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1.
Recurso na Internet em Português | LIS - Localizador de Informação em Saúde | ID: lis-LISBR1.1-46794

RESUMO

No ano em que exerce a presidência pró-tempore do Brics (arranjo de países emergentes composto também por China, Rússia, Índia e África do Sul), o Brasil coordenará diversos encontros com o intuito de propor temas prioritários para ações entre os países membros. Prestes a completar 120 anos, a Fiocruz assumiu o papel estratégico de fortalecer, no âmbito do Brics, uma de suas experiências mais exitosas de cooperação horizontal: a Rede Global de Bancos de Leite Humano.


Assuntos
Bancos de Leite , Leite Humano , Sistema Único de Saúde , Política de Saúde , Atenção à Saúde , Cooperação Horizontal , Brasil
2.
Brasília, D.F.; OPAS; 2019-04-01.
em Português | PAHO-IRIS | ID: phr2-50748

RESUMO

[Prefácio]: Esta publicação tem o objetivo de convidar o leitor a conhecer a OPAS/OMS, entendendo que a divulgação de suas orientações técnicas e estratégicas são formas de potencializar suas ações a fim de alcançar a eficiência necessária ao cumprimento de sua missão.Espera-se que este conteúdo possa despertar o interesse de parceiros que atuam na área da saúde pública, entendendo que, ao ser mais bem conhecida, a Organização congregará mais aliados interessados em participar de uma equipe de trabalho pela saúde nas Américas.


Assuntos
Cooperação Técnica , Cooperação Horizontal , Brasil , Planos e Programas de Saúde , Programas Nacionais de Saúde , Organização Pan-Americana da Saúde , Desenvolvimento Institucional , Organização Institucional
3.
Washington, D.C.; OPS; 2019-03-11.
em Espanhol | PAHO-IRIS | ID: phr-50514

RESUMO

Como fruto de la estrecha colaboración entre la Organización Panamericana de la Salud / Organización Mundial de la Salud (OPS/ OMS) y la Secretaría General Iberoamericana (SEGIB), se presenta la segunda edición de la publicación “La Cooperación Sur-Sur y triangular en el sector de la salud en Iberoamérica – 2018.” Este documento analiza las iniciativas de Cooperación Sur-Sur en el ámbito de la Salud que fueron incluidas en el Informe de la Cooperación Sur-Sur en Iberoamérica 2017. A partir de estos datos, la OPS/ OMS y la SEGIB, delinean un análisis en profundidad de la cooperación en salud en Iberoamérica. En cumplimiento de sus respectivos mandatos, se presenta un ensayo basado en la evidencia, que sirve a los Estados Miembros y tomadores de decisión para maximizar las potenciales sinergias a través de las dinámicas de la Cooperación Sur-Sur y triangular, para enfrentar los desafíos en el marco de la agenda 2030. Esta edición contiene también fichas para cada uno de los Estados Miembros que participan en el proceso de reporte a la SEGIB, dando así una mejor visión del perfil de cooperación para cada uno de los países. Además la publicación realiza un breve análisis de la contribución de la cooperación Sur-Sur y triangular a los Objetivos de Desarrollo Sostenible más allá del objetivo 3, demostrando el enfoque multisectorial de los proyectos y acciones.


Assuntos
Cooperação Técnica , Cooperação Sul-Sul , Cooperação Horizontal
4.
Washington, D.C; OPS; 2017-04.
em Espanhol | PAHO-IRIS | ID: phr-34005

RESUMO

Este documento se basa en las iniciativas de cooperación Sur-Sur en el ámbito de la salud incluidas en el Informe de la Cooperación Sur-Sur en Iberoamérica 2015, donde se sistematiza y analiza la cooperación Sur-Sur que mantuvieron los países iberoamericanos1 en algún momento del año 2013.2 A partir de esos datos, la Organización Panamericana de la Salud/Organización Mundial de la Salud y la Secretaría General Iberoamericana unieron esfuerzos para proponer este análisis en profundidad de la cooperación en salud en Iberoamérica. Es la intención de nuestras organizaciones emplear un enfoque basado en la evidencia para maximizar las sinergias existentes en las estrategias regionales en salud y las dinámicas de la cooperación Sur-Sur y triangular, a fin de enfrentar los desafíos pendientes para la salud en la Región en el marco de la Agenda 2030.


Assuntos
Cooperação Técnica , Cooperação Internacional , Cooperação Horizontal
6.
Brasília; s.n; 2016. [214] p.
Tese em Português | LILACS, BDS | ID: biblio-833052

RESUMO

Os anos 2000 são marcados por um novo ímpeto de alinhamento ao Sul na Política Externa Brasileira, tendo em vista a ascensão de potências emergentes, o declínio relativo dos Estados Unidos e a chamada estratégia de autonomia pela diversificação. Nesse período, o Brasil passa a se engajar ­ por vezes enquanto empreendedor político - em estratégias Cooperação Sul-Sul originais, notadamente o IBAS e o BRICS, os quais buscam, diferentemente do que era observado no passado, incluir em um mesmo agrupamento diversas agendas cooperação intra e extrabloco. Essas iniciativas unem, em um mesmo ambiente de diálogo, um tripé de cooperação ao qual denominou-se estratégia de cooperação Sul-Sul em múltiplas frentes e que compreende: coordenação política extrabloco, cooperação setorial e cooperação para o desenvolvimento com terceiros. A teoria da ação coletiva considera as dificuldades de coordenação e cooperação entre países diversos e agendas variadas; mas, em contraponto, o trabalho procurou demonstrar como isso ocorre na prática da política externa brasileira, por meio da estratégia de cooperação em múltiplas frentes. O referido modelo de cooperação tem sido uma grande aposta da estratégia internacional brasileira, a fim de reforçar suas posições de potência emergente e liderança no Sul Global, de modo que consiste, então, em objeto importante de análises acadêmicas que possam contextualizar e informar o engajamento político brasileiro.


Assuntos
Cooperação Econômica , Atos Internacionais , Cooperação Internacional , Brasil , China , Cooperação Horizontal , Índia , Federação Russa , África do Sul
7.
Brasília, D.F.; OPAS; 2016.
em Português | PAHO-IRIS | ID: phr2-34582

RESUMO

[Prefácio]. Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) tem reforçado, ano após ano, seu trabalho em prol da saúde pública, exercendo seu papel de promover a equidade em saúde, combater doenças, melhorar a qualidade e elevar a expectativa de vida dos povos das Américas. Como Escritório Regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para as Américas, tem buscado atender à crescente demanda de cooperação técnica em saúde por meio da consolidação de modelos que privilegiam o alcance de resultados e o enfrentamento de desafios com base na solidariedade e no panamericanismo...Esta publicação tem o objetivo de convidar o leitor a conhecer a OPAS/OMS, entendendo que a divulgação de suas orientações técnicas e estratégicas são formas de potencializar suas ações a fim de alcançar a eficiência necessária ao cumprimento de sua missão. Espera-se que este conteúdo possa despertar o interesse de parceiros que atuam na área da saúde pública, entendendo que, ao ser mais bem conhecida, a Organização congregará mais aliados interessados em participar de uma equipe de trabalho pela saúde nas Américas.


Assuntos
Brasil , Organização Pan-Americana da Saúde , Organização Mundial da Saúde , Américas , Cooperação Técnica , Cooperação Horizontal , Política Organizacional
8.
Brasília; s.n; 2015. [78] p.
Tese em Português | LILACS, BDS | ID: biblio-832351

RESUMO

A Cooperação Internacional é uma forma dos atores internacionais se relacionarem para coordenar esforços em busca de objetivos supostamente comuns. Ela pode assumir diversas formas, tais como alianças temporárias sobre temas específicos, coalizões mais ou menos duradouras, processos de integração regional e outros. A comunidade internacional se situa numa querela entre a manutenção das condições estruturais que perpetuam as disparidades globais e também frente às condições de transformação desse quadro. O modelo Norte-Sul de cooperação internacional em saúde tinha caráter explicitamente assistencial e consistia na transferência de conhecimentos e tecnologias dos países avançados àqueles menos desenvolvidos, por meio da qual era reafirmada a condição de subalternidade desses últimos. Entretanto, com o avanço das disparidades entre países ricos e pobres, foi ficando cada vez mais claro que este modelo não seria capaz de responder às necessidades dos países em desenvolvimento, uma vez que persistia e evoluía ligado primordialmente à expansão dos mercados para as indústrias farmacêuticas, de equipamentos e insumos e aos interesses financeiros e políticos dos países centrais. A geopolítica mundial, ao longo do século XX, foi reconfigurada, proporcionando o surgimento das relações entre países do sul, de aspecto horizontal, como contraponto às condições de desigualdade e dependência presentes entre os países do norte em relação aos do sul. O Brasil tem desempenhado um papel de protagonista na Cooperação Sul-Sul em saúde. A cooperação internacional tem implicações éticas que têm sido pouco discutidas, principalmente quando se acredita que a produção científica é neutra. A Bioética Crítica é um modelo que constrói o seu componente analítico a partir de elementos teóricos conceituais da Teoria Crítica e dos estudos sociológicos da colonialidade e estará em diálogo com produção foucaultiana sobre biopoder e biopolítica. É feita a aplicação do referencial teórico desenvolvido para analisar criticamente como alguns dos documentos norteadores da cooperação sul-sul definem as relações entre os Estados, bem como estão compreendidos os interesses do mercado ligado a bens e serviços de saúde e em que bases estão estabelecidas as relações interculturais em torno do poder e do saber. A análise dos documentos serviu para criticar algumas diretrizes de ação. É detectada uma falta de orientação relacionada aos conflitos de interesse que podem envolver empresas e instituições privadas em sua participação nos acordos de cooperação internacional em saúde. Há, também, um silêncio em torno da diversidade cultural e de como os saberes tradicionais necessitam ser articulados nas práticas de cooperação em saúde.


International Cooperation is a form of international actors relate to coordinate efforts in search of supposedly common goals. It can take many forms, such as temporary alliances on specific topics, more or less lasting coalitions, regional integration processes and others. The international community is located in a quarrel between maintaining the structural conditions that perpetuate global disparities and also face the conditions of transformation of that framework. The North-South model of international cooperation in health had explicitly assistance character and consisted in transferring knowledge and technology from advanced countries to those less developed, through which was reaffirmed the condition of subordination of the latter. However, with the advance of the disparities between rich and poor countries, it became increasingly clear that this model would not be able to meet the needs of developing countries, since it persisted and evolved linked primarily to the expansion of the markets to pharmaceutical industries, equipment and supplies and financial and political interests of the central countries. Throughout the twentieth century the world geopolitics was reconfigured, providing the emergence of relations between southern countries, with horizontal aspect, as opposed to the conditions of inequality and dependence present between the northern countries in relation with the southern. Brazil has played a leading role in the South-South Cooperation in health. International cooperation has ethical implications that have been little discussed, especially when it is believed that the scientific production is neutral. Bioethics Criticism is a model that builds its analytical component from conceptual theoretical elements of Critical Theory and sociological studies of coloniality and will be in dialogue with Foucault's production of biopower and biopolitics. It's made the application of the theoretical referential developed to critically analyze how some of the guiding documents of the south-south cooperation define the relationships between the States, as well as how the market interests linked to health goods and services are comprehended and on what bases are established the intercultural relations around power and knowledge. The documents' analysis was used to criticize some action guidelines. It is detected a lack of guidance relating to conflicts of interest that may involve private companies and institutions into their participation in international health cooperation agreements. There is also a silence around the cultural diversity and how traditional knowledge needs to be articulated in health cooperation practices.


Assuntos
Bioética , Países Desenvolvidos , Países em Desenvolvimento , Cooperação Horizontal , Cooperação Internacional , Brasil , Cooperação Econômica , Transferência de Tecnologia
9.
J. Int. Dev ; 27(8): [16], 2015.
Artigo em Inglês | LILACS, BDS | ID: biblio-832924

RESUMO

The article analyses domestic and external drivers of the rise of South­South development cooperation to a foreign policy priority under the Lula administrations. It argues that the rise was a consequence of presidential leadership, growing domestic mobilisation, shifts in the global political economy and the prioritisation of South­South development cooperation by traditional donors. It explores the case of the Ministry of Social Development cooperation with Africa, focusing on two experiences­the Bolsa Família and the Purchase from Africans for Africa Programme. Although the ministry's partnership with traditional donors remained constant, there was increased domestic leadership in the food purchase programme.


Assuntos
Humanos , África , Brasil , Países em Desenvolvimento , Cooperação Horizontal , Participação da Comunidade
10.
Brasília; s.n; dez. 2013. 118 p.
Tese em Português | LILACS, BDS | ID: lil-763781

RESUMO

A cooperação técnica entre os países em desenvolvimento surgiu a partir do reconhecimento da urgência e da dimensão dos problemas com os quais a comunidade mundial necessitava enfrentar. O Brasil ao transferir técnicas e tecnologias eficazes para os países em desenvolvimento, sem visar ao lucro ou estabelecer condicionalidades, consolida-se como protagonista na Cooperação Sul-Sul. A Cooperação Técnica para o Desenvolvimento (CTPD) recebeu grande ênfase ao longo dos dois mandatos do governo de Lula. Globalmente, o Brasil busca assumir a liderança nos esforços de construir relações mais estáveis entre saúde e política externa. Tanto no discurso quanto na prática, a CTPD em saúde brasileira realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) busca uma transferência de conhecimentos técnicos, além de caracterizar-se por uma ênfase na capacitação de recursos humanos, pelo emprego de mão-de-obra local e pela concepção de projetos que reconheçam as particularidades de cada país e com o objetivo de proporcionar o desenvolvimento do país parceiro.


Technical cooperation among developing countries emerged from the recognition of the urgency of the problems with which the world community needed to face. Brazil transfers effective techniques and technology to developing countries, without aiming for profit or establish conditionalities, consolidates itself as the protagonist in the South-South Cooperation. The Technical Cooperation among Developing Countries ( TCDC ) received great emphasis over the two terms of the Lula government. Globally, Brazil seeks to take the lead in efforts to build more stable relationship between health and foreign policy. Both in discourse and in practice, Brazilian TCDC in health, accomplished by Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) seeks a transfer of technical knowledge, and is characterized by an emphasis on the training of human resources, the employment of local work place and the design of projects that recognize particularities of each country and aiming to provide the development of the partner country.


Assuntos
Países em Desenvolvimento , Governo Federal , Cooperação Técnica , África , Cooperação Horizontal , Cooperação Internacional
11.
Austral ; 2(3): 167-191, 2013.
Artigo em Inglês, Português | LILACS, BDS | ID: biblio-832192

RESUMO

The paper intends to clarify the Brazilian foreign policy concerning AIDS treatment in Africa. The building of an AIDS drug plant in Mozambique is the concrete example of the diplomatic evolution showed by Brazil in the past few years ­ evolution that is detailed in the present article.


O artigo pretende detalhar a ajuda externa brasileira no que diz respeito ao combate à AIDS no continente africano. A construção de uma fábrica de medicamentos de combate à AIDS em Moçambique é o exemplo concreto da evolução diplomática mostrada pelo Brasil nos últimos anos ­ evolução que é detalhada neste trabalho.


Assuntos
Humanos , Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/prevenção & controle , África , Brasil , Cooperação Horizontal , Diplomacia , Indústria Farmacêutica , Cooperação Internacional , Preparações Farmacêuticas
12.
Rev. hum. méd ; (3): 41-45, 2013.
Artigo em Português | LILACS, BDS | ID: biblio-832210

RESUMO

A cooperação Sul-Sul em saúde tem sido um objeto central de análises e debates do Núcleo de Estudos sobre Bioética e Diplomacia em Saúde (Nethis), buscando clarear os aspectos essenciais para a compreensão dessa aparente novidade no campo das relações internacionais. Será apresentada uma reflexão introdutória sobre saúde e desenvolvimento, seguida de uma breve revisão histórica da cooperação no seio das Nações Unidas e, finalmente, uma sistematização sobre o tema em foco. A discussão nesses três tópicos gira em torno de dois paradoxos que circundam a cooperação no atual sistema internacional: a disjunção entre a gravidade da saúde no mundo e suas tendências, em contraste com os avanços da ciência, da tecnologia e da inovação; e a contraposição entre interesses nacionais e solidariedade internacional


Assuntos
Humanos , Acesso aos Serviços de Saúde , Cooperação Internacional , Iniquidade Social/efeitos adversos , Desenvolvimento Tecnológico/efeitos adversos , Saúde Global , Cooperação Horizontal , Internacionalidade , Seguridade Social , Nações Unidas/história
13.
RECIIS (Online) ; 6(3)2012.
Artigo em Inglês, Português | LILACS, BDS | ID: biblio-832214

RESUMO

Os autores examinam o documento resultante da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), conhecida como Rio+20, realizada em junho de 2012 analisando o papel da economia verde no processo de desenvolvimento e na erradicação da pobreza, bem como os requisitos para uma governança equilibrada das dimensões ambiental, econômica e social. O documento final da CNUDS, intitulado 'O Futuro que Queremos', defende um sistema multilateral inclusivo e propõe o estabelecimento de um fórum politico intergovernamental de alto nível, a partir da Comissão sobre Desenvolvimento Sustentável (CDS), assim como o fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), realçando a necessidade de ampla participação dos programas, fundos e agências das Nações Unidas, incluindo as instituições financeiras internacionais. Reconhece a saúde como pré-condição e resultado para as três dimensões do desenvolvimento sustentável e destaca a importância de estabelecer objetivos coerentes e integrados à Agenda de Desenvolvimento das Nações Unidas pós-2015, além dos três ODM diretamente relacionadas à saúde. Os Estados Membros insistiram no cumprimento dos compromissos relacionados à Ajuda Oficial ao Desenvolvimento (AOD), incluindo a dedicação de 0,7% do PIB de países desenvolvidos para apoiar os países em desenvolvimento e enfatizaram a possibilidade de obtenção de recursos adicionais através da cooperação sul-sul e da cooperação triangular, como expressão de solidariedade entre os países e, destacaram a importância das flexibilidades do Acordo TRIPS para um melhor aproveitamento das tecnologias necessárias ao desenvolvimento. Finalmente, aprovaram o estabelecimento de um Grupo de Trabalho (GT) para elaborar proposta para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a serem incorporados à agenda de desenvolvimento pós-2015, o que deverá contar com o apoio técnico de todas as Agências das Nações Unidas (BM, FMI, OMC, incluindo agências sociais como OMS, entre outras). O resultado desse esforço será apresentado à Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) em 2013, a tempo de poder influenciar a formulação dos ODM pós-2015, especialmente para melhorar a saúde humana.


The authors examined the document resulting from the United Nations Conference on Sustainable Development (UNCSD), known as Rio+20, that was held in June 2012. They analyzed the role of green economy in the process of development and poverty eradication and the requirements for balanced governance of the environmental, economic, and social dimensions. The final document from the UNCSD, which is titled "The Future We Want", advocates an inclusive multilateral system. It also proposes establishing a high-level intergovernmental political forum from the Commission on Sustainable Development and strengthening the United Nations Environment Programme (UNEP), highlighting the need for a broad participation of the programs, funds, and agencies from the United Nations, including financial institutions. The document recognizes health as a precondition and the result of the three dimensions of sustainable development, and it highlights the importance of setting coherent goals that are integrated with the post-2015 UN Development Agenda and the three health-related Millennium Development Goals (MDGs). The member states insisted on fulfilling the commitments related to the Official Development Assistance (ODA), including dedicating 0.7% of the gross domestic product (GDP) from developed countries to support developing countries. These member states emphasize the possibility of obtaining additional resources through the South-South cooperation and triangular cooperation as an expression of solidarity between countries. They also highlight the importance of flexibility in the TRIPS (Trade-Related Aspects of Intellectual Property Rights) Agreement to better use the technology needed for development. Finally, the member states approved the establishment of a working group (WG) to develop a proposal for the Sustainable Development Goals (SDGs), which will be incorporated into the post-2015 development agenda and should have technical support from all UN agencies (World Bank [WB], the International Monetary Fund [IMF], and the World Trade Organization [WTO], including social agencies such as the World Health Organization [WHO], among others). The result of this effort will be presented to the UN General Assembly (UNGA) in 2013, which allows time to influence the formulation of the post-2015 MDGs and to improve human health conditions, in particular.


Assuntos
Humanos , Conservação dos Recursos Naturais , Cooperação Internacional , Políticas e Cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação , Nações Unidas , Saúde Global , Cooperação Horizontal/economia , Iniquidade Social , Desenvolvimento Sustentável
14.
Londres; The Royal Institute of International Affair; 2012. [20] p.
Monografia em Inglês | LILACS, BDS | ID: biblio-833101
15.
Brasília; s.n; 2012. 36 p.
Tese em Português | LILACS, BDS | ID: lil-714941

RESUMO

A bioética é uma ferramenta que se coloca na contemporaneidade como elemento fundamental para analisar e propor soluções para conflitos éticos surgidos nas práticas de saúde, considerando a diversidade de contextos onde se dão essas práticas. A experiência de construção teórica dessa disciplina na América Latina conflui para a concepção de uma Bioética Social que se debruça preferencialmente sobre os conflitos gerados pelas situações de injustiças e exclusões, historicamente determinadas A cooperação internacional em saúde surgiu no contexto de interdependência crescente dos Estados, pelo processo de globalização dos mercados que diminuiu a capacidade daqueles mais periféricos em oferecer bens e serviços às suas populações sem apelarem para ajuda de países mais centrais em relação ao poder político e financeiro. A cooperação internacional deve ser feita no sentido de diminuir as disparidades entre países do norte e do sul, de forma que hoje temos a cooperação sul-sul, que anuncia-se como possibilitadora da integração de países periféricos para um crescimento compartilhado. Para que a Bioética torne-se capaz de atuar nos conflitos éticos gerados entre as diversas populações atingidas pelas articulações políticas dos Estados na construção dos processos de cooperação é necessário instrumentalizá-la com novos aportes teóricos. O conceito de biopolítica de Foucault está nesse escopo, o qual analisa as interferências do Estado na vida das suas populações, gerindo seus corpos. Esta monografia constitui um projeto de pesquisa teórica visando o entrelaçamento de alguns conceitos, fundamentais à análise crítica dos processos de cooperação sul-sul e em especial a incorporação da análise foucaultiana de biopolítica e sua inserção nas relações internacionais.


Assuntos
Humanos , Bioética , Cooperação Internacional , Conflito de Interesses , Cooperação Horizontal
16.
Rio de Janeiro; s.n; 2012. xxiv,274 p. ilus, tab, graf.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-681324

RESUMO

Esta tese aborda a inter-relação das políticas nacionais com as relações internacionais, onde a correlação do poder e da saúde está presente e é vislumbrada, principalmente, no papel do Estado no contexto das relações internacionais e na influência da globalização e de seus impactos sobre a política de saúde - em particular sobre o Complexo Econômico- Industrial da Saúde (CEIS) – conjunto de atividades produtivas e de serviços que pautam uma relação sistêmica entre setores industriais e os prestadores de serviços em saúde - e na sua respectiva correlação com a condução da política externa do País. Subsidia a aproximação do campo da saúde com o do desenvolvimento nacional e regional, caminhando em um sentido duplo: de um lado traz a agenda de desenvolvimento para o campo da saúde e, de outro, fornece pistas de como as ações em saúde podem contribuir para uma perspectiva mais geral de desenvolvimento e integração, onde as demandas exercidas por influências político-econômicas na arena internacional têm poder significativo na condução de políticas nacionais e na condução da política externa do País. Dada a contemporaneidade do tema, este estudo é fundamentado em pesquisas documentais e descritivas, de natureza exploratória, com base na análise das informações disponibilizadas em publicações – livros, artigos, legislações e periódicos, além da análise de relatórios divulgados em portais governamentais e especializados e de apresentações de experts disponíveis em domínio público. A construção dos capítulos se desenvolve de forma ascendente em que as relações internacionais destacam o papel do Estado na complexidade das relações políticas, econômicas e de poderes internacionais assimétricos e em que os direitos sociais e humanitários procuram se estabelecer.


Nesse contexto, a retomada do papel estratégico do Estado para o desenvolvimento nacional encontra na saúde e nos contornos estratégicos da política externa brasileira um contexto fértil para fundamentar a relação virtuosa entre saúde e desenvolvimento em que o CEIS se estabelece a partir do pilar estratégico da inovação.É apresentada sob o recorte geográfico das relações Sul-Sul, onde se observa tendência positiva para temas como a saúde serem considerados como elementos fundamentais para a promoção do desenvolvimento em estreita interação e parceria com a comunidade internacional, notadamente com as nações do Sul. Em capítulos subsequentes, o estudo indica como resultado da relação das políticas nacionais e externa que o CEIS vem, a partir da consolidação produtiva nacional, exercendo maior influência na condução das políticas externas da nação. Essa constatação tem ocupado nos últimos anos posição mais efetiva e menos secundária na formulação das diretrizes que orientam a política externa brasileira, notadamente no que se refere às cooperações humanitárias e às cooperações técnicas internacionais. Quanto às cooperações técnicas internacionais, são pontuais as cooperações Sul-Sul, tendo como principais balizadores questões como doenças negligenciadas, HIV/AIDS e bancos de leite humanos, especificamente junto aos países do MERCOSUL, da UNASUL e da CPLP.Portanto, o CEIS - Complexo Econômico-Industrial da Saúde - no Brasil estabelece-se como diferencial estratégico para que nos contextos nacional, regional e inter-regional sejam superadas vulnerabilidades econômicas, assimetrias tecnológicas, resguardadas as soberanias e os estados de bem-estar e potencializadas cooperações e negociações internacionais em conjunto com atores nacionais e internacionais.


Assuntos
Cooperação Horizontal/políticas , Desenvolvimento Econômico , Cooperação Internacional , Políticas e Cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação , Estado , Vulnerabilidade a Desastres/políticas , Brasil
17.
Rio de Janeiro; s.n; 2012. 139 p. mapas, tab.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-670084

RESUMO

O modelo brasileiro de resposta ao HIV/AIDS é reconhecido internacionalmente como um caso de sucesso, e o governo brasileiro e demais países do MERCOSUL têm sinalizado a importância da atuação na área das fronteiras. É característica dessa regiãoa intensidade dos contatos entre as populações dos países, principalmente nas cidadesgêmeas, o que demonstra a importância da cooperação internacional nas fronteiras. O objetivo dessa dissertação é analisar acordos e projetos de cooperação técnica emHIV / AIDS e/ou saúde nas fronteiras, a fim de compreender como o Brasil temrespondido à epidemia na região lindeira.Utilizou-se de metodologia qualitativa para identificar o foco dos acordos, seu eixo norteador, as instituições e processos envolvidos na cooperação; assim como, as relações entre acordos e projetos bilaterais e o andamento de iniciativas em execução / negociação. Foram analisados acordos bilaterais envolvendo o Brasil e paísesde fronteira, acordos do MERCOSUL, atas de sua Comissão Intergovernamental de HIV / AIDS, entrevistas com atores-chave e outras fontes documentais. O Brasil destacou-se como doador de cooperação em HIV/AIDS, demonstrando coerência entre atividades de cooperação e áreas de carência das respostas nacionais dospaíses fronteiriços, principalmente nos campos considerados pilares da respostabrasileira (combinar tratamento e prevenção). Entretanto, a participação das ONG nesse processo foi considerada incipiente, diferente do que ocorreu na resposta brasileira. De maneira geral, a cooperação em HIV/AIDS corrobora a perspectiva da cooperaçãoestruturante em saúde (ênfase na formação de recursos humanos, fortalecimento organizacional e desenvolvimento institucional, utilização das capacidades e recursos autóctones, baseados na cooperação horizontal; fortalecendo dos sistemas de saúdelocais; e parceria MS-MRE).


Apesar de o Brasil não ter acordos específicos de AIDS com todos os países, os acordos do MERCOSUL complementam essa iniciativa,possivelmente para evitar duplicação de esforços. Foi identificado apenas um projeto em AIDS e fronteiras, executado pelo Departamento de AIDS do MS. Embora este tenha sido um projeto relevante para dar visibilidade a esta questão, o projeto apresentou capacidade limitada de execução das atividades propostas e baixaefetividade (uma vez que os objetivos iniciais não foram plenamente alcançados), dificultando a sustentabilidade das ações. Por outro lado, este projeto contribuiu paramanter o tema de AIDS nas fronteiras na agenda dos governos, sendo um importante instrumento de articulação política (aumentou a consciência política para a questão). A cooperação com demais países da América Latina reitera o protagonismo do Brasil em questões de saúde global. Se, por um lado, o modelo brasileiro de resposta aoHIV/AIDS (e.g. parceria com ONG, produção local de medicamentos) não pode ser copiado para países com condições institucionais distintas, o Brasil pode oferecer boas práticas de articulação política, buscando novos parceiros e propondo iniciativasinovadoras para dar lidar com os problemas da região.


Assuntos
Humanos , Saúde na Fronteira , Cooperação Horizontal , Cooperação Internacional , Infecções por HIV/prevenção & controle , Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/prevenção & controle , Brasil , América Latina , Cooperação Técnica
19.
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