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1.
Menopause ; 17(6): 1122-7, 2010.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-20613675

RESUMO

OBJECTIVE: Although the route of estrogen administration is known to be an important determinant of the thrombotic risk among postmenopausal women using hormone therapy, recent data have shown that norpregnane derivatives but not micronized progesterone increase venous thromboembolism risk among transdermal estrogens users. However, the differential effects of progesterone and norpregnanes on hemostasis have not yet been investigated. METHODS: We set up a cross-sectional study among healthy postmenopausal women aged 45 to 70 years. The impact of activated protein C (APC) on endogenous thrombin potential was investigated in the plasma samples of 108 women who did not use any hormone therapy (n = 40) or who were treated with transdermal estrogens combined with micronized progesterone (n = 30) or norpregnane derivatives (n = 38). RESULTS: After exclusion of women with factor V Leiden and/or G20210A prothrombin gene mutations, there was no significant change in APC sensitivity among women who used transdermal estrogens combined with micronized progesterone compared with nonusers. Women using transdermal estrogens combined with norpregnanes were less sensitive to APC than were nonusers (P = 0.003) or users of transdermal estrogens combined with micronized progesterone (P = 0.004). In addition, prothrombin fragment 1 + 2 concentration was higher in users of transdermal estrogens plus norpregnanes than in nonusers (P = 0.004). Other hemostatic parameters did not vary significantly across the different subgroups. CONCLUSIONS: Transdermal estrogens combined with norpregnanes may induce APC resistance and activate blood coagulation. These results provide a biological support to epidemiological data regarding the potential thrombogenic effects of norpregnanes. However, these findings need to be confirmed in a randomized trial.


Assuntos
Resistência à Proteína C Ativada/etiologia , Terapia de Reposição de Estrogênios/efeitos adversos , Estrogênios/administração & dosagem , Hemostasia/efeitos dos fármacos , Norpregnanos/administração & dosagem , Pós-Menopausa/sangue , Progestinas/administração & dosagem , Resistência à Proteína C Ativada/sangue , Administração Cutânea , Idoso , Estudos Transversais , Quimioterapia Combinada , Estrogênios/efeitos adversos , Feminino , Humanos , Modelos Lineares , Pessoa de Meia-Idade , Norpregnanos/efeitos adversos , Fragmentos de Peptídeos/sangue , Fragmentos de Peptídeos/efeitos dos fármacos , Progestinas/efeitos adversos , Protrombina/efeitos dos fármacos , Trombina/biossíntese , Trombina/efeitos dos fármacos
4.
Rev. bras. mastologia ; 11(1): 21-9, mar. 2001. ilus, tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-288517

RESUMO

Objetivou-se analisar as alteraçöes de densidade mamográficas em mulheres na menopausa, submetidas a diferentes esquemas de terapia de reposiçäo hormonal (TRH).Estudaram-se em três grupos de 32 mulheres: G1 controle, G2 usuárias de estrogênios conjugados isolados (0,625 mg/dia) ou associados a medroxiprogesterona (2,5 mg/dia ou 5 mg/12 dias/mês) e G3 usuárias de tibolona (2,5 mg/dia). Critérios de inclusäo: duas mamografias, intervalo de 12 meses, a primeira prévia à TRH. Utilizaram-se dois métodos de classificaçäo de densidade mamográfica: Wolfe (N1, P1, P2, DY) e Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR 1, 2, 3,4). Dois radiologistas revisaram os laudos, separadamente, sem o conhecimento dos grupos. Observou-se que as pacientes do G1 e G3 eram mais idosas e com maior tempo de menopausa quando comparadas as do G2(p < 0,05). Relataram mastalgia e aumento do volume mamário, 9 pacientes do G2 e 4 de G3. Näo houve relato no G1 (p < 0,05). Observamos que mulheres com mamas pouco densas (N1, P1 ou CBR 1,2) tinham 3,6 gestaçöes e aquelas com mamas densas (P2, DY ou CBR3,4), 2,3 gestaçöes (p < 0,01). Encontrou-se aumento de densidade mamográfica, segundo os critérios de Wolfe, em 6,2 porcento no G2, 9,4 porcento no G2 e 3,2 porcento no G3 e, segundo os critérios do CBR. em 3,2 porcento, 12,3 porcento e 6,2 porcento, respectivamente. Houve discordância interobservadores, nos laudos inicial e final, em 20,8 porcento e 24 porcento, segundo os critérios de Wolfe e 14,6 porcento e 11,5 porcento, segundo os critérios do CBR, respectivamente. Pela interpretaçäo de Kappa, a concordância interobservadores foi boa e a concordância entre os critérios de Wolfe e do CBR, fraca. A tibolona parece provocar menos sintomas mamários e menores alteraçöes de densidade mamários, quando comparada à TRH convencional


Assuntos
Humanos , Feminino , Estrogênios Conjugados (USP) , Mamografia , Medroxiprogesterona/efeitos adversos , Menopausa , Norpregnanos/efeitos adversos , Terapia de Reposição Hormonal/efeitos adversos , Estudos Longitudinais
5.
Invest. med. int ; 14(3): 197-201, nov. 1987. tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-48193

RESUMO

Se estudió el efecto anticonceptivo, los efectos secundarios y las modificaciones en los sangrados menstruales, el peso corporal, la presión arterial y constantes de laboratorio, en dos grupos de mujeres: el primero utilizando la mezcla anticonceptiva de 150 mcg de desogestrel y 30 mcg de etinil estradiol y el segundo la de 150 mcg de levo-norgestrel y 30 mcg de etinil estradiol. Se estudiaron en total 252 mujeres, durante 4.332 ciclos, con un tiempo máximo de consumo de 34 ciclos. Los resultados mostraron un muy favorable efecto del desogestrel/etinil estradiol sobre el peso corporal, que no aumentó sino aun disminuyó con esta mezcla, la cual además produjo menores alteraciones del sangrado menstrual, mínimos e insignificantes efectos secundarios, gran tolerancia y un alto índice de continuidad de 89%


Assuntos
Adulto , Feminino , Norpregnanos/farmacologia , Norpregnanos/efeitos adversos
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