discutem o trabalho em questão, no que concerne a questões metodológicas, limitações e aplicabilidade clínica.

7.
Rev Assoc Med Bras (1992) ; 64(2): 100-103, 2018 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-29641663

RESUMO

Treatment of stable coronary artery disease (CAD) relies on improved prognosis and relief of symptoms. National and international guidelines on CAD support the indication for revascularization in patients with limiting symptoms and refractory to drug treatment. Previous studies attested the efficacy of angioplasty to improve angina as well as the functional capacity of patients with symptomatic stable CAD. The ORBITA trial, recently published in an international journal, showed no benefit in terms of exercise tolerance compared to a placebo procedure in a population of single-vessel patients undergoing contemporary percutaneous coronary intervention. In this point of view article, the authors discuss the ORBITA trial regarding methodological issues, limitations and clinical applicability.

8.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-909214

RESUMO

O diabete mellitus (DM) é uma comorbidade muito frequente entre os pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA), acometendo, aproximadamente, 20 a 37% desses. Além de ser um preditor de risco independente, também está relacionado a uma maior prevalência de quadros atípicos de SCA. Apesar disso, é importante ressaltar que no caso da SCA, a maioria dos pacientes com DM apresenta o mesmo quadro clínico que os pacientes sem a doença. Assim como para os pacientes não diabéticos, os scores de risco devem ser aplicados. Entretanto, essa comorbidade por si própria já prediz uma maior gravidade. Inclusive é mais aconselhável utilizar para esses pacientes uma estratégia invasiva precoce. Em relação ao tratamento medicamentoso da SCA, não há alterações significativas no tratamento dos pacientes com DM para os pacientes sem DM. Já no que diz respeito à terapia de reperfusão, muito se extrapola dos conhecimentos em angina estável, em que há uma superioridade do tratamento cirúrgico sobre o percutâneo para os pacientes com DM, ainda que haja falta de evidências no contexto agudo. Finalmente, o conjunto de evidências não é definitivo para indicar a melhor estratégia para o controle da hiperglicemia, entretanto, sabe-se que tanto a hiperglicemia quanto à hipoglicemia durante a internação está relacionada aos piores desfechos. Portanto, é importante evitar valores de glicemia superiores a 180 mg/dL e inferiores a 90 mg/dL, ficando a estratégia de controle rigoroso de glicemia com insulina intravenosa restrita aos pacientes selecionados.


Diabetes mellitus (DM) is a frequent comorbidity among patients with acute coronary syndrome (ACS), affecting about 20% to 37% of these patients. Besides being an independent risk predictor, it is also related to a higher prevalence of atypical presentations of ACS. Despite this, it is important to emphasize that in the case of ACS the majority of patients with DM have the same clinical presentation as patients without the disease. Just as for non-diabetic patients, risk scores should be applied. However, this comorbidity per se predicts a greater severity. Also, it is preferable to use an early invasive strategy for these patients. Regarding the medicinal treatment of ACS, there are no significant differences between the treatment of patients with DM and those without DM. In relation to reperfusion therapy, much of it is extrapolated from knowledge of stable angina, in which surgical treatment takes precedence over percutaneous treatment for patients with DM, despite the lack of evidence in the acute context. Finally, there is no definitive body of evidence to indicate the best strategy to control hyperglycemia, but it is known that both hyperglycemia and hypoglycemia during hospitalization are associated with worse outcomes. Thus, it is important to avoid glycemia values above 180 mg/dL and below 90 mg/dL, restricting the strategy of strict glycemic control with intravenous insulin to selected patients.


Assuntos
Humanos , Feminino , Idoso , Síndrome Coronariana Aguda/diagnóstico por imagem , Diabetes Mellitus/tratamento farmacológico , Revascularização Miocárdica , Aspirina/administração & dosagem , Glicemia , Meta-Análise em Rede , Cloridrato de Prasugrel/administração & dosagem , Reperfusão
9.
Rev Assoc Med Bras (1992) ; 64(9): 783-786, 2018 Sep.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30672997

RESUMO

The treatment of patients with ST-segment elevation myocardial infarction concomitant with the presence of multivessel disease has been studied in several recent studies with the purpose of defining the need, as well as the best moment to approach residual lesions. However, such studies included only stable patients. The best therapeutic approach to cardiogenic shock secondary to acute coronary syndrome, however, remains controversial, but there are recommendations from specialists for revascularization that include non-event related injuries. Recently published, the CULPRIT-SHOCK study showed benefit of the initial approach only of the injury blamed for the acute event, in view of the multivessel percutaneous intervention, in the context of cardiogenic shock. In this perspective, the authors discuss the work in question, regarding methodological questions, limitations and clinical applicability.


Assuntos
Síndrome Coronariana Aguda/cirurgia , Doença da Artéria Coronariana/cirurgia , Intervenção Coronária Percutânea/métodos , Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto , Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST/cirurgia , Choque Cardiogênico/cirurgia , Síndrome Coronariana Aguda/complicações , Doença da Artéria Coronariana/complicações , Europa (Continente) , Humanos , Revascularização Miocárdica/métodos , Guias de Prática Clínica como Assunto , Infarto do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST/complicações , Choque Cardiogênico/etiologia , Resultado do Tratamento
10.
In. Ramires, José Antonio Franchini; Kalil Filho, Roberto; Santos Filho, Raul Dias dos; Casella Filho, Antonio. Dislipidemias e prevenção da Aterosclerose / Dyslipidemias and prevention of Atherosclerosis. Rio de janeiro, Atheneu, 2018. p.85-91.
Monografia em Português | LILACS | ID: biblio-880937
11.
In. Soeiro, Alexandre de Matos; Leal, Tatiana de Carvalho Andreucci Torres; Oliveira Junior, Múcio Tavares de; Kalil Filho, Roberto. Manual da condutas da emergência do InCor: cardiopneumologia / IInCor Emergency Conduct Manual: Cardiopneumology. São Paulo, Manole, 2ª revisada e atualizada; 2017. p.99-103.
Monografia em Português | LILACS | ID: biblio-848463
12.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 29(4): f:280-l:287, jul.-ago. 2016. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-831825

RESUMO

Fundamento: Diversos estudos experimentais têm mostrado redução de marcadores inflamatórios associados às doses mais elevadas de estatinas em pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA). No entanto, a implicação clínica da dose de estatina na fase aguda da SCA ainda é incerta. Objetivo: Comparar desfechos em curto e longo prazo entre pacientes com SCA que receberam doses mais elevadas de atorvastatina versus baixas doses de atorvastatina iniciadas nas primeiras 24 horas da admissão hospitalar. Métodos: Para tal, os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo I (N = 464): dose de atorvastatina 40 mg/dia. Foram obtidos dados demográficos, exames laboratoriais, medicações utilizadas e tratamento coronário adotado. Análise estatística: O desfecho primário foi mortalidade por todas as causas. A comparação entre grupos foi realizada através de Q-quadrado e teste T. A análise multivariada de desfechos intrahospitalares foi realizada por regressão logística, sendo considerado significativo p < 0,05. Em longo prazo foi avaliada a mortalidade e eventos combinados pelo método Kaplan-Meier com seguimento médio de 8,79 meses. Resultados: Na análise de desfechos intrahospitalares, não se observaram diferenças significativas entre os grupos I e II. Em longo prazo o grupo II apresentou menor mortalidade em relação ao grupo I (3,9% vs. 8,4%, p = 0,013), respectivamente. Conclusão: Diferenças favoráveis e significativas foram observadas em relação à mortalidade em longo prazo em pacientes com SCA que receberam desde a fase aguda doses elevadas de atorvastatina


Background: Recent experimental studies have described reduction in inflammatory markers related to higher doses of statins in patients with acute coronary syndromes (ACS). However, the clinical implication of the dose of statin in the acute phase of the ACS remains uncertain. Objective: To compare the outcomes in short and long terms among patients with acute coronary syndromes that received higher doses of atorvastatin versus low doses of atorvastatin started in the first 24 hours of hospital admission.Methods: For such, the patients were divided in two groups: group I (N = 464): atorvastatin dose: 40 mg/day. Demographic data, laboratory exams, medications used and coronary treatment adopted were obtained. Statistical analysis: The primary outcome was mortality from all causes. The comparison between groups was made by T-test and Q-square. Multivariative analysis of in-hospital outcomes were determined by logistic regression, considered significant when p < 0.05. In long-term, the mortality and combined events by the Kaplan-Meier method were assessed, with median follow-up of 8.79 months. Results: In the analysis of in-hospital outcomes, no significant differences were observed between groups I and II. In the long-term, group II presented lower mortality in comparison with group 9 (8.4% vs. 3.9%, p = 0.013). Conclusions: Favorable and significant differences were observed in relation to long-term mortality in patients with ACS that received high doses of atorvastatin since the acute phase


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Síndrome Coronariana Aguda/mortalidade , Atorvastatina/administração & dosagem , Inibidores de Hidroximetilglutaril-CoA Redutases/administração & dosagem , Pacientes , LDL-Colesterol/sangue , Estudos de Coortes , Ventrículos do Coração , Análise Multivariada , Fatores de Risco , Análise Estatística , Stents , Resultado do Tratamento
13.
In. Kalil Filho, Roberto; Fuster, Valetim; Albuquerque, Cícero Piva de. Medicina cardiovascular reduzindo o impacto das doenças / Cardiovascular medicine reducing the impact of diseases. São Paulo, Atheneu, 2016. p.693-698.
Monografia em Português | LILACS | ID: biblio-971561
14.
Arq Bras Cardiol ; 105(2 Suppl 1): 1-105, 2015 Aug.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-26375058
15.
Arq. bras. cardiol ; 105(2): 145-150, Aug. 2015. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-757999

RESUMO

AbstractBackground:The prevalence and clinical outcomes of heart failure with preserved left ventricular ejection fraction after acute myocardial infarction have not been well elucidated.Objective:To analyze the prevalence of heart failure with preserved left ventricular ejection fraction in acute myocardial infarction and its association with mortality.Methods:Patients with acute myocardial infarction (n = 1,474) were prospectively included. Patients without heart failure (Killip score = 1), with heart failure with preserved left ventricular ejection fraction (Killip score > 1 and left ventricle ejection fraction ≥ 50%), and with systolic dysfunction (Killip score > 1 and left ventricle ejection fraction < 50%) on admission were compared. The association between systolic dysfunction with preserved left ventricular ejection fraction and in-hospital mortality was tested in adjusted models.Results:Among the patients included, 1,256 (85.2%) were admitted without heart failure (72% men, 67 ± 15 years), 78 (5.3%) with heart failure with preserved left ventricular ejection fraction (59% men, 76 ± 14 years), and 140 (9.5%) with systolic dysfunction (69% men, 76 ± 14 years), with mortality rates of 4.3%, 17.9%, and 27.1%, respectively (p < 0.001). Logistic regression (adjusted for sex, age, troponin, diabetes, and body mass index) demonstrated that heart failure with preserved left ventricular ejection fraction (OR 2.91; 95% CI 1.35–6.27; p = 0.006) and systolic dysfunction (OR 5.38; 95% CI 3.10 to 9.32; p < 0.001) were associated with in-hospital mortality.Conclusion:One-third of patients with acute myocardial infarction admitted with heart failure had preserved left ventricular ejection fraction. Although this subgroup exhibited more favorable outcomes than those with systolic dysfunction, this condition presented a three-fold higher risk of death than the group without heart failure. Patients with acute myocardial infarction and heart failure with preserved left ventricular ejection fraction encounter elevated short-term risk and require special attention and monitoring during hospitalization.


ResumoFundamento:A prevalência e os desfechos clínicos em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada pós-infarto agudo do miocárdio ainda não foram bem elucidados.Objetivo:Analisar a prevalência de insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada no infarto agudo do miocárdio e sua associação com a mortalidade.Métodos:Pacientes com infarto agudo do miocárdio (n = 1.474) foram incluídos prospectivamente. Pacientes admitidos sem insuficiência cardíaca (Killip = 1), com insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada (Killip > 1 e fração de ejeção do ventrículo esquerdo ≥ 50%) e com insuficiência cardíaca sistólica (Killip > 1 e fração de ejeção do ventrículo esquerdo < 50%) foram comparados. A associação entre insuficiência cardíaca sistólica e com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada, com a mortalidade hospitalar foi testada em modelos ajustados.Resultados:Dentre os incluídos, 1.256 (85,2%) pacientes foram admitidos sem insuficiência cardíaca (72% homens, 67 ± 15 anos), 78 (5,3%) com insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada (59% homens, 76 ± 14 anos) e 140 (9,5%) com insuficiência cardíaca sistólica (69% homens, 76 ± 14 anos), com mortalidade, respectivamente, de 4,3; 17,9 e 27,1% (p < 0,001). A regressão logística (ajustada para sexo, idade, troponina, diabetes e índice de massa corporal) demonstrou que insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada (odds ratio de 2,91; intervalo de confiança de 95% de 1,35-6,27; p = 0,006) e insuficiência cardíaca sistólica (odds ratio de 5,38; intervalo de confiança de 95% de 3,10-9,32; p < 0,001) se associaram à mortalidade intra-hospitalar.Conclusão:Um terço dos pacientes com infarto agudo do miocárdio admitidos com insuficiência cardíaca apresentou fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada. Apesar de esse subgrupo ter evolução mais favorável que os pacientes com insuficiência cardíaca sistólica, ele apresentou risco de morte três vezes maior do que o grupo sem insuficiência cardíaca. Pacientes com infarto agudo do miocárdio e insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo preservada apresentaram elevado risco em curto prazo e mereceram especial atenção e monitorização durante a internação hospitalar.


Assuntos
Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Feminino , Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Insuficiência Cardíaca/epidemiologia , Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia , Infarto do Miocárdio/epidemiologia , Infarto do Miocárdio/fisiopatologia , Volume Sistólico/fisiologia , Brasil/epidemiologia , Diástole/fisiologia , Métodos Epidemiológicos , Hospitalização , Prognóstico , Sístole/fisiologia , Disfunção Ventricular Esquerda/fisiopatologia , Função Ventricular Esquerda/fisiologia
16.
Arq Bras Cardiol ; 105(2): 145-50, 2015 Aug.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-26039659

RESUMO

BACKGROUND: The prevalence and clinical outcomes of heart failure with preserved left ventricular ejection fraction after acute myocardial infarction have not been well elucidated. OBJECTIVE: To analyze the prevalence of heart failure with preserved left ventricular ejection fraction in acute myocardial infarction and its association with mortality. METHODS: Patients with acute myocardial infarction (n = 1,474) were prospectively included. Patients without heart failure (Killip score = 1), with heart failure with preserved left ventricular ejection fraction (Killip score > 1 and left ventricle ejection fraction ≥ 50%), and with systolic dysfunction (Killip score > 1 and left ventricle ejection fraction < 50%) on admission were compared. The association between systolic dysfunction with preserved left ventricular ejection fraction and in-hospital mortality was tested in adjusted models. RESULTS: Among the patients included, 1,256 (85.2%) were admitted without heart failure (72% men, 67 ± 15 years), 78 (5.3%) with heart failure with preserved left ventricular ejection fraction (59% men, 76 ± 14 years), and 140 (9.5%) with systolic dysfunction (69% men, 76 ± 14 years), with mortality rates of 4.3%, 17.9%, and 27.1%, respectively (p < 0.001). Logistic regression (adjusted for sex, age, troponin, diabetes, and body mass index) demonstrated that heart failure with preserved left ventricular ejection fraction (OR 2.91; 95% CI 1.35-6.27; p = 0.006) and systolic dysfunction (OR 5.38; 95% CI 3.10 to 9.32; p < 0.001) were associated with in-hospital mortality. CONCLUSION: One-third of patients with acute myocardial infarction admitted with heart failure had preserved left ventricular ejection fraction. Although this subgroup exhibited more favorable outcomes than those with systolic dysfunction, this condition presented a three-fold higher risk of death than the group without heart failure. Patients with acute myocardial infarction and heart failure with preserved left ventricular ejection fraction encounter elevated short-term risk and require special attention and monitoring during hospitalization.


Assuntos
Insuficiência Cardíaca/epidemiologia , Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia , Infarto do Miocárdio/epidemiologia , Infarto do Miocárdio/fisiopatologia , Volume Sistólico/fisiologia , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Brasil/epidemiologia , Diástole/fisiologia , Métodos Epidemiológicos , Feminino , Hospitalização , Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Prognóstico , Sístole/fisiologia , Disfunção Ventricular Esquerda/fisiopatologia , Função Ventricular Esquerda/fisiologia
18.
Rev. Soc. Bras. Clín. Méd ; 10(6)nov.-dez. 2012.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-657330

RESUMO

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: As maiores causas de morte no Brasil são as doenças cardiovasculares e as neoplasias. Entre essas, a síndrome metabólica (SM) é atribuída como responsável por cerca de 40% das mortes ocorridas em mulheres acima de 20 anos, e o câncer de mama (CM) é a neoplasia mais comum em mulheres com idade abaixo de 60 anos. Todavia, ainda é desconhecido se existe ou não uma relação etiopatogênica entre ambas. O objetivo deste estudo foi avaliar a interrelação entre SM e CM e suas relações epidemiológicas, etiopatogênicas e clínicas. CONTEÚDO: Revisão sistemática da literatura, através do Pubmed, por artigos com as palavras-chave "câncer de mama" e "síndrome metabólica", sem restrição para data da publicação. Entre 186 artigos avaliados, foram selecionados 56, nos quais a associação entre CM e SM estava adequadamente relatada. Existem evidências consistentes de que o CM e a SM não só compartilham diversos fatores de risco comuns (idade, dislipidemias, obesidade, hipertensão arterial, hiperglicemia, estados inflamatórios sistêmicos), como também o tratamento de uma afecção parece influenciar o prognóstico da outra doença. No entanto, ainda são incertos os mecanismos pelos quais a SM e seus componentes predispõem ao CM, ou se, na vigência desta, o tratamento da SM deva ser diferente daquelas preconizadas atualmente. CONCLUSÃO: Este estudo explicou a clara correlação entre SMe CM. Contudo, ainda são necessários estudos que esclareçam todos os mecanismos fisiopatológicos envolvidos, consequentemente expandindo as possibilidades de tratamentos nestes casos.


BACKGROUND AND OBJECTIVES: The major causes of death in Brazil are cardiovascular disease and cancer. Among these, the metabolic syndrome (MS) is considered responsible for about 40% of deaths in women over 20 years of age, and breast cancer (BC) is the most common cancer in women aged below 60 years. However, whether there is an etiopathogenic relationship between them is still unclear. The objective of this study was to evaluate the association between MS and BC, and their epidemiological, etiopathogenic and clinical relationships. CONTENTS: Systematic review of literature through PubMed articles with the keywords "breast cancer" and "metabolic syndrome", without restriction of date of publication. Among 186 articles assessed, 56 were selected in which the association between BC and MS were properly reported. There is consistent evidence that BC and MS not only share many common risk factors (i.e. age, dyslipidemia, obesity, hypertension, hyperglycemia, systemic inflammation), but also that the treatment of one of these conditions seems to influence the prognosis of the other one. However, the mechanisms by which MS and its components can predispose to BC are still uncertain, as well as, if in the presence of BC, the treatment of SM should be different from current guidelines. CONCLUSION: This study explicit the clear correlation between SM and BC. However, further studies are needed to clarify all the pathophysiological mechanisms involved, thus expanding the possibilities of treatment in these cases.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Neoplasias da Mama/epidemiologia , Neoplasias da Mama/etiologia , Síndrome Metabólica/epidemiologia , Síndrome Metabólica/etiologia
19.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 22(supl.A): 19-23, jan.-mar. 2012. ilus, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-671086

RESUMO

A depressão e doença arterial coronariana (DAC) são duas doenças muito prevalentes. Além disso, o comprometimento da qualidade de vida e expectativa de vida são características de ambas as situações. Existem várias condições que, além de agravar a depressão e facilitar o desenvolvimento da DAC, ainda pioram o prognóstico em pacientes com DAC estabelecida. São elas: adesão inferior a orientações médicas (medicamentos e modificações no estilo de vida), maior ativação e agregação plaquetária, disfunção endotelial e disfunção autonômica (diminuição da variabilidade da frequência cardíaca). A literatura recente tem mostrado que a depressão por si só está se tornando um fator de risco independente para eventos cardíacos, tanto na prevenção primária e como na secundária. Como o diagnóstico de depressão em pacientes com doença cardíaca é difícil, devido às semelhanças dos sintomas, o profissional de saúde deve realizar uma avaliação cuidadosa para diferenciar os sinais clínicos de depressão daqueles relacionados com doenças cardíacas em geral. Tratamentos bem sucedidos da depressão têm mostrado melhora na qualidade de vida dos pacientes e nos resultados cardiovasculares. No entanto, estudos clínicos multicêntricos são necessários para apoiar essa inferência. Aligação prática entre profissionais qualificados é necessária para melhor gestão dos pacientes deprimidos com excessode risco no desenvolvimento de DAC. Assim, as implicações fisiopatológicas e clínicas entre depressão e DAC são discutidas neste artigo.


Depression and coronary artery disease (CAD) are both extremely prevalent diseases. In addition, compromised quality of life and life expectancy are characteristics of both situations.There are several conditions that aggravate depression and facilitate the development of CAD, as well as provoke aworse prognosis in patients with already established CAD:inferior adherence to medical orientations (medications and life style modifications), greater platelet activation and aggregation, endothelial dysfunction, and impaired autonomic dysfunction (lowered heart rate variability). Recent literature has shown that depression alone is becoming an independent risk factor for cardiac events both in primary and secondary prevention. As the diagnosis of depression in patients with heart disease is difficult, due to similarities of symptoms, the health professional should perform a careful evaluation to differentiate the clinical signs of depression from those related with general heart diseases. Successful therapy of depression has been shown to improve patients’quality of life and cardiovascular outcome. However, multicentric clinical trials are needed to support this inference. A practical liaison between qualified professionals is necessary for the better management of depressed patients with excess risk in developing CAD. Accordingly, pathophysiological and clinical implications between depression and CAD are discussed in this article.


Assuntos
Humanos , Depressão/complicações , Depressão/diagnóstico , Doença da Artéria Coronariana/complicações , Prognóstico , Transtornos do Comportamento Social/complicações , Fatores de Risco
20.
Arq. bras. cardiol ; 98(2): e28-e31, fev. 2012. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-614521

RESUMO

Trata-se de um caso de uma paciente de 30 anos do sexo feminino, com prótese biológica valvar mitral em razão de estenose mitral sintomática e antecedentes de infarto agudo do miocárdio, episódios de convulsões tônico-clônicas generalizadas, alucinações visuais, eventos tromboembólicos cerebrais, apresentando no momento coreia e cardite aguda. Foram diagnosticados na paciente febre reumática em atividade, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome do anticorpo antifosfolipídeo. A combinação de três diagnósticos incomuns em um mesmo paciente torna esse caso único, modificando o tratamento e seu prognóstico.


We report on a 30-year-old female patient, with biological mitral valve prosthesis due to symptomatic mitral stenosis and a history of acute myocardial infarction and generalized tonic-clonic seizure episodes, visual hallucinations, cerebral thromboembolic events and, at present, chorea and acute carditis. The patient was diagnosed with active rheumatic fever (RF), systemic lupus erythematosus (SLE) and Antiphospholipid syndrome (APS). The combination of three unusual diagnoses in the same patient makes this a unique case, modifying patient treatment and prognosis.


Se trata de un caso de una paciente de 30 años del sexo femenino, con prótesis biológica valvular mitral en razón de estenosis mitral sintomática y antecedentes de infarto agudo de miocardio, episodios de convulsiones tónico-clónicas generalizadas, alucinaciones visuales, eventos tromboembólicos cerebrales, presentando en el momento corea y carditis aguda. Fueron diagnosticados en la paciente fiebre reumática en actividad, lupus eritematoso sistémico y síndrome del anticuerpo antifosfolípido. La combinación de tres diagnósticos infrecuentes en un mismo paciente vuelve este caso único, modificando el tratamiento y su pronóstico.


Assuntos
Adulto , Feminino , Humanos , Síndrome Antifosfolipídica/complicações , Lúpus Eritematoso Sistêmico/complicações , Febre Reumática/complicações , Bioprótese , Próteses Valvulares Cardíacas , Estenose da Valva Mitral/complicações , Miocardite/etiologia
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