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1.
Rev. Paul. Pediatr. (Ed. Port., Online) ; 40: e2020302, 2022. tab, graf
Artículo en Inglés | LILACS-Express | LILACS, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1143856

RESUMEN

ABSTRACT Objective: To analyze literature data about unnecessary exposure of pediatric emergency patients to ionizing agents from imaging examinations, nowadays and during times of COVID-19. Data sources: Between April and July 2020, articles were selected using the databases: Virtual Health Library, PubMed and Scientific Electronic Library Online. The following descriptors were used: [(pediatrics) AND (emergencies) AND (diagnostic imaging) AND (medical overuse)] and [(Coronavirus infections) OR (COVID-19) AND (pediatrics) AND (emergencies) AND (diagnostic imaging)]. Inclusion criteria were articles available in full, in Portuguese or English, published from 2016 to 2020 or from 2019 to 2020, and articles that covered the theme. Articles without adherence to the theme and duplicate texts in the databases were excluded. Data synthesis: 61 publications were identified, of which 17 were comprised in this review. Some imaging tests used in pediatric emergency departments increase the possibility of developing future malignancies in patients, since they emit ionizing radiation. There are clinical decision instruments that allow reducing unnecessary exam requests, avoiding over-medicalization, and hospital expenses. Moreover, with the COVID-19 pandemic, there was a growing concern about the overuse of imaging exams in the pediatric population, which highlights the problems pointed out by this review. Conclusions: It is necessary to improve hospital staff training, use clinical decision instruments and develop guidelines to reduce the number of exams required, allowing hospital cost savings; and reducing children's exposure to ionizing agents.


RESUMO Objetivo: Analisar dados da literatura sobre exposição desnecessária de pacientes da emergência pediátrica a agentes ionizantes dos exames de imagem, na atualidade e em tempos de COVID-19. Fontes de dados: Entre abril e julho de 2020 ocorreu a seleção dos artigos, utilizando-se as bases de dados: Biblioteca Virtual em Saúde, PubMed e Scientific Electronic Library Online. Utilizaram-se os descritores: [(pediatrics) AND (emergencies) AND (diagnostic imaging) AND (medical overuse)] e [(Coronavirus infections) OR (COVID-19) AND (pediatrics) AND (emergencies) AND (diagnostic imaging)]. Incluíram-se artigos disponíveis na íntegra, em português ou inglês, publicados no período de 2016 a 2020 ou de 2019 a 2020, e artigos que contemplassem o tema. Excluiu-se artigos sem aderência com a temática e textos duplicados. Síntese dos dados: Identificaram-se 61 publicações, sendo 17 utilizadas para a elaboração desta revisão. Alguns exames de imagem utilizados nos Setores de Urgência e Emergência (SUEs) pediátricos, por emitirem radiação ionizante, aumentam a possibilidade de desenvolver malignidades futuras nas crianças. Destarte, há instrumentos de decisão clínica que possibilitam diminuir requisições de exames desnecessários, evitando a sobremedicalização e os gastos hospitalares. Ademais, com a pandemia da COVID-19, cresceu a preocupação com o uso excessivo de exames de imagem na população pediátrica, o que reafirma a problematização deste estudo. Conclusões: Veem-se como necessárias a capacitação da equipe hospitalar, a utilização de instrumentos de decisão clínica e a confecção de protocolos que possam avaliar a singularidade da criança. Isso permitirá reduzir o número de exames requeridos, possibilitando economia de custos hospitalares e redução da exposição de crianças a agentes ionizantes.

2.
Estima (Online) ; 19(1): e0521, jan.-dez. 2021.
Artículo en Portugués | BDENF - Enfermería | ID: biblio-1178332

RESUMEN

Objetivo:relatar o caso de um paciente crítico com COVID-19 e mostrar os principais achados relacionados à lesão considerada Acute skin failure (ASF), bem como realizar seu diagnóstico diferencial com lesão por pressão (LP) evitável. Método: estudo observacional do tipo relato de caso, desenvolvido em um hospital de São Paulo, na unidade de terapia intensiva (UTI) exclusiva a pessoas diagnosticadas com COVID-19. Os dados foram coletados de um único paciente, entre os meses de março e setembro de 2020. Resultados: paciente com complicações da COVID-19 evoluiu com lesão de pele, inicialmente definida como LP e posteriormente reclassificada como ASF. Os seguintes achados corroboraram o diagnóstico: ventilação mecânica invasiva prolongada, insuficiências respiratória, renal e cardíaca e sepse de foco respiratório. Além disso, outros fatores agravantes, como o uso de droga vasoativa, instabilidade hemodinâmica com intolerância ao mínimo reposicionamento, jejum prolongado e coagulopatia intravascular disseminada associada à infecção pelo coronavírus. Conclusão: o relato mostra que existem dificuldades para o diagnóstico diferencial entre ASF e LP na prática clínica. Trata-se de conceito novo, sendo fundamental que o profissional de saúde reconheça os principais fatores associados ao aparecimento da ASF, muitos dos quais também estão relacionados ao desenvolvimento das LP, ressaltando a necessidade de análise individualizada dessas lesões, e garantia da implementação de intervenções adequadas para prevenção e tratamento.


Asunto(s)
Infecciones por Coronavirus , Úlcera por Presión , Unidades de Cuidados Intensivos , Atención de Enfermería
3.
Rev. enferm. UERJ ; 29: e56037, jan.-dez. 2021.
Artículo en Inglés, Portugués | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1151921

RESUMEN

Objetivo: mapear as evidências disponíveis na literatura acerca dos manejos e desfechos da infecção pelo novo coronavírus no puerpério. Método: revisão de escopo conforme o Institute Joanna Briggs, desenvolvida em quatro fontes de dados eletrônicas. A extração, análise e síntese dos dados foi realizada por quatro pesquisadores independentes. Resultados: Nove publicações foram revisadas de 188 localizadas. Seis foram os países produtores das evidências, todas obtidas e publicadas em 2020. Vinte e um casos de COVID-19 no puerpério estiveram tratados nestas publicações, sendo 15 (71,4%) relativos a evoluções graves/exacerbação da doença e seis (28,6%) diagnosticados após a alta hospitalar. Conclusão: O mapeamento aponta para a ocorrência da infecção ou seu agravamento no período pós-parto, com indicativas ao monitoramento de sinais e sintomas, exploração diagnóstica e tratamento acurado e necessidade de acompanhamento próximo das mulheres diagnosticadas com COVID-19, sintomáticas ou não, no período pós-parto.


Objective: to map the evidence available in the literature about management and outcomes of postpartum infection by the new coronavirus. Method: scoping review conducted in four electronic sources, following Joanna Briggs Institute guidelines. Data were extracted, analyzed and summarized by four researchers independently. Results: nine of the 188 publications located were reviewed. The evidence, all obtained and published in 2020, was produced in six countries. These publications considered 21 cases of postpartum COVID-19, 15 (71.4%) of which related to severe developments / exacerbation of the disease and six (28.6%) diagnosed after hospital discharge. Conclusion: the mapping points to the occurrence of infection or worsening of the disease in the postpartum period, indicating the need for monitoring of signs and symptoms, diagnostic exploration and accurate treatment and the need for close monitoring of postpartum women diagnosed with COVID-19, whether symptomatic or not.


Objetivo: mapear las evidencias disponibles en la literatura sobre el manejo y los resultados de la infección por el nuevo coronavirus en el período posparto. Método: revisión del alcance según el Instituto Joanna Briggs, desarrollada en cuatro fuentes de datos electrónicas. La extracción, el análisis y la síntesis de los datos fueron realizados por cuatro investigadores independientes. Resultados: se revisaron nueve publicaciones de 188 encontradas. Fueron seis los países que produjeron las evidencias, obtenidas y publicadas en 2020. En estas publicaciones se trataron 21 casos de COVID-19 en el período posparto, 15 (71,4%) de los cuales estaban relacionados con evoluciones graves/exacerbación de la enfermedad y seis (28,6%) diagnosticados tras el alta hospitalaria. Conclusión: el mapeo apunta hacia la ocurrencia de la infección o su agravamiento en el posparto, con indicaciones de seguimiento de indicios y síntomas, exploración diagnóstica, tratamiento preciso y la necesidad de un seguimiento cercano a las mujeres diagnosticadas con COVID-19, sintomáticas o no, en el período posparto.

4.
Infectio ; 25(3): 176-181, jul.-set. 2021. tab, graf
Artículo en Inglés | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1250089

RESUMEN

Abstract Objective: To determine the mortality and survival of COVID-19 cases in Colombia between March and July 2020. Materials and methods: A retrospective cohort study in the Colombian population between March 6 to July 8, 2020, with the data reported to the National Institute of Health. Survival analysis was performed considering the real-time PCR results, died or recovered, the onset of symptoms until the date of death, or the final time of the cohort. The actuarial variation and Long-Rank test were applied for survival. Risk factors were determined by Cox regression. Results: The overall survival rate was 100%, 98%, 97%, and 95% for day 1, 10, 20 and 30, respectively. Differences were found in survival in age, sex, region, and hospitaliza tion time spending (p <0.01), the 30-day survival rate was 96% and 95% for females and males, respectively. The region with the highest survival was Antioquia with 99% and the lower Barranquilla with 93%. The age group with the lowest survival was ≥80 years of age with 60%, and being hospitalized represented a survival rate of 68%. Conclusions: This study is one of the first to estimate survival in the Colombian population diagnosed with COVID-19.


Resumen Objetivo: determinar la mortalidad y supervivencia de casos de COVID-19 en Colombia entre marzo y julio de 2020. Materiales y métodos: Estudio de cohorte retrospectivo en población colombiana entre el 6 de marzo al 8 de julio de 2020, con los datos reportados al Instituto Nacional de Salud. El análisis de supervivencia se realizó considerando los resultados de la PCR en tiempo real, fallecido o recuperado, el inicio de los síntomas hasta la fecha del fallecimiento o el momento final de la cohorte. Para la supervivencia se aplicó la variación actuarial y la prueba de rango largo. Los factores de riesgo se determinaron mediante regresión de Cox. Resultados: La tasa de supervivencia general fue del 100%, 98%, 97% y 95% para los días 1, 10, 20 y 30, respectivamente. Se encontraron diferencias en la su pervivencia en cuanto a edad, sexo, región y tiempo de hospitalización (p <0,01), la tasa de supervivencia a 30 días fue del 96% y 95% para mujeres y hombres, respectivamente. La región con mayor supervivencia fue Antioquia con 99% y la Baja Barranquilla con 93%. El grupo de edad con menor supervivencia fue el ≥80 años con 60%, y la hospitalización representó una tasa de supervivencia del 68%. Conclusiones: Este estudio es uno de los primeros en estimar la supervivencia en la población colombiana diagnosticada con COVID-19.

5.
Infectio ; 25(3): 182-188, jul.-set. 2021. tab, graf
Artículo en Inglés | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1250090

RESUMEN

Abstract The article presents a general overview on COVID-19 transmission in the context of public transport, particularly applicable to decision making in Latin America. Based on recent findings on COVID-19 transmission and the relative importance of each factor (droplets, fomites, and aerosol routes) in such transmission, we seek to update the discussion on the topic that has generally been based on social distance as the only parameter for reducing the risk of transmission and broadens the vision to integrate ventilation, users' behavior (mask and eye protection use, silence while in the transport system) and travel distance. Recommendations to improve mobility conditions reducing the risk of COVID-19 contagion are provided.


Resumen El artículo presenta una revisión de transmisión de COVID-19 en el contexto de transporte público, con aplicación particular para toma de decisiones en América Latina. Con base en los hallazgos recientes sobre transmisión de Covid-19 y la importancia relativa de cada factor (gotículas, fómites y rutas de aerosoles) en dicha transmisión, buscamos actualizar la discusión sobre el tema que generalmente se ha basado en la "distancia social" como parámetro único de reducción de riesgo de transmisión y amplía esta visión para integrar la ventilación, el comportamiento de usuarios (uso de mascarilla, protección ocular, silencio), y la distancia de viaje. Se indican al final recomendaciones para mejorar las condiciones de movilidad en general sin aumentar el riesgo de contagio de Covid-19.

6.
Vaccimonitor (La Habana, Print) ; 30(2)mayo.-ago. 2021.
Artículo en Español | LILACS, CUMED | ID: biblio-1252323

RESUMEN

En diciembre de 2019 en Wuhan, provincia China de Hubei, se notificó un caso de neumonía de etiología desconocida. Con posterioridad se diagnosticó como un síndrome agudo respiratorio severo (SARS, por sus siglas en inglés) causado por un coronavirus denominado SARS-CoV-2.1 A principios de marzo de 2020, la Organización Mundial de la Salud (OMS) notificó casi 100.000 casos positivos y 3.880 víctimas mortales en 47 países, convirtiéndose en pandemia la enfermedad COVID-19 que ha afectado al mundo hasta la actualidad.2 La pandemia de la COVID-19 ha tenido un gran impacto en la vida de las personas y la sociedad en su conjunto y ha causado perjuicios a la economía mundial, afectándose sectores como turismo, recreación, viajes internacionales, educación, entre otros. Para la salud humana, ha tenido repercusión en términos de enfermedad, discapacidad y elevado número de muertes, así como en las complejas interrogantes impuestas a la ciencia para contener el impacto de la misma. La implementación de una estrategia dirigida a mitigar la dispersión de la enfermedad incluye numerosas acciones de salud pública, entre ellas: la higiene de las manos, el uso extendido y obligatorio de la mascarilla, el distanciamiento social y la vacunación.3 Una vacuna contra la COVID-19, esperada ansiosamente por el mundo, debe ser una vacuna segura y eficaz que permita poder reanudar un estilo de vida normal, libre de las medidas de restricción recomendadas y que evite que se saturen los servicios de salud. La carrera por la invención y desarrollo de una vacuna contra la COVID-19 no tiene precedentes en la era moderna y ha comprometido como nunca antes a la ciencia, llevando a la movilización e intercambio de datos en un período muy corto; a la coordinación acelerada, a nivel mundial, de los procesos regulatorios para el desarrollo de vacunas y fármacos; así como a la creación de marcos de colaboración internacional donde se incluyen, junto a la OMS, la Alianza Global para las Vacunas (GAVI), la Coalición para la Promoción de Innovaciones en pro de la Preparación ante Epidemias (CEPI) y el Fondo de Acceso Global para Vacunas COVID-19 (COVAX, por su siglas en inglés).4 El proceso de desarrollar un nuevo producto farmacéutico es caro e implica una inversión considerable de tiempo. Como promedio, se precisan 10 años desde el momento en que se descubre una molécula hasta que se comercializa el producto, con un costo de millones de dólares. Acortar los tiempos de este proceso es de los retos más importantes, donde la etapa de desarrollo clínico es la que se ve más presionada en todo momento.1 El desarrollo clínico de una vacuna implica un número de fases por las que debe transcurrir el producto farmacéutico. En el caso particular de las vacunas contra la COVID-19, las fases se han ido llevando a cabo simultáneamente, bajo aprobaciones rápidas. Varias vacunas ya han recibido autorizaciones para el uso de emergencia y se están utilizando para inmunizar a las personas.5) Desafortunadamente, acortar el tiempo para que las vacunas estén disponibles, puede conllevar a problemas éticos relacionados con la investigación, el desarrollo y aquellos que se puedan presentar en las etapas de distribución y acceso equitativo a las mismas.6 Para que la investigación en seres humanos que sea éticamente justificada, debe haber un balance favorable de beneficios para el sujeto y la sociedad, sobre los riesgos a los que el individuo se expone. Entre los dilemas éticos a los que se enfrentan los investigadores, uno de los más complejos en el caso de las vacunas contra la COVID-19, es el empleo de grupo control o placebo en los estudios clínicos, si tenemos en cuenta que esta es una enfermedad nueva, con limitaciones de las opciones de tratamiento y de elevada mortalidad, todo lo cual implica un alto riesgo para este grupo. Según el diseño del estudio, los participantes incluidos en el grupo placebo podrían infectarse en dependencia del tiempo de permanencia en dicho grupo, la tasa de transmisión local donde se realiza el ensayo clínico y las medidas preventivas adoptadas por cada uno de los participantes.7 Uno de los escenarios que puede afrontar el investigador cuando se usa placebo, es que el tratamiento (fármaco o vacuna) resulte efectivo, entonces, una parte de los participantes perdería la oportunidad de recibir ese beneficio, lo cual nos llevaría a decidir que todos los voluntarios reciban la profilaxis y sacrificar el conocimiento y valor social que aportan los estudios con grupos placebo.8) Actualmente, algunos desarrolladores de vacunas han esbozado la obligación ética de ofrecer la vacuna a participantes que hayan recibido placebo en los ensayos clínicos, para que queden protegidos contra la COVID- 19 y, además, para la contribución a la investigación.8 Otro tema de discusión global y que compete a la bioética relacionada a las vacunas contra la COVID-19, es la distribución justa dentro de una población una vez que las vacunas están disponibles en el mercado. ¿Qué criterios deben utilizarse? ¿Qué personas deben recibirla primero dentro de una población? ¿Quiénes tienen prioridad, y por qué? Es un criterio general entre los especialistas, que el personal de salud que se encuentra en la primera línea de batalla contra la COVID-19, debe ser el primero en acceder a la vacuna, lo cual previene el daño directo e indirecto a los mismos, al prevenir la propagación del SARS-CoV-2 en las instalaciones médicas, protegiendo de este modo a los grupos de pacientes que acuden con mayor frecuencia a los hospitales con diagnóstico de cáncer o con tratamiento de hemodiálisis.6 La crisis sanitaria mundial causada por el SARS-CoV-2 no tiene precedentes y el acceso a la vacuna se ha mostrado difícil desde el inicio. Es un hecho que los países desarrollados se han apresurado desde antes de la comercialización a adquirir y contratar cantidades suficientes de la vacuna para su población, siendo entonces el panorama aún más sombrío para los países de bajos ingresos.6 Debido a la pandemia, las operaciones logísticas de las vacunas también se ven afectadas por lo que se convierten en obstáculos para garantizar la distribución mundial de manera coordinada e interconectada (fabricación, distribución de la cadena de suministro, cadena de frío, almacenamiento, etc.). De ahí, el llamado constante de la OMS a lograr y mantener el compromiso de los gobiernos a garantizar un acceso equitativo y a colaborar en planes multinacionales como COVAX, CEPI y GAVI para asegurar la fabricación y distribución de vacunas contra la COVID-19.4 Con el fin de hacer el bien para todos y ante la premura de obtener resultados terapéuticos eficaces para enfrentar y mitigar la pandemia, no se deben sacrificar las normas científicas, la integridad y trasparencia del proceso de revisión de las vacunas y se debe cumplir con los principios éticos fundamentales que se exigen en las investigaciones en humanos(AU)


Asunto(s)
Humanos , Masculino , Femenino , Ética , Vacunas contra la COVID-19/uso terapéutico
7.
Rev. ANACEM (Impresa) ; 15(1): 8-12, 1/07/2021.
Artículo en Español | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1248004

RESUMEN

Actualmente el cáncer es la segunda causa de muerte en la población chilena; sin embargo, en algunas regiones del país como Arica y Parinacota, Antofagasta, La Serena, Los Lagos y Aysén, en Atacama y La Araucanía ya es la primera (1), inmediatamente apenas por debajo de las afecciones al sistema circulatorio y cardiovascular, y se espera que, al final de la próxima década, llegue a ser la primera causa de muerte en el país (2). Por otra parte, con respecto a los años de vida perdidos en Chile, el cáncer es la primera causa de años de vida perdidos por muerte prematura (175.741 años equivalentes al 22,5% del total de años). Si a lo anterior sumamos los años de vida perdidos por discapacidad, el cáncer es responsable de 221.529 AVISA (Años de vida ajustados por discapacidad), ubicándolo en el séptimo lugar de grupos de causas de carga de enfermedad.(3) Por su incidencia, el cáncer se ha constituido en un problema de salud pública indiscutible e insoslayable, por cuya gravedad demanda al sistema de salud chileno la máxima atención y el mejor de los esfuerzos en las tareas de las pesquisas temprana en toda la población, con el fin de minimizarsusefectos combinados enlasociedad demanera transversal y en cualquier contexto en el que ocurra, debido a la dificultad que significa para el sistema de salud chileno su pesquisa temprana en todos los ciudadanos, sumado a la escasez de recursos tanto humanos como materiales, por lo costos involucrados en su abordaje, es un importante problema social y económico, con repercusión y costos que afectan a laspersonas, sus familiasy comunidades, así como al sistema de salud y al país en su conjunto. (2) A la fecha, en Chile, grandes esfuerzos se han hecho para reducir estas brechas. El mayor de ellos es el programa GES (Garantías explícitas enSalud), mediante el cual los pacientes de acuerdo a su diagnóstico e independientemente de su capacidad de pago o seguro de salud asociado, región geográfica o nivel educacional, son asegurados con una canasta de prestaciones estandarizada, con tiempos de atención antes definidos, asegurando así acceso, oportunidad, protección financiera y calidad delprestador. (4) No obstante luego de 15 años de iniciado elprograma de prestaciones GES, persisten estas diferencias tanto por nivel socioeconómico, y/o educacional, queinfluyen negativamente sobre los estándares de atención de los diferentes prestadores de salud, en razón que diversos estudios se han observado diferencias estadisticamente significativas en las tasas de mortalidad entre el sistema público y privado de 3,12 a 5,8 veces más mortalidad en los pacientes atendidos por FONASA (Fondo nacional de Salud) , respecto a los prestadores privados provenientes de ISAPRES (Instituciones de salud previsional). (5) La ley Nacional del Cáncer recibe el nombre del doctor Claudio Mora a modo de homenaje póstumo, pues él encarnó la dualidad de paciente oncológico y profesional al ser tratado por un cáncer de páncreas, junto al Dr. Jorge Jiménez de la Jara, y la senadora Carolina Goic, quienes fueron grandes impulsores de esta ley, que cuenta con $80 mil millones de pesos anuales ($20 mil millones para infraestructura y $60 mil millones para tratamientos que hoy no son cubiertos por el GES ni por la Ley Ricarte Soto), además de $200 millones anuales por ocho años para la construcción de la Red Nacional Oncológica.(6) La ley nacional del cáncer es un proyecto a largo plazo que requiere de una red oncológica integrada de profesionales y de la coordinación de un equipo interdisciplinario que presenta deficiencias tanto en el número como en la especializaciónde sus equipos médicos. En el presente contexto de la pandemia por coronavirus iniciada en Chile el 1 de marzo de 2020, contrapuesto a lo anterior la disminución de los diagnósticos de cáncer es un hecho, como consecuencia directa de la priorización de camas crítica como camas básicas y de intermedio para atender pacientes infectados por coronavirus, a pesar de lo anterior ha entrado en vigencia la Ley Nacional de Cáncer, es decir, la nueva Ley 21.258, que pretende asegurar que se proporcione un óptimo diagnóstico, tratamiento y seguimiento a los pacientes. (7)

9.
Recurso de Internet en Portugués | LIS - Localizador de Información en Salud | ID: lis-48261

RESUMEN

Liderado pela Austrália, um estudo investigará se é possível prever quem permanece suscetível às variantes do Sars-CoV-2, mesmo tendo recebido uma vacina contra a Covid-19 ou de já ter adoecido pelo vírus.


Asunto(s)
COVID-19/inmunología , Vacuna BCG/análisis , SARS-CoV-2/inmunología
10.
Recurso de Internet en Portugués | LIS - Localizador de Información en Salud | ID: lis-48257

RESUMEN

A ButanVac será fabricada totalmente no Brasil com custos baixos, sem dependência de insumo importado. Ela é produzida a partir da técnica de vírus inativado, uma das mais seguras do mundo, e usa a tecnologia de inoculação do vírus em ovos embrionados, a mesma da vacina da gripe.


Asunto(s)
COVID-19
11.
Recurso de Internet en Inglés, Español, Francés, Portugués | LIS - Localizador de Información en Salud | ID: lis-48248

RESUMEN

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, chamou a atenção para a baixa taxa de vacinação contra a COVID-19 na América Latina e no Caribe e alertou que o controle do vírus levará anos se as atuais tendências persistirem.


Asunto(s)
Infecciones por Coronavirus/inmunología , Américas , Vacunación , Control de Enfermedades Transmisibles
12.
Recurso de Internet en Portugués | LIS - Localizador de Información en Salud | ID: lis-48247

RESUMEN

Site Institucional da Pfizer - No combate ao Coronavírus, navegue no site saiba mais sobre a vacina PFIZER BioNTech , sobre as doenças crônicas na pandemia, dicas de produtividade com saúde, saúde mental na pandemia, cancer na pandemia e muito mais...


Asunto(s)
Redes de Comunicación de Computadores , Coronavirus , Infecciones por Coronavirus/epidemiología , Vacunas
13.
Recurso de Internet en Portugués | LIS - Localizador de Información en Salud | ID: lis-48245

RESUMEN

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e os centros de pesquisa de todo o mundo – inclusive na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) estão investigando as mudanças constantes do novo coronavírus podem ocasionar algum impacto na eficácia das vacinas desenvolvidas, na capacidade de transmissão do Sars-CoV-2 e no desenvolvimento de quadros clínicos mais graves da Covid-19. A ciência tem se esforçado na busca diária de respostas e até o momento, provou ser seguro e aconselhável tomar qualquer uma das vacinas aprovadas pelas agências de vigilância sanitária ao redor do mundo e que, independentemente da variante do novo coronavírus, a forma de se prevenir da doença é a mesma: uso de máscara, lavagem correta das mãos com sabão ou álcool em gel 70, distanciamento social e vacina.


Asunto(s)
Infecciones por Coronavirus , Neumonía Viral , Betacoronavirus/genética
14.
Recurso de Internet en Inglés, Español, Francés, Portugués | LIS - Localizador de Información en Salud | ID: lis-48230

RESUMEN

Uma nova parceria entre o Governo do Canadá e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), destinada a melhorar a saúde e a proteção das populações em grande vulnerabilidade devido à COVID-19, particularmente as mulheres, foi anunciada hoje na 74ª Assembleia Mundial da Saúde.


Asunto(s)
Infecciones por Coronavirus/prevención & control , Vacunación , América Latina , Región del Caribe , Poblaciones Vulnerables , Betacoronavirus/inmunología , Canadá , Organización Panamericana de la Salud/organización & administración
15.
Recurso de Internet en Portugués | LIS - Localizador de Información en Salud | ID: lis-48236

RESUMEN

A Fiocruz recebeu, nesta quarta-feira (2/6), dois bancos, um de células e outro de vírus, para a produção do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nacional da vacina Covid-19 Fiocruz


Asunto(s)
Vacunas/inmunología , Infecciones por Coronavirus/inmunología , Virus del SRAS/inmunología , Células/inmunología
16.
Pregunta y respuesta en Portugués | SOF - Segunda Opinión Formativa | ID: sof-43889

RESUMEN

Algumas orientações norteiam atualmente a utilização e reutilização de respiradores faciais N95/PFF2:

A reutilização é a prática de usar a mesma máscara N95 em diferentes momentos de atendimento, ocorrendo no processo de desparamentação. Apesar das recomendações e da prática de reutilização, existem restrições neste reuso que limitam para o número de 5 vezes ou até mais que esse procedimento pode ser realizado, sendo, portanto, uma reutilização limitada. Apesar dessas recomendações não há um consenso acerca de quantas vezes a máscara possa ser reutilizada, devendo – sempre prezar pela integridade da mesma, sendo fundamental que a instituição capacite os profissionais para o uso adequado e reforce as recomendações de higiene e as instruções da correta colocação e retirada para evitar a contaminação(2,3,4).

Quando o profissional atuar ou auxiliar procedimentos com risco de geração de aerossóis, tais como : intubação ou aspiração traqueal, ventilação não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, coletas de secreções nasotraqueais, broncoscopias em pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus, deve utilizar a máscara de proteção respiratória com eficácia mínima na filtração de 95% de partículas de até 0,3μ (tipo N95, N99, N100, PFF2 ou PFF3(1,2).

Devido ao aumento da demanda causada pela emergência de saúde pública da COVID-19, as máscaras de proteção respiratória (N95/PFF2 ou equivalente) poderão, excepcionalmente, ser usadas por período maior ou por um número de vezes maior que o previsto pelo fabricante, desde que pelo mesmo profissional e que sejam seguidas, minimamente, as recomendações abaixo:

1- O profissional de saúde deve utilizar um protetor facial (face shield), ocorrendo a proteção da a máscara de contato com as gotículas expelidas pelo paciente(2).

2- O serviço de saúde deve definir um Protocolo para orientar os profissionais de saúde, em conjunto com a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) e equipes das unidades assistenciais(2).

3- Os profissionais de saúde devem inspecionar visualmente a máscara N95/PFF2 ou equivalente, antes de cada uso, para avaliar se sua integridade foi comprometida.

4- Máscaras úmidas, sujas, rasgadas, amassadas ou com vincos, devem ser imediatamente descartadas(2).

5- Se não for possível realizar uma verificação bem-sucedida da vedação da máscara à face do usuário, a máscara deverá ser descartada imediatamente(2).

6- Ao realizar o teste de vedação com uma máscara individual já utilizada, é obrigatória a higienização das mãos antes de seguir a sequência de paramentação(4).

7- A reutilização deve ser feita sempre por um único usuário(2,3).

8- Profissionais devem evitar tocar o interior da máscara e, se isso ocorrer, a mesma deve ser descartada e as mãos higienizadas(2,3).

9- Profissionais devem utilizar luvas limpas ao vestir uma máscara N95 já utilizada e essas luvas devem ser descartadas na sequência(2,3).

10- Profissionais devem sempre higienizar as mãos com água e sabão ou com um desinfetante à base de álcool antes e depois de tocar e ajustar a máscara(2,3).

11- Embalar e guardar em área de armazenamento designadas pela instituição e condicionar em recipiente limpo e respirável, como saco de papel entre os usos e nunca colocar em saco plástico(2,3).

12- Nunca acondicionar no mesmo recipiente várias máscaras N95(2,3).

13- Rotular com o nome do usuário o recipiente de acondicionamento (saco de papel) e as tiras, para evitar uso acidental por outras pessoas(2,3).

14- Pode-se considerar o uso de N95 ou equivalente, além do prazo de validade designado pelo fabricante para atendimento emergencial a COVID-19 porém estas máscaras podem não cumprir os requisitos de certificação e degradar com maior facilidade(2,3).


Asunto(s)
Equipo de Protección Personal , Prevención de Enfermedades , Salud Laboral
19.
Preprint | bioRxiv | ID: ppbiorxiv-447308

RESUMEN

There is an ongoing global effort, to design, manufacture, and clinically assess vaccines against SARS-CoV-2. Over the course of the ongoing pandemic a number of new SARS-CoV-2 virus isolates or variants of concern (VoC) have been identified containing mutations that negatively impact the role of neutralising antibodies. In this study we describe the generation and preclinical assessment of a ChAdOx1-vectored vaccine against the variant of concern B.1.351 (AZD2816). We demonstrate AZD2816 is immunogenic after a single dose and when used as a booster dose in animals primed with original vaccine AZD1222, we see no evidence of original antigenic sin but high titre antibodies against a number of variant spike proteins. In addition, neutralisation titres against B.1.351 (Beta), B.1.617.1 (Kappa) and B.1.617.2 (Delta), are induced in these boost regimens. These data support the ongoing clinical development and testing of this new variant vaccine.

20.
Preprint | bioRxiv | ID: ppbiorxiv-447631

RESUMEN

The severe acute respiratory syndrome coronavirus-2 (SARS-CoV-2) continues to spread globally. As SARS-CoV-2 has transmitted from person to person, variant viruses have emerged with elevated transmission rates and higher risk of infection for vaccinees. We present data showing that a recombinant prefusion-stabilized Spike (rS) protein based on the B.1.351 sequence (rS-B.1.351) was highly immunogenic in mice and produced neutralizing antibodies against SARS-CoV-2/WA1, B.1.1.7, and B.1.351. Mice vaccinated with our prototype vaccine NVX-CoV2373 (rS-WU1) or rS-B.1.351 alone, in combination, or as a heterologous prime boost, were protected when challenged with live SARS-CoV-2/B.1.1.7 or SARS-CoV-2/B.1.351. Virus titer was reduced to undetectable levels in the lungs post-challenge in all vaccinated mice, and Th1-skewed cellular responses were observed. A strong anamnestic response was demonstrated in baboons boosted with rS-B.1.351 approximately one year after immunization with NVX-CoV2373 (rS-WU1). An rS-B.1.351 vaccine alone or in combination with prototype rS-WU1 induced protective antibody- and cell-mediated responses that were protective against challenge with SARS-CoV-2 variant viruses.

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