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1.
Rev. bras. anestesiol ; 69(6): 587-593, nov.-Dec. 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1057466

RESUMO

Abstract Background and objectives: To investigate, describe, and assess the phenomenon of "rebound pain" as a clinically relevant problem in anesthetic practice. Content: The phenomenon of "rebound pain" has been demonstrated and described as a very severe pain, which occurs after a peripheral nerve block resolution with the recovery of sensitivity. The incidence of rebound pain is unknown. Usually, it occurs between 12 and 24 hours after surgery and, adversely affecting sleep quality. It is not yet possible to establish a mechanism as a definitive cause or trigger factor of rebound pain. Studies suggest that rebound pain is a side effect of peripheral nerve blocks, despite their effectiveness in pain control. Currently, the extent and clinical significance of rebound pain cannot be well determined due to the lack of large prospective studies. Conclusion: Rebound pain assessment should always be considered in clinical practice, as it is not a rare side effect of peripheral nerve blocks. There are still many challenging questions to be answered about rebound pain, so large prospective studies are needed to address the issue. For prevention, the use of peripheral nerve block techniques that avoid nerve damage and adequate perioperative analgesia associated with patient education on the early administration of analgesics, even during the period of analgesia provided by peripheral nerve block, is recommended. A better understanding of the "rebound pain" phenomenon, its pathophysiology, associated risk factors, and long-term consequences may help in developing more effective preventive strategies.


Resumo Justificativa e objetivos: Investigar, descrever e avaliar o fenômeno da "dor rebote" como um problema clinicamente relevante na prática anestésica. Conteúdo: O fenômeno da "dor rebote" foi demonstrado e descrito como uma dor muito intensa que ocorre após a resolução do bloqueio de nervo periférico com o retorno da sensibilidade. A incidência de dor rebote é desconhecida. Normalmente ela ocorre entre 12 a 24 horas após a cirurgia e afeta negativamente a qualidade do sono. Ainda não é possível estabelecer um mecanismo como causa definitiva ou fator desencadeante da dor rebote. Estudos sugerem que a dor rebote seja um efeito colateral dos bloqueios de nervos periféricos, apesar destes terem eficácia no controle álgico. Atualmente, a extensão e a significância clínica da dor rebote não podem ser bem determinadas, devido à falta de grandes estudos prospectivos. Conclusão: A avaliação da dor rebote deve ser sempre considerada na prática clínica, pois não é um efeito colateral raro dos bloqueios de nervo periféricos. Ainda existem muitas questões desafiadoras a serem respondidas sobre a dor rebote, portanto fazem-se necessários amplos estudos prospectivos sobre a temática. Para a sua prevenção recomenda-se o uso de técnicas de bloqueio de nervo periférico que evitem a lesão do nervo e uma adequada analgesia perioperatória associada à orientação do paciente sobre a administração precoce de analgésicos mesmo na vigência da analgesia proporcionada pelo bloqueio de nervo periférico. A melhor compreensão do fenômeno "dor rebote", sua fisiopatologia, seus fatores de risco associados e suas consequências em longo prazo poderá ajudar na elaboração de estratégias preventivas mais eficazes.


Assuntos
Humanos , Dor/etiologia , Bloqueio Nervoso/efeitos adversos , Dor/fisiopatologia , Dor/epidemiologia , Dor Pós-Operatória/prevenção & controle , Medição da Dor/métodos , Educação de Pacientes como Assunto , Fatores de Risco , Bloqueio Nervoso/métodos
2.
Braz J Anesthesiol ; 69(6): 587-593, 2019.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-31690509

RESUMO

BACKGROUND AND OBJECTIVES: To investigate, describe, and assess the phenomenon of "rebound pain" as a clinically relevant problem in anesthetic practice. CONTENT: The phenomenon of "rebound pain" has been demonstrated and described as a very severe pain, which occurs after a peripheral nerve block resolution with the recovery of sensitivity. The incidence of rebound pain is unknown. Usually, it occurs between 12 to 24hours after surgery and adversely affecting sleep quality. It is not yet possible to establish a mechanism as a definitive cause or trigger factor of rebound pain. Studies suggest that rebound pain is a side effect of peripheral nerve blocks, despite their effectiveness in pain control. Currently, the extent and clinical significance of rebound pain cannot be well determined due to the lack of large prospective studies. CONCLUSION: Rebound pain assessment should always be considered in clinical practice, as it is not a rare side effect of peripheral nerve blocks. There are still many challenging questions to be answered about rebound pain, so large prospective studies are needed to address the issue. For prevention, the use of peripheral nerve block techniques that avoid nerve damage and adequate perioperative analgesia associated with patient education on the early administration of analgesics, even during the period of analgesia provided by peripheral nerve block, is recommended. A better understanding of the "rebound pain" phenomenon, its pathophysiology, associated risk factors, and long-term consequences may help in developing more effective preventive strategies.


Assuntos
Bloqueio Nervoso/efeitos adversos , Dor/etiologia , Humanos , Bloqueio Nervoso/métodos , Dor/epidemiologia , Dor/fisiopatologia , Medição da Dor/métodos , Dor Pós-Operatória/prevenção & controle , Educação de Pacientes como Assunto , Fatores de Risco
3.
Rev. Paul. Pediatr. (Ed. Port., Online) ; 37(3): 392-395, July-Sept. 2019. graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1041337

RESUMO

ABSTRACT Objective: To present the outcomes of fixed doses of propranolol tablets for the treatment of hemangiomas. Case description: Two illustrative cases of hemangioma in infant patients younger than six months old are described. Treatments were started in 2010 and 2011 and were monitored until August 2017. Patients were treated with fixed doses, initially calculated based on the upper limit of 3 mg/kg/day and administrated in two daily doses rounded down to the nearest multiple of five milligrams. Dosage was not adjusted to patients' weight gain. The tablets were crushed and then diluted in a maximum amount of 3 mL of water. This procedure was necessary because propranolol was not available in oral solution in 2009, when dosages available in the Brazilian market were 10, 40 and 80 mg. Both patients presented significative improvement in the first 60 days and were in complete remission by the end of the treatment. Comments: It is possible to treat patients with Propranolol 10 mg tablets, even though the dosage is not as precise as when calculated according to patients' weight. The maintenance of a fixed dose, ignoring the patient's progressive weight gains, helps avoiding the rebound effect and decreases complications.


RESUMO Objetivo: Apresentar a experiência com a utilização de propranolol em doses fixas, em forma de comprimido, para o tratamento de hemangiomas. Descrição do caso: Dois casos ilustrativos de portadores de hemangiomas com menos de seis meses de idade são descritos. O início de tratamento ocorreu nos anos de 2010 e 2011 com seguimento até agosto de 2017. Os pacientes foram tratados com doses fixas iniciais calculadas com limite máximo de 3 mg/kg/dia, divididas em duas doses diárias, sempre com quantidades múltiplas de 5 mg. Os comprimidos de 10 mg ou a sua metade eram macerados e diluídos em 3 mL de água. As doses não foram mais alteradas. Esse uso foi decorrente da ausência da forma líquida de propranolol em 2009, quando começamos a utilizar esse tratamento, sendo então apenas disponíveis comprimidos de 10, 40 e 80 mg. Os pacientes obtiveram melhora acentuada nos primeiros 60 dias e remissão completa posteriormente. Comentários: É possível o uso de comprimidos de 10 mg, apesar de resultar numa dose não exata, como a calculada por kg/peso. A manutenção da mesma dose, mesmo com aumento progressivo de peso, pode evitar o efeito rebote e diminuir o índice de complicações.


Assuntos
Humanos , Feminino , Criança , Propranolol/uso terapêutico , Neoplasias Cutâneas/tratamento farmacológico , Antagonistas Adrenérgicos beta/uso terapêutico , Hemangioma/tratamento farmacológico , Propranolol/farmacologia , Neoplasias Cutâneas/patologia , Aumento de Peso , Resultado do Tratamento , Antagonistas Adrenérgicos beta/farmacologia , Relação Dose-Resposta a Droga , Hemangioma/patologia
4.
Rev. homeopatia (São Paulo) ; 80(1/2): 40-88, 2017.
Artigo em Português | HomeoIndex - Homeopatia | ID: hom-11970

RESUMO

Introdução: O modelo homeopático de tratamento utiliza o ‘princípio dos semelhantes’ como método terapêutico, administrando medicamentos que causam determinados sintomas em indivíduos sadios para tratar sintomas semelhantes em indivíduos doentes (similia similibus curantur), com o intuito de despertar uma reação secundária e curativa do organismo contra os seus próprios distúrbios. Essa reação secundária (vital, homeostática ou paradoxal) do organismo está embasada no ‘efeito rebote’ dos fármacos modernos, evento adverso observado após a descontinuação de diversas classes de drogas que utilizam o ‘princípio dos contrários’ (contraria contrariis curantur) como métodoterapêutico. Objetivo: Esta revisão visa fundamentar cientificamente o princípio de cura homeopático perante a farmacologia clínica e experimental, através do estudo sistemático do efeito rebote dos fármacos modernos ou reação paradoxal do organismo. Métodos: Empregando como fonte de referência os estudos e revisões sobre o tema que vimos publicando desde 1998, atualizamos os dados acrescentando pesquisas recentes citadasna base de dados PubMed. Resultados: O efeito rebote ocorre após a descontinuação de inúmeras classes de fármacos com ação terapêutica contrária aos sintomas das doenças, exacerbando-os a níveis superiores aos anteriores do tratamento. Independente da doença, da droga, da dose e da duração do tratamento, o fenômeno rebote se manifesta numa pequena proporção de indivíduos suscetíveis. Seguindo as premissas homeopáticas, osfármacos modernos também podem ser utilizados segundo o princípio da similitude terapêutica, empregando o efeito rebote (reação paradoxal) de forma curativa Conclusões: [...] Embora o fenômeno rebote seja um evento adversoestudado pela farmacologia moderna, ele não é conhecido pelos profissionais da saúde, privando a classe médica de um saber indispensável ao manejo seguro dos fármacos. (AU)


Introduction: Homeopathy employs the so-called ‘principle of similars’ as therapeutic method, which consists in administering medicines that cause certain symptoms in healthy individuals to treat similar symptoms in sick individuals (similia similibus curantur)to arouse a secondary and healing reaction by the body against its own disorders. This secondary (vital, homeostatic or paradoxical) reaction of the body is based on the ‘rebound effect’ of modern drugs, a type of adverse event that occurs following discontinuation of several classes of drugs prescribed according to the ‘principle of contraries’ (contraria contrariis curantur). Aim: The present review sought to scientifically substantiate the homeopathic healing principle vis-à-vis experimental and clinical pharmacology through a systematic study of the rebound effect of modern drugs or paradoxical reaction of the body. Methods: Employing as reference the studies and revisions on the subject that we have published since 1998, we updated the data adding recent studies cited in database PubMed. Results: The rebound effect occurs after discontinuation of several classes of drugs with contrary action to the symptoms of diseases, exacerbating them to levels above the ones present before treatment. Regardless of disease, drug, dose and duration of treatment, the rebound phenomenon manifests in a small proportion of susceptible individuals.[...] Conclusions: Evidenced in hundreds of studies that attest to the similarity of concepts and manifestations, the rebound effect of modern drugs scientifically substantiates the principle of homeopathic cure. Although the rebound phenomenon is an adverse event studied by modern pharmacology, it is not known by healthcare professionals, thus depriving doctors of knowledge indispensable for a safe management of drugs. (AU)


Assuntos
Humanos , Homeopatia , Efeito Rebote , Princípio da Similitude , Farmacodinâmica do Medicamento Homeopático , Farmacologia
5.
Rev. homeopatia (São Paulo) ; 80(1/2): 148-163, 2017. graf, tab
Artigo em Português | HomeoIndex - Homeopatia | ID: hom-11975

RESUMO

Objetivo: Avaliar a eficácia e a segurança do estrogênio potencializado em comparação com o placebo no tratamento homeopático da dor pélvica associada à endometriose (DPAE). Desenho do estudo: Ensaio randomizado, duplo-cego e placebocontrolado de 24 semanas de duração, que incluiu 50 mulheres com idade entre 18-45 anos de idade, diagnóstico de endometriose infiltrativa profunda com base em ressonância magnética nuclear ou ultrassonografia transvaginal após preparo intestinal e escore ≥ 5 na escala analógica visual (EAV: intervalo de 0 a 10 pontos) para DPAE. Estrogênio potencializado (12cH, 18cH e 24cH) ou placebo foi administrado 2 vezes ao dia por via oral. A medida de desfecho primário foi a mudança na severidade da DPAE com base no escore global e parcial (EAV) entre as semanas 0-24, determinado pela diferença entre a pontuação média de 5 modalidades de dor pélvica crônica (dismenorreia, dispareunia de profundidade, dor pélvica acíclica, dor intestinal cíclica e/ou dor urinária cíclica). Os desfechos secundários foram: diferença nos escores médios para qualidade de vida (SF-36), sintomas de depressão (Inventário de Depressão de Beck, IDB) e sintomas de ansiedade (Inventário de Ansiedade de Beck, IAB). [...]O grupo placebo não mostrou qualquer melhora significativa nesses desfechos secundários. Esses resultados demonstraram a superioridade do estrogênio potencializado em comparação ao placebo. Alguns efeitos adversos foram associados com o estrogênio dinamizado. Conclusões: Estrogênio potencializado (12cH, 18cH e 24cH) na dose de 3 gotas 2 vezes ao dia durante 24 semanas foi significativamente mais eficaz que o placebo na redução da dor pélvica associada à endometriose.Registro do estudo: ClinicalTrials.gov Identificador: NCT02427386. (AU)


Objective: To evaluate the efficacy and safety of potentized estrogen compared to placebo in homeopathic treatment of endometriosis-associated pelvic pain (EAPP). Study design: The present was a 24-week, randomized, double-blind, placebocontrolled trial that included 50 women aged 18-45 years old with diagnosis of deeply infiltrating endometriosis based on magnetic resonance imaging or transvaginal ultrasound after bowel preparation, and score ≥ 5 on a visual analogue scale (VAS: range 0 to 10 points) for endometriosis-associated pelvic pain. Potentized estrogen (12cH, 18cH and 24cH) or placebo was administered twice daily per oral route. The primary outcome measure was change in the severity of EAPP global and partial scores (VAS) from baseline to week 24, determined as the difference in the mean score of five modalities of chronic pelvic pain (dysmenorrhea, deep dyspareunia, non-cyclic pelvic pain, cyclic bowel pain and/or cyclic urinary pain). The secondary outcome measures were mean score difference for quality of life assessed with SF-36 Health Survey Questionnaire, depression symptoms on Beck Depression Inventory (BDI), and anxiety symptoms on Beck Anxiety Inventory (BAI). [...] Placebo group did not show any significant changes in EAPP global or partial scores. In addition, the potentized estrogen group showed significant improvement in three of eight SF-36 domains (bodily pain, vitality and mental health) and depression symptoms (BDI). Placebo group showed no significant improvement in this regard. These results demonstrate superiority of potentized estrogen over placebo. Few adverse events were associated with potentized estrogen. Conclusions: Potentized estrogen (12cH, 18cH and 24cH) at a dose of 3 drops twice daily for 24 weeks was significantly more effective than placebo for reducing endometriosis-associated pelvic pain. Trial registration: ClinicalTrials.gov Identifier: NCT02427386. (AU)fier: NCT02427386. (AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Adolescente , Adulto Jovem , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Homeopatia , Medicamento Homeopático , Efeito Rebote , Endometriose , Estrogênios/uso terapêutico , Dor Pélvica/terapia
6.
Rev. homeopatia (Säo Paulo) ; 80(1/2,supl): 27-51, 2017.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-973264

RESUMO

INTRODUÇÃO: O modelo homeopático de tratamento utiliza o ‘princípio dos semelhantes’ como método terapêutico, administrando medicamentos que causam determinados sintomas em indivíduos sadios para tratar sintomas semelhantes em indivíduos doentes (similia similibus curantur), com o intuito de despertar uma reação secundária e curativa do organismo contra os seus próprios distúrbios. Essa reação secundária (vital, homeostática ou paradoxal) do organismo está embasada no ‘efeito rebote’ dos fármacos modernos, evento adverso observado após a descontinuação de diversas classes de drogas que utilizam o ‘princípio dos contrários’ (contraria contrariis curantur) como método terapêutico...


INTRODUCTION: Homeopathy employs the so-called ‘principle of similars’as therapeutic method, which consists in administering medicines thatcause certain symptoms in healthy individuals to treat similar symptomsin sick individuals (similia similibus curantur) to arouse a secondaryand healing reaction by the body against its own disorders. Thissecondary (vital, homeostatic or paradoxical) reaction of the body isbased on the ‘rebound effect’ of modern drugs, a type of adverseevent that occurs following discontinuation of several classes of drugsprescribed according to the ‘principle of contraries’ (contraria contrariiscurantur)....


Assuntos
Humanos , Homeopatia , Farmacodinâmica do Medicamento Homeopático , Efeito Rebote , Princípio da Similitude , Farmacologia
7.
Arq. bras. oftalmol ; 78(6): 359-362, Nov.-Dec. 2015. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-768172

RESUMO

ABSTRACT Purpose: High intraocular pressure (IOP) is an important risk factor for a variety of pediatric ophthalmic conditions. The purpose of this study is to evaluate the feasibility, length of examination, and corneal epithelial damage induced by rebound tonometry (RBT) versus Goldmann applanation tonometry (GAT) in school children. Methods: Healthy children (n=57) participated in a randomized, transversal study with IOP measurement by GAT followed by RBT (study arm 1) or RBT followed by GAT (study arm 2). The number of attempts to acquire a reliable IOP measurement and the length of the examination were quantified. Corneal epithelial damage induced by tonometry was evaluated. Bland-Altman analysis was performed to establish the level of agreement between the two techniques. Results: The IOP was measured in all children with at least one of the devices. In both study arms, more children failed to be examined with GAT than with RBT (26% vs. 4%, and 16% vs. 6%, p<0.001, in study arm 1 and 2, respectively). The length of examination was shorter for RBT than for GAT (67.81 s ± 35.20 s vs. 126.70 s ± 56.60 s; p<0.0001); IOP measurements with RBT in both study arms were higher than those with GAT (15.20 ± 2.74 mmHg vs. 13.25 ± 2.47 mmHg, p=0.0247 and 16.76 ± 3.99 mmHg vs. 13.92 ± 2.08 mmHg, p=0.003, respectively). No difference was observed between RBT and GAT regarding the corneal epithelial damage caused by tonometry. Conclusion: IOP measurement is feasible in a greater number of children with RBT, and the examination was faster than that for GAT. Compared with GAT, RBT tended to overestimate the IOP. None of the methods induced marked corneal epithelial defects.


RESUMO Objetivo: A pressão intraocular (PIO) elevada é um importante fator de risco presente em diversas patologias que acometem crianças. O objetivo deste estudo é avaliar a viabilidade, a duração do exame e o dano epitelial corneano induzido pela tonometria de rebote (RBT) versus a tonometria de aplanação de Goldmann (GAT) em crianças em idade escolar. Métodos: Crianças sem comorbidades (n=57) participaram de um estudo randomizado e transversal com medidas da pressão intraocular com GAT seguido de RBT (sequência 1) ou RBT seguido de GAT (sequência 2). O número de tentativas para adquirir uma medição confiável da pressão intraocular e a duração de exame foi quantificado. Danos epiteliais induzidos pela tonometria foram avaliados. Análise de Bland-Altman foi realizada para estabelecer a concordância entre as duas técnicas. Resultados: A pressão intraocular foi medida em todas as crianças com pelo menos com um dos dispositivos. Em ambas as sequências do estudo, mais crianças não permitiram o exame com GAT (26% vs. 4% e 16% vs. 6%, p<0,001). A duração exame com RBT foi menor (67,81 ± 35,20 s vs. 126,70 ± 56,60 s; p<0,0001). As medições de pressão intraocular com este tonômetro em ambas as sequências do estudo foram mais elevadas do que as medidas adquiridas com GAT (15,20 ± 2,74 mmHg vs 13,25 ± 2,47 mmHg, p=0,0247 e 16,76 ± 3,99 mmHg vs. 13,92 ± 2,08 mmHg; p=0,003, respectivamente). Não foi observada diferença quanto à lesão epitelial corneana induzida pela tonometria com RBT e GAT. Conclusão: A medição da pressão intraocular foi possível em um maior número de crianças com a tonometria de rebote, além de ser um exame mais rápido do que GAT. A pressão intraocular foi superestimada com RBT em comparação com GAT. Nenhum dos métodos induziu defeito epitelial corneano significativo.


Assuntos
Criança , Feminino , Humanos , Masculino , Córnea/anatomia & histologia , Pressão Intraocular/fisiologia , Tonometria Ocular/métodos , Estudos Transversais , Lesões da Córnea/etiologia , Paquimetria Corneana/métodos , Estudos de Viabilidade , Valores de Referência , Reprodutibilidade dos Testes , Estatísticas não Paramétricas , Fatores de Tempo , Tonometria Ocular/efeitos adversos , Tonometria Ocular/instrumentação
8.
Rev. Assoc. Med. Bras. (1992, Impr.) ; 59(6): 629-638, nov.-dez. 2013.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-697396

RESUMO

OBJETIVO: Apoiado no aforismo hipocrático primum non nocere, o princípio bioético da não maleficência roga que o ato médico cause o menor dano ou agravo à saúde do paciente, incumbindo ao médico avaliar os riscos de determinada terapêutica por meio do conhecimento dos possíveis eventos adversos das drogas. Dentre esses, o efeito rebote representa um efeito colateral comum a inúmeras classes de fármacos modernos, podendo causar transtornos graves e fatais nos pacientes. Esta revisão tem o objetivo de esclarecer os profissionais da saúde sobre os aspectos clínicos e epidemiológicos do fenômeno rebote. MÉTODOS: Uma revisão qualitativa, exploratória e bibliográfica foi realizada na base de dados PubMed utilizando os unitermos 'rebound', 'withdrawal', 'paradoxical', 'acetylsalicylic acid', 'anti-inflammatory', 'bronchodilator', 'antidepressant', 'statin', 'proton pump inhibitor' and 'bisphosphonate' RESULTADOS: O efeito rebote ocorre após a descontinuação de inúmeras classes de fármacos com ação contrária aos distúrbios da doença, exacerbando-os a níveis superiores aos anteriores do tratamento. Independente da doença,dadrogaedaduração do tratamento, o fenômeno se manifesta numa pequena proporção de indivíduos suscetíveis. No entanto, pode causar eventos adversos graves e fatais, devendo ser considerado um problema de saúde pública em vista do enorme consumo de fármacos pela população CONCLUSÃO: Reunindo um corpo de evidências crescente e inquestionável, o médico precisa ter conhecimento das consequências do efeito rebote e de como minimizá-lo, aumentando a segurança no manejo das drogas modernas. Por outro lado, este efeito rebote pode ser utilizado de forma curativa, ampliando o espectro da terapêutica moderna.


OBJECTIVE: Supported in the Hippocratic aphorism primum non nocere, the bioethical principle of non-maleficence pray that the medical act cause the least damage or injury to the health of the patient, leaving it to the doctor to assess the risks of a particular therapy through knowledge of possible adverse events of drugs. Among these, the rebound effect represents a common side effect to numerous classes of modern drugs, may cause serious and fatal disorders in patients. This review aims to clarify the health professionals on clinical and epidemiological aspects of rebound phenomenon. METHODS: A qualitative, exploratory and bibliographic review was held in the PubMed database using the keywords 'rebound', 'withdrawal', 'paradoxical', 'acetylsalicylic acid', 'anti-inflammatory', 'bronchodilator', 'antidepressant', 'statin', 'proton pump inhibitor' and 'bisphosphonate'. RESULTS: The rebound effect occurs after discontinuation of numerous classes of drugs that act contrary to the disease disorders, exacerbating them at levels above those prior to treatment. Regardless of the disease, the drug and duration of treatment, the phenomenon manifests itself in a small proportion of susceptible individuals. However, it may cause serious and fatal adverse events should be considered a public health problem in view of the enormous consumption of drugs by population. CONCLUSION: Bringing together a growing and unquestionable body of evidence, the physician needs to have knowledge of the consequences of the rebound effect and how to minimize it, increasing safety in the management of modern drugs. On the other hand, this rebound can be used in a curative way, broadening the spectrum of the modern therapeutics.


Assuntos
Humanos , Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos/prevenção & controle , Homeopatia , Ocupações em Saúde , Farmacologia
9.
Rev Assoc Med Bras (1992) ; 59(6): 629-38, 2013.
Artigo em Inglês, Português | MEDLINE | ID: mdl-24211013

RESUMO

OBJECTIVE: Supported in the Hippocratic aphorism primum non nocere, the bioethical principle of non-maleficence pray that the medical act cause the least damage or injury to the health of the patient, leaving it to the doctor to assess the risks of a particular therapy through knowledge of possible adverse events of drugs. Among these, the rebound effect represents a common side effect to numerous classes of modern drugs, may cause serious and fatal disorders in patients. This review aims to clarify the health professionals on clinical and epidemiological aspects of rebound phenomenon. METHODS: A qualitative, exploratory and bibliographic review was held in the PubMed database using the keywords 'rebound', 'withdrawal', 'paradoxical', 'acetylsalicylic acid', 'anti-inflammatory', 'bronchodilator', 'antidepressant', 'statin', 'proton pump inhibitor' and 'bisphosphonate'. RESULTS: The rebound effect occurs after discontinuation of numerous classes of drugs that act contrary to the disease disorders, exacerbating them at levels above those prior to treatment. Regardless of the disease, the drug and duration of treatment, the phenomenon manifests itself in a small proportion of susceptible individuals. However, it may cause serious and fatal adverse events should be considered a public health problem in view of the enormous consumption of drugs by population. CONCLUSION: Bringing together a growing and unquestionable body of evidence, the physician needs to have knowledge of the consequences of the rebound effect and how to minimize it, increasing safety in the management of modern drugs. On the other hand, this rebound can be used in a curative way, broadening the spectrum of the modern therapeutics.


Assuntos
Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos/prevenção & controle , Homeopatia , Ocupações em Saúde , Humanos , Farmacologia
10.
Int. j. high dilution res ; 11(39)June 22, 2012.
Artigo em Inglês | LILACS-Express | HomeoIndex - Homeopatia | ID: hom-10775

RESUMO

The homeopathic model applies the secondary action or vital reaction of the organism as a therapeutic method and thus prescribes treatment by similitude, which consists in administering to ill individuals substances that cause similar symptoms in healthy individuals. The vital, homeostatic or paradoxical reaction of the organism might be explained scientifically by means of the rebound effect of modern drugs, which might cause fatal iatrogenic events after discontinuation of antipathic (a term used in alternative medicine for palliative treatment, also known as enantiopathic) treatment. Although the rebound effect is studied by modern pharmacology, it is poorly communicated to and discussed among healthcare professionals, who are thus deprived of information needed for the safe management of modern drugs. This article presents an up-to-date review on the rebound effect of modern drugs that grounds the homeopathic principle of healing and calls the attention of doctors to this type of adverse effect that is usually unnoticed. The rebound effect of modern palliative drugs, which was pointed out by Hahnemann more than two centuries ago, might cause fatal adverse events and is illustrated by the examples of acetylsalicylic acid, anti-inflammatory agents, bronchodilators, antidepressants, statins, proton-pump inhibitors, etc. Although the rebound effect is expressed by a small fraction of (susceptible) individuals and might be avoided by gradual tapering of antipathic drugs, it exhibits epidemiologic importance as a function of the massive use of such palliative drugs and the lack of knowledge in its regard.(AU)


O modelo homeopático aplica a ação secundária ou reação vital do organismo como método terapêutico. Assim, propõe o tratamento por semelhança, que consiste em administrar aos doentes substâncias que produzem sintomas similares em pessoas sadias. A reação vital, homeostática ou paradoxal do organismo pode ser explicada cientificamente com base no efeito rebote das drogas modernas. Este pode produzir eventos iatrogênicos fatais depois da suspensão do tratamento antipático (ou enantiopático, termo utilizado em medicina alternativa para se referir ao tratamento paliativo). Embora o efeito rebote é abordado pela farmacologia moderna, é pouco difundido e discutido pelos profissionais da saúde que, assim, são privados de informação necessária para o manejo seguro das drogas modernas. Este artigo apresenta uma revisão atualizada do efeito rebote das drogas modernas e que também embasa o princípio homeopático da cura. Apontado por Hahnemann mais de dois séculos atrás, o efeito rebote das drogas paliativas modernas pode causar efeitos adversos fatais, como ilustram os exemplos do ácido salicílico, anti-inflamatórios, broncodilatadores, antidepressivos, estatinas, inibidores da bomba de prótons, etc. Embora o efeito rebote seja expressado por uma pequena parte de indivíduos (suscetíveis) e possa ser evitando através da retirada gradual das drogas antipáticas, atinge importância epidemiológica devido ao uso maciço dessas drogas e do desconhecimento a seu respeito.(AU)


Assuntos
Humanos , Princípio da Similitude , Farmacodinâmica do Medicamento Homeopático , Efeito Rebote , Doença Iatrogênica , Efeito Rebote
11.
Int. j. high dilution res ; 11(39)june 22, 2012.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-658514

RESUMO

The homeopathic model applies the secondary action or vital reaction of the organism as a therapeutic method and thus prescribes treatment by similitude, which consists in administering to ill individuals substances that cause similar symptoms in healthy individuals. The vital, homeostatic or paradoxical reaction of the organism might be explained scientifically by means of the rebound effect of modern drugs, which might cause fatal iatrogenic events after discontinuation of antipathic (a term used in alternative medicine for palliative treatment, also known as enantiopathic) treatment. Although the rebound effect is studied by modern pharmacology, it is poorly communicated to and discussed among healthcare professionals, who are thus deprived of information needed for the safe management of modern drugs. This article presents an up-to-date review on the rebound effect of modern drugs that grounds the homeopathic principle of healing and calls the attention of doctors to this type of adverse effect that is usually unnoticed. The rebound effect of modern palliative drugs, which was pointed out by Hahnemann more than two centuries ago, might cause fatal adverse events and is illustrated by the examples of acetylsalicylic acid, anti-inflammatory agents, bronchodilators, antidepressants, statins, proton-pump inhibitors, etc. Although the rebound effect is expressed by a small fraction of (susceptible) individuals and might be avoided by gradual tapering of antipathic drugs, it exhibits epidemiologic importance as a function of the massive use of such palliative drugs and the lack of knowledge in its regard.


O modelo homeopático aplica a ação secundária ou reação vital do organismo como método terapêutico. Assim, propõe o tratamento por semelhança, que consiste em administrar aos doentes substâncias que produzem sintomas similares em pessoas sadias. A reação vital, homeostática ou paradoxal do organismo pode ser explicada cientificamente com base no efeito rebote das drogas modernas. Este pode produzir eventos iatrogênicos fatais depois da suspensão do tratamento antipático (ou enantiopático, termo utilizado em medicina alternativa para se referir ao tratamento paliativo). Embora o efeito rebote é abordado pela farmacologia moderna, é pouco difundido e discutido pelos profissionais da saúde que, assim, são privados de informação necessária para o manejo seguro das drogas modernas. Este artigo apresenta uma revisão atualizada do efeito rebote das drogas modernas e que também embasa o princípio homeopático da cura. Apontado por Hahnemann mais de dois séculos atrás, o efeito rebote das drogas paliativas modernas pode causar efeitos adversos fatais, como ilustram os exemplos do ácido salicílico, anti-inflamatórios, broncodilatadores, antidepressivos, estatinas, inibidores da bomba de prótons, etc. Embora o efeito rebote seja expressado por uma pequena parte de indivíduos (suscetíveis) e possa ser evitando através da retirada gradual das drogas antipáticas, atinge importância epidemiológica devido ao uso maciço dessas drogas e do desconhecimento a seu respeito.


Assuntos
Humanos , Doença Iatrogênica , Princípio da Similitude , Farmacodinâmica do Medicamento Homeopático , Efeito Rebote
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