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1.
New Dir Stud Leadersh ; 2021(171): 57-66, 2021 09.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34658179

RESUMO

Women's colleges have a unique and successful history in fostering women's leadership relying on transformational and feminist leadership frameworks. Yet, their work in creating more inclusive and intersectional campus communities often falls short. This article offers some solutions on how women's colleges can best move forward to advance leadership and equity on campus.


Assuntos
Liderança , Universidades , Feminino , Feminismo , Humanos
2.
Multimedia | Recursos Multimídia | ID: multimedia-9236

RESUMO

Primera ronda feminista de salud internacional en el marco de la Semana de la Salud internacional organizada por Escuela de Gobierno en Salud Floreal Ferrara del Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires y la Universidad Nacional de José C. Paz, en la que participan Francisca Fernández Drogett , Integrante del Movimiento por el Agua y los Territorios (MAT) y de la Coordinadora Feminista 8M ( Chile), Ariana Campero, Médica general (Escuela Latinoamericana de Medicina en La Habana). Ministra de Salud de Bolivia durante el gobierno de Evo Morales (2015 - 2018).(Bolivia), Estela Díaz, Ministra de las Mujeres, Políticas de Género y Diversidad Sexual de la provincia de Buenos Aires, Sabrina Balaña, Directora Provincial de Equidad de Género en Salud de la Provincia de Buenos Aires, Carlota Ramírez, Directora de Salud Sexual y Reproductiva del Ministerio de Salud de la Provincia de Buenos Aires, Verónica Gago, Fundadora de "Ni una Menos", Docente universitaria e investigadora del CONICET, y Alba Rueda, Primera subsecretaria de Políticas de Diversidad de la Nación del Ministerio de Mujeres, Género y Diversidad, con Fabiana Reboiras, Magister en Ciencias Sociales y Educación (FLACSO), Investigadora en diversidad y perspectiva de género y en la formación en residencias médicas, como comentarista


Assuntos
Feminismo , Papel de Gênero , Mulheres , Relações Interpessoais , Diversidade de Gênero , Saúde Global
4.
RECIIS (Online) ; 15(3): 736-749, jul.-set. 2021. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1342700

RESUMO

"A questão que atravessa tudo que faço são as disputas em torno do próprio sentido da democracia". Assim, a pesquisadora Flávia Biroli compreende sua trajetória na ciência. Em entrevista à Reciis, comenta sobre suas pesquisas que perpassaram a interface comunicação e política e seus estudos mais recentes sobre gênero e democracia. Biroli discute o que denomina de neoconservadorismo, que se dá por alianças de diferentes atores conservadores de escala transnacional as quais atuam contra as agendas de igualdade de gênero e diversidade sexual. Tais ações se utilizam da dimensão moral e de valores tradicionais 'de família' como justificativas para a promoção de processos de erosão da democracia. Em relação aos feminismos, entende que, tanto na expressão acadêmica quanto na expressão política, o diagnóstico interseccional das opressões de gênero é central para a compreensão e para solidariedades sociais e resistências políticas. Em contexto de pandemia, Biroli discorre sobre seus efeitos nas mulheres, mais responsabilizadas pelas práticas do cuidado. Para a pesquisadora, pensar nos modos de organização social que levam em conta relações de dependência e vulnerabilidade é também pensar na constituição de uma sociedade mais justa e sustentável. Flávia Biroli é professora associada do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB).


"The issue that runs through everything I do are the disputes over the very meaning of democracy." It is with these words that the researcher Flávia Biroli understands her path in science. In an interview for Reciis, she comments on her research that permeated the interface between communication and politics and her most recent studies on gender and democracy. Biroli discusses what she calls neoconservatism, which occurs through alliances of different conservative actors on a transnational scale, which act against the agendas of gender equality and sexual diversity. Such actions use the moral dimension and traditional 'family' values to justify promoting processes of erosion of democracy. In relation to feminisms, Biroli states that, both in academic and political expression, the intersectional diagnosis of gender oppression is paramount to understanding and to performing social and political solidarities. In the pandemic context, Biroli discusses its effects on women, who are more responsible for care practices. In her point of view, thinking about ways of social organization that take into account relations of dependency and vulnerability is also thinking about the formation of a fairer and more sustainable society. Flávia Biroli is an associate professor at the Institute of Political Science at the University of Brasília (UnB).


"El tema que atraviesa todo lo que hago son las disputas sobre el significado mismo de la democracia". Así la investigadora Flávia Biroli comprende su trayectoria en la ciencia. En entrevista a Reciis, Biroli comenta sus investigaciones que impregnaran la interfaz comunicación-política y sus estudios más recientes sobre género y democracia. Biroli discute lo que llama neoconservadurismo, que ocurre a través de alianzas de diferentes actores conservadores en escala transnacional, que actúan en contra de las agendas de igualdad de género y diversidad sexual. Estas acciones utilizan la dimensión moral y los valores tradicionales de la 'familia' como justificación para promover procesos de erosión de la democracia. En relación a los feminismos, Biroli entiende que tanto en la expresión académica como en la expresión política el diagnóstico interseccional de la opresión de género es central para la comprensión y el desempeño de las solidaridades sociales y políticas. En contexto de pandemia, Biroli analiza sus efectos en las mujeres, que son más responsables de las prácticas de atención. La investigadora cree que pensar em formas de organización social que tengan en cuenta las relaciones de dependencia y vulnerabilidad es también pensar en la constitución de una sociedad más justa y sostenible. Flávia Biroli es profesora asociada del Instituto de Ciencias Políticas de la Universidad de Brasilia (UnB).


Assuntos
Humanos , Política , Feminismo , Democracia , Empatia , Acesso à Informação , Expressão de Gênero , Diversidade de Gênero , Equidade de Gênero
5.
RECIIS (Online) ; 15(3): 776-789, jul.-set. 2021. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1342707

RESUMO

Em 2020, o mundo teve como principal desafio adaptar-se diante de uma mudança estrutural nas relações cotidianas, incluindo novos hábitos com o uso de máscaras, protocolos de segurança sanitária e o isolamento social como medidas de enfrentamento à pandemia da Covid-19. Partindo do entendimento de que situações de crise, em escala global, podem influir no agravamento de desigualdades sociais, políticas e econômicas dos sujeitos, vemos que, no Brasil, a falta de informações confiáveis sobre o coronavírus e a ausência de políticas públicas que visem garantir o acesso da população à saúde contribuem fortemente para aumentar o risco de contaminação e, consequentemente, o número de mortes pela Covid-19. Diante desse contexto, nos propusemos a acompanhar a participação do Coletivo Feminista Helen Keller na campanha #CompartilheInformação #CompartilheSaúde realizada no Instagram pela ONG Artigo 19, no intuito de observar suas redes de apoio e diálogos realizados em encontros virtuais por meio de lives e webinários com temas relacionados a saúde, autocuidado e violência contra as mulheres com deficiência. Nesse exercício, foi possível perceber como as dinâmicas de mobilidade e imobilidade, que se alternam em ambientes reais e digitais, conformaram-se para criar espaços de diálogos e interações nesses contextos.


In 2020, the main challenge for the world was to adapt to a structural change in daily relations, including new habits with the use of masks, health security protocols and social isolation as measures to combat the Covid-19 pandemic. Starting from the understanding that crisis situations, on a global scale, can influence the worsening of social, political and economic inequalities of the subjects, we see that, in Brazil, the lack of reliable information about the coronavirus and the absence of public policies that aim to guarantee the population's access to health contributes strongly to increase the risk of contamination and, consequently, the number of deaths by Covid-19. Given this context, we set out to follow the participation of the Feminist Collective Helen Keller in the campaign #CompartilheInformação #CompartilheSaúde carried out on Instagram by the NGO Artigo 19, to observe their support networks and dialogues held in virtual meetings through lives, webinars with themes related to health, self-care and violence against women with disabilities. In this exercise, it was possible to see how the dynamics of mobility and immobility, which alternate in real and digital environments, conformed to create new spaces for dialogues and interactions in these contexts.


En 2020, el principal desafío para el mundo fue adaptarse a un cambio estructural en las relaciones cotidianas, incluyendo nuevos hábitos con el uso de máscaras, protocolos de seguridad en salud y aislamiento social como medidas para enfrentar la pandemia Covid-19. Partiendo del entendimiento de que situaciones de crisis, a escala global, pueden incidir en el agravamiento de las desigualdades sociales, políticas y económicas de los sujetos, vemos que, en Brasil, la falta de información confiable sobre el coronavirus y la ausencia de políticas públicas que el objetivo sea de garantizar el acceso de la población a la salud contribuyen fuertemente a incrementar el riesgo de contaminación y, en consecuencia, el número de muertes por Covid-19. Ante este contexto, nos propusimos seguir la participación del Colectivo Feminista Helen Keller en la campaña #CompartilheInformação #CompartilheSaúde realizada en Instagram por la ONG Artículo 19, con el fin de observar sus redes de apoyo y diálogos realizados en encuentros virtuales a través de lives, webinars con temas relacionados con la salud, el autocuidado y la violencia contra las mujeres con discapacidad. En este ejercicio se pudo ver cómo las dinámicas de movilidad e inmovilidad, que se alternan en entornos reales y digitales, se conforman para crear nuevos espacios de diálogo e interacción en estos contextos.


Assuntos
Humanos , Saúde da Mulher , Pessoas com Deficiência , Comunicação , Direitos Humanos , Feminismo , Filme e Vídeo Educativo , Mídias Sociais , COVID-19
6.
Women Birth ; 34(5): e482-e492, 2021 Sep.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34420764

RESUMO

PROBLEM: In jurisdictions where midwifery and nursing are autonomous and separate health care professions, little is known about how they collaborate during the delivery of perinatal health care services. BACKGROUND: Midwifery became a regulated profession in the province of Nova Scotia, Canada in 2009. Since regulation, midwives and nurses have worked together at three models sites for the delivery of midwifery services and perinatal care. QUESTION: How do midwives and nurses collaborate during the provision of birthing care in Nova Scotia, Canada? METHODS: This was an instrumental case study guided by feminist poststructuralism. Individual interviews of 17 participants were audio-recorded and transcribed verbatim. Twenty-five documents were reviewed, and field notes were gathered. Feminist poststructuralist discourse analysis was used. FINDINGS: Midwives and nurses collaborated well together. Participants described how positive collaborative experiences could influence a new way for midwives and nurses to work together. In this paper we present the theme Moving forward: A Modern Model for Nurses and Midwives working together, and its sub-themes of 1)'The birthing culture has changed' and 2) 'Allies and advocates'. DISCUSSION: Within the global context of strengthening midwifery and nursing, this study illustrated the potential for developing formal, collaborative perinatal models of care led by midwife and nurse teams to address inequities in perinatal health care services. CONCLUSION: Midwives and nurses need more opportunities to collaborate and to build professional relationships. Establishing a midwife-led and nurse supported model of care may transform existing perinatal health care values, beliefs, and practices.


Assuntos
Tocologia , Enfermeiras e Enfermeiros , Criança , Feminino , Feminismo , Humanos , Recém-Nascido , Nova Escócia , Assistência Perinatal , Gravidez
8.
Int J Equity Health ; 20(1): 187, 2021 08 21.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34419053

RESUMO

Intersectionality is a widely adopted theoretical orientation in the field of women and gender studies. Intersectionality comes from the work of black feminist scholars and activists. Intersectionality argues identities such as gender, race, sexuality, and other markers of difference intersect and reflect large social structures of oppression and privilege, such as sexism, racism, and heteronormativity. The reach of intersectionality now extends to the fields of public health and knowledge translation. Knowledge translation (KT) is a field of study and practice that aims to synthesize and evaluate research into an evidence base and move that evidence into health care practice. There have been increasing calls to bring gender and other social issues into the field of KT. Yet, as scholars outline, there are few guidelines for incorporating the principles of intersectionality into empirical research. An interdisciplinary, team-based, national health research project in Canada aimed to bring an intersectional lens to the field of knowledge translation. This paper reports on key moments and resulting tensions we experienced through the project, which reflect debates in intersectionality: discomfort with social justice, disciplinary divides, and tokenism. We consider how our project advances intersectionality practice and suggests recommendations for using intersectionality in health research contexts. We argue that while we encountered many challenges, our process and the resulting co-created tools can serve as a valuable starting point and example of how intersectionality can transform fields and practices.


Assuntos
Equidade em Saúde , Colaboração Intersetorial , Racismo , Pesquisa Médica Translacional , Afro-Americanos , Feminino , Feminilidade , Feminismo , Humanos , Pesquisa Interdisciplinar , Justiça Social
9.
Int J Equity Health ; 20(1): 177, 2021 08 03.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34344374

RESUMO

The feminist women's health movement empowered women's knowledge regarding their health and battled against paternalistic and oppressive practices within healthcare systems. Gender Medicine (GM) is a new discipline that studies the effect of sex/gender on general health. The international society for gender medicine (IGM) was embraced by the FDA and granted funds by the European Union to formulate policies for medical practice and research.We conducted a review of IGM publications and policy statements in scientific journals and popular media. We found that while biological differences between men and women are emphasized, the impact of society on women is under- represented. The effect of gender-related violence, race, ethnic conflicts, poverty, immigration and discrimination on women's health is seldom recognized. Contrary to feminist practice, GM is practiced by physicians and scientists, neglecting voices of other disciplines and of women themselves.In this article we show that while GM may promote some aspects of women's health, at the same time it reaffirms conservative positions on sex and gender that can serve to justify discrimination and disregard the impact of society on women's lives and health. An alternative approach, that integrates feminist thinking and practices into medical science, practice and policies is likely to result in a deep and beneficiary change in women's health worldwide.


Assuntos
Feminismo , Medicina , Saúde da Mulher , Feminino , Humanos , Masculino
10.
Lancet Digit Health ; 3(8): e526-e533, 2021 08.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34325855

RESUMO

Digital health, including the use of mobile health apps, telemedicine, and data analytics to improve health systems, has surged during the COVID-19 pandemic. The social and economic fallout from COVID-19 has further exacerbated gender inequities, through increased domestic violence against women, soaring unemployment rates in women, and increased unpaid familial care taken up by women-all factors that can worsen women's health. Digital health can bolster gender equity through increased access to health care, empowerment of one's own health data, and reduced burden of unpaid care work. Yet, digital health is rarely designed from a gender equity perspective. In this Viewpoint, we show that because of lower access and exclusion from app design, gender imbalance in digital health leadership, and harmful gender stereotypes, digital health is disadvantaging women-especially women with racial or ethnic minority backgrounds. Tackling digital health's gender inequities is more crucial than ever. We explain our feminist intersectionality framework to tackle digital health's gender inequities and provide recommendations for future research.


Assuntos
Grupos Étnicos/estatística & dados numéricos , Feminismo , Grupos Minoritários/estatística & dados numéricos , Sexismo , Telemedicina , Saúde da Mulher , COVID-19 , Violência Doméstica , Feminino , Acesso aos Serviços de Saúde , Humanos , Aplicativos Móveis , Desemprego , Saúde da Mulher/estatística & dados numéricos , Saúde da Mulher/tendências
11.
Rev Med Suisse ; 17(744-2): 1246-1249, 2021 Jun 30.
Artigo em Francês | MEDLINE | ID: mdl-34219416

RESUMO

From the 1860s up until the First World War, Switzerland was famous for its "medical feminism". It attracted women who came from all over the world to study medicine in its universities. In 1906, the number of female students exceeded that of male ones in all of Swiss medical faculties. At this time, Switzerland comprised more medical female students than the rest of Europe or than all of the medical schools of the USA. Using the results of an exploratory historical investigation, this article explores this little-known history of the pioneer feminisation of Swiss faculties of medicine and its impact on medical innovation.


Assuntos
Feminismo , Feminização , Europa (Continente) , Feminino , História do Século XX , Humanos , Masculino , Faculdades de Medicina , Suíça
12.
Med Law Rev ; 29(2): 306-336, 2021 Aug 11.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34254646

RESUMO

The High Court continues to exercise its inherent jurisdiction to make declarations about interventions into the lives of situationally vulnerable adults with mental capacity. In the light of the protective responses of health care providers and the courts to decision-making situations involving capacitous vulnerable adults, this article has two aims. The first is diagnostic. The second is normative. The first aim is to identify the harms to a capacitous vulnerable adult's autonomy that arise based on the characterisation of situational vulnerability and autonomy as fundamentally opposed concepts or the failure to adequately acknowledge the conceptual relationship between them at common law. The second (normative) aim is to develop an account of self-authorised, intersubjective autonomy based on insights from analytic feminist philosophy. This approach not only attempts to capture the autonomy of capacitous vulnerable adults and account for the necessary harms to their autonomy that arise from standard common law responses to their situational vulnerability, it is also predicated on the distinctions between mental capacity, informed consent, and autonomy, meaning that it is better placed to fulfil the primary aim of the inherent jurisdiction-to facilitate the autonomy of vulnerable adults with capacity.


Assuntos
Tomada de Decisões , Feminismo , Competência Mental/legislação & jurisprudência , Autonomia Pessoal , Populações Vulneráveis , Consentimento Livre e Esclarecido/legislação & jurisprudência , Reino Unido
13.
Eur. j. psychol. appl. legal context (Internet) ; 13(1): 1-7, ene.-jun. 2021. tab, graf
Artigo em Inglês | IBECS | ID: ibc-201543

RESUMO

Sexual double standard (SDS) involves evaluating the same sexual behaviors in men and women using different criteria. The support for man-favorable SDS is related to sexual aggression and sexual victimization. Yet to date, studies have not examined the prevalence of SDS adherence. This study aims to identify the prevalence per gender and age of the Spanish population who adheres to the SDS typologies (man-favorable, woman-favorable, egalitarian, ambivalent) by considering sexual freedom and sexual shyness areas. A sample of 2,002 Spanish heterosexual adults (50% men, 50% women), distributed into four age groups (18-25, 26-35, 36-55 and over 55 years old), answered the Sexual Double Standard Scale. The results showed differences in the prevalence of SDS typologies by gender and age. By gender, a higher prevalence of the man-favorable typology was observed in men and a higher prevalence of the egalitarian typology and the woman-favorable typology was observed in women. By age groups, significant differences in man-favorable and woman-favorable typologies were found in both men and women. Based on the evidence of four adherence to SDS typologies, it is recommended studying the relation of these typologies with sexual aggression/victimization to design more efficient programs for prevention and intervention of sexual violence


El doble estándar sexual (DES) consiste en evaluar los mismos comportamientos sexuales en hombres y mujeres usando diferentes criterios. El apoyo al DES favorable al hombre está relacionado con la agresión y la victimización sexual. Sin embargo, hasta la fecha, los estudios no han examinado la prevalencia de la adhesión al DES. Este estudio pretende identificar la prevalencia por género y edad de la población española que se adhiere a las tipologías de DES (favorable al hombre, favorable a la mujer, igualitaria, ambivalente) considerando los ámbitos de la libertad sexual y del recato sexual. Una muestra de 2.002 adultos heterosexuales españoles (50% hombres, 50% mujeres), distribuidos en cuatro grupos de edad (18-25, 26-35, 36-55 y más de 55 años), respondió a la Sexual Double Standard Scale. Los resultados mostraron diferencias en la prevalencia de las tipologías de DES por género y edad. Por género se observó una mayor prevalencia de la tipología favorable al hombre en los hombres y una mayor prevalencia de la tipología igualitaria y la tipología favorable a la mujer en las mujeres. Por grupos de edad se encontraron diferencias significativas en las tipologías favorable al hombre y favorable a la mujer, tanto en hombres como en mujeres. De acuerdo con la evidencia de las cuatro tipologías de adhesión al DES, se recomienda estudiar la relación de estas tipologías con la agresión/victimización sexual para diseñar programas más eficientes de prevención de la violencia sexual e intervención en la misma


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto Jovem , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Sexualidade/psicologia , Estereotipagem de Gênero , 57445 , Identidade de Gênero , Biotipologia , Sexismo/psicologia , Feminismo , Androcentrismo , Poder Psicológico , Empoderamento para a Saúde/psicologia
14.
RECIIS (Online) ; 15(2): 301-318, abr.-jun. 2021.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1254690

RESUMO

A epidemia de Zika vírus que assolou o Brasil no final de 2015 trouxe desafios e graves consequências para a população em diferentes regiões e contextos, assumindo destaque na cobertura midiática à época. As mulheres, sobretudo as gestantes e mães, foram fortemente impactadas pela epidemia, principalmente após a comprovação da relação entre a infecção pelo Zika e o nascimento de bebês com microcefalia. Apesar disso, essas mulheres foram invisibilizadas na cobertura midiática da emergência sanitária, tendo sido pouco ouvidas sobre um tema que afeta(va) diretamente as suas vivências e as de seus filhos e filhas. Nesse sentido, o artigo reflete sobre a fala pública das mulheres, com base em discussões da teoria política feminista e da análise empírica de dois espaços de comunicação on-line: o jornal Folha de S.Paulo e a página de Facebook de uma associação de mulheres, a União de Mães de Anjos (UMA). Observamos como diversos silenciamentos se fazem presentes nos espaços midiáticos, como as dinâmicas do cuidado se manifestam e são permeadas por quadros de desigualdade, e como as resistências, apesar desses cenários, se constroem cotidianamente entre mulheres.


The Zika virus epidemic that hit Brazil at the end of 2015 brought challenges and serious consequences for the population in different regions and contexts of the country, gaining prominence in the media coverage at the time. Women, especially pregnant women and mothers, were strongly affected by the epidemic, especially after the confirmation of the relationship between Zika infection and the birth of babies with microcephaly. Despite this, these women were made invisible in the media coverage of the health emergency, having been not enough heard about a topic that directly affects their experiences and those of their sons and daughters. In this sense, the article reflects on the public speech of women, based on discussions of feminist political theory and the empirical analysis of two online communication spaces: the Folha de S.Paulo newspaper and the Facebook page of a women's association, the União de Mães de Anjos (UMA). We observed how different silences are present in the media spaces, how the dynamics of care are manifested and are permeated by situations of inequality, and how resistance, despite these scenarios, is built daily among women.


La epidemia del virus Zika que afectó a Brasil a finales de 2015 trajo desafíos y graves consecuencias para la población en diferentes regiones y contextos, asumiendo protagonismo en la cobertura mediática de la época. Las mujeres, especialmente las embarazadas y las madres, fueron fuertemente afectadas por la epidemia, especialmente después que fue probada la relación entre la infección por Zika y el nacimiento de bebés con microcefalia. Pese a ello, estas mujeres quedaron invisibilizadas en la cobertura mediática de la emergencia sanitaria, habiendo sido poco escuchadas sobre un tema que afecta directamente sus vivencias y las de sus hijos e hijas. En este sentido, el artículo reflexiona sobre el discurso público de las mujeres, a partir de discusiones de la teoría política feminista y el análisis empírico de dos ámbitos de la comunicación online: el periódico Folha de S.Paulo y la página de Facebook de una asociación de mujeres, la União de Mães de Anjos (UMA). Observamos como los diferentes silencios están presentes en los espacios mediáticos, como las dinámicas del cuidado se manifiestan y están permeadas por situaciones de desigualdad, y como la resistencia, a pesar de estos escenarios, se construye diariamente entre las mujeres.


Assuntos
Humanos , Mulheres , Internet , Jornalismo , Zika virus , Microcefalia , Brasil , Feminismo , Gestantes , Iniquidade de Gênero
15.
RECIIS (Online) ; 15(2): 333-345, abr.-jun. 2021. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1254701

RESUMO

As ameaças e xingamentos racistas direcionados à parlamentar Talíria Petrone, no exercício do seu mandato, expressam a especificidade dos riscos de adoecimento e morte que as mulheres negras enfrentam na política institucional. Partindo do reconhecimento desse fenômeno como uma realidade traumática, como demonstra Kilomba, analisamos os episódios de racismo cotidiano (idem), numa perspectiva interseccional, a partir de uma publicação da deputada no Instagram, e seu significado dentro da herança colonial escravagista brasileira. A análise corrobora a necessidade de plataformas que contemplem e governos que implementem ações efetivas para coibir este tipo de crime e assegurar os direitos políticos e a saúde plena dessas mulheres.


The racist threats and insults against the parliamentarian Talíria Petrone, in the exercise of her mandate, express the specificity of the risks of illness and death that black women face in the institutional politics. Based on the recognition of this phenomenon as a traumatic reality, as Kilomba shows us, we analyzed the episodes of everyday racism, in an intersectional perspective, from a post published by the deputy in her Instagram profile, and their meaning within the Brazilian colonial slavery heritage. The analysis corroborates there is a need for platforms contemplating and governments implementing effective actions to hinder this type of crime and to ensure the political rights and the complete health of these women.


Las amenazas y los insultos racistas dirigidos a la parlamentaria Talíria Petrone, en ejercicio de su mandato, expresan la especificidad de los riesgos de enfermedad y muerte que enfrentan las mujeres negras en la política institucional. Apoyando en el reconocimiento de este fenómeno como una realidad traumática, como demonstra Kilomba, analizamos los episodios de racismo cotidiano, en una perspectiva interseccional, teniendo en cuenta una publicación en el perfil de Instagram de la diputada, y su significado dentro de la herencia de esclavitud colonial brasileña. El análisis corrobora la necesidad de que las plataformas contemplen y los gobiernos implementen acciones efectivas para cohibir ese tipo de crimen y asegurar los derechos políticos y la salud integral de esas mujeres.


Assuntos
Humanos , Política , Brasil , Rede Social , Racismo , Interseccionalidade , Mulheres , Feminismo , Iniquidade de Gênero
16.
RECIIS (Online) ; 15(2): 346-361, abr.-jun. 2021.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1254702

RESUMO

Este artigo realiza aproximações conceituais da epistemologia feminista, considerando a teoria crítica do jornalismo como forma de conhecimento social, com o objetivo de discutir a importância da perspectiva de gênero em reportagens sobre a cultura do estupro. Como corpus de análise, selecionamos o livro-reportagem Ela Disse: os bastidores da reportagem que impulsionou o #MeToo, que retrata a produção das notícias do New York Times sobre abusos sexuais contra atrizes e funcionárias da indústria cinematográfica de Hollywood. Sistematizamos as teorias levantadas para apontar parâmetros do jornalismo com perspectiva feminista. Definimos, como aspectos e categorias de análise das reportagens, a contextualização, os desafios e estratégias de apuração da violência de gênero e cultura do estupro como formas de organização social e questões de saúde pública. Como resultados, reforçamos a necessidade da abordagem feminista no jornalismo para gerar a reflexão pela sociedade, o enfrentamento da violência e da desigualdade de gênero.


This article deals with conceptual approaches of feminist epistemology, bearing in mind the critical theory of journalism as a form of social knowledge, aiming to discuss the importance of the gender perspective in reports on the rape culture. As a corpus of analysis, we selected a book written by two investigative reporters, She said: breaking the sexual harassment story that helped ignite a movement, which portrays the New York Times production of news regarding sexual abuse and harassment of actresses and women employees by their bosses in Hollywood film industry. We have systematized the theories raised to point out parameters of journalism with a feminist perspective. We defined, as aspects and categories of analysis of the reports, the contextualization, challenges and strategies for investigating gender violence and rape culture as forms of social organization and public health issues. As a result of the study, we reinforce the need for a feminist approach in journalism to generate a reflection on these problems by society, and to confront the gender violence and inequality.


Este artículo realiza aproximaciones conceptuales de la epistemología feminista, teniendo em cuenta la teoría crítica del periodismo como forma de conocimiento social, con el objetivo de discutir la importancia de la perspectiva de género en los reportajes sobre la cultura de la violación. Como corpus de análisis, seleccionamos el libro-reportaje Ela disse: os bastidores da reportagem que impulsionou o #MeToo [Ella ha dicho: los bastidores del reportaje que ha impulsionado el movimiento #MeToo], que retrata la producción de noticias del New York Times sobre acosos sexuales sufridos por actrices y empleadas de la industria cinematográfica de Hollywood. Hemos sistematizado las teorías planteadas para señalar parámetros del periodismo con una perspectiva feminista. Definimos, como aspectos y categorías de análisis de los reportajes, la contextualización, los desafíos y algunas estrategias de investigación de la violencia de género y la cultura de la violación como formas de organización social y cuestiones de salud pública. Como resultado, reforzamos la necesidad de un enfoque feminista en el periodismo para generar reflexión por la sociedad, y más el enfrentamiento de la violencia y de la desigualdad de género.


Assuntos
Humanos , Estupro , Feminismo , Jornalismo , Violência contra a Mulher , Perspectiva de Gênero , Delitos Sexuais , Notícias , Iniquidade de Gênero
17.
RECIIS (Online) ; 15(2): 476-488, abr.-jun. 2021. ilus
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1255007

RESUMO

Em entrevista à Reciis, a cientista Rose de Melo Rocha compreende seus estudos baseados em um conhecimento encarnado que se espraia por suas atuações como pesquisadora, professora e cidadã. Em sua trajetória intelectual, procura pensar a comunicação como um processo de vinculação com implicações afetuais e subjetivas em temas como culturas urbanas, juvenis e audiovisualidades. Tais temáticas se entrecruzam e se reencontram nos seus estudos recentes sobre corporalidades e dissidências sexuais e de gênero. Rose de Melo Rocha observa o entretenimento e, particularmente, o que denomina de artivismo musical de gênero como um campo de ruptura em relação à arte e a um posicionamento ativista que problematiza a política institucional. As cantoras Pabllo Vittar e Linn da Quebrada são pensadas como entradas protagônicas e dissidentes nas disputas audiovisuais, construindo outras audiovisualidades como projeções de utopias realizáveis. O que importa para a pesquisadora, e para os grupos nos quais se aliança, é ir além do discurso da resistência a fim de fortalecer o direito de existir, o direito à presença. Nesse sentido, defende um feminismo que não se restrinja a um essencialismo identitário. Rose de Melo Rocha é professora titular e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Práticas de Consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM/SP).


In an interview given to Reciis (Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde ­ Electronic Journal of Communication, Information & Innovation in Health), Fiocruz, Brazil, the scientist Rose de Melo Rocha reveals how her studies are based on an embodied knowledge that spreads over her acting as reseacher, professor and citizen. In her intellectual trajectory, she searches for a thinking on communication as a bonding process that has 'affective' and subjective implications for themes such as urban and youthful cultures, and audiovisuals. Such thematic approaches intersect as well come together in her recent studies about corporality and sexual and gender dissidence. Rose de Melo Rocha observes the entertainment and particularly what she calls the 'gender musical artivism' and she see them as a field of rupture regarding the art and an activist posture that poses under discussion the institutional politics. The singers Pabllo Vittar and Linn da Quebrada are seen as emblematic protagonists and dissidents in audiovisual disputes, building others audiovisuals as projections of attainable utopias. What is important to the researcher and to groups with she has alliances is go beyond the discourse of resistance so that to strengthen the right to exist, the right to the presence. In this sense, she advocates a feminism that is not restricted to an identity essentialism. Rose de Melo Rocha is a professor and reseacher in the Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Práticas de Consumo at Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM/SP), Brazil.


En una entrevista concedida a Reciis (Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde ­ Revista Electrónica de Comunicación, Información & Innovación en Salud), Fiocruz, Brasil, la científica Rose de Melo Rocha revela cómo sus estudios se basan en un conocimiento encarnado que se extiende en sus actuaciones como investigadora, profesora universitaria y ciudadana. En su trayectoria intelectual busca pensar en la comunicación como un proceso de vinculación que tiene implicaciones 'afectivas' y subjetivas para temas como las culturas urbanas y juvenis y los audiovisuales. Estos enfoques temáticos se entrecruzan y se reencuentran en sus recientes estudios sobre corporalidad y disensiones sexuales y de género. Rose de Melo Rocha observa el entretenimiento y, en particular, el que ella denomina 'artvismo musical de género' y los ve como un campo de ruptura con respecto al arte y un posicionamiento activista que problematiza la política institucional. Las cantoras Pabllo Vittar and Linn da Quebrada son vistas como protagonistas y disidentes emblemáticas en disputas audiovisuales, construyendo otros audiovisuales como proyección de utopias realizables. El que es de importancia para la investigadora y para los grupos con los cuales ella tiene alianza es ir más allá del discurso de resistencia para que se fortalezca el derecho de existir, el derecho a la presencia. En este sentido, ella aboga por un feminismo que no se limite al esencialismo identitario. Rose de Melo Rocha es profesora universitaria y investigadora en el Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Práticas de Consumo de la Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM/SP), Brasil.


Assuntos
Humanos , Comunicação , Sexualidade , Feminismo , Identidade de Gênero , Recursos Audiovisuais , Dissidências e Disputas , Minorias Sexuais e de Gênero , Violência de Gênero
19.
Barbarói ; (58): 195-217, jan.-jun. 2021.
Artigo em Português | LILACS, Index Psicologia - Periódicos | ID: biblio-1150846

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo traçar um paralelo entre o movimento feminista e o movimento antimanicomial procurando pontos de convergência e divergência entre ambos, a fim de verificar suas possíveis articulações. Para isso, por meio de revisão bibliográfica, busca-se contextualizar os movimentos sociais e realizar a análise histórica de ambos, afim de esclarecer suas motivações, formas de atuação na luta por direitos e atendimento de demandas dos sujeitos envolvidos com pretensões de alcançar transformações sociais. Dessa forma, o material discute as confluências e divergências entre o movimento feminista e antimanicomial, na tentativa de ampliar e construir o debate acadêmico acerca do assunto, que se transforma diariamente, de modo democrático e dialético. À guisa de conclusão, considera-se a necessidade de constituir novas formas de pensar sobre nossa condição histórica, com intuito de que isso possibilite a criação de estratégias de reinvenção e recriação constante de coletivos de luta e que promovam movimentos de resistências aos poderes instituídos que submetem mulheres e sujeitos em sofrimento psíquico, com objetivos de constituir mudanças e responsabilização social para que os absurdos tolerados por parcela considerável da sociedade não se reproduzam.(AU)


The present study aims to draw a parallel between the feminist and the anti-asylum movements looking for convergence and divergence points between both, in order to verify their possible articulations. To do so, through bibliographic review, it seeks to contextualize the social movements and carry out the historical analysis of both, in order to clarify their motivations, ways of acting in the fight for rights and meeting the demands of the subjects involved with the pretensions of achieving social transformations. This way, this paper discusses the confluences and divergences between the feminist and anti-asylum movement, in an attempt to broaden and build the academic debate on the subject, which changes daily, in a democratic and dialectical way. By way of conclusion, it is considered the need to constitute new ways of thinking about our historical condition, in order to allow the creation of strategies of constant reinvention recreation of fight collectives and that it promotes resistance movements against instituted powers which subject women and individuals in psychological distress, with the goal to constitute changes and social responsability so that the absurdities tolerated by a considerable part of society are not reproduced.(AU)


El presente estudio tiene como objetivo comprender las posibles conexiones entre el movimiento feminista y el movimiento contra el asilo buscando puntos de convergencia y divergencia entre ambos, con el fin de verificar sus posibles articulaciones. Para esto, a través de la revisión bibliográfica, se busca contextualizar los movimientos sociales y realizar el análisis histórico de ambos para aclarar sus motivaciones, formas de actuar en la lucha por los derechos y atender las demandas de los sujetos involucrados con las pretensiones de logrando transformaciones sociales. De esta manera, este trabajo discute las confluencias y divergencias entre el feminismo y el movimiento contra el asilo, en un intento por ampliar el debate académico sobre el tema, que cambia a diario, de manera democrática y dialéctica. En conclusión, consideramos la necesidad de establecer nuevas formas de pensar sobre nuestra condición histórica, con la intención de posibilidad de creación de estrategias de reinvención y recreación constante de la lucha colectiva y que promueva movimientos de resistencia a los poderes establecidos que someten a las mujeres y individuos en malestar psicológico, con fines constitutivos de cambios y responsabilidad social para que no se reproduzcan los absurdos tolerados por una parte considerable de la sociedad.(AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Mulheres , Saúde Mental , Feminismo , Capitalismo , Normas Sociais
20.
Nurs Outlook ; 69(5): 892-902, 2021.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34092370

RESUMO

BACKGROUND: There is a critical need to increase diversity in the nursing workforce to better address racial health disparities. PURPOSE: To provide academic institutions with practical recommendations to foster a collaborative environment and essential resources for and in support of Black, Indigenous, and People of Color (BIPOC) scholars. METHODS: We examine the experiences of three Black nurse scholars, at a research-intensive university in an urban area during the COVID-19 pandemic and civil unrest in the United States. FINDINGS: Findings suggest barriers exist, which negatively impact workplace climate, collaboration and mentoring for BIPOC nursing scholars. Guided by a Black feminist perspective and utilizing existing literature, we recommend strategies to enhance workplace climate, to develop culturally aware collaboration, and to center mentoring as the foundation for BIPOC nurse scholar success. DISCUSSION: This article acknowledges that a crucial step in addressing health disparities is successful support of and collaboration with BIPOC nurse scholars.


Assuntos
Afro-Americanos/estatística & dados numéricos , Nativos Estadunidenses/estatística & dados numéricos , COVID-19/etnologia , Educação em Enfermagem/organização & administração , Disparidades nos Níveis de Saúde , Justiça Social , Afro-Americanos/psicologia , Nativos Estadunidenses/psicologia , COVID-19/prevenção & controle , Feminismo , Humanos , Mentores , Estados Unidos
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