Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 20 de 1.113
Filtrar
1.
Washington; Organización Panamericana de la Salud; nov. 11, 2020. 3 p.
Não convencional em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1128909

RESUMO

Después de nueve meses de vivir con la COVID-19, también sabemos lo que funciona. Y cuanto más tiempo pase, más pruebas tenemos de que cuando los países aplican algunas mejores prácticas, logran desacelerar la transmisión del virus. Permítanme recordarles hoy esas mejores prácticas y poner de relieve cómo han ayudado a ciertos países de nuestra Región a mantener el virus bajo control.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/epidemiologia , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Pandemias/prevenção & controle , Betacoronavirus , América/epidemiologia , Sistemas de Saúde/organização & administração
2.
Recurso na Internet em Inglês | LIS - Localizador de Informação em Saúde | ID: lis-47761

RESUMO

In January 2020, we published the findings of a two year in-depth inquiry into the ethical issues relating to research in global health emergencies. The inquiry was run by an international working group which gathered evidence and experience from many contributors across the globe. Better evidence about what helps or doesn’t help during an emergency is needed in order to improve the response to global health emergencies. Research conducted during an emergency itself plays a crucial role in obtaining this evidence, and helps support the immediate response, as well as learning for the future. The aim of the report is to identify ways in which research can be undertaken ethically during emergencies, in order to promote the contribution that ethically-conducted research can make to improving current and future emergency preparedness and response. We have made 24 recommendations to ‘duty bearers’ such as research funders, research organisations, governments, and researchers. These are summarised in our call for action. We suggest changes that would align their policies and practices more closely to three core values of fairness, equal respect, and helping reduce suffering. The report presents these values in the form of an ‘ethical compass’ to guide the conduct of the very wide range of people involved in research in global health emergencies.


Assuntos
Serviços Médicos de Emergência/ética , Prática Clínica Baseada em Evidências/ética , Sistemas de Saúde/organização & administração , Formulação de Políticas , Bioética
3.
Washington; Organización Panamericana de la Salud; ago. 13, 2020. 4 p.
Não convencional em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1117252

RESUMO

Enfrentamos un reto sin precedentes, que requiere sistemas de salud sólidos y bien financiados que nos guíen en la crisis y nos ayuden a recuperarnos. No hay ninguna duda de que los países y las ciudades necesitan intervenciones significativas y sostenidas en todos los sectores para suprimir la COVID-19, proteger los avances en la salud y hacer frente a la pobreza y las desigualdades crecientes. La salud de las comunidades y de la economía depende de ello.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/prevenção & controle , Sistemas de Saúde/organização & administração , Infecções por Coronavirus/prevenção & controle , Equidade em Saúde/organização & administração , Populações Vulneráveis , Pandemias/prevenção & controle , Betacoronavirus , África/epidemiologia , América Latina/epidemiologia
4.
Washington; Organización Panamericana de la Salud; ago 25, 2020. 11 p. ilus.
Não convencional em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1117907

RESUMO

El Programa Subregional para América del Sur (SAM) representa la visión estratégica de la OPS/OMS a mediano plazo para la subregión sudamericana. El Programa apoya las prioridades subregionales en materia de salud y busca armonizar el trabajo de OPS/OMS con los mecanismos de integración, particularmente con el Mercado Común del Sur (MERCOSUR), el Organismo Andino de Salud - Convenio Hipólito Unanue (ORAS-CONHU), la Organización del Tratado de Cooperación Amazónica (OTCA), PROSUR, Alianza del Pacífico y otros socios.


Assuntos
Humanos , Administração de Recursos Humanos , Sistemas de Saúde/organização & administração , Controle de Doenças Transmissíveis , Saúde de Populações Indígenas , Pandemias/prevenção & controle , Doenças não Transmissíveis/prevenção & controle , Organização Pan-Americana da Saúde , Pneumonia Viral/epidemiologia , Áreas de Fronteira , Mudança Climática , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Mercosul , Betacoronavirus , América Latina
6.
Washington; Organización Panamericana de la Salud; jul. 30, 2020. 57 p.
Não convencional em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1116085

RESUMO

Este documento ofrece orientación para los Estados Miembros de la Región de Europa de la OMS que deseen realizar estudios sobre las apreciaciones comportamentales relacionadas con la COVID-19. El brote pandémico de la COVID-19 está generando una carga abrumadora para los sistemas y las autoridades de salud, que deben responder con intervenciones, políticas y mensajes eficaces y apropiados.Una respuesta antipandémica o una fase de transición mal gestionadas e inoportunas pueden menoscabar los logros obtenidos de manera colectiva. La pandemia y sus restricciones pueden haber afectado el bienestar físico y mental, la cohesión social y la estabilidad económica, así como la resiliencia y la confianza de los individuos y las comunidades.


Assuntos
Pneumonia Viral/epidemiologia , Sistemas de Saúde/organização & administração , Inquéritos e Questionários , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Políticas Públicas de Saúde , Pandemias/prevenção & controle , Monitoramento Epidemiológico , Gestão da Informação em Saúde/instrumentação , Betacoronavirus , Gerenciamento de Dados/organização & administração , Região do Caribe , América Latina
8.
Metas enferm ; 23(6): 73-78, jul. 2020.
Artigo em Espanhol | IBECS | ID: ibc-194599

RESUMO

En 1859, Florence Nightingale aseveró "For the sick it is important to have the best", la única forma de identificar lo mejor es investigando sobre los cuidados. La investigación es la herramienta válida que permite generar o consolidar el conocimiento disciplinar y profesional. En la actualidad los estudios liderados por Linda Aiken han demostrado, en el ámbito internacional y durante más de tres décadas, que los resultados de los pacientes no se explican en función de las características de los hospitales, sino por la calidad de los cuidados que se les dispensan. Este artículo tiene por objetivo reflexionar sobre la importancia de la investigación en cuidados, su relación con la práctica basada en la evidencia y los resultados en salud de los pacientes, además de revisar los apoyos a la investigación como son Investén del Instituto de Salud Carlos III, el Plan Estratégico de Investigación e Innovación en Salud (PERIS) y la European Academy of Nursing Science (EANS). Sin lugar a dudas la pandemia de la COVID-19 ha situado a las enfermeras en un punto de inflexión que solo, y según su respuesta para incrementar la visibilidad, será ascendente o descendente. La investigación constituye la pieza clave para dar respuesta al reto


In 1859, Florence Nightingale stated: "For the sick it is important to have the best"; and the only way to identify the best is through healthcare research, which is the valid tool that allows generating or strengthening disciplinary and professional knowledge. Current studies led by Linda Aiken have demonstrated in the international setting, and for over three decades, that patient outcomes cannot be explained through the hospital characteristics, but by the quality of care provided. This article aims to reflect on the importance of healthcare research, its association with evidence-based practice and health outcomes in patients; also to review support for research such as INVESTEN from the Instituto de Salud Carlos III, the Strategic Plan for Research and Innovation in Health (PERIS), and the European Academy of Nursing Science (EANS). Undoubtedly, the COVID-19 pandemic has placed nurses at a tipping point that will only be ascending or descending based on their response to increase visibility. Research represents the key element to address this challenge


Assuntos
Humanos , Pesquisa Biomédica/métodos , Pesquisa em Enfermagem , Teoria de Enfermagem , Cuidados de Enfermagem/organização & administração , Sistemas de Saúde/organização & administração , Medicina Baseada em Evidências/métodos , Enfermagem Baseada em Evidências/organização & administração
9.
s.l; s.n; 2; jul. 15, 2020. 111 p. ilus.
Não convencional em Português | LILACS, Coleciona SUS, CNS-BR | ID: biblio-1128991

RESUMO

Para enfrentar a pandemia da COVID-19, o Estado brasileiro tem a obrigação moral e constitucional de coordenar ações emergenciais para controlá-la, superá-la e reduzir impactos econômicos e sociais sobre a nação brasileira. Infelizmente, constata-se irresponsabilidade e inércia das autoridades federais, demonstrada pelo fato de o Brasil entrar no quinto mês da pandemia sem qualquer plano oficial geral para seu enfrentamento. Frente a essa omissão e diante da necessidade e da vontade da sociedade brasileira de superar a crise sanitária e todas as suas consequências, apresenta-se aqui uma contribuição, com base em conhecimento científico, expertise técnica e intensa mobilização social, para a sistematização de Plano Nacional de Enfrentamento da COVID-19. O panorama epidemiológico da pandemia no Brasil mostra-se bastante complexo. Em meados de julho, já haviam sido registrados mais de 2 milhões de casos e 75 mil óbitos que fazem da COVID-19 a principal causa de morte no país, concentrada em áreas de periferia urbana e em grupos sociais vulnerabilizados. Nessa fase recente, a epidemia avança para o interior dos estados, ameaçando particularmente pequenas cidades, territórios indígenas, quilombolas e populações ribeirinhas. A diversidade e iniquidade na sociedade brasileira, uma das mais desiguais do mundo, representam fatores cruciais a serem considerados na implementação de propostas e estratégias de superação da pandemia e seus impactos. Face à contagiosidade da COVID-19, na ausência de vacinas e medicamentos, medidas não farmacológicas de controle epidemiológico são importantíssimas, como distanciamento físico, uso de máscaras e higiene. Para tornar efetivo o enfrentamento da pandemia, a Organização Mundial da Saúde recomenda forte engajamento da sociedade. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 garante a participação da sociedade na gestão de políticas e programas e institui a participação social como princípio organizativo do SUS, tendo o Conselho Nacional de Saúde (CNS) como instância máxima do controle social. É imperioso fortalecer as instâncias de participação social, assegurando a representação da sociedade civil em toda sua diversidade e representatividade. No plano da atenção à saúde, é preciso um processo de renovação do Sistema Único de Saúde (SUS), desenvolvendo-o à sua plena potência, para que alcance a universalidade e as capacidades necessárias que a pandemia e os demais problemas de saúde estão a exigir dos sistemas de saúde. Ao lado de estratégias urgentes e emergenciais para o enfrentamento da pandemia, é fundamental superar, de forma estruturante, o subfinanciamento do SUS. Acesso universal e integralidade da atenção demandam organização sistêmica, efetivada mediante a celebração de pactos federativos pautados na cooperação e na solidariedade. Nesse aspecto, a irresponsabilidade do governo federal tem provocado conflitos federativos, chegando-se ao ponto de o Supremo Tribunal Federal ter que ratificar a autonomia dos governos subnacionais em legislar no âmbito da saúde pública. De modo ainda mais dramático, o Ministério da Saúde (MS) demonstra incapacidade de aplicar efetivamente recursos destinados ao controle da pandemia. A pandemia atingiu o Brasil em meio a uma agenda de reformas centrada na austeridade fiscal e na redução do papel do Estado que resultou em desfinanciamento do SUS e fragilização das políticas sociais. Diante do quadro de recessão mundial e nacional causado pela pandemia, são necessárias medidas de promoção e geração de emprego e renda e de proteção social à população. De modo imediato, é necessário contemplar os grupos sob maior risco de adoecimento e morte, como pessoas idosas, e vulnerabilidade socioeconômica, como trabalhadores precarizados, população negra, povos indígenas, população LGBTI+, pessoas em situação de rua, ciganos, migrantes e refugiados, pessoas com deficiência, populações privadas de liberdade.


Assuntos
Humanos , Pneumonia Viral/epidemiologia , Sistemas de Saúde/organização & administração , Infecções por Coronavirus/epidemiologia , Políticas Públicas de Saúde , Pandemias/prevenção & controle , Monitoramento Epidemiológico , Betacoronavirus/patogenicidade , Isolamento Social , Sistema Único de Saúde/organização & administração , Brasil/epidemiologia , Temas Bioéticos , Populações Vulneráveis , Iniquidade Social/políticas
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA