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1.
Arq Bras Cardiol ; 113(3): 449-663, 2019 Oct 10.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-31621787
2.
Bernoche, Claudia; Timerman, Sergio; Polastri, Thatiane Facholi; Giannetti, Natali Schiavo; Siqueira, Adailson Wagner da Silva; Piscopo, Agnaldo; Soeiro, Alexandre de Matos; Reis, Amélia Gorete Afonso da Costa; Tanaka, Ana Cristina Sayuri; Thomaz, Ana Maria; Quilici, Ana Paula; Catarino, Andrei Hilário; Ribeiro, Anna Christina de Lima; Barreto, Antonio Carlos Pereira; Azevedo Filho, Antonio Fernando Barros de; Pazin Filho, Antonio; Timerman, Ari; Scarpa, Bruna Romanelli; Timerman, Bruno; Tavares, Caio de Assis Moura; Martins, Cantidio Soares Lemos; Serrano Junior, Carlos Vicente; Malaque, Ceila Maria Sant'Ana; Pisani, Cristiano Faria; Batista, Daniel Valente; Leandro, Daniela Luana Fernandes; Szpilman, David; Gonçalves, Diego Manoel; Paiva, Edison Ferreira de; Osawa, Eduardo Atsushi; Lima, Eduardo Gomes; Adam, Eduardo Leal; Peixoto, Elaine; Evaristo, Eli Faria; Azeka, Estela; Silva, Fabio Bruno da; Wen, Fan Hui; Ferreira, Fatima Gil; Lima, Felipe Gallego; Fernandes, Felipe Lourenço; Ganem, Fernando; Galas, Filomena Regina Barbosa Gomes; Tarasoutchi, Flavio; Souza, Germano Emilio Conceição; Feitosa Filho, Gilson Soares; Foronda, Gustavo; Guimarães, Helio Penna; Abud, Isabela Cristina Kirnew; Leite, Ivanhoé Stuart Lima; Linhares Filho, Jaime Paula Pessoa; Moraes Junior, João Batista de Moura Xavier; Falcão, João Luiz Alencar de Araripe; Ramires, Jose Antônio Franchini; Cavalini, José Fernando; Saraiva, José Francisco Kerr; Abrão, Karen Cristine; Pinto, Lecio Figueira; Bianchi, Leonardo Luís Torres; Lopes, Leonardo Nícolau Geisler Daud; Piegas, Leopoldo Soares; Kopel, Liliane; Godoy, Lucas Colombo; Tobase, Lucia; Hajjar, Ludhmila Abrahão; Dallan, Luís Augusto Palma; Caneo, Luiz Fernando; Cardoso, Luiz Francisco; Canesin, Manoel Fernandes; Park, Marcelo; Rabelo, Marcia Maria Noya; Malachias, Marcus Vinícius Bolívar; Gonçalves, Maria Aparecida Batistão; Almeida, Maria Fernanda Branco de; Souza, Maria Francilene Silva; Favarato, Maria Helena Sampaio; Carrion, Maria Julia Machline; Gonzalez, Maria Margarita; Bortolotto, Maria Rita de Figueiredo Lemos; Macatrão-Costa, Milena Frota; Shimoda, Mônica Satsuki; Oliveira-Junior, Mucio Tavares de; Ikari, Nana Miura; Dutra, Oscar Pereira; Berwanger, Otávio; Pinheiro, Patricia Ana Paiva Corrêa; Reis, Patrícia Feitosa Frota dos; Cellia, Pedro Henrique Moraes; Santos Filho, Raul Dias dos; Gianotto-Oliveira, Renan; Kalil Filho, Roberto; Guinsburg, Ruth; Managini, Sandrigo; Lage, Silvia Helena Gelas; Yeu, So Pei; Franchi, Sonia Meiken; Shimoda-Sakano, Tania; Accorsi, Tarso Duenhas; Leal, Tatiana de Carvalho Andreucci; Guimarães, Vanessa; Sallai, Vanessa Santos; Ávila, Walkiria Samuel; Sako, Yara Kimiko.
Arq. bras. cardiol ; 113(3): 449-663, Sept. 2019. tab, graf
Artigo em Português | LILACS-Express | ID: biblio-1038561
3.
Arq. bras. cardiol ; 111(3 supl.1): 233-233, set., 2018.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1046396

RESUMO

INTRODUÇÃO: A ocorrência de arritmias ventriculares complexas durante a gestação é evento incomum, tendo etiologia multifatorial. Neste relato, apresenta-se a evolução de uma gestante com alta densidade de arritmias ventriculares complexas sem resposta a terapia medicamentosa, com desaparecimento espontâneo das arritmias após o parto. CASO: Paciente feminina, 34 anos, G4P1A2, inicia acompanhamento em hospital terciário de cardiologia com 30 semanas de gestação e queixa de palpitações acompanhadas de fraqueza generalizada, tontura e mal-estar. Afirma intensificação dos sintomas com a gestação. No holter de entrada, apresentava frequência cardíaca média de 104 bpm, sem pausas. 50% de arritmias ventriculares, em 583 episódios de bigeminismo, 355 pares e 197 taquicardias ventriculares, a maior com 163 batimentos e a mais rápida com 15 batimentos a 179 bpm. Arritmias supraventriculares raras, com 11 episodios de taquicardias supraventriculares. Os dopplers obstetricos realizados durante a gravidez, para verificação de fluxos uterino, umbilical e de artéria cerebral média, foram normais; sem comprometimento de crescimento ou vitalidade fetal. O ecocardiograma, realizado na 31º semana de gestação apresentava uma fração de ejeção de 55%, sem comprometimento miocárdico, segmentar ou global. Em decisão conjunta com equipe de eletrofisiologia, optado por introdução de succinato de metoprolol 200 mg/dia e amiodarona 600mg/dia, sem melhora significativa em holters subsequentes ou em sintomatologia referida. Na 35º semana, optado por interrupção da gravidez por alta densidade de arritmias ventriculares (1289 taquicardias ventriculares, a maior com 50 segundos de duração) e sintomatologia materna importante. O concepto nasceu com 2,6kg 43cm e apgar 6 e 9, no primeiro e 5º minuto. Após 3 meses, realizado novo holter com FC média de 86 bpm, ausência de ectopias ventriculares e supraventriculares. Paciente permaneceu assintomática, sem novos episodios de arritmia. Segue em acompanhamento no serviço de eletrofisiologia, sem uso de medicações. CONCLUSÃO: Alterações do ritmo durante a gravidez podem variar desde ectopias benignas até condições que ameacem a vida da mãe o do feto. Nestes casos, deve-se ter em mente que antiarrítmicos ultrapassam a barreira placentária, afetando o crescimento e a vitalidade fetal. Em certas situações, o adiantamento do parto torna-se medida terapêutica, com o retorno da condição hemodinâmicas basal e cessação do mecanismo arritmogênico. (AU)


Assuntos
Gravidez , Taquicardia Ventricular
4.
In. Sousa, Amanda Guerra Moraes Rego; Timerman, Ari; Sousa, José Eduardo Moraes Rego. Tratado sobre doença arterial coronária. São Paulo, Atheneu, 2017. p.503-16, tab.
Monografia em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: ses-35328
5.
In. Timerman, Ari; Sousa, Amanda Guerra de Moraes Rego; Fragata Filho, Abilio Augusto; Armaganijan, Dikran; Bertolami, Marcelo Chiara; Meneghelo, Romeu Sergio. Condutas terapêuticas do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. São Paulo, Atheneu, 2 ed; 2014. p.1343-1350, ilus.
Monografia em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: ses-30811
6.
In. Timerman, Ari; Sousa, Amanda Guerra de Moraes Rego; Fragata Filho, Abilio Augusto; Armaganijan, Dikran; Bertolami, Marcelo Chiara; Meneghelo, Romeu Sergio. Condutas terapêuticas do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. São Paulo, Atheneu, 2 ed; 2014. p.1351-1372, ilus, tab.
Monografia em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: ses-30812
7.
RELAMPA, Rev. Lat.-Am. Marcapasso Arritm ; 25(1): 5-12, jan.-mar. 2012. tab, ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-641343

RESUMO

Objetivo: Objetivou-se, neste estudo, avaliar as complicações maternas e fetais (clínicas e obstétricas) em mulheres portadoras de marca-passo cardíaco, assim como, a relação entre os modos de estimulação cardíaca(atrial, ventricular ou atrioventricular) e a evolução da gestação quanto às intercorrências materno-fetais, Peso de RN e APGAR. Materiais e métodos: Pesquisa retrospectiva embasada em análise de prontuários médicos de gestantes portadoras de marca-passo cardíaco, acompanhadas nos serviços de Cardiopatia e Gravidez do IDPC, INCOR e HSP (1980 a 2003). Resultado: Analisaram-se 65 gestações em 52 mulheres. 12 pacientes tiveram implante do marca-passo durante a gravidez. A mostra foi dividida em dois grupos, segundo o modo de estimulação cardíaca. Grupo 1:> 25 gestações no modo atrioventricular. Grupo 2: 40 gestações no modo ventricular. Os dois grupos foram semelhantes do ponto de vista estatístico. Não houve diferença significativa entre os modos de estimulação e o peso dos recém-nascidos (p=0,765), bem com em relação à nota de Apgar (p=0,287). Observamos correlação negativa significante (p=0.017) entre o tempo decorrido entre o implante do marca-passo e a gestação, com o peso dos recém-nascidos. Conclusão: Concluiu-se que, em ambos os modos de estimualaçao cardíaca houve recém-nascidos com boas condições de nascimento e com peso adequado para a idade gestacional. Quanto maior o tempo decorrido entre o implante de marca-passo e a gestacional, menor foi o peso dos recém-nascidos.


Assuntos
Humanos , Feminino , Marca-Passo Artificial , Gravidez , Doenças Cardiovasculares/complicações , Doenças Cardiovasculares/mortalidade , Estudos Retrospectivos
8.
In. Piegas, Leopoldo S; Armaganijan, Dikran; Timerman, Ari; Piegas, Leopoldo S, d. Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. BrasilArmaganijan, Dikran, d. Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. BrasilTimerman, Ari, d. Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Brasil. Condutas terapêuticas do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. São Paulo, Atheneu, 2006. p.667-671, tab.
Monografia em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: ses-5807
9.
São Paulo; s.n; 2005. [58] p. tab, graf.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-430030

RESUMO

Objetivo. Avaliar as complicações maternas e fetais (clínicas e obstétricas) em mulheres portadoras de marca-passo cardíaco. Avaliar a relação entre os modos de estimulação cardíaca (atrial, ventricular ou átrio-ventricular) e a evolução da gestação quanto as intercorrências materno-fetais. Peso de RN e APGAR. Material e Método: Estudo retrospectivo realizado através da análise de prontuários médicos de gestantes portadoras de marca-passo cardíaco, acompanhadas nos serviços de Cardiopatia e Gravidez do IDPC, INCOR e HSP, no período de 1980 a 2003. Análise estatística realizada pelo serviço de estatística do IDPC, através do programa SPSS, versão 10.0. Adotado como significância estatística p= 0,05.Resultados: Foram analisados 65 gestações em 52 mulheres. 12 pacientes tiveram implante do marca-passo durante a gravidez. A amostra foi dividida em dois grupos segundo o modo de estimulação cardíaca. Grupo 1: 25 gestações no modo átrioventricular. Grupo 2: 40 gestações no modo ventricular. Os dois grupos foram semelhantes do ponto de vista estatístico. Não houve diferença significativa entre os modos de estimulação e o peso dos recém-nascidos (p= 0,765), bem como em relação à nota de APGAR (p= 0,287). Observamos correlação negativa significante (p= 0,017) entre o tempo decorrido entre o implante do marca-passo e a gestação, com o peso dos recém-nascidos. Conclusão: Neste estudo concluímos que em ambos os modos de estimulação cardíaca houve recém-nascidos com boas condições de nascimento e com peso adequado para a idade gestacional. Quanto maior o tempo decorrido entre o implante de marca-passo e a gestação menor foi o peso dos recém-nascidos.


Assuntos
Feminino , Gravidez , Recém-Nascido , Adulto , Humanos , Bloqueio Cardíaco , Cardiopatias , Marca-Passo Artificial , Complicações na Gravidez
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