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3.
Brasília; CONITEC; ago. 2021.
Non-conventional in Portuguese | LILACS, BRISA/RedTESA | ID: biblio-1349271

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: No dia 12 de março de 2021 a ANVISA concedeu o registro para comercialização de rendesivir no Brasil como primeiro e único medicamento com indicação aprovada em bula, para tratamento de pacientes com COVID-19 com pneumonia e necessidade de suplementação de oxigênio (baixo ou alto fluxo e ventilação mecânica não invasiva). A autorização fornecida pela ANVISA para uso do medicamento no Brasil, diverge da recomendação da OMS que desaconselha o uso do rendesivir para tratamento de pacientes hospitalizados por COVID-19, independente de sua gravidade usando como base os resultados interinos do estudo Solidarity (14). Este estudo revelou que o uso do rendesivir, assim como outros antivirais analisados, não foi capaz de reduzir de forma significativa a mortalidade geral ou de nenhum subgrupo estudado, nem retardar o início da ventilação mecânica ou reduzir o tempo de hospitalização. A redução do tempo de internação para a ANVISA foi um critério importante para o contexto brasileiro devido a constante falta de leitos disponíveis para o tratamento dos pacientes acometidos pela COVID-19. TECNOLOGIA: Remdesivir (Veklury®). PERGUNTA: O uso do rendesivir é eficaz e seguro para tratamento de pacientes hospitalizados com COVID-19 e que necessitam de suplementação de oxigênio (de baixo ou alto fluxo e ventilação mecânica não invasiva)? EVIDÊNCIAS CLÍNICAS: As evidências avaliadas baseiam-se em quatro ensaios clínicos randomizados, onde dois compararam rendesivir com placebo e outros dois comparando rendesivir com cuidado padrão. Foram obtidos resultados favoráveis ao rendesivir com maior probabilidade de recuperação no 29º dia (Hazard Ratio [HR] 1,29, 95%IC 1,12-1,49, p<0,001) em um dos estudos. Para o desfecho mortalidade no 29º dia, os resultados do mesmo ensaio foram significativos apenas para o subgrupo de pacientes que necessitavam de suplementação de oxigênio de baixo ou alto fluxo (HR = 0,30, 95%IC 0,14- 0,64). Ao sumarizar os dados dos quatro estudos observou-se que em pacientes hospitalizados com COVID-19, o uso do rendesivir comparado com o grupo controle não resultou em diferenças estatisticamente significativas tanto quanto os desfechos de mortalidade (Risco Relativo [RR]: 0,98, 95%IC 0,84-1,14); necessidade de ventilação mecânica (RR: 0,77, 95%IC 0,48-1,22) e recuperação (RR: 1,09, 95%IC 1,03-1,15), segundo três estudos. O rendesivir comparado com placebo e cuidado padrão pode reduzir em 25% o risco da ocorrência de eventos adversos sérios (RR: 0,75, 95%IC 0,63-0,90). AVALIAÇÃO ECONÔMICA: Os resultados do modelo econômico apresentado pelo demandante têm limitações que tornam incertos os resultados do modelo econômico apresentado, de forma que a sua utilização para tomada de decisão sobre a tecnologia é duvidosa. ANÁLISE DE IMPACTO ORÇAMENTÁRIO: O impacto orçamentário incremental após a proposta de redução de preço pelo demandante foi estimado em aproximadamente 28 bilhões de reais, como melhor cenário. MONITORAMENTO DO HORIZONTE TECNOLÓGICO: Foram identificadas oito tecnologias potenciais para a indicação clínica. O opaganib consiste no primeiro agente de uma nova classe farmacológica, a dos inibidores de esfingosina-quinases. Outro potencial medicamento para a indicação a ser administrado por via oral e em combinação ao cuidado padrão (não especificado no protocolo do estudo), é o fostamatinib. O reparixin é um análogo do ibuprofeno e sua eficácia para o tratamento de pacientes com pneumonia grave acometidos por COVID-19 está sendo avaliada. O BDB-001 e o ravulizumab têm como alvo farmacológico o fator C5a do sistema complemento. Os anticorpos monoclonais canaquinumab, mavrilimumab e tocilizumabe também estão em desenvolvimento. Além disso, foram identificados três depósitos de patentes relacionados ao rendesivir no Instituto Nacional da Propriedade Intelectual. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O balanço entre os aspectos positivos e negativos do rendesivir foi desfavorável ao seu uso no tratamento de pacientes com COVID-19. Apesar do baixo risco de eventos adversos, houve uma baixa confiança na eficácia do medicamento, uma vez que os resultados dos estudos são discrepantes e baseados em uma análise de subgrupo de apenas um estudo. O impacto orçamentário estimado foi considerado elevado. RECOMENDAÇÃO PRELIMINAR DA CONITEC: Diante do exposto, a Conitec, em sua 98ª Reunião Ordinária, realizada no dia 10 de junho de 2021, deliberou que a matéria fosse disponibilizada em consulta pública com recomendação preliminar desfavorável à incorporação no SUS do rendesivir para o tratamento da doença causada pelo coronavírus 2019 (COVID19), em pacientes adultos com pneumonia que requerem suplementação de oxigênio de baixo ou alto fluxo. Foi discutido, emplenária, que a evidência disponívelsobre a tecnologia emavaliação foi baseada emestudos adaptativos heterogêneos, com importantes limitações metodológicas, que podem se traduzir em resultados devidos apenas ao acaso. Além disso, o perfil de segurança do rendesivir, quando comparado aos medicamentos de cuidado padrão, mostrou que o medicamento está associado a um risco aumentado de bradicardia em pacientes diagnosticados com COVID-19. CONSULTA PÚBLICA: Foram recebidas 90 contribuições, sendo 34 contribuições técnico-científicas e 56 de experiência e opinião. Diante das argumentações apresentadas, o plenário da Conitec entendeu que não houve argumentação suficiente para mudança de entendimento acerca de sua recomendação preliminar, com base nas evidências científicas apresentadas, tampouco na redução de preço proposta pelo fabricante. Desse modo, a Comissão, diante das incertezas quanto à eficácia do medicamento, manteve a posição desfavorável à incorporação do rendesivir para o tratamento dos pacientes hospitalizados com pneumonia provocada pelo COVID-19 com necessidade de suplementação de oxigênio. DELIBERAÇÃO FINAL: O Plenário da Conitec, em sua 100ª Reunião Ordinária, no dia 05 de agosto de 2021, deliberou por unanimidade recomendar a não incorporação do rendesivir para o tratamento de pacientes com COVID-19 com necessidade de suplementação de oxigênio (baixo ou alto fluxo, ventilação não invasiva) no âmbito do SUS, com base nas incertezas quanto à eficácia do medicamento. Foi assinado o Registro de Deliberaçã nº 651/2021. DECISÃO: Não incorporar o rendesivir para tratamento de pacientes com Covid-19 hospitalizados com pneumonia e necessidade de suplementação de oxigênio, no âmbito do Sistema Único de Saúde ­ SUS, conforme a Portaria nº 60, publicada no Diário Oficial da União nº 171, seção 1, página 77, em 9 de setembro de 2021.


Subject(s)
Humans , Oxygen Inhalation Therapy/instrumentation , Adenosine/metabolism , SARS-CoV-2/drug effects , COVID-19/drug therapy , Unified Health System , Brazil , Cost-Benefit Analysis/economics
4.
Rev. cuba. med. gen. integr ; 37(2): e1370, 2021.
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1351999

ABSTRACT

El riesgo genético preconcepcional se define como la posibilidad que tiene una pareja de trasmitir una condición genética específica a su futuro hijo. Forma parte fundamental de la prevención de enfermedades genéticas y defectos congénitos.1 Tras leer detenidamente el artículo de las autoras Tejeda y Macías,2 nos resultó coincidente la preocupación por el tema, pero no solo para las enfermeras como es el objetivo del trabajo de las autoras. La inquietud la hacemos extensiva a todo el personal vinculado a la salud materno infantil que ha contribuido a la significativa reducción de las tasas de mortalidad infantil en nuestro país3 y a la consolidación del Programa del Médico y Enfermera de la Familia. Los conceptos básicos de la genética médica resultan imprescindibles para el médico de familia, quien asume un importante papel, no solo para la atención de personas afectadas por enfermedades genéticas, sino también para su familia, en especial para la detección de riesgo genético preconcepcional que puede estar presente tanto en la mujer como en su pareja, de ahí la importancia de identificarlo antes de que la pareja decida su conducta reproductiva. La invitación a la reflexión...(AU)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Risk Factors , Maternal-Child Health Services , Quaternary Prevention , Congenital, Hereditary, and Neonatal Diseases and Abnormalities/genetics
5.
Rev. medica electron ; 43(3): 816-828, 2021.
Article in Spanish | LILACS, CUMED | ID: biblio-1289820

ABSTRACT

RESUMEN El año 2020 ha sorprendido al planeta con la pandemia de la covid-19. Este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre las repercusiones del nuevo coronavirus en la salud materno-infantil. Pese al poco tiempo transcurrido desde el inicio de la pandemia, en las embarazadas con covid-19 se han descrito algunas comorbilidades, así como alteraciones placentarias, abortos espontáneos, muertes fetales y maternas, e incremento en los partos por cesárea y nacimientos pretérminos. Los riesgos potenciales demandarán una vigilancia estrecha del comportamiento del embarazo en el futuro inmediato. Por otra parte, del total de la población afectada por la covid-19, los pacientes en edad pediátrica representan entre el 1 y el 2 %, y la mayoría presentan manifestaciones clínicas leves. No obstante, en los menores de un año cerca del 10 % puede evolucionar a formas severas o críticas. De especial interés ha sido la presentación del síndrome inflamatorio multisistémico en niños, debido a su gravedad y riesgo para la vida. En los recién nacidos, la infección por SARS-CoV-2 podría asociarse a dos formas, de acuerdo al momento de adquisición: la covid perinatal y la postnatal. Hasta el momento, las evidencias sobre la existencia de la vía de transmisión vertical son insuficientes, pero no pueden ser descartadas. En conclusión, por tratarse de un fenómeno en desarrollo, aún quedan muchas interrogantes sobre los efectos de la covid-19 en la salud materna e infantil, que demandarán en los próximos meses un gran esfuerzo por parte de investigadores, médicos de asistencia y directivos (AU).


ABSTRACT The year 2020 has surprised the planet with the covid-19 pandemics. This article is aimed to reflect on the repercussions of the novel coronavirus on maternal and infantile health. Despite of the short time elapsed from the onset of the pandemics, some comorbidities have been described in pregnant women with COVID-19, as well as placental anomalies, spontaneous abortions, stillbirths, maternal deaths, and an increasing number on cesarean section and preterm births. The potential risk will demand a close surveillance of pregnancy behavior in the near future. Moreover, pediatric patients are among 1 and 2% of the population affected by COVID-19, and most of them show mild clinical signs. Nevertheless, about 10% of the children aged less than a year may evolve to severe and critical forms. The multisystem inflammatory syndrome in children has been of special interest, due to its severity and risk for life. In newborns, SARS-CoV-2 infection could be associated to two forms according to the acquisition time: perinatal and postnatal COVID-19. Up to the moment, evidences on vertical transmission are insufficient, but they could not be discarded. In conclusion, as this is an ongoing phenomenon, many questions about the effects of COVID-19 on maternal and infantile health are pending; they will demand a crucial effort by researchers, health providers and decision makers (AU).


Subject(s)
Humans , Male , Female , Coronavirus Infections/prevention & control , Maternal Health/standards , Infant, Newborn , Child , Coronavirus Infections/complications , Coronavirus Infections/transmission , Maternal Exposure/prevention & control , Delivery of Health Care
6.
Rev. Pesqui. Fisioter ; 11(1): 252-272, Fev. 2021. ilus, tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1253417

ABSTRACT

INTRODUÇÃO: A prematuridade no Brasil corresponde a 12,4% dos nascidos vivos e é definida como o nascimento inferior a 37 semanas de gestação. Por conta da imaturidade de órgãos e sistemas, o recém-nascido pode apresentar diversas complicações e consequentemente maior tempo de internação nas unidades hospitalares, levando à uma maior morbidade e mortalidade nesta população. O período de internação dificulta o estabelecimento do vínculo entre os recém-nascidos e os seus pais. Por isso, técnicas como o método canguru que visam fortalecer esse vínculo são cada vez mais estudadas e aplicadas nestas unidades. O objetivo do presente trabalho é avaliar através de uma revisão de literatura se o método canguru influencia no tempo de internação do recém-nascido prematuro em unidades hospitalares. MÉTODO: Trata-se de um estudo de revisão integrativa de literatura com busca de artigos nas bases de dados eletrônicas Portal Regional da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), PubMed, Cochrane, Physiotherapy Evidence Database (PEDro) e EBSCO host com a utilização do cruzamento de quatro descritores em inglês e português indexados respectivamente no Medical Subject Headings (MeSH) e Descritores em Ciências da Saúde (DeCS). Foram inclusos estudos publicados no período 2008 a 2020. RESULTADOS: Foram incluídos 22 artigos com um total de 7.564 pacientes e sete parâmetros relacionados à alta hospitalar. Os resultados evidenciaram melhora nos sinais vitais, quadro álgico, sono, taxas de crescimento, regulação hormonal e facilitação neurocomportamental. CONCLUSÃO: Os achados indicaram que o método canguru influencia na melhora do quadro clínico do recém-nascido prematuro, contribuindo para uma melhor estabilização do quadro e consequente redução no período de internamento.


INTRODUCTION: Prematurity in Brazil corresponds to 12.4% of live births and is defined as birth less than 37 weeks of gestation. Due to the immaturity of organs and systems, the newborn can present several complications and, consequently, a longer stay in hospital units, leading to greater morbidity and mortality in this population. The hospitalization period makes it difficult to establish a bond between newborns and their parents. For this reason, techniques such as the kangaroo method that aims to strengthen this bond are increasingly studied and applied in these units. The present study aims to assess, through a literature review, whether the kangaroo method influences the length of hospital stay of premature newborns in hospital units. METHOD: This is an integrative literature review study with the search for articles in the electronic databases Regional Portal of the Virtual Health Library(VHL), PubMed, Cochrane, Physiotherapy Evidence Database (PEDro), and EBSCO host with the crossing of four descriptors in English and Portuguese indexed respectively in the Medical Subject Headings (MeSH) and Health Sciences Descriptors (DeCS). Studies published from 2008 to 2020 were included. RESULTS: 22 articleswere included with a total of 7.564patients and seven parameters related to hospital discharge. The results showed an improvement in vital signs, pain, sleep, growth rates, hormonal regulation, and neurobehavioral facilitation. CONCLUSION: The findings indicated that the kangaroo method influences the improvement of the clinical condition of the premature newborn, contributing to better stabilization of the condition and consequent reduction in the period of hospitalization.


Subject(s)
Kangaroo-Mother Care Method , Infant, Premature , Hospitalization
7.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 21(supl.1): 29-45, Feb. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1279603

ABSTRACT

Abstract Objectives: to review the available literature on the general aspects of SARS-CoV-2 infec-tion. Methods: this is a narrative literature review carried out from March to September 2020. Results: COVID-19 caused by the new coronavirus or SARS-CoV-2, grows with devas-tating effects worldwide. The literature describes epidemiological data and mortality risk groups of the disease, which presents a high rate of transmission. Prevention is the most effective way to fight the disease, persisting the absence of strong evidence on the treatment. Vaccines are not yet available. Dexamethasone is effective in reducing mortality in severe forms. Conclusions: despite great efforts, as the number of confirmed cases increases, evidence on transmission, incidence, disease progression, lethality, effects and outcomes remain limited and without any high levels of evidence. Studies are still necessary for all aspects of the disease.


Resumo Objetivos: revisar a literatura disponível sobre os aspectos gerais dainfecção por SARS-CoV-2. Métodos: trata-se de uma revisão narrativa de literatura realizada nos meses de março asetembro de 2020. Resultados: a COVID-19, causada pelo novo coronavírus ou SARS-CoV-2, cresce com efeitos devastadores em todo o mundo. A literetura descreve dados epidemiológicos e sobre grupos de riscos para mortalidade da doença, a qual apresenta uma alta velocidade de trans-missão. A prevenção é a forma mais eficaz de combate à doença, persistindo ausências de fortes evidências sobre o tratamento. Vacinas ainda não estão disponíveis A dexametasona é efetiva para redução da mortalidade nas formas graves. Conclusão: apesar dos grandes esforços, à medida que o número de casos confirmados aumenta, evidências sobre transmissão, incidência, evolução da doença, letalidade, efeitos e os desfechos permanecem limitados e sem grandes níveis de evidência. Estudos ainda são necessários sobre todos os aspectos da doença.


Subject(s)
Humans , COVID-19/diagnosis , COVID-19/mortality , COVID-19/therapy , COVID-19/epidemiology , Prognosis , Risk Groups
8.
MedUNAB ; 24(1): 61-71, 23-04-2021.
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1222555

ABSTRACT

Introducción. La Morbilidad neonatal extrema se refiere a cualquier evento ocurrido en los primeros veintiocho días de vida con riesgo vital inminente. Es multifactorial, son relevantes los retrasos en la atención. En 2010 se describió por primera vez como indicador de salud pública en Brasil. Metodología. Estudio transversal en un hospital de alta complejidad en el año 2013. Se revisaron las características sociodemográficas y asistenciales, los eventos de morbilidad y sus desenlaces, el indicador mismo, la mortalidad neonatal y los retrasos en la atención (tipos I - IV). Resultados. Ingresaron 1,190 neonatos, se presentaron 120 casos y se analizaron los primeros 60 por saturación de datos. La tasa de morbilidad neonatal extrema fue de 59 por cada 1,000 nacidos vivos y la de mortalidad de 13.9, similares a las brasileñas y superiores a las nacionales (33 por cada 1,000). Los eventos más importantes con respecto a mortalidad fueron peso menor de 1,500 gramos, ventilación mecánica, Apgar menor de 7 a los 5 minutos y malformaciones congénitas. Los retrasos en las madres fueron predominantemente de tipo I (45.4%) por pobre control prenatal. El retraso neonatal más frecuente fue el tipo IV (40%), por mala adherencia a protocolos institucionales. Discusión. El indicador local fue mayor que el nacional por la complejidad institucional y los retrasos en la atención, los cuales causaron saturación estadística. Se puede mejorar con mayor adherencia a estrategias existentes como el control prenatal y protocolos institucionales. Conclusión. La Morbilidad neonatal extrema visibiliza las falencias en atención materno­neonatal. Cómo citar. Delgado-Beltrán AM., Beltrán-Avendaño MA., Pérez-Vera LA. Morbilidad neonatal extrema y sus desenlaces en un hospital de alta complejidad en el 2013. MedUNAB. 2021;24(1): 61-71. Doi: https://doi.org/10.29375/01237047.3960


Introduction. Extreme neonatal morbidity refers to any event that occurs in the first twenty-eight days of life with imminent vital risk. It is multifactorial and delays in treatment are relevant. It was described for the first time as a public health indicator in Brazil in 2010. Methodology. This was a cross-sectional study in a high complexity hospital in 2013. Sociodemographic and assistance characteristics, morbidity events and their outcomes, the indicator itself, neonatal mortality, and delays in treatment (types I - IV) were reviewed. Results. 1,190 neonates were entered, 120 cases occurred and the first 60 were analyzed due to data saturation. The extreme neonatal morbidity rate was 59 for every 1,000 children born alive and the mortality rate was 13.9. This was similar to the figures in Brazil and greater than national statistics (33 for every 1,000). The most significant events with respect to mortality were weight lower than 1,500 grams, mechanical ventilation, an Apgar score lower than 7 at 5 minutes and congenital anomalies. Delays from mothers were predominantly type I (45.4%) due to poor prenatal control. The most frequent neonatal delay was type IV (40%) due to bad adherence to institutional protocols. Discussion. The local indicator was greater than the national indicator due to the institutional complexity and delays in treatment, which cause statistical saturation. This can be improved with better adherence to existing strategies, such as prenatal control and institutional protocols. Conclusion. Extreme neonatal morbidity shows the flaws in maternal - neonatal healthcare. Cómo citar. Delgado-Beltrán AM., Beltrán-Avendaño MA., Pérez-Vera LA. Morbilidad neonatal extrema y sus desenlaces en un hospital de alta complejidad en el 2013. MedUNAB. 2021;24(1): 61-71. Doi: https://doi.org/10.29375/01237047.3960


Introdução. A morbidade neonatal extrema refere-se a qualquer evento que ocorra nos primeiros vinte e oito dias de vida com risco de vida iminente. É multifatorial, e os atrasos no atendimento são relevantes. Em 2010 foi descrita pela primeira vez como um indicador de saúde pública no Brasil. Metodologia. Estudo transversal em um hospital de alta complexidade em 2013. Foram revisadas as características sociodemográficas e assistenciais, os eventos de morbidade e seus resultados, o próprio indicador, a mortalidade neonatal e os atrasos no atendimento (tipos I - IV). Resultados. Foram internados 1,190 recém-nascidos, foram identificados 120 casos e os primeiros 60 foram analisados devido à saturação dos dados. A taxa de morbidade neonatal extrema foi de 59 por 1,000 nascidos vivos e a taxa de mortalidade de 13,9, semelhante às taxas brasileiras e superior às taxas nacionais (33 por 1,000). Os eventos mais importantes em relação à mortalidade foram peso inferior a 1,500 gramas, ventilação mecânica, Apgar menor que 7 em 5 minutos e malformações congênitas. Os atrasos nas mães foram predominantemente do tipo I (45.4%) devido ao cuidado pré-natal precário. O atraso neonatal mais frequente foi do tipo IV (40%), devido à falta de aderência aos protocolos institucionais. Discussão. O indicador local foi superior ao nacional devido à complexidade institucional e aos atrasos no atendimento, o que causou saturação estatística. Pode ser melhorado com uma maior adesão às estratégias existentes, como atendimento pré-natal e protocolos institucionais. Conclusão. A morbidade neonatal extrema torna visíveis as deficiências no cuidado materno-neonatal. Cómo citar. Delgado-Beltrán AM., Beltrán-Avendaño MA., Pérez-Vera LA. Morbilidad neonatal extrema y sus desenlaces en un hospital de alta complejidad en el 2013. MedUNAB. 2021;24(1): 61-71. Doi: https://doi.org/10.29375/01237047.3960


Subject(s)
Perinatal Death , Quality of Health Care , Infant, Newborn , Mortality
10.
Rev. panam. salud pública ; 45: e63, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1252008

ABSTRACT

ABSTRACT Objectives. To present a methodology for the simultaneous setting of quantitative targets that reflect both an improvement in the national average of an indicator for Sustainable Development Goal 3 (SDG3), as well as a reduction in its geographic inequality. Methods. A five-step algorithm was developed: (a) calculate the national average annual percent change (AAPC) for an SDG3 indicator; (b) normatively define geographic strata from the subnational distribution of the indicator in a baseline year; (c) apply a proportional progressivity criterion to the AAPC to project the stratum-specific indicator value for the target year; (d) set the national target as the weighted average of the indicator in the subnational territorial units for the target year; and (e) set the inequality reduction targets by calculating the absolute and relative gaps between the bottom and top strata for the target year. Results. The algorithm was applied to SDG indicator 3.1.1 (maternal mortality ratio, MMR), disaggregated by Guatemala's 22 departments at the baseline year 2014 (MMR = 113 per 100,000 live births). By sustaining the AAPC rate attained from 2009 to 2014 (-4.3%) and focalizing its actions with territorial progressivity, by 2030 the country could reduce its MMR to 53 per 100,000 and its absolute and relative inequality gaps by 72% and 48%, respectively. Conclusions. The proposed methodology allows for simultaneously setting targets for overall progress and inequality reduction in health, making explicit the primacy of the equity principle contained in the SDG commitment to leave no one behind, whose urgency takes on renewed relevance in the current pandemic scenario.


RESUMEN Objetivos. Presentar una metodología para la formulación simultánea de metas cuantitativas que reflejen tanto la mejoría del promedio nacional de un indicador del tercer Objetivo de Desarrollo Sostenible (ODS3) como la reducción de su desigualdad geográfica. Métodos. Se definió un algoritmo en cinco pasos: a) cálculo del cambio porcentual anual promedio (CPAP) nacional para un indicador del ODS3; b) definición normativa de estratos geográficos a partir de la distribución subnacional del indicador en un año base; c) aplicación de un criterio de progresividad proporcional del CPAP para proyectar el indicador estrato-específico al año meta; d) establecimiento de la meta nacional como el promedio ponderado del indicador en las unidades territoriales subnacionales al año meta; y e) formulación de metas de reducción de desigualdad mediante el cálculo de las brechas absoluta y relativa entre los estratos extremos al año meta. Resultados. Se aplicó el algoritmo al indicador ODS 3.1.1 (razón de mortalidad materna, RMM), desagregado por los 22 departamentos de Guatemala para el año base 2014 (RMM = 113 por 100 000 nacidos vivos). Sosteniendo la intensidad promedio de CPAP observada entre 2009 y 2014 (-4,3%) y focalizando sus acciones con progresividad territorial, el país reduciría al 2030 su RMM a 53 por 100 000 nacidos vivos y sus brechas absoluta y relativa en 72% y 48%, respectivamente. Conclusiones. La metodología propuesta permite formular simultáneamente metas de reducción de las desigualdades geográficas en salud y hacer explícita la primacía del principio de equidad expresado en el compromiso de no dejar a nadie atrás que identifica a los ODS, cuya urgencia cobra renovada relevancia en el escenario pospandémico actual.


RESUMO Objetivos. Apresentar uma metodologia para a formulação simultânea de metas quantitativas que reflitam tanto a melhoria da média nacional de um indicador do terceiro Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS3) quanto a redução das desigualdades geográfica nesse indicador. Métodos. Estabelecemos um algoritmo em cinco etapas: (a) cálculo da variação percentual anual média (VPAM) em um país para um indicador do ODS3, (b) definição normativa de estratos geográficos a partir da distribuição subnacional do indicador em um ano base, (c) aplicação de um critério de progressividade proporcional da VPAM para projetar o indicador específico do estrato para o ano base, (d) estabelecimento da meta nacional como a média ponderada do indicador nas unidades territoriais subnacionais para o ano alvo e (e) estabelecimento de metas para a redução das desigualdades calculando a disparidade absoluta e relativa entre os estratos extremos para o ano alvo. Resultados. Aplicamos o algoritmo ao indicador ODS 3.1.1 (razão de mortalidade materna, RMM), desagregado pelos 22 departamentos da Guatemala para o ano base de 2014 (RMM = 113 por 100.000 nascidos vivos). Se mantiver a intensidade média da VPAM observada entre 2009 e 2014 (-4,3%) e concentrar as suas ações com progressividade territorial, o país reduzirá, até 2030, a sua RMM para 53 por 100.000 e sua disparidade absoluta e relativa em 72% e 48%, respectivamente. Conclusões. A metodologia proposta permite formular simultaneamente metas para a redução das desigualdades geográficas em saúde e explicitar a primazia do princípio da equidade expresso no compromisso de não deixar ninguém para trás consagrado nos ODS, cuja urgência assume uma relevância renovada no atual cenário pós-pandêmico.


Subject(s)
Humans , Female , Health Status Disparities , Sustainable Development , Algorithms , Maternal Mortality , Quality Indicators, Health Care , Guatemala
11.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 43(8): 627-637, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1351763

ABSTRACT

Abstract Objective To compare the effects of expectant versus interventionist care in the management of pregnant women with severe preeclampsia remote from term. Data sources An electronic search was conducted in the Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), Excerpta Medica Database (EMBASE), Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL), Latin American and Caribbean Health Sciences Literature (LILACS, for its Spanish acronym), World Health Organization's International Clinical Trials Registry Platform (WHO-ICTRP), and Open- Grey databases. The International Federation of Gynecology and Obstetrics (FIGO, for its French acronym), Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG), American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), and Colombian Journal of Obstetrics and Gynecology (CJOG) websites were searched for conference proceedings, without language restrictions, up to March 25, 2020. Selection of studies Randomized clinical trials (RCTs), and non-randomized controlled studies (NRSs) were included. The Grading of Recommendations, Assessment, Development and Evaluation (GRADE) approach was used to evaluate the quality of the evidence. Data collection Studies were independently assessed for inclusion criteria, data extraction, and risk of bias. Disagreements were resolved by consensus. Data synthesis Four RCTs and six NRS were included. Low-quality evidence from the RCTs showed that expectant care may result in a lower incidence of appearance, pulse, grimace, activity, and respiration (Apgar) scores<7 at 5 minutes (risk ratio [RR]: 0.48; 95% confidence interval [95%CI]: 0.23%to 0.99) and a higher average birth weight (mean difference [MD]: 254.7 g; 95%CI: 98.5 g to 410.9 g). Very low quality evidence from the NRSs suggested that expectant care might decrease the rates of neonatal death (RR: 0.42; 95%CI 0.22 to 0.80), hyalinemembrane disease (RR: 0.59; 95%CI: 0.40 to 0.87), and admission to neonatal care (RR: 0.73; 95%CI: 0.54 to 0.99). Nomaternal or fetal differences were found for other perinatal outcomes. Conclusion Compared with interventionist management, expectant care may improve neonatal outcomes without increasing maternal morbidity and mortality.


Resumo Objetivo Comparar os efeitos dos cuidados expectantes versus intervencionistas no manejo de gestantes com pré-eclâmpsia grave distante do termo. Fontes de dados Foi realizada uma busca eletrônica no Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), Excerpta Medica Database (EMBASE), Cochrane Central Register of Controlled Trials (CENTRAL), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS, para o espanhol) acrônimo), Plataforma Internacional de Registro de Ensaios Clínicos da Organização Mundial da Saúde (OMS-ICTRP) e bancos de dados OpenGrey. Foram pesquisados os sites da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO, por sua sigla em francês), do Royal College of Obstetricians e Ginecologistas (RCOG), do American College of Obstetricians e Ginecologistas (ACOG) e do Colombian Journal of Obstetrics and Gynecology (CJOG) procedimentos da conferência, sem restrições de idioma, até 25 de março de 2020. Seleção de estudos Ensaios clínicos randomizados (RCTs) e estudos controlados não randomizados (NRSs) foram incluídos. A abordagem de Classificação de Recomendações, Avaliação, Desenvolvimento e Avaliação (GRADE) foi usada para avaliar a qualidade da evidência. Coleta de dados Os estudos foram avaliados de forma independente quanto aos critérios de inclusão, extração de dados e risco de viés. As discordâncias foram resolvidas por consenso. Síntese de dados Quatro RCTs e seis NRS foram incluídos. Evidências de baixa qualidade dos ECRs mostraram que o cuidado expectante pode resultar em uma incidência menor de pontuações de aparência, pulso, careta, atividade e respiração (Apgar) <7 em 5 minutos (razão de risco [RR]: 0,48; intervalo de confiança de 95% [IC 95%]: 0,23% a 0,99) e um peso médio ao nascer superior (diferença média [MD]: 254,7 g; IC 95%: 98,5 ga 410,9 g). Evidências de qualidade muito baixa dos NRSs sugeriram que os cuidados expectantes podem diminuir as taxas de morte neonatal (RR: 0,42; IC de 95% 0,22 a 0,80), doença da membrana hialina (RR: 0,59; IC de 95%: 0,40 a 0,87) e admissão à assistência neonatal (RR: 0,73; IC 95%: 0,54 a 0,99). Nenhuma diferença materna ou fetal foi encontrada para outros resultados perinatais. Conclusão Em comparação com o manejo intervencionista, o cuidado expectante pode melhorar os resultados neonatais sem aumentar a morbidade e mortalidade materna.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Infant, Newborn , Pre-Eclampsia/therapy , Birth Weight , Watchful Waiting
12.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 37(6): e00215020, 2021. graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1249462

ABSTRACT

Resumo: No Brasil, o aborto permanece como problema de saúde pública e está entre as principais causas de óbito materno. As mulheres com maior risco de morte pelo aborto são as socialmente mais vulneráveis. O Ministério da Saúde estabeleceu obrigatoriedade da investigação dos óbitos de mulheres em idade fértil com discussão dos óbitos maternos em Comitês de Mortalidade Materna, objetivando identificar falhas na condução dos casos que colaboraram ou determinaram os óbitos. No Município do Rio de Janeiro, essa estrutura está organizada em um Comitê Municipal e dez Comissões Regionais de Prevenção e Controle da Mortalidade Materna. O objetivo foi analisar o conteúdo das recomendações feitas pelas Comissões Regionais para os óbitos por aborto provocado, por meio de um estudo descritivo das recomendações das Comissões Regionais para os óbitos por aborto provocado de residentes do Município do Rio de Janeiro de 2011 a 2016. Para a seleção dos casos, foi usada a classificação do Guia de Vigilância Epidemiológica do Óbito Materno para óbitos por aborto. As recomendações foram classificadas de acordo com dois focos: "destinatários e conteúdo" e "prática do aborto e os fatores relacionados a ela". As recomendações foram consideradas predominantemente técnicas, de caráter biomédico, sem relacionar os óbitos às questões sociais, culturais e econômicas. Temas tabus, como interrupção voluntária da gravidez e busca de mudanças de padrões que promoveriam o direito à saúde das mulheres, estavam ausentes. As Comissões Regionais exercem atividade importante e constituem avanço no combate à mortalidade materna, mas suas recomendações contribuem parcialmente para a redução da mortalidade por aborto provocado.


Abstract: Abortion is still a public health problem in Brazil and is among the leading causes of maternal death. Socially vulnerable women have the greatest risk of death from abortion. The Brazilian Ministry of Health determined mandatory investigation of deaths of childbearing-age women with discussion of maternal deaths by Maternal Mortality Committees, aimed at identifying failures in management of cases that led to or determined the deaths. In the city of Rio de Janeiro, this structure is organized in a Municipal Committee and ten Regional Commissions for Prevention and Control of Maternal Mortality. The objective was to analyze the recommendations by the Regional Commissions on deaths from induced abortion. We carried out a descriptive study of recommendations by the Regional Commissions on deaths from induced abortion in women living in the city of Rio de Janeiro from 2011 to 2016. Case selection used the classification of the Guidelines for Epidemiological Surveillance of Maternal Death for deaths from abortion. Recommendations were classified according to two points: "recipients and content" and "performance of abortion and related factors". The recommendations were predominantly technical and biomedical, without correlating the deaths to social, cultural, and economic issues. Taboo topics such as voluntary termination of pregnancy and search for changes in standards that would promote women's right to health were missing. Regional Commissions exercise an important activity and are a step forward in the fight against maternal mortality, but their recommendations only contribute partially to reducing mortality from induced abortion.


Resumen: En Brasil, el aborto permanece como un problema de salud pública y está entre las principales causas de óbito materno. Las mujeres con mayor riesgo de muerte por aborto son las socialmente más vulnerables. El Ministerio de Salud estableció la obligatoriedad de la investigación de los óbitos de mujeres en edad fértil, con discusión de los óbitos maternos en Comités de Mortalidad Materna, con el objetivo de identificar fallos en el manejo de los casos que colaboraron o determinaron los óbitos. En el municipio de Río de Janeiro esta estructura está organizada en un Comité Municipal y diez Comisiones Regionales de Prevención y Control de la Mortalidad Materna. El objetivo fue analizar el contenido de las recomendaciones realizadas por las Comisiones Regionales para los óbitos por aborto provocado. Fue realizado un estudio descriptivo de las recomendaciones de las Comisiones Regionales para los óbitos por aborto provocado de residentes del Municipio de Río de Janeiro de 2011 a 2016. Para la selección de los casos se usó la clasificación de la Guía de Vigilancia Epidemiológica de Óbito Materno para óbitos por aborto. Las recomendaciones se clasificaron según dos enfoques: "destinatarios y contenido" y "práctica del aborto y los factores relacionados con el mismo". Las recomendaciones son predominantemente técnicas, de carácter biomédico, sin relacionar los óbitos con las cuestiones sociales, culturales y económicas. Temas tabús, como interrupción voluntaria del embarazo y búsqueda de cambios de patrones que promoverían el derecho a la salud de las mujeres, estaban ausentes. Las Comisiones Regionales ejercen actividad importante y constituyen un avance en el combate a la mortalidad materna, pero sus recomendaciones contribuyen parcialmente a la reducción de la mortalidad por aborto provocado.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Abortion, Induced , Maternal Death , Brazil/epidemiology , Maternal Mortality , Cities
13.
Brasília; UNICEF; 20210000. 148 p.
Monography in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1348126

ABSTRACT

O Brasil obteve grandes avanços nas políticas voltadas para a saúde infantil nas últimas décadas, que se refletiram na redução da mortalidade infantil e no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) antes do prazo esperado (uma redução de 73%, acima dos 2/3 estabelecidos). A Taxa de Mortalidade Infantil passou de pouco abaixo de 50 óbitos por 1.000 nascidos vivos (NV) em 1990 para pouco menos de 20 óbitos por 1.000 NV em 2015, sendo estimada em 12,8 por 1.000 NV em 2017. Em relação à saúde materna, a Razão de Mortalidade Materna (RMM) caiu de 143,2 mortes por 100 mil NV em 1990 para 62 mortes por 100 mil NV em 2015. No contexto dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a meta nacional definida para o Brasil contempla a redução da RMM para no máximo 30 mortes por 100 mil NV até 2030. Entretanto, as estimativas para 2019 estão em 57,9 mortes por 100 mil NV, sendo que aproximadamente 92% das mortes maternas são consideradas evitáveis. Avanços importantes ocorreram na consolidação de políticas públicas, como o estabelecimento da Rede Cegonha, com o objetivo de garantir o acesso, o acolhimento e a qualidade na atenção ao pré-natal, ao parto e ao nascimento. Entretanto, ainda há muito a ser feito para a garantia dos direitos da mulher e da criança, principalmente no que se refere à atenção humanizada e à qualidade do pré-natal, do parto e do nascimento. Embora existam inúmeros protocolos e iniciativas para a promoção da humanização do parto, muitas condutas, atitudes e práticas inadequadas ainda são observadas na assistência obstétrica e neonatal. Considerando o expressivo aumento da cobertura da assistência pré-natal, ainda são necessárias melhorias na sua qualidade tendo em vista o aumento sustentado dos casos de sífilis em gestantes e de sífilis congênita, eventos sentinela da qualidade da assistência pré-natal. No Brasil, um dos fatores que dificulta a redução da mortalidade materna é o elevado número de partos cesáreos eletivos e/ou sem indicação com base em evidências científicas, tornando-se um desafio inclusive para a saúde pública, provocando riscos desnecessários à mulher e à criança, além de custos adicionais para o sistema de saúde. O País é o segundo do mundo com as maiores taxas de cesárea e intervenções excessivas em mulheres e bebês, privando-os dos benefícios do trabalho de parto e aumentando os riscos de prematuridade, morte materna e óbito neonatal, e os efeitos de curto e longo prazo para a mãe e o bebê. O UNICEF é comprometido com a promoção dos direitos de todas as mulheres gestantes, todos os recém-nascidos e todas as crianças, advogando pela melhoria da qualidade e da humanização dos serviços oferecidos a cada um deles. Mudanças são urgentes para que haja impacto significativo na saúde da mulher e da criança, garantindo-lhes o direito à vida e reduzindo a mortalidade materna e neonatal, resultando também no alcance das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Sendo assim, o objetivo deste documento, elaborado em parceria com a Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (Rehuna), foi levantar os dados do Brasil, evidências científicas, reflexões, boas práticas e recomendações de extrema importância para a sensibilização e a mobilização de diversos atores em prol da garantia dos direitos à vida e ao respeito de mulheres gestantes, neonatos e crianças, especialmente de segmentos e territórios mais vulneráveis. Não podemos deixar ninguém para trás.


Subject(s)
Birthing Centers , Humanizing Delivery , Cesarean Section , Public Health , Child Health , Women's Health , Health Services Accessibility , Natural Childbirth
14.
Pesqui. vet. bras ; 40(11): 842-851, Nov. 2020. tab, ilus
Article in English | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1155027

ABSTRACT

Bovine Digital Dermatitis (BDD) was studied in crossbred dairy cows grazing in Rondon do Pará, in the state of Pará, as well as in Açailândia and Cidelândia, in the state of Maranhão, Brazilian Amazon biome. The digits inspection from the dairy cows during milking was performed in ten farms comprising four visits (August and November 2016; April and July 2017). The cows were kept all year in pastures, and were mechanically milked on concrete floors and the animals were protected against the rains in eight farms, maintaining a daily cleaning, however, it could not be found a concrete floor in pre- or post-milking to ensure milking parlor on three farms. Manual milking on no concrete floors was performed in two farms. No preventive measures against hoof lesions were adopted. The BDD prevalence was 1.3% (22/1664), and no statistical difference among rainy or no rainy season was obtained (p = 0.72). The BDD lesions were classified according to "M system" (M0 = no lesion, M1 = active ulceration <2cm, M2 = active ulceration >2cm, M3 = healing stage, M4 = chronic stage, M4.1 = M4 with active ulceration). Regarding the 22 BDD lesions observed, 22.7% (5/22) were M1 stage, 36.4% (8/22) M2, 22.7% (5/22) M3, 13.6% (3/22) M4 and 4.5 (1/22) M4.1. Hypertrophic hairs at the edges of the lesions caused by fly larvae of genus Cochliomyia spp. as well as alterations on the hoof were also observed. Topical treatment was performed in six BDD lesions with a raw extract from trees of the genus Copaifera reticulata (Copaiba oil) and compared with the treatment of salicylic acid paste in five BDD lesions. The lesions were protected with a bandage for seven days and followed weekly until recovery. The complete therapeutic responses were 83.4% (5/6) and 75% (3/4), respectively, with an average time of seven weeks. The BDD in the Amazon biome occurs in low prevalence, not seasonal, and presents macro and microscopic features similar to BDD lesions from dairy cattle kept in free-stall housing. The treatment with copaiba oil showed similar results to the treatment of salicylic acid paste and can be used in control measures to BDD in the Amazon biome.(AU)


A dermatite digital bovina (DDB) foi estudada em vacas mestiças leiteiras nos municípios de Rondon do Pará no Pará, Açailândia e Cidelândia no Maranhão, bioma amazônico brasileiro. Para tanto, foram realizadas quatro visitas a 10 propriedades, nos meses de agosto e novembro em 2016 e abril e julho em 2017, e realizada a inspeção dos dígitos de 1.664 vacas em lactação durante a ordenha. Nestas propriedades as vacas eram criadas a pasto durante todo o ano e ordenhadas mecanicamente em oito propriedades. As quais, as salas de ordenha tinham piso concretado, com proteção contra as chuvas e era realizada a limpeza diariamente. No entanto, em três dessas propriedades, as salas de pré ou pós ordenha tinham piso não concretado e em duas, a ordenha era manual em piso de chão batido. Em todas elas não havia medidas profiláticas para afecções podais. A prevalência de DDB foi de 1,3% (22/1.664) e não se obteve diferença estatística entre os períodos chuvoso e não chuvoso (P = 0,72). As lesões observadas foram classificadas de acordo com o sistema M (M0-sem lesão; M1-lesão ulcerada <2cm; M2-lesão ulcerada >2cm; M3-lesão em cicatrização; M4-lesão crônica; M4.1- M4 com área ulcerada). De 22 lesões observadas, 22,7% (5/22) apresentavam-se em estágio M1, 36,4% (8/22) em M2, 22,7% (5/22) em M3, 13,6% (3/22) em M4 e 4,5% (1/22) em M4.1. Pelos hipertrofiados nos bordos das lesões, larvas de moscas do gênero Cochliomyia spp. e alterações no tecido córneo também foram observados. Nas lesões de 11 bovinos, em seis, foi realizado o tratamento tópico com extrato bruto de Copaifera reticulata (óleo de copaíba) e em cinco, com a pasta de ácido salicílico a 660mg/g e ambos os tratamentos foram protegidos com bandagem por sete dias. Após, as lesões foram acompanhadas semanalmente até a cura e obteve-se um índice de 83,4% (5/6) e 75% (3/4) de cura com esses tratamentos, respectivamente, com uma média de 7 semanas. Conclui-se que no bioma amazônico a DDB ocorre em baixa prevalência, não sazonal e com características macroscópicas semelhantes às lesões de vacas leiteiras criadas em sistema free stall. O tratamento com o óleo da copaíba apresentou resultados semelhante ao ácido salicílico e pode ser uma alternativa como medida de controle da DDB no bioma amazônico.(AU)


Subject(s)
Animals , Female , Cattle , Digital Dermatitis/therapy , Fabaceae , Pasture , Salicylic Acid/therapeutic use
15.
Rev. enferm. Cent.-Oeste Min ; 10(1): 3537, out. 2020.
Article in Portuguese | LILACS, BDENF - Nursing | ID: biblio-1129321

ABSTRACT

Objetivo: Analisar os comitês municipais de prevenção da mortalidade materna, infantil e fetal das regiões de saúde de Sete Lagoas e Curvelo- Minas Gerais quanto ao perfil dos seus membros e funcionamento. Método: Estudo de corte transversal em 35 comitês dos municípios jurisdicionados à Superintendência Regional de Saúde de Sete Lagoas. Foram aplicados questionários para as referências técnicas e secretários municipais de saúde, sendo a análise dos dados realizada por meio de estatística descritiva. Resultados: Encontrou-se formação predominante em enfermagem, média de idade acima de 30 anos e tempo no cargo superior a quatro anos. A maioria dos municípios possui comitê implantado, oficializado e atuante, mas muitos não realizam cronograma, nem registro das reuniões. Foram encontradas fragilidades no funcionamento, como inexistência de discussão entre os membros, não correção da causa básica do óbito, falta de divulgação dos dados e dos relatórios e ausência de atividades de mobilização social. Dentre os entraves, os mais citados foram: dificuldade de acesso a documentos para a investigação, falta de suporte da Superintendência Regional de Saúde e necessidade de capacitação. Conclusão: Existe a necessidade de qualificação das ações dos comitês, objetivando o aumento da sua efetividade na redução da mortalidade materna, infantil e fetal.( AU)


Objective: to analyze the city committees for prevention of maternal, fetal and infant mortality in the health regions of Sete Lagoas and Curvelo - Minas Gerais, regarding the profile of their members and operation process. Method: cross-sectional study in 35 committees of the cities under the jurisdiction of the Regional Health Superintendence of Sete Lagoas. Questionnaires were applied to the technical references and municipal health secretaries. Data analysis was performed through descriptive statistics. Results: nursing education was predominant, mean age above 30 years and time in the post over four years. Most participants have an established, official and active committee. Nevertheless, many of them do not schedule or record meetings. There were weaknesses in the operation process, such as no discussion among members, no correction of cause of death, lack of disclosure of data and reports, absence of social mobilization activities. The most cited obstacles are difficult access to documents for investigation, lack of support from Regional Health Superintendence and the need for training. Conclusions: There is a need to qualify the actions of the committees, aiming to increase their effectiveness in reducing mortality.(AU)


Objetivo: analizar los comités municipales para la prevención de la mortalidad materna, infantil y fetal en las regiones de salud de Sete Lagoas y Curvelo - Minas Gerais con respecto al perfil de sus miembros y su funcionamiento. Método: estudio transversal en 35 comités de los municipios dentro de la jurisdicción de la Superintendencia Regional de Salud de Sete Lagoas. Se aplicaron cuestionarios a las referencias técnicas y secretarios de salud municipales, y el análisis de datos se realizó mediante estadística descriptiva. Resultados: hubo una capacitación predominante en enfermería, edad promedio de más de 30 años y tiempo en el cargo de más de cuatro años. La mayoría de los municipios tienen un comité establecido, oficial y activo, pero muchos no programan ni graban reuniones. Se encontró debilidad en el funcionamiento, ya que no hubo discusión entre los miembros, no se corrigió la causa básica de la muerte, falta de divulgación de datos e informes y ausencia de actividades de movilización social. Entre las barreras, las más citadas fueron la dificultad de acceso a documentos para investigación, la falta de apoyo de la Superintendencia Regional de Salud y la necesidad de capacitación. Conclusión: es necesario calificar las acciones de los comités, con el objetivo de aumentar su eficacia en la reducción de la mortalidad materna, infantil y fetal.(AU)


Subject(s)
Humans , Female , Infant, Newborn , Infant , Professional Staff Committees , Infant Mortality , Maternal Mortality , Fetal Mortality
16.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 42(9): 562-568, Sept. 2020.
Article in English | LILACS | ID: biblio-1137873

ABSTRACT

Abstract Objective The present comprehensive review aims to show the full extent of what is known to date and provide a more thorough view on the effects of SARS-CoV2 in pregnancy. Methods Between March 29 and May, 2020, the words COVID-19, SARS-CoV2, COVID- 19 and pregnancy, SARS-CoV2 and pregnancy, and SARS and pregnancy were searched in the PubMed and Google Scholar databases; the guidelines from well-known societies and institutions (Royal College of Obstetricians and Gynaecologists [RCOG], American College of Obstetricians and Gynecologists [ACOG], International Society of Ultrasound in Obstetrics & Gynecology [ISUOG], Centers for Disease Control and Prevention [CDC], International Federation of Gynecology and Obstetrics [FIGO]) were also included. Conclusion The COVID-19 outbreak resulted in a pandemic with > 3.3 million cases and 230 thousand deaths until May 2nd. It is caused by the SARS-CoV2 virus and may lead to severe pulmonary infection and multi-organ failure. Past experiences show that unique characteristics in pregnancy make pregnant women more susceptible to complications from viral infections. Yet, this has not been reported with this new virus. There are risk factors that seem to increase morbidity in pregnancy, such as obesity (body mass index [BMI] > 35), asthma and cardiovascular disease. Current reports describe an increased rate of pretermbirth and C-section. Vertical transmission


Resumo Objetivo A presente revisão detalhada busca fornecer dados objetivos para avaliar o que se sabe até o momento e possibilitar uma visãomais ampla dos efeitos do SARSCoV2 na gravidez. Métodos Entre 29 demarço e 2 de maio de 2020, foi realizada uma busca nos bancos de dados PubMed e Google Scholar com as palavras COVID-19, SARS-CoV2, COVID-19 e gravidez, SARS-CoV2 e gravidez, e SARS e gravidez. As recomendações dos principais órgãos sobre o tema também foram acessadas. Conclusão O surto de COVID-19 resultou em uma pandemia com> 3.3 milhões de casos e 230 mil mortes até 2 de maio. É uma condição causada pelo vírus SARS-CoV2 e pode levar ao acometimento pulmonar difuso e à falência de múltiplos órgãos. Características únicas da gestante tornam essa população mais propensas a complicações de infecções virais. Até o momento, essa tendência não foi observada para esse novo vírus. Os fatores que parecem estar associados à maior morbidade materno-fetal são obesidade (índice demassa corporal [IMC] > 35), asma e doença cardiovascular. Há descrição de aumento de parto prematuro e parto cesáreo. Não se pode descartar a possibilidade de transmissão vertical da doença, devido a relatos de positividade de reação em cadeia de polimerase (RT-PCR) de swab nasal, RT-PCR de líquido amniótico e imunoglobulina M (IgM) de recém-nascidos. Tratamentos devem ser analisados caso a caso, dada a falta de qualidade de estudos que comprovem a sua eficácia e segurança na gravidez. O corpo clínico deve utilizar equipamentos de proteção individual (EPI) ao manusear pacientes suspeitos ou confirmados e ficar atento aos sinais de descompensação respiratória.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Pneumonia, Viral/diagnosis , Pneumonia, Viral/therapy , Pneumonia, Viral/transmission , Pneumonia, Viral/epidemiology , Pregnancy Complications, Infectious/diagnosis , Pregnancy Complications, Infectious/therapy , Pregnancy Complications, Infectious/epidemiology , Coronavirus Infections/diagnosis , Coronavirus Infections/therapy , Coronavirus Infections/transmission , Coronavirus Infections/epidemiology , Pandemics , Betacoronavirus/isolation & purification , Cesarean Section/statistics & numerical data , Global Health , Risk Factors , Infection Control/methods , Infectious Disease Transmission, Patient-to-Professional/prevention & control , Perinatal Care/methods , Infectious Disease Transmission, Vertical/prevention & control , Premature Birth/epidemiology , Premature Birth/virology , SARS-CoV-2 , COVID-19
17.
Rev. chil. pediatr ; 91(4): 529-535, ago. 2020. tab
Article in Spanish | LILACS | ID: biblio-1138667

ABSTRACT

INTRODUCCIÓN: La Academia Americana de Pediatría recomienda que los lactantes menores de un año duerman en posición supina para prevenir el síndrome de muerte súbita en lactantes (SMSL). OBJETIVO: Describir la posición en que duermen un grupo de lactantes y factores de riesgo asociados al SMSL. SUJETOS Y MÉTODO: Estudio piloto, prospectivo concurrente, de lactantes < 45 días de vida en control sano en Centro Médico San Joaquín UC Christus. Criterios de exclusión: prematurez (edad gestacional < 37 semanas) y patología de base (respiratorias, metabólicas, cardiológicas). Se aplicó encuesta al cuidador principal respecto a datos demográficos y hábitos de sueño, basada en encuesta BISQ (Brief Screening Questionnaire for Infant Sleep Problems) validada en español, dado la inexistencia de instru mentos para < 3 meses. RESULTADOS: Se obtuvo muestra de 100 lactantes de edad 16,78 ± 12,88 días de vida, siendo 57% mujeres. La madre fue el principal informante (84%). El 79% de los lactantes dor mían en decúbito supino, 19% lo hacía de lado y 2% en prono. El 66% dormía en cuna en habitación de los padres, 31% en la cama de los padres. El 74% se quedaban dormidos durante la alimentación. El 28% de los lactantes estaban expuestos a tabaquismo pasivo. El 91% cuidadores estaba informa do sobre la posición segura de sueño, siendo el principal informante el pediatra (54%). CONCLUSIONES: En esta muestra se encontró alto porcentaje de lactantes < 45 días que duermen en posición no segura, siendo frecuente el colecho. Es importante implementar campañas locales de prevención del SMSL que refuercen el hábito de dormir seguro.


INTRODUCTION: The American Academy of Pediatrics recommends, through the implementation of the "Back to Sleep (BTS)" campaign, the supine sleeping position for infant sleeping since it prevents to prevent Sudden Infant Death Syndrome (SIDS). OBJECTIVE: To describe the sleeping position of a group of infants and the risk factors associated with sudden infant death syndrome (SIDS). SUBJECTS AND METHOD: Prospective pilot study, including infants < 45 days of life in well-child care visits at a medical center. Exclusion criteria: Preterm-born infant (gestational age < 37 weeks) and/or comorbidities (pulmonary, metabolic, cardiologic). A brief parental questionnaire was conducted regarding general demographic data and sleep habits. The questioner was based on the BISQ - Spanish version, due to the lack of validated instruments for infants < 3-month-old. RESULTS: We included a sample of 100 infants between 16.78 ± 12.88 days old (57% girls). Mothers were the main information source (84%). 79% of the infants slept in supine position, 19% slept on their sides, and 2% in prone position. Regarding the place where the infants slept, 66% did in their crib in the parents' room and 31% slept in parents' bed. 74% of infants fell asleep while being fed. 28% of infants were exposed to passive smoking at home. 91% of parents were informed about safe sleep positions, reporting that pediatricians were the main source of information (54%). CONCLUSION: We found a high percentage of infants < 45 days of life who slept in an unsafe position, and frequently co-sleep with their parents. Thus, it is important to implement local SIDS prevention campaigns to reinforce safe infant sleep.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Infant, Newborn , Infant , Sleep , Sudden Infant Death/etiology , Sudden Infant Death/prevention & control , Supine Position , Infant Care/methods , Logistic Models , Chile , Pilot Projects , Prospective Studies , Risk Factors , Practice Guidelines as Topic , Protective Factors , Infant Care/standards , Infant Care/statistics & numerical data
18.
Rev. Bras. Saúde Mater. Infant. (Online) ; 20(2): 607-614, Apr.-June 2020.
Article in English | Sec. Est. Saúde SP, LILACS, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1136426

ABSTRACT

Abstract Safe motherhood is not a reality for many women and maternal mortality persists as a severe public health problem. This paper aims to discuss avoidable maternal mortality beyond health issues emphasising on human rights violations and the multiple social repercussions on this complex phenomenon. From the human rights perspectives, avoidable maternal death can be characterized as violation of rights related to life, freedom and the person's safety, family life, equality and non-discrimination, as well as to the highest attainable standard of health and benefits from scientific progress. When reproductive health risks are faced by pregnant women, they are not restricted to inherent issues such as pregnancy but they reflecton issues strongly linked in the need of gender equality and empowerment for all women and girls, and avoidable maternal mortality should be understood by everyone as a serious injustice tha tdiscriminates women and violates their fundamental rights. The avoidable maternal death recharacterisation, beginning from health disadvantage to social injustice, should develop a collective critical awareness involving the population, giving visibility repercussions for the individual, the family and the population, as well as promoting new interdisciplinary possibilities in coping, sharing and focusing on social control in public policies.


Resumo A maternidade segura não é realidade para muitas mulheres e a mortalidade materna persiste como grave problema de saúde pública. Este artigo objetiva discutir a mortalidade materna evitável para além das questões sanitárias, com ênfase na violação dos direitos humanos e nas múltiplas repercussões sociais desse complexo fenômeno. Na perspectiva dos direitos humanos, a morte materna evitável pode ser caracterizada como violação de direitos relativos à vida, à liberdade e à segurança da pessoa, à vida familiar, à igualdade e a não discriminação, bem como ao mais alto padrão de saúde alcançável e aos benefícios do progresso científico. Quando os riscos à saúde reprodutiva enfrentados pelas gestantes não estão restritos às questões inerentes à gravidez, mas traduzem questões fortemente vinculadas à necessidade de igualdade de gênero e empoderamento de todas as mulheres e meninas, a mortalidade materna evitável deve ser entendida por todos como uma grave injustiça que exerce discriminação contra as mulheres e viola seus direitos fundamentais. A recaracterização da morte materna evitável, de desvantagem de saúde para injustiça social, deve fomentar o desenvolvimento de uma consciência crítica coletiva capaz de envolver toda a sociedade, dando visibilidade às repercussões individuais, familiares e sociais, e promover novas possibilidades interdisciplinares de enfrentamento, compartilhadas e focadas no controle social das políticas públicas.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Women's Rights , Maternal Mortality , Human Rights Abuses , Human Rights , Value of Life
19.
Prensa méd. argent ; 106(4): 264-272, 20200000. tab, graf
Article in English | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1368133

ABSTRACT

Introduction: Urinary tract infections (UTIs) are widespread clinical disorder among early neonates. Neonates with UTIs were susceptible to higher rates of morbidity and mortality, particularly when presented with hyperbilirubinemia. Early diagnosis may help in complete recoveryrather than being threatened in terms of complications. The study aimed at determining the prevalence and predictive risk factors of UTIs in neonates with an unexplained hyperbilirubinemia. Method: A cross-sectional study was carried out in the NICU of Aswan University Hospital, Egypt from August 2018 to February 2019. The study was conducted on 140 newborns who were diagnosed with indirect hyperbilirubinemia in the first 4 weeks of life after exclusion of unrelated criteria. Demographic and clinical data were collected by an interview questionnaire. Biochemical markers including bilirubin level, CBC, urine analysis and urine cultures and sensitivity were determined. Results: The prevalence rate of UTIs in the studied newborns was 25%. Escherichia -coli was the dominant organism isolated. Amikacin was the most common antibiotic sensitive to the isolates. There was a significant difference between the UTI positive and negative neonates in the univariate analysis regarding some studied variables. While, an increase in the number of WBCs in the blood (OR = 6.90, P = 0.001), small for gestational age (OR = 4.07, P = 0.021), prolonged phototherapy (OR = 3.50, P = 0.034), and presence of maternal complications (OR = 2.92, P = 0.001) were statistically associated with a positive urine culture in multivariate analysis. Conclusions and recommendations: The prevalence rate of UTIs was 25%. The study indicated the importance of routine screening of UTI (urine culture) as part of the clinical assessment of unexplained hyperbilirubinemia in neonates with an increase in the number of WBCs in their blood, small for gestational age, prolonged duration of phototherapy, and neonates born from mothers who had a history of obstetric complications


Subject(s)
Humans , Infant, Newborn , Urinary Tract Infections/therapy , Amikacin/therapeutic use , Predictive Value of Tests , Morbidity , Mortality , Clinical Laboratory Techniques , Early Diagnosis , Hyperbilirubinemia, Neonatal/complications
20.
J. nurs. health ; 10(2): 20102006, mai.2020.
Article in English | LILACS, BDENF - Nursing | ID: biblio-1104067

ABSTRACT

Objectives: to identify the public policy mechanisms for reducing maternal mortality and to analyze the participation of nursing personnel in such mechanisms. Method: qualitative study, for the data collection semi-structured interviews were carried out with the administrative staff, nurses from public health services and pregnant women in Mexico. The interviews were audio-recorded, transcribed, and thematically analyzed. Results: the public policy mechanisms designed to reduce maternal mortality in Morelos include the national "Even Start in Life" program, prenatal care delivered by nursing professionals, and basic information regarding maternal mortality delivered to women, to reduce the maternal mortality. The primary challenges to properly delivering these services include a general lack of coordination between relevant committees and stakeholders, and barriers that women face accessing care. Conclusions: there are very limited actions in the design of public policies for reducing maternal mortality led by nursing personnel.(AU)


Objetivos: identificar os mecanismos de políticas públicas para redução da mortalidade materna e analisar a participação da equipe de enfermagem em tais mecanismos. Método: estudo qualitativo, para a coleta de dados foram realizadas entrevistas semiestruturadas com gestores, enfermeiras dos serviços públicos de saúde e gestantes, no México. As entrevistas foram gravadas em áudio, transcritas e analisadas tematicamente. Resultados: os mecanismos de políticas públicas projetados para reduzir a mortalidade materna em Morelos incluem o programa nacional "Even Start in Life", atendimento pré-natal prestado por profissionais de enfermagem e informações básicas às mulheres para reduzir a mortalidade materna. Os principais desafios para prestação adequada desses serviços incluem uma falta geral de coordenação entre os comitês relevantes e as partes interessadas e as barreiras que as mulheres enfrentam ao acessar os cuidados. Conclusões: existem ações muito limitadas no desenho de políticas públicas para redução da mortalidade materna lideradas pela equipe de enfermagem.(AU)


Objetivos: identificar los dispositivos de política pública para reducir la mortalidad materna y analizar la participación del personal de enfermería en estas acciones. Método: estudio cualitativo con entrevistas semiestructuradas a personal directivo, enfermeras de servicios públicos de salud y mujeres embarazadas, en México. Las entrevistas fueron grabadas en audio, transcritas y analizadas temáticamente. Resultados: los dispositivos de política pública diseñados para reducir la mortalidad materna en Morelos incluyen el programa nacional "Arranque Parejo en la Vida", control prenatal por enfermería e información básica a mujeres para reducir mortalidad materna. Los principales obstáculos para la implementación de estas acciones incluyen la falta de coordinación general entre los comités responsables y las partes interesadas y las barreras que enfrentan las mujeres para el acceso a servicios de salud. Conclusiones: existen acciones muy limitadas en el diseño de políticas públicas para reducir la mortalidad materna lideradas por el personal de enfermería.(AU)


Subject(s)
Public Policy , Women's Health , Nursing , Nursing Care
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