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1.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33271817

RESUMO

The aim of the article is to show the role of school social support and school social climate in dating violence victimization prevention among adolescents in Europe. Study participants were students from secondary schools (age 13-16) in Spain, Italy, Romania, Portugal, Poland and UK. The analysis in this text concern student with dating experience (n = 993) (57.2% of girls and 66.5% of boys). School social support was measured by School Social Climate, Factor 1 Scale (CECSCE) and by Student Social Support Scale (CASSS), subscales teachers and classmates. The association between school social support and different types of dating victimization (physical and/or sexual dating violence, control dating violence and fear) was measured by calculating the prevalence ratios and their 95% confidence intervals, estimated by Poisson regression models with robust variance. All the models were adjusted by country and by sociodemographic variables. The results show that the average values of all types of social support are significantly lower in young people who have suffered any type of dating violence or were scared of their partner. The likelihood of suffering physical and/or sexual dating violence decreased when school social support increased [PR (CI 95%): 0.96 (0.92; 0.99)]. In the same way, the likelihood of fear decreased when school social climate increased [PR (CI 95%): 0.98 (0.96; 0.99)].There is an association between school social support and school social climate and experiences of being victim of dating violence among adolescents in Europe. Our results suggest that in the prevention of dating violence building a supportive climate at schools and building/using the support of peers and teachers is important.


Assuntos
Comportamento do Adolescente , Vítimas de Crime , Violência por Parceiro Íntimo , Apoio Social , Adolescente , Europa (Continente) , Feminino , Humanos , Itália , Masculino , Polônia , Portugal , Romênia , Instituições Acadêmicas , Espanha
2.
Estud. psicol. (Campinas) ; 33(4): 723-733, out.-dez. 2016.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-796088

RESUMO

Resumo Este texto procura discutir teoricamente a importância de se analisar as migrações a partir de uma perspectiva de gênero. Tomando como referência uma das mais marcantes características da era atual das migrações, a feminização, aponta-se a necessidade de refletir e questionar os processos e as dinâmicas subjacentes às migrações femininas e às suas características específicas. São apreciados neste texto os contributos das teorias feministas para o entendimento das migrações das mulheres, assim como são observadas as implicações de se considerar as migrações um fenômeno genderizado. São também sistematizados alguns dos estudos sobre mulheres imigrantes realizados em Portugal mais recentemente, mapeando-se as temáticas mais abordadas e os resultados alcançados.


Abstract This study aims to theoretically discuss the importance of analyzing migrations from a gender perspective. Based on one of the most striking features of migrations in the modern age - the feminization of migrations -, we point out the need to reflect and analyze the processes and dynamics underlying female migration and their specific characteristics. This paper examines the contributions of feminist theories to the understanding of women's migrations and the implications of considering migrations a gendered phenomenon. Some recent studies on immigrant women in Portugal were systematized, mapping the most frequently addressed topics and the results achieved.


Assuntos
Humanos , Feminino , Feminismo , Identidade de Gênero , Migração Humana , Portugal
3.
Saúde Soc ; 22(2): 328-341, abr.-jun. 2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-684169

RESUMO

A utilização dos serviços de saúde pelas populações imigrantes tem vindo a ser considerado um dos mais importantes indicadores da sua integração nas sociedades receptoras (Dias e col., 2009). No entanto, o conhecimento em torno da qualidade e da eficácia do acesso dos/as imigrantes aos cuidados de saúde, especialmente no que respeita às mulheres imigrantes, é ainda escasso em Portugal (Fonseca e col., 2005). Embora os estudos nacionais tenham vindo, nas últimas décadas, a procurar traçar os diferentes perfis sociais das mulheres imigrantes em Portugal, sobretudo no que concerne às suas relações familiares ou laborais (Wall e col., 2005), a investigação no domínio da saúde é ainda parca e exclusora de uma análise centrada no género ou interseccional. Neste texto apresenta-se uma reflexão sobre os determinantes que condicionam a (in)acessibilidade das mulheres imigrantes aos cuidados de saúde, enfatizando-se os fatores que poderão estar a agir no sentido contrário à sua integração neste setor.


Assuntos
Humanos , Aculturação , Fatores Culturais , Equidade no Acesso aos Serviços de Saúde , Acesso aos Serviços de Saúde , Formulação de Políticas , Preconceito , Isolamento Social , Migrantes , Mulheres
4.
Psico (Porto Alegre) ; 41(3): 366-373, jul.-set. 2010.
Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos | ID: psi-51589

RESUMO

O processo migratório pode constituir um factor de risco para a saúde, podendo acarretar uma maior vulnerabilidade em relação a problemas de saúde em geral (Carballo et al., 1998) e de saúde mental em particular, devido não só à dureza do processo migratório (Carta et al., 2005), mas também à exposição quotidiana a formas de discriminação (in Pusseti, Ferreira, Lechner & Santinho, 2009). Se existe um elevado desconhecimento do acesso efectivo dos/as imigrantes aos cuidados de saúde (Fonseca, Silva, Esteves & McGarrigle, 2009) mais acentuado é no que se concerne à mulher imigrante. Esta apresentação pretende evidenciar e reflectir sobre a necessidade dos países de acolhimento desenvolverem políticas a nível dos serviços de saúde, à luz dos feminismos, tendo em conta o estatuto de mulher e imigrante. Trata-se uma reflexão teórica sobre o tema que está a ser trabalhado empiricamente no âmbito de um doutoramento em Psicologia Social.(AU)


The migration process can be a health factor risk, which may cause greater vulnerability to health problems in general (Carballo et al., 1998) and mental health in particular, not only because of the hardness of migration process (Charter et al., 2005), but also to exposure to everyday forms of discrimination (in Pusseti, Ferreira, Lechner & Santinho, 2009). If there is a high lack of effective access to the immigrants health care (Fonseca, Silva, Esteves & McGarrigle, 2009) more pronounced is in related to immigrant women. Its accessibility is very dependent on the situation of legality or illegality of their economic status, (un) aware of their rights of access to care health and their beliefs (2004 World Survey on the Role of Women in Development, 2006). This paper aims to highlight and reflect, under feminist perspective, on the need for host countries develop policies on the level of health services, given a real status to being a women and an immigrant. This is a theoretical reflection on the topic that is being worked empirically under a Ph.D. in Social Psychology.(AU)


El proceso de migración puede ser un factor de riesgo para la salud y puede conducir a una mayor vulnerabilidad a los problemas de salud en general (Carballo et al., 1998) y la salud mental, en particular, debido no sólo a la dureza del proceso de migración (Carta et al., 2005), sino también la exposición formas cotidianas de discriminación (in Pusseti, Ferreira, Lechner & Santinho, 2009). Si hay una falta de alta de un acceso efectivo hacia los inmigrantes cuidado de la salud (Fonseca, Silva, Esteves & McGarrigle, 2009) más pronunciado es en relación con las mujeres inmigrantes. Esta presentación tiene por objetivo destacar y reflexionar sobre la necesidad de los países de acogida desarrollar políticas en el nivel de los servicios de salud, a la luz del feminismo, dada la situación de las mujeres y los inmigrantes. Se trata de una reflexión teórica sobre el tema que se está trabajando empíricamente el marco de un doctorado en Psicología Social.(AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Psicologia Social , Saúde da Mulher , Emigrantes e Imigrantes
5.
Psico (Porto Alegre) ; 41(3): 366-373, jul.-set. 2010.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-643534

RESUMO

O processo migratório pode constituir um factor de risco para a saúde, podendo acarretar uma maior vulnerabilidade em relação a problemas de saúde em geral (Carballo et al., 1998) e de saúde mental em particular, devido não só à dureza do processo migratório (Carta et al., 2005), mas também à exposição quotidiana a formas de discriminação (in Pusseti, Ferreira, Lechner & Santinho, 2009). Se existe um elevado desconhecimento do acesso efectivo dos/as imigrantes aos cuidados de saúde (Fonseca, Silva, Esteves & McGarrigle, 2009) mais acentuado é no que se concerne à mulher imigrante. Esta apresentação pretende evidenciar e reflectir sobre a necessidade dos países de acolhimento desenvolverem políticas a nível dos serviços de saúde, à luz dos feminismos, tendo em conta o estatuto de mulher e imigrante. Trata-se uma reflexão teórica sobre o tema que está a ser trabalhado empiricamente no âmbito de um doutoramento em Psicologia Social.


The migration process can be a health factor risk, which may cause greater vulnerability to health problems in general (Carballo et al., 1998) and mental health in particular, not only because of the hardness of migration process (Charter et al., 2005), but also to exposure to everyday forms of discrimination (in Pusseti, Ferreira, Lechner & Santinho, 2009). If there is a high lack of effective access to the immigrants health care (Fonseca, Silva, Esteves & McGarrigle, 2009) more pronounced is in related to immigrant women. Its accessibility is very dependent on the situation of legality or illegality of their economic status, (un) aware of their rights of access to care health and their beliefs (2004 World Survey on the Role of Women in Development, 2006). This paper aims to highlight and reflect, under feminist perspective, on the need for host countries develop policies on the level of health services, given a real status to being a women and an immigrant. This is a theoretical reflection on the topic that is being worked empirically under a Ph.D. in Social Psychology.


El proceso de migración puede ser un factor de riesgo para la salud y puede conducir a una mayor vulnerabilidad a los problemas de salud en general (Carballo et al., 1998) y la salud mental, en particular, debido no sólo a la dureza del proceso de migración (Carta et al., 2005), sino también la exposición formas cotidianas de discriminación (in Pusseti, Ferreira, Lechner & Santinho, 2009). Si hay una falta de alta de un acceso efectivo hacia los inmigrantes cuidado de la salud (Fonseca, Silva, Esteves & McGarrigle, 2009) más pronunciado es en relación con las mujeres inmigrantes. Esta presentación tiene por objetivo destacar y reflexionar sobre la necesidad de los países de acogida desarrollar políticas en el nivel de los servicios de salud, a la luz del feminismo, dada la situación de las mujeres y los inmigrantes. Se trata de una reflexión teórica sobre el tema que se está trabajando empíricamente el marco de un doctorado en Psicología Social.


Assuntos
Humanos , Feminino , Emigrantes e Imigrantes , Psicologia Social , Saúde da Mulher
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