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1.
Brasília, D.F.; OPAS; 2020-12-01. (OPAS-W/BRA/PHE/COVID-19/20-156).
Não convencional em Português | PAHO-IRIS | ID: phr2-53079

RESUMO

Desde que o Regulamento Sanitário Internacional (2005) (RSI 2005) entrou em vigor, em 2007, houve um reconhecimento crescente de que, diferente de portos e aeroportos, passagens de fronteiras terrestres frequentemente são passagens informais entre dois países sem estrutura física, barreiras ou fronteiras. Ademais, passagens de fronteiras terrestres desempenham importante papel na disseminação internacional da doença. Viajantes e pessoas que vivem e trabalham em fronteiras ou próximo a elas são particularmente vulneráveis a essa ameaça. O presente documento orienta países sobre como reduzir a disseminação da COVID-19 resultante de viagens, transporte e comércio nas passagens de fronteiras terrestres e proximidades.


Assuntos
Infecções por Coronavirus , Emergências , Coronavirus , Infecções por Coronavirus , Regulamento Sanitário Internacional , Controle Sanitário de Fronteiras , Doenças Transmissíveis
2.
Washington, D.C.; OPS; 2020-10-09. (OPAS/IMS/PHE/COVID-19/20-0043).
em Português | PAHO-IRIS | ID: phr2-52935

RESUMO

Este documento foi elaborado pela Repartição Sanitária Pan-Americana em cumprimento da resolução sobre A Pandemia de COVID-19 na Região das Américas, aprovada pelo 58º Conselho Diretor da OPAS em setembro de 2020. No documento são resumidas as considerações relativas ao processo de decisão para a retomada das viagens internacionais não essenciais no contexto da pandemia de COVID-19 e, considerando que esse risco não pode ser eliminado, são incluídas as principais medidas que devem ser implementadas para aceitar e mitigar o risco de propagação internacional do SARS-CoV-2. Também são fornecidos mais detalhes sobre o possível uso de testes para a COVID-19, destacando os desafios primários (biológicos, técnicos e epidemiológicos) e as limitações secundárias (legais, operacionais e de recursos).


Assuntos
Infecções por Coronavirus , Coronavirus , Betacoronavirus , Pandemias , Regulamento Sanitário Internacional , Controle de Infecções , Doença Relacionada a Viagens , Controle Sanitário de Viajantes , Controle Sanitário de Fronteiras , América
5.
Campo Grande; s.n; jun. 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1103518

RESUMO

Em 29 de dezembro de 2019, um hospital em Wuhan admitiu quatro pessoas com pneumonia e reconheceu que as quatro haviam trabalhado no Mercado Atacadista de Frutos do Mar de Huanan, que vende aves vivas, produtos aquáticos e vários tipos de animais selvagens ao público. O hospital relatou essa ocorrência ao Centro de Controle de Doenças (CDCChina) e os epidemiologistas de campo da China (FETP-China) encontraram pacientes adicionais vinculados ao mercado e, em 30 de dezembro, as autoridades de saúde da província de Hubei notificaram esse cluster ao CDC da China. A partir desse momento uma série de ações foi adotada, culminando com a ativação no dia 22 de janeiro de 2020 do Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública (COE- COVID-19), do Ministério da Saúde (MS) coordenado pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), com o objetivo de nortear a atuação do MS na resposta à possível emergência de saúde pública, buscando uma atuação coordenada no âmbito do SUS. O Brasil adota a ferramenta de classificação de emergência em três níveis, seguindo a mesma linha utilizada globalmente na preparação e resposta em todo o mundo. Portanto, Secretarias de Saúde dos Municípios, Estados e Governo Federal, bem como serviços de saúde pública ou privada, agências, empresas devem ter o plano nacional como norteador de seus próprios planos de contingência e suas medidas de resposta. Toda medida deve ser proporcional e restrita aos riscos vigentes. Este documento apresenta o Plano de Contingência Estadual para Infecção Humana pelo Coronavírus (COVID-19) para Mato Grosso do Sul, em caso de surto de COVID-19 e define o nível de resposta e a estrutura de comando correspondente a ser configurada, em cada nível de resposta.


Assuntos
Humanos , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/transmissão , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Planos de Contingência , Vigilância em Saúde Pública/métodos , Brasil , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Portos e Embarcações , Controle Sanitário de Fronteiras
7.
s.l; Paraná (Estado). Secretaria de Estado; jun. 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1102899

RESUMO

O Plano de Contingência é um documento elaborado com o intuito de auxiliar o Estado do Paraná na resposta ao enfrentamento da pandemia pelo coronavírus, originada na cidade de Wuhan, na China, no final do ano de 2019. O vírus SARS CoV-2, causador da Doença COVID-19, pode determinar sérios danos à saúde das pessoas e à economia dos entes federados. Neste Plano estão definidas as responsabilidades da Secretaria de Estado e Secretarias Municipais de Saúde, em parceria com o Ministério da Saúde, na organização necessária para gestão e funcionamento dos serviços de saúde, de modo a atender as situações de emergência relacionadas à circulação do vírus no Paraná. O documento visa a integralidade das ações na prevenção e monitoramento da doença, bem como na assistência à saúde da população. As ações em andamento e as que serão implementadas devem promover a assistência adequada às pessoas, com sensível e oportuna atuação da vigilância em saúde, bem como ações de informação e comunicação. Para tanto, é necessário que os municípios mantenham seus planos de contingência atualizados, contemplando a realidade local para planejamento e organização de ações. Estas diretrizes têm por objetivo colaborar com os serviços de saúde na mitigação dos processos epidêmicos, comunicação de risco e na redução da morbimortalidade por COVID-19. As equipes de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) já desenvolvem diversas atividades de rotina e deverão dar sustentação às ações definidas neste Plano de Contingência.


Assuntos
Pneumonia Viral , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Planos de Contingência , Vigilância em Saúde Pública , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Portos e Embarcações , Controle Sanitário de Fronteiras , Informação de Saúde ao Consumidor/métodos , Comunicação em Saúde/métodos
8.
s.l; s.n; jun. 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1103444

RESUMO

Diante da Emergência em Saúde Pública declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na data de 30 de janeiro do ano corrente, por doença respiratória causada pelo agente novo coronavírus (COVID-19), conforme casos detectados na China, e considerando-se as recomendações da OMS, a Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS) definiu a ativação do Centro de Operação de Emergência (COE) COVID-19. Este documento apresenta o Plano de Contingência Estadual, o qual está em consonância com o Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo novo Coronavírus, que definem o nível de resposta e a estrutura de comando correspondente a ser configurada, em cada esfera e nível de complexidade. A estruturação da resposta em três níveis é geralmente usada em planos de preparação e resposta em todo o mundo. Deste modo, seguimos a recomendação do Ministério da Saúde (MS). Toda medida deve ser proporcional e restrita aos riscos.(AU)


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Planos de Contingência , Vigilância em Saúde Pública , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Portos e Embarcações , Controle Sanitário de Fronteiras
11.
s.l; Paraná (Estado). Secretaria de Estado; abr. 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1102896

RESUMO

O Plano de Contingência é um documento elaborado com o intuito de auxiliar o Estado do Paraná na resposta ao enfrentamento de um possível surto do novo Coronavírus (COVID-19) originado na cidade de Wuhan, na China. Este vírus, responsável por doença respiratória, pode determinar sérios danos às pessoas e à economia dos entes integrantes do Sistema Único de Saúde. Neste documento serão definidas as responsabilidades do Estado do Paraná e municípios, em parceria com o Ministério da saúde e estabelecida uma organização necessária, de modo a atender a situações de emergência relacionadas à circulação do vírus no Estado do Paraná. Visa à integralidade das ações na prevenção e monitoramento da doença, bem como na assistência à saúde da população. As ações a serem implantadas devem promover a assistência adequada ao paciente, vigilância epidemiológica sensível e oportuna, bem como ações de comunicação. Essas diretrizes têm por objetivo auxiliar os serviços de saúde na mitigação dos processos epidêmicos, comunicação de risco e na redução da morbimortalidade por esta doença. As equipes do Sistema Único de Saúde desenvolvem diversas atividades de rotina, que dão sustentação às ações que serão aplicadas no Plano de Contingência.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Planos de Contingência , Vigilância em Saúde Pública , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Portos e Embarcações , Controle Sanitário de Fronteiras , Informação de Saúde ao Consumidor/métodos , Comunicação em Saúde/métodos
12.
s.l; Rondônia (Estado). Secretaria da Saúde; mar. 2020. ilus.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1053541

RESUMO

Diante da Emergência em Saúde Pública, declarada pela Organização Mundial da Saúde na data de 30 de janeiro do ano corrente, por doença respiratória causada pelo agente novo coronavírus (COVID-2019), conforme casos detectados na China e atualmente em diversos países como pode ser acompanhado no link https://saude.gov.br/saude-de-a-z/listacorona e considerando-se as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), a Secretaria Estadual da Saúde de Rondônia e a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de RondôniaAGEVISA/RO definiu a ativação do Comitê Estadual de Enfrentamento ao Coronavírus (COVID2019) de Rondônia ­ CEEC/RO. Este documento apresenta o Plano de Contingência Estadual para Infecção Humana do Coronavírus (COVID-2019), o qual está em consonância com o Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo novo Coronavírus (COVID-2019) que, em caso de surto, define o nível de resposta e a estrutura de comando correspondente a ser configurada, em cada esfera e nível de complexidade. A estruturação da resposta em três níveis é geralmente usada em planos de preparação e resposta em todo o mundo. Deste modo, seguimos a recomendação do Ministério da Saúde. Toda medida deve ser proporcional e restrita aos riscos.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Planos de Contingência , Vigilância em Saúde Pública , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Portos e Embarcações , Controle Sanitário de Fronteiras , Informação de Saúde ao Consumidor/métodos , Comunicação em Saúde/métodos
14.
s.l; Santa Catarina (Estado). Secretaria da Saúde; mar. 2020.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1053545

RESUMO

Os Coronavírus são um grande grupo viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, as infecções causam sintomas leves a moderados, semelhantes a gripe e sintomas intestinais, sendo altamente patogênicos. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de Saúde Pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012. O coronavírus 2019-nCoV tem causado doença respiratória com casos recentemente registrados na China, sendo que seu espectro clínico de infecção humana, padrão de letalidade, mortalidade e infectividade não estão descritos completamente. Até o momento, os casos parecem cursar com um quadro de síndrome gripal. Assim, é importante o questionamento sobre o histórico de viagem dos pacientes com sintomatologia similar. Lembrando que outros vírus respiratórios, também ocorrem sob a forma de surtos e, eventualmente, circulam ao mesmo tempo, tais como influenza, parainfluenza, rinovírus, vírus sincicial respiratório, adenovírus e outros coronavírus. As definições de caso suspeito de Doença Respiratória de 2019-nCoV são baseadas nas informações atualmente disponíveis e podem ser revisadas a qualquer momento. Todos os casos suspeitos devem ser notificados imediatamente às autoridades epidemiológicas locais através de contato telefônico, seguindo o fluxo de notificação já estabelecido: Município ­ Estado ­ Ministério da Saúde. As informações devem ser inseridas na ficha de notificação (http://bit.ly/2019-ncov) e a CID10 que deverá ser utilizada é a: B34.2 ­ Infecção por coronavírus de localização não especificada. Os casos suspeitos enquadram-se nas seguintes situações: Situação 1: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a OMS, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; Situação 2: Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E histórico de contato próximo de caso suspeito para o coronavírus (2019-nCoV), nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; Situação 3: Febre OU pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) E contato próximo de caso confirmado de coronavírus (2019-nCoV) em laboratório, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas. Dados sugerem que a transmissão pela 2019-nCoV possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas. A transmissão pessoapessoa se dá através da via respiratória, por secreções produzidas durante episódios de tosse, espirros e coriza, semelhante à transmissão do vírus da influenza. Não há vacina ou medicamento específico disponível, sendo o tratamento de suporte e inespecífico para a doença respiratória por 2019- nCoV. No entanto, deve-se levar em consideração os demais diagnósticos diferenciais pertinentes e o adequado manejo clínico. Em caso de suspeita para Influenza não retardar o início do tratamento com Fosfato de Oseltamivir, conforme protocolo de tratamento de Influenza, disponível em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_tratamento_influenza_2017.pdf A vigilância Sanitária de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos alfandegados é competência da Anvisa, por tratar-se de território federal. Ao receber comunicado de anormalidade clínica a bordo de aeronave ou embarcação (cruzeiro ou mercante), a Autoridade Sanitária Local ­ ANVISA deverá adotar o fluxo para situações de emergência para Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos alfandegados estabelecido entre ANVISA e os sistemas de Vigilância e Assistência do Estado de Santa Catarina. O Plano de Contingência da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina para a Doença Respiratória de 2019-nCoV visa minimizar o impacto na Saúde Pública provocado pela possível introdução do vírus em território estadual, bem como orientar os profissionais de saúde a identificar os possíveis casos suspeitos e realizar o adequado manejo e as medidas de prevenção e orientação a população em geral.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Planos de Contingência , Vigilância em Saúde Pública , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Portos e Embarcações , Controle Sanitário de Fronteiras , Informação de Saúde ao Consumidor/métodos , Comunicação em Saúde/métodos
15.
Guatemala; MSPAS. Departamento de Epidemiología-Dirección General del SIAS; 8 mar 2020. 4 p. (CIE 10 U07.1).
Não convencional em Espanhol | LILACS, LIGCSA | ID: biblio-1096262

RESUMO

El documento contiene lineamientos para fortalecer el sistema de vigilancia en puertos, aeropuerto y puestos fronterizos para detectar oportunamente casos de Covid-19


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Fronteiras , Monitoramento Epidemiológico , Medidas de Segurança/normas , Saneamento de Portos , Contenção de Riscos Biológicos/normas , Vigilância , Aeroportos , Guatemala
16.
Guatemala; MSPAS; 20 mar 2020. 6 p.
Não convencional em Espanhol | LILACS, LIGCSA | ID: biblio-1096391

RESUMO

El objetivo de este documento es asegurar la prestación de servicios de Salud, de atención a los usuarios en el primer y segundo nivel de atención del País, a través de una adecuada gestión administrativa, técnica y operativa en las 29 Áreas de Salud. Aplica a las 29 Áreas de Salud y su red de Servicios a nivel Nacional, con énfasis en las Áreas que cuentan con puntos fronterizos, Aéreo, Marítimo y Terrestre, así como aquellas en las que se haya identificado un caso sospechoso con antecedentes de viaje .


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Atenção Primária à Saúde/organização & administração , Atenção Secundária à Saúde/organização & administração , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Betacoronavirus , Medidas de Segurança/organização & administração , Monitoramento , Sistemas Nacionais de Saúde/organização & administração , Controle Sanitário de Fronteiras , Vigilância em Saúde Pública/métodos , Guatemala
17.
Recurso na Internet em Espanhol | LIS - Localizador de Informação em Saúde | ID: lis-46989

RESUMO

Ante la situación mundial, en relación a 2019-nCoV, que implica la posibilidad de ingreso a nuestro país de personas infectadas, se generaron las recomendaciones necesarias para la detección temprana y control de pacientes con posibilidad de presentar una enfermedad respiratoria aguda al ingreso a nuestro país.


Assuntos
Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Fronteiras , Controle Sanitário de Portos e Embarcações
19.
Boa Vista; Roraima (Estado). Secretaria da Saúde; 12 fev. 2020. ilus.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1053542

RESUMO

A OMS declarou no dia 30 de janeiro do corrente ano, Emergência em Saúde Pública Internacional devido o surgimento de uma doença respiratória causada por um novo sequenciamento do genoma do Coronavírus, que passou a ser denominado temporariamente de Coronavírus (2019-nCoV). O vírus foi identificado pela primeira vez na província de Hubei, China, e foi responsável com um elevado números de casos confirmados de infecção e óbitos. Após a declaração de Emergência em Saúde Pública Internacional pela OMS, o Ministério da Saúde declarou no dia 04 de fevereiro de 2020, o evento como Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), iniciando assim um alerta para que as equipes de vigilância dos estados e municípios, bem como quaisquer serviços de saúde, estejam atentas para a possibilidade de ocorrência em seus territórios, de casos em pessoas com sintomatologia respiratória e que apresentam histórico de viagens para áreas de transmissão local nos últimos 14 dias. Este documento apresenta o Plano de Contingência Estadual, o qual está em consonância com o Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo Coronavírus (2019-nCoV), e define em caso de surto o nível de resposta e a estrutura de comando correspondente a ser configurada, em cada esfera e nível de complexidade.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Planos de Contingência , Vigilância em Saúde Pública , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Fronteiras , Informação de Saúde ao Consumidor/métodos , Comunicação em Saúde/métodos
20.
s.l; Rio Grande do Norte (Estado). Secretaria da Saúde; fev. 2020. ilus.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS | ID: biblio-1053497

RESUMO

O Coronavírus é um vírus que causa a síndrome respiratória aguda grave afetando principalmente o trato respiratório superior em seres humanos, em animais pode causar lesões nos sistemas nervosos respiratório, hepático, gastrointestinal e neurológico. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012. A infecção humana pelo novo coronavírus (2019- nCoV) o espectro clínico não está descrito completamente, bem como os conhecimentos sobre o padrão de letalidade, mortalidade, infectividade, e transmissibilidade são limitados. Ressaltamos que diferentemente do vírus influenza, para o novo Coronavírus ainda não há medidas efetivas de prevenção, ou seja, além das recomendações para minimizar a transmissibilidade não há vacina ou medicamento específico disponível no momento.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Planos de Contingência , Vigilância em Saúde Pública , Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves , Controle Sanitário de Portos e Embarcações , Controle Sanitário de Fronteiras , Informação de Saúde ao Consumidor/métodos , Comunicação em Saúde/métodos
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