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1.
Neurology ; 96(1): e111-e120, 2021 01 05.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33106389

RESUMO

OBJECTIVE: To investigate the reliability of clinical outcomes in secondary progressive multiple sclerosis (SPMS) trials, we compared the frequency of progression and improvement events on different clinical outcome measures in the placebo arms of 2 large randomized controlled trial (RCT) datasets. METHODS: Using original trial data from the placebo arms of IMPACT (International MS Secondary Progressive Avonex Controlled Trial) and ASCEND (A Clinical Study of the Efficacy of Natalizumab on Reducing Disability Progression in Participants With Secondary Progressive Multiple Sclerosis), 2 large RCTs in SPMS, we compared disability progression and similarly defined improvement with and without 3- or 6-month confirmation on the outcome measures Expanded Disability Status Scale (EDSS), Timed 25-Foot Walk (T25FW), 9-Hole Peg Test (9HPT), and their combinations. RESULTS: In both datasets, the EDSS showed the highest rates of improvement over time, and the smallest difference between progression and improvement rates, followed by the T25FW and the 9HPT. For the T25FW and 9HPT, improvement rates were fairly stable over time and remained at below or around the 10% level. For the EDSS, improvement rates increased in parallel with disability progression rates. CONCLUSIONS: All investigated outcome measures in SPMS showed some evidence of random variation and measurement error, the T25FW and 9HPT less so than the more established outcome EDSS. Our findings are relevant for the design and critical appraisal of trials in SPMS.


Assuntos
Avaliação da Deficiência , Fatores Imunológicos/uso terapêutico , Esclerose Múltipla Crônica Progressiva/tratamento farmacológico , Avaliação de Resultados em Cuidados de Saúde/normas , Reprodutibilidade dos Testes , Adulto , Conjuntos de Dados como Assunto , Feminino , Humanos , Interferon beta-1a/uso terapêutico , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Natalizumab/uso terapêutico , Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto
2.
Brasília; CONITEC; out. 2020.
Não convencional em Português | BRISA/RedTESA | ID: biblio-1141598

RESUMO

INTRODUÇÃO: A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença imunomodulada, inflamatória, desmielinizante e neurodegenerativa, que acomete usualmente adultos jovens, sendo em média duas vezes mais frequente em mulheres. A prevalência média de EM estimada para o Brasil é de 8,69/100.000 habitantes. A evolução da doença, gravidade e sintomas não são uniformes, podendo apresentar-se de formas menos ativas até formas de evolução extremamente agressivas. A EM pode ser classificada em três formas, de acordo com a evolução da incapacidade e incidência de surtos. No Brasil, o tratamento farmacológico destina-se apenas a indivíduos que apresentam a EMRR, havendo seis medicamentos disponíveis em quatro linhas de tratamento, com o natalizumabe recomendado como opção da quarta linha terapêutica. PERGUNTA: O uso do natalizumabe é eficaz e seguro no tratamento da EMRR, após primeira falha ao tratamento, quando comparado ao fingolimode? EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: Foram incluídas três revisões sistemáticas (RS) com meta-análise em rede avaliando a eficácia e a segurança de diversos Medicamentos Modificadores do Curso da Doença (MMCD) no tratamento da EMRR, além de 21 estudos observacionais comparando a efetividade do natalizumabe frente ao fingolimode. Com relação aos desfechos primários de eficácia, foi possível observar que houve diferença estatisticamente significante na taxa anualizada de surtos, com o resultado favorecendo o natalizumabe em uma das RS incluídas (Lucchetta et al, 2018). Já em relação ao desfecho de incidência de surtos, avaliado em 12 e 24 meses, não houve diferença entre os tratamentos aos 12 meses (Tramacere et al, 2015); e aos 24 meses foram obtidos resultados conflitantes com o estudo de Tramacere e colaboradores (2015) favorecendo o natalizumabe, ao contrário de Li et al. (2019), que não encontrou diferença entre as intervenções. Em termos de efetividade, foram realizadas 17 meta-análises, a partir dos 21 estudos observacionais incluídos. Dentre os desfechos primários avaliados, foi identificada superioridade do natalizumabe, com significância estatística, apenas para o desfecho de ausência de surto em 12 meses, inclusive na análise de subgrupos (indivíduos com alta atividade ou não). Entretanto, esse benefício parece não se manter para todos os pacientes a longo prazo, uma vez que aos 24 meses a meta-análise evidenciou um efeito protetor do natalizumabe apenas para indivíduos com alta atividade da EMRR. Os outros desfechos secundários de efetividade que demonstraram superioridade do natalizumabe foram expressos somente em pacientes com alta atividade da doença, não sendo possível, portanto, inferir que o tratamento com o natalizumabe deva se estender, nas mesmas proporções, a todos os pacientes com EMRR. Em relação à segurança, a maioria dos estudos avaliaram apenas o desfecho de descontinuação do tratamento, sempre em tempo menor do que 24 meses. Sabe-se, entretanto, que a segurança é um aspecto muito importante a ser considerado durante o uso de natalizumabe, principalmente com relação ao desenvolvimento de Leucoencefalopatia Multifocal Progressiva (LEMP) após dois anos de uso do natalizumabe. Dessa forma, destacamos resultados identificados na busca e que podem esclarecer essa lacuna, como o estudo de Oshima e colaboradores (2019) que demonstrou que o natalizumabe [OR 115,72 (IC95% 83,83-159,74) p<0,001]. apresenta uma chance estatisticamente significante maior que o fingolimode [OR 4,98 (IC95% 3,64-6,81)] para a incidência de LEMP. AVALIAÇÃO ECONÔMICA: O demandante apresentou uma análise de custo-efetividade utilizando um modelo de Markov em um horizonte temporal de 50 anos. O desfecho de efetividade considerado no modelo foi anos de vida ajustados pela qualidade (QALY) e os desfechos econômicos foram os custos com recursos médicos diretos. Os inputs utilizados foram extraídos de estudos publicados ou não, replicando as mesmas probabilidades de transição ao longo de todo o horizonte temporal. A avaliação resultou em um cenário de maior custo e maior efetividade para o natalizumabe, quando comparado ao fingolimode, gerando uma razão de custo-efetividade incremental de aproximadamente R$ 29 mil por QALY ganho. ANÁLISE DE IMPACTO ORÇAMENTÁRIO: O demandante apresentou uma Análise de Impacto Orçamentário (AIO) para estimar o impacto financeiro da antecipação do natalizumabe para após primeira falha terapêutica, em um horizonte temporal de 5 anos. A estimativa da população elegível foi realizada utilizando dados obtidos na base de dados do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS), acrescida de uma taxa anual de crescimento de pacientes observada de janeiro de 2017 a dezembro de 2018 (4,6%) para projetar a população ao longo do horizonte temporal de cinco anos. Adicionalmente, frente às evidências encontradas, estimou-se a população com EMRR em alta atividade que poderia se beneficiar com o uso de natalizumabe após a primeira falha terapêutica, além da descontinuação do tratamento para 57% dos pacientes após dois anos de uso do medicamento, referente à proporção de pessoas que apresentam anticorpos antiJCV (John Cunningham Virus). Assim, assumindo a antecipação do natalizumabe para pacientes com alta atividade da doença, estima-se um impacto orçamentário de R$ 4,86 milhões no primeiro ano, podendo chegar a R$ 7,14 milhões no quinto ano, representando um custo incremental total em cinco anos de R$ 32,4 milhões. MONITORAMENTO DO HORIZONTE TECNOLÓGICO: Na pesquisa realizada, foram detectados seis medicamentos potenciais para pacientes com esclerose múltipla remitente recorrente após primeira falha de tratamento, sendo que nenhum, até o momento, tem registro na Anvisa, nos Estados Unidos ou na Europa. CONSIDERAÇÕES FINAIS: As evidências apresentadas demonstraram os benefícios do tratamento com natalizumabe, principalmente em pacientes com alta atividade da EMRR. Entretanto, os resultados encontrados para pacientes sem essa definição de alta atividade foram similares aos obtidos com o comparador (fingolimode). Dado o perfil de segurança do natalizumabe e os achados de eficácia e efetividade, é possível que o uso deste medicamento supere os riscos somente em pacientes com alta atividade da EMRR, uma vez que estes apresentam pior prognóstico de progressão da doença. RECOMENDAÇÃO PRELIMINAR DA CONITEC: A Conitec, em sua 88ª reunião ordinária, no dia 09 de julho de 2020, recomendou a não ampliação de uso no SUS de natalizumabe para o tratamento da EMRR após primeira falha terapêutica, como alternativa ao fingolimode. A recomendação considerou que se indica haver evidência de superioridade do natalizumabe somente para pacientes em alta atividade da doença (no desfecho ausência de surto após 24 meses de tratamento). Contudo, atualmente, o PCDT não prevê essa classificação. Além disso, considerou-se o impacto orçamentário incremental de 32 milhões em 5 anos e as questões de segurança relativas ao risco de LEMP com natalizumabe. CONSULTA PÚBLICA: Foram recebidas 706 contribuições na Consulta Pública, sendo 87 pelo formulário para contribuições técnico-científicas e 619 pelo formulário para contribuições sobre experiência ou opinião de pacientes, familiares, amigos ou cuidadores de pacientes, profissionais de saúde ou pessoas interessadas no tema. Após apreciação das contribuições recebidas, em que foram reforçados os benefícios clínicos da utilização antecipada de natalizumabe para o tratamento de pacientes com alta atividade de doença; e considerando a nova proposta de atualização do PCDT da Esclerose Múltipla, que leva em conta essa classificação da EMRR, o Plenário da Conitec entendeu que houve argumentação suficiente para alterar a recomendação inicial sobre o tema. RECOMENDAÇÃO FINAL DA CONITEC: A Conitec, em sua 91ª reunião ordinária, no dia 08 de outubro de 2020, recomendou a ampliação de uso do natalizumabe no tratamento de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente com alta atividade de doença, conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde. A recomendação considerou que se indica haver evidência de superioridade do natalizumabe para pacientes com alta atividade da doença; e que a atual proposta de atualização do PCDT da esclerose múltipla aborda essa classificação da doença. DECISÃO: Ampliar o uso do natalizumabe no tratamento de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente com alta atividade de doença, conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde ­ SUS, conforme Portaria nº 49, publicada no Diário Oficial da União nº 217, seção 1, página 144, em 13 de novembro de 2020.


Assuntos
Humanos , Esclerose Múltipla Recidivante-Remitente/tratamento farmacológico , Natalizumab/uso terapêutico , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Sistema Único de Saúde , Brasil , Análise Custo-Benefício/economia , Falha de Tratamento
3.
J Neuroimmunol ; 349: 577379, 2020 12 15.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33007648

RESUMO

Natalizumab is being used in recurrent multiple sclerosis despite its history of market withdrawal due to lethal cases. We have carried out a bibliometric analysis of this drug from 1999 to February 2020 in order to assess the real impact of the use natalizumab with the goal to identify the key articles that sustain the current knowledge on the therapeutic possibilities of this compound. We have extracted from the Web of Science the top 100 most cited records (T100) and tabulated data on the journal, authors, publication year, number of citations, countries and institutions of publication, T100-records, citation density and citations per record of the works. The 100 most cited articles were selected from a total of 32,507 citations out of 2817 publications with an h-number of 74, 11.54 citations/publication, and a density of 1544.79 citations/year. Citations ranged from 63 of the paper placed in the 100th position (T100) to 1940 of the paper in the first position (T1). T2 was cited 888 times, and the difference in the number of citations between T1 and T2 was higher than that between T2 and T10. T1, T2 and T3 are clinical trials. When articles are arranged by institution and nationality having more than 10 T100 articles, biotechnology company Biogen and the USA, respectively, lead the ranking, but we also find that 8 out of 10 are academic European institutions. A co-authorship analysis reveals an intense collaborative activity between countries and institutions. We conclude that the clinical and academic communities have shown a sustained interest in natalizumab for the therapy of recurrent multiple sclerosis over the last 20 years.


Assuntos
Bibliometria , Fatores Imunológicos/uso terapêutico , Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico , Natalizumab/uso terapêutico , Publicações Periódicas como Assunto/normas , Humanos , Publicações Periódicas como Assunto/tendências
4.
BMC Infect Dis ; 20(1): 753, 2020 Oct 14.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-33054715

RESUMO

BACKGROUND: Safety of live vaccines in patients treated with immunosuppressive therapies is not well known, resulting in contradictory vaccination recommendations. We describe here the first case of vaccine-associated measles in a patient on natalizumab treatment. CASE PRESENTATION: A young female patient with relapsing-remitting multiple sclerosis on natalizumab treatment received the live attenuated measles, mumps, and rubella vaccine in preparation for a change in her treatment in favour of fingolimod, with established immunosuppressive qualities. Seven days after receiving the vaccine, our patient experienced diffuse muscle pain, fatigue, and thereafter developed a fever and then an erythematous maculopapular rash, compatible with vaccine associated measles. This was later confirmed by a positive measles RT-PCR throat swab. The patient's symptoms resolved without any sequelae. CONCLUSION: In this case report we review the immunosuppressive qualities of natalizumab and the evidence in favour and against live vaccines in patients on this treatment. Our findings reveal the insufficient understanding of the immunosuppressive effects of new immunomodulators, and thus of the safety of live vaccines in patients on such medications. While this case triggers precaution, there is insufficient evidence to conclude that natalizumab treatment could favor the onset of vaccine-associated measles.


Assuntos
Vacina contra Sarampo/efeitos adversos , Vacina contra Sarampo-Caxumba-Rubéola/uso terapêutico , Sarampo/etiologia , Natalizumab/uso terapêutico , Adulto , Exantema/induzido quimicamente , Feminino , Febre/etiologia , Humanos , Fatores Imunológicos/uso terapêutico , Imunossupressão/efeitos adversos , Imunossupressores/efeitos adversos , Imunossupressores/uso terapêutico , Sarampo/diagnóstico , Vacina contra Sarampo/uso terapêutico , Vacina contra Sarampo-Caxumba-Rubéola/efeitos adversos , Esclerose Múltipla Recidivante-Remitente/tratamento farmacológico , Natalizumab/imunologia , Vacinas Atenuadas/efeitos adversos , Vacinas Atenuadas/imunologia , Vacinas Atenuadas/uso terapêutico
6.
Mult Scler Relat Disord ; 46: 102516, 2020 Nov.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32957057

RESUMO

OBJECTIVE: Patients with Multiple Sclerosis (MS) and on disease modifying therapies (DMTs) that can be immunosuppressive or immunomodulatory form a special group where risk of continuation of DMT needs to be taken into account with risk of contracting Covid-19. This concept can pose a degree of anxiety for patients as well as neurologists. We aimed to evaluate patient perspectives regarding the use of Natalizumab and anti-CD20 therapies (Rituximab and Ocrelizumab) in the context of the COVID-19 pandemic. METHODS: cross-sectional study conducted via voluntary survey filled in by patients with MS and related disorders receiving their infusional treatment in one MS centre in Australia, exploring their concerns regarding their therapy, their therapy and COVID-19, precautions undertaken in response to the pandemic, and factors impacting their decision-making. RESULTS: 170 patients completed the survey. Of patients on Natalizumab, the majority had either no or mild concern regarding their DMT and COVID-19, and of patients on B-cell depleting therapies, again, the majority had no or mild concern, though a slightly higher proportion had a moderate level of concern. Asked to delineate their concerns, an increased risk of contracting COVID-19 was more commonly conveyed than MS-specific factors or poor outcomes pertaining to COVID-19 if contracted, by patients in both groups. Conversely, being invited to specifically consider the possibility of contracting COVID-19 or experience a relapse of MS, almost half of the cohort rated both of equal of concern. More than half of the cohort were self-isolating more stringently than general government advice and government-related resources followed by information provided by patient's neurologist where the commonest means of information to guide decision making. CONCLUSIONS: Whilst a large proportion of patients had some concern regarding the impact of their DMT on COVID-19, whether on their risk of contracting COVID-19 or a theoretical risk for more severe disease, the overall level of concern in most cases was at most mild. Patients on B-cell depleting therapies were more inclined to express a higher level of concern. A similar concern was ascribed to a risk of a relapse or worsening MS symptoms compared to the risk of contracting COVID-19. Such attitudes may underscore a willingness of patients to continue their DMT where benefits outweigh risks during future phases of the COVID-19 pandemic.


Assuntos
/tratamento farmacológico , Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico , Natalizumab/uso terapêutico , Rituximab/uso terapêutico , /patogenicidade , Adulto , Idoso , Anticorpos Monoclonais Humanizados/uso terapêutico , Austrália , Feminino , Humanos , Imunossupressores/farmacologia , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Esclerose Múltipla/epidemiologia , Esclerose Múltipla/virologia
7.
Sci Rep ; 10(1): 14244, 2020 08 28.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32859922

RESUMO

There are an increasing number of treatments available for multiple sclerosis (MS). The early identification of optimal responders to individual treatments is important to achieve individualized therapy. With this aim, we performed a multicenter retrospective longitudinal study including 186 MS patients treated with natalizumab who were followed for 2 years. We analyzed the following variables at recruitment: sex, current age, age at disease onset, disease duration, EDSS, number of T2 and Gd + lesions, IgG and IgM oligoclonal bands, HLA class II (DR, DRB, DQA, DQB, and DRB1*15:01), IgG and IgM antibody titers against human herpesvirus 6 (HHV-6) and the antibody response to Epstein-Barr virus (EBV) through the measurement of the anti-EBNA-1 and anti-VCA IgG titers, in relation to clinical response (no relapses or disability progression), and to NEDA-3 (no evidence of disease activity in terms of clinical response and no changes in MRI scans either) after 2-years follow-up. Baseline EDSS score, baseline EBNA-1 IgG titers and percentage change of HHV6 IgG titers between baseline and 6 month visits were significantly different in clinical responders and in NEDA-3 status (all of them remained significant in the multivariate analysis). We identified three variables for the early identification of natalizumab optimal responders in a rapid and cost-effective approach.


Assuntos
Biomarcadores Farmacológicos/análise , Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico , Natalizumab/uso terapêutico , Adulto , Formação de Anticorpos , Biomarcadores Farmacológicos/sangue , Proteínas do Capsídeo/análise , Proteínas do Capsídeo/imunologia , Progressão da Doença , Infecções por Vírus Epstein-Barr/imunologia , Antígenos Nucleares do Vírus Epstein-Barr/análise , Feminino , Antígenos HLA/análise , Herpesvirus Humano 4/imunologia , Herpesvirus Humano 6/imunologia , Humanos , Imunoglobulina G/análise , Estudos Longitudinais , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Esclerose Múltipla/imunologia , Natalizumab/metabolismo , Prognóstico , Recidiva , Estudos Retrospectivos , Espanha
8.
Neurology ; 95(6): e745-e754, 2020 08 11.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32690785

RESUMO

OBJECTIVE: To determine whether natalizumab efficacy is maintained when switching to personalized extended interval dosing based on individual natalizumab trough concentrations in patients with relapsing-remitting multiple sclerosis (RRMS). METHODS: This was a prospective multicenter single-arm trial with 1 year follow-up and a 1-year extension phase. Participants were adult persons with RRMS treated with natalizumab without disease activity in the year prior to enrollment. The natalizumab treatment interval was based on longitudinal natalizumab trough concentrations. Patients received 3 monthly MRI scans, relapse assessments, and disability scoring during follow-up. The primary endpoint was the occurrence of gadolinium-enhancing lesions on MRI. Secondary endpoints were new/enlarging T2 lesions on MRI and relapses and progression on the Expanded Disability Status Scale (EDSS) during follow-up and extension phase. RESULTS: Sixty-one patients were included. Eighty-four percent extended the interval from a 4-week interval to a 5- to 7-week interval. No patient developed gadolinium-enhancing lesions (95% confidence interval [CI] 0%-7.4%) during follow-up. No new/enlarging T2 lesions (95% CI 0%-7.4%) or relapses (95% CI 0%-7.4%) were reported during follow-up and in the extension phase. Median EDSS was comparable at baseline (3.0, interquartile range [IQR] 2.0-5.0) and after follow-up (3.0, IQR 2.0-5.0). CONCLUSION: Personalized extended interval dosing did not induce recurrence of MS disease activity. Natalizumab efficacy was maintained in stable patients with RRMS receiving personalized extended interval dosing based on individual natalizumab concentrations. CLASSIFICATION OF EVIDENCE: This study provides Class IV evidence that personalized extended interval dosing of natalizumab does not result in recurrence of disease activity in stable patients with RRMS.


Assuntos
Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico , Natalizumab/administração & dosagem , Adulto , Avaliação da Deficiência , Esquema de Medicação , Monitoramento de Medicamentos , Feminino , Seguimentos , Humanos , Integrina alfa4beta1/antagonistas & inibidores , Integrina alfa4beta1/imunologia , Imagem por Ressonância Magnética , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Esclerose Múltipla/sangue , Esclerose Múltipla/diagnóstico por imagem , Natalizumab/sangue , Natalizumab/uso terapêutico , Países Baixos , Neuroimagem , Medicina de Precisão , Estudos Prospectivos , Índice de Gravidade de Doença
9.
Brasília; s.n; 15 jun. 2020.
Não convencional em Português | LILACS, BRISA/RedTESA, PIE | ID: biblio-1100400

RESUMO

O Informe Diário de Evidências é uma produção do Ministério da Saúde que tem como objetivo acompanhar diariamente as publicações científicas sobre tratamento farmacológico e vacinas para a COVID-19. Dessa forma, são realizadas buscas estruturadas em bases de dados biomédicas, referente ao dia anterior desse informe. Não são incluídos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo, in silico). A frequência dos estudos é demonstrada de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, coortes, entre outros). Para cada estudo é apresentado um resumo com avaliação da qualidade metodológica. Essa avaliação tem por finalidade identificar o grau de certeza/confiança ou o risco de viés de cada estudo. Para tal, são utilizadas ferramentas já validadas e consagradas na literatura científica, na área de saúde baseada em evidências. Cabe ressaltar que o documento tem caráter informativo e não representa uma recomendação oficial do Ministério da Saúde sobre a temática. Foram encontrados 15 artigos.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Sistema Renina-Angiotensina , Avaliação da Tecnologia Biomédica , Ceftriaxona/uso terapêutico , Imunoglobulinas/uso terapêutico , Metilprednisolona/uso terapêutico , Ciclosporina/uso terapêutico , Azitromicina/uso terapêutico , Ritonavir/uso terapêutico , Oseltamivir/uso terapêutico , Lopinavir/uso terapêutico , Natalizumab/uso terapêutico , Glucocorticoides/uso terapêutico , Hidroxicloroquina/uso terapêutico
10.
Mult Scler Relat Disord ; 44: 102250, 2020 Sep.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32531754

RESUMO

The disease caused by the new coronavirus SARS-CoV-2 (COVID-19) is currently spread worldwide . Recent data supports SARS-CoV-2 may use integrins to enter human cells. Therefore, anti-integrins therapies might be an alternative against the infection . Natalizumab, approved for Multiple Sclerosis (MS) treatment, acts blocking α4-integrin. We report a MS patient treated with natalizumab who develops COVID-19, with excellent recovery and repeated negative results in 5 consecutive microbiological studies. We postulate this may be due to the blockade of integrins induced by natalizumab.


Assuntos
/prevenção & controle , Fatores Imunológicos/uso terapêutico , Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico , Natalizumab/uso terapêutico , Adolescente , Humanos , Integrina alfa4/antagonistas & inibidores , Masculino , Esclerose Múltipla/complicações , Resultado do Tratamento
12.
Neurology ; 94(22): e2373-e2383, 2020 06 02.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32430312

RESUMO

OBJECTIVE: Disease-modifying treatments (DMTs) are the gold standard for slowing disability progression in multiple sclerosis (MS), but their effects on cognitive impairment, a key symptom of the disease, are mostly unknown. We conducted a systematic review and meta-analysis to evaluate the differential effects of DMTs on cognitive test performance in relapsing-remitting MS (RRMS). METHODS: PubMed, Scopus, and Cochrane Library were searched for studies reporting longitudinal cognitive performance data related to all major DMTs. The standardized mean difference (Hedges g) between baseline and follow-up cognitive assessment was used as the main effect size measure. RESULTS: Forty-four studies, including 55 distinct MS patient samples, were found eligible for the systematic review. Twenty-five studies were related to platform therapies (mainly ß-interferon [n = 17] and glatiramer acetate [n = 4]), whereas 22 studies were related to escalation therapies (mainly natalizumab [n = 14] and fingolimod [n = 6]). Reported data were mostly confined to the cognitive domain processing speed. A meta-analysis including 41 studies and 7,131 patients revealed a small to moderate positive effect on cognitive test performance of DMTs in general (g = 0.27, 95% confidence interval [CI] = [0.21-0.33]), but no statistically significant differences between platform (g = 0.27, 95% CI = [0.18-0.35]) and escalation therapies (g = 0.28, 95% CI = [0.19-0.37]) or between any single DMT and ß-interferon. CONCLUSIONS: DMTs are effective in improving cognitive test performance in RRMS, but a treatment escalation mainly to amend cognition is not supported by the current evidence. Given the multitude of DMTs and their widespread use, the available data regarding differential treatment effects on cognitive impairment are remarkably scant. Clinical drug trials that use more extensive cognitive outcome measures are urgently needed.


Assuntos
Cognição/efeitos dos fármacos , Disfunção Cognitiva/tratamento farmacológico , Imunossupressores/uso terapêutico , Esclerose Múltipla Recidivante-Remitente/tratamento farmacológico , Cognição/fisiologia , Disfunção Cognitiva/epidemiologia , Disfunção Cognitiva/psicologia , Cloridrato de Fingolimode/farmacologia , Cloridrato de Fingolimode/uso terapêutico , Acetato de Glatiramer/farmacologia , Acetato de Glatiramer/uso terapêutico , Humanos , Fatores Imunológicos/farmacologia , Fatores Imunológicos/uso terapêutico , Imunossupressores/farmacologia , Interferon beta/farmacologia , Interferon beta/uso terapêutico , Esclerose Múltipla Recidivante-Remitente/epidemiologia , Esclerose Múltipla Recidivante-Remitente/psicologia , Natalizumab/farmacologia , Natalizumab/uso terapêutico , Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto/métodos
13.
Brain Nerve ; 72(5): 517-523, 2020 May.
Artigo em Japonês | MEDLINE | ID: mdl-32381749

RESUMO

Multiple sclerosis disease modifying drugs (MS-DMD) currently used in Japan are interferon ß-1a, interferon ß-1b and gratiramer acetate, fingolimod, dimethyl furmarate, and natalizumab. Ofatumumab and siponimod will be approved probably in 2021. Ofatumumab is an ant-CD20 human monoclonal antibody. A clinical trial revealed that the efficacy of ofatumumab is clearly superior to teriflunomide that has comparable efficacy to dimethyl fumarate. Siponimod, a selective sphingosine-1-phosphate receptor modulator, exhibited mild, but significant efficacy for secondary progressive form of MS. OCH, a synthetic glycolipid agent, is being tested in phase II clinical trials in Japan. What DMD is to select is challenging since MS prognosis varies and is unexpected. Only very few have truly benign course without treatment. Silent progression should be considered especially in cases with those with interferon ß-1a, interferon ß-1b and gratiramer acetate. Escalation therapy is more widely accepted than initiation of high efficacy therapy in Japan because emphasizing safety. In such strategy three injectables and dimethyl fumarate are regarded as first line therapies. On the other hand, initiation of high efficacy drugs may be reasonable to prevent from disease progression. Even if either is acceptable, early induction of DMD with sufficient efficacy is mandatory for MS treatment.


Assuntos
Anticorpos Monoclonais Humanizados/uso terapêutico , Azetidinas/uso terapêutico , Compostos de Benzil/uso terapêutico , Fumarato de Dimetilo/uso terapêutico , Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico , Ensaios Clínicos como Assunto , Cloridrato de Fingolimode/uso terapêutico , Acetato de Glatiramer/uso terapêutico , Humanos , Interferons/uso terapêutico , Japão , Natalizumab/uso terapêutico
14.
Brasília; s.n; 12 maio 2020.
Não convencional em Português | LILACS, BRISA/RedTESA, PIE | ID: biblio-1097394

RESUMO

Essa é uma produção do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE/MS), que tem como missão promover a ciência e tecnologia e o uso de evidências científicas para a tomada de decisão do SUS, tendo como principal atribuição o incentivo ao desenvolvimento de pesquisas em saúde no Brasil, de modo a direcionar os investimentos realizados em pesquisa pelo Governo Federal às necessidades de saúde pública. Informar sobre as principais evidências científicas descritas na literatura internacional sobre tratamento farmacológico para a COVID-19. Além de resumir cada estudo identificado, o informe apresenta também uma avaliação da qualidade metodológica e a quantidade de artigos publicados, de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, entre outros). Foram encontrados 12 artigos e 15 protocolos.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/tratamento farmacológico , Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico , Betacoronavirus/efeitos dos fármacos , Vacinas/uso terapêutico , Azitromicina/uso terapêutico , Progressão da Doença , Ritonavir/uso terapêutico , Lopinavir/uso terapêutico , Natalizumab/uso terapêutico , Hidroxicloroquina/uso terapêutico
15.
Mult Scler Relat Disord ; 43: 102195, 2020 Aug.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32460086

RESUMO

OBJECTIVE: To determine whether the course of COVID-19 is more severe in patients with MS and if MS disease-modifying treatments (DMTs) affect the risk of contracting the disease. METHODS: In a cross-sectional survey, data were collected by sending a questionnaire to 2000 patients with a demyelinating disease through an online portal system. Collected data included the current MS DMT and patient-reported disability level, history of recent sick contact, recent fever, respiratory symptoms, diagnosis with COVID-19, and the disposition after the diagnosis. We defined a COVID-19-suspect group as patients having fever and cough or fever and shortness of breath, or a presumptive diagnosis based on suggestive chest computed tomography. We calculated the proportion of COVID-19-suspect patients and compared their demographics, clinical characteristics, and DMT categories with the rest of survey-responders, using univariable and multivariable models. RESULTS: Out of 712 patients, 34 (4.8%) fulfilled our criteria for being in the COVID-19-suspect group. Only two patients required hospitalization. No patient required intensive care. In a multivariable model, disease duration (p-value=0.017), DMT category (p-value=0.030), and history of sick contact (p-values<0.001) were associated with the risk of being in the COVID-19-suspect group. Being on B-cell depleting antibodies (as compared to non-cell depleting, non-cell trafficking inhibitor DMTs) was associated with a 2.6-fold increase in the risk of being in the COVID-19-suspect group. (RR: 3.55, 95%CI: 1.45, 8.68, p-value=0.005). CONCLUSIONS: The course of infection in patients with MS suspected of having COVID-19 was mild to moderate, and all patients had a full recovery. B-cell depleting antibodies may increase the susceptibility to contracting COVID-19.


Assuntos
Infecções por Coronavirus/imunologia , Hospedeiro Imunocomprometido/imunologia , Fatores Imunológicos/uso terapêutico , Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico , Pneumonia Viral/imunologia , Adulto , Anticorpos Monoclonais Humanizados/uso terapêutico , Linfócitos B/imunologia , Betacoronavirus , Infecções por Coronavirus/complicações , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Infecções por Coronavirus/fisiopatologia , Tosse , Estudos Transversais , Crotonatos/uso terapêutico , Fumarato de Dimetilo/uso terapêutico , Suscetibilidade a Doenças , Dispneia , Epidemias , Feminino , Febre , Cloridrato de Fingolimode/uso terapêutico , Acetato de Glatiramer/uso terapêutico , Hospitalização/estatística & dados numéricos , Humanos , Unidades de Terapia Intensiva/estatística & dados numéricos , Interferons/uso terapêutico , Irã (Geográfico)/epidemiologia , Pulmão/diagnóstico por imagem , Depleção Linfocítica , Masculino , Esclerose Múltipla/complicações , Esclerose Múltipla Crônica Progressiva/tratamento farmacológico , Esclerose Múltipla Crônica Progressiva/epidemiologia , Esclerose Múltipla Recidivante-Remitente/tratamento farmacológico , Esclerose Múltipla Recidivante-Remitente/epidemiologia , Natalizumab/uso terapêutico , Pandemias , Pneumonia Viral/complicações , Pneumonia Viral/epidemiologia , Pneumonia Viral/fisiopatologia , Rituximab/uso terapêutico , Índice de Gravidade de Doença , Toluidinas/uso terapêutico , Tomografia Computadorizada por Raios X
17.
Mult Scler Relat Disord ; 43: 102174, 2020 Aug.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32464584

RESUMO

BACKGROUND: SARS-CoV-2 viral infection causes COVID-19 that can result in severe acute respiratory distress syndrome (ARDS), which can cause significant mortality, leading to concern that immunosuppressive treatments for multiple sclerosis and other disorders have significant risks for both infection and ARDS. OBJECTIVE: To examine the biology that potentially underpins immunity to the SARS-Cov-2 virus and the immunity-induced pathology related to COVID-19 and determine how this impinges on the use of current disease modifying treatments in multiple sclerosis. OBSERVATIONS: Although information about the mechanisms of immunity are scant, it appears that monocyte/macrophages and then CD8 T cells are important in eliminating the SARS-CoV-2 virus. This may be facilitated via anti-viral antibody responses that may prevent re-infection. However, viral escape and infection of leucocytes to promote lymphopenia, apparent CD8 T cell exhaustion coupled with a cytokine storm and vascular pathology appears to contribute to the damage in ARDS. IMPLICATIONS: In contrast to ablative haematopoietic stem cell therapy, most multiple-sclerosis-related disease modifying therapies do not particularly target the innate immune system and few have any major long-term impact on CD8 T cells to limit protection against COVID-19. In addition, few block the formation of immature B cells within lymphoid tissue that will provide antibody-mediated protection from (re)infection. However, adjustments to dosing schedules may help de-risk the chance of infection further and reduce the concerns of people with MS being treated during the COVID-19 pandemic.


Assuntos
Betacoronavirus/imunologia , Linfócitos T CD8-Positivos/imunologia , Infecções por Coronavirus/imunologia , Síndrome da Liberação de Citocina/imunologia , Imunossupressores/uso terapêutico , Linfopenia/imunologia , Esclerose Múltipla/terapia , Pneumonia Viral/imunologia , Alemtuzumab/uso terapêutico , Anticorpos Monoclonais Humanizados/uso terapêutico , Anticorpos Antivirais/imunologia , Cladribina/uso terapêutico , Crotonatos/uso terapêutico , Desprescrições , Fumarato de Dimetilo/uso terapêutico , Cloridrato de Fingolimode/uso terapêutico , Acetato de Glatiramer/uso terapêutico , Transplante de Células-Tronco Hematopoéticas/métodos , Humanos , Evasão da Resposta Imune/imunologia , Imunidade Inata/imunologia , Fatores Imunológicos/uso terapêutico , Interferon beta/uso terapêutico , Macrófagos/imunologia , Monócitos/imunologia , Natalizumab/uso terapêutico , Pandemias , Toluidinas/uso terapêutico
19.
Neurology ; 94(23): e2468-e2478, 2020 06 09.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32434868

RESUMO

OBJECTIVE: To evaluate the frequency of asymptomatic optic nerve lesions and their role in the asymptomatic retinal neuroaxonal loss observed in multiple sclerosis (MS). METHODS: We included patients with remitting-relapsing MS in the VWIMS study (Analysis of Neurodegenerative Process Within Visual Ways In Multiple Sclerosis) (ClinicalTrials.gov Identifier: 03656055). Included patients underwent optical coherence tomography (OCT), optic nerve and brain MRI, and low-contrast visual acuity measurement. In eyes of patients with MS without optic neuritis (MS-NON), an optic nerve lesion on MRI (3D double inversion recovery [DIR] sequence) was considered as an asymptomatic lesion. We considered the following OCT/MRI measures: peripapillary retinal nerve fiber layer thickness, macular ganglion cell + inner plexiform layer (mGCIPL) volumes, optic nerve lesion length, T2 lesion burden, and fractional anisotropy within optic radiations. RESULTS: An optic nerve lesion was detected in half of MS-NON eyes. Compared to optic nerves without any lesion and independently of the optic radiation lesions, the asymptomatic lesions were associated with thinner inner retinal layers (p < 0.0001) and a lower contrast visual acuity (p ≤ 0.003). Within eyes with asymptomatic optic nerve lesions, optic nerve lesion length was the only MRI measure significantly associated with retinal neuroaxonal loss (p < 0.03). Intereye mGCIPL thickness difference (IETD) was lower in patients with bilateral optic nerve DIR hypersignal compared to patients with unilateral hypersignal (p = 0.0317). For the diagnosis of history of optic neuritis, sensitivity of 3D DIR and of mGCIPL IETD were 84.9% and 63.5%, respectively. CONCLUSIONS: Asymptomatic optic nerve lesions are an underestimated and preponderant cause of retinal neuroaxonal loss in MS. 3D DIR sequence may be more sensitive than IETD measured by OCT for the detection of optic nerve lesions.


Assuntos
Esclerose Múltipla/patologia , Nervo Óptico/patologia , Retina/patologia , Adolescente , Adulto , Idoso , Anisotropia , Doenças Assintomáticas , Atrofia , Sensibilidades de Contraste , Estudos Transversais , Feminino , Humanos , Imagem por Ressonância Magnética , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Esclerose Múltipla/complicações , Esclerose Múltipla/diagnóstico por imagem , Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico , Natalizumab/uso terapêutico , Fibras Nervosas/patologia , Neuroimagem , Nervo Óptico/diagnóstico por imagem , Tamanho do Órgão , Projetos Piloto , Retina/diagnóstico por imagem , Degeneração Retiniana/etiologia , Degeneração Retiniana/patologia , Sensibilidade e Especificidade , Tomografia de Coerência Óptica , Córtex Visual/diagnóstico por imagem , Córtex Visual/patologia , Adulto Jovem
20.
PLoS One ; 15(4): e0230846, 2020.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32240213

RESUMO

PURPOSE: The objective of this study was to characterize the demographic and clinical profile of RRMS patients receiving fingolimod in Spain, and to evaluate drug effectiveness and safety in clinical practice. METHODS: This observational, retrospective, multicentre, nationwide study was performed at 56 Spanish hospitals and involved 804 RRMS patients who received oral fingolimod (0.5 mg) since November 2011, with a minimum follow-up of 12 months. RESULTS: The mean annualized relapse rate (ARR) in the year before fingolimod was 1.08 and the median EDSS was 3; patients were exposed to fingolimod for 2.2 years as average; regarding magnetic resonance imaging (MRI) activity, more than half of the patients had >20 lesions at baseline. Patients were previously treated with first-line injectable DMTs (60.3%), or natalizumab (31.3%), and 8.3% were naïve patients. Overall, the ARR significantly decreased to 0.28, 0.22 and 0.17 (74.1%, 79.7% and 83.5% of relative reduction, respectively) after 12, 24 and 36 months of treatment, P<0.001. The ARR of patients who switched from natalizumab to fingolimod was stable over the study. Most of the patients (88.7%) were free from confirmed disability and MRI activity (67.3%) after 24 months. The persistence after 12 months on fingolimod was 93.9%. CONCLUSIONS: The subgroups of patients analysed showed differential baseline demographic and clinical characteristics. The analysis of patients who received fingolimod in routine clinical practice confirmed adequate efficacy and safety, even for long-term treatment. The present data also confirmed the positive benefit/risk balance with fingolimod in real-world clinical practice setting.


Assuntos
Cloridrato de Fingolimode/uso terapêutico , Esclerose Múltipla/tratamento farmacológico , Adulto , Idoso , Pessoas com Deficiência , Feminino , Cloridrato de Fingolimode/metabolismo , Humanos , Imunossupressores/uso terapêutico , Imagem por Ressonância Magnética , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Esclerose Múltipla Recidivante-Remitente/tratamento farmacológico , Natalizumab/uso terapêutico , Recidiva , Estudos Retrospectivos , Espanha
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