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1.
Epidemiol. serv. saúde ; 29(2): e201942, 2020. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1101123

RESUMO

Resumo Objetivo avaliara aplicabilidade da Lista Brasileira de Causas de Mortes Evitáveis (LBE) na mortalidade perinatal, em maternidades públicas dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, 2011. Métodos estudo descritivo de série de casos com dados primários e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) sobre óbitos perinatais; foi aplicada a LBE, com adaptações (códigos P20.9 e P70-74), e no Rio de Janeiro, adicionalmente, a classificação de Wigglesworth expandida (CWe). Resultados dos 98 óbitos perinatais, segundo a LBE, 61,2% seriam evitáveis, principalmente por adequada atenção à mulher na gestação; 'Causas de morte mal definidas' somaram 26,6% dos casos, principalmente óbitos fetais; pela CWe, a categoria de evitabilidade predominante no Rio Janeiro foi 'Morte fetal anteparto', relacionada a falhas no cuidado pré-natal, concordante com a LBE. Conclusão a LBE, após realocação de alguns códigos, pode melhorar a avaliação de óbitos fetais, sendo necessários estudos com maior número de participantes.


Resumen Objetivo evaluar la aplicabilidad de la Lista Brasileña de Causas de Muertes Evitables (LBE) en la mortalidad perinatal, en maternidades públicas de los Estados de Rio de Janeiro (RJ) y São Paulo (SP), 2011. Métodos estudio descriptivo de serie de casos (óbitos perinatales) con datos primarios y del Sistema de Informaciones sobre Mortalidad (SIM); se aplicó la LBE, con adaptaciones (códigos P20.9 y P70-74) para muertes fetales e, en RJ, adicionalmente, la clasificación de Wigglesworth expandida (CWe). Resultados de las 98 muertes perinatales, según la LBE, 61,2% serían evitables, principalmente por adecuada atención en la gestación; 'Causas de muerte mal definidas' sumaron 26,6%, principalmente las muertes fetales; por la CWe, la categoría predominante en RJ fue 'Muerte fetal anteparto', relacionada con fallas en la atención prenatal, lo que está de acuerdo con la LBE. Conclusión la LBE, reubicando algunos códigos, puede evaluar mejor las muertes fetales, requiriendo estudios con más participantes.


Abstract Objective to assess the applicability of the Brazilian List of Avoidable Causes of Death (BAL) to perinatal mortality in public maternity hospitals in the states of Rio de Janeiro (RJ) and São Paulo (SP) in 2011. Methods this was a descriptive case series study of perinatal deaths using primary data from the Mortality Information System; the BAL was applied, with adaptations (codes P20.9 and P70-74) and, in addition in Rio de Janeiro the Extended Wigglesworth (EW) Classification was also used. Results according to the BAL, 61.2% of the 98 perinatal deaths were avoidable, mainly by providing adequate attention to women in pregnancy; 'Ill-defined causes of death' accounted for 26.6% of cases, mainly fetal deaths; use of EW in RJ indicated that the 'Antepartum Fetal Death' category was predominant and was related to inadequate prenatal care; this was in line with the BAL. Conclusions after reallocating some codes, the BAL can improve fetal death evaluation, whereby studies with a larger number of participants are needed.


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Recém-Nascido , Causas de Morte , Mortalidade Fetal , Mortalidade Neonatal Precoce , Mortalidade Perinatal , Sistema Único de Saúde , Sistemas de Informação , Classificação Internacional de Doenças , Epidemiologia Descritiva
2.
São Paulo; s.n; 2020. 116 p.
Tese em Português | LILACS | ID: biblio-1123196

RESUMO

Introdução: Apesar das iniciativas para a redução da mortalidade infantil, a preocupação com relação às causas perinatais de mortalidade tem se restringido à sobrevivência dos nascidos vivos, e pouca atenção tem sido dada às mortes fetais. Propiciar a identificação das ações de prevenção, além de aumentar a visibilidade sobre o problema, pode favorecer o planejamento de ações para a melhoria da assistência à gestante e aos recém-nascidos. Objetivo: Analisar a mortalidade perinatal no município de São Paulo (MSP). Método: Estudo descritivo, de abordagem quantitativa, que utilizou dados secundários extraídos do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC), nos anos de 2010 a 2018, do MSP. A população do estudo foi composta por todos os fetos e neonatos registrados nos sistemas durante o período (12.593 óbitos fetais e 8.158 óbitos neonatais precoces). Utilizaram-se variáveis de caracterização: do óbito, da criança, sociodemográficas e maternas. Realizou-se a caracterização do MSP de acordo com alguns indicadores demográficos, socioeconômicos e assistenciais. Analisou-se a magnitude das taxas de mortalidade fetal, neonatal precoce e perinatal por mil nascimentos segundo as seis Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS) do município, de 2010 a 2018; a completude das variáveis relacionadas ao óbito fetal e neonatal precoce; a caracterização desses óbitos segundo CRS em 2018; e, posteriormente, a análise de tais óbitos de acordo com possíveis critérios de evitabilidade baseados no peso, segundo a lista brasileira de evitabilidade. Resultados: As CRS Leste, Norte e Sul apresentaram maiores coberturas de atenção básica, e a CRS Oeste as menores. Aponta-se uma estabilidade nos indicadores de mortalidade fetal, neonatal precoce e perinatal de 2010 a 2018, sendo que as CRS Leste e Norte tiveram as maiores taxas médias no período para todos os óbitos (fetal=9,1 e 8,0; neonatal precoce=5,9 e 5,7; perinatal=14,9 e 13,6, respectivamente), com valores acima da média do MSP (fetal=8,1; neonatal precoce=5,2 e perinatal=13,3, respectivamente). Observa-se um excelente preenchimento para a maioria das variáveis do SINASC em relação ao SIM. Tanto no óbito fetal quanto no neonatal precoce houve predomínio, no ambiente hospitalar, de fetos do sexo masculino, com muito baixo peso, localizados em áreas com maior exclusão, em mães de 31 a 40 anos, com variação na escolaridade e tipo de maternidade. Já o óbito fetal concentrou-se antes do parto, atestado pelo SVO e de parto vaginal; e o óbito neonatal precoce concentrou-se depois do parto, atestado por médicos, em neonatos de raça/cor branca e sem variação do tipo de parto, conforme a CRS. Identificou-se maior concentração de óbitos potencialmente evitáveis por adequada atenção à mulher no momento do parto (óbitos fetais). Com relação aos óbitos neonatais precoces, houve variação de evitabilidade entre as categorias. Considerações finais: Apesar da necessidade de estudos adicionais, os achados demonstraram estabilização das taxas, destacando a necessidade de investimentos que favoreçam a evitabilidade dos óbitos, como melhoria na atenção ao pré-natal e ao parto. Acrescenta-se a importância de qualificar os registros desses óbitos nos sistemas de informações em saúde.


Introduction: Despite initiatives to reduce infant mortality, the concern about perinatal causes of mortality has been restricted to the survival of live births, with little attention to fetal deaths. Provide the identification of prevention actions would increase visibility on the problem and improving the provision of information on the health status of pregnant women, new mothers and newborns. Objectives: To analyze perinatal mortality in the city of São Paulo (MSP). Methods: This is a descriptive study, with a quantitative approach, which used secondary data extracted from the Mortality Information System (SIM) and the Live Birth Information System (SINASC), from 2010 to 2018 for the MSP. The study population was composed of all fetus and newborns registered in the systems during the period (12,593 fetal deaths and 8,158 early neonatal deaths). Characterization variables were used: death, child, sociodemographic and maternal. The characterization of the MSP was carried out according to some demographic, socioeconomic and assistance indicators. The magnitude of fetal, early neonatal and perinatal mortality rates was analyzed according to the six Regional Health Coordinators (CRS) of the municipality from 2010 to 2018; the completeness of the variables related to fetal and early neonatal death; the characterization of these deaths according to CRS in 2018, and subsequently, the analysis of such deaths according to possible weight-based preventability criteria, according to Brazilian List of Causes of Preventable Deaths. Results: The East, North and South CRS have the largest coverage of primary care and the West CRS the lowest. There's stability in fetal, early neonatal and perinatal mortality indicators from 2010 to 2018, the CRS East and North had the highest average rates for all deaths (fetal = 9.1 and 8.0; early neonatal = 5.9 and 5.7; perinatal = 14.9 and 13, 6, respectively), with values above the MSP average (fetal = 8.1; early neonatal = 5.2 and perinatal = 13.3, respectively). An excellent filling is observed for most of the SINASC variables in relation to SIM. Both in fetal and early neonatal deaths, there was a predominance in the hospital delivery, of very low birth weight male fetus, located in areas of greatest exclusion, in mothers aged 31 to 40 years, with variation in education and type of maternity. Fetal death, on the other hand, was concentrated before parturition, attested by Death Verification Service and vaginal birth; and early neonatal death were found after delivery, certified by doctors, mainly of white race/color and without significant variation in the type of delivery, according to the CRS. A greater concentration of potentially preventable deaths was identified by adequate care for women at the time of delivery (fetal deaths) and in relation to early neonatal deaths, there was a variation in avoidability between categories. Conclusion: Even though further studies are necessary, the findings showed the stabilization of mortality rates, highlighting the need for investments that favor the avoidability of deaths, such as improvement in prenatal and childbirth care. It is added the importance of qualifying the records of these deaths in health information systems.


Assuntos
Mortalidade Infantil , Mortalidade Fetal , Mortalidade Neonatal Precoce , Mortalidade Perinatal , Sistemas de Informação em Saúde
3.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 19(1): 249-257, Jan.-Mar. 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1013131

RESUMO

Abstract Objectives: to analyze the obstetric and sociodemographic profile on perinatal deaths in Teresina the capital of Piauí, from data obtained from the Sistema de Informação de Mortalidade e Sistema de Informação de Nascidos Vivos (Brazilian Mortality Information System and Livebirth Information System). Methods: this is a retrospective cohort on perinatal deaths of mothers whose babies were born and resided in Teresina between 2010 and 2014. The analyzed variables were age and the mother´s schooling, gestational age, type of pregnancy (singleton or multiple), route of delivery (vaginal or cesarean), place of death (in and out hospital), time of death in relation to the delivery (prior, during or after), and birth weight. Results: the perinatal mortality coefficient (PMC) varied from 17.5 to 19.3 per 1,000 births. We found similarities in the sociodemographic profile and in the obstetric fetal and non-fetal deaths, both with a great incidence on 20 to 27 years-old mothers, vaginal delivery and singleton pregnancy. Low birth weight was positively related to early neonatal deaths. Conclusions: perinatal mortality presented a statistical correlation in gestational age, birth weight, and type of delivery. The PMC in our study was higher than other Brazilian capitals.


Resumo Objetivos: analisar o perfil obstétrico e sociodemográfico dos óbitos perinatais ocorridos em Teresina, capital do Piauí, a partir de dados provenientes dos Sistema de Informação de Mortalidade e Sistema de Informação de Nascidos Vivos. Métodos: coorte retrospectiva de óbitos perinatais nascidos de mães residentes em Teresina, entre 2010 e 2014. As variáveis analisadas foram faixa etária e escolaridade da mãe, idade gestacional, tipo de gravidez (única ou múltipla), via de parto (vaginal ou cesáreo), local do óbito (intra ou extra-hospitalar), momento do óbito em relação ao parto (antes, durante ou após), e peso do concepto. Resultados: o coeficiente de mortalidade perinatal (CMP) variou entre 17,5 e 19,3 por mil nascidos. Verificaram-se semelhanças quanto ao perfil sociodemográfico e obstétrico dos óbitos fetais e não fetais, ambos com maior incidência em mães com faixa etária entre 20 e 27 anos, em parto vaginal e no tipo de gravidez única. Baixo peso ao nascer se relacionou positivamente com os óbitos neonatais precoces. Conclusões: a mortalidade perinatal apresentou correlação estatística com a idade gestacional, o peso ao nascer, e o tipo de parto. O CMP no nosso estudo foi mais elevado do que o de outras capitais brasileiras.


Assuntos
Humanos , Feminino , Perfil de Saúde , Mortalidade Neonatal Precoce , Natimorto/epidemiologia , Mortalidade Perinatal , Brasil , Recém-Nascido de Baixo Peso , Gravidez , Mortalidade Infantil , Indicadores Básicos de Saúde , Idade Gestacional , Assistência Perinatal , Indicadores de Qualidade em Assistência à Saúde
4.
Recurso na Internet em Português | LIS - Localizador de Informação em Saúde | ID: lis-46348

RESUMO

Quase 30 milhões de bebês em todo o mundo nascem cedo demais, pequenos demais ou adoecem a cada ano. Segundo novo relatório de uma coalizão global que inclui o UNICEF e a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses bebês precisam de cuidados especializados para sobreviver. De acordo com o relatório, sem tratamento especializado, muitos recém-nascidos em risco não sobrevivem ao primeiro mês de vida. Em 2017, cerca de 2,5 milhões de recém-nascidos morreram, principalmente por causas evitáveis. Quase dois terços dos bebês que morrem nasceram prematuros. E mesmo que sobrevivam, enfrentam doenças crônicas ou problemas de desenvolvimento. Além disso, cerca de um milhão de recém-nascidos prematuros e doentes sobrevivem com alguma incapacidade a longo prazo.


Assuntos
Recém-Nascido Prematuro , Mortalidade Neonatal Precoce , Mortalidade Infantil , Organização Mundial da Saúde , Nações Unidas , Parto
5.
Medisan ; 22(7)jul.-ago. 2018.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-955058

RESUMO

Se revisó la bibliografía disponible sobre la morbilidad y mortalidad neonatales, tanto nacional como foránea y se decidió hacer referencia a importantes aspectos relacionados con el tema, entre los cuales figuraron, además de una reseña histórica: clasificación y registro de las causas de muerte (síndrome de dificultad respiratoria, enfermedad de la membrana hialina, infecciones, displasia broncopulmonar y malformaciones congénitas), tipo de parto (complicaciones y prematuridad), así como bajo peso al nacer. De la información obtenida se infirió que el nacimiento de neonatos con insuficiencia ponderal para la edad gestacional, todavía constituye una grave situación de salud en el mundo de hoy, sobre todo en los países tercermundistas, donde no se dispone de recursos suficientes para brindar una adecuada asistencia sanitaria a la población.


The available literature either national or foreign about the neonate morbidity and mortality was reviewed and it was decided to make reference to important aspects related with the topic, among which there were figured, besides a historical review: classification and register of the death causes (distress syndrome, hyaline membrane disease, infections, bronchopulmonary dysplasia and congenital malformations), delivery type (complications and prematurity), as well as low birth weight. Of the obtained information it was inferred that the neonates birth with ponderal inadequacy for the gestational age, still constitutes a severe health situation in today's world, mainly in the third world countries, where enough resources are nor disposable to offer an appropriate health care to the population.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Recém-Nascido , Recém-Nascido , Mortalidade Infantil , Morbidade , Fatores de Risco , Mortalidade Neonatal Precoce , Insuficiência de Crescimento/mortalidade , Mortalidade Perinatal
6.
Rev. ecuat. pediatr ; 19(1): 18-24, enero 2018.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-996423

RESUMO

Antecedentes: El embarazo en adolescentes es un problema de salud pública por las consecuencias para el binomio madre-hijo. Objetivo: Establecer la asociación entre la incidencia de morbilidad neonatal con el embarazo en adolescentes de 14 a 19 años que acuden al servicio de obstetricia, en comparación con un grupo control de madres no adolescentes de 20 a 34 años, en el Hospital Gineco Obstétrico Isidro Ayora, Julio a Octubre 2018. Métodos: observacional, prospectivo, transversal. La recolección de los datos se realizó a través de un formulario de recolección de datos y analizado en el programa SPSS con intervalos de confianza del 95%. Resultados: se encuentra mayor morbilidad neonatal en el grupo de madres adolescentes, a mayor edad gestacional mayores son los porcentajes de morbilidad neonatal; conforme la puntuación de APGAR a los 5 minutos es más elevada (8 y 9 puntos) mayores son los porcentajes de morbilidad neonatal cuando se trata de madres adolescentes frente a madres con edad comprendida entre 20 y 34 años de edad. Las dos enfermedades neonatales con mayor frecuencia en el grupo de estudio fue insuficiencia respiratoria y sepsis, encontrando que las dos patologías son mayores en madres adolescentes que residen en el área rural y que tuvieron menos de cinco controles prenatales. Independientemente del área en la que residan, los porcentajes más elevados de madres con antecedentes patológicos prenatales se registran en el caso de madres de 24 a 30 años con cinco o más controles prenatales; y en las madres adolescentes de 14 a 19 años con menos de cinco controles prenatales; es decir, que los antecedentes patológicos prenatales en casos de madres adolescentes con antecedentes patológicos, está relacionada al número de controles prenatales. Las patologías con mayor frecuencia en el grupo de fue Anemia e Infección del Tracto Urinario, encontrando que las madres que presentaron anemia, tuvieron ganancia adecuada de peso durante el embarazo con cinco o más controles prenatales el mayor porcentaje se presenta en madres de 20 a 34 años, seguido de madres adolescentes de 14 a 16 años y 17 a 19 años con 79,3% en ambos casos. Lo contrario sucede en el caso de que haya una adecuada ganancia de peso, anemia y menos de cinco controles prenatales, los mayores porcentajes se registran en las madres adolescentes de 14 a 16 y 17 a 19 años (20,7% respectivamente). Además, si se padece de anemia, se registra el 100% de ganancia inadecuada de peso en madres adolescentes de 17 a 19 años y más de cinco controles prenatales; y el 100% de ganancia inadecuada de peso en madres adolescentes de 14 a 16 años de edad con menos de cinco controles prenatales. En cuanto a la Infección del Tracto Urinario los mayores porcentajes se presentan cuando se realizaron más de cinco controles prenatales; así, las madres de 20 a 34 años con un 90,2%, seguido de las madres adolescentes de 14 a 16 y 17 a 19 años de edad con un 86,8% y 85% respectivamente. Las madres adolescentes (17 a 19 años) con menos de cinco controles prenatales registran el 15% de Infección del Tracto Urinario. Conclusiones. Las madres adolescentes presentan mayor porcentaje de morbilidad neonatal en partos con edad gestacional igual o mayor a 37 semanas de gestación y AGPAR de 8 y 9 a los 5 minutos; además, en este grupo de edad se presenta mayor porcentaje de casos de Distrés Respiratorio y Sepsis en adolescentes que se hicieron menos de 5 controles prenatales. El mayor porcentaje de antecedentes patológicos prenatales se presenta el grupo de madres de 20 a 34 años y que se han realizado más de 5 controles prenatales.


Background: Adolescent pregnancy is a public health problem due to the consequences for the mother-child binomial. Objective: To establish the association between the incidence of neonatal morbidity and mortality with pregnancy in adolescents aged 14 to 19 who attend the obstetrics service, compared to a control group of non-adolescent mothers from 20 to 34 years of age, at Isidro Ayora Obstetrician Gynecology Hospital, July to October 2018. Methods: observational, prospective, cross-sectional study. The data collection was done through a data collection form and analyzed in the SPSS program with 95% confidence intervals. Results: Neonatal morbidity is higher in the group of adolescent mothers, the higher the gestational age, the higher the percentages of neonatal morbidity; As the APGAR score at 5 minutes is higher (8 and 9 points), the percentages of neonatal morbidity are higher when it comes to adolescent mothers compared to mothers between 20 and 34 years of age. The two most frequent neonatal diseases in the study group were respiratory insufficiency and sepsis, finding that the two pathologies are higher in adolescent mothers who reside in the rural area and who had less than five prenatal check-ups. Regardless of the area in which they reside, the highest percentages of mothers with prenatal medical history are recorded in the case of mothers aged 24 to 30 years with five or more prenatal check-ups; and in adolescent mothers from 14 to 19 years of age with fewer than five prenatal check-ups; that is to say, that the prenatal pathological antecedents in cases of adolescent mothers with pathological antecedents, is related to the number of prenatal controls. The pathologies most frequently in the group of was Anemia and Urinary Tract Infection, finding that mothers who had anemia, had adequate weight gain during pregnancy with five or more prenatal controls the highest percentage occurs in mothers from 20 to 34 years, followed by adolescent mothers from 14 to 16 years and 17 to 19 years with 79.3% in both cases. The opposite happens in the case that there is an adequate weight gain, anemia and less than five prenatal controls, the highest percentages are recorded in adolescent mothers from 14 to 16 and 17 to 19 years (20.7% respectively). In addition, if you suffer from anemia, 100% of inadequate weight gain is registered in adolescent mothers from 17 to 19 years of age and more than five prenatal check-ups; and 100% of inadequate weight gain in adolescent mothers from 14 to 16 years of age with less than five prenatal controls. Regarding the Urinary Tract Infection, the highest percentages occur when more than five prenatal tests were performed; Thus, mothers aged 20 to 34 years with 90.2%, followed by adolescent mothers from 14 to 16 and 17 to 19 years of age with 86.8% and 85% respectively. Adolescent mothers (17 to 19 years old) with less than five prenatal check-ups register 15% of Urinary Tract Infection. Conclusions Adolescent mothers have a higher percentage of neonatal morbidity in deliveries with gestational age equal to or greater than 37 weeks of gestation and AGPAR of 8 and 9 at 5 minutes; In addition, in this age group there is a higher percentage of cases of Respiratory Distress and Sepsis in adolescents who underwent less than 5 prenatal check-ups. The highest percentage of prenatal pathological antecedents occurs in the group of mothers from 20 to 34 years of age and who have had more than 5 prenatal check-ups


Assuntos
Humanos , Gravidez , Recém-Nascido , Adolescente , Gravidez na Adolescência , Indicadores de Morbimortalidade , Doenças do Recém-Nascido , Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido , Mortalidade Neonatal Precoce , Sepse Neonatal
7.
Rev. ecuat. pediatr ; 19(1): 25-27, enero 2018.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-996426

RESUMO

Ectopia cordis es el desplazamiento completo o parcial del corazón fuera de la cavidad torácica, producido por un defecto congénito en la fusión de la pared torácica anterior dando como resultado una ubicación torácica adicional del corazón. Su prevalencia estimada es de 5.5-7.9 por millón de nacidos vivos. Se presenta el caso de un recién nacido varón de 15 h de edad, que pesaba 2.25 Kg, con ectopia cordis, con signos de dificultad respiratoria y cianosis periférica. El paciente fallece antes de que cualquier intervención quirúrgica se pudiera llevar a cabo


Ectopia cordis is the complete or partial displacement of the heart outside the thoracic cavity, produced by a congenital defect in the fusion of the anterior chest wall resulting in an additional thoracic location of the heart. Its estimated prevalence is 5.5-7.9 per million live births. We present the case of a 15-h-old male newborn, weighing 2.25 kg, with ectopia cordis, with signs of respiratory distress and peripheral cyanosis. The patient dies before any surgical intervention can be carried out


Assuntos
Humanos , Masculino , Recém-Nascido , Anormalidades Congênitas , Ectopia Cordis , Cardiopatias Congênitas , Mortalidade Neonatal Precoce
8.
Cuad. psiquiatr. psicoter. niño adolesc ; (63): 85-90, ene.-jun. 2017.
Artigo em Espanhol | IBECS | ID: ibc-181498

RESUMO

El presente trabajo trata del duelo perinatal, concretamente, aquel que se da tras una muerte gestacional tardía. Las reflexiones que presentamos se enmarcan en el trabajo de interconsulta psicológica en un Hospital Materno-infantil. Los padres que pierden a un hijo antes del nacimiento se enfrentan a la difícil tarea de un duelo con ciertas particularidades. En la pérdida perinatal vida y muerte aparecen al mismo tiempo, no hay una historia compartida con el hijo esperado, no existe un reconocimiento social de esta pérdida y, a pesar de todo ello, se da un movimiento simbólico en la estructura familiar, quedando un lugar vacío, aquel que habría ocupado el recién nacido. Se señala la importancia de los primeros momentos en el acompañamiento a estos padres y su influencia en la elaboración posterior


This work deals with the perinatal bereavement, but with a particular one that comes after a late gestational death. The reflections we present are framed in the work of psychological interconsultation in a Maternal and Child Hospital. Parents who lose a child before birth face the difficult bereament task with certain peculiarities. In the perinatal loss life and death appear at the same time, there is no shared history with the expected child, there is no social recognition of this loss and, despite all this, there is a symbolic movement in the family structure, leaving an empty place, that would have occupied the newborn. The importance of the first moments in the accompaniment to these parents and their influence in the later elaboration is indicated


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pesar , Morte Fetal , Morte Perinatal , Atitude Frente a Morte , Morte do Lactente , Pais/psicologia , Mortalidade Neonatal Precoce
9.
Rev. enferm. UFPE on line ; 11(3): 1171-1178, mar.2017. ilus, tab, graf
Artigo em Português | BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1032042

RESUMO

Objetivo: avaliar os determinantes associados à mortalidade perinatal. Método: estudo descritivo utilizando dados dos Sistemas de Informação sobre Mortalidade e Nascidos Vivos, no município de Petrolina (PE), Brasil, de 2008 a 2012. Foi realizada técnica de link age das bases e os fatores associados à mortalidade perinatal estimados utilizando regressão logística. Em seguida, realizada a análise de correlação entre escolaridade da mãe e peso da criança. Resultados: não houve redução expressiva na taxa de mortalidade perinatal; a análise multivariada mostrou que o baixo peso ao nascer e o sexo masculino da criança constituíram-se fatores associados ao óbito perinatal; a correlação entre escolaridade materna e peso da criança não foi estatisticamente significante. Conclusão: a maioria dos óbitos perinatais é considerada evitável e poderia ser prevenida com a melhoria da assistência materno-infantil, assegurando o acesso oportuno da gestante e neonato a serviços de qualidade.


Assuntos
Feminino , Humanos , Gravidez , Recém-Nascido , Cuidado Pré-Natal , Mortalidade Perinatal , Saúde Materno-Infantil , Sistemas de Informação em Saúde , Epidemiologia Descritiva , Mortalidade Neonatal Precoce , Recém-Nascido de Baixo Peso
10.
Garanhuns; s.n; 2017. 28 p.
Tese em Português | LILACS, Coleciona SUS, CONASS, SES-PE | ID: biblio-1121420

RESUMO

A redução da mortalidade infantil representa um desafio para gestores e serviços de saúde. A mortalidade Infantil ainda é um desafio para Saúde Pública, apesar do declínio observado no Brasil e permanece como um fator preocupante no país. No intuito de intervir neste cenário, o presente estudo vem a contribuir através da investigação dos óbitos a partir da implantação de discussão de óbitos neonatais precoce por causas evitáveis nas unidades de saúde do município de Caruaru. O estudo consiste em oferecer subsídios técnico cientifico para compreensão do atual cenário epidemiológico da mortalidade neonatal precoce e o conhecimento prévio dessas causas, com o intuito de facilitar o planejamento e intervenções oportunas, que podem ser inseridas na linha de cuidado integral a saúde da gestante e do recém-nascido. Quanto a estruturação do projeto de intervenção consistirá em reuniões sistemáticas focadas nos óbitos neonatais precoce nas unidades de saúde, onde ocorrem esses eventos. As discussões serão norteadas a partir dos instrumentos oficiais preconizados pelo Ministério da Saúde. São eles: cópia da Declaração de Nascidos Vivos, Declaração de Óbito, Ficha de Investigação de Óbito Infantil ambulatorial, domiciliar e hospitalar. É importante ressaltar a relevância da multiprofissionalidade envolvida no grupo técnico no qual comtempla profissionais responsáveis pelos programas saúde da mulher e da criança, técnicos da vigilância em saúde, apoiadores institucionais e as equipes da s unidades básicas de saúde do município de Caruaru.(AU)


Assuntos
Mortalidade Infantil , Mortalidade Neonatal Precoce , Equipe de Assistência ao Paciente , Atestado de Óbito , Saúde da Mulher , Nascido Vivo , Serviços de Saúde
11.
MedUNAB ; 20(1): 7-18, 2017. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS, COLNAL | ID: biblio-877998

RESUMO

Introduction: The distribution of health resources influences early neonatal mortality, granting access to obstetric care which is a major public health problem. However, the geographical dimension of this influence has not been studied in Colombia. Objective: To describe the geographical accessibility to obstetric and neonatal care beds and its association with early neonatal mortality in Colombia and its municipalities. Method: An ecological study at municipal level was carried out. Ordinary least squares (OLS) regression and a geographically weighted regression (GWR) were used to explore statistical and spatial associations. Results: The municipalities in Colombia with Higher mortality tend to have lower geographical accessibility to obstetric and neonatal beds after controlling the fertility and economic characteristics of these municipalities. This association is significant only in municipalities of the west coast. The strength of this association decreases in inner municipalities. Discussion: The centralization of obstetric and neonatal beds in major municipalities around the central region leaves municipalities with high risk of mortality underserved. The decentralization of obstetric and neonatal healthcare resources is a mandatory issue in order to reduce geographical disparities in mortality and to improve neonatal survival, and a healthy beginning of life...(AU)


Introducción: La distribución de los recursos de salud influencia la mortalidad neonatal temprana, garantizar el acceso atención obstétrica es un problema de salud pública. Sin embargo, la dimensión geográfica de esta influencia no ha sido estudiada en Colombia. Objetivo: Describir la accesibilidad geográfica a camas obstétricas y neonatales y su asociación con la mortalidad neonatal temprana en Colombia por municipios. Método: Se realizó un estudio ecológico a nivel municipal. Se recurrió a regresión por mínimos cuadrados y a regresión geográficamente ponderada para explorar las asociaciones estadísticas y espaciales. Resultados: Municipios con mayores tasas de mortalidad tienden a mostrar menor accesibilidad geográfica a camas obstétricas y neonatales, después de controlar las características municipales, económicas y de fecundidad. Esta asociación solo es significativa en municipios de la costa oeste. La fuerza de la asociación disminuye en municipios del interior. Discusión: Centralizar las camas obstétricas y neonatales en ciudades principales de la región central deja desatendidos a los municipios con mayor mortalidad. La descentralización de recursos de cuidado obstétrico y neonatal es un asunto obligatorio para reducir desigualdades geográficas en mortalidad, aumentar la supervivencia neonatal y lograr un inicio de vida saludable...(AU)


Introdução: A distribuição dos recursos da saúde tem influência na mortalidade precoce do neonatal, garantir o acesso aos cuidados obstétricos é um problema da saúde pública. A pesar de que, a dimensão geográfica desta influência não foi estudada na Colômbia. Objetivo: Descrever a acessibilidade geográfica aos leitos obstétricos e neonatos e, a sua associação com a mortalidade neonatal precoce na Colômbia, nos municípios. Método: O estudo ecológico foi realizado nos municípios. A regressão de mínimos quadrados e a regressão geograficamente ponderada foram utilizadas para explorar as associações estatísticas e espaciais. Resultados: Os municípios com taxas de mortalidade mais elevadas tendem a mostrar menor acessibilidade geográfica aos leitos obstétricos e neonatos após o controle das características municipais, econômicas e da fertilidade. Esta associação é apenas significativa nos municípios do litoral oeste. A força da associação diminui nos municípios do interior. Discussão: A centralização de camas obstétricas e neonatas nas principais cidades da região central, deixa os municípios não atendidos com a maior taxa de mortalidade. A descentralização dos recursos dos cuidados obstétricos e neonatos é uma questão obrigatória para reduzir as desigualdades geográficas na mortalidade, aumentar a sobrevivência neonatal e alcançar um bom início de vida saudável...(AU)


Assuntos
Humanos , Disparidades em Assistência à Saúde , Acesso aos Serviços de Saúde , Área Carente de Assistência Médica , Serviços de Saúde Materno-Infantil , Mortalidade Neonatal Precoce , Análise Espacial
12.
Rev. paul. pediatr ; 34(1): 106-113, Mar. 2016. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-776541

RESUMO

To evaluate factors associated with neonatal death within 24 hours after birth in very low birth weight preterm newborns. Methods: Prospective cohort of live births with gestational age of 230/7–316/7 weeks, birth weight of 500–1499g without malformations, in 19 public maternity hospitals in nine capitals in northeastern Brazil from July to December 2007. The 19 hospitals were assessed in relation to physical resources, equipment, human resources and aiming at quality in care initiatives. Hospital, maternal and neonatal characteristics, neonatal morbidity, neonatal procedures and interventions were compared between preterm newborns that died or survived up to 24 hours of life. The variables associated with death within 24 hours after birth were determined by logistic regression. Results: Of the 627 newborns enrolled in the study, 179 (29%) died within 168 hours after birth, of which 59 (33%) up to 24 hours and 97 (54%) up to 48 hours after birth. The variables associated with death <24h were: weight <1000g (2.94; 1.32–6.53), 5th minute Apgar <7 (7.17; 3.46–14.88), male gender (2.99; 1.39–6.47). A better hospital structure was a protective factor for early neonatal death (odds ratio: 0.34; 95% confidence interval: 0.17–0.71). Conclusions: The high neonatal mortality on the first day of life in capital cities of Northeast Brazil is associated with biological variables such as weight and gender of the newborn, as well as low vitality at birth and a worse infrastructure of the hospital where the birth occurred.


Avaliar os fatores associados ao óbito neonatal até 24 horas após o nascimento de recém-nascidos pré-termo de muito baixo peso. Métodos: Coorte prospectiva dos nascidos vivos com idade gestacional de 230/7-316/7 semanas, peso ao nascer de 500-1.499g sem malformações em 19 maternidades públicas de nove capitais na Região Nordeste do Brasil de julho a dezembro de 2007. Os 19 hospitais foram avaliados com relação aos recursos físicos, equipamentos, recursos humanos e iniciativas de busca de qualidade no atendimento. As características hospitalares, maternas e neonatais, a morbidade neonatal, os procedimentos e as intervenções neonatais foram comparados entre os recém-nascidos pré-termo que morreram ou sobreviveram até 24 horas. As variáveis associadas ao óbito até 24 horas após o nascimento foram determinadas por regressão logística. Resultados: Dos 627 recém-nascidos incluídos no estudo, 179 (29%) morreram até 168 horas de vida, dos quais 59 (33%) até 24 horas e 97 (54%) até 48 horas. As variáveis associadas ao óbito <24h foram: peso <1.000g (2,94; 1,32-6,53), Apgar 5° minuto <7 (7,17; 3,46-14,88), sexo masculino (2,99; 1,39-6,47). A melhor estrutura hospitalar foi fator de proteção para o óbito neonatal precoce (Odds Ratio 0,34; Intervalo de Confiança 95% 0,17-0,71). Conclusões: A elevada mortalidade neonatal no primeiro dia de vida nas capitais do Nordeste brasileiro associa-se a variáveis biológicas, como o peso e o sexo do recém-nascido, assim como à baixa vitalidade ao nascer e à pior infraestrutura do hospital no qual o parto ocorreu.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Recém-Nascido , Mortalidade Neonatal Precoce , Recém-Nascido Prematuro , Recém-Nascido de muito Baixo Peso
13.
Rev. cient. Esc. Univ. Cienc. Salud ; 2(2): 10-20, jul.-dic. 2015. tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-833742

RESUMO

El embarazo en adolescentes es un estado fisiológico de alto riesgo para la madre e hijo, se presenta entre los 10 hasta los 19 años de edad. Objetivo: Determinar la prevalencia y características clínicas de las adolescentes embarazadas atendidas en el Hospital Leonardo Martínez Valenzuela (HLMV) durante el período del 1 de enero hasta el 31 de diciembre del 2014. Pacien- tes y Métodos: Estudio con enfoque cuantitativo, de corte transversal y alcance descriptivo, realizado en la Sala de Maternidad del Hospital Leonardo Martínez Valenzuela durante el período descrito. El método de recolección de datos fue a través de datos secundarios obtenidos directamente de los libros de registros de ingreso de labor y parto, área quirúrgica y puerperio del Depar-tamento de Estadística del hospital ya mencionado. Los datos fueron tabulados con el programa de computación Excel 2010. Resultados: Un total de 14,008 nacimientos fueron atendidos en la Sala de Maternidad durante el año 2014, de los cuales 4,035 correspondían a madres adolescentes, con una prevalencia de 28.8%. De las adolescentes embarazadas, 113 (2.80%) no asistieron control prenatal y 916 (22.70%) asistieron a 5 controles. La vía del parto fue: vaginal 3,409 (85%) y cesárea 626 (15%). Se encontró que 298 (7.39%) eran quinceañeras y el método anticonceptivo hormonal (inyección de Acetato de medroxiprogesterona) fue utilizado por 2,686 (75%) madres. Conclusiones: Existe alta prevalencia de embarazos en adolescentes que se atienden en el HLMV, muchas jóvenes son madres al cumplir apenas quince años...(AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Adolescente , Adolescente , Mortalidade Neonatal Precoce , Serviços de Saúde Materno-Infantil , Nutrição Pré-Natal
14.
Cogitare enferm ; 20(4): 01-09, Out.-Dez. 2015.
Artigo em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1115

RESUMO

Objetivou-se analisar a mortalidade perinatal no Estado do Paraná. Foram analisados todos os óbitos perinatais de residentes no Paraná, de 1999-2010, constantes no Sistema de Informação sobre Mortalidade e Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Foram calculadas as diferenças relativas dos coeficientes de mortalidade perinatal, fetal e neonatal precoce, entre 1999-2001 e 2008-2010 segundo Regionais de Saúde. A análise mostrou redução de 28,2% no coeficiente de mortalidade perinatal, 32,2% no neonatal precoce e 25,2% no fetal. Das Regionais de Saúde, destacaram-se a 21ª com aumento de 8,8% no coeficiente de mortalidade neonatal precoce e 1a, 8ª e 16ª Regionais de Saúde com aumento de 5,9%, 12,3% e 12,2% no coeficiente de mortalidade fetal, respectivamente. Apesar do declínio do coeficiente de mortalidade perinatal para o estado, ainda persistem valores elevados em algumas Regionais de Saúde, o que indica necessidade de aprimorar ações no pré-natal e na atenção ao recém-nascido de risco (AU).


The aim of this study was to assess perinatal mortality in the state of Paraná by analyzing the total number of perinatal deaths among Paraná residents occurring between 1999 and 2010, as registered in the Mortality Information System and Stillborn Information System. This study calculated the differences between perinatal, fetal and early neonatal mortality coefficients from 1999 to 2001 and 2008 to 2010, according to data from regional health coordination centers. The results showed a 28.2% reduction in the perinatal mortality coefficient, 32.2% in the early neonatal coefficient and 25.2% in fetal mortality coefficient. Some highlights include a 8.8% increase in the early neonatal mortality rate reported by the 21st regional health coordination center, and the 5.9%, 12.3% and 12.2% increase in the fetal mortality coefficient in the 1st, 8th, and 16th regional centers. Even though the mean state perinatal mortality coefficient fell, high values persist in some regional health centers, pointing to the need for improving actions in prenatal and high-risk neonate care (AU).


El objetivo del estudio fue analizar la mortalidad perinatal en el estado de Paraná. Fueron analizados todos los óbitos perinatales de residentes en Paraná, de 1999-2010, constantes en el Sistema de Información sobre Mortalidad y Sistema de Informaciones sobre Nacidos Vivos. Fueron calculadas las diferencias relativas de los coeficientes de mortalidad perinatal, fetal y neonatal precoz, entre 1999-2001 y 2008-2010 según Regionales de Salud. El análisis mostró reducción de 28,2% en el coeficiente de mortalidad perinatal, 32,2% en el neonatal precoz y 25,2% en el fetal. De las Regionales de Salud, se destacaron la 21ª con elevación de 8,8% en el coeficiente de mortalidad neonatal precoz y 1a, 8ª y 16ª Regionales de Salud con elevación de 5,9%, 12,3% y 12,2% en el coeficiente de mortalidad fetal, respectivamente. A pesar del declinio del coeficiente de mortalidad perinatal para el estado, aún persisten valores elevados en algunas Regionales de Salud, lo que indica necesidad de perfeccionar acciones en el prenatal y en la atención al recién nacido de riesgo (AU).


Assuntos
Humanos , Sistemas de Informação , Enfermagem , Mortalidade Fetal , Mortalidade Neonatal Precoce , Mortalidade Perinatal
15.
Rev. cuba. obstet. ginecol ; 41(3): 219-225, jul.-set. 2015. ilus
Artigo em Espanhol | CUMED | ID: cum-63821

RESUMO

Introducción: la macrosomía fetal se ha encontrado asociada a una mayor morbilidad y mortalidad, tanto infantil como materna.Objetivo: identificar la morbilidad y mortalidad materna y perinatal presente en pacientes con macrosomía fetal.Métodos: se realizó un estudio transversal descriptivo para identificar la morbilidad y la mortalidad materna y perinatal presente en pacientes con macrosomía fetal en el Hospital Universitario Ginecobstétrico Mariana Grajales de Santa Clara, Villa Clara, enero de 2009 a diciembre del 2010, el universo de trabajo quedó conformado por todas las pacientes que tuvieron un parto de macrosómico 557, el cual coincidió con la muestra, las variables incluidas fueron: morbilidad y mortalidad materna y perinatal, momento del diagnóstico, tipo de parto, grado de la macrosomía y trauma al nacer. Se utilizó la estadística descriptiva e inferencial resumiéndose la información en forma de tablas.Resultados: la hemorragia obstétrica fue la principal morbilidad materna 80 casos (58,0 por ciento), el trauma al nacer fue la morbilidad perinatal más frecuente con 33 casos (41,8 por ciento) y no existió asociación estadística significativa entre el trauma al nacer y el grado de macrosomía con X2= 43.4 y p=0.120.Conclusiones: en el periodo de estudio se observó en las pacientes con macrosomía fetal: morbilidad materna, relacionada con hemorragia posparto y morbilidad perinatal, relacionada con trauma al nacer, el grado de la macrosomía y el trauma al nacer fueron variables independientes(AU)


Introduction: foetal macrosomia has been associated with higher morbidity and mortality rates, in both the infant and the mother.Objective: to identify maternal and perinatal morbidity and mortality in patients with foetal macrosomia.Methods: across-sectional descriptive study was performed to identify maternal and foetal morbidity and mortality in patients with foetal macrosomia, at Mariana Grajales Gynaecobstetric University Hospital of Santa Clara City, Villa Clara Province, from January 2009 to December 2010. The sample group was made up of all the patients who had macrosomic labor (557), which coincided with the sample. The variables included were maternal and perinatal morbidity and mortality, moment of the diagnosis, type of labor, degree of macrosomia and birth trauma. Descriptive and inferential statistics were used; and the information was summarized in charts.Results: obstetrical haemorrhage was the main cause of maternal morbidity (80 cases, 58.0 percent), birth trauma was the most frequent perinatal morbidity (33 cases, 42.8 percent) and there was not any significant statistical relationship between birth trauma and the degree of macrosomia (X2= 43.4 y p=0.120).Conclusions: in the period of study, the patients with foetal macrosomia presented, as it was observed: maternal morbidity, associated to postpartum haemorrhage; and perinatal morbidity, associated to birth trauma. The degree of macrosomia and birth trauma were independent variables(AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Macrossomia Fetal/mortalidade , Macrossomia Fetal/epidemiologia , Assistência Perinatal/métodos , Mortalidade Perinatal , Epidemiologia Descritiva , Estudos Transversais , Mortalidade Neonatal Precoce
16.
Rio de Janeiro; s.n; 2015. 151 p. tab, graf.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-757585

RESUMO

A mortalidade neonatal precoce é o componente da mortalidade infantil responsável por mais de 50 por cento dos óbitos ocorridos no primeiro ano de vida, e se relaciona com assistência pré-natal, parto e recém-nascido (RN). O estudo objetivou analisar os eventos adversos (EA) presentes nas unidades de terapia intensiva neonatal (UTIN) mediante revisão da literatura nacional e internacional, e análise dos dados do sistema de notificação brasileiro de eventos adversos, bem como estudar a influência dos EA no óbito neonatal precoce, em uma maternidade pública do município do Rio de Janeiro. A tese foi escrita sob a forma de três artigos. No primeiro, mediante revisão sistemática, apresentaram-se os incidentes medicamentosos como os mais frequentes e as infecções de origem hospitalar como precursoras de danos de maior gravidade. No segundo artigo – um estudo quantitativo, descritivo, retrospectivo, com análise de dados secundários fornecidos pelo Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (NOTIVISA), desde sua implantação em 2007 a setembro de 2013 –, a análise dos EA relacionados aos RN e às UTIN notificados revelou problemas na qualidade e no manejo do cateter central de inserção periférica (PICC), e no uso de antibióticos e nitrato de prata. No terceiro artigo, um estudo do tipo caso-controle pareado com relação 1:2, de revisão retrospectiva de prontuários com o uso de rastreadores (triggers), avaliaram-se os EA ocorridos no período neonatal precoce em uma UTIN no município do Rio de Janeiro e sua associação com o óbito neonatal precoce. Identificou-se o EA Extubação não planejada com comprometimento respiratório e necessidade de reintubação associado ao óbito neonatal precoce. Ressalta-se a ocorrência de EA de maior gravidade nos RN que evoluíram para o óbito quando comparados aos sobreviventes. Recomenda-se o uso do rastreador hipotermia, devido à identificação de sua alta frequência e associação com a bradicardia...


Early neonatal mortality is the infant mortality component that accounts for over 50 percent of deaths in the first year of life, being related to prenatal care, childbirth and newborn (NB). The study aimed to analyze adverse events (AE) in neonatal intensive care units (NICU) by reviewing national and international literature, and analyzing data from Brazil's adverse event reporting system, as well as studying the influence of AE’s in early neonatal death, in a public maternity hospital in Rio de Janeiro city. The thesis was written in the form of three articles. In the first, through systematic review, medical incidents were presented as most frequent, and hospital infections as precursors of most serious damage. In the second article - a quantitative, descriptive, retrospective study, with analysis of secondary data provided by the Sanitary Surveillance Reporting System (NOTIVISA), since its creation in 2007 to September 2013 - the analysis of AE related to NB’s and notified NICU revealed problems in the quality and management of peripheral insertion central catheter (PICC), and the use of antibiotics and silver nitrate. In the third article, a case-control study paired with 1:2 ratio, retrospective review of medical records with use of trackers (triggers), evaluated AE’s in early neonatal period in a NICU in Rio de January, and its association with early neonatal death. It identified the AE "unplanned extubation with respiratory compromise and need for reintubation" associated with early neonatal death. It is noteworthy the occurrence of more severe AE’s in infants who had a fatal outcome compared to survivors. It is recommended to use the tracker "Hypothermia", due to the identification of its high frequency and association with bradycardia. It is understood that many AE’s may not be described in the medical records, and it is also recommended investment in observational studies to further approximation of reality experienced in the NICU...


Assuntos
Humanos , Mortalidade Neonatal Precoce , Mortalidade Infantil , Unidades de Terapia Intensiva Neonatal , Segurança do Paciente , Qualidade da Assistência à Saúde
18.
Rev. bras. saúde matern. infant ; 14(2): 155-164, Apr-Jun/2014. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-716370

RESUMO

Analisar diferenças na mortalidade infantil, segundo local do parto, no Estado de São Paulo (2009). Métodos: coorte de 252.201 nascidos vivos (NV) por parto vaginal, vinculados a 3289 óbitos infantis, por técnica determinística, divididos em: nascidos em hospitais (250.850) e em domicílio/outro local (1351). Foram calculadas probabilidades de morte e os riscos relativos (RR) e para avaliar o efeito de covariáveis sobre o óbito, utilizou-se modelo de regressão logística multinomial. Resultados: 0,5 por cento NV ocorreram em domicílio/outro local e apresentaram maior probabilidade de morte (45,2 por mil NV) do que os nascidos em hospitais (12,9). A mortalidade foi maior para os nascimentos fora do hospital em todos os componentes da mortalidade infantil: neonatal precoce (RR=3,9), neonatal tardio (RR=2,6) e pós-neonatal (RR=3,4). A probabilidade de morte diminuiu conforme aumentou o peso ao nascer, porém o risco de morte dos NV ≥2500 g em domicílio/outro local foi duas vezes maior que nos partos hospitalares. Após ajuste, nascer fora do hospital permaneceu como risco apenas para a mortalidade pós-neonatal. Conclusões: embora reduzidos, os partos fora do hospital apresentam maior risco de morte, inclusive no período pós-neonatal, sugerindo que há barreiras de acesso não só durante o pré-natal e parto, mas que estas persistem na atenção à criança no primeiro ano de vida...


To examine diferences in infant mortality rates by place of birth, in the State of São Paulo (2009). Methods: a cohort of all 252,201 live vaginal births, with 3,289 infant deaths, was obtained from a deterministic linkage and divided into those born in hospital (250,850) and those born at home or else-where (1351). The probability of death and relative risk (RR) were calculated and a multinomial logistic regression model was used to assess the effect of co-variables on mortality. Results: 0.5 percent live births occurred in the home or elsewhere outside the hospital and presented a greater likelihood of mortality (45.2 per thousand live births) compared with those born in hospital (12.9). Mortality was higher for births outside of hospital for all types of infant mortality: early neonatal (RR=3.9), late neonatal (RR=2.6) and post-neonatal (RR=3.4). The likelihood of death diminished as birth weight increased, although the risk of death for live births ≥2500 g in the home or elsewhere was twice as high as for hospital births. After adjustment, being born outside of hospital continued to be a risk factor for post-neonatal mortality. Conclusions: although few in number, births outside of hospital present a greater risk of death, including post-neonatal mortality, suggesting that there are barriers to access not only during the prenatal period and delivery, but also throughout the first year of life...


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Mortalidade Neonatal Precoce , Sistemas de Informação em Saúde , Mortalidade Infantil , Registros de Mortalidade , Parto Domiciliar/estatística & dados numéricos , Parto Domiciliar/mortalidade , Natimorto , Nascido Vivo
19.
Rev. enferm. Cent.-Oeste Min ; 3(3): 837-850, set.-dez.2013.
Artigo em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: lil-734112

RESUMO

Objetivou-seavaliar o perfil do óbito neonatal precoce decorrente do diagnóstico de cardiopatia congênita em um hospitaluniversitário. Estudo descritivo, documental, com abordagem quantitativa. A amostra foi composta por 62 registros derecém-nascidos (RN) internados na instituição hospitalar. Para a coleta de dados foi utilizado um questionáriosemiestruturado e os dados foram agrupados e apresentados em tabelas usando da estatística não paramétrica. Aplicou-seo teste Qui-Quadrado para o Apgar do 1º e 5º minuto.De acordo com os resultados, a maior parte dos neonatos quevieram a óbito foi diagnosticada, segundo o CID, como RN pré-termo ou baixo peso (64,5%). A maior parte da amostraapresentou intervalo de peso inferior a 2000g (66,1%). A idade gestacional relacionada ao óbito prevaleceu nos neonatosde 37 a 41 semanas (30,6%). Quanto à faixa etária das mães, a maior parte apresentava entre 20 e 30 anos (62,9%). Aoanalisar o valor do Apgar, observaram-se RN deprimidos durante o primeiro minuto (40,3%). Já no quintominuto,observaram-se RN vigorosos (50%). Conclui-se que acardiopatia congênita não configura a principal causa de óbitoneonatal neste estudo, porém fazem parte de outrascausas citadas.


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Recém-Nascido , Cardiopatias Congênitas , Classificação Internacional de Doenças , Fatores de Risco , Mortalidade Neonatal Precoce , Saúde Materno-Infantil , Índice de Apgar
20.
Pediatr. mod ; 48(6)jun. 2012.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-663132

RESUMO

Objetivo: Analisar a evolução dos indicadores da mortalidade infantil, segundo seus componentes e por causas evitáveis, no município de Viçosa, Minas Gerais, comparando-os com o Estado de Minas Gerais e o Brasil. Métodos: Estudo ecológico e descritivo de séries temporais, realizado com dados secundários relativos à mortalidade infantil, segundo grupos de causas e componentes, no município de Viçosa, no período de 1998 a 2010. Os dados de óbitos infantis ocorridos no município de Viçosa, no período de estudo, foram categorizados de acordo com a Classificação Internacional de Doenças, 10ª revisão ou CID-10, nas categorias de dois dígitos, seus componentes ? neonatal precoce, neonatal tardio e pós-neonatal ? e também de acordo com os critérios de evitabilidade, por meio da Classificação de Óbitos Evitáveis da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação SEADE) do governo do Estado de São Paulo ou Classificação de Ortiz (2000). Resultados: Apesar de um declínio ao longo dos anos do coeficiente de mortalidade infantil, mantém-se um predomínio do componente neonatal à custa dos óbitos neonatais precoces, sem redução das causas evitáveis (ou reduzíveis) de óbitos nos períodos neonatal e pós-neonatal, as quais vêm mantendo-se em percentuais superiores às causas de óbitos não evitáveis ou maldefinidas. Conclusões: Grande parte da mortalidade infantil poderia ser evitada ou reduzida por meio de adequado controle da gravidez, adequada atenção ao parto e por ações de prevenção, diagnóstico e tratamento precoces e parcerias com outros setores. Por outro lado, as causas maldefinidas ainda estão em valores bem elevados, ressaltando-se a necessidade de registros de óbitos de melhor qualidade.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Recém-Nascido , Lactente , Pré-Escolar , Criança , Mortalidade Infantil , Mortalidade Infantil , Mortalidade Infantil/etnologia , Mortalidade Neonatal Precoce
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