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1.
PLoS One ; 15(11): e0241674, 2020.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33180790

RESUMO

BACKGROUND: Low national immunization coverage (44.64%) requires strengthening the vaccination campaign to improve knowledge about HPV and its vaccine among adolescents and parents/guardians. Our aim is to evaluate factors related to knowledge about HPV, its vaccine, acceptability and divergences among Brazilian adolescents and parents/guardians. METHODS: A cross-sectional study was performed at a health unit of Sao Paulo University, Brazil, from 2015 to 2016. The convenience sample comprised 1047 individuals, including 74% (n = 776) adolescents and 26% (n = 271) parents/guardians, who answered a survey (knowledge about HPV, its vaccine, barriers and acceptability). RESULTS: The main source of information for adolescents was school (39%, n = 298); for parents/guardians, it was health professionals (55%, n = 153). Parents/guardians were 2.48 times more likely than adolescents to know that HPV caused changes in the Pap smear test [RR 2.48, 95% CI 2.03-3.01 (p < 0.001)], 1.43 times likely to be aware that HPV was a sexually transmitted infection [RR 1.43, 95% CI 1.22-1.68 (p < 0.001)], and 2.77 times likely to be informed that the HPV vaccine decreased the chance of having genital warts [RR 2.77, 95% CI 2.22-2.47 (p < 0.001)]. Girls knew more about the topic than boys (RR 1.67; 95% CI 1.10-2.60); education increased parents' knowledge [(RR 3.38; 95% CI 1.71-6.69)]. CONCLUSION: Female adolescents and parents/guardians with a higher level of education are factors related to suitable knowledge about HPV and its vaccine among Brazilian respondents. There were differences between parents/guardians and adolescents in HPV awareness, clinical implications, vaccine knowledge and vaccine acceptance.

2.
In. Jesus, Neuza Maria de; Soares Junior, José Maria; Moraes, Sandra Dircinha Teixeira de Araújo. Adolescência e Saúde 4: Construindo saberes, unindo forças, consolidando direitos. São Paulo, Instituto de Saúde, 2018. p.41-44.
Monografia em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-HMLMBACERVO, SESSP-HMLMBPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1086484
3.
In. Jesus, Neuza Maria de; Soares Junior, José Maria; Moraes, Sandra Dircinha Teixeira de Araújo. Adolescência e Saúde 4: Construindo saberes, unindo forças, consolidando direitos. São Paulo, Instituto de Saúde, 2018. p.5-11.
Monografia em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-HMLMBACERVO, SESSP-HMLMBPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1086478
4.
Rev. bras. crescimento desenvolv. hum ; 28(1): 58-68, Jan.-Mar. 2018. ilus, tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-958508

RESUMO

INTRODUCTION: The human papillomavirus (HPV) is a prevalent viral infection in the sexually active population, which can be oncogenic and non-oncogenic. Educational efforts by health professionals, aimed at adolescents and their parents, help decision-making on human papillomavirus vaccination, benefiting the implantation process and vaccine coverage. OBJECTIVE: To describe the data collection constructs about knowledge and acceptability of HPV vaccine among adolescents, parents and health professionals. METHODS: Study of construct elaboration based on an empirical review of the literature with a qualitative focus on PubMed database, from 2007 to 2014, using the following keywords: Papillomaviridae AND Papillomavirus Vaccines AND Knowledge AND Community Health Services. A total of 31 questions were divided into six categories. In the internal validation, the final construct was applied in 390 subjects (adolescents, parents/guardians and health professionals) in the period of 2014. The proportion of assertive responses and respective 95% confidence interval (CI) were used to describe each question. RESULTS: Three articles on the subject were found in the databases consulted that served as the basis for the elaboration of the questionnaire. There was a lower proportion of correct answers among adolescents about knowledge of HPV. Adolescents, parents, and carers showed a low proportion of correctness about the safety and efficacy of the vaccine. The three groups did not show any barriers to vaccine acceptability. CONCLUSION: The instrument was adequate to measure knowledge about HPV, its repercussions and its vaccine among adolescents, parents/guardians and health professionals, as well as measuring the acceptability of the human papillomavirus vaccine.


INTRODUÇÃO: O papilomavírus humano (HPV) é infecção viral prevalente na população sexualmente ativa, podendo ser oncogênico e não oncogênico. Esforços educacionais realizados por profissionais de saúde, voltados para adolescentes e seus pais auxiliam a tomada de decisão sobre a vacinação para o papilomavírus humano, beneficiando o processo de implantação e cobertura vacinal. OBJETIVO: Descrever constructo de coleta de dados sobre conhecimento e aceitabilidade da vacina para o HPV entre adolescentes, pais e profissionais de saúde. MÉTODO: Estudo de elaboração de constructo a partir de revisão de base empírica da literatura com enfoque qualitativo em base de dados do PubMed, no período de 2007 a 2014, com a utilização das palavras-chave: Papillomaviridae AND Papillomavirus Vaccines AND knowledge AND Community Health Services. Elaborou-se 31 questões divididas em seis categorias. Na validação interna foi aplicado o constructo final em 390 indivíduos (adolescentes, pais/responsáveis e profissionais de saúde) no período de 2014. A proporção de acerto das respostas e respectivo intervalo de confiança de 95% foram utilizados para descrever cada questão. RESULTADOS: Foram encontrados três artigos sobre a temática nas bases de dados consultadas que serviram como base para elaboração do questionário. Verificou-se menor proporção de acerto entre adolescentes sobre o conhecimento do HPV. Adolescentes, pais e responsáveis mostraram-se com baixa proporção de acerto sobre a segurança e eficácia da vacina. Os três grupos não mostraram barreiras de aceitabilidade à vacina. CONCLUSÃO: O instrumento mostrou-se adequado para mensurar o conhecimento sobre o HPV, suas repercussões e sua vacina entre os adolescentes, pais/responsáveis e profissionais de saúde, bem como sobre a aceitabilidade da vacina para o papilomavírus humano.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Papillomaviridae , Pais , Conhecimentos, Atitudes e Prática em Saúde , Inquéritos e Questionários , Adolescente , Vacinas contra Papillomavirus
5.
Arch. pediatr. Urug ; 87(supl.1): S60-S67, abr. 2016.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-783050

RESUMO

Atender a la población de jóvenes lesbianas, gay, bisexual, transgénero, transexual y transgénero (LGBT) se convierte en una necesidad emergente. El Programa de Salud de Adolescentes del Departamento de Salud del Estado de São Paulo, en colaboración con la Organización Panamericana de la Salud (OPS) ha estado reflexionando y permitiendo la implementación de una red de atención a los jóvenes LGBT. En este trabajo se describe la posibilidad de espacios de reflexión y debate sobre el tema de la homofobia y otros temas relacionados con ese público. Describe la metodología de implementación participativa de las directrices para la atención integral a la juventud LGBT, teniendo en cuenta las opiniones expresadas en los grupos de Casas del Adolescente de São Paulo y las encuestas de opinión pública sobre la salud durante los "Desfiles del Orgullo LGBT" en la ciudad de São Paulo entre 2008 y 2013(1).


Health care for young lesbian, gay, bisexual and transgender youth (LGBT) is becoming an emergent need. The Health Program for Adolescents of the Department of Health of the Sao Paulo state, in collaboration with PAHO has been reflecting on this issue and allowing the implementation of a service network for young LGBT. This work describes the opening up of a space for reflection and debate on homophobia and other topics in connection with this public. The methodology for a participative implementation of guidelines for the comprehensive care for the LGBT youth is described, bearing in mind the opinions shared in the groups that operate in the Adolescents House of Sao Paulo and the public opinion surveys on health during the "LGBT Pride Parade" in 2008 and 2013.


Assuntos
Humanos , Adolescente , Planos e Programas de Saúde , Bissexualidade , Homossexualidade , Assistência Integral à Saúde , Saúde do Adolescente , Pessoas Transgênero , Brasil , Estudos Epidemiológicos , Sexualidade , Saúde Sexual e Reprodutiva , Estudo Observacional , Identidade de Gênero
6.
São Paulo; SES/SP; 2010. 234 p. ilus, graf.
Monografia em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: biblio-1073459

RESUMO

Embora, nas últimas décadas, a cobertura de atenção ao pré-natal tenha aumentado, garantir sua qualidade permanece como o maior desafio. Essa melhoria da qualidade, no patamar em que estamos, refere-se a uma mudança sensível na atitude dos profissionais de saúde e na eficiência e presteza dos serviços. É preciso potencializar os recursos humanos e materiais existentes no Estado de São Paulo para o progressivo enfrentamento da morbimortalidade materna e perinatal. É verdade, também, que resultados nesse campo dependem de outros fatores, relativos ao desenvolvimento econômico, social e humano de cada região, que terminam por conferir maior ou menor suporte ás mulheres no momento da reprodução. A qualificação permanente da atenção ao pré-natal, ao parto e ao puerpério deve sempre ser perseguida na perspectiva de garantir uma boa condição de saúde tanto para a mulher quanto para o recém-nascido, bem como de possibilitar à mulher uma experiência de vida gratificante nesse período. Para isso, é necessário que os profissionais envolvidos em qualquer instância do processo assistencial estejam conscientes da importância de sua atuação e da necessidade de aliarem o conhecimento técnico específico ao compromisso com um resultado satisfatório da atenção, levando em consideração o significado desse resultado para cada mulher. A consulta pré-natal, para muitas mulheres, constitui-se na única oportunidde que possuem para verificar seu estado de saúde; assim, deve-se considerá-la também como uma chance para que o sistema possa atuar integralmente na promoção e, eventualmente, na recuperação de sua saúde. Feitas essas considerações, e respeitando-se as orientações constantes no Pacto pela Vida e as decisões emandad do Plano Estadual de Saúde de São Paulo, definem-se as seguintes diretrizes para nortear a atenção ao pré-natal e ao puerpério...


Assuntos
Feminino , Humanos , Gravidez , Cuidado Pré-Natal , Direitos da Mulher , Gestantes , Saúde da Mulher , Serviços de Saúde Materna , Programas Governamentais
7.
São Paulo; SES/SP; 2010. 234 p. ilus, graf.
Monografia em Português | LILACS, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: lil-570326

RESUMO

Embora, nas últimas décadas, a cobertura de atenção ao pré-natal tenha aumentado, garantir sua qualidade permanece como o maior desafio. Essa melhoria da qualidade, no patamar em que estamos, refere-se a uma mudança sensível na atitude dos profissionais de saúde e na eficiência e presteza dos serviços. É preciso potencializar os recursos humanos e materiais existentes no Estado de São Paulo para o progressivo enfrentamento da morbimortalidade materna e perinatal. É verdade, também, que resultados nesse campo dependem de outros fatores, relativos ao desenvolvimento econômico, social e humano de cada região, que terminam por conferir maior ou menor suporte às mulheres no momento da reprodução. A qualificação permanente da atenção ao pré-natal, ao parto e ao puerpério deve sempre ser perseguida na perspectiva de garantir uma boa condição de saúde tanto para a mulher quanto para o recém-nascido, bem como de possibilitar à mulher uma experiência de vida gratificante nesse período. Para isso, é necessário que os profissionais envolvidos em qualquer instância do processo assistencial estejam conscientes da importância de sua atuação e da necessidade de aliarem o conhecimento técnico específico ao compromisso com um resultado satisfatório da atenção, levando em consideração o significado desse resultado para cada mulher. A consulta pré-natal, para muitas mulheres, constitui-se na única oportunidade que possuem para verificar seu estado de saúde; assim, deve-se considerá-la também como uma chance para que o sistema possa atuar integralmente na promoção e, eventualmente, na recuperação de sua saúde. Feitas essas considerações, e respeitando-se as orientações constantes no Pacto pela Vida e as decisões emanadas do Plano Estadual de Saúde de São Paulo, definem-se as seguintes diretrizes para nortear a atenção ao pré-natal e ao puerpério...


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Serviços de Saúde Materna , Gestantes , Cuidado Pré-Natal , Saúde da Mulher , Direitos da Mulher , Programas Governamentais
8.
Epilepsy Behav ; 13(4): 703-6, 2008 Nov.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-18789879

RESUMO

OBJECTIVES: In adults with epilepsy it is well known that the epileptic syndrome, seizure frequency and antiepileptic drug use may influence sexual function and behavior. However, knowledge acquired with adult populations has been extrapolated to teenagers, based on the supposition that these patients are influenced by similar factors. This study aimed to evaluate aspects related to sexuality obtained from female adolescents with epilepsy. METHODS: We carried out a prospective study of 35 female adolescents, with epilepsy, with ages from 10 to 20 years, and epileptic syndromes diagnosed according to ILAE criteria (1989). Information on sexual function and behavior of adolescents with epilepsy was evaluated by use of a standard questionnaire. Exclusion criteria were lack of menarche, previous endocrine or chronic clinical disorders, and moderate to severe mental retardation. RESULTS: No differences were observed between the age at first sexual intercourse, sexual activity, libido and orgasm of adolescents with epilepsy when compared to controls. Epilepsy clinical variables such as age of onset, duration and severity had no significant relationship with distinct aspects of sexual function and behavior. CONCLUSION: Adolescents with epilepsy represent a special patient group because, even with their chronic disorder, they have an active sexual life, despite the severity of their disorder. Therefore, aspects related to sexuality require special attention by health professionals when attending to adolescents with epilepsy.


Assuntos
Epilepsia/fisiopatologia , Comportamento Sexual/fisiologia , Adolescente , Criança , Feminino , Humanos , Disfunções Sexuais Fisiológicas/etiologia , Disfunções Sexuais Psicogênicas/etiologia , Adulto Jovem
9.
In. São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde. Coordenadoria de Planejamento em Saúde. Comissão de Saúde do Adolescente. Adolescência e saúde 3. São Paulo, São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde, 2008. p.570-585.
Monografia em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: lil-544789
10.
In. São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde. Coordenadoria de Planejamento em Saúde. Comissão de Saúde do Adolescente. Adolescência e saúde 3. São Paulo, São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde, 2008. p.549-555.
Monografia em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: lil-544791
11.
In. São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde. Coordenadoria de Planejamento em Saúde. Comissão de Saúde do Adolescente. Adolescência e saúde 3. São Paulo, São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde, 2008. p.535-539, tab.
Monografia em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: lil-544793

RESUMO

Adolescência e juventude são reconhecidas como uma travessia do mundo infantil para o adulto, onde riscos e desafios contribuem para a intensa vulnerabilidade desta fase. Esta fase vulnerável pode ser acentuada por comportamentos de risco, por se caracterizar pela busca de auto-afirmação, vivências de novas experiências, contestação, magia e onipotência.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adolescente , Atenção à Saúde , Vulnerabilidade a Desastres
12.
In. São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde. Coordenadoria de Planejamento em Saúde. Comissão de Saúde do Adolescente. Adolescência e saúde 3. São Paulo, São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde, 2008. p.260-263.
Monografia em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: lil-544827
13.
In. São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde. Coordenadoria de Planejamento em Saúde. Comissão de Saúde do Adolescente. Adolescência e saúde 3. São Paulo, São Paulo (Estado). Secretaria da Saúde, 2008. p.29-48, ilus, tab.
Monografia em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: lil-544847
14.
J. epilepsy clin. neurophysiol ; 13(3): 103-107, Sept. 2007.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-471126

RESUMO

OBJETIVO: Mulheres com epilepsia apresentam com maior freqüência alterações relacionadas à sexualidade. O conhecimento adquirido com as adultas tem sido usado para as adolescentes, pressupondo-se que elas também sofram influência semelhante. Este estudo teve como objetivo avaliar aspectos relacionados à sexualidade nas adolescentes com epilepsia. MÉTODOS: Foram estudadas 35 pacientes do sexo feminino, com epilepsia, com idades entre 10 a 20 anos. Os critérios de exclusão foram: pacientes que ainda não apresentaram a menarca, com doença crônica associada, ou deficiência mental moderada a grave. As informações sobre a função sexual das adolescentes foram avaliadas através de um questionário padrão. RESULTADOS: Não foi observada diferença entre a idade da primeira relação sexual, atividade sexual, libido e orgasmo entre as adolescentes com epilepsia e o grupo controle. Observaram-se índices de gravidez superiores entre as adolescentes com epilepsia. CONCLUSÃO: Adolescentes com epilepsia têm vida sexualmente ativa, não apresentando as mesmas disfunções que a mulher adulta. Nesta série, nós observamos freqüência elevada de gestação, sugerindo a falta de aconselhamento adequado. Os aspectos relacionados à sexualidade requerem atenção especial por parte dos profissionais de saúde que atendem adolescentes com epilepsia.


OBJECTIVES: Women with epilepsy have higher rates of sexual dysfunction. However, knowledge acquired with adult populations has been extrapolated to teenagers, by surmising that these patients are submitted to similar factors. This study aims to evaluate aspects related to sexuality in female adolescents with epilepsy. METHODS: We studied 35 female adolescents, with epilepsy, ages from 10 to 20 years. The criteria of exclusion were: patients that had not yet presented a first period, patients with previous endocrine or clinical chronic disorders, and patients with moderate to severe mental deficiency. Information on sexual behavior of adolescents with epilepsy was evaluated by use of a standard questionnaire. RESULTS: No differences were observed between age at first sexual intercourse, sexual activity, libido and orgasm of adolescents with epilepsy when compared to controls. Higher rates of pregnancy occurred in adolescents with epilepsy when compared to controls. CONCLUSION: Adolescents with epilepsy have an active sexual life, without the dysfunctions presented by adults. In this series, we observed high rates of pregnancy suggesting lack of proper counseling. Therefore, aspects related to sexuality require special attention by health professionals when attending to adolescents with epilepsy.


Assuntos
Humanos , Adolescente , Comportamento Sexual , Epilepsia/patologia , Doença Crônica , Análise Estatística , Aconselhamento
16.
São Paulo; s.n; 1999. 189 p. tab, graf.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-407265

RESUMO

O Programa Saúde do Adolescente da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, desde 1987, vem desenvolvendo um modelo de atendimento a adolescentes em Centros de Saúde do Sistema énico de Saúde - SUS e em ambulatórios de serviços universitßrios, caracterizando-se pelo enfoque integral e preventivo, vinculado à família e à comunidade. Analisa 3.097 prontußrios, 1.800 do Ambulatório de Ginecologia da Adolescente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (AGAHC), e 1.297 de quatro serviços da rede pública, nos períodos de 1987 a 1993 e de 1994 a 1998. As adolescentes que procuram os serviços têm idade entre 15 e 17 anos, em sua maioria são solteiras, moram com a família, são paulistas, têm primeiro grau incompleto, tiveram menarca entre 12 a 13 anos, iniciaram atividade sexual entre 15 e 17 anos, conhecem os métodos anticoncepcionais. Destaca a inserção do parceiro da mulher adolescente nos ambulatórios e grupos educativos. Os serviços analisados criaram modelo de atendimento universalizado, integral e multiprofissional. Desenvolveram ações intersetoriais com participação comunitßria e integradas aos sistemas de referência e contra-referência universitßrios, realizaram açoes de prevenção primßria, secundßria e tercißria, favorecendo e incentivando o protagonismo da mulher adolescente atendida em favor de seus plenos direitos de cidadania em relação não somente `a sua saúde, como também `a sua vida


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Promoção da Saúde , Serviços de Saúde do Adolescente , Assistência Ambulatorial , Equipe de Assistência ao Paciente
17.
Rio de Janeiro; Rosa dos Tempos; 1998. 125 p. ilus. (PR0009/00).
Monografia em Português | LILACS | ID: lil-275012

RESUMO

Atualmente mais de um milhão e duzentas mil adolescentes ficam grávidas sem a orientação e o conhecimento necessários para agir corretamente em circunstâncias tão assustadoras para a maioria delas. A autora coloca neste livro seus conhecimentos e sua experiência a serviço não só dos adolescentes, mas também dos pais, professores e profissionais de saúde. Com uma linguagem educativa e bem-humorada, ela esclarece questões sobre os sistemas reprodutivos masculino e feminino, menstruação, sexualidade, Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis. Esta visão abrangente e integradora ajudará, e muito, a sanar as principais dúvidas de todos aqueles que se interessam e se preocupam com a sexualidade dos jovens


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Gravidez , Adolescente/fisiologia , Anticoncepcionais , Gravidez na Adolescência/fisiologia , Gravidez na Adolescência/psicologia , Menstruação , Doenças Sexualmente Transmissíveis
19.
In. Sao Paulo (Estado). Secretaria da Saude. Comissao de Saude do Adolescente. Adolescencia e Saude. Sao Paulo, Sao Paulo (Estado). Secretaria da Saude. Comissao de Saude do Adolescente, 1994. p.51-63.
Monografia em Português | LILACS, Sec. Est. Saúde SP | ID: lil-157367
20.
São Paulo; s.n; 1994. [293] p. ilus.
Não convencional em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ACVSES | ID: biblio-1078876
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