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1.
In. São Paulo. Secretaria Municipal de Saúde. Centro de Controle de Doenças. Subgerência de Doenças e Agravos Não Transmissíveis DANT. Caderno Técnico CAEPS - DANT. São Paulo, s.n, set. 2009. p.20-22.
Não convencional em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-60999
2.
In. São Paulo. Secretaria Municipal de Saúde. Centro de Controle de Doenças. Subgerência de Doenças e Agravos Não Transmissíveis DANT. Caderno Técnico CAEPS - DANT. São Paulo, s.n, set. 2009. p.53-55.
Não convencional em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-61010
7.
São Paulo; Secretaria Municipal da Saúde (São Paulo); 2006. [190] p.
Não convencional em Português | LILACS, CAB-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, CRSNORTE-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: lil-607189

RESUMO

O estudo tem a finalidade de identificar os limites e possibilidades da efetivação do princípio da Integralidade em cada modelo de organização dos serviços de atenção básica existente na cidade de São Paulo os limites e possibilidades da efetivação do princípio da Integralidade em cada modelo de organização dos serviços de atenção básica existente na cidade de São Paulo: serviços organizados exclusivamente sob o modelo das Ações Programáticas, serviços organizados exclusivamente sob o modelo do Programa de Saúde da Família – PSF e nos serviços organizados concomitantemente sob os dois modelos (Ação Programática e Programa Saúde da Família). Os objetivos foram: avaliar a observância da concepção de Integralidade horizontal e vertical na Atenção Básica em Unidades Básicas de Saúde da Cidade de São Paulo; comparar a observância da Integralidade horizontal e vertical nas Unidades Básicas que seguem o modelo das UAP, com as unidades que seguem o modelo da Saúde da Família USF, e com as unidades que apresentam, no mesmo espaço os dois modelos de Ações Programáticas e de Saúde da Família (UM); comparar as percepções sobre a observância da Integralidade Horizontal e Vertical entre os gerentes das Unidades Básicas, os profissionais e usuários/acompanhantes. Foi composta uma amostra intencional de 10 UBS dentre as 86 existentes nas duas Regiões, Norte e Centro-Oeste (Sé), para estudo aprofundado. Foram realizadas varias abordagens metodológicas: Observação, entrevistas com usuários, profissionais e gerentes de unidades básicas de saúde. Os modelos através dos quais as Unidades Básicas de Saúde estão organizadas na cidade de São Paulo e especialmente, o modo concreto como esses modelos estão funcionando em unidades diferentes, tem influência na observância do preceito constitucional da Integralidade na prestação dos serviços de saúde. Abordada a Integralidade a partir dos diversos sentidos que a ela são atribuídos, como afirmam os autores estudados, foi possível constatar que a Integralidade Horizontal, na percepção dos diversos sujeitos indagados, é mais garantida nas unidades que estavam organizadas sob o modelo da Saúde da Família, muito embora com pequenas vantagens, em relação à aquelas organizadas sob o Modelo de Ações Programáticas.


Assuntos
Humanos , Atenção Primária à Saúde , Atenção Primária à Saúde/organização & administração
8.
São Paulo; Secretaria Municipal da Saúde (São Paulo); 2006. [190] p.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, CRSNORTE-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: biblio-937105

RESUMO

O estudo tem a finalidade de identificar os limites e possibilidades da efetivação do princípio da Integralidade em cada modelo de organização dos serviços de atenção básica existente na cidade de São Paulo os limites e possibilidades da efetivação do princípio da Integralidade em cada modelo de organização dos serviços de atenção básica existente na cidade de São Paulo: serviços organizados exclusivamente sob o modelo das Ações Programáticas, serviços organizados exclusivamente sob o modelo do Programa de Saúde da Família – PSF e nos serviços organizados concomitantemente sob os dois modelos (Ação Programática e Programa Saúde da Família). Os objetivos foram: avaliar a observância da concepção de Integralidade horizontal e vertical na Atenção Básica em Unidades Básicas de Saúde da Cidade de São Paulo; comparar a observância da Integralidade horizontal e vertical nas Unidades Básicas que seguem o modelo das UAP, com as unidades que seguem o modelo da Saúde da Família USF, e com as unidades que apresentam, no mesmo espaço os dois modelos de Ações Programáticas e de Saúde da Família (UM); comparar as percepções sobre a observância da Integralidade Horizontal e Vertical entre os gerentes das Unidades Básicas, os profissionais e usuários/acompanhantes. Foi composta uma amostra intencional de 10 UBS dentre as 86 existentes nas duas Regiões, Norte e Centro-Oeste (Sé), para estudo aprofundado. Foram realizadas varias abordagens metodológicas: Observação, entrevistas com usuários, profissionais e gerentes de unidades básicas de saúde. Os modelos através dos quais as Unidades Básicas de Saúde estão organizadas na cidade de São Paulo e especialmente, o modo concreto como esses modelos estão funcionando em unidades diferentes, tem influência na observância do preceito constitucional da Integralidade na prestação dos serviços de saúde. Abordada a Integralidade a partir dos diversos sentidos que a ela são atribuídos, como afirmam os autores estudados, foi possível constatar que a Integralidade Horizontal, na percepção dos diversos sujeitos indagados, é mais garantida nas unidades que estavam organizadas sob o modelo da Saúde da Família, muito embora com pequenas vantagens, em relação à aquelas organizadas sob o Modelo de Ações Programáticas.


Assuntos
Humanos , Atenção Primária à Saúde , Atenção Primária à Saúde/organização & administração
9.
São Paulo; SMS; 2006. [190] p.
Não convencional em Português | Sec. Munic. Saúde SP, CRSNORTE-Producao, Sec. Munic. Saúde SP, Sec. Munic. Saúde SP | ID: sms-1529

RESUMO

O estudo tem a finalidade de identificar os limites e possibilidades da efetivação do princípio da Integralidade em cada modelo de organização dos serviços de atenção básica existente na cidade de São Paulo os limites e possibilidades da efetivação do princípio da Integralidade em cada modelo de organização dos serviços de atenção básica existente na cidade de São Paulo: serviços organizados exclusivamente sob o modelo das Ações Programáticas, serviços organizados exclusivamente sob o modelo do Programa de Saúde da Família – PSF e nos serviços organizados concomitantemente sob os dois modelos (Ação Programática e Programa Saúde da Família). Os objetivos foram: avaliar a observância da concepção de Integralidade horizontal e vertical na Atenção Básica em Unidades Básicas de Saúde da Cidade de São Paulo; comparar a observância da Integralidade horizontal e vertical nas Unidades Básicas que seguem o modelo das UAP, com as unidades que seguem o modelo da Saúde da Família USF, e com as unidades que apresentam, no mesmo espaço os dois modelos de Ações Programáticas e de Saúde da Família (UM); comparar as percepções sobre a observância da Integralidade Horizontal e Vertical entre os gerentes das Unidades Básicas, os profissionais e usuários/acompanhantes. Foi composta uma amostra intencional de 10 UBS dentre as 86 existentes nas duas Regiões, Norte e Centro-Oeste (Sé), para estudo aprofundado. Foram realizadas varias abordagens metodológicas: Observação, entrevistas com usuários, profissionais e gerentes de unidades básicas de saúde. Os modelos através dos quais as Unidades Básicas de Saúde estão organizadas na cidade de São Paulo e especialmente, o modo concreto como esses modelos estão funcionando em unidades diferentes, tem influência na observância do preceito constitucional da Integralidade na prestação dos serviços de saúde. Abordada a Integralidade a partir dos diversos sentidos que a ela são atribuídos, como afirmam os autores estudados, foi possível constatar que a Integralidade Horizontal, na percepção dos diversos sujeitos indagados, é mais garantida nas unidades que estavam organizadas sob o modelo da Saúde da Família, muito embora com pequenas vantagens, em relação à aquelas organizadas sob o Modelo de Ações Programáticas.(AU)


Assuntos
Humanos , Atenção Primária à Saúde , Atenção Primária à Saúde/organização & administração
10.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 8(1): 275-285, 2003. graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-334610

RESUMO

Este artigo apresenta algumas características da produçäo intelectual desenvolvida em disciplinas de pós-graduaçäo das ciências sociais e humanas tendo como objeto a saúde, durante os anos 90 e nos anos de 2000 e 2001 em Säo Paulo. Partimos da identificaçäo desses trabalhos nas bibliotecas da Universidade de Säo Paulo, Universidade Estadual de Campinas, Pontifícia Universidade Católica de Säo Paulo e Escola de Administraçäo de Empresas da Fundaçäo Getúlio Vargas de Säo Paulo. As 258 dissertaçöes de mestrado e teses de doutorado encontradas foram classificadas de acordo com: instituiçäo de ensino, ano de conclusäo, nível de pós-graduaçäo, disciplinas, temáticas abordadas e orientadores. Os professores que orientaram o maior número desses trabalhos foram entrevistados com o intuito de conhecermos suas experiências e reflexöes sobre a inserçäo da saúde como objeto de investigaçäo nos programas de pós-graduaçäo das disciplinas de antropologia, sociologia, política, geografia, história, administraçäo, direito, economia, educaçäo, psicologia social e serviço social


Assuntos
Ciências Sociais/educação , Educação de Pós-Graduação , Saúde
11.
In. Negri, Barjas; Viana, Ana Luiza d'Ávila. O Sistema Único de Saúde em dez anos de desafio. São Paulo, Sobravime;Cealag, 2002. p.587-606, tab, mapas.
Monografia em Português | HISA - História da Saúde | ID: his-36360

RESUMO

Apresenta a configuração do setor filantrópico como operador de planos de saúde no Estado de São Paulo. Alguns aspectos, todos interligados, sobre condições e tendências merecem relevo. A saber: financiamento, gerência dos planos, obstáculos e oportunidades para a expansão e mudança na relação público-particular no SUS. (AU)


Assuntos
Saúde Pública , Planos de Pré-Pagamento em Saúde , Convênios Hospital-Médico , História , Brasil
12.
In. Negri, Barjas; Viana, Ana Luiza d'Ávila. O Sistema Único de Saúde em dez anos de desafio. São Paulo, Sobravime, 2002. p.587-606, mapas, tab.
Monografia em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP | ID: lil-348830
13.
In. Diniz, Elizeu; Pereira, Sheila Duarte. Curso básico em vigilância sanitária: unidade didático pedagógica I. São Paulo, s.n, 1998. p.8-55.
Não convencional em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CVSPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: lil-424998

RESUMO

O tema visa trazer subsídios teóricos das ciências sociais à prática da Vigilância Sanitária no tocante a: trabalho em equipe (a construção social da vigilância sanitária); vigilância sanitária como um subsistema do SUS (as articulações com as políticas globais gerais); produção do conhecimento (as possibilidades dos serviços como geradores de informação para o conhecimento na área de Saúde Coletiva)


Assuntos
Causalidade , Equipes de Administração Institucional/organização & administração , Formação de Conceito , Política de Saúde , Processo Saúde-Doença , Serviços de Informação , Trabalho , Sistema Único de Saúde , Vigilância Sanitária
14.
In. Canesqui, Ana Maria. Dilemas e desafios das ciências sociais na saúde coletiva. Säo Paulo, Hucitec, 1995. p.123-32.
Monografia em Português | LILACS | ID: lil-166578

RESUMO

Analisa um conjunto de questöes tais como: a variabilidade de cargas horárias, com tendência à ampliaçäo do ensino, dado o interesse por aqueles conteúdos; a incorporaçäo de professores com graduaçäo em ciências sociais somente nos cursos de pós-graduaçäo; a presença de professores com outra formaçäo básica; problemas no ensino de graduçäo médica, traduzido na dificuldade de integrar os alunos às disciplinas de ciências sociais; a diversidade de conteúdos ensinados pelos distintos programas e o desenvolvimento recente da temática da saúde pelos centros formadores de ciências sociais. (CPS)


Assuntos
Ciências Sociais/educação , Educação em Saúde
15.
In. Associaçäo Brasileira de Pós-Graduaçäo em Saúde Coletiva; Escola Nacional de Saúde Pública. Textos de apoio: epidemiologia. s.l, Escola Nacional de Saúde Coletiva, nov. 1985. p.129-47, ilus, tab. (PEC/ENSP. Textos de Apoio: Epidemiologia, 1).
Monografia em Português | LILACS | ID: lil-34753
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