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1.
Diagn. tratamento ; 24(4): [158-160], out - dez. 2019.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1049387
2.
Diagn. tratamento ; 24(4): [164-169], out - dez. 2019. fig, quad, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1049392

RESUMO

Contexto: O magnésio age no transporte iônico na cóclea e sua deficiência é relacionada ao aumento do estresse oxidativo na orelha interna, com consequente surgimento de perda auditiva e sintomas otoneurológicos, como tontura e zumbido. Alguns pesquisadores têm preconizado sua suplementação para tratamento de perda auditiva sensorioneural. O estudo objetivou avaliar as evidências na literatura relativas ao uso de magnésio para tratamento da perda auditiva em humanos. Desenho de estudo: Trata-se de sinopse de evidências. Métodos: Procedeu-se à busca em quatro bases eletrônicas de dados: Cochrane Central Register of Controlled Trials (2019), PUBMED (1966-2019), EMBASE (1974-2019) e Portal BVS (1982-2019), além do "megabuscador" de evidências Trip Database (2019). Não houve restrição geográfica e de idioma, sendo utilizados descritores e termos do Decs (Descritores em Ciências da Saúde). O método de síntese envolveu a combinação de estudos semelhantes em uma revisão narrativa. Resultados: Foram identificadas 75 citações e 4 estudos foram incluídos. A amostragem nos estudos, em geral, foi pequena e as intervenções não permitem afirmar a efetividade do magnésio na prevenção e no tratamento da perda auditiva sensorioneural. Discussão: A evidência é baixa e não permite responder à questão com os estudos atuais, sendo recomendada a realização de novos ensaios clínicos de qualidade. Conclusões: Não há suporte atualmente na literatura para uso do magnésio na prevenção e no tratamento da perda auditiva sensorioneural, sendo que sua utilização clínica é eminentemente empírica.


Assuntos
Prevenção Primária , Terapêutica , Prática Clínica Baseada em Evidências , Perda Auditiva , Magnésio
4.
Diagn. tratamento ; 24(4): [135-142], out - dez. 2019. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1049377

RESUMO

Introdução: A automedicação ocorre, em especial, por fatores sociais, econômicos e culturais, podendo refletir na eficácia do tratamento antibacteriano, devido à adaptação das bactérias aos antibióticos de primeira escolha. A resistência bacteriana é uma problemática mundial. Objetivo: Verificar a etiologia e o perfil de resistência de bactérias isoladas em uroculturas frente aos antibióticos comumente utilizados em um hospital no município de Macapá (AP), Brasil. Métodos: Trata-se de um estudo transversal com coleta de dados no sistema de registros cadastrais do Laboratório Central de Saúde Pública do Amapá, onde foram processadas as uroculturas oriundas do hospital-alvo deste estudo, no período de junho de 2016 a junho de 2018. Resultados: Os resultados demonstraram que, das 2.078 uroculturas, 289 (13,9%) eram positivas, sendo 55% de pacientes do sexo feminino. As infecções urinárias foram causadas, predominantemente, por enterobactérias Escherichia coli (50,4%) e Klebsiella pneumoniae (21%), sendo sensíveis ao meropenem e à amicacina, e respectivamente resistentes às quinolonas norfloxacina (63% e 66%) e ciprofloxacina (61% e 46,6%). Por outro lado, Staphylococcus aureus (1,4%) apresentou maior resistência à eritromicina (100%) e à oxacilina (50%). O Enterococcus faecalis (5%) foi mais resistente aos antibióticos ciprofloxacina, ampicilina e gentamicina, com 35,7%. Conclusão: Os uropatógenos foram mais frequentes no sexo feminino entre a faixa etária de 40 a 79 anos. Os microrganismos mais isolados foram as bactérias Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae, que apresentaram perfil de resistência às quinolonas norfloxacina e ciprofloxacina, o que foi associado ao frequente uso empírico destes fármacos no tratamento de infecções do trato urinário. Verificou-se a existência de bactérias como Burkholderia cepacia e Stenotrophomonas maltophillia, que, por serem resistentes à maioria dos fármacos clinicamente utilizados, representam preocupação especial para os pacientes em condições de imunodepressão.


Assuntos
Infecções Urinárias , Infecção Hospitalar , Epidemiologia , Técnicas de Laboratório Clínico , Antibacterianos
5.
Diagn. tratamento ; 24(4): [143-152], out - dez. 2019. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1049381

RESUMO

O texto busca esclarecer à classe médica as peculiaridades da homeopatia que, apesar de fazer parte do rol das especialidades médicas brasileiras desde 1980, não é ensinada na maioria das faculdades de medicina. Associada a essa lacuna na educação dos estudantes de medicina, que se reflete na desinformação e desconhecimento dos futuros médicos, a aplicação de pressupostos distintos dos propagados pela ciência hegemônica contribui para a disseminação de preconceitos arraigados na cultura médica, afastando graduandos e graduados do aprendizado de uma terapia bissecular que deveria fazer parte do arsenal terapêutico vigente. Empregando um princípio de cura que estimula o organismo a reagir contra seus próprios distúrbios e valorizando a individualidade enferma em seus múltiplos aspectos, o método homeopático de tratamento favorece a relação médico-paciente e estimula o raciocínio holístico na compreensão do complexo fenômeno do adoecimento humano, propiciando uma terapêutica de baixo custo, isenta de eventos adversos e que incrementa a resolutividade clínica das doenças crônicas em geral. Esta revisão narrativa da literatura foi desenvolvida com o intuito de correlacionar os pressupostos homeopáticos às evidências científicas que os fundamentam, realizando buscas eletrônicas nas bases de dados MEDLINE e LILACS por meio de termos que descrevem suas linhas de pesquisa.


Assuntos
Fundamentos da Homeopatia , Assistência Integral à Saúde , Medicina Baseada em Evidências , Educação Médica , Homeopatia
6.
Diagn. tratamento ; 24(4): [153-157], out - dez. 2019. fig, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1049386

RESUMO

Contexto e objetivos: Aroeira é o nome popular de árvores da família Anacardiaceae, que inclui plantas sensibilizantes como a poison ivy norte-americana (Toxicodendron radicans), o cajueiro (Anacardium occidentale) e a mangueira (Mangifera indica). Este estudo procura caracterizar o conhecimento sobre as aroeiras e a frequência de manifestações clínicas em camponeses. Desenho e local: Foi realizado estudo retrospectivo e prospectivo com pacientes e acompanhantes residentes em ampla área rural de cerrado no Centro-Oeste paulista. Métodos: A frequência e a relação causal entre a exposição a aroeiras, comuns na região, e a dermatite eczematosa típica foi pesquisada. Para a avaliação, foi utilizado um questionário específico. Resultados: Todos os 39 entrevistados conheciam aroeiras (100%) e 17 deles (43,58%) relataram ter se aproximado ou descansado sob essas árvores. Mais da metade deles (56,41% ou 22 indivíduos) relataram dermatites que relacionaram às arvores. Os demais entrevistados não desenvolveram reações, mas conheciam pessoas que o fizeram (43,59%). Três pacientes, ou 7,69% da amostra, apresentavam lesões de padrão eczematoso, creditando-as ao contato com aroeiras-bravas (Lithraea molleoides). Discussão: Devido à alta frequência com que essas árvores são encontradas no campo (cerrado brasileiro) e aos dados obtidos, percebemos também uma alta frequência de sensibilização nas áreas rurais. Conclusões: É imperativo que as campanhas de orientação e alerta sejam desenvolvidas para aumentar a conscientização sobre riscos potenciais, de modo que o contato com essas árvores seja evitado, evitando condições alérgicas que podem ser tão extensas quanto graves.


Assuntos
Saúde Pública , Estudos Retrospectivos , Anacardiaceae , Dermatite de Contato , Toxicidade , Hipersensibilidade
7.
Diagn. tratamento ; 24(4): [161-163], out - dez. 2019. fig
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1049390
8.
Diagn. tratamento ; 24(4): [174-182], out - dez. 2019. tab, quad
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1049395

RESUMO

A fibromialgia é uma doença geralmente associada a maior prevalência de inatividade física e a uma diminuição no fitness cardiorrespiratório, o que leva a efeitos negativos na saúde e aumento da morbimortalidade. As evidências atuais indicam que a primeira estratégia de intervenção não farmacológica para essas pessoas é a prática regular de atividade física, e que tanto as atividades físicas aeróbicas, dentro e fora da água, como os exercícios de fortalecimento muscular não aumentam os sintomas da doença e têm efeitos benéficos na saúde física e mental. As recomendações para esses pacientes incluem diminuir o tempo sentado, aumentar o nível de atividade física diária, cumprir a recomendação de pelo menos 30 minutos diários de atividade física de intensidade moderada e realizar, em ao menos dois dias, exercícios de força muscular, para, assim, melhorar a capacidade funcional e a qualidade de vida.


Assuntos
Qualidade de Vida , Exercício Físico , Aptidão Física , Força Muscular , Comportamento Sedentário
9.
Diagn. tratamento ; 24(4): [170-173], out - dez. 2019.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1049394

RESUMO

Casais tendem a um declínio do interesse sexual, mais intenso na população feminina, acompanhado de menor satisfação conjugal. Mindfulness, ou consciência plena, é um estado caracterizado pela atenção centrada no momento. Possíveis mecanismos que tornam essa prática eficaz incluem: maior satisfação relacional, melhora na imagem corporal, maior consciência interoceptiva, diminuição do humor deprimido e da ansiedade. O treinamento na prática mindfulness baseia-se em oito sessões de grupo em que se associam diferentes procedimentos para a consciência corporal, tais como o escaneamento corporal, a respiração com atenção, a caminhada meditativa e os exercícios de compaixão e autocompaixão. Intervenções baseadas em mindfulness estimulam o foco nas sensações de excitação, o que pode melhorar a função sexual. A prática mindfulness desempenha papel importante no aumento da satisfação com o relacionamento conjugal e na habilidade do indivíduo em responder com menos emocionalidade ao estresse, além de favorecer a percepção positiva da relação, por melhorar a qualidade da comunicação durante uma interlocução. Atenção plena pode ajudar a amenizar interferências cognitivas durante a atividade sexual. O aumento da consciência corporal facilita a regulação emocional e comportamentos mais intencionais. A prática mindfulness atua nas barreiras psicológicas para uma experiência sexual satisfatória, diminuindo distrações relacionadas ao corpo e ao desempenho e melhorando a autoimagem genital, condições que favorecem a consciência interoceptiva e a satisfação conjugal.


Assuntos
Casamento , Disfunções Sexuais Psicogênicas , Saúde Sexual , Atenção Plena
10.
Diagn. tratamento ; 24(4): [183-189], out - dez. 2019. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1049398

RESUMO

Contexto: A Cannabis sativa é uma planta popularmente conhecida como maconha e que há alguns anos é alvo de polêmica, dado seu potencial medicinal e também os efeitos entorpecentes que a qualificam como droga ilícita. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo avaliar as revisões sistemáticas desenvolvidas pela Cochrane, no que concerne à eficácia dos princípios ativos da Cannabis para tratamento de doenças. Métodos: Trata-se de overview de revisões sistemáticas Cochrane. Procedeu-se à busca por revisões sistemáticas na Cochrane Library database. Foram utilizados os termos MeSH Cannabis e Cannabidiol. Os critérios de inclusão envolveram pacientes tratados com derivados de Cannabis para qualquer doença. Resultados: A estratégia de busca recuperou sete revisões sistemáticas Cochrane, relacionadas ao tratamento de colite ulcerativa, doença de Crohn, epilepsia, dor crônica neuropática, morbimortalidade associada ao HIV, dor em artrite reumatoide e ataxia em esclerose múltipla, totalizando 2.561 pacientes avaliados. Discussão: há carência de evidências até o momento que permitam afirmar a efetividade de Cannabis no tratamento das condições clínicas avaliadas. Para a dor crônica neuropática, a evidência de melhora é baixa. Os estudos realizados até o momento, com nível baixo de evidência, não demonstraram efeitos adversos graves. Conclusão: Não há evidências de efetividade dos princípios ativos da Cannabis em estudos realizados até o momento e compilados em revisões sistemáticas Cochrane.


Assuntos
Terapêutica , Canabidiol , Cannabis , Prática Clínica Baseada em Evidências
13.
Diagn. tratamento ; 24(3): [85-90], jul - set. 2019. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1026679

RESUMO

Introdução: As plantas medicinais foram os primeiros recursos utilizados pelas antigas civilizações para prevenção e tratamento de doenças e, atualmente, vêm se consolidando como produtos fitoterápicos utilizados para combater várias infecções bacterianas que acometem as populações da Amazônia Brasileira. Objetivo: Avaliar a atividade antibacteriana in vitro de plantas medicinais conhecidas popularmente como urucum (Bixa orellana L.), barbatimão (Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville), jutaí (Hymenaea courbaril) e jucá (Caesalpinia ferrea) sobre as principais bactérias encontradas nos hospitais do município de Macapá, Amapá. Métodos: Estudo descritivo, com extratos testados em cepas bacterianas, envolveu a coleta das plantas, que posteriormente foram trituradas e submetidas a uma solução hidroalcoólica a 70% e percoladas, obtendo-se os extratos e tinturas. Os testes foram realizados por disco-difusão, em que foram impregnados 20 uL de cada extrato e tintura, bem como suas diluições. Subsequentemente, houve verificação da presença de halos de inibição, visualizados nas placas contendo cepas de Staphylococcus aureus, Staphylococcus sciuri, Pseudomonas aeruginosa, Escherichia colie Klebsiella pneumoniae. Resultados: Os resultados evidenciaram que somente o extrato da Caesalpinia ferrea mostrou-se eficaz frente a cinco espécies bacterianas, apresentando halos em torno de 7 a 18 milímetros, em suas diferentes diluições; diferentemente dos demais extratos, que não apresentaram atividade antibacteriana. Conclusão: Esta pesquisa evidenciou que a Caesalpinia ferrea apresenta potencial para ser empregada na síntese de novos fármacos. Entretanto, novos estudos são necessários para verificar sua toxicidade, isolamento e identificação de compostos ativos, contribuindo para novas intervenções terapêuticas em infecções causadas por bactérias hospitalares multirresistentes.


Assuntos
Plantas Medicinais , Extratos Vegetais , Etnobotânica , Medicamentos Fitoterápicos , Antibacterianos
14.
Diagn. tratamento ; 24(3): [91-93], jul - set. 2019. fig, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1026682

RESUMO

Contexto: A técnica cirúrgica chamada de W-plastia é indicada quando o objetivo é melhorar cicatrizes na região facial, principalmente em áreas convexas muito aparentes. Descrição do caso: Mulher de 53 anos, em acompanhamento por cicatriz em face secundária à paniculite lúpica, foi submetida à correção de cicatriz por W-plastia. Discussão: Esta técnica simples consiste no avanço de triângulos uniformemente interpostos, produzindo um padrão em ziguezague. Conclusão: Relatamos este procedimento cirúrgico visando demonstrar sua utilidade no manejo de cicatriz inestética.


Assuntos
Humanos , Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Retalhos Cirúrgicos , Vasculite , Paniculite de Lúpus Eritematoso , Cicatriz
15.
Diagn. tratamento ; 24(3): [98-99], jul - set. 2019.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1026691
16.
Diagn. tratamento ; 24(3): [102-105], jul - set. 2019. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1026696

RESUMO

Contexto e objetivo: A vacinação constitui relevante ferramenta na prevenção de doenças, mas a cobertura populacional nem sempre é alcançada, sendo múltiplas as variáveis envolvidas nesse processo. Embora universalmente recomendada, a vacinação é objeto, por vezes, de questionamentos por grupos que a consideram ineficaz, por questões religiosas ou mesmo falta de acesso à informação relativa à sua importância. O presente estudo procurou identificar os riscos, benefícios e argumentos para vacinação contra o sarampo. Métodos: Procedeu-se à busca nas bases eletrônicas de dados PubMed, portais BVS (Biblioteca Virtual em Saúde) e IBECS (Índice Bibliográfico da Espanha em Ciências da Informação). Não houve restrição geográfica e de idioma, sendo utilizados descritores e termos do DeCS (Descritores em Ciências da Saúde). O método de síntese envolveu a combinação de estudos semelhantes em uma revisão narrativa. Resultados: Foi mapeado em total de 1.311 referências. Depois de eliminadas as duplicidades e as referências não relacionadas ao escopo desta análise, foram selecionadas as evidências de melhor qualidade, priorizando-se a pirâmide de nível de evidências. Discussão: A vacinação contra o sarampo reduz significativamente o risco de ocorrência da doença, mas não é impeditiva à ocorrência de surtos, que podem ocorrer diante do fluxo migratório. Há possível redução da mortalidade com a vacinação e clara redução de custos de internações hospitalares para a sociedade. Conclusões: Há evidência de proteção da vacina contra o sarampo. Os riscos à vacinação são baixos e os benefícios relativos à redução no número de casos de doença são evidentes.


Assuntos
Terapêutica , Vacinas , Prevenção de Doenças , Prática Clínica Baseada em Evidências , Sarampo
17.
Diagn. tratamento ; 24(3): [106-110], jul - set. 2019.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1026698

RESUMO

As parafilias, antes conhecidas como perversões sexuais, foram, ao longo da história, ora consideradas patologias ora não. Em 2013, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) estabeleceu a distinção entre parafilias e transtornos parafílicos (TP), a partir da qual somente os últimos passaram a ser considerados doenças e, portanto, passíveis de tratamento. A presença de comorbidades e a farmacologia das medicações utilizadas são de fundamental importância na escolha da abordagem dos TP. Drogas que inibem a atividade sexual (como antidopaminérgicos, serotoninérgicos, antiandrógenos e outras) podem ser prescritas conforme comorbidades sexuais, psiquiátricas ou sistêmicas. Tratar um transtorno exibicionista associado à doença de Wilson e a uma psicose orgânica é diferente de tratar este mesmo TP associado a hipotireoidismo e depressão, por exemplo. É recomendado que o comportamento parafílico seja inibido sem impedir que o sujeito mantenha a função sexual. No entanto, quando o risco de agressão sexual é maior, muitos autores indicam inibição mais intensa, por meio de antiandrógenos potentes, a chamada "castração química", a qual não está autorizada no Brasil.


Assuntos
Transtornos Parafílicos , Comorbidade , Sexualidade , Tratamento Farmacológico , Ética
18.
Diagn. tratamento ; 24(3): [111-118], jul - set. 2019. fig, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1026700

RESUMO

Introdução: A dinapenia é caracterizada pela redução da força muscular que acontece durante o processo de envelhecimento. Objetivo: Analisar a prevalência e os fatores associados à dinapenia em idosos institucionalizados. Métodos: Foram avaliados idosos institucionalizados de São Caetano do Sul. A dinapenia foi caracterizada pela reduzida força de preensão manual combinada com reduzida força de membros inferiores. As variáveis independentes avaliadas foram sexo, idade, tempo de institucionalização, medicamentos, satisfação com a vida, depressão, suspeita de deficit cognitivo e número de passos por dia. A análise de regressão logística estimou o odds ratio (OR) com intervalo de confiança de 95% (IC 95%). Resultados: A prevalência de dinapenia foi de 36% entre os idosos. Um dos fatores associados à dinapenia foi a pior satisfação com a vida. Idosos com menor circunferência de panturrilha apresentaram maior chance de dinapenia (OR = 2,44; IC 95%: 1,14-5,25); por outro lado, o excesso de peso mostrou-se um fator protetor para a dinapenia (OR = 0,09; IC 95%: 0,02-0,57). Além desses fatores, idosos com alterações nas atividades da vida diária apresentaram maior chance de dinapenia (OR: 3,73; IC 95%: 1,54-9,05). Conclusão: Idosos dinapênicos institucionalizados apresentaram redução nas atividades da vida diárias, na satisfação com a vida e a menor circunferência da panturrilha. Por outro lado, o excesso de peso mostrou ser importante fator protetor para a reduzida força muscular neste grupo.


Assuntos
Envelhecimento , Aptidão Física , Autonomia Pessoal , Força Muscular , Instituição de Longa Permanência para Idosos
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