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1.
Rev. enferm. UERJ ; 28: e39222, jan.-dez. 2020.
Artigo em Inglês, Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1116097

RESUMO

Objetivo: desenvolver uma reflexão teórica-reflexiva acerca da vulnerabilidade e suas dimensões nos cuidados de enfermagem aos grupos humanos. Conteúdo: Trata-se de uma análise reflexiva, fundamentada no referencial de vulnerabilidade e direitos humanos, que promoveu uma reflexão acerca do tema proposto, com o propósito de uma aprendizagem prática- reflexiva a partir da imersão nos contextos práticos-teóricos sobre o tema, para tecer uma análise de como as dimensões da vulnerabilidade podem ser trabalhadas com os cuidados de enfermagem aos diversos grupos humanos. Considerações finais: Verifica-se, a partir desse estudo, que a vulnerabilidade envolve a combinação de elementos que refletem na dimensão individual, social e programática e estão associadas às experiências de facilidade e dificuldades impostas pelo processo saúdedoença relacionadas ao modo de vida de cada grupo e aos cuidados de enfermagem prestados.


Objective: to develop a reflective and theoretical discussion about vulnerability and its dimensions in nursing care for human groups. Content: this reflective analysis, framed by reference to vulnerability and human rights, conducted group thinking on the proposed theme, with a view to practical and theoretical learning through immersion in related practical and theoretical contexts, so as to build an analysis of how dimensions of vulnerability can be addressed by nursing care for diverse human groups. Final considerations: this study found that vulnerability involves a combination of components reflected in the individual, social and programmatic dimensions and associated with experiences of difficulties and solutions imposed by the health-disease process. related to the lifestyle of each group and the nursing care provided.


Objetivo: desarrollar una discusión reflexiva y teórica sobre la vulnerabilidad y sus dimensiones en el cuidado de enfermería para grupos humanos. Contenido: este análisis reflexivo, enmarcado en referencia a la vulnerabilidad y los derechos humanos, realizó un pensamiento grupal sobre el tema propuesto, con miras al aprendizaje práctico y teórico a través de la inmersión en contextos prácticos y teóricos relacionados, a fin de construir un análisis de cómo las dimensiones de La vulnerabilidad puede ser abordada por el cuidado de enfermería para diversos grupos humanos. Consideraciones finales: este estudio encontró que la vulnerabilidad implica una combinación de componentes reflejados en las dimensiones individuales, sociales y programáticas y asociados con experiencias de dificultades y soluciones impuestas por el proceso de salud-enfermedad. relacionado con el estilo de vida de cada grupo y la atención de enfermería brindada.


Assuntos
Humanos , Populações Vulneráveis , Vulnerabilidade em Saúde , Relações Enfermeiro-Paciente , Cuidados de Enfermagem/tendências , Equidade em Saúde , Acolhimento
2.
Artigo em Espanhol | PAHO-IRIS | ID: phr-52971

RESUMO

[RESUMEN]. El acceso a la información y los abordajes interculturales en el ámbito de la salud son esenciales para la eliminación de inequidades en el acceso a los servicios de salud y la atención sanitaria. Los modelos interculturales, como las medicinas tradicionales, complementarias e integrativas (MTCI) son una parte importante del cuidado de la salud en la mayoría de los países y frecuentemente contribuyen a ampliar el acceso a la atención primaria de salud. A pesar del reconocimiento legal y de la existencia de políticas para la integración de las MTCI en los sistemas de salud, aún se subestima su contribución a la salud, el bienestar y la atención de la salud centrada en las personas para alcanzar la salud universal. En este artículo se presentan los avances (2017-2020) alcanzados por la Biblioteca Virtual en Salud especializada en las MTCI (BVS MTCI Américas), iniciativa creada como herramienta para disminuir las brechas en la producción y el acceso a la información validada sobre las MTCI. Mediante el trabajo colaborativo en red, la BVS MTCI Américas contribuye a la democratización de la salud, el acceso a datos científicos verificados disponibles, la visibilización de conocimientos no convencionales, el fortalecimiento de capacidades de investigación y el intercambio de experiencias para la toma informada de decisiones.


[ABSTRACT]. Access to information and intercultural approaches in the field of health are essential for the elimination of inequities in health access and care. Intercultural models such as traditional, complementary and integrative medicine (TCIM) are an important part of health care in most countries and often contribute to expanding access to primary health care. Despite legal recognition and policies to integrate TCIM into health systems, their contribution to health, well-being, and people-centered care to achieve universal health is still underestimated. This article presents the progress (2017-2020) achieved by the Virtual Health Library specialized in the TCIM (VHL TCIM Americas), an initiative created as a tool to reduce the gaps in the production and access to validated information on TCIM. Through collaborative network work, the VHL TCIM Americas contributes to the democratization of health, access to verified scientific data, visibility of non-conventional knowledge, strengthening of research capacities, and exchange of experiences for informed decision-making.


[RESUMO]. O acesso à informação e as abordagens interculturais no setor da saúde são essenciais para eliminar as desigualdades no acesso aos serviços de saúde. Os modelos interculturais, como as medicinas tradicionais, complementares e integrativas (MTCI), são uma parte importante da atenção à saúde na maioria dos países e frequentemente contribuem para ampliar o acesso à atenção primária. Apesar do reconhecimento legal e da existência de políticas para a integração das MTCI nos sistemas de saúde, a sua contribuição para a saúde, o bem-estar e a atenção centrada nas pessoas para alcançar a saúde universal ainda é subestimada. Este artigo apresenta o progresso (de 2017 a 2020) alcançado pela Biblioteca Virtual em Saúde especializada em MTCI (BVS MTCI Américas), uma iniciativa criada como ferramenta para reduzir as disparidades na produção e no acesso a informações validadas sobre as MTCI. Realizando um trabalho colaborativo em rede, a BVS MTCI Américas contribui para a democratização da saúde, o acesso a dados científicos verificados, a visibilidade dos conhecimentos não convencionais, o fortalecimento das capacidades de pesquisa e a troca de experiências para a tomada de decisões bem informada.


Assuntos
Medicina Tradicional , Terapias Complementares , Assistência Integral à Saúde , Equidade em Saúde , Acesso à Informação , Bibliotecas Digitais , Medicina Tradicional , Terapias Complementares , Assistência Integral à Saúde , Equidade em Saúde , Acesso à Informação , Bibliotecas Digitais , Terapias Complementares , Assistência Integral à Saúde , Equidade em Saúde , Acesso à Informação , Bibliotecas Digitais
3.
Official Document;359
Monografia em Português | PAHO-IRIS | ID: phr-52968

RESUMO

O Plano Estratégico (“o Plano”) da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) define a direção estratégica da Organização com base nas prioridades coletivas dos seus Estados Membros e na atenção voltada para os países, além de especificar os resultados em matéria de saúde pública a serem alcançados durante o período 2020-2025. O Plano estabelece o compromisso conjunto dos Estados Membros da OPAS e da Repartição Sanitária Pan-Americana (RSPA ou “a Repartição”) para os próximos seis anos. Os Estados Membros da OPAS deixaram claro que o Plano Estratégico é dos principais instrumentos para a implementação da Agenda de Saúde Sustentável para as Américas 2018-2030 (ASSA2030) e, por conseguinte, para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados à saúde na Região das Américas. Os 11 objetivos do ASSA2030 formam os objetivos no nível do impacto deste Plano. Com o tema A equidade, o coração da saúde, este Plano busca catalisar esforços nos Estados Membros para reduzir as iniquidades em saúde dentro dos países e territórios e entre eles, a fim de melhorar os resultados em termos de saúde. O Plano identifica ações específicas para enfrentar a desigualdade em saúde, como as recomendadas pela Comissão sobre Equidade e Desigualdades em Saúde nas Américas, com a orientação da Comissão de Alto Nível para a Saúde Universal. Quatro temas transversais são centrais para o enfoque deste Plano para abordar os determinantes da saúde: a equidade, o gênero, a etnia e os direitos humanos. Além de destacar um enfoque multissetorial integrado, este Plano aplica estratégias de saúde pública baseadas em evidências, como a promoção da saúde, o enfoque da atenção primária à saúde e a proteção social em saúde, para abordar os determinantes sociais. Além de abordar diretamente as prioridades regionais estabelecidas no ASSA2030, este Plano está alinhado com o 13º Programa Geral de Trabalho (13º PGT) da Organização Mundial da Saúde (OMS) e com outros mandatos regionais e mundiais em vigor durante o período de planejamento.


Assuntos
Organização Pan-Americana da Saúde , Planos e Programas de Saúde , Prioridades em Saúde , Equidade no Acesso aos Serviços de Saúde , Equidade em Saúde , Doenças Transmissíveis , Desenvolvimento Sustentável , Agenda de Prioridades em Saúde , Fatores de Risco , Meio Ambiente e Saúde Pública , Políticas e Cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação , Cooperação Técnica , Cooperação Sul-Sul , Doença Crônica
4.
Hastings Cent Rep ; 50(5): 17-19, 2020 09.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33095490

RESUMO

The Covid-19 pandemic has brought about renewed conversation about equality and equity in the distribution of medical resources. Much of the recent conversation has focused on creating and implementing policies in times of crisis when resources are exhausted. Depending on how the pandemic develops, some communities may implement crisis measures, but many health care facilities are currently experiencing shortages of staff and materials even if the facilities have not implemented crisis standards. There is a need for shared conversation about equality and equity in these times of contingency between conventional and crisis medicine. To respond well to these challenges, I recommend that institutions rely on policy, professional education, and ethics consultation. As is the case with crisis policies, creating contingency policies requires that health care professionals decide on how, specifically, to achieve equity. A policy is only as effective as its implementation; therefore, institutions should invest in context-specific education on contingency policies. Finally, ethics consultation should be available for questions that contingency policies cannot address.


Assuntos
Infecções por Coronavirus , Medicina de Desastres , Alocação de Recursos para a Atenção à Saúde , Equidade em Saúde , Recursos em Saúde/provisão & distribução , Disparidades em Assistência à Saúde , Pandemias , Pneumonia Viral , Betacoronavirus , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Infecções por Coronavirus/terapia , Medicina de Desastres/ética , Medicina de Desastres/normas , Consultoria Ética , Alocação de Recursos para a Atenção à Saúde/ética , Alocação de Recursos para a Atenção à Saúde/métodos , Política de Saúde , Humanos , Pneumonia Viral/epidemiologia , Pneumonia Viral/terapia , Alocação de Recursos
5.
Arch Pathol Lab Med ; 144(10): 1191-1192, 2020 10 01.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33002151
6.
Global Health ; 16(1): 93, 2020 10 08.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33032618

RESUMO

BACKGROUND: Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus-2 (SARS-CoV-2) outbreak, called coronavirus disease - 2019 (COVID-19), has affected more than 200 countries across the globe with a higher fatality rate among the elderly population. Aim of the study is to highlight the vulnerability of the aged amidst the current COVID-19 pandemic, and in the light of the recent international evidence, suggests what government could do to mitigate their vulnerability. METHODS: Data from the recently released (November 2019) 75th Round National Sample Survey (NSS), which was conducted from July 2017 to June 2018, across 8077 rural villages and 6181 urban wards was used for this study. Data collected from 555,115 individuals (rural: 325,232; urban: 229,232) included 42,762 elderly individuals (60 years or above). Bivariate and multivariate analyses were used for the calculation. RESULTS: Of the total sample of elderly individuals, 27.7% reported suffering from an ailment in the last 15 days, whereas 8.5% had been hospitalized during the last 365 days. Among the elderly, hospitalization rate was higher in the urban areas (OR: 1.23), general social category (OR: 1.18), richest economic quintile (OR: 1.69), and among those living alone (OR: 2.40). Also, among the elderly, 64% of those in the scheduled tribe (social group) and 51% in the poorest economic quintile utilized public facilities for hospitalization. Cardiovascular ailments were the major cause for hospitalization (18.1%) and outpatient visit (32%) among the elderly. Ailments related to diabetes and hypertension constituted 55% of outpatient visit for the elderly. Only 18.9% of the elderly had health insurance though chances of facing catastrophic health expenditures were high among the elderly. 6.6% of elderly female and 1.6% male live alone, and 27.5% of age 80 years and above are immobile. 50% of male and 90% of female are financially dependent on others and more so in poorer economic quintiles. CONCLUSIONS: The vulnerability of India's elderly increases across economic levels, and other dimensions such as the place of residence, gender, social group (caste), marital status, living arrangements, surviving children, and economic dependence. The current COVID-19 pandemic poses a greater risk of social isolation among the elderly, which may cause detrimental health impact. TRIAL REGISTRATION: Not applicable since the study is based on secondary data.


Assuntos
Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Equidade em Saúde , Pandemias , Pneumonia Viral/epidemiologia , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Feminino , Inquéritos Epidemiológicos , Humanos , Índia/epidemiologia , Masculino , Pessoa de Meia-Idade
7.
Cien Saude Colet ; 25(suppl 2): 4211-4224, 2020 Oct.
Artigo em Português, Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33027358

RESUMO

This study discusses to what extent the inclusion, or not, of the race/color variable in epidemiological analysis of the COVID-19 pandemic can work as an external manifestation of necropolitics and as a producer of health inequities. We conducted a literature review on 09 articles, and on Scientific Electronic Library, PubMed and Virtual Health Library databases. We also conducted a documental analysis on 27 epidemiological reports from all the federal states and the Federal District of Brazil. We did not see much information regarding race/color, which can be interpreted as an intentional omission in order to hide those who the epidemics affects the most. The denial of basic and fundamental rights is the element that characterizes the larger racist structure of Brazil's COVID-19 policies.


Assuntos
Grupo com Ancestrais do Continente Africano , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Coleta de Dados/estatística & dados numéricos , Equidade em Saúde , Pneumonia Viral/epidemiologia , Betacoronavirus , Brasil/epidemiologia , Monitoramento Epidemiológico , Disparidades nos Níveis de Saúde , Humanos , Pandemias , Racismo
10.
AMA J Ethics ; 22(10): E856-861, 2020 10 01.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33103647

RESUMO

Native Americans have twice the poverty rate of the general US population, suffer significant health inequity, and are chronically underrepresented, at only 0.08%, in the US physician workforce. The COVID-19 pandemic has illuminated key ethical, clinical, and economic complexities in health decision making among Native patients. This article discusses 3 levels of autonomy relevant to health decisions, including taking care of our own by increasing numbers of Native medical students.


Assuntos
Infecções por Coronavirus , Educação Médica , Equidade em Saúde , Serviços de Saúde do Indígena , Mão de Obra em Saúde , Índios Norte-Americanos , Pandemias , Médicos , Pneumonia Viral , Betacoronavirus , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Infecções por Coronavirus/terapia , Infecções por Coronavirus/virologia , Tomada de Decisões , Humanos , Autonomia Pessoal , Pneumonia Viral/epidemiologia , Pneumonia Viral/terapia , Pneumonia Viral/virologia
13.
Washington, D.C.; OPS; 2020-10-28. (OPS/IMS/FPL/COVID-19/20-0021).
em Espanhol | PAHO-IRIS | ID: phr-52955

RESUMO

El propósito de este documento es presentar orientaciones para mejorar la aplicación de medidas de salud pública no farmacológicas durante la respuesta a la COVID-19, así como la adherencia a dichas medidas por parte de los grupos de población en situación de vulnerabilidad. Para ello, es necesario identificar los principales obstáculos a la aplicación de las medidas, lo que nos permite determinar los grupos y territorios más afectados en las diferentes fases de la pandemia. Con este objetivo, y desde un marco de equidad, derechos humanos y diversidad, se recomiendan políticas, estrategias e intervenciones que acompañan la aplicación y flexibilización de las medidas, de modo que nadie quede atrás.


Assuntos
Infecções por Coronavirus , Coronavirus , Infecções por Coronavirus , Determinantes Sociais da Saúde , Saúde Pública , Vulnerabilidade Social , Equidade em Saúde , Direitos Humanos , Cobertura Universal de Saúde , Vulnerabilidade em Saúde , Estudo sobre Vulnerabilidade , Betacoronavirus , Pandemias , Monitoramento das Desigualdades em Saúde , Pesquisa
14.
Official Document;359
Monografia em Francês | PAHO-IRIS | ID: phr-52954

RESUMO

Le Plan stratégique de l’Organisation panaméricaine de la Santé (OPS) (« le plan ») définit l’orientation stratégique de l’Organisation, fondée sur les priorités collectives de ses États Membres, et précise les résultats de santé publique à atteindre au cours de la période 2020-2025. Le plan définit l’engagement conjoint des États Membres de l’OPS et du Bureau sanitaire panaméricain (BSP ou « le Bureau ») pour les six prochaines années. Les États Membres de l’OPS ont clairement indiqué que le Plan stratégique est un instrument fondamental pour la mise en œuvre du Programme d’action sanitaire durable pour les Amériques 2018-2030 (PASDA2030) et donc pour la réalisation des objectifs de développement durable (ODD) liés à la santé dans la Région des Amériques. Les 11 objectifs du PASDA2030 constituent les objectifs au niveau des impacts du présent plan. Sous le thème L’équité au cœur de la santé, ce plan vise à catalyser les efforts déployés dans les États Membres pour réduire les iniquités en matière de santé au sein des pays et territoires et entre eux, afin d’améliorer les résultats en matière de santé. Le plan définit des mesures spécifiques pour lutter contre l’inégalité dans le domaine de la santé, notamment celles recommandées par la Commission sur l’équité et les inégalités en matière de santé dans les Amériques, en tenant compte des orientations de la Commission de haut niveau pour la santé universelle. Quatre thématiques transversales (CCT) sont au cœur de l’approche de ce plan pour traiter des déterminants de la santé : l’équité, le genre, l’origine ethnique et les droits de l’homme. Ce plan met l’accent sur une approche multisectorielle intégrée, mais applique en outre des stratégies de santé publique fondées sur des données probantes, comme la promotion de la santé, l’approche des soins de santé primaires et la protection sociale dans la santé, pour tenir compte des déterminants sociaux.


Assuntos
Organização Pan-Americana da Saúde , Planos e Programas de Saúde , Prioridades em Saúde , Acesso Universal aos Serviços de Saúde , Equidade em Saúde , Desenvolvimento Sustentável , Serviços de Saúde , Agenda de Prioridades em Saúde , Doenças Transmissíveis , Fatores de Risco , Meio Ambiente e Saúde Pública , Políticas e Cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação , Cooperação Técnica , Cooperação Sul-Sul , Doença Crônica
15.
Artigo em Espanhol | PAHO-IRIS | ID: phr-52947

RESUMO

[RESUMEN]. La Red de las Américas para la Equidad en Salud (RAES) es una red multidisciplinaria que promueve el intercambio de conocimientos y la acción intersectorial para la equidad en salud y los derechos humanos en las Américas. Los objetivos de la RAES consisten en: 1) compartir experiencias exitosas en el desarrollo de intervenciones, considerando la determinación y los determinantes sociales, para lograr respuestas participativas y comunitarias en salud; 2) analizar los impactos sanitarios, sociales, políticos, ambientales y económicos de la pandemia de COVID-19; 3) identificar los efectos de la atención de la pandemia en las poblaciones de mayor riesgo por su edad y las condiciones de salud preexistentes; 4) examinar la situación de las fronteras y de los movimientos de población en la propagación de la pandemia y de sus efectos en las poblaciones migrantes; 5) proponer estrategias para asegurar el acceso a la atención integral de las mujeres gestantes, con el fin de reducir el sufrimiento, la morbilidad y la mortalidad materna y neonatal; y 6) analizar vulneraciones de derechos humanos y del derecho a la salud de poblaciones históricamente marginalizadas, incluyendo habitantes en situación de calle y otras comunidades que dependen de los espacios públicos y de la calle para sobrevivir. Los modelos analíticos y de intervención para la equidad en salud de la RAES se desarrollan desde varios enfoques, como la medicina social, la epidemiologia social, la antropología médica, la ecología humana y el de Una salud.


[ABSTRACT]. The Health Equity Network of the Americas (HENA) is a multidisciplinary network that promotes knowledge sharing and intersectoral action for equity in health and human rights in the Americas. The objectives of HENA are: 1) to share successful experiences in the development of interventions, considering the social determinants and determination of health, to achieve participatory and community-based health responses; 2) to analyze the health, social, political, environmental and economic impacts of the COVID-19 pandemic; 3) to identify the effects of pandemic care on populations most at risk because of their age and pre-existing health conditions; 4) examine the situation at borders and population movements in the spread of the pandemic and its effects on migrant populations; 5) propose strategies to ensure access to comprehensive care for pregnant women in order to reduce maternal and neonatal suffering, morbidity, and mortality; and 6) analyze violations of human rights and the right to health of historically marginalized populations, including street dwellers and other communities that depend on public spaces and the street for survival. The analytical and intervention models for health equity at HENA are based on various approaches, including social medicine, social epidemiology, medical anthropology, human ecology, and One health.


Assuntos
Equidade em Saúde , Saúde Única , Colaboração Intersetorial , Determinantes Sociais da Saúde , América , Equidade em Saúde , Saúde Única , Colaboração Intersetorial , Determinantes Sociais da Saúde , América
16.
Artigo em Inglês | PAHO-IRIS | ID: phr-52946

RESUMO

[ABSTRACT]. Objectives. To analyze progress in organizational structures, mechanisms, strategies, and enabling factors and barriers towards gender mainstreaming (GM) in health in Guatemala, Guyana, and Peru, given GM’s role in addressing gender inequalities in health as a key structural driver of health equity. Methods. Data was obtained through a grey literature review of laws, policies, and/or program documents and semi-structured qualitative interviews with 37 informants. Analysis was based on a theoretical framework including 7 categories considered essential to advance GM in the health sector. Results. Despite significant efforts and accumulated experiences of GM in health, structural barriers include: wider societal challenges of transforming gender unequal power relations; health system complexity combined with the low technical, political, and financial capacity of institutional structures tasked with GM; and limited coordination with (often weak) National Women’s Machineries (NWMs). In some contexts, barriers are compounded by limited understanding of basic concepts underlying GM (at times exacerbated by misunderstandings related to intersectionality and/or engagement with men) and the absence of indicators to measure GM’s concrete results and impact. Conclusions. Successful GM requires a more strategic and transformational agenda, developed and implemented in coordination with NWMs and civil society and with reference to external bodies (e.g. Committee on the Elimination of Discrimination against Women) to go beyond process, with clearer distinction between gender sensitivity and gender transformation, and definition of expected results and indicators to measure advances. These then could be better documented and systematized, enabling GM to be more broadly understood and operationalized as a concrete instrument towards health equity.


[RESUMEN]. Objetivos. Analizar el progreso en las estructuras, mecanismos y estrategias organizativas, así como los factores y las barreras, que favorecen la incorporación de la perspectiva de género en la salud en Guatemala, Guyana y Perú, dado el papel que ello desempeña en el abordaje de las desigualdades de género en la salud como un motor estructural clave de la equidad en salud. Métodos. Se obtuvieron datos a partir de la literatura gris de leyes, políticas o documentos de programas y entrevistas cualitativas semiestructuradas con 37 informantes. El análisis se basó en un marco teórico que incluía 7 categorías consideradas esenciales para avanzar la incorporación de la perspectiva de género en el sector de la salud. Resultados. A pesar de los importantes esfuerzos y las experiencias acumuladas respecto de la incorporación de la perspectiva de género en el sector de la salud persisten obstáculos estructurales, como desafíos sociales más amplios para transformar las relaciones de poder desiguales entre los géneros; la complejidad del sistema de salud combinada con una baja capacidad técnica, política y financiera de las estructuras institucionales encargadas de abordar el tema; y la limitada coordinación con las instituciones nacionales dedicadas a la promoción de la mujer (a menudo débiles). En algunos contextos, los obstáculos se ven agravados por la limitada comprensión de los conceptos básicos subyacentes a la perspectiva de género (a veces exacerbada por una comprensión limitada de la interseccionalidad o el compromiso con los hombres) y la ausencia de indicadores para medir los resultados y el impacto concreto de la incorporación de la perspectiva de género. Conclusiones. Para que la incorporación de la perspectiva de género en la salud sea satisfactoria se requiere una agenda más estratégica y transformadora, elaborada e implementada en coordinación con las instituciones nacionales de promoción de la mujer y la sociedad civil y vinculada a instancias externas (p. ej., el Comité para la Eliminación de la Discriminación contra la Mujer). Es necesario, asimismo, una distinción más clara entre los enfoques sensibles al género y aquellos transformativos de las relaciones desiguales de género, y una definición de los resultados previstos y los indicadores para medir los avances. Estos podrían entonces documentarse y sistematizarse mejor, lo que permitiría que la perspectiva de género se comprendiera más ampliamente y se pusiera en práctica como instrumento concreto para lograr la equidad en salud.


Assuntos
Equidade em Saúde , Igualdade de Gênero , Transversalidade de Gênero , Políticas Inclusivas de Gênero , Guiana , Peru , Guatemala , Equidade em Saúde , Igualdade de Gênero , Transversalidade de Gênero , Políticas Inclusivas de Gênero , Peru
17.
Artigo em Inglês | PAHO-IRIS | ID: phr-52940

RESUMO

[EXTRACT]. The significant challenges to equity in health in the Region of the Americas, as detailed in the report of the Pan American Health Organization Independent Commission on Equity and Health Inequalities in the Americas, gave original impetus to this Special Issue on Equity in Health by the Pan American Journal of Public Health. The report, Just Societies: Health Equity and Dignified Lives, analyzed a vast body of evidence that indicated the overwhelming inequalities in the Region that relate to three factors: structural drivers, conditions of daily life, and governance for health equity (taking action). Highlighting the continued realities of the interrelationship between social and health inequities in the Americas is by no means new. However, since early 2020 this interrelationship has been further exposed and exacerbated by the unprecedented COVID-19 pandemic, which is testing governments, communities, economies, and individuals in ways previously unimagined in their scope and intensity. The crisis is exposing underlying inequalities in health and the cost of inaction to address this long-standing social injustice, and the COVID-19 response is even reversing improvements in social and health indicators made in the last two decades.


Assuntos
Infecções por Coronavirus , Equidade em Saúde , América , Monitoramento das Desigualdades em Saúde , Coronavirus , Infecções por Coronavirus
18.
Washington, D.C.; PAHO; 2020-10-23.
em Inglês | PAHO-IRIS | ID: phr-52931

RESUMO

The Region of the Americas has prioritized the achievement of health equity—“the absence of avoidable or remediable differences among groups of people, whether these groups are defined socially, economically, demographically or geographically” (WHO)—both through regional agreements, such as the Sustainable Health Agenda for the Americas (2017), and by reporting progress toward the 2030 Agenda for Sustainable Development (the Sustainable Development Goals) (2015). Public sector policy is the principal initial lever through which both national and local governments institute and finance actions toward accelerating the achievement of equity in health. This study assessed 32 national health plans to report on whether and how countries in the Region are integrating the achievement of health equity into strategic lines of action in the health sector. It provides a snapshot of approaches and advances, allowing for knowledge sharing among countries on options for attention to equity in health policy. It will also facilitate future monitoring of trends in the integration of health equity aims and approaches in policies. The study found that stated overall commitments to health equity are common, as are commitments toward the disaggregation of data and monitoring of inequalities, while other elements of health equity like, for example, the identification of populations in situations of vulnerability, receive less attention. While further study is needed on the implementation and impacts of approaches in specific programmatic actions, the study provides useful insights to inform efforts for a stronger framework for health equity action toward the Region’s goals for 2030.


Assuntos
Equidade em Saúde , Equidade no Acesso aos Serviços de Saúde , Monitoramento das Desigualdades em Saúde , Indicadores de Desigualdade em Saúde , Desenvolvimento Sustentável , Desenvolvimento Sustentável , Infecções por Coronavirus , Betacoronavirus , Pandemias , América
19.
Artigo em Espanhol | PAHO-IRIS | ID: phr-52915

RESUMO

[RESUMEN]. Objetivo. Estimar la tendencia de la mortalidad infantil, de la desigualdad entre jurisdicciones y de la desigualdad asociada a las condiciones sociales en Argentina entre 1980 y 2017. Métodos. Estudio ecológico y de serie temporal de la mortalidad infantil y de su desigualdad. Se obtuvieron los datos oficiales de mortalidad infantil, de nacimientos y de necesidades básicas insatisfechas; se calculó la tasa de mortalidad infantil, el índice de Gini y el índice de concentración. También se analizó la tendencia con un modelo de regresión lineal y se calculó el coeficiente de regresión y su significación estadística. Resultados. La mortalidad infantil se redujo 71,2% (de 32,41 a 9,34 por 1 000 nacidos vivos). La desigualdad por jurisdicción también se redujo y el índice de Gini pasó de 0,163 a 0,09. La desigualdad asociada a las condiciones sociales también mostró una reducción, y el índice de concentración disminuyó de -0,153 a -0,079. Si bien la mortalidad infantil se redujo en todo el período, este descenso no siempre se acompañó de una reducción del índice de Gini y del índice de concentración. Conclusiones. La tendencia de la tasa de mortalidad infantil fue al descenso mientras que la desigualdad en su distribución por jurisdicción y la desigualdad asociada a las condiciones sociales no siempre acompañaron esa reducción.


[ABSTRACT]. Objective. To estimate the trend in infant mortality, inequality between jurisdictions and inequality associated with social conditions in Argentina between 1980 and 2017. Methods. Ecological and time series study of infant mortality and its inequality. Official data on infant mortality, births and unmet basic needs were obtained; the infant mortality rate, the Gini index and the concentration index were calculated. The trend was also analyzed with a linear regression model and the regression coefficient and its statistical significance were calculated. Results. Infant mortality was reduced by 71.2% (from 32.41 to 9.34 per 1 000 live births). Inequality by jurisdiction also decreased, and the Gini index fell from 0,163 to 0,09. Inequality associated with social conditions also showed a reduction, and the concentration index was reduced from -0.153 to -0.079. Although infant mortality declined throughout the period, this decline was not always accompanied by a reduction in the Gini index and the concentration index. Conclusions. The trend in the infant mortality rate decreased while the inequality in its distribution by jurisdiction and the inequality associated with social conditions did not always accompany this reduction.


Assuntos
Mortalidade Infantil , Saúde da Criança , Equidade em Saúde , Iniquidade Social , Estudos Ecológicos , Argentina , Mortalidade Infantil , Saúde da Criança , Equidade em Saúde , Iniquidade Social , Estudos Ecológicos
20.
Artigo em Inglês | PAHO-IRIS | ID: phr-52799

RESUMO

[ABSTRACT]. Objective. In 2010, the principle of proportionate universalism (PU) has been proposed as a solution to reduce health inequalities. It had a great resonance but does not seem to have been widely applied and no guidelines exist on how to implement it. The two specific objectives of this scoping review were: (1) to describe the theoretical context in which PU was established, (2) to describe how researchers apply PU and related methodological issues. Methods. We searched for all articles published until 6th of February 2020, mentioning “Proportionate Universalism” or its synonyms “Targeted universalism” OR “Progressive Universalism” as a topic in all Web of Science databases. Results. This review of 55 articles allowed us a global vision around the question of PU regarding its theoretical foundations and practical implementation. PU principle is rooted in the social theories of universalism and targeting. It proposes to link these two aspects in order to achieve an effective reduction of health inequalities. Regarding practical implementation, PU interventions were rare and led to different interpretations. There are still many methodological and ethical challenges regarding conception and evaluation of PU interventions, including how to apply proportionality, and identification of needs. Conclusion. This review mapped available scientific literature on PU and its related concepts. PU principle originates from social theories. As highlighted by authors who implemented PU interventions, application raises many challenges from design to evaluation. Analysis of PU applications provided in this review answered to some of them but remaining methodological challenges could be addressed in further research.


[RESUMEN]. Objetivo. En 2010 se propuso el principio del universalismo proporcional como solución para reducir las desigualdades en materia de salud. Aunque tuvo una gran resonancia, no parece haber sido aplicado ampliamente y no existen directrices sobre cómo aplicarlo. Los dos objetivos específicos de esta revisión sistemática exploratoria fueron: 1) describir el contexto teórico en el que se estableció el universalismo proporcional, y 2) describir cómo los investigadores aplican el universalismo proporcional y las cuestiones metodológicas relacionadas. Métodos. Se buscó en todas las bases de datos de la Web of Science los artículos publicados hasta el 6 de febrero de 2020 que tuvieran como tema “universalismo proporcional” o sus sinónimos “universalismo dirigido” o “universalismo progresivo”. Resultados. Esta revisión de 55 artículos permitió tener una visión global del universalismo proporcional en cuanto a sus fundamentos teóricos y su aplicación práctica. El principio del universalismo proporcional se basa en las teorías sociales del universalismo y el direccionamiento, y propone vincular estos dos aspectos para lograr una reducción efectiva de las desigualdades en materia de salud. Respecto de su aplicación práctica, las intervenciones basadas en este principio son poco frecuentes y dan lugar a diferentes interpretaciones. Todavía existen muchos desafíos metodológicos y éticos en relación con la concepción y la evaluación de las intervenciones relacionadas con el universalismo proporcional, incluida la forma de aplicar la proporcionalidad y la identificación de las necesidades. Conclusión. En esta revisión se llevó a cabo un mapeo de la literatura científica disponible sobre el universalismo proporcional y sus conceptos relacionados. Este principio se basa en teorías sociales. Tal como lo destacaron autores que implementaron intervenciones de universalismo proporcional, su aplicación plantea muchos desafíos, desde el diseño hasta la evaluación. El análisis de las aplicaciones del universalismo proporcional presentado en esta revisión respondió a algunos de ellos, pero los desafíos metodológicos restantes requieren ser abordados en futuras investigaciones.


Assuntos
Equidade em Saúde , Política de Saúde , Fatores Socioeconômicos , Equidade em Saúde , Política de Saúde , Fatores Socioeconômicos
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