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1.
JACC Cardiovasc Interv ; 12(16): 1606-1617, 2019 Aug 26.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-31439340

RESUMO

OBJECTIVES: This study sought to evaluate SAPIEN 3 (S3) (Edwards Lifesciences, Irvine, California) positioning using different strategies. BACKGROUND: Aortic valve-in-valve (ViV) is associated with high risk of elevated gradients. METHODS: S3 aortic ViV procedures in stented bioprostheses were studied. Transcatheter heart valve (THV) positioning was analyzed in a centralized core lab blinded to clinical outcomes. A combined endpoint of severely elevated mean gradient (≥30 mm Hg) or pacemaker need was established. Two positioning strategies were compared: central marker method and top of S3 method. Optimal final depth was defined as S3 depth ≤20%. RESULTS: A total of 113 patients met inclusion criteria and were analyzed (76.5 ± 9.7 years of age, 65.8% male, STS score 8 ± 7.6%). THVs had incomplete shortening in comparison to fully expanded valves (92 ± 3.4%), and expansion was more complete in optimal positioning cases compared with others (93.2 ± 2.7% vs. 91.5 ± 3.5%; p = 0.027). The central marker method demonstrated greater correlation with final implantation depth than the top of S3 method (R2 of 0.48 and 0.14; p < 0.001 and p = 0.001, respectively). The combined endpoint rate was 4.3% in the optimal (higher than 3 mm) implantation group, 12% in the intermediate group, and 50% in the low group (p < 0.001). There were no cases of THV embolization. In cases with central marker higher than 3 mm, 72.4% had optimal final depth. In those with central marker higher than 6 mm, 90% had optimal final depth. CONCLUSIONS: Optimal S3 positioning in aortic ViV is associated with better outcomes. Central marker positioning is more reliable than top of S3 positioning. Central marker bottom position should be 3 mm to 6 mm above the ring.

2.
JACC cardiovasc. interv. ; 12(16): 1606-1617, ago., 2019. ilus., graf., tab.
Artigo em Inglês | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1022472

RESUMO

OBJECTIVES: This study sought to evaluate SAPIEN 3 (S3) (Edwards Lifesciences, Irvine, California) positioning using different strategies. BACKGROUND: Aortic valve-in-valve (ViV) is associated with high risk of elevated gradients. METHODS: S3 aortic ViV procedures in stented bioprostheses were studied. Transcatheter heart valve (THV) positioning was analyzed in a centralized core lab blinded to clinical outcomes. A combined endpoint of severely elevated mean gradient ($30 mm Hg) or pacemaker need was established. Two positioning strategies were compared: central marker method and top of S3 method. Optimal final depth was defined as S3 depth #20%. RESULTS: A total of 113 patients met inclusion criteria and were analyzed (76.5 _ 9.7 years of age, 65.8% male, STS score 8 _ 7.6%). THVs had incomplete shortening in comparison to fully expanded valves (92 _ 3.4%), and expansion was more complete in optimal positioning cases compared with others (93.2 _ 2.7% vs. 91.5 _ 3.5%; p » 0.027). The central marker method demonstrated greater correlation with final implantation depth than the top of S3 method (R2 of 0.48 and 0.14; p < 0.001 and p » 0.001, respectively). The combined endpoint rate was 4.3% in the optimal (higher than 3 mm) implantation group, 12% in the intermediate group, and 50% in the low group (p < 0.001). There were no cases of THV embolization. In cases with central marker higher than 3 mm, 72.4% had optimal final depth. In those with central marker higher than 6 mm, 90% had optimal final depth. CONCLUSIONS: Optimal S3 positioning in aortic ViV is associated with better outcomes. Central marker positioning is more reliable than top of S3 positioning. Central marker bottom position should be 3 mm to 6 mm above the ring. (AU)


Assuntos
Marca-Passo Artificial , Substituição da Valva Aórtica Transcateter , Balão Intra-Aórtico
3.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 11-11, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1008850

RESUMO

INTRODUÇÃO: Cerca de 20% das intervenções percutâneas envolvem bifurcação, sendo um assunto de interesse devido a menor taxa de sucesso do procedimento (< 90%) e taxas relativamente elevadas de recorrências no seguimento tardio. A compreensão dos mecanismos de falência são fundamentais para o aprimoramento da intervenção coronária percutânea (ICP). Os métodos de imagem invasivos como ultrassom intracoronário (USIC) e tomografia de coerência ótica (TCO) são utilizados para avaliar a eficácia e segurança tardia de dispositivos coronários. O nosso objetivo foi avaliar a correlação destes métodos à angiografia coronária quantitativa (ACQ) em lesões de bifurcação coronária tratadas com stents dedicados a bifurcação. MÉTODOS: Estudo prospectivo, não-randomizado, de braço único, envolvendo um centro clinico que avaliou a correlação entre diferentes métodos de avaliação de imagem (ACQ, USIC e TCO) na avaliação tardia (9 meses) de pacientes com lesões de bifurcação tratados com o stent farmacológico liberador de sirolimus dedicado BiOSS. Foram incluídos 35 pacientes (36 lesões) tratadas entre Jan/16 a Fev/17. RESULTADOS: A maior parte das lesões (69%) envolveram bifurcação na artéria descendente anterior. Em relação ao envolvimento dos segmentos da bifurcação, 42.2% foram classificadas como lesões verdadeiras (Medina 111 11.1%, 011 22.8%, e 101 8.3%). Em relação a técnica de tratamento, a estratégia provisional foi planejada na totalidade dos casos, sendo necessário o implante de stent no ramo lateral em 25% dos casos. No reestudo protocolar aos 9 meses, realizado em 100% dos casos, a perda tardia do lumen (PTL) no vaso principal e no ramo lateral foram, respectivamente, 0,29 mm e 0,18 mm. Considerando os subsegmentos intra-stent proximal, carina e intra-stent distal no vaso principal, a PTL foi 0,23 mm, 0,29 mm e 0,33 mm, respectivamente; ja a área mínima do lúmen (AML) pelo TCO e USIC foram, respectivamente, 8,60 mm2 e 5,68 mm2, 8,18 mm2 e 5,32 mm2, e 6,29 mm2 e 3,99 mm2. Pelo método de Pearson, a TCO e o USIC demonstraram elevada correlação para as medidas de AML (r = 0,75; p < 0,05) no segmento intra-stent e área mínima do stent (r = 0,79). Já a ACQ não demonstrou correlação significativa com os métodos invasivos. CONCLUSÕES: Nesta investigação, os métodos de imagem invasivos (TCO e USIC) demonstraram alta correlação em termos de AML e área mínima do stent em lesões de bifurcação tratadas com stent farmacológico dedicado. (AU)


Assuntos
Humanos , Stents , Angioplastia
4.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 15-15, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1008857

RESUMO

INTRODUÇÃO: Intervenção coronária percutânea (ICP) guiada por ultrassom intracoronário (USIC) associou-se com menor ocorrência de eventos adversos em comparação com ICP guiada por angiografia. A tomografia de coerência óptica (TCO) possui resolução 10 vezes maior que a do USIC. No entanto, seu papel como guia de ICP foi pouco estudado. Nosso objetivo primário é avaliar a não inferioridade da ICP guiada por TCO em comparação com a guia por USIC quanto ao desfecho primário de expansão dos stents ao final do procedimento de ICP. MÉTODOS: Pacientes com ≥ 1 lesão em coronárias nativas com 2,25-4,0 mm de diâmetro, foram randomizados (1:1:1), em blocos de 9, para ICP guiada por angiografia, USIC, e TCO. Com um α unicaudal de 0,05 e margem de não inferioridade de 6,85% para expansão dos stents, 150 pacientes (50 em cada grupo) fornece poder de 80% para investigar a não inferioridade da ICP guiada por TCO em comparação com guia por USIC. Caso a não inferioridade fosse alcançada para o desfecho primário, testamos, de forma hierárquica, a superioridade da ICP guiada por TCO vs. ICP guiada por USIC e angiografia, e ICP guiada por USIC vs. ICP guiada por angiografia. RESULTADOS: 151 pacientes foram randomizados para ICP guiada por TCO (n=51), USIC (n=51) e angiografia (n=49). A área mínima do stent pós-ICP foi semelhante entre os grupos (TCO: 7,18 ± 2,66 mm vs. USIC: 6,97 ± 2,09 mm vs. angiografia: 7,26 ± 2,48 mm, p=0.820). A expansão dos stents foi 98,01 ± 16,14% nas ICP guiadas por TCO, 91,69 ± 15,75% nas guiadas por USIC e 90,53 ± 14,84% nas guiadas por angiografia (p=0.035). Expansões obtidas sob guia da TCO foram não inferiores às obtidas com USIC (diferença TCO-USIC: 7,00; IC 95%: -0,39 a 14,39, p<0,001). Na análise hierárquica, expansão por TCO foi superior à angiografia (p=0,041), mas não superior ao USIC (p=0,067). ICP guiada por USIC não foi superior à guiada por angiografia (p=0.923). O porcentual de hastes dos stents mal apostas foi menor em ICP guiadas por TCO (TCO: 1.74 ± 1.49% vs. USIC: 3.35 ± 4.03% vs. angiografia: 4.20 ± 6.85%, p=0.035). Não houve diferença significativa quanto à ocorrência de dissecção de bordas (TCO: 15,7% vs. USIC: 15,7% vs. angiografia: 22,6%, p=0,610), e complicações dos procedimentos. CONCLUSÕES: ICP guiada por TCO gerou expansão dos stents não inferiores às obtidas com USIC, e superiores às obtidas por angiografia, com melhor aposição das hastes e sem aumento de complicações. Estes resultados indicam que TCO pode ser utilizada com segurança para guiar ICP. Seu impacto clínico deve ser futuramente investigado. (AU)


Assuntos
Humanos , Tomografia de Coerência Óptica , Intervenção Coronária Percutânea
5.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 121-121, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1009295

RESUMO

INTRODUÇÃO: A estenose aórtica (EAo) constitui uma das principais valvopatias encontradas, estando associada a grande morbimortalidade ao iniciarem os seus sintomas. O implante de bioprótese aórtica transcateter (do inglês transcatheter aortic valve implantation ­ TAVI) constitui em modalidade mais recente no tratamento intervencionista da estenose aórtica, revolucionando a propedêutica de muitos pacientes antes considerados inoperáveis. Grande preocupação é dada as complicações de sangramento submetidos pós-TAVI. Objetiva-se avaliar a incidência e fatores clínicos associados ao sangramento tardio (≥ 30 dias) em pacientes submetidos a TAVI e analisar o impacto do sangramento tardio nesses indivíduos. Além disso, buscou-se correlacionar a ocorrência de sangramento com escores de risco já estabelecidos em outros cenários clínicos. MÉTODOS: Trata-se de pesquisa observacional e retrospectiva através de análise de banco de dados de um único centro composto de pacientes consecutivos submetidos a TAVI. A definição de sangramentos tardios foram baseados nos critérios definidos pelo Valve Academic Research Consortium 2 (VARC-2). O nível de significância adotado foi para valores de p < 0,05. RESULTADOS: De uma população de 371 pacientes, há um predomínio do sexo feminino (54%), com idade média de 67 anos, obtendo-se taxa de sangramentos tardios de 10%, valores semelhantes aos encontrados na literatura. Dentre os fatores associados, a presença de doença carotídea >50% (p=0,021), hipertensão pulmonar (p=0,023), refluxo aórtico (p=0,014), HAS-BLED (p<0,001), uso de anticoagulação oral (p<0,001), ácido acetilsalicílico (p=0,001), disfunção diastólica (p=0,032) e a ocorrência de fibrilação atrial/flutter seja de maneira paroxística (p<0,01) ou permanente (p<0,001) estiveram associados a maior ocorrência de sangramento tardio. De maneira semelhante a outros estudos na literatura, fatores como a terapia antitrombótica e até mesmo refluxo aórtico tiveram grande influência na ocorrência dos eventos de sangramento. CONCLUSÃO: A TAVI é um procedimento inovador e cada vez importante no tratamento da estenose aórtica. O conhecimento dos fatores relacionados ao sangramento tardio são de grande importância na redução de efeitos adversos em pacientes submetidos a TAVI, uma vez que estão associados a grande impacto na morbimortalidade desses doentes. (AU)


Assuntos
Humanos , Estenose da Valva Aórtica , Implante de Prótese de Valva Cardíaca , Hemorragia
6.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 122-122, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1009304

RESUMO

INTRODUÇÃO: enxertos de veia safena (VS), comumente utilizados em cirurgias de revascularização miocárdica, habitualmente cursam com aterosclerose e degeneração aceleradas. Apesar dos avanços técnicos e farmacologia adjunta, a intervenção coronária percutânea (ICP) de tais enxertos permanece um desafio, com altas taxas de complicações agudas (infarto peri-procedimento) e tardias (reestenose). No presente estudo, visamos avaliar o papel do pré-tratamento com heparina de baixo peso molecular (HBPM) no grau de degeneração do enxerto de VS antes da ICP. METODOLOGIA: Estudo unicêntrico e retrospectivo em que registros médicos e angiografias de todos os pacientes submetidos à ICP de enxertos de VS entre julho de 2008 e julho de 2018 foram revisados. Dados de pacientes submetidos à pré-tratamento com HBPM após a cinecoronariografia diagnóstica foram inseridos em banco de dados dedicado. As angiografias dos enxertos de VS antes e após o pré-tratamento com HBPM foram analisadas por operador experiente, cego ao momento em que a angiografia foi realizada, em programa validado de angiografia coronária quantitativa. Escore de degeneração, computando todas as áreas de ectasias, estenoses e trombos foi computado em cada período de avaliação. RESULTADOS: Dentre as 554 ICP em VS realizadas no período do estudo, 90 (16.2%) pacientes receberam pré-tratamento com HBPM. Destes, 67 pacientes, com 72 enxertos tratados, possuíam angiografias adequadas para análise. A maioria (75%) dos pacientes era masculina, 54% diabéticos e 57% tiveram síndrome coronariana aguda como apresentação inicial. O vaso-alvo de implante do enxerto mais comum foi a coronária direita (36,1%), e 80% das lesões localizavam-se no corpo dos enxertos. O tempo de pré-tratamento com HBPM foi de 5,6 dias. O comprimento médio analisado dos enxertos mediu 84,09 mm. Não houve diferença na presença de ectasias (12,48 vs 11,53mm) ou estenoses (21,73 vs 22,98mm), nem no escore de degeneração (1,22 vs 1,02) dos enxertos antes e depois do uso de HBPM. Trombo intraluminal foi visto inicialmente em 38 enxertos (52,7%). Pré-tratamento com HBPM reduziu significativamente a carga trombótica (12,56 mm vs. 6,07 mm, p<0,05), com redução em 21 (55.2%) enxertos e remissão completa em 7 (18.4%). Melhora do fluxo TIMI foi observada em 13 enxertos (fluxo TIMI pré: 2,7 vs. Pós: 2,86). (AU)


Assuntos
Humanos , Heparina de Baixo Peso Molecular , Intervenção Coronária Percutânea
7.
Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo ; 29(Suppl. 2b): 230-230, Jun. 2019.
Artigo em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-IDPCPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1010396

RESUMO

INTRODUÇÃO: O objetivo deste estudo foi avaliar os resultados imediatos e de longo prazo em pacientes com hipertensão pulmonar (HAP) submetidos à valvuloplastia mitral percutânea por balão (VMP) e estenose mitral (EM) reumática. MÉTODOS: Entre os 1.794 pacientes consecutivos, de 1987 a 2010, a VMP foi realizada em um único centro em 147 pacientes que tinham HAP significativa definida como pressão arterial média basal (pressão pulmonar sistólica > 75 mmhg). Mortalidade por todas as causas, necessidade de substituição valvar mitral ou nova VMP e reestenose valvar foram avaliados durante o acompanhamento anual. RESULTADOS: A média de idade foi de 33,8 ± 12,8 anos e 83,6% (123 pacientes) eram mulheres. O sucesso foi alcançado em 89,8% dos pacientes (132 pacientes). A área valvar mitral (AVM) aumentou de 0,83 ± 0,17 cm2 para 2,03 ± 0,35 cm2 (p <0,001) e, aos 20 anos, a área valvar mitral foi de 1,46 ± 0,34 cm2 (p = 0,235). A pressão sistólica da artéria pulmonar diminuiu de 87,0 ± 6,0 mmHg para 60,0 ± 0,9 mmHg (p <0,0001). As taxas de mortalidade por todas as causas, necessidade de substituição da valva mitral, nova VMP e reestenose valvar foram de 0,67%, 20,0%, 8,78% e 30,4%, respectivamente, em seguimento a longo prazo (média de 15,6 ± 4,9 anos). CONCLUSÕES: Observou-se que houve diminuição significativa da pressão arterial pulmonar após o procedimento e a VMP é considerada segura e eficaz em pacientes com EM reumática. Embora tenha havido uma diminuição gradual da AVM a longo prazo, a maioria dos pacientes permaneceu assintomática e sem grandes eventos adversos. (AU)


Assuntos
Humanos , Hipertensão Pulmonar , Estenose da Valva Mitral
8.
JACC Cardiovasc Interv ; 12(5): 433-443, 2019 Mar 11.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30846081

RESUMO

OBJECTIVES: The aim of this study was to compare transcatheter aortic valve replacement (TAVR) with the Acurate neo (NEO) and Evolut PRO (PRO) devices. BACKGROUND: The NEO and PRO bioprostheses are 2 next-generation self-expanding devices developed for TAVR. METHODS: The NEOPRO (A Multicenter Comparison of Acurate NEO Versus Evolut PRO Transcatheter Heart Valves) registry retrospectively included patients who underwent transfemoral TAVR with either NEO or PRO valves at 24 centers between January 2012 and March 2018. One-to-one propensity score matching resulted in 251 pairs. Pre-discharge and 30-day Valve Academic Research Consortium (VARC)-2 defined outcomes were evaluated. Binary logistic regression was performed to adjust the treatment effect for propensity score quintiles. RESULTS: A total of 1,551 patients (n = 1,263 NEO; n = 288 PRO) were included. The mean age was 82 years, and the mean Society of Thoracic Surgeons score was 5.1%. After propensity score matching (n = 502), VARC-2 device success (90.6% vs. 91.6%; p = 0.751) and pre-discharge moderate to severe (II+) paravalvular aortic regurgitation (7.3% vs. 5.7%; p = 0.584) were comparable between the NEO and PRO groups. Furthermore, there were no significant differences in any 30-day clinical outcome between matched NEO and PRO pairs, including all-cause mortality (3.2% vs. 1.2%; p = 0.221), stroke (2.4% vs. 2.8%; p = 1.000), new permanent pacemaker implantation (11.0% vs. 12.8%; p = 0.565), and VARC-2 early safety endpoint (10.6% vs. 10.4%; p = 1.000). Logistic regression on the unmatched cohort confirmed a similar risk of VARC-2 device success, paravalvular aortic regurgitation II+, and 30-day clinical outcomes after NEO and PRO implantation. CONCLUSIONS: In this multicenter registry, transfemoral TAVR with the NEO and PRO bioprostheses was associated with high device success, acceptable rates of paravalvular aortic regurgitation II+, and good 30-day clinical outcomes. After adjusting for potential confounders, short-term outcomes were similar between the devices.

9.
Rev. esp. cardiol. (Ed. impr.) ; 72(1): 21-29, ene. 2019. tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS-Express | ID: ibc-ET1-2075

RESUMO

Introducción y objetivos: El daño renal agudo (DRA) ocurre con frecuencia tras el implante percutáneo de válvula aórtica (TAVI) y se asocia con una mayor mortalidad. Sin embargo, el impacto del DRA en la evolución a largo plazo continúa siendo controvertida. Por dicho motivo se evalúa el impacto del DRA el resultado a corto y largo plazo tras el TAVI usando los criterios Valve Academic Research Consortium 2. Métodos: Se incluyeron 794 pacientes consecutivos con estenosis aórtica grave en un registro multicéntrico brasileño. Para la identificación de los predictores de DRA se utilizó el análisis de regresión logística. La supervivencia a 4 años se determinó mediante las curvas de Kaplan-Meier y para determinar el impacto del DRA en la mortalidad entre los supervivientes a 12 meses se usó un análisis de punto de referencia ajustado. Resultados: La incidencia de DRA tras el TAVI fue del 18%. Los predictores independientes de DRA fueron: edad, diabetes mellitus, hemorragia mayor o amenazante para la vida y la malaposición valvular. El DRA se asoció independientemente con un riesgo mayor de muerte total (HR ajustada = 2,8; IC95%, 2,0-3,9; p < 0,001) y cardiovascular (HR ajustada = 2,9; IC95%, 1,9-4,4; p < 0,001) durante el periodo de seguimiento completo. Sin embargo, cuando se consideró solo los supervivientes a 12 meses, no hubo diferencias en ambos objetivos clínicos (HR ajustada = 1,2; IC95%, 0,5-2,4; p = 0,71, y HR = 0,7; IC95%, 0,2-2,1; p = 0,57, respectivamente). Conclusiones: El DRA es una complicación frecuente tras el TAVI. La edad avanzada, la diabetes, la hemorragia mayor o amenazante para la vida y la malaposición valvular eran factores predictivos de DRA. El DRA se asoció con el pronóstico a corto y largo plazo, sin embargo, el impacto del DRA sobre la mortalidad se limitó al primer año tras el TAVI


Introduction and objectives: Acute kidney injury (AKI) is frequently observed after transcatheter aortic valve implantation (TAVI) and is associated with higher mortality. However, the impact of AKI on long-term outcomes remains controversial. Therefore, we sought to evaluate the impact of AKI on short- and long-term outcomes following TAVI using the Valve Academic Research Consortium 2 criteria. Methods: Consecutive patients (n = 794) with severe aortic stenosis who underwent TAVI were included in a multicenter Brazilian registry. Logistic regression analysis was used to identify predictors of AKI. Four-year outcomes were determined as Kaplan-Meier survival curves, and an adjusted landmark analysis was used to test the impact of AKI on mortality among survivors at 12 months. Results: The incidence of AKI after TAVI was 18%. Independent predictors of AKI were age, diabetes mellitus, major or life-threatening bleeding and valve malpositioning. Acute kidney injury was independently associated with higher risk of all-cause death (adjusted HR, 2.8; 95%CI, 2.0-3.9; P < .001) and cardiovascular mortality (adjusted HR, 2.9; 95%CI, 1.9-4.4; P < .001) over the entire follow-up period. However, when considering only survivors at 12 months, there was no difference in both clinical endpoints (adjusted HR, 1.2; 95%CI, 0.5-2.4; P = .71, and HR, 0.7; 95%CI, 0.2-2.1; P = .57, respectively). Conclusions: Acute kidney injury is a frequent complication after TAVI. Older age, diabetes, major or life-threatening bleeding, and valve malpositioning were independent predictors of AKI. Acute kidney injury is associated with worse short- and long-term outcomes. However, the major impact of AKI on mortality is limited to the first year after TAVI

10.
JACC Cardiovasc Interv ; 11(19): 1945-1952, 2018 Oct 08.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-30077684

RESUMO

OBJECTIVES: The aim of this study was to assess very long term outcomes after successful percutaneous balloon mitral valvuloplasty (PBMV). BACKGROUND: PBMV remains the preferred treatment for patients with severe symptomatic rheumatic mitral stenosis and suitable anatomy. METHODS: All consecutive patients who underwent successful PBMV between 1987 and 2010 were included. The primary endpoint was the composite of all-cause mortality, need for mitral surgery, or repeat PBMV up to 23 years. RESULTS: Among all 1,582 consecutive patients undergoing PBMV, acute success was achieved in 90.9% (n = 1,438). Independent predictors of acute success included left atrial size (odds ratio: 0.96; 95% confidence interval [CI]: 0.93 to 0.99; p = 0.045), Wilkins score ≤8 (odds ratio: 1.66; 95% CI: 0.48 to 0.93; p = 0.02) and age (odds ratio: 0.97; 95% CI: 0.96 to 0.99; p = 0.006). Very long term follow-up (median 8.3 years, mean 15.6 years) was obtained in 79.1% of successful cases. The incidence of the primary endpoint was 19.1% (95% CI: 17.0% to 21.1%). The rates of overall mortality, need for mitral valve surgery, or repeat PBMV were 0.6% (95% CI: 0.3% to 1.2%), 8.3% (95% CI: 7.0% to 9.9%), and 10.0% (95% CI: 8.5% to 11.7%), respectively. On multivariate analysis, New York Heart Association functional class III or IV (hazard ratio: 1.62; 95% CI: 1.26 to 2.09; p < 0.001), higher age (hazard ratio: 0.97; 95% CI: 0.96 to 0.98; p = 0.028), and mitral valve area ≤1.75 cm2 after the procedure (hazard ratio: 1.67; 95% CI: 1.28 to 2.11; p = 0.028) were independent predictors of the primary endpoint. CONCLUSIONS: In very long term follow-up, more than 75% of patients exhibited sustained results. Prediction of late favorable results is multifactorial and strongly determined by age, previous symptoms and post-procedural mitral valve area.

11.
Artigo em Inglês, Espanhol | MEDLINE | ID: mdl-29358043

RESUMO

INTRODUCTION AND OBJECTIVES: Acute kidney injury (AKI) is frequently observed after transcatheter aortic valve implantation (TAVI) and is associated with higher mortality. However, the impact of AKI on long-term outcomes remains controversial. Therefore, we sought to evaluate the impact of AKI on short- and long-term outcomes following TAVI using the Valve Academic Research Consortium 2 criteria. METHODS: Consecutive patients (n = 794) with severe aortic stenosis who underwent TAVI were included in a multicenter Brazilian registry. Logistic regression analysis was used to identify predictors of AKI. Four-year outcomes were determined as Kaplan-Meier survival curves, and an adjusted landmark analysis was used to test the impact of AKI on mortality among survivors at 12 months. RESULTS: The incidence of AKI after TAVI was 18%. Independent predictors of AKI were age, diabetes mellitus, major or life-threatening bleeding and valve malpositioning. Acute kidney injury was independently associated with higher risk of all-cause death (adjusted HR, 2.8; 95%CI, 2.0-3.9; P < .001) and cardiovascular mortality (adjusted HR, 2.9; 95%CI, 1.9-4.4; P < .001) over the entire follow-up period. However, when considering only survivors at 12 months, there was no difference in both clinical endpoints (adjusted HR, 1.2; 95%CI, 0.5-2.4; P = .71, and HR, 0.7; 95%CI, 0.2-2.1; P = .57, respectively). CONCLUSIONS: Acute kidney injury is a frequent complication after TAVI. Older age, diabetes, major or life-threatening bleeding, and valve malpositioning were independent predictors of AKI. Acute kidney injury is associated with worse short- and long-term outcomes. However, the major impact of AKI on mortality is limited to the first year after TAVI.

12.
Arq. bras. cardiol ; 109(6): 590-598, Dec. 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-887987

RESUMO

Abstract Background: The impact of paravalvular regurgitation (PVR) following transcatheter aortic valve implantation (TAVI) remains uncertain. Objective: To evaluate the impact of PVR on mortality and hospital readmission one year after TAVI. Methods: Between January 2009 and June 2015, a total of 251 patients underwent TAVI with three different prostheses at two cardiology centers. Patients were assessed according to PVR severity after the procedure. Results: PVR was classified as absent/trace or mild in 92.0% (n = 242) and moderate/severe in 7.1% (n = 18). The moderate/severe PVR group showed higher levels of aortic calcification (22% vs. 6%, p = 0.03), higher serum creatinine (1.5 ± 0.7 vs. 1.2 ± 0.4 mg/dL, p = 0.014), lower aortic valve area (0.6 ± 0.1 vs. 0.7 ± 0.2 cm2, p = 0.05), and lower left ventricular ejection fraction (49.2 ± 14.8% vs. 58.8 ± 12.1%, p = 0.009). Patients with moderate/severe PVR had more need for post-dilatation (p = 0.025) and use of larger-diameter balloons (p = 0.043). At one year, all-cause mortality was similar in both groups (16.7% vs. 12%, p = 0.08), as well as rehospitalization (11.1% vs. 7.3%, p = 0.915). PVR grade significantly reduced throughout the first year after the procedure (p < 0.01). The presence of moderate/severe PVR was not associated with higher one-year mortality rates (HR: 0.76, 95% CI: 0.27-2.13, p = 0.864), rehospitalization (HR: 1.08, 95% CI: 0.25-4.69, p=0.915), or composite outcome (HR: 0.77, 95% CI: 0.28-2.13, p = 0.613). Conclusion: In this sample, moderate/severe PVR was not a predictor of long-term mortality or rehospitalization. (Arq Bras Cardiol. 2017; [online].ahead print, PP.0-0)


Resumo Fundamento: O impacto da regurgitação paravalvular (RPV) após implante de valva aórtica transcateter (TAVI) permanece incerto. Objetivo: Analisar o impacto da RPV na mortalidade e re-hospitalização 1 ano após o TAVI. Métodos: Entre janeiro de 2009 e junho de 2015, 251 pacientes foram submetidos ao TAVI em dois centros cardiológicos com 3 diferentes próteses. Os pacientes foram analisados de acordo com a gravidade da RPV pós-procedimento. Resultados: RPV foi classificada como ausente/mínima ou discreta em 92,0% (n=242) dos pacientes e moderada/grave em 7,1% (n = 18). Os pacientes com RPV moderada/importante apresentaram maior grau de calcificação aórtica (22,0% vs. 6,0%; p = 0,03), creatinina sérica (1,53 ± 0,71 vs. 1,18 ± 0,43 mg/dL; p = 0,01), menor área valvar aórtica (0,61 ± 0,12 vs. 0.69 ± 0,17 cm2; p = 0,05) e menor fração de ejeção do ventrículo esquerdo (49,17±14,79% vs. 58,82±12,14%; p = 0,009). Nos pacientes com RPV moderada/importante a necessidade de pós-dilatação foi maior (p = 0,025) e eventualmente com balão de diâmetro maior (p = 0,04). Ao final de 1 ano, a mortalidade por todas as causas foi similar em ambos os grupos (16,7% vs. 12,0%; p = 0,08), assim como re-hospitalização (11,1% vs. 7,3%; p = 0,91). O grau de RPV ao longo do primeiro ano reduziu progressivamente (p < 0,01). A presença de RPV moderada/importante não foi associada a maiores taxas de mortalidade em 1 ano [RR (risco relativo): 0,76; IC (intervalo de confiança) 95%: 0,27-2,13; p = 0,864)], re-hospitalização (RR: 1,08; IC 95%: 0,25-4,69; p = 0,915) ou desfecho combinado (RR: 0,77; IC 95%: 0,28-2,13; p = 0,61). Conclusões: Nesta amostra, a presença de regurgitação paravalvular moderada/importante não foi um preditor de mortalidade ou reinternação a longo prazo. (Arq Bras Cardiol. 2017; [online].ahead print, PP.0-0)

13.
Arq. bras. cardiol ; 109(6): 550-559, Dec. 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-887985

RESUMO

Abstract Background: Transcatheter aortic valve implantation (TAVI) is a well-established procedure; however, atrioventricular block requiring permanent pacemaker implantation (PPI) is a common complication. Objectives: To determine the incidence, predictors and clinical outcomes of PPI after TAVI, focusing on how PPI affects left ventricular ejection fraction (LVEF) after TAVI. Methods: The Brazilian Multicenter TAVI Registry included 819 patients submitted to TAVI due to severe aortic stenosis from 22 centers from January/2008 to January/2015. After exclusions, the predictors of PPI were assessed in 670 patients by use of multivariate regression. Analysis of the ROC curve was used to measure the ability of the predictors; p < 0.05 was the significance level adopted. Results: Within 30 days from TAVI, 135 patients (20.1%) required PPI. Those patients were older (82.5 vs. 81.1 years; p = 0.047) and mainly of the male sex (59.3% vs 45%; p = 0.003). Hospital length of stay was longer in patients submitted to PPI (mean = 15.7 ± 25.7 vs. 11.8 ± 22.9 days; p < 0.001), but PPI affected neither all-cause death (26.7% vs. 25.6%; p = 0.80) nor cardiovascular death (14.1% vs. 14.8%; p = 0.84). By use of multivariate analysis, the previous presence of right bundle-branch block (RBBB) (OR, 6.19; 3.56-10.75; p ≤ 0.001), the use of CoreValve® prosthesis (OR, 3.16; 1.74-5.72; p ≤ 0.001) and baseline transaortic gradient > 50 mm Hg (OR, 1.86; 1.08-3.2; p = 0.025) were predictors of PPI. The estimated risk of PPI ranged from 4%, when none of those predictors was present, to 63%, in the presence of all of them. The model showed good ability to predict the need for PPI: 0.69 (95%CI: 0.64 - 0.74) in the ROC curve. The substudy of 287 echocardiograms during the 1-year follow-up showed worse LVEF course in patients submitted to PPI (p = 0.01). Conclusion: BRD prévio, gradiente aórtico médio > 50 mmHg e CoreValve® são preditores independentes de implante de MPD pós-TAVI. Ocorreu implante de MPD em aproximadamente 20% dos casos de TAVI, o que prolongou a internação hospitalar, mas não afetou a mortalidade. O implante de MPD afetou negativamente a FEVE pós-TAVI.


Resumo Fundamento: O implante valvar aórtico transcateter (TAVI) está bem estabelecido, porém, o bloqueio atrioventricular, com necessidade de marca-passo definitivo (MPD), é complicação frequente. Objetivo: Determinar a incidência, preditores e desfechos clínicos de implante de MPD após TAVI, focando em como a evolução da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE), após o TAVI, é afetada pelo MPD. Métodos: No registro brasileiro foram incluídos 819 pacientes submetidos a TAVI por estenose aórtica severa em 22 centros entre janeiro/2008 e janeiro/2015. Após exclusões, os preditores de implante de MPD foram avaliados em 670 pacientes por regressão multivariada. Análise da curva ROC foi utilizada para medir a habilidade dos preditores; p < 0,05 foi considerado significativo. Resultados: Aos 30 dias, 135 pacientes (20,1%) necessitaram de MPD. Tais pacientes eram mais velhos (82,5 vs. 81,1 anos; p = 0,047) e predominantemente homens (59,3% vs 45%; p = 0,003). A permanência hospitalar foi maior no Grupo MPD (média= 15,7 ± 25,7 vs. 11,8 ± 22,9 dias; p < 0,001), mas o implante não afetou morte por qualquer causa (26,7% vs. 25,6%; p = 0,80) nem morte cardiovascular (14,1% vs. 14,8%; p = 0,84). Por análise multivariada, a presença prévia de bloqueio de ramo direito (BRD) (OR, 6,19; 3,56-10,75; p ≤ 0,001), o uso da prótese CoreValve® (OR, 3,16; 1,74-5,72; p ≤ 0,001) e gradiente transaórtico basal > 50 mmHg (OR, 1,86; 1,08-3,2; p= 0,025) foram preditores de implante de MPD. O risco estimado de implante de MPD foi 4%, quando nenhum dos fatores de risco estava presente, e 63% na presença de todos. O modelo mostrou boa habilidade de prever a necessidade de MPD: 0,69 (IC95%: 0,64 - 0,74) na curva ROC. Subestudo de 287 ecocardiogramas durante o seguimento de 1 ano mostrou pior evolução da FEVE no Grupo MPD (p = 0,01). Conclusão: Em crianças de 6 a 11 anos, circunferência da cintura aumentada está associada à PA elevada, mesmo quando o IMC é normal. (Arq Bras Cardiol. 2017; [online].ahead print, PP.0-0)

14.
Arq Bras Cardiol ; 109(6): 550-559, 2017 Dec.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-29185614

RESUMO

BACKGROUND: Transcatheter aortic valve implantation (TAVI) is a well-established procedure; however, atrioventricular block requiring permanent pacemaker implantation (PPI) is a common complication. OBJECTIVES: To determine the incidence, predictors and clinical outcomes of PPI after TAVI, focusing on how PPI affects left ventricular ejection fraction (LVEF) after TAVI. METHODS: The Brazilian Multicenter TAVI Registry included 819 patients submitted to TAVI due to severe aortic stenosis from 22 centers from January/2008 to January/2015. After exclusions, the predictors of PPI were assessed in 670 patients by use of multivariate regression. Analysis of the ROC curve was used to measure the ability of the predictors; p < 0.05 was the significance level adopted. RESULTS: Within 30 days from TAVI, 135 patients (20.1%) required PPI. Those patients were older (82.5 vs. 81.1 years; p = 0.047) and mainly of the male sex (59.3% vs 45%; p = 0.003). Hospital length of stay was longer in patients submitted to PPI (mean = 15.7 ± 25.7 vs. 11.8 ± 22.9 days; p < 0.001), but PPI affected neither all-cause death (26.7% vs. 25.6%; p = 0.80) nor cardiovascular death (14.1% vs. 14.8%; p = 0.84). By use of multivariate analysis, the previous presence of right bundle-branch block (RBBB) (OR, 6.19; 3.56-10.75; p ≤ 0.001), the use of CoreValve® prosthesis (OR, 3.16; 1.74-5.72; p ≤ 0.001) and baseline transaortic gradient > 50 mm Hg (OR, 1.86; 1.08-3.2; p = 0.025) were predictors of PPI. The estimated risk of PPI ranged from 4%, when none of those predictors was present, to 63%, in the presence of all of them. The model showed good ability to predict the need for PPI: 0.69 (95%CI: 0.64 - 0.74) in the ROC curve. The substudy of 287 echocardiograms during the 1-year follow-up showed worse LVEF course in patients submitted to PPI (p = 0.01). CONCLUSION: BRD prévio, gradiente aórtico médio > 50 mmHg e CoreValve® são preditores independentes de implante de MPD pós-TAVI. Ocorreu implante de MPD em aproximadamente 20% dos casos de TAVI, o que prolongou a internação hospitalar, mas não afetou a mortalidade. O implante de MPD afetou negativamente a FEVE pós-TAVI.


Assuntos
Valva Aórtica/cirurgia , Bloqueio Atrioventricular/cirurgia , Bloqueio de Ramo/cirurgia , Estimulação Cardíaca Artificial/métodos , Implante de Prótese de Valva Cardíaca/efeitos adversos , Próteses Valvulares Cardíacas/efeitos adversos , Marca-Passo Artificial/efeitos adversos , Idoso de 80 Anos ou mais , Estenose da Valva Aórtica/cirurgia , Bloqueio Atrioventricular/fisiopatologia , Brasil , Eletrocardiografia , Feminino , Humanos , Masculino , Complicações Pós-Operatórias , Fatores de Risco
15.
Arq Bras Cardiol ; : 0, 2017 Nov 13.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-29166455

RESUMO

BACKGROUND: The impact of paravalvular regurgitation (PVR) following transcatheter aortic valve implantation (TAVI) remains uncertain. OBJECTIVE: To evaluate the impact of PVR on mortality and hospital readmission one year after TAVI. METHODS: Between January 2009 and June 2015, a total of 251 patients underwent TAVI with three different prostheses at two cardiology centers. Patients were assessed according to PVR severity after the procedure. RESULTS: PVR was classified as absent/trace or mild in 92.0% (n = 242) and moderate/severe in 7.1% (n = 18). The moderate/severe PVR group showed higher levels of aortic calcification (22% vs. 6%, p = 0.03), higher serum creatinine (1.5 ± 0.7 vs. 1.2 ± 0.4 mg/dL, p = 0.014), lower aortic valve area (0.6 ± 0.1 vs. 0.7 ± 0.2 cm2, p = 0.05), and lower left ventricular ejection fraction (49.2 ± 14.8% vs. 58.8 ± 12.1%, p = 0.009). Patients with moderate/severe PVR had more need for post-dilatation (p = 0.025) and use of larger-diameter balloons (p = 0.043). At one year, all-cause mortality was similar in both groups (16.7% vs. 12%, p = 0.08), as well as rehospitalization (11.1% vs. 7.3%, p = 0.915). PVR grade significantly reduced throughout the first year after the procedure (p < 0.01). The presence of moderate/severe PVR was not associated with higher one-year mortality rates (HR: 0.76, 95% CI: 0.27-2.13, p = 0.864), rehospitalization (HR: 1.08, 95% CI: 0.25-4.69, p=0.915), or composite outcome (HR: 0.77, 95% CI: 0.28-2.13, p = 0.613). CONCLUSION: In this sample, moderate/severe PVR was not a predictor of long-term mortality or rehospitalization. (Arq Bras Cardiol. 2017; [online].ahead print, PP.0-0).

16.
EuroIntervention ; 13(9): e1040-e1046, 2017 Oct 13.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28804056

RESUMO

AIMS: The aim of this study was to assess the safety and performance of the ACURATE neo transcatheter heart valve and its transfemoral delivery system. METHODS AND RESULTS: The prospective, multicentre "CE-approval cohort" consists of a prospective series of the first 89 patients implanted with the ACURATE neo prosthesis. The primary endpoint was all-cause mortality at 30 days. Mean patient age was 83.7±4.4 years and logistic EuroSCORE I was 26.5±7.7%. Procedural success was obtained in 84 patients (94.4%). At 30 days, three patients had died, and two major strokes and one reintervention for a ventricular septal defect occurred, leading to a major adverse cardiac and cerebrovascular event (MACCE) rate of 6.7%. Eight patients (10.3%) received a permanent pacemaker. At one year, 20 patients (22.5%) had died and the MACCE rate was 27%. Effective orifice area was 1.76±0.34 cm2, and mean gradient 7.5±2.8 mmHg. Only three patients (4.5%) had moderate paravalvular regurgitation. NYHA Class III/IV was present in 94.4% of patients at baseline, in 9.9% at 30 days and in 4.5% at one year post procedure. CONCLUSIONS: This first-in-human experience with a novel self-expanding heart valve showed low rates of procedural mortality, major stroke and pacemaker implantation, and good performance outcomes.


Assuntos
Estenose da Valva Aórtica/cirurgia , Valva Aórtica , Próteses Valvulares Cardíacas/estatística & dados numéricos , Substituição da Valva Aórtica Transcateter/instrumentação , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Brasil/epidemiologia , Feminino , Seguimentos , Alemanha/epidemiologia , Humanos , Masculino , Substituição da Valva Aórtica Transcateter/mortalidade
19.
J Invasive Cardiol ; 29(6): 195-201, 2017 Jun.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28570234

RESUMO

OBJECTIVES: The present study examined the association between Multicenter CTO Registry in Japan (J-CTO) score in predicting failure of percutaneous coronary intervention (PCI) correlating with the estimated duration of chronic total occlusion (CTO). BACKGROUND: The J-CTO score does not incorporate estimated duration of the occlusion. METHODS: This was an observational retrospective study that involved all consecutive procedures performed at a single tertiary-care cardiology center between January 2009 and December 2014. RESULTS: A total of 174 patients, median age 59.5 years (interquartile range [IQR], 53-65 years), undergoing CTO-PCI were included. The median estimated occlusion duration was 7.5 months (IQR, 4.0-12.0 months). The lesions were classified as easy (score = 0), intermediate (score = 1), difficult (score = 2), and very difficult (score ≥3) in 51.1%, 33.9%, 9.2%, and 5.7% of the patients, respectively. Failure rate significantly increased with higher J-CTO score (7.9%, 20.3%, 50.0%, and 70.0% in groups with J-CTO scores of 0, 1, 2, and ≥3, respectively; P<.001). There was no significant difference in success rate according to estimated duration of occlusion (P=.63). Indeed, J-CTO score predicted failure of CTO-PCI independently of the estimated occlusion duration (P=.24). Areas under receiver-operating characteristic curves were computed and it was observed that for each occlusion time period, the discriminatory capacity of the J-CTO score in predicting CTO-PCI failure was good, with a C-statistic >0.70. CONCLUSION: The estimated duration of occlusion had no influence on the J-CTO score performance in predicting failure of PCI in CTO lesions. The probability of failure was mainly determined by grade of lesion complexity.


Assuntos
Oclusão Coronária/cirurgia , Intervenção Coronária Percutânea/efeitos adversos , Complicações Pós-Operatórias/diagnóstico , Sistema de Registros , Medição de Risco , Idoso , Doença Crônica , Angiografia Coronária , Oclusão Coronária/diagnóstico , Feminino , Seguimentos , Humanos , Japão/epidemiologia , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Complicações Pós-Operatórias/epidemiologia , Valor Preditivo dos Testes , Curva ROC , Estudos Retrospectivos , Fatores de Risco , Índice de Gravidade de Doença , Fatores de Tempo , Falha de Tratamento
20.
J Invasive Cardiol ; 29(3): 76-81, 2017 Mar.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28255102

RESUMO

BACKGROUND: Previous studies have suggested a benefit of cilostazol in addition to standard dual-antiplatelet therapy (DAPT), reducing in-stent late luminal loss and restenosis after percutaneous coronary intervention (PCI) with bare-metal and drug-eluting stent (DES) implantation. However, there is a paucity of intravascular ultrasound (IVUS) assessment of neointimal tissue hyperplasia (NIH) after triple-antiplatelet therapy (TAPT), especially in diabetic patients treated with DES. METHODS: This prospective, placebo-controlled trial was conducted in diabetic patients randomized (1:1) to receive either standard DAPT (aspirin and clopidogrel) vs TAPT with cilostazol for a minimum of 12 months after PCI with Endeavor zotarolimus-eluting stent (E-ZES). The primary endpoint was the 9-month comparison of percentage of NIH in both groups. Additionally, we compared in-stent late lumen loss, binary restenosis, major adverse cardiac event (MACE; cardiac death, non-fatal myocardial infarction, and restenosis) rates, and the incidence of vascular/bleeding complications. RESULTS: In total, 133 diabetic patients were enrolled (cilostazol cohort = 65 patients) with 56.4% male and mean age of 60.8 years. Overall, the two cohorts were comparable in terms of baseline clinical and angiographic characteristics, except for the reference vessel diameter, which was smaller among patients randomized to cilostazol (2.48 ± 0.46 mm vs 2.69 ± 0.48 mm; P=.01). At 9 months, there was a non-significant trend toward less percentage of NIH obstruction in the TAPT cohort (33.2 ± 8.29% vs 35.1 ± 8.45%; P=.07). However, this finding did not impact angiographic late-lumen loss (0.60 ± 0.46 mm cilostazol group vs 0.64 ± 0.48 mm control group; P=.30) and binary restenosis (9.8% vs 6.8%; P=.99). MACE rate also did not significantly differ between the cohorts (13.8% cilostazol group vs 8.8% control group; P=.81). Of note, the addition of a third antiplatelet agent did not increase vascular and bleeding complications. CONCLUSION: In diabetic patients treated with E-ZES, TAPT with cilostazol did not add any significant benefit in terms of NIH suppression or MACE reduction.


Assuntos
Aspirina , Doença da Artéria Coronariana , Reestenose Coronária/prevenção & controle , Diabetes Mellitus/epidemiologia , Quimioterapia Combinada/métodos , Neointima/prevenção & controle , Intervenção Coronária Percutânea , Tetrazóis , Ticlopidina/análogos & derivados , Aspirina/administração & dosagem , Aspirina/efeitos adversos , Cilostazol , Clopidogrel , Comorbidade , Angiografia Coronária/métodos , Doença da Artéria Coronariana/sangue , Doença da Artéria Coronariana/diagnóstico , Doença da Artéria Coronariana/epidemiologia , Doença da Artéria Coronariana/terapia , Reestenose Coronária/diagnóstico , Reestenose Coronária/etiologia , Stents Farmacológicos/efeitos adversos , Feminino , Hemorragia/induzido quimicamente , Hemorragia/prevenção & controle , Humanos , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Intervenção Coronária Percutânea/efeitos adversos , Intervenção Coronária Percutânea/métodos , Inibidores da Agregação de Plaquetas/administração & dosagem , Inibidores da Agregação de Plaquetas/efeitos adversos , Sirolimo/análogos & derivados , Sirolimo/uso terapêutico , Tetrazóis/administração & dosagem , Tetrazóis/efeitos adversos , Ticlopidina/administração & dosagem , Ticlopidina/efeitos adversos , Resultado do Tratamento
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