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1.
Rev. enferm. UERJ ; 28: e42285, jan.-dez. 2020.
Artigo em Inglês, Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1120154

RESUMO

Objetivo: comparar o custo entre coberturas com filme transparente versus gaze estéril e fita adesiva microporosa em curativos de acesso venoso central. Método: estudo estatístico, prospectivo, observacional, com abordagem quantitativa à luz da avaliação econômica de saúde. Foram avaliadas 109 coberturas com filme e 168 com gaze, durante 27 dias. Na análise utilizouse o Software Tree Age para se calcular a probabilidade de cada decisão. Resultado: a média de uso das coberturas por dia foi de 2,22 inserções cobertas com filme e 3,43 com gaze. Houve necessidade de troca extra em 38 (23%) das coberturas com gaze e em 16 (15%) das coberturas com filme transparente. Observou-se custo final médio para gaze (R$389,44) 3,7 vezes maior que o filme transparente (R$104,95) durante o período estudado. Conclusão: cobertura com filme transparente tem menor custo quando comparado com cobertura com gaze estéril.


Objective: to compare the cost of transparent film and sterile gauze fixed by microporous adhesive tape in central venous access dressings. Method: quantitative, prospective, observational, statistical study in the light of health economics. A total of 109 film and 168 gauze covers were evaluated for 27 days. Tree Age software was used to calculate the probability of each decision. Results: coverings used per day averaged 2.22 with transparent film-covered inserts and 3.43 with gauze. Additional changes were necessary in 38 (23%) coverings with gauze and 16 (15%) with transparent film. During the study period, the average final cost of gauze (R$ 389.44) was 3.7 times higher than transparent film (R$104.95). Conclusion: transparent film dressing is less expensive than sterile gauze covering.


Objetivo: comparar el costo de la película transparente y la gasa estéril fijada con cinta adhesiva microporosa en apósitos de acceso venoso central. Método: estudio cuantitativo, prospectivo, observacional, estadístico a la luz de la economía de la salud. Se evaluaron un total de 109 películas y 168 cubiertas de gasa durante 27 días. Se utilizó el software Tree Age para calcular la probabilidad de cada decisión. Resultados: los recubrimientos utilizados por día promediaron 2,22 con inserciones transparentes recubiertas con película y 3,43 con gasas. Fueron necesarios cambios adicionales en 38 (23%) revestimientos con gasa y 16 (15%) con película transparente. Durante el período de estudio, el costo final promedio de la gasa (R $ 389,44) fue 3,7 veces superior al de la película transparente (R $ 104,95). Conclusión: el apósito de película transparente es menos costoso que el recubrimiento de gasa estéril.


Assuntos
Humanos , Avaliação em Saúde/economia , Cateteres Venosos Centrais , Curativos Oclusivos/economia , Brasil , Árvores de Decisões , Estudos Prospectivos , Custos e Análise de Custo , Estudo Observacional , Curativos Oclusivos/estatística & dados numéricos
2.
Rev. SPAGESP ; 21(2): 83-96, jul.-dez. 2020. tab
Artigo em Português | LILACS, Index Psicologia - Periódicos técnico-científicos | ID: biblio-1125733

RESUMO

Este estudo descritivo exploratório investigou a prevalência de Prática de Atividades Prazerosas (PAP), bem-estar Subjetivo (BES), Depressão e Solidão em 59 idosos provenientes de grupos de convivência. Foram aplicados: Questionário Sociodemográfico, Escal a de Atividades Instrumentais da Vida Diária de Pfeffer, Escala de Afetos Negativos e Positivos, Escala de Satisfação com a Vida, Escala de Depressão Geriátrica - versão reduzida, Escala Brasileira de Solidão e OPPES-BR. Os idosos da amostra eram majoritar iamente mulheres, jovens idosos, viúvos, escolarizados, com bom estado funcional e que avaliavam sua saúde de forma positiva. A amostra apresentou médias altas para PAP e BES e médias baixas para solidão e depressão. Grupos de convivência favorecem a saúde mental de idosos e contribuem para o envelhecimento bem-sucedido, uma vez que esses espaços fornecem oportunidades de suporte social, engajamento em atividades prazerosas e experiência de sentimentos positivos.


This descriptive and exploratory study investigated the prevalence of Involvement in Pleasant Events, Subjective Well-Being, Depression, and Loneliness in 59 elderly from social groups without apparent cognitive impairment. A sociodemographic questionnaire, the Pfeffer Index, the Negative and Positive Affect Scale, the Life Satisfaction Scale, the Geriatric Depression Scale - reduced version, the Brazilian Loneliness Scale, and OPPES-BR were applied. The elderly were mostly women, young, widowed, educated, with a good functional state, and with a positive health evaluation. Participants showed high levels of Involvement in Pleasant Events and Subjective Well Being, and low levels of loneliness and depression. Social groups provide opportunities for social support, engagement in pleasant events, positive emotions and may contribute to the elderly's mental health and successful aging.


Este estudio exploratorio descriptivo investigó la prevalencia de la práctica de actividad placentera (PAP), el bienestar subjetivo (BES), la depresión y la soledad en 59 personas mayores proveniente de grupos sociales. Se aplicaron el Cuestionario sociodemográfico, la Escala de actividades instrumentales de la vida diaria de Pfeffer, la Escala de afectos negativos y positivos, la Escala de satisfacción con la vida, la Escala de depresión geriátrica - versión reducida, la Escala de soledad brasileña y OPPES-BR. Los ancianos de la muestra eran en su mayoría mujeres, ancianos más jóvenes, viudos, escolarizados, con buen estado funcional y que evaluaron positivamente su salud. En general, los ancianos tenían altas tasas de PAP y BES y bajas tasas de soledad y depresión. Los grupos sociales favorecen la salud mental de las personas mayores y contribuyen al envejecimiento exitoso, ya que estos espacios traen oportunidades de apoyo social, participación en actividades placenteras y experiencia de sentimientos positivos.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Idoso , Satisfação Pessoal , Apoio Social , Avaliação em Saúde , Envelhecimento , Indicadores Básicos de Saúde , Viuvez , Afeto , Depressão , Disfunção Cognitiva , Promoção da Saúde , Atividades de Lazer , Solidão
3.
RECIIS (Online) ; 14(4): 970-982, out.-dez. 2020. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1145573

RESUMO

O objetivo deste estudo foi analisar a utilização dos Sistemas de Informação em Saúde para a construção da sala de situação na Atenção Primária à Saúde. Trata-se de uma revisão integrativa realizada por meio de busca de artigos na íntegra, nas bases de dados BDENF, Lilacs, Medline, SciELO, PubMed e Cochrane. Foram analisados sete artigos, os quais foram apresentados em três categorias. Os sistemas de informação apoiam a sala de situação na coleta, no processamento e na divulgação de resultados, na análise e na comparação de indicadores, no planejamento, na gestão e na avaliação em saúde. Por fim, percebeu-se que os sistemas de informação contribuem para a construção da sala de situação subsidiando a atuação da gestão local na formação de indicadores de saúde e na implementação de ações.


The aim of this study was to analyze the use of Health Information Systems in the construction of the situation room in Primary Health Care. This is an integrative review performed by searching full articles in the BDENF, Lilacs, Medline, SciELO, PubMed and Cochrane databases. Seven articles were analyzed and presented in three categories. Information systems support the situation room in the collection, processing and dissemination of results, in the analysis and comparison of indicators, and in the health planning, management and evaluation. In the end, we realized that information systems contribute to the construction of the situation room, supporting local management actions in the establishment of health indicators and the implementation of actions.


El objetivo de este estudio fue analizar el uso de los Sistemas de Información de Salud en la construcción de la sala de situación en Atención Primaria de Salud. Esta es una revisión integradora realizada mediante la búsqueda de artículos completos en las bases de datos BDENF, Lilacs, Medline, SciELO, PubMed y Cochrane. Siete artículos fueron analizados y presentados en tres categorías. Los sistemas de información apoyan la sala de situación en la recolección, lo procesamiento y la difusión de resultados, en la análisis y la comparación de indicadores, y en la planificación, gestión y evaluación de la salud. Finalmente, se dio cuenta de que los sistemas de información contribuyen a la construcción de la sala de situación, apoyando las acciones de gestión local en lo establecimiento de indicadores de salud y la implementación de acciones.


Assuntos
Humanos , Atenção Primária à Saúde , Avaliação em Saúde , Diagnóstico da Situação de Saúde , Gestão em Saúde , Sistemas de Informação em Saúde , Controle Social Formal , Sistema Único de Saúde , Indicadores Básicos de Saúde , Pessoal de Saúde , Gestão da Informação em Saúde
4.
Goiânia; SES-GO; 23 out. 2020. 1-11 p. tab.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, CONASS, SES-GO | ID: biblio-1140913

RESUMO

A aplicação de indicadores no campo da Saúde Pública vai muito além da análise da condição de saúde de determinada população, mas também são ferramentas indispensáveis aos gestores para a condução do Sistema Único de Saúde (SUS). O uso de indicadores em Saúde Pública tem como objetivo embasar a tomada de decisão em saúde, auxiliando em processos como: avaliação, monitoramento, prestação de contas, mensuração de disparidades, gestão de sistemas e melhoria da qualidade assistencial (OPAS, 2018)


The application of indicators in the field of Public Health goes far beyond the analysis of the health condition of a given population, but they are also indispensable tools for managers to conduct the Unified Health System (SUS). The use of indicators in Public Health aims to support health decision-making, assisting in processes such as: evaluation, monitoring, accountability, measurement of disparities, management of systems and improvement of care quality (PAHO, 2018)


Assuntos
Avaliação em Saúde/métodos , Indicadores de Gestão/história
5.
Goiânia; SES-GO; 09 out. 2020. 1-6 p. tab.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, CONASS, SES-GO | ID: biblio-1140915

RESUMO

O Relatório anual da Organização Mundial de Saúde (OMS) teve como foco, no ano de 2000, a discussão de modelos de análise de sistemas de saúde ao redor do mundo. O documento propõe que todo sistema de saúde deve ter como objetivo fundamental a promoção da melhoria da saúde das pessoas, mas ao mesmo tempo ser justo nos gastos orçamentários e responsivo às demandas da população (WHO, 2020). Para atingir estes objetivos, torna-se crucial o conceito de performance, ou seja, como executar essas ações com os recursos disponíveis com o máximo desempenho, também entendido como eficiência, ou seja, a relação entre o produto da intervenção de saúde e os recursos utilizados (ALBUQUERQUE et al, 2017).


The Annual Report of the World Health Organization (WHO) focused, in 2000, on the discussion of models of analysis of health systems around the world. The document proposes that every health system should have as its fundamental objective the promotion of improving people's health, but at the same time be fair in budget expenditures and responsive to the demands of the population (WHO, 2020). To achieve these objectives, the concept of performance becomes crucial, that is, how to perform these actions with the available resources with maximum performance, also understood as efficiency, that is, the relationship between the product of the health intervention and the resources used (ALBUQUERQUE et al, 2017)


Assuntos
Análise de Sistemas , Avaliação em Saúde , Indicadores de Qualidade em Assistência à Saúde/história
6.
Brasília; CONITEC; set. 2020.
Não convencional em Português | BRISA/RedTESA | ID: biblio-1141606

RESUMO

INTRODUÇÃO: A doença meningocócica (DM) é causada pela bactéria N. meningitidis, transmissível por meio das vias respiratórias e acomete principalmente crianças e adolescentes. A DM se caracteriza pela presença de algumas síndromes clínicas, como a meningite e a septicemia meningocócica, resultando em alta morbimortalidade. Algumas pessoas transmitem a N. meningitidis para outros indivíduos, embora não desenvolvam sintomas da doença. A incidência e a prevalência da DM variam em todo o mundo, sendo influenciada, inclusive, pelos sorogrupos da bactéria. No Brasil, os principais sorogrupos circulantes são B, C, W e Y. As vacinas são consideradas a melhor forma de prevenção contra a DM e são específicas para cada sorogrupo. Atualmente, existem vacinas meningocócicas polissacarídicas não conjugadas e vacinas meningocócicas polissacarídicas-proteínas conjugadas. Estas podem ser monovalentes, constituídas por apenas um sorogrupo, como a vacina meningocócica C (conjugada), ou multivalentes, como a vacina meningocócica ACWY (conjugada). As vacinas conjugadas são capazes de induzir memória imunológica por um tempo maior e podem impedir a colonização nasofaríngea pela N. meningitidis entre os vacinados. O presente documento relata a avaliação da vacina meningocócica ACWY (conjugada) em comparação a vacina meningocócica C (conjugada) disponibilizado pelo SUS para prevenção da DM em adolescentes, atendendo a demanda da Secretaria de Vigilância em Saúde por meio da Nota Técnica Nº 25/2019-CGPNI/DEIDT/SVS/MS. PERGUNTA: A vacina meningocócica ACWY (conjugada) é eficaz e segura, quando comparada a vacina meningocócica C (conjugada), em pacientes adolescentes de 11 e 12 anos de idade, para a prevenção da doença meningocócica invasiva provocada pela Neisseria meningitidis, sorogrupos A, C, W e Y? EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: As vacinas MenACWY-TT e MenC-TT induziram títulos elevados de rSBA contra MenC, concentrações elevadas de IgG específica contra MenC-PS e número elevado de células B de memória (IgG e IgA) específica contra MenC-PS e TT nos jovens com 10, 12 e 15 anos de idade. Apesar de decaírem entre o primeiro mês e um ano após a vacinação de reforço, tanto os títulos de rSBA quanto as concentrações de IgG específica e o número de células B de memória permaneceram mais elevados que no momento da dose de reforço, sugerindo respostas protetoras contra o MenC, principalmente nas idades de 12 e 15 anos. Porém, não foi demonstrada não inferioridade para a vacina MenACWY-TT frente a vacina MenC-TT um ano após a dose de reforço, no que tange aos títulos de rSBA. A vacina MenACWY-TT também induziu títulos elevados de rSBA contra MenA, MenW e MenY e concentrações elevadas de IgG específica contra MenA-PS, MenW-PS e MenY-PS, principalmente nas idades de 12 e 15 anos. Apesar destes títulos e concentrações também decaírem entre o primeiro mês e um ano após a dose de reforço, eles permaneceram mais elevados que no momento da dose de reforço, sugerindo respostas protetoras contra MenA, MenW e MenY. As vacinas meningocócicas ACWY (conjugadas) se mostraram seguras, induzindo poucos eventos adversos, de leves a moderados, em sua maioria locais e relacionados à aplicação da dose. Salienta-se que os achados de segurança destas vacinas foram provenientes de evidência indireta. ANÁLISE DE IMPACTO ORÇAMENTÁRIO: O modelo de impacto orçamentário foi elaborado para estimar os gastos decorrentes da ampliação de uso e difusão completa da vacina meningocócica ACWY (conjugada) no SUS para adolescentes de 11 e 12 anos de idade, em um horizonte temporal de cinco anos (2021 a 2025). No cenário considerando que todos os indivíduos de 11 anos seriam vacinados, o impacto orçamentário incremental seria de aproximadamente R$ 148 milhões no primeiro ano e de R$ 744 milhões ao final de cinco anos. No cenário considerando uma cobertura vacinal de 37,8%, seria de aproximadamente R$ 91 milhões por ano e de R$ 456 milhões ao final de cinco anos. Já no cenário com uma cobertura vacinal de 80,0%, seria de aproximadamente R$142 milhões ao ano e de R$ 714 milhões ao final de cinco anos. MONITORAMENTO DO HORIZONTE TECNOLÓGICO: Não foram encontradas outras vacinas em fase de desenvolvimento clínico (estudos clínicos de fase 3 ou 4) para a prevenção da DM. RECOMENDAÇÃO PRELIMINAR DA CONITEC: A Conitec, em sua 87ª Reunião Ordinária, realizada no dia 03 de junho de 2020, deliberou que a matéria fosse disponibilizada em consulta pública com recomendação preliminar desfavorável à ampliação de uso da vacina meningocócica ACWY (conjugada) para adolescentes de 11 e 12 anos de idade no Calendário Nacional de Vacinação. Considerou-se a necessidade de evidências que demonstrem a efetividade ou a imunogenicidade da vacina meningocócica ACWY (conjugada) no decorrer dos anos após a dose única ou de reforço em adolescentes; a baixa incidência do sorogrupo W da N. meningitidis atualmente no Brasil, apesar do seu maior percentual de letalidade dentre os demais sorogrupos no País; o custo unitário da vacina meningocócica ACWY (conjugada) e a estimativa do impacto orçamentário incremental referente à sua ampliação de uso no SUS. CONSULTA PÚBLICA: A consulta pública (CP) nº 23/2020 foi realizada entre os dias 24/06/2020 a 13/07/2020. Foram recebidas 1.074 contribuições, sendo 239 pelo formulário para contribuições técnico-científico e 835 pelo formulário para contribuições sobre experiência ou opinião de pacientes, familiares, amigos ou cuidadores de pacientes, profissionais de saúde ou pessoas interessadas no tema. De um modo geral, os participantes da CP discordaram da recomendação preliminar da Conitec. As contribuições evidenciaram uma percepção por parte da sociedade que a vacina meningocócica ACWY (conjugada) já faz parte do Calendário Nacional de vacinação e que a sua "retirada" seria motivo para grande descontentamento. Isto aconteceu devido a aquisição e distribuição desta vacina para que se atendesse a necessidade do Programa Nacional de Imunizações e se evitasse o desabastecimento com a vacina meningocócica C (conjugada). Outras participações enfatizaram e anexaram estudos demonstrado que a imunogenicidade e a efetividade da vacina meningocócica ACWY (conjugada) persiste por tempo superior a um ano e que a incidência do sorogrupo W da N. meningitidis pode até ser considerada baixa no Brasil, mas que este sorogrupo tem se destacado em alguns Estados do País e que a sua letalidade tem se mostrado superior aos demais. Por fim, conclui-se que as contribuições recebidas nesta CP foram importantes e complementaram as evidências utilizadas e os estudos realizados para a elaboração deste Relatório de Recomendação. RECOMENDAÇÃO FINAL: Os membros do Plenário presentes na 90ª Reunião Ordinária da Conitec, no dia 02 de setembro de 2020, deliberaram, por unanimidade, recomendar a ampliação de uso da vacina meningocócica ACWY (conjugada) para adolescentes de 11 e 12 anos de idade no Calendário Nacional de Vacinação. Na apreciação da Consulta Pública (CP), o Plenário entendeu que os questionamentos acerca da epidemiologia da DM no Brasil, principalmente com relação a emergência e a letalidade do sorogrupo W em algumas regiões do País, e da imunogenicidade e da efetividade da vacina meningocócica ACWY (conjugada) por um tempo superior a um ano, incluindo as possíveis diferenças entre as suas proteínas carreadoras, foram atendidos diante das apresentações realizadas pela Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI) e pelas contribuições da CP nº 23/2020. Diante do exposto, o Plenário deliberou pela recomendação favorável à ampliação de uso da vacina meningocócica ACWY (conjugada) para adolescentes de 11 e 12 anos de idade no Calendário Nacional de Vacinação. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 550/2020. DECISÃO: Ampliar o uso da vacina meningocócica ACWY (conjugada) para adolescentes de 11 e 12 anos no Calendário Nacional de Vacinação, no âmbito do Sistema Único de Saúde ­ SUS, conforme Portaria nº 46, publicada no Diário Oficial da União nº 189, seção 1, página 861, em 1º de outubro de 2020.


Assuntos
Humanos , Criança , Vacinas Conjugadas/administração & dosagem , Programas de Imunização/provisão & distribução , Vacinas Meningocócicas/administração & dosagem , Infecções Meningocócicas/prevenção & controle , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde , Sistema Único de Saúde , Brasil
8.
Rev. cuba. estomatol ; 57(3): e1827, jul.-set. 2020.
Artigo em Espanhol | LILACS, CUMED | ID: biblio-1126521

RESUMO

RESUMEN Introducción: El análisis de la situación de salud es un tema indispensable en la formación de profesionales que tienen a cargo la salud de una comunidad y que requieren de una útil herramienta para la identificación de problemas de salud en el primer nivel de atención. Objetivo: Describir una metodología para facilitar la ejecución de la fase analítica de la situación de salud bucal en una comunidad. Métodos: Se realizó una revisión bibliográfica, a través del buscador Google Académico y en las bases de datos bibliográficas PubMed, Lilacs, Cumed y SciELO Cuba. Se revisaron trabajos presentados en el Congreso Internacional de Estomatología 2015. Los descriptores empleados para la búsqueda fueron: estado de salud, salud bucal, salud poblacional, atención primaria de salud, educación en odontología, y sus homólogos en inglés. Luego de ser filtrados, de los resultados obtenidos, se seleccionaron, por su vinculación al tema y actualización, 49 publicaciones científicas. Discusión: El análisis de situación de salud sirve como instrumento científico metodológico para identificar, priorizar y solucionar problemas comunitarios. La fase analítica es la más compleja del estudio, y en la que surgen dificultades para procesarla ordenadamente, debe comenzar por la clasificación epidemiológica de la población estudiada y seguir un orden lógico en su realización. Conclusiones: S e presenta una metodología que facilita la identificación y priorización de los riesgos substanciales, durante la fase analítica de un análisis de salud bucal(AU)


ABSTRACT Introduction: Health status analysis is an indispensable topic in the training of professionals who will be in charge of health in a community and as such require a useful tool to identify health problems in primary care. Objective: Describe a methodology to facilitate oral health status analysis in a community. Methods: A bibliographic review was conducted in the search engine Google Scholar and the databases PubMed, Lilacs, Cumed and SciELO Cuba. The review also covered the papers presented at the International Dental Congress 2015. The search terms used were 'health status', 'oral health', 'population health', 'primary health care', 'dental education' and their counterparts in Spanish. After filtering the results obtained, 49 scientific publications were selected due to their relationship to the subject and their topicality. Discussion: Health status analysis serves as a scientific methodological tool to identify, prioritize and solve community problems. The analytical stage is the most complex in the study and the one in which difficulties arise related to its orderly processing. The starting point should be the epidemiological classification of the study population, and a logical order should be followed in its conduct. Conclusions: A methodology is presented which facilitates identification and prioritization of substantial risks during the analytical stage of an oral health status analysis(AU)


Assuntos
Humanos , Atenção Primária à Saúde/métodos , Avaliação em Saúde/métodos , Saúde Bucal/tendências , Educação em Odontologia/métodos , Literatura de Revisão como Assunto , Bases de Dados Bibliográficas
9.
Rev. bioét. (Impr.) ; 28(3): 500-506, jul.-set. 2020. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1137115

RESUMO

Resumo Este trabalho analisou a qualidade da atenção em unidades básicas de saúde de Coari, Amazonas, Brasil. Trata-se de estudo descritivo, quantitativo, de caráter avaliativo, que utilizou questionário validado do Programa Nacional de Avaliação de Serviços de Saúde de 2015. Os dados foram coletados em três unidades, no segundo semestre de 2016. Os resultados apontam que a maioria dos entrevistados era do sexo feminino, casada, com 40 anos de idade ou mais, autodeclarada parda, com ensino médio completo, moradora da área urbana e de baixa renda. O atendimento na recepção foi considerado bom, mas os usuários se mostraram insatisfeitos com a disponibilidade de medicamentos. Na avaliação da limpeza do ambiente, as porcentagens ficaram entre bom e regular, e a estrutura física dos estabelecimentos de saúde foi considerada boa.


Abstract This study analyzed the quality of care in health centers in Coari, Amazonas, Brazil. This is a descriptive, quantitative, and evaluative research that used a validated questionnaire from the 2015 National Health Services Evaluation Survey. Data were collected in three centers in the second half of 2016. The results show that most interviewees were female, married, 40 years of age or older, self-declared as brown, with high school degree and low income, living in the urban area. Users considered the reception service in the units good, but were dissatisfied with the availability of medicines. Regarding cleanliness of the environment, the percentages ranged from good to fair, and the physical structure of health facilities was considered good.


Resumen Este estudio analizó la calidad de la atención ofrecida por las unidades básicas de salud de Coari, Amazonas, Brasil. Se trata de una investigación cuantitativa, descriptiva y evaluativa, que utilizó el cuestionario validado del Programa Nacional de Evaluación de Servicios de Salud 2015. Se recolectaron los datos en tres unidades, en el segundo semestre del 2016. Los resultados indicaron que la mayoría de los encuestados eran mujeres, casadas, con 40 años o más de edad, autodeclaradas pardas, con la secundaria completa, residentes en la zona urbana y de bajos ingresos. Los usuarios consideraron el servicio de recepción bueno, pero no estaban satisfechos con la falta de disponibilidad de medicamentos. En cuanto a la limpieza del ambiente, los porcentajes quedaron entre bueno y regular, y la estructura de los establecimientos de salud se evaluó como buena.


Assuntos
Avaliação em Saúde , Satisfação do Paciente , Humanização da Assistência , Pesquisa Qualitativa
10.
Online braz. j. nurs. (Online) ; 19(3)set. 2020. ilus
Artigo em Inglês, Espanhol, Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1129540

RESUMO

OBJETIVOS: avaliar a atenção no pré-natal pelo enfermeiro; analisar a consulta de enfermagem na percepção da gestante. MÉTODO: pesquisa exploratória, descritiva, qualitativa, desenvolvida em uma Clínica de Saúde da Família do Município do Rio de Janeiro. A população do estudo consistiu em 15 gestantes, usando referencial avaliativo proposto por Avedis Donabedian. RESULTADOS: o estudo apontou gestantes jovens, casadas, sem incentivo do enfermeiro na participação do parceiro, porém classificando positivamente a consulta pré-natal. A sala de pré-natal possui equipamentos necessários, mas o registro no cartão da gestante foi inadequado. CONCLUSÃO: necessário maior incentivo da presença paterna nas consultas e uniformidade nos registros do cartão da gestante com qualificação do enfermeiro na assistência prestada.


OBJETIVOS: evaluar la atención prenatal por parte del enfermero; analizar la consulta de enfermería en la percepción de la mujer gestante. MÉTODO: investigación exploratoria, descriptiva y cualitativa desarrollada en una Clínica de Salud Familiar en el Municipio de Río de Janeiro. La población del estudio estuvo conformada por 15 mujeres gestantes y se utilizó el marco de evaluación propuesto por Avedis Donabedian. RESULTADOS: el estudio indicó a mujeres gestantes, jóvenes y casadas, sin estímulo por parte del enfermero para la participación de la pareja, pero clasificando positivamente la consulta prenatal. La sala de prenatal cuenta con los equipos necesarios, pero el registro en la tarjeta de la gestante fue inadecuado. CONCLUSIÓN: se requiere un mayor incentivo a la presencia paterna en las consultas y uniformidad en los registros de la tarjeta de la gestante, con la calificación del enfermero en la atención brindada.


OBJECTIVES: to evaluate the pre-natal care rendered by the nurse; to analyze a nursing consultation as perceived by pregnant women. METHOD: exploratory, descriptive, qualitative research developed at a Family Health Clinic in the Municipality of Rio de Janeiro. A population of the study consisted of 15 pregnant women, using an evaluation framework proposed by Avedis Donabedian. RESULTS: the study was aimed at young pregnant women, married, the partner's participation not encouraged by the nurse, but the pre-natal visit assigned a positive score. The pre-natal room counted on the necessary equipment, but the card registration was inadequate. CONCLUSION: greater incentive regarding the partner's presence is required, as well as coherence between the records inserted into the pregnant woman's card and the nurse's evaluation of the care provided.


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Cuidado Pré-Natal , Qualidade da Assistência à Saúde , Avaliação em Saúde , Enfermagem no Consultório , Gestantes , Saúde Materno-Infantil , Estratégia Saúde da Família , Saúde Materna , Cuidados de Enfermagem
11.
Recurso na Internet em Português | LIS - Localizador de Informação em Saúde | ID: lis-47798

RESUMO

Traz informações acerca de estudos sobre análises comparativas de estratégias em termos de custos e desfechos em saúde num determinado horizonte temporal.


Assuntos
Economia da Saúde , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Custos e Análise de Custo , Avaliação em Saúde
12.
Québec; INESSS; 5 aout 2020.
Não convencional em Francês | BRISA/RedTESA | ID: biblio-1117460

RESUMO

CONTEXTE: Le présent document ainsi que les constats qu'il énonce ont été rédigés en réponse à une interpellation du ministère de la Santé et des Services sociaux dans le contexte de l'urgence sanitaire liée à la maladie à coronavirus (COVID-19) au Québec. L'objectif est de réaliser une recension sommaire des données publiées et de mobiliser les savoirs clés afin d'informer les décideurs publics et les professionnels de la santé et des services sociaux. Bien que les constats reposent sur un repérage exhaustif des données scientifiques publiées, la sélection et l'évaluation de la qualité méthodologique des études ne reposent pas sur une méthode systématique selon les normes habituelles à l'INESSS. Par ailleurs, les positions ne découlent pas d'un processus de consultation élaboré. Dans les circonstances d'une telle urgence de santé publique, l'INESSS reste à l'affût de toutes nouvelles données, qu'elles soient de nature scientifique ou contextuelle, susceptibles de lui faire modifier cette réponse. POSITION DE L'INESSS: En respect de l'évaluation des cinq critères prévus par la Loi et en attente d'un avis d'inscription aux Listes des médicaments, l'INESSS, basé sur la documentation scientifique disponible au moment de sa rédaction, sur les consultations menées et malgré l'incertitude existante


Assuntos
Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Nucleosídeos/análogos & derivados , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde
13.
Québec; INESSS; 1 aout 2020.
Não convencional em Francês | BRISA/RedTESA | ID: biblio-1117461

RESUMO

PRÉSENTATION DE LA DEMANDE: Le 16 juin dernier, des résultats sur les bénéfices potentiels de la dexaméthasone sur la diminution du risque de mortalité chez des patients COVID-19 hospitalisés dont l'état est grave ou critique ont été annoncés sur la page web de l'étude britannique Recovery. À la demande du MSSS, l'INESSS a évalué la place de ce médicament dans le traitement de la COVID-19. Il est convenu d'assurer une veille scientifique pour actualiser l'état des connaissances le cas échéant dans les prochaines semaines. Compte tenu de la publication de résultats préliminaires de l'étude dans le New England Journal of Medecine le 17 juillet dernier, il a été convenu par l'INESSS de mettre à jour cette réponse. MÉTHODOLOGIE: Questions d'évaluation. Est-ce que la dexaméthasone est efficace et sécuritaire pour traiter les patients (adulte, enfant, femme enceinte) COVID-19 confirmés dont l'état grave ou critique exige une hospitalisation et une oxygénothérapie? Quelle est la position des sociétés savantes, des agences règlementaires, des agences de santé publique et des agences d'évaluation des technologies en santé sur l'usage des corticostéroïdes dont la dexaméthasone dans le traitement de la COVID-19? Type de revue de littérature : revue rapide non systématique. SOMMAIRE DES RÉSULTATS: La COVID-19 est une maladie causée par le virus SARS-CoV-2 qui infecte préférentiellement les cellules qui expriment à leur surface l'enzyme de conversion de l'angiotensine 2 (de l'anglais ACE 2) [Letko et al., 2020; Zhou et al., 2020] présente majoritairement dans le tractus respiratoire, mais aussi le tube digestif, les reins et le coeur [Zou et al., 2020; Li et al., 2003].Une fois le virus à l'intérieur de la cellule, toute la machinerie cellulaire et le matériel protéique et génomique sont détournés en faveur de la production de protéines virales puis de la réplication de l'ARN qui sont nécessaires à la fabrication de nouvelles copies du virus [Fehr et Perlman, 2015]. Dès les premiers signes d'infection, la réponse immunitaire innée constitue une barrière essentielle contre les dommages liés à la multiplication virale. Déclenchée par la reconnaissance de signatures moléculaires virales ou cellulaires, cette réponse converge vers la production de cytokines et chimiokines pro-inflammatoires ainsi que d'interférons de type I, une étape qui permet notamment le recrutement d'autres cellules immunitaires puis la mobilisation et la coordination de la réponse nécessaire pour contenir et enrayer l'infection. Il a été démontré que la forme grave de la COVID-19 est associée à une pneumonie interstitielle puis à des dommages alvéolaires pouvant précipiter un syndrome de détresse respiratoire aiguë (SDRA). La diminution de la perfusion sanguine provoque un dysfonctionnement d'un ou plusieurs organes et parfois un syndrome de défaillance multiviscérale (SDMV) menant au décès [Yang et al., 2020]. Les données actuellement disponibles indiquent que le développement de cette forme sévère de COVID-19 pourrait être causé par la survenue d'un syndrome de libération de cytokines pro-inflammatoires (cytokine release syndrome, CRS) [Liu et al., 2020]. Ce dernier est une réponse aberrante du système immunitaire; il a été mis en évidence dans diverses pathologies infectieuses, dont certaines infections respiratoires humaines causées par des coronavirus [Channappanavar et Perlman, 2017]. Cette cascade inflammatoire peut mener à un choc cytokinique lorsque la production de cytokines en excès est auto-entretenue. Ce phénomène d'inflammation massive entraine une augmentation importante de la perméabilité vasculaire; l'entrée de fluides et de cellules sanguines dans les alvéoles mène à l'aggravation de la dyspnée et à la survenue d'une détresse respiratoire. DISCUSSION: Depuis le début de la pandémie, une étude clinique a été publiée sur l'effet de la dexaméthasone chez les patients COVID-19 hospitalisés. Par ailleurs, la plupart des guides de pratique clinique consultés mentionnent qu'il n'y a pas actuellement de preuves suffisantes pour émettre une recommandation en faveur de l'utilisation des corticostéroïdes d'emblée. Cependant, dans le contexte d'urgence sanitaire, dans un souci de diminuer la mortalité, un certain nombre de juridictions recommande toutefois de recourir à ces molécules dans des conditions bien précises chez les sujets dont la situation clinique est sévère ou critique. L'état actuel des connaissances scientifiques basé sur la publication des résultats préliminaires d'un ECRA ouvert portant sur la dexaméthasone, permet de se prononcer en faveur de l'usage de ce médicament chez des patients COVID-19 hospitalisés ayant des besoins en oxygénothérapie. En effet, les résultats partagés par l'équipe de l'Université de Oxford sont encourageants et suggèrent que cet usage à faible dose, comparativement aux soins standards, réduirait la mortalité des patients dans un état grave ou critique nécessitant un support respiratoire, avec un impact plus marqué chez ceux ayant recours à une ventilation mécanique invasive. Bien que ces résultats soient préliminaires, ils proviennent d'un ECRA national. Le protocole de l'essai Recovery est public et ce dernier (avec la publication) permet d'apprécier la pertinence des analyses statistiques effectuées, la prise en considération des facteurs confondants ayant pu influencer les résultats de l'étude, les caractéristiques des patients au début de l'essai et les éventuels déséquilibres entre les groupes ainsi que la puissance statistique des résultats. Il est cependant important d'attendre la publication de tous les résultats pour éventuellement augmenter le niveau de certitude. Cette publication devrait également permettre d'apprécier les effets indésirables de la dexaméthasone chez des patients COVID-19 hospitalisés ayant des besoins en oxygénothérapie. Par ailleurs, dans une étude non révisée par les pairs à répartition partiellement aléatoire, les auteurs ont évalué l'efficacité de la méthylprednisolone, comparativement aux soins standards, chez des patients hospitalisés pour une infection au SRAS-CoV-2 modérée à sévère mais ne requérant pas de ventilation mécanique ou d'intubation [Corral et al., 2020]. Après 6 jours de traitement par injection IV du glucocorticoïde (40 mg aux 12 heures pendant 3 jours puis 20 mg aux 12 heures pendant 3 jours), les auteurs ont observé que la méthylprednisolone diminuait le risque de décès, d'admission en soins intensifs et de besoin en ventilation non-invasive (RR : 0,55 [IC 95%: 0,33; 0,91] ; valeur de p = 0,024). Bien que cette étude comporte plusieurs biais et limites et qu'elle ne concerne pas directement la dexaméthasone, les résultats semblent montrer une tendance similaire. Les résultats d'autres essais cliniques en cours de réalisation sont attendus dans les prochaines semaines voire mois et permettront de mieux apprécier les effets de la dexaméthasone, en combinaison ou non avec d'autres médicaments, dans l'évolution clinique et le pronostic de la COVID-19 et le cas échéant si les bénéfices surpassent les risques. Cette réponse, réalisée dans les circonstances d'une urgence sanitaire, comporte certaines limites qui méritent d'être soulignées. Les constats sont basés sur une communication rapide des principaux résultats d'un ECRA empreinte d'une certaine incertitude. La position de l'INESSS n'a pas fait l'objet d'une consultation élaborée avec les experts. En demeurant à l'affût de nouvelles données scientifiques, cette réponse permet d'informer les professionnels de la santé et de les soutenir dans leur prise de décision clinique dans le contexte de la pandémie actuelle.


Assuntos
Humanos , Dexametasona/uso terapêutico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde
14.
Québec; INESSS; 8 aout 2020.
Não convencional em Francês | BRISA/RedTESA | ID: biblio-1117465

RESUMO

CONTEXTE: Le présent document ainsi que les constats qu'il énonce ont été rédigés en réponse à une interpellation du ministère de la Santé et des Services sociaux dans le contexte de l'urgence sanitaire liée à la maladie à coronavirus (COVID-19) au Québec. L'objectif est de réaliser une recension sommaire des données publiées et de mobiliser les savoirs clés afin d'informer les décideurs publics et les professionnels de la santé et des services sociaux. Bien que les constats reposent sur un repérage exhaustif des données scientifiques publiées, la sélection et l'évaluation de la qualité méthodologique des études ne reposent pas sur une méthode systématique selon les normes habituelles à l'INESSS. Par ailleurs, les positions ne découlent pas d'un processus de consultation élaboré. Dans les circonstances d'une telle urgence de santé publique, l'INESSS reste à l'affût de toutes nouvelles données susceptibles de lui faire modifier cette réponse. POSITION DE L'INESSS: Basé sur la documentation scientifique disponible au moment de sa rédaction, et sur les consultations menées, l'INESSS estime que: TRAITEMENT COVID-19 confirmée, patients non hospitalisés: -Les biothérapies dirigées contre l'interleukine-6 (siltuximab) ou son récepteur (tocilizumab, sarilumab) ciblent un médiateur clé de la réponse immunitaire antivirale mais aussi du syndrome de libération des cytokines, une complication survenant au cours d'une phase plus tardive de l'infection. Pour ne pas nuire aux mécanismes de défense contre l'infection virale ces biothérapies ne devraient pas être envisagés chez des patients COVID-19 confirmés dont l'état clinique ne justifie pas une hospitalisation. COVID-19 confirmée, patients hospitalisés dans un état grave ou critique: -L'incertitu


Assuntos
Humanos , Interleucinas/uso terapêutico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde
15.
Mendoza; s.n; 5 ago. 2020.
Não convencional em Espanhol | BRISA/RedTESA | ID: biblio-1118694

RESUMO

CONTEXTO: La HAP es una condición crónica progresiva de baja incidencia, estimada en 2,4/1mill./año y una prevalencia de 15casos /mill.hab/año por lo que se la considera una enfermedad rara. Los síntomas más comunes son disnea, dolor torácico, fatiga y síncope. Presenta una elevada mortalidad y su sobrevida alcanza 2,8 años en adultos sin tratamiento. El objetivo terapéutico del abordaje de la enfermedad es mejorar la función pulmonar, alcanzando una clase funcional I, ya que las clases funcionales III y IV se asocian con un riesgo medio y elevado de muerte. Los datos de incidencia en Argentina provienen de un estudio realizado en base a datos del Censo 2001 y proyecciones en el que se identificó una tasa de mortalidad de 1.39 y 2.39 muertes/millón habitantes (promedio 76 muertes/año); con un predominio sexo femenino (1.76 a 3.16/millon) en comparación con los varones (0.9 a 2.11/millón). los tratamientos disponibles los mismos abarcan medidas terapéuticas generales, fármacos inespecíficos (diuréticos, anticoagulantes, oxigenoterapia y fármacos específicos como Bloqueantes de los canales del Ca, Antagonistas de los receptores de endotelina, Inhibidores de la Fosfodiesterasa-5(IP-5), Análogos de Prostaciclina. Selexipag (ATC: B01AC27), es un agonista del receptor IP de prostaciclina, activa la vía IP2, produciendo relajación de las Células del Músculo Liso Arterial Pulmonar. Se administra una dosis inicial de 200 mcg dos veces al día, hasta un máximo de 1600 mcg dos veces al día, en escalonamiento semanales. METOLODOGÍA: El objetivo del presente fue analizar la evidencia disponible sobre eficacia, seguridad de Selexipag en el tratamiento de Hipertensión Arterial Pulmonar (HAP)y emitir una recomendación de cobertura. Se realizó una búsqueda bibliográfica sistematizada, la que permitió hallar 33 documentos de los que se seleccionaron por criterio (completos, diseño) 17 para su análisis. Paralelamente se evaluó el impacto presupuestario para el Ministerio de Salud, y los impactos en la equidad y en la salud pública. La calidad de la evidencia disponible para la droga es moderada (ensayos clínicos vs placebo, no existen comparaciones directas, desenlaces combinados). La magnitud de los beneficios en el paciente tales como mejora en la Clase funcional, mortalidad y sobrevida es ESCASO ó nulos, según la evidencia analizada. Emitir una recomendación de cobertura para pacientes de la provincia de Mendoza. RESULTADOS: Se incluyeron 4 Ensayos clínicos, una Revisión sistemática y un metaanálisis en red. CONCLUSIONES: Escaso beneficio clínico de Selexipag en el tratamiento de la HAP I, Clase funcional II-III, (sección 9-f) junto a impactos negativos en demás aspectos valorados, no permiten recomendar la inclusión a la cobertura del Ministerio de Salud. Asegurar la continuidad de los tratamientos como ARE, Bloq.Calcio, IP-5 como el resto de las medidas de apoyo a los pacientes para evitar la progresión de la enfermedad, resulta clave. Se establece revisar la evidencia para la droga en el término de un año, ante nueva información disponible o al requerimiento de profesionales, pacientes, productores y/o gestores.


Assuntos
Humanos , Receptores de Epoprostenol/agonistas , Hipertensão Pulmonar/tratamento farmacológico , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde , Análise Custo-Benefício
16.
Buenos Aires; IECS; 25 ago. 2020.
Não convencional em Espanhol | LILACS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-1119343

RESUMO

CONTEXTO CLÍNICO: La enfermedad por el Coronavirus 2019 (COVID-19), por su sigla en inglés Coronavirus Disease 2019) es una enfermedad respiratoria de humanos por un nuevo Coronovirus identificado con la sigla SARS-CoV-2. TECNOLOGÍA: El dióxido de cloro (ClO2) es un gas de producción industrial de color amarillo a amarillo rojizo que no se encuentra de forma natural en el medio ambiente. Se lo considera como peligroso para el medio ambiente, especialmente para los organismos acuáticos, y normalmente se lo utiliza para desinfectar superficies y el agua para consumo humano, y como blanqueador de pulpa de madera para la fabricación de papel. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia, seguridad y recomendaciones de sociedades para uso de dióxido de cloro en pacientes con COVID-19. MÉTODOS: Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas, en buscadores genéricos de internet, financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas (RS), ensayos clínicos controlados aleatorizados (ECAs), evaluaciones de tecnologías sanitarias (ETS), evaluaciones económicas, guías de práctica clínica (GPC) y recomendaciones de diferentes organizaciones de salud. RESULTADOS: Se incluyeron un pequeño estudio observacional (serie de casos) en curso y 21 recomendaciones de sociedades científicas. No se hallaron estudios que evalúen la eficacia y seguridad del dióxido de cloro en COVID-19, como en ninguna otra patología. CONCLUSIONES: No se hallaron estudios que evalúen la eficacia del dióxido de cloro para la prevención o el tratamiento de la infección por COVID-19. Se identificaron varios reportes a nivel mundial indicando que el dióxido de cloro ha causado muertes, graves problemas de salud y pérdidas económicas entre sus usuarios. La Organización Panamericana de la Salud, como todos los Ministerios de Salud y Sociedades científicas de los países relevados, y alentando el reporte de casos detectados de morbimortalidad atribuible a su consumo a las autoridades competentes.


Assuntos
Humanos , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Dióxido de Cloro/efeitos adversos , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde , Análise Custo-Benefício
17.
Buenos Aires; IECS; 18 ago. 2020.
Não convencional em Espanhol | LILACS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-1119347

RESUMO

CONTEXTO CLÍNICO: La enfermedad por el Coronavirus 2019 (COVID-19), por su sigla en inglés Coronavirus Disease 2019) es una enfermedad respiratoria de humanos por un nuevo Coronovirus identificado con la sigla SARS-CoV-2. TECNOLOGÍA: Los glucocorticoides (GCS) son una familia de medicamentos antiinflamatorios e inmunomodulares que se utilizan en el tratamiento de diversas patologías cuyo principal componente etiopatogénico es la inflamación. Dentro de los mecanismos de acción propuestos se encuentran> inhibición de citoquinas inflamatorias (IL-1 y IL-2), inhibición de la migración de lecucocitaria, inhibición de la desgranulación de mastocitos, depleción linfocitaria (principalmentelinfocitos T), incremento de citoquinas anti-inflamatorias (IL-10). Dentro de las alternativas para la administración sistémica se pueden mencionar a la hidrocortisona, dexametasona, betametasona, predinisona, prednisolona, metilprednisolona y deflazacort. Todos ellos difieren principalmente en el grado de actividad mineralocorticorticoide y vida media. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia y seguridad de los tratamientos propuestos del síndrome inflamatorio multisistémico asociado a COVID-19 en pacientes pediátricos. MÉTODOS: Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas, en buscadores genéricos de internet, financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas (RS), ensayos clínicos controlados aleatorizados (ECAs), evaluaciones de tecnologías sanitarias (ETS), evaluaciones económicas, guías de práctica clínica (GPC) y recomendaciones de diferentes organizaciones de salud. RESULTADOS: No se encontró evidencia acerca de la efectividad comparativa (ya sea contra medidas de soporte/placebo o entre diversos tratamientos activos entre si) del tratamiento con inmunoglobulinas, corticoides o agentes biológicos inmunomoduladores en pacientes pediátricos con síndrome de inflamación multisistémica asociado a COVID-19. Se incluyeron estudios obervacionales y o recomendaciones, acerca del tratamiento de esta patología en niños, niñas y adolescentes. Solo se encontró un ensayo clínico en curso para evaluar el tratamiento con células del estroma mesenquimal a los que se les administrará corticoides (hidrocortisona) y difenhidramina en esta población. Se describe a continuación información proveniente de cuatro series de casos y se incluyen cinco guías de práctica clínica donde mencionan las alternativas terapéuticas en el tratamiento del SIMP. CONCLUSIONES: Evidencia de muy baja calidad proveniente de series de casos no permite determinar la eficacia ni la seguridad del tratamiento con inmunoglobulinas, corticoides y agentes biológicos inmunomoduladores en pacientes pediátricos con síndrome inflamatorio multisistémico asociado a COVID-19.


Assuntos
Humanos , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica/etiologia , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Glucocorticoides/uso terapêutico , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde , Análise Custo-Benefício
18.
Buenos Aires; IECS; 13 ago. 2020.
Não convencional em Espanhol | LILACS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-1119354

RESUMO

CONTEXTO CLÍNICO: La enfermedad por el Coronavirus 2019 (COVID-19), por su sigla en inglés Coronavirus Disease 2019) es una enfermedad respiratoria de humanos por un nuevo Coronovirus identificado con la sigla SARS-CoV-2. TECNOLOGÍA: La cabina sanitizante es una camera, túnel o puerta donde las personas son desinfectadas mediante distintos medios. En algunos casos son cerradas y la desinfección es estática y en otros son abiertas y la misma es de forma dinámica mientras la persona atraviesa el túnel sin tener que detenerse. Los medios de desinfección pueden ser mediante rayos ultravioletas (UV), ozono o algún desinfectante químico. OBJETIVO: El objetivo del presente informe es evaluar la evidencia disponible acerca de la eficacia y seguridad de la cabina sanitizante en el tratamiento de la infección por COVID-19. MÉTODOS: Se realizó una búsqueda en las principales bases de datos bibliográficas, en buscadores genéricos de internet, financiadores de salud. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas (RS), ensayos clínicos controlados aleatorizados (ECAs), evaluaciones de tecnologías sanitarias (ETS), evaluaciones económicas, guías de práctica clínica (GPC) y recomendaciones de diferentes organizaciones de salud. RESULTADOS: Se incluyeron cuatro evaluaciones de tecnológicas sanitarias y ocho GPC o recomendaciones, acerca del uso sanitizantes en la prevención de la infección por COVID-19. CONCLUSIONES: No se encontró evidencia acerca de la eficacia ni la seguridad de la implementación de la cabina (o túnel) sanitizante para la prevención de COVID-19.


Assuntos
Humanos , Câmaras , Desinfecção/métodos , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde , Análise Custo-Benefício
19.
Lima; IETSI; 24 ago. 2020.
Não convencional em Espanhol | LILACS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-1119647

RESUMO

INTRODUCCIÓN: Uno de los mayores intereses en el campo de la salud y en torno a la pandemia de COVID-19 es el desarrollo de estrategias para reducir la transmisión de la infección por SARS-CoV-2, incluyendo la protección de los trabajadores de salud, grupo de riesgo frente a la infección por este virus (Ng et al. 2020). La extubación es un procedimiento generador de aerosoles debido a la respuesta refleja del sistema respiratorio durante esta actividad, manifestada como la presencia de tos en algunos pacientes a los que se les realiza destete del ventilador mecánico (Brewster et al. 2020). Realizar la extubación requiere la proximidad de los trabajadores de salud con los pacientes, los cuales, incluyendo los casos de pacientes con COVID-19, suelen seguir siendo infecciosos al momento de la extubación (Brewster et al. 2020, Zhou et al. 2020, Ng et al. 2020), por lo que realizar esta actividad incrementaría la probabilidad de transmisión de esta infección viral. Ante ello, diversos grupos relacionados a la anestesiología señalan como útil el empleo de medicación que reduzca la generación de tos durante la extubación, que, junto a otras medidas de protección, disminuiría la probabilidad de transmisión de la infección por SARS-CoV-2 (Brown et al. 2020, Cook et al. 2020, D'Silva et al. 2020, Tan Li et al 2020). En EsSalud, se dispone de lidocaína y fentanilo, medicamentos descritos en la literatura científica como útiles para reducir la tos en pacientes a los que se les realizará el destete de la ventilación mecánica. Sin embargo, algunos especialistas argumentan que estos agentes sedantes podrían causar depresión respiratoria, retraso en el despertar e incrementar el riesgo de delirio si son administrados por periodos largos. Adicionalmente, los especialistas argumentan que dexmedetomidina es una alternativa que ofrecería la ventaja un despertar más rápido y una menor incidencia de delirio, además de reducir la incidencia de tos durante la extubación, estos efectos facilitarían la extubación del paciente y disminuiría la transmisión del SARS-CoV-2 al equipo médico tratante en la UCI. En ese sentido, el presente documento tuvo como objetivo evaluar la eficacia y seguridad de dexmedetomidina comparado con lidocaína y fentanilo para destete de ventilación mecánica invasiva en pacientes con COVID-19. TECNOLOGÍA DE INTERÉS: Dexmedetomidina es un agonista selectivo de los receptores alfa-2 con efectos ansiolíticos, sedantes (mediados por la inhibición del locus coeruleus, el núcleo noradrenérgico predominante, situado en el tronco cerebral) y analgésicos, produciendo además un efecto simpaticolítico al disminuir la liberación de noradrenalina en las terminaciones nerviosas simpáticas. METODOLOGÍA: Se buscó la evidencia disponible al 24 de agosto del 2020 en las siguientes bases de datos bibliográficas: PubMed, The Cochrane Library y LILACS. Asimismo, se realizó una búsqueda en sitios web pertenecientes a grupos que realizan evaluaciones de tecnologías sanitarias y guías de práctica clínica, incluyendo: The Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health (CADTH), Scottish Medicines Consortium (SMC), The National Institute for Health and Care Excellence (NICE), Institute for Quality and Efficiency in Healthcare (IQWiG), Haute Authorité de Santé (HAS), Institute for Clinical and Economic Review (ICER) y el portal BRISA (Base Regional de Informes de Evaluación de Tecnologías en Salud de las Américas). Adicionalmente, se realizó búsqueda de evidencia en sitios web de organizaciones internacionales en anestesiología o de instituciones que estén desarrollando protocolos para el manejo de pacientes con COVID-19. RESULTADOS: En la búsqueda de la evidencia no se identificaron estudios que evalúen la eficacia y seguridad de dexmedetomidina, comparado con lidocaína y fentanilo, para el destete de ventilación mecánica invasiva, en pacientes con COVID-19. Sin embargo, se identificaron: tres GPC o consensos de expertos elaborados por la Safe Airway Society, Alfred ICU y la Difficult Airway Society e instituciones colaboradoras; una RS con metaanálisis en red realizada por Tung et al., así como dos ensayos clínicos controlados, aleatorizados (ECA) que no fueron incluidos en la RS. Se debe precisar que esta RS y estos ECA no fueron realizados en la población de interés del presente reporte breve (pacientes con COVID-19); por lo que fueron incluidos como evidencia indirecta. CONCLUSIONES: En el presente documento, se evaluó la mejor evidencia científica disponible hasta la actualidad sobre eficacia y seguridad de dexmedetomidina comparado con lidocaína y fentanilo para destete de ventilación mecánica en pacientes con COVID-19. Se encontraron: tres GPC o consensos de expertos, una RS y dos ECA. La RS y los ECA incluidos aportan al reporte breve como evidencia indirecta; al no haber sido desarrollados en pacientes con COVID-19. Las guías de la Safe Airway Society (SAS), Alfred ICU y de la Difficult Airway Society (DAS) e instituciones colaboradoras que fueron elaboradas para dar recomendaciones para el proceso de extubación en pacientes con COVID-19, hacen mención a dexmedetomidina (SAS, Alfred ICU), opioides como el fentanilo (SAS y DAS) y la lidocaína (SAS, DAS) para reducir la tos durante el proceso de extubación, aunque precisan la ausencia de evidencia sobre el uso de este medicamentos en pacientes con COVID-19, señalando que se debe evaluar el balance riesgo-beneficio para el uso de los mismos. En general, las recomendaciones descritas en estos documentos proceden de consensos por opinión de expertos, y no establecen una preferencia de un medicamento sobre los otros. En cuanto a los resultados de la RS con MA en red de Tung et al., y los ECA de Kothari et al., y Hu et al., no han podido encontrar evidencia que apoye la hipótesis que el efecto de la dexmedetomidina sea superior al de lidocaína y fentanilo sobre el manejo de la tos (esto es, no se encontraron diferencias entre estos). Estos resultados deben ser interpretados con cautela debido a que la población de estudio de los mismos no son pacientes COVID-19. No obstante, la información que proporcionan puede ayudar a tener una idea del efecto que se podría esperar con el uso de cada uno de los medicamentos mencionados, tanto en eficacia como en seguridad. Al respecto, frente a una ausencia de diferencia entre dexmedetomidina en comparación con lidocaína y fentanilo, se tiene evidencia que la primera tiene un mayor riesgo de bradicardia que los dos últimos. Esto se condice con la literatura previa acerca de dicho medicamento (dexmedetomidina), donde además se describe que los adultos mayores y personas con comorbilidades presentan una mayor proporción de eventos de bradicardia atribuibles al uso de dexmedetomidina lo que, siendo que estos grupos poblacionales son los más afectados por COVID-19, sería esperable una mayor presencia de bradicardia como evento adverso en pacientes con COVID-19 que reciben dexmedetomidina, lo que llama a la precaución cuando se considera el uso de esta tecnología en estos pacientes. De este modo, la mejor evidencia disponible a la fecha (24 de agosto del 2020), procedente de tres GPC o consensos de expertos, una RS con metaanálisis en red y dos ECA, apunta a que el balance de riesgo-beneficio del empleo de dexmedetomidina comparado con el uso de lidocaína o fentanilo, en la reducción de la tos durante el destete de ventilación mecánica en pacientes con COVID-19 es de alta incertidumbre, especialmente por el hecho que la dexmedetomidina está asociada a un mayor riesgo de reacciones adversas frente a los otros dos medicamentos, especialmente en lo referente a bradicardia. Por ello, con este cuerpo de evidencia, el IETSI no ha encontrado sustento técnico que pueda apoyar una recomendación a favor del uso de dexmedetomidina por sobre el de lidocaína o fentanilo en pacientes COVID-19 para reducir la tos al momento de la extubación.


Assuntos
Humanos , Respiração Artificial/métodos , Desmame do Respirador/instrumentação , Fentanila/administração & dosagem , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Dexmedetomidina/administração & dosagem , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Lidocaína/administração & dosagem , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde
20.
s.l; RedARETS; ago. 2020.
Não convencional em Espanhol | LILACS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-1116529

RESUMO

INTRODUCCIÓN: La infección con cuatro de las cepas de coronavirus más comunes (HCoV-229E, HCoV-OC43, HCoV-NL63 y HCoV-HKU1) generalmente conduce a cuadros leves y autolimitadas del tracto respiratorio superior1. Sin embargo, otros coronavirus están asociados con el síndrome respiratorio agudo severo (SARS-CoV) y el síndrome respiratorio del Medio Oriente (MERS-CoV). En marzo de 2020, la Organización Mundial de la Salud (OMS) declaró el brote de COVID-19 como una pandemia mundial, causada por el SARS-CoV-2, una variante del coronavirus. Los síntomas de infección generalmente son inespecíficos e incluyen fiebre, tos y mialgia, diarrea, con o sin el desarrollo posterior de disnea2. Durante la epidemia de SARS-CoV de 2003, se administraron corticosteroides sistémicos como parte del tratamiento en pacientes infectados que desarrollarán una enfermedad respiratoria grave. Existen experiencias con respecto a la utilización de los corticoides como parte del tratamiento de otras infecciones virales, por ejemplo influenza3 y virus respiratorio sincicial4, no habiéndose demostrado resultados beneficiosos y registrándose en algunos casos eventos adersos importantes e incluso incremento en la mortalidad. Teniendo en cuenta esta evidencia indirecta, múltiples organizaciones y autoridades sanitarias sostuvieron que que los corticosteroides no deberían usarse para el tratamiento de COVID-19. Por lo tanto, los efectos terapéuticos y secundarios de la terapia con glucocorticoides sistémicos en pacientes con COVID-19 actualmente no están claros. La reciente publicación de los resultados preliminares de un ensayo aleatorizado multicéntrico (RECOVERY) reportando efectividad del tratamiento con bajas dosis de dexametasona en pacientes con infección grave por SARS-CoV-2; plantea la necesidad de realizar una revisión exhaustiva de la literatura actualmente disponible con el objetivo de identificar y valorar críticamente la evidencia sobre la efectividad y seguridad de la terapia con dexametasona en pacientes adultos con COVID-19, considerando su impacto sobre desenlaces clínicamente relevantes. METODOLOGÍA: Se utilizó la metodología GRADE para la evaluación de la certeza en la evidencia incluída. Para este fin se conformó un equipo multidisciplinario e independiente de conflictos de interés para realizar un informe de ETS. Se realizó una búsqueda amplia, no sistemática, en numerosas bases de datos, organismos sanitarios nacionales e internacionales, repositorios y bases de datos de ETS de distintas agencias, Guías de Práctica Clínica o Protocolos basados en Evidencia. RESULTADOS: La evidencia incluida indicó que el uso de glucocorticoides (dexametasona 6 mg/día por 10 días) en pacientes con neumonía por COVID-19 mostró reducir la mortalidad global a los 28 días, (22.9% vs. 25.7; RR 0.83, IC 95% 0.75 a 0.93), es decir que sería necesario tratar a 33 pacientes para evitar una muerte (NNT 33), (ALTA CONFIANZA). Se observó una disminución global significativa de progresión del cuadro respiratorio con requerimiento de AVM de los pacientes tratados (5,7% vs. 7.8%; RR 0.77; IC 95% 0.62 a 0.95). (CONFIANZA MODERADA). CONCLUSIONES: Se recomienda la administración de dexametasona 6 mg/día durante 10 días en los pacientes con neumonía severa por COVID y requerimientos de oxigenoterapia o AVM, teniendo las precauciones habituales para el uso de dosis bajas de corticoides.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Dexametasona/administração & dosagem , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Avaliação em Saúde , Análise Custo-Benefício
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA