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1.
J Anal Psychol ; 67(1): 145-159, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417577

RESUMO

This study is about the intervention carried out by a group of professionals from the Interdisciplinary Mental Health Team of the Emergencies Department in a public hospital in Buenos Aires City between 2017 and 2019. It arose from the need to respond to a public health problem related to the increasing number of patients living in situations involving homelessness, drug abuse, violent behaviour and criminal background. The multiple facets of this problem made us think about the impossibility of addressing it only in the individual sense of each patient. We were forced to admit that we were facing a problem of a complex, collective, social and institutional order, which the predominant medical model had neither been able to handle nor understand. We sought to include a Jungian approach to this contemporary problem found in large Latin American cities. Amplifying a symbolic base allowed us to understand creatively the complexity of the phenomenon, which could not be read in any manner other than the social and collective.


Cette étude porte sur l'intervention menée dans un hôpital public de Buenos Aires entre 2017 et 2019 par un groupe de professionnels de l'équipe interdisciplinaire de Santé Psychique. Elle fut mise en place du fait du besoin de répondre au problème de santé publique lié au nombre croissant de patients vivant sans domicile fixe, avec des problèmes de drogue, de comportement violent et de criminalité. Les aspects multiples de ce problème nous amenèrent à penser qu'il était impossible d'y faire face seulement sur la base de chaque patient en tant qu'individu. Nous avons été forcés d'admettre que nous étions confrontés à un problème complexe, collectif, d'ordre social et institutionnel, que le modèle médical prédominant n'avait pu ni résoudre ni comprendre. Nous avons cherché à inclure une approche Jungienne à ce problème contemporain que l'on retrouve dans les grandes villes d'Amérique Latine. L'amplification d'un fondement symbolique nous a permis de comprendre de manière créative la complexité du phénomène, dont la lecture ne pouvait qu'être sociale et collective.


Este trabajo trata sobre una intervención realizada por un grupo de profesionales del Equipo Interdisciplinario de Salud Mental del Departamento de Emergencias de un Hospital Público de la Ciudad de Buenos Aires entre 2017-2019. Surgió ante la necesidad de dar respuesta a una problemática de Salud Pública relacionada con el incremento de pacientes que viven en situación de calle con consumo de drogas, conductas violentas y antecedentes delictivos. Las múltiples facetas de este problema nos llevó a reflexionar sobre la imposibilidad de darle solución si solamente lo enfocábamos desde lo individual de cada paciente. Tuvimos que admitir que nos encontrábamos ante un problema complejo, de orden colectivo, social e institucional que el modelo médico predominante era incapaz de comprender o resolver. Entonces pensamos observar desde un enfoque Junguiano este problema contemporáneo que encontramos en las grandes urbes de América Latina. Amplificar una base simbólica nos posibilitó comprender creativamente la complejidad del fenómeno, que no podía ser abordado sino desde lo social y colectivo.


Este estudo trata da intervenção realizada por um grupo de profissionais da Equipe Interdisciplinar de Saúde Mental do Departamento de Emergências em um hospital público na Cidade de Buenos Aires entre 2017 e 2019. Surgiu da necessidade de responder a um problema de saúde pública relacionado ao número crescente de pacientes que vivem em situações envolvendo situação de rua, abuso de drogas, comportamento violento e antecedentes criminais. As múltiplas facetas desse problema nos fizeram pensar na impossibilidade de abordá-lo apenas no sentido individual de cada paciente. Fomos forçados a admitir que estávamos diante de um problema de ordem complexa, coletiva, social e institucional, que o modelo médico predominante não era capaz de lidar nem entender. Procuramos incluir uma abordagem junguiana para esse problema contemporâneo encontrado nas grandes cidades latino-americanas. Ampliar uma base simbólica nos permitiu entender criativamente a complexidade do fenômeno, que não poderia ser lido de outra maneira além do social e coletivo.


Assuntos
Teoria Junguiana , Saúde Mental , Hospitais Públicos , Humanos
2.
J Anal Psychol ; 67(1): 234-246, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417578

RESUMO

Jung's The Black Books are annotations of his inner world after his process of self-experimentation, which he called his 'confrontation with the unconscious'. They preceded The Red Book in which, as a scribe, he reworked his initial notes and drawings. This was the raw material for the work that Jung developed over the rest of his life. From his experimentation, he formulated the method of active imagination and the concept of the transcendent function, a psychological function that creates symbols and integrates the unconscious contents in consciousness. Jung invites us, with his experience, to write and paint our own Black Books and to explore our inner images. With this proposal to keep a journal as a loom of life, we welcome his invitation, which allows us to weave and integrate the visible and invisible substances of our lives. Our intention for the journalling is to provide a space for the unfolding of the individuation process. In Jung's invitation we see that a life that does not confront itself cannot be realized as such.


Les Livres Noirs de Jung sont des annotations sur son monde intérieur suite à son processus d'expérimentation sur lui-même, qu'il a appelé sa « confrontation avec l'inconscient ¼. Ils ont précédé le Livre Rouge dans lequel, comme un scribe, il retravailla ses notes et dessins initiaux. Ce fut le matériel brut pour le travail que Jung développa jusqu'à la fin de sa vie. A partir de son expérimentation, il formula la méthode d'imagination active et le concept de fonction transcendante, une fonction psychologique qui crée des symboles et intègre les contenus inconscients dans la conscience. Par son expérience Jung nous invite à écrire et à peindre nos propres Livres Noirs et à explorer nos images intérieures. Avec cette proposition de tenir un journal en tant que métier à tisser de la vie, nous accueillons son invitation, qui nous permet de tisser et d'intégrer les substances visibles et invisibles de nos vies. Notre intention dans cette expérience de tenir un journal est de fournir un espace pour le déploiement du processus d'individuation. Dans l'invitation de Jung nous voyons qu'une vie qui ne se confronte pas à elle-même ne peut pas se réaliser en tant que telle.


Los Libros Negros de Jung son anotaciones de su mundo interno tras su proceso de auto experimentación, al que denominó su "confrontación con lo inconsciente". Estos antecedieron al Libro Rojo, en el que como un escriba reelaboraba sus notas y dibujos iniciales. Esta fue la materia prima del trabajo que Jung desarrolló por el resto de su vida. A partir de su experimentación formuló el método de la imaginación activa y el concepto de la función transcendente, función psicológica creadora de símbolos e integradora de contenidos inconscientes en la conciencia. Jung nos invita con su experiencia a escribir nuestros propios Libros Negros y a explorar nuestras imágenes interiores. Con nuestra propuesta de llevar un diario como telar de la vida hemos acogido esta invitación, que nos permite, tejer e integrar la sustancia visible e invisible de nuestras vidas. Nuestra intención con el diario es facilitar un espacio para el desenvolvimiento del proceso de individuación. En la invitación de Jung vemos que una vida que no se confronte consigo misma, no se puede realizar como tal.


Os Livros Negros de Jung são anotações de seu mundo interior após seu processo de autoexperimentação, que ele chamou de seu "confronto com o inconsciente". Eles precederam o Livro Vermelho no qual, como escriba, ele reformulou suas notas e desenhos iniciais. Esta foi a matéria-prima para o trabalho que Jung desenvolveu pelo resto de sua vida. A partir de sua experimentação, ele formulou o método da imaginação ativa e o conceito de função transcendente, uma função psicológica que cria símbolos e integra os conteúdos inconscientes na consciência. Jung nos convida, com sua experiência, a escrever e pintar nossos próprios Livros Negros e explorar nossas imagens internas. Com esta proposta de manter um diário como um tear da vida, saudamos seu convite, que nos permite tecer e integrar as substâncias visíveis e invisíveis de nossas vidas. Nossa intenção para o diário é fornecer um espaço para o desdobramento do processo de individuação. No convite de Jung, vemos que uma vida que não se confronta não pode ser realizada como tal.


Assuntos
Teoria Junguiana , Estado de Consciência , Humanos , Imaginação , Individuação , Masculino , Redação
3.
J Anal Psychol ; 67(1): 55-72, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417579

RESUMO

The present work aims to present ideas about the notion of 'Mystery', based on the contributions of various thinkers from different areas of knowledge. It will focus especially on the experience itself, that is, on the human possibility of generating the mystical experience and conceptualizing the dimension from contact with it. Concepts such as 'Homo Mysticus' (Erich Neumann), 'Numinous' (Rudolf Otto), 'Synchronicity' and 'Self' (Carl G. Jung) will be developed, approaching them from a psychological perspective. A distinction between two different categories of contact is proposed in the article: violent experiences and subtle experiences. The referential framework of analytical psychology enables the possibility of a transcendent and immaterial realm creatively linked to psychic reality, as well as an attempt to understand it. The conceptualization of the symbolic from the Jungian worldview allows us to understand the experience of Mystery from a psychological point of view in relation to the surrounding world. The idea is even raised that the ultimate (and implicit) purpose of the analysis is the manifestation of Mystery, a general name that could encompass the different phenomenological experiences. Is it possible that such experiences occur in the cultural circumstances of the present? What place does Mystery occupy in these times? What forms could it take? By observing dreams, imaginations and synchronicities, experiences of the mysterious will be explored in the context of contemporary Jungian analysis.


Le travail ci-dessous vise à présenter des idées autour de la notion de Mystère, fondées sur l'apport de divers penseurs venant de différents domaines de savoir. L'article se concentre particulièrement sur l'expérience elle-même, à savoir sur la possibilité pour l'être humain de générer cette expérience et de conceptualiser cette dimension à partir du contact avec elle. Des concepts tels « Homo Mysticus ¼ (Erich Neumann), le « Numineux ¼ (Rudolf Otto), « Synchronicité ¼ et « Soi ¼ (Carl G. Jung) seront abordés, du point de vue de la perspective psychologique. L'article propose une distinction entre deux catégories différentes: les expériences violentes et les expériences subtiles. Le cadre de référence de la psychologie analytique permet la possibilité d'un domaine transcendant et immatériel relié de manière créative à la réalité psychique. Ce cadre permet aussi de tenter de comprendre ce domaine. Nous allons jusqu'à envisager l'idée que le but ultime (et implicite) de l'analyse serait la manifestation du Mystère, un nom générique qui peut englober les différentes expériences phénoménologiques. Est-il possible que de telles expériences se produisent actuellement dans les circonstances culturelles? Quelle place le Mystère occupe-t-il dans la période actuelle? Quelles formes peut-il prendre? Par l'étude de rêves, d'imaginations et de synchronicités, des expériences du mystérieux seront examinées dans le contexte de l'analyse Jungienne contemporaine.


El presente trabajo tiene por objetivo exponer ciertas ideas acerca de la noción de "Misterio", a partir de las contribuciones de diversos pensadores provenientes de distintas áreas del conocimiento. Se focalizará especialmente en la experiencia misma, es decir, en la posibilidad humana de generar dicha vivencia y conceptualizar esa dimensión a partir del contacto con la misma. Se desarrollarán conceptos tales como el de "Homo Mysticus" (Erich Neumann), "Numinoso" (Rudolf Otto), "Sincronicidad" y "Self" (Carl G. Jung), aproximándose a los mismos desde una perspectiva psicológica. Se propone en el artículo una distinción entre dos categorías diferentes de contacto: las experiencias violentas y las experiencias sutiles. El marco referencial de la psicología analítica habilita la posibilidad de un reino trascendente e inmaterial vinculado creativamente con la realidad psíquica, así como una tentativa de compresión del mismo. Se plantea que la finalidad última (e implícita) del análisis es la manifestación del Misterio, denominación general que podría abarcar las diferentes experiencias fenomenológicas. ¿Es posible que se den dichas vivencias en las circunstancias culturales del presente? ¿Qué lugar ocupa el Misterio en los tiempos que corren? ¿Qué formas podría tomar?, A partir de ejemplos clínicos que involucran sueños, imaginaciones y sincronicidades, se explorarán las vivencias de lo misterioso en el contexto del análisis junguiano en la contemporaneidad.


O presente trabalho tem como objetivo apresentar ideias sobre a noção de "Mistério", com base nas contribuições de vários pensadores de diferentes áreas do conhecimento. Ele se concentrará especialmente na própria experiência, ou seja, na possibilidade humana de gerar essa experiência e conceituar essa dimensão a partir do contato com ela Conceitos como 'Homo Mysticus' (Erich Neumann), 'Numinous' (Rudolf Otto), 'Synchronicity' e 'Self' (Carl G. Jung) serão desenvolvidos, abordando-os de uma perspectiva psicológica. Uma distinção entre duas categorias diferentes de contato é proposta no artigo: experiências violentas e experiências sutis. O referencial da psicologia analítica possibilita a possibilidade de um reino transcendente e imaterial criativamente ligado à realidade psíquica, bem como uma tentativa de compreendê-la. Lança-se até a hipótese de que o propósito final (e implícito) da análise seria a manifestação do Mistério, um nome geral que poderia abranger as diferentes experiências fenomenológicas. É possível que tais experiências ocorram nas circunstâncias culturais do presente? Que lugar o Mistério ocupa nestes tempos? Que formas poderia assumir? Ao observar sonhos, imaginações e sincronicidades, as experiências do mistério serão exploradas no contexto da análise junguiana contemporânea.


Assuntos
Teoria Junguiana , Humanos , Psicoterapia
4.
J Anal Psychol ; 67(1): 105-118, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417583

RESUMO

The psychological/emotional impact of the collective traumas and psychic catastrophes of the Jewish holocaust, Stalin's Gulags, and China's Cultural Revolution upon the second and third generation of survivors in the U.S., China and Russia is explored through the lens of Jungian analysis and infant observation. Infant observation research in Russia and China provides a scaffolding for the study of the transmission of collective trauma. Parent/infant interactions that may indicate that the intergenerational transmission of trauma is taking place will be explored. Analytical and infant observation research indicate that trauma can be transmitted from one generation to the next, often unconsciously, and that the impact of collective trauma creates tears and holes in the emergent cultural and personal psychic skins of the infant that can impede the development of a coherent individual identity, as well as secure attachment relationships. These tears and holes in the cultural and personal psychic skins can later become the focus of analysis in the second and third generation of survivors. Analysis can become a space for both collective/personal mourning and healing as coherent symbolic, historical and personal narratives are co-constructed and integrated within the analytical temenos.


Par l'angle de l'analyse Jungienne et de l'observation du nourrisson, nous étudions l'impact émotionnel/psychologique aux USA sur la seconde et troisième génération de survivants de traumatismes collectifs et de catastrophes psychiques: la Shoah, les Goulags de Staline, la Révolution Culturelle en Chine. La recherche en Russie et en Chine sur l'observation du nourrisson fournit une structure pour l'étude de la transmission du traumatisme collectif. Nous étudions les interactions parent/enfant qui peuvent indiquer qu'une transmission intergénérationnelle soit à l'œuvre. La recherche sur l'observation analytique et l'observation du nourrisson montre que le traumatisme peut être transmis d'une génération à la suivante, souvent inconsciemment, et que l'impact du traumatisme collectif crée des déchirures et des trous dans les peaux psychiques personnelles et culturelles, en cours de formation, de l'enfant. Ceci peut entraver le développement d'une identité individuelle cohérente et de relations d'attachement fiables. Ces déchirures et trous dans les peaux psychiques personnelles et culturelles peuvent par la suite devenir le point d'attention de l'analyse pour des survivants de seconde ou de troisième génération. L'analyse peut devenir un espace pour un deuil personnel et collectif et pour la guérison en co-construisant des récits symboliquement cohérents, historiques et personnels, et en les intégrant à l'intérieur du téménos analytique.


A través de la perspectiva del análisis Junguiano y de la observación infantil, se explora el impacto psicológico/emocional de traumas colectivos y catástrofes psíquicas en la segunda y tercera generación de sobrevivientes en los Estados Unidos, China y Rusia, del holocausto judío, los Gulags de Stalin y la Revolución Cultural China. Investigación en observación infantil en Rusia y China provee el andamiaje para el estudio de la transmisión de trauma colectivo. Se exploran las interacciones madre-padre/niño-niña que puedan indicar que la transmisión intergeneracional del trauma está teniendo lugar. Investigaciones en psicología analítica y observación infantil indican que el trauma puede ser transmitido de una generación a la siguiente, a menudo inconscientemente, y que el impacto del trauma colectivo crea desgarros y huecos en la piel psíquica cultural y personal emergente del bebé que puede impedir el desarrollo de una identidad individual coherente, así como relaciones de apego seguras. Estos desgarros y huecos en la piel psíquica cultural y personal puede luego devenir en el foco de análisis en las segundas y terceras generaciones de sobrevivientes. El análisis puede devenir en un espacio tanto para el duelo colectivo/personal, como también para la sanación a medida que narrativas simbólicas, históricas y personales son co-construídas e integradas en el temenos analítico.


O impacto psicológico/emocional dos traumas coletivos e catástrofes psíquicas do holocausto judeu, dos Gulags de Stalin e da Revolução Cultural da China na segunda e terceira geração de sobreviventes nos EUA, China e Rússia é explorado através da lente da análise junguiana e da observação infantil. A pesquisa de observação infantil na Rússia e na China fornece um andaime para o estudo da transmissão do trauma coletivo. Interações pais/bebê que podem indicar que a transmissão intergeracional do trauma está ocorrendo serão exploradas. Pesquisas analíticas e de observação infantil indicam que o trauma pode ser transmitido de uma geração para a outra, muitas vezes inconscientemente, e que o impacto do trauma coletivo cria lágrimas e buracos nas peles psíquicas culturais e pessoais emergentes do bebê que podem impedir o desenvolvimento de uma identidade individual coerente, bem como relações seguras de apego. Essas lágrimas e buracos nas peles psíquicas culturais e pessoais podem mais tarde se tornar o foco de análise na segunda e terceira geração de sobreviventes. A análise pode se tornar um espaço para luto coletivo/pessoal e cura, pois narrativas simbólicas, históricas e pessoais coerentes são coconstruídas e integradas dentro do temenos analíticos.


Assuntos
Teoria Junguiana , China , Humanos
5.
J Anal Psychol ; 67(1): 331-344, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417584

RESUMO

The process of Jungian analysis is reviewed and considered as inexorably intertwined with our lives in society and with aspects of our social interactions that long for interpersonal and restorative justice. Various models are reviewed, including Fanon, Gambini, Kimbles, Levine, Saban - each with an eye toward Jung's injunction that we must move beyond 'knowledge' toward 'eating and digesting', thereby metabolizing and shifting our way of living. Dissociated aspects of the analytic couple are discussed, both as represented by and articulating transgenerational issues, phantoms, and as presented in often neglected aspects of embodiment. Jeremy Harris's Slave Play is offered as an amplification of ubiquitous and unacknowledged transgenerational presences in our analytic interactions. Clinical examples explore countertransference aspects that illustrate Jung's challenge, such as an unwitting prejudice toward analysis as equalling transformation and integrating resolution, or toward analysis as leaving unexamined the presumptions of class structures and privilege. A personal dream is offered to illustrate a necessary reorientation of the analyst's ego toward an attitude in which rebirth comes only in and through interaction with the collective. It is argued that only with such interaction, which manifests movement toward social justice, is there an efficacious analysis.


L'article examine le processus de l'analyse Jungienne et le considère comme entremêlé inexorablement avec nos vies dans la société et les aspects de nos interactions sociales qui désirent ardemment une justice interpersonnelle et réparatrice. Plusieurs modèles sont examinés, entre autres Fanon, Gambini, Kimbles, Levine, Saban - chacun dans la perspective de l'injonction de Jung que nous devons avancer au-delà du « savoir ¼ et vers « manger et digérer ¼ - métabolisant et de ce fait décalant notre façon de vivre. Les aspects dissociés du couple analytique sont examinés, représentés par les questions et fantômes transgénérationnels et articulant ces mêmes questions. Mais aussi comme présents dans des aspects d'incarnation souvent négligés. La pièce de théâtre Slave Play de Jeremy Harris est donnée comme une amplification des présences transgénérationnelles non-reconnues mais omniprésentes dans nos interactions analytiques. Des exemples cliniques explorent les aspects contre-transférentiels qui illustrent le défi de Jung, tels qu'un préjugé non intentionnel; de considérer que l'analyse égalise la transformation et va vers une résolution qui intègre, ou bien d'envisager l'analyse comme laissant non examinées les présomptions de structures de classe et les privilèges. Un rêve personnel est donné comme illustration de la nécessaire réorientation du moi de l'analyste vers une attitude dans laquelle la renaissance arrive seulement dans et à travers l'interaction avec le collectif. Il est soutenu que c'est seulement avec une telle interaction, qui montre le mouvement vers la justice sociale, qu'une analyse efficace est possible.


Se revisa y considera el proceso de análisis Junguiano en su interconexión inexorable con nuestra vida en sociedad y con aspectos de nuestras interacciones sociales que anhelan por una justicia interpersonal reparadora. Se revisan varios modelos, incluyendo a Fanon, Gambini, Kimbles, Levine, Saban - cada uno con la mirada puesta sobre el mandato de Jung acerca de que debemos movernos más allá del 'conocimiento' hacia 'el comer y la digestión' - metabolizando y por lo tanto modificando nuestra forma de vida. Se discuten los aspectos disociados de la pareja analítica, tanto al ser representados, como a través de su articulación con cuestiones transgeneracionales, fantasmas, y al presentarse en aspectos a menudo negados del cuerpo. La obra teatral Slave Play de Jeremy Harris es ofrecida como amplificación de presencias transgeneracionales no reconocidas y omnipresentes en nuestras interacciones en el análisis. Ejemplos clínicos exploran aspectos de la contratransferencia que ilustran el desafío de Jung, como el prejuicio involuntario hacia el análisis como equivalente de una resolución transformadora e integradora, o hacia el análisis que deja sin examinar los supuestos basados en estructura y privilegios de clase. Se ofrece un sueño personal como ilustración de una reorientación necesaria del ego del analista hacia una actitud en la cual el renacer puede suceder solamente en y a través de la interacción con lo colectivo. Se argumenta que solamente junto a esta interacción, la cual manifiesta movimientos hacia la justicia social, puede haber un análisis eficaz.


O processo de análise junguiana é revisado e considerado como inexoravelmente entrelaçado com nossas vidas na sociedade e aspectos de nossas interações sociais que anseiam por justiça interpessoal e restauradora. Vários modelos são revisados, incluindo Fanon, Gambini, Kimbles, Levine, Saban - cada um com um olhar na determinação de Jung de que devemos ir além do "conhecimento" em direção a "comer e digerir" - metabolizando e, assim, mudar nosso modo de viver. Aspectos dissociados do casal analítico são discutidos, tanto como representados e articulando questões transgeracionais, fantasmas, quanto como apresentados em aspectos frequentemente negligenciados da representação. Slave Play de Jeremy Harris é oferecido como uma amplificação de presenças transgeracionais onipresentes e não reconhecidas em nossas interações analíticas. Exemplos clínicos exploram aspectos de contratransferência que ilustram o desafio de Jung, como um preconceito involuntário em relação à análise como igualar transformação e integração de resolução, ou em relação à análise, como deixar inexaminadas, as presunções de estruturas de classe e privilégios. Um sonho pessoal é oferecido na ilustração de uma reorientação necessária do ego do analista em direção a uma atitude em que o renascimento entra apenas e através da interação com o coletivo. Argumenta-se que somente com essa interação, que manifesta movimento em direção à justiça social, há uma análise eficaz.


Assuntos
Teoria Junguiana , Justiça Social , Contratransferência , Humanos
6.
J Anal Psychol ; 67(1): 183-195, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417585

RESUMO

This article reflects on the manipulative practices of autocratic populist leaders in North and South America and looks at their speeches, which appeal to followers who desire love and protection, or who seek an outlet for aggressive impulses. Jung's considerations regarding the annihilation of the other, evil and the unconsciousness of the masses - manipulated for purposes of subjugation - are important for understanding the risks that threaten society. The behaviour of unscrupulous leaders seized by power complexes, reinforced by psychopathic traits in clinic and culture, creates an increasing number of victims. A lack of imagination for evil is behind the absence of malice as a defence and the idealization which opens doors to the violence of totalitarian leaders and of dominant figures in social and family relationships. The polarities evil-innocence and dominator-dominated are severely dissociated in contemporary society, endorsing Jung's vision as a warning against destructiveness.


Cet article examine les pratiques manipulatrices des leaders populistes autocrates d'Amérique du Nord et du Sud. Il étudie leurs discours, qui attirent les fidèles, c'est-à-dire ceux qui désirent amour et protection ou qui recherchent un exutoire à leurs impulsions agressives. Les considérations de Jung concernant l'annihilation de l'autre, le mal, et l'inconscience des masses - manipulées pour les asservir - sont importantes pour comprendre les risques qui menacent la société. Le comportement de leaders sans scrupules et en proie à des complexes de pouvoir, auxquels s'ajoutent des caractéristiques psychopathiques dans le sens clinique et culturel, crée un nombre de victimes qui va grandissant. Un manque d'imagination en ce qui concerne le mal est à l'origine d'une absence défensive de malveillance et d'une idéalisation qui ouvrent la voie à la violence de leaders totalitaristes et de personnages dominants dans les relations sociales et familiales. Les polarités mal-innocence et dominant-dominé sont sévèrement dissociées dans la société contemporaine, ce qui cautionne la vision de Jung en tant qu'avertissement contre la destructivité.


Este artículo reflexiona acerca de las prácticas manipuladoras por parte de líderes populistas autocráticos en América del Norte y del Sur, y atiende a sus discursos, los cuales atraen a seguidores que desean amor y protección o buscan una salida a sus impulsos agresivos. Las consideraciones de Jung sobre la aniquilación del otro, el mal y la inconsciencia de las masas - manipuladas para propósitos de dominación - son importantes para la comprensión de los riesgos que amenazan a la sociedad. La conducta de líderes inescrupulosos poseídos por complejos de poder, reforzado por rasgos psicopáticos en la clínica y en la cultura, crea un creciente número de víctimas. La ausencia de imaginación para el mal está detrás de la ausencia de malicia como defensa y de la idealización que abre las puertas a la violencia de líderes totalitarios y de figuras dominantes en las relaciones sociales y familiares. Las polaridades mal-inocencia y dominador-dominado se encuentran severamente disociadas en la sociedad contemporánea, ratificando la visión de Jung como un llamado de atención contra la destructividad.


Este artigo reflete sobre as práticas manipuladoras de líderes populistas autocráticos nas Américas do Norte e do Sul e analisa seus discursos, que atraem seguidores que desejam amor e proteção, ou que buscam uma saída para impulsos agressivos. As considerações de Jung sobre a aniquilação do outro, o mal e a inconsciência das massas - manipuladas para fins de subjugação - são importantes para entender os riscos que ameaçam a sociedade. O comportamento de líderes sem escrúpulos apreendidos por complexos de poder, reforçados por traços psicopáticos na clínica e na cultura, cria um número crescente de vítimas. A falta de imaginação para o mal está por trás da ausência de malícia como defesa e da idealização que abre portas para a violência dos líderes totalitários e das figuras dominantes nas relações sociais e familiares. As polaridades maldade/inocência e dominados/dominadores são severamente dissociadas na sociedade contemporânea, endossando a visão de Jung como um aviso contra a destrutividade.


Assuntos
Teoria Junguiana , Humanos , Imaginação
7.
J Anal Psychol ; 67(1): 223-233, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417587

RESUMO

This paper proposes a relationship between family problems and the issues of an analytical training group from the point of view of systems theory and analytical psychology. It also explores some ethical problems that are common to families and to training groups.


Cet article établit une relation entre les problèmes familiaux et les questions survenant dans les groupes de formation analytique, du point de vue de la théorie systémique et de la psychologie analytique. Il explore également quelques problèmes éthiques qui sont communs aux familles et aux groupes de formations.


El presente trabajo establece una relación entre problemas familiares y cuestiones grupales en la formación analítica, desde la perspectiva de la psicología analítica y de la teoría en sistemas familiares. También explora algunos problemas éticos que son comunes a las familias y a los grupos de formación.


Este artigo faz uma relação entre problemas familiares e questões de grupo de treinamento analítico, do ponto de vista da teoria dos sistemas e da psicologia analítica. Também explora alguns problemas éticos que são comuns às famílias e aos grupos de treinamento.


Assuntos
Teoria Junguiana , Humanos , Psicoterapia
8.
J Anal Psychol ; 67(1): 287-305, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417588

RESUMO

Proceeding from oneness to twoness is a psychological process of relating inter- and intrapersonally. This article links the perspectives of French psychoanalyst André Green's concepts of the dead mother and narcissism with Hester Solomon, British Jungian analyst writing on the 'as-if' personality. These concepts are elucidated with the composite example of a self-described sexually addicted man. His behaviours attempted to mask the shadows of melancholy, a fragile self, and the absence of self-animation from early emotional wounds. He did not know love or the other. André Green, French psychoanalyst, described feelings of misery, lack, and emptiness. The defence against relatedness arises from fears of replicating the original object losses. He delineated death narcissism and life narcissism as limiting relationships and creating the illusionary. Narcissus could not live if he knew himself. Immersion within singularity occludes relationship to the unconscious and the other, like Echo. Jung's concept of the transcendent function evolves from inclusion of the symbolic through listening to the language of the unconscious. Through the transference and countertransference, the former disowned and split-off others, secreted in the shadows of addictions, open relatedness to self, soul, and world.


Passer du « un ¼ au « deux ¼ est un processus psychologique reliant l'interpersonnel et l'intra-personnel. Cet article met en rapport le concept de la mère morte du psychanalyste français André Green et celui de narcissisme dans les écrits de l'analyste Jungienne Britannique Hester Solomon, concernant la personnalité « as-if ¼. Ces concepts sont élucidés avec l'exemple d'un homme qui s'est décrit lui-même comme « addict sexuel ¼ (il s'agit d'un cas composé). Ses comportements visaient à masquer les ombres de la mélancolie, d'un soi fragile et d'une absence d'animation venant de blessures émotionnelles précoces. Il ne connaissait pas l'amour, ni l'autre. André Green, psychanalyste français, a décrit des sentiments de désolation, de manque et de vide. La défense contre le lien avec l'autre provient de peurs de retrouver les pertes de l'objet originel. Il a défini un narcissisme de mort et un narcissisme de vie comme limitant les relations et créant de l'illusoire. Narcisse ne pourrait pas vivre s'il se connaissait. Etre plongé dans la singularité fait occlusion à la relation à l'inconscient et à l'autre, comme pour Echo. Le concept Jungien de fonction transcendante se développe à partir de l'inclusion du symbolique par l'écoute du langage de l'inconscient. Par le transfert et le contretransfert, les autres, auparavant clivés et désavoués, cachés dans les ombres de l'addiction, s'ouvrent au lien avec le soi, l'âme et le monde.


Proceder desde la unidad a la dupla es un proceso psicológico de relacionarse intra e interpersonalmente. Este artículo vincula los conceptos de madre muerta y narcisismo según la perspectiva del psicoanalista francés Andre Green con los escritos de la analista Junguiana británica, Hester Solomon sobre la personalidad 'como si'. Estos conceptos son ilustrados con el ejemplo compuesto de un hombre sexualmente adicto. Sus conductas intentaban enmascarar las sombras de la melancolía de un self frágil, y la ausencia de animación del self debido a heridas emocionales tempranas. El no había conocido el amor, o a un otro. El psicoanalista francés Andre Green describió sentimientos de miseria, ausencia y vacío. La defensa contra el relacionamiento emerge del miedo de replicar la pérdida de objeto original. Define el narcisismo de muerte y el narcisismo de vida como limitante del relacionamiento y creador de lo ilusorio. Narciso no podía vivir si se conocía a sí mismo. La inmersión en la singularidad ocluye la relación con el inconsciente y con el otro, como Eco. El concepto de Jung de Función Trascendente evoluciona a partir de la inclusión de los simbólico a través de escuchar el lenguaje del inconsciente. A través de la transferencia y contra transferencia los hasta ahora otros escindidos y no reconocidos segregados en las sombras de las adicciones se abren a la relación con el self, el alma y el mundo.


Prosseguir da unidade para o 'estar a dois' é um processo psicológico de relacionamento inter e intrapessoal. Este artigo liga as perspectivas dos conceitos do psicanalista francês Andre Green sobre a mãe morta e o narcisismo com Hester Solomon, analista junguiano britânico que escreve sobre a personalidade "como se". Esses conceitos são elucidados com o exemplo composto de um homem sexualmente viciado autodescrito. Seus comportamentos tentaram mascarar as sombras da melancolia, do eu frágil e da ausência de autoanimação das primeiras feridas emocionais. Ele não conhecia o amor ou o outro. André Green, psicanalista francês, descreveu sentimentos de miséria, falta e vazio. A defesa contra a relação surge do medo de replicar as perdas originais do objeto. Ele delineou o narcisismo da morte e o narcisismo da vida como relações limitantes e criando o ilusório. Narciso não poderia viver se conhecesse a si mesmo. Imerso na singularidade, oclui relação com o inconsciente e o outro, como Eco. O conceito de Jung da função transcendente evolui da inclusão do simbólico através da escuta da linguagem do inconsciente. Através da transferência e contratransferência, os primeiros renegaram e separaram os outros secretados nas sombras dos vícios, abrem a relação consigo mesmo, alma e mundo.


Assuntos
Teoria Junguiana , Narcisismo , Contratransferência , Literatura Erótica , Humanos , Masculino , Redação
9.
J Anal Psychol ; 67(1): 21-32, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417591

RESUMO

Nowadays Jungian analysts are invited to understand what has been presenting as new emerging sexualities. Although we cannot find a theory of homosexuality in Jung's work, we will find references to this issue in clinical situations, interpretation of dreams, as well as his theory of anima and animus. Jung's theoretical perspective distinguishes sex and gender, anticipating contemporary gender issues and making the approach to the psyche even more complex. Jung was ahead of his time. Contemporary authors present critical reflection on the bases of innatism or culturalism as expressions of new sexualities. The paper present fragments of clinical situations and images, for a reflection on coniunctio of opposites, with their telos and psychic force, in the direction of soul androgyny. It presents a Jungian contribution to Memoirs of My Nervous Illness by Daniel Paul Schreber. Freud's Schreber Case, with his psychopathological interpretation related to paranoia and homosexuality, seems reductive and contrasts with the Jungian approach that introduces a synthetic-hermeneutic analysis.


De nos jours les analystes Jungiens sont invités à comprendre ce qui est présenté comme des sexualités émergentes. Bien que nous ne puissions pas trouver dans le travail de Jung une théorie de l'homosexualité, nous trouvons des références à cette question dans des situations cliniques, l'interprétation des rêves, ainsi que dans sa théorie de l'anima et de l'animus. La perspective théorique de Jung différencie le sexe et le genre, ce qui anticipe les questions contemporaines concernant le genre. Cela donne une approche de la psyché encore plus complexe. Jung était en avance sur son temps. Les auteurs contemporains présentent une réflexion critique sur la base de l'innéisme ou du culturalisme en tant qu'expressions de nouvelles sexualités. Cet article présente des extraits de situations cliniques, des images, pour une réflexion sur le coniunctio des opposés, avec leur télos et leur force psychique, dans la direction de l'androgynie de l'âme. Il offre une contribution Jungienne aux « Mémoires d'un névropathe ¼ de Daniel Paul Schreber. Le cas Schreber de Freud - avec son interprétation psychopathologique en lien avec la paranoïa et l'homosexualité - semble réductive et en contraste avec l'approche Jungienne qui introduit une analyse herméneutique et synthétique.


En la actualidad analistas Junguianos están siendo invitados a comprender aquello que se presenta como las nuevas sexualidades. Si bien, no encontramos una teoría acerca de la homosexualidad en la obra de Jung, encontraremos referencias, a esta temática en situaciones clínicas, interpretaciones de sueños, así como también em su teoría sobre anima y animus. La perspectiva teórica de Jung distingue sexo y género, anticipando cuestiones contemporáneas de género y haciendo aún más complejo el acercamiento a la psique. Jung se anticipó a su tiempo. Autores contemporáneos ofrecen reflexiones críticas acerca del innatismo o culturalismo como expresiones de las nuevas sexualidades. El trabajo presenta fragmentos de situaciones clínicas, imágenes, para una reflexión sobre la coniunctio de opuestos, con su telos y fuerza psíquica en la dirección del alma andrógina. Presenta una contribución Junguiana a 'Memorias de Mi Enfermedad Nerviosa' de Daniel Paul Schreber. El caso Schreber de Freud, con su interpretación psicopatológica relacionada con la paranoia y la homosexualidad, parece reductiva y contrasta con la aproximación Junguiana que introduce un análisis sintético-hermenéutico.


Hoje em dia, analistas junguianos são convidados a entender o que vem se apresentando como novas sexualidades emergentes. Embora não possamos encontrar uma teoria da homossexualidade na obra de Jung, encontraremos referências a essa questão em situações clínicas, em interpretações de sonhos, bem como em sua teoria de anima e animus. A perspectiva teórica de Jung distingue sexo e gênero, antecipando questões contemporâneas de gênero e tornando a abordagem da psique ainda mais complexa. Jung estava à frente de seu tempo. Autores contemporâneos apresentam uma reflexão crítica sobre as bases do inatismo ou do culturalismo como expressões de novas sexualidades. O artigo apresenta fragmentos de situações clínicas, imagens, para uma reflexão sobre coniunctio de opostos, com seu telos e força psíquica, na direção da androginia da alma. Apresenta uma contribuição junguiana para Memórias da Minha Doença Nervosa de Daniel Paul Schreber. O Caso Schreber de Freud, com sua interpretação psicopatológica relacionada à paranóia e homossexualidade, parece redutor e contrasta com a abordagem junguiana que introduz uma análise sintético-hermenêutica.


Assuntos
Teoria Junguiana , Feminino , Humanos , Relações Interpessoais , Masculino , Comportamento Sexual
10.
J Anal Psychol ; 67(1): 5-20, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417594

RESUMO

The text discusses the growing incidence of autism in the world, presents an understanding of autism from the point of view of analytical psychology, and reflects on the treatment of autistic patients. Today, it is understood that autism is part of a continuum of characteristics on a spectrum with biological and congenital causes. It is a non-specific picture resulting from multiple causations of non-linear factors. Autism is a neuro-developmental disorder characterized by a triad of symptoms: persistent deficits in social communication and social interaction, and restricted and repetitive patterns of behaviours, interests, or activities. Autism spectrum disorder must be considered as a clinical entity, with current clearly defined characteristics. It is an extremely complex condition, which requires multidisciplinary approaches aiming at the possibility of prognosis and effective therapeutic approaches. This paper explores how a disturbance may occur from the intra-uterine phase, in which matriarchal experiences do not constellate. The structuring function of the patriarchal organization can then become dominant, and people with autism need understanding and help to organize their world and learn to live in it. As they don't have the capacity to structure consciousness through the matriarchal archetype, they rely entirely on the structuring and organizing capacity of the Father archetype.


Ce texte traite du taux croissant d'autisme dans le monde. Il présente une compréhension de l'autisme du point de vue de la psychologie analytique, et réfléchit au traitement des patients autistes. Au jour d'aujourd'hui il est accepté que l'autisme fait partie d'un continuum de caractéristiques sur un spectre qui inclut des causes biologiques et congénitales. Il s'agit d'un tableau non-spécifique qui est le résultat de causalités multiples concernant des facteurs non-linéaires. L'autisme est un trouble neuro-développemental caractérisé par une triade de symptômes: des déficits durables dans la communication et les interactions sociales, et des schémas de comportements, d'intérêts et d'activités restreints et répétitifs. Le spectre autistique doit être considéré comme une entité clinique, avec des traits caractéristiques actuels raisonnablement définis. C'est une condition extrêmement complexe, qui requiert des approches multidisciplinaires ayant pour but la possibilité d'un pronostic et d'approches thérapeutiques efficaces. Il est possible qu'un problème se produise durant la phase intra-utérine, dans laquelle les expériences matriarcales ne se constelleraient pas. La fonction structurante de l'organisation patriarcale peut devenir dominante et les personnes autistes ont besoin de compréhension et d'aide pour organiser leur monde et apprendre à vivre dedans. N'ayant pas la capacité de structurer la conscience à travers l'archétype matriarcal, elles s'appuient complètement sur la capacité structurante et organisatrice de l'archétype du Père.


El texto describe la incidencia en aumento de autismo en el mundo, presenta una comprensión sobre el autismo desde la perspectiva de la psicología analítica, y reflexiona acerca del tratamiento de pacientes autistas. Actualmente, se comprende que el autismo es parte de un continuum de características en un espectro con causas biológicas y congénitas. Es un cuadro no específico resultado de múltiples causalidades de factores no-lineales. El autismo es un trastorno del neuro-desarrollo caracterizado por una tríada de síntomas: un déficit persistente en la comunicación e interacción social; patrones de conducta, intereses o actividades restrictivas y repetitivas. El trastorno de espectro autista debe ser considerado como una entidad clínica, con características razonablemente definidas y vigentes. Es una condición extremadamente compleja, que requiere de abordajes multidisciplinarios tendientes a la posibilidad de una prognosis y de abordajes terapéuticos efectivos. Posiblemente, una alteración ocurre en la fase intrauterina, en la cual la experiencia matriarcal no se constela. La función estructurante de la organización patriarcal puede volverse dominante y las personas con autismo necesitan comprensión y ayuda para organizar su mundo y aprender a vivir en éste. Al no tener la capacidad de estructurar la consciencia a través del arquetipo matriarcal, dependen enteramente de la capacidad estructurante y organizadora del arquetipo del Padre.


O texto discute a crescente incidência de autismo no mundo, apresenta uma compreensão do autismo do ponto de vista da psicologia analítica e reflete sobre o tratamento de pacientes autistas. Hoje, entende-se que o autismo faz parte de um continuum de características em um espectro com causas biológicas e congênitas. É um quadro inespecífico resultante de múltiplas causas de fatores não lineares. O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por uma tríade de sintomas: déficits persistentes na comunicação social, na interação social; e padrões restritos e repetitivos de comportamentos, interesses ou atividades. O transtorno do espectro do autismo deve ser considerado como uma entidade clínica, com características atuais razoavelmente definidas. É uma condição extremamente complexa, que requer abordagens multidisciplinares visando a possibilidade de prognóstico e abordagens terapêuticas eficazes. Possivelmente, ocorre um distúrbio a partir da fase intrauterina, na qual as experiências matriarcais não se constelam. A função estruturante da organização patriarcal pode se tornar dominante e as pessoas com autismo precisam de compreensão e ajuda para organizar seu mundo e aprender a viver nele. Como eles não têm a capacidade de estruturar a consciência através do arquétipo matriarcal, eles dependem inteiramente da capacidade de estruturação e organização do arquétipo do Pai.


Assuntos
Transtorno do Espectro Autista , Transtorno Autístico , Teoria Junguiana , Transtorno do Espectro Autista/terapia , Transtorno Autístico/terapia , Humanos , Psicoterapia
11.
J Anal Psychol ; 67(1): 317-330, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417599

RESUMO

Amerindians, living in a perspective of synchronicity, attribute to symmetry a negative value that produces an understanding of unstable dualism cosmologies, in a continuous and dynamic imbalance, in a notion of complementarity between conscious and unconscious. These notions are in line with the view of synchronicity proposed by Jung (1952/1972) and Cambray (2013), a view that expands temporal, acausal boundaries, within a perspective of interconnection, resonance and correspondence. Amerindian epistemologies break-up the discontinuity between animals and humans. By establishing a parallel with the Jungian concept of the relationship between unconscious and conscious, we reach a dimension of personification of both, a continuous and permanent flow of meaning. We introduce the jaguar as a symbol of Amerindian cultures and as an archetypal image of the numinosum that activates the unconscious, in asymmetrical and symmetrical movements. This is a qualitative contribution of indigenous mythologies to the understanding of the relationship between unconscious and conscious. Through perspectivism and Amerindian shamanism, we reflect on the archetypal image of the jaguar, as a mythological Latin American knowledge, which contributes to an understanding of the human being in the world, in an instinctive and spiritual integration. Recognizing this cosmos expands the ability to observe and access another point of view, in which the human being is seen in the jaguar, a personification or psychification of his unconscious. In clinical practice, it means finding the humanity that was left behind by that human who became an animal. The shaman, as a therapist, takes on the role of an active interlocutor in the exchange of human and non-human subjectivities, in an amplification process.


Les Amérindiens, vivants dans une perspective de synchronicité, attribuent à la symétrie une valeur négative, qui produit une compréhension des cosmologies du dualisme instable, dans un déséquilibre continu et dynamique, avec la notion de complémentarité entre conscient et inconscient. Ces notions sont en cohérence avec la vision de synchronicité proposée par Jung (1952/1972) et Cambray (2013), une vision qui élargit les frontières temporelles et acausales, dans une perspective d'interconnexion, de résonnance et de correspondance. Les épistémologies amérindiennes cassent la discontinuité entre les animaux et les humains. En établissant un parallèle avec le concept de relation entre inconscient et conscient, nous atteignons la dimension de personnification des deux, un flux permanent de sens. Nous introduisons le jaguar en tant que symbole des cultures amérindiennes et image archétypale du numineux qui active l'inconscient, dans des mouvements asymétriques et symétriques. Il s'agit là d'une contribution qualitative des mythologies indigènes à la compréhension de la relation entre inconscient et conscient. A travers le perspectivisme et le chamanisme amérindien, nous réfléchissons à l'image archétypale du jaguar, en tant que savoir mythologique Amérindien, qui contribue à la compréhension de l'être humain dans le monde, dans une intégration instinctive et spirituelle. Reconnaitre ce cosmos élargit notre capacité à observer et à avoir accès à un autre point de vue, dans lequel l'être humain est vu dans le jaguar, une personnification ou psychification de son inconscient. Dans la pratique clinique, cela signifie de trouver l'humanité qui a été abandonnée par l'humain qui est devenu animal. Le chamane, en tant que thérapeute, prend le rôle d'un interlocuteur actif dans l'échange de subjectivités humaines et non-humaines, dans un processus d'amplification.


Los indios americanos, habitando en una perspectiva de sincronicidad, atribuyen a la simetría un valor negativo dando lugar a una comprensión sobre las cosmologías de un dualismo inestable, en un desbalance continuo y dinámico, y en una noción de complementariedad entre consciente e inconsciente. Estas nociones son similares con la mirada sobre sincronicidad propuesta por Jung (1952/1972) y por Cambray (2013), una mirada que expande las fronteras temporales, acausales, dentro de una perspectiva de interconexión, resonancia y correspondencia. Las epistemologías amerindias rompen con la discontinuidad entre animales y humanos. Al establecer un paralelismo con el concepto Junguiano de la relación entre inconsciente y consciente, alcanzamos una dimensión en la cual se personifica a ambos, en un constante y permanente fluir de sentidos. Introducimos el yaguar como símbolo de las culturas amerindias y como imagen arquetípica de lo numinoso que se activa en el inconsciente, en movimientos asimétricos y simétricos. Es una contribución cualitativa de las mitologías indígenas a la comprensión de la relación entre inconsciente y consciente. A través del perspectivismo y del shamanismo amerindio, nos proponemos reflexionar sobre la imagen arquetípica del yaguar, como conocimiento mitológico latinoamericano, el cual contribuye a una comprensión del ser humano en el mundo, en una integración instintiva y espiritual. Reconocer este cosmos expande la habilidad para observar y acceder a otro punto de vista, en el que el ser humano es visto en el yaguar, como una personificación o psiquización de su inconsciente. En la práctica clínica, significa encontrar la humanidad que fue dejada atrás por aquel humano devenido en animal. El/la shaman/a como terapeuta, toma el rol de un interlocutor activo en el intercambio de subjetividades humanas y no-humanas, en un proceso de amplificación.


Os ameríndios, vivendo em uma perspectiva de sincronicidade, atribuem à simetria um valor negativo que produz uma compreensão das cosmologias instáveis do dualismo, em um desequilíbrio contínuo e dinâmico, em uma noção de complementaridade entre consciente e inconsciente. Essas noções estão de acordo com a visão de sincronicidade proposta por Jung (1952/1972) e Cambray (2013), uma visão que expande as fronteiras temporais e acausais, dentro de uma perspectiva de interconexão, ressonância e correspondência. Epistemologias ameríndias rompem a descontinuidade entre animais e humanos. Estabelecendo um paralelo com o conceito junguiano da relação entre inconsciente e consciente, alcançamos uma dimensão de personificação de ambos, um fluxo contínuo e permanente de significado. Apresentamos a onça-pintada como um símbolo das culturas ameríndias e como uma imagem arquetípica do numinoso que ativa o inconsciente, em movimentos assimétricos e simétricos. Esta é uma contribuição qualitativa das mitologias indígenas para a compreensão da relação entre inconsciente e consciente. Através do perspectivismo e do xamanismo ameríndio, refletimos sobre a imagem arquetípica da onça-pintada, como um conhecimento mitológico latino-americano, que contribui para uma compreensão do ser humano no mundo, em uma integração instintiva e espiritual. Reconhecer esse cosmos expande a capacidade de observar e acessar outro ponto de vista, no qual o ser humano é visto na onça-pintada, uma personificação ou ou psiqueificação de seu inconsciente. Na prática clínica, significa encontrar a humanidade que foi deixada para trás por aquele humano que se tornou um animal. O xamã, como terapeuta, assume o papel de interlocutor ativo na troca de subjetividades humanas e não humanas, em um processo de amplificação.


Assuntos
Teoria Junguiana , Panthera , Xamanismo , Animais , Humanos , América Latina
12.
J Anal Psychol ; 67(1): 306-316, 2022 Feb.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35417600

RESUMO

'Civilization in Transition' was the theme of the JAP conference in 2021, and also the reality we are facing today, especially amidst the pandemic of COVID-19. From an oriental perspective, within the context of Psychology of the Heart, the author presents his thoughts in this paper, 'Civilization within the heart: the image and meaning of "civilization" and "culture" in Chinese characters'. The meaning of the heart is at the core of Chinese culture, as well as Chinese philosophy and psychology. Most of the basic psychological terms in Chinese characters are formed originally with the images of the heart; even the Chinese character for 'culture' and 'civilization'. C.G. Jung learned Chinese characters, and named them with I Ching symbols as readable archetypes. Today in world affairs we are confronted with highly turbulent and uncertain conditions that threaten any sense of coherent meaning, both personally and collectively. Jung's insights gained from the I Ching and his reflections on analytical psychology are still inspiring us. The images and meaning of the hexagrams which C.G. Jung used: 'Ting' (The Cauldron), 'Bi' (Grace), and 'Chin' (Progress), are the main threads of this paper and presentation, 'Civilization within the Heart', responding to the theme 'Civilization in Transition'.


« La civilisation en transition ¼ est le thème de la conférence du JAP en 2021, et également la réalité à laquelle nous faisons face aujourd'hui, particulièrement avec la pandémie de COVID-19. A partir d'une perspective orientale, dans le contexte de la Psychologie du Cœur, l'auteur présente ses pensées dans cet article « La civilisation à l'intérieur du cœur: l'image et le sens de 'civilisation' et de 'culture' dans les caractères chinois ¼. La signification du cœur est centrale à la culture chinoise, et à la philosophie et la psychologie chinoises. La plupart des termes psychologiques fondamentaux en caractères chinois sont à l'origine formés avec les images du cœur; même ceux pour «culture¼ et pour «civilisation¼. C.G. Jung a appris les caractères chinois, et les a nommés avec les symboles du Yi Jing en tant qu'archétypes lisibles. Aujourd'hui dans les affaires du monde nous sommes confrontés à des conditions hautement turbulentes et incertaines qui menacent toute cohérence de sens, aussi bien au niveau personnel que collectif. Les éclairages de Jung provenant du Yi Jing et ses réflexions sur la psychologie analytique nous inspirent encore. Les images et la signification des hexagrammes que Jung a utilisés: 'Ting' (Le Chaudron), 'Pi' (La grâce), et 'Tsien' (Le Progrès), sont les fils conducteurs principaux de cet article et présentation: « La civilisation à l'intérieur du cœur ¼, pour répondre au thème de « Civilisation en Transition ¼.


'Civilización en Transición' es el tema de la Conferencia del JAP en 2021, y también la realidad que estamos enfrentando hoy, especialmente en medio de la pandemia de COVID-19. Desde una perspectiva oriental, en el contexto de la Psicología del Corazón, el autor ofrece su reflexión en el presente trabajo, 'Civilización en el corazón: la imagen y el sentido de la 'civilización' y la 'cultura' en los caracteres chinos'. El sentido del corazón está al centro de la cultura China, así como también de la psicología y filosofía China. La mayoría de los términos psicológicos básicos en los caracteres chinos están formados originalmente con las imágenes del corazón; aún el signo chino para 'cultura' y 'civilización'. C. G. Jung aprendió los caracteres chinos, y los denominó junto a los símbolos del I Ching como arquetipos legibles. Actualmente, estamos siendo confrontados a nivel mundial con condiciones excesivamente turbulentas e inciertas que amenazan cualquier sentido de coherencia, tanto personal como colectivamente. Las comprensiones que Jung tomó del I Ching y sus reflexiones en la psicología analítica aún hoy nos inspiran. Las imágenes y el sentido de los hexagramas que Jung usó: 'Ting' (El Caldero), 'Bi' (Gracia), y 'Chin' (El Progreso), son las hebras principales de este trabajo y presentación, 'Civilización en el Corazón', respondiendo al tema 'Civilización en Transición'.


'Civilização em Transição' é o tema da conferência do JAP em 2021, e também a realidade que enfrentamos hoje, especialmente em meio à pandemia de COVID-19. De uma perspectiva oriental, dentro do contexto da Psicologia do Coração, o autor apresenta seus pensamentos neste artigo, 'Civilização dentro do coração: a imagem e o significado de "civilização" e "cultura" em caracteres chineses'. O significado do coração está no centro da cultura chinesa, assim como da filosofia e psicologia chinesas. A maioria dos termos psicológicos básicos em caracteres chineses é formado originalmente com as imagens do coração; até mesmo o caractere chinês para "cultura" e "civilização". C.G. Jung aprendeu caracteres chineses e os nomeou com símbolos I Ching como arquétipos legíveis. Hoje, nos assuntos mundiais, somos confrontados com condições altamente turbulentas e incertas que ameaçam qualquer senso de significado coerente, tanto pessoal quanto coletivamente. Os insights de Jung obtidos com o I Ching e suas reflexões sobre psicologia analítica ainda estão nos inspirando. As imagens e o significado dos hexagramas que C.G. Jung usou: 'Ting' (O Caldeirão), 'Bi' (Graça) e 'Chin' (Progresso), são os principais tópicos deste artigo e apresentação, 'Civilização dentro do Coração', para responder ao tema 'Civilização em Transição'.


Assuntos
COVID-19 , Teoria Junguiana , China , Civilização , Humanos , Psicoterapia
13.
Psychoanal Rev ; 109(1): 3-12, 2022 Mar.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-35262387

RESUMO

During the past 2 years our American collective has seen a return to political demonstrations and increased activities towards a deepening consciousness related to raciality. This article asks that we look at racism within the contexts of our collective American psychology and our personhood. This perspective considers Jungian psychology and its influences on the development of this form of psychoanalysis in America. Is this the work of psychology-to increase understanding and compassion among individuals of different ethnicities? The article explores the grievous and grief that is a necessary aspect of racial suffering for individuals of color. The individuation that Jungian psychology oftentimes references can be applied to the individual personhood of those within an Africanist cultural group. Discussion in the article acknowledges this inclusion as well as the idea of furthering a consciousness of Africanist people as valued members of American society.


Assuntos
Coragem , Teoria Junguiana , Psicanálise , Medo , Humanos , Individuação , Estados Unidos
14.
J Anal Psychol ; 66(5): 1177-1205, 2021 11.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34879155

RESUMO

It is time to reclaim C.G. Jung's vision of psychology as the foundational science upon which all sciences and institutions would be based, and as the discipline, theory, and practice necessary for fostering humanity's overall psychocultural development. Jung identified eight distinct 'types' of consciousness through which humankind engages its emerging psychological attitude. Jung's view of psychological development as hingeing on the differentiation of function-attitudes provides the means for understanding not only ourselves and each other, but our society as well. This paper offers an example of such an analysis by focusing on the current conflict within American political culture. The goal is as lofty as it is necessary: the operationalization of Jung's vision of psychology as the powerful influencer of human cultural evolution that it has the potential to be. The immediate goal is to instigate the first step toward this vision of Jung's 'complex psychology' by stimulating conversations among Jungians about how they can foster that vision, leading them towards taking up roles as 'citizen therapists', actively involved in their communities in cultivating greater empathy and the withdrawal of projections in the interest of furthering 'collective consciousness'.


Le moment est venu d'assumer la vision de C.G. Jung de la psychologie en tant que science de base sur laquelle toutes les sciences et institutions seraient fondées, et en tant que la discipline, théorie et pratique nécessaires pour encourager le développement psychoculturel de l'humanité. Jung a identifié huit 'types' distincts de conscience à travers lesquels l'humanité éveille son attitude psychologique émergeante. Jung envisageait le développement psychologique comme articulé avec la différentiation de fonction-attitudes. Ceci fournit les moyens de comprendre non seulement soi-même et les autres mais encore notre société. Cet article offre l'exemple d'une telle analyse en se concentrant sur un conflit actuel au sein de la culture politique américaine. Le but est aussi ambitieux qu'il est nécessaire: rendre opérationnelle et donner tout son potentiel à la vision de Jung sur la psychologie comme influence puissante de l'évolution culturelle humaine. Le but immédiat est d'inciter au premier pas vers la vision de Jung d'une 'psychologie des complexes' en stimulant des conversations parmi les Jungiens sur comment ils peuvent encourager cette vision, les invitant à s'impliquer en tant que 'thérapeutes citoyens', actifs dans leurs communautés, cultivant une plus grande empathie et le retrait des projections, dans l'intérêt de l'avancement d'une 'conscience collective'.


Es tiempo de reclamar la visión de Jung de la psicología como la ciencia fundacional sobre la cual todas las ciencias e instituciones pudieran basarse, y como la disciplina, teoría y práctica necesarias para promover el desarrollo psico-cultural de la humanidad. Jung identificó ocho 'tipos' diferentes de consciencia a través de los cuales la humanidad desarrolla su emergente actitud psicológica. La perspectiva de Jung acerca del desarrollo psicológico como dependiendo de la diferenciación de funciones - actitudes brinda un medio para la comprensión no solo de nosotros mismos y de los demás, sino también de nuestra sociedad. Este trabajo ofrece un ejemplo de dicho análisis al focalizarse en el conflicto actual al interior de la cultura política americana. El objetivo es tan ambicioso como necesario: la operacionalización de la visión psicológica de Jung como una influencia poderosa de la evolución de la cultura humana, la cual tiene el potencial de ser. El objetivo inmediato es instigar el primer paso hacia esta visión de la 'psicología compleja' de Jung, estimulando conversaciones entre Junguianos sobre cómo pueden promover esta visión, conduciéndolos hacia la toma de roles como 'terapeutas ciudadanos', involucrados activamente en sus comunidades, cultivando una mayor empatía y el retiro de las proyecciones con el interés de fomentar 'la consciencia colectiva'.


Assuntos
Estado de Consciência , Teoria Junguiana , Atitude , Humanos , Motivação
15.
J Anal Psychol ; 66(5): 1159-1176, 2021 11.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34879156

RESUMO

This clinical presentation shows what insights a typology-conscious analysis of clients and their families may lead to and points out what is added by applying John Beebe's eight-function, eight-archetype model. To reflect on the inner balance between archetypal complexes in the eight-function structure that holds our psyche, the author invites clients to do a typological analysis, including an analysis of their archetypal patterns, which may, itself, provoke anxiety. This article includes a presentation of ideas and experiences sparked when confronting these complexes in clinical work. Clients are introduced to six stages of coping with stress that may allow them to be more conscious of their complexes when triggered. These stages are Faint, Freeze, Flight, Fidget, Fight, and Flow. To identify whether the stress is physiological, emotional, or intellectual, the idea of the Triune Brain is introduced. The therapeutic work may lead to redemption from opposites, which is an ethical task.


Cette présentation clinique montre comment une analyse consciente de la typologie peut aider les clients et leurs familles, ainsi que l'apport supplémentaire avec l'utilisation du modèle « huit fonction huit archétype ¼ de John Beebe. Pour réfléchir à l'équilibre intérieur entre les complexes archétypaux dans la structure « huit-fonction ¼ qui soutient notre psyché, l'auteur invite ses clients à faire une analyse typologique, incluant une analyse des schémas archétypaux, ce qui en soi peut provoquer de l'anxiété. Cet article comprend une présentation d'idées et d'expériences suscitées par la confrontation avec ces complexes dans le travail clinique. Les six étapes pour gérer le stress sont exposées aux clients pour les aider à devenir plus conscients de leurs complexes quand ceux-ci sont activés. Ces étapes sont: s'évanouir, se geler, fuir, s'agiter, se battre, se laisser aller dans le sens du courant. Afin d'identifier si le stress est physiologique, émotionnel, ou intellectuel, l'auteur introduit la notion de cerveau triunique. Le travail thérapeutique peut conduire à la rédemption des opposés, ce qui est une tâche éthique.


Esta presentación clínica muestra a qué comprensiones puede conducir un análisis, de clientes y sus familias, basado en el uso consciente de la tipología; y señala aquello que aporta al aplicar el modelo de John Beebe de las ocho funciones, y ocho arquetipos. Para reflexionar acerca del balance interno entre complejos arquetipales en la estructura de las ocho funciones que sostiene nuestra psique, la autora invita a los clientes a hacer un análisis tipológico, incluyendo un análisis de los patrones arquetipales, el cual, puede en sí mismo, provocar ansiedad. El artículo incluye una presentación de las ideas y experiencias suscitadas a partir de la confrontación con estos complejos en el trabajo clínico. Los clientes son introducidos a seis etapas de trabajo para superar el stress que les posibilita devenir más conscientes de sus complejos cuando éstos son activados. Estas etapas son Desmayo, Congelamiento, Huida, Inquietud, Lucha y Fluir. Se introduce la idea del cerebro Triuno con el objetivo de identificar si el estrés es fisiológico, emocional o intelectual. El trabajo terapéutico puede conducir a la redención de la polarización, lo cual es una tarea ética.


Assuntos
Transtornos de Ansiedade , Teoria Junguiana , Humanos
16.
J Anal Psychol ; 66(5): 1139-1158, 2021 11.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34879158

RESUMO

In August 2020, John Beebe and Steve Myers met via Zoom to discuss their differing interpretations of psychological typology and the different sources within Jung's writings that influenced their books: Integrity in Depth: Energies and Patterns in Psychological Type (Beebe), and Myers-Briggs Typology vs Jungian Individuation (Myers). The discussion centred on Spitteler's epic poem Prometheus und Epimetheus, which forms the basis of chapter V of Psychological Types. This is both the largest chapter and one of two chapters that Jung highlighted in the Argentine foreword as containing the essence of the book. Jung's book is primarily about the transformation of personality rather than the categorization of people. Although it contains a critical psychology that deconstructs the nature of consciousness, that is only one half of the book and a stepping-stone to the other half, which is the reconciliation of opposites with particular emphasis on the relation of consciousness and the unconscious. Jung assumed that readers were already familiar with Prometheus und Epimetheus, an understanding of which sheds light on the nature of the transformation that Jung described - the development of a new attitude towards attitude itself.


En août 2020, John Beebe et Steve Myers se sont rencontrés par Zoom pour échanger sur leurs interprétations différentes de la typologie jungienne et les différentes sources dans les écrits de Jung qui ont influencé leurs livres: Integrity in Depth: Energies and Patterns in Psychological Type (Beebe) et Myers-Briggs Typology vs Jungian Individuation (Myers). Leur discussion a porté sur le poème épique de Spitteler Prométhée et Epiméthée, qui constitue la base du chapitre V de Types Psychologiques. C'est à la fois le chapitre le plus long et l'un des deux chapitres à propos duquel Jung a souligné, dans sa préface argentine, qu'il contient l'essence du livre. Le livre de Jung concerne principalement la transformation de la personnalité plutôt que la catégorisation des individus. Bien qu'il contienne une psychologie critique qui déconstruit la nature de la conscience, cela ne constitue qu'une moitié du livre et un tremplin vers l'autre moitié, qui est la réconciliation des opposés avec un accent particulier sur la relation entre la conscience et l'inconscient. Jung supposait que les lecteurs connaissent déjà Prométhée et Epiméthée, dont la compréhension éclaire la nature de la transformation que Jung décrit: l'élaboration d'une nouvelle attitude envers l'attitude elle-même.


En agosto 2020, John Beebe y Steve Myers se encontraron vía zoom a discutir acerca de sus diferentes interpretaciones de la tipología psicológica y de las diversas fuentes en los escritos de Jung que han influenciado sus libros: Integrity in Depth: Energies and Patterns in Psychological Type (Beebe), y Myers-Briggs Typology vs Jungian Individuation (Myers). La discusión se centró en el poema épico de Spitteler: Prometheus und Epimetheus, el cual forma la base del capítulo V de Tipos Psicológicos. Este es el capítulo más extenso, y uno de los dos capítulos que Jung destaca en el prólogo argentina, como conteniendo la esencia del libro. El libro de Jung es principalmente sobre la transformación de la personalidad, más que sobre la categorización de las personas. Si bien contiene una psicología crítica que deconstruye la naturaleza de la consciencia, esto es solamente la mitad del libro y un paso intermedio a la otra mitad, la cual trata sobre la reconciliación de los opuestos con énfasis particular en la relación entre la consciencia y el inconsciente. Jung asume que los lectores estarían familiarizados con Prometheus und Epimetheus, cuya comprensión ilumina la naturaleza de la transformación que Jung describió - el desarrollo de una nueva actitud hacia la actitud misma.


Assuntos
Teoria Junguiana , Estado de Consciência , Humanos , Individuação , Personalidade , Transtornos da Personalidade
17.
J Anal Psychol ; 66(5): 1119-1138, 2021 11.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34879161

RESUMO

For Jung, the discovery of type differences represented the beginning of his individuation journey, and his experiential discovery can model the path of learning about psychological type. A course on psychological type can enable individuals to discover empirically Jung's revelations about the psyche if it is structured like the individuation journey itself: beginning with differentiation of the preferred functions, proceeding to the inferior function at the midpoint of the journey, and concluding with an exploration of the unconscious functions. Such a pedagogical method mandates a non-prescriptive approach that empowers students to lead their own learning, an approach expressed by the Taoist concept of wu wei. Psychological Types references wu wei as a means of balancing consciousness and the unconscious. Sometimes Jung's typology is thought to deal only with consciousness, but in fact it represented Jung's own eightfold way into the unconscious. To illustrate the dynamic interaction of conscious and unconscious functions, John Beebe's eight-function eight-archetype model is an indispensable tool, because it illuminates the unconscious opposites inherent in each type and connects them with archetypal complexes. With the aid of Beebe's model, students can plot a typological trajectory of development for their journey to the Self.


Pour Jung, la découverte des différences de types a représenté le début de son voyage d'individuation. Sa découverte expérimentale peut être un modèle pour le chemin d'apprentissage concernant la typologie psychologique. Si une formation sur les types psychologiques est structurée comme le voyage d'individuation lui-même, elle peut permettre aux personnes de découvrir empiriquement les révélations de Jung sur la psyché: commençant par la différentiation des fonctions préférées, passant par la fonction inférieure à mi-parcours, et concluant par une investigation des fonctions inconscientes. Une telle méthode pédagogique requiert une approche non-normative qui autorise les étudiants à diriger leur propre apprentissage, une approche bien représentée par le concept taoïste de wu wei. Types Psychologiques fait référence à wu wei en tant que moyen pour équilibrer la conscience et l'inconscient. Parfois la typologie de Jung est comprise comme s'occupant seulement du conscient, mais elle représente en fait le mouvement en huit volets de Jung vers l'inconscient. Afin d'illustrer l'interaction dynamique des fonctions conscientes et inconscientes, le modèle « huit-fonction huit-archétype ¼ de John Beebe est un outil indispensable, parce qu'il éclaire les opposés inconscients inhérents dans chaque type et les relie aux complexes archétypaux. A l'aide du modèle de Beebe, les étudiants peuvent concevoir une trajectoire typologique du développement pour leur voyage vers le Soi.


Para Jung, el descubrimiento de las diferencias tipológicas representó el comienzo de su viaje de individuación, y su descubrimiento empírico puede modelar la vía de enseñar tipología. Un curso sobre tipología posibilita a los individuos descubrir empíricamente las revelaciones de Jung sobre la psique, si se estructura como el viaje de individuación, comenzando con la diferenciación de las funciones preferidas, continuando con la función inferior en el punto medio de la travesía, y concluyendo con la exploración de las funciones inconscientes. Semejante método pedagógico exige un abordaje no prescriptivo que empodera a los estudiantes a conducir su propio aprendizaje, un abordaje que se expresa a través del concepto taoísta de wu wei. Tipos Psicológicos hace referencia al wu wei como una vía de balancear procesos conscientes e inconscientes. A veces, se considera que la tipología Junguiana trata solamente con la consciencia, pero de hecho representa las ocho vías de acceso al inconsciente de acuerdo con Jung. Para ilustrar la interacción dinámica de las funciones conscientes e inconscientes, el modelo de ocho funciones, ocho arquetipos de John Beebe, es un instrumento indispensable, porque ilumina los opuestos inconscientes inherentes a cada tipo y los conecta con los complejos arquetipales. Con la ayuda del modelo de Beebe, las/los estudiantes pueden diagramar una trayectoria tipológica de desarrollo para su viaje hacia el Sí Mismo.


Assuntos
Teoria Junguiana , Humanos , Individuação
18.
J Anal Psychol ; 66(5): 1048-1073, 2021 11.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34879164

RESUMO

As analytical psychology in China develops, especially with the China Society for Analytical Psychology approved for membership in the International Association for Analytical Psychology (IAAP), many Chinese, who are already familiar with MBTI®-based personality testing in corporations, are interested in learning more about Jungian theory and practice with regard to psychological types. The author, a Chinese psychologist, emphasizes current problems standing in the way of this development, such as the common opinion that MBTI is equal to psychological types. He reports his recent research that highlights the present understanding of psychological types within China. Noting that Jung combined two attitudes with four functions to form eight function-attitudes of consciousness, the author explores the possible connection between Jung's eightfold system and the eight trigrams that organize the wisdom that the I Ching brings to emergent situations requiring exceptionally conscious decision-making. He compares I Ching translator Richard Wilhelm's naming and description of these eight Gua with Jungian analyst John Beebe's descriptions of the eight function-attitudes and finds striking parallels. This amplification sheds light on the archetypal nature of psychological consciousness as well upon the typology of it that Jung advanced.


Maintenant que la psychologie analytique se développe en Chine, particulièrement avec la Société Chinoise des Analystes Jungiens, reconnue par l'Association Internationale de Psychologie Analytique (AIPA), beaucoup de Chinois - étant déjà familiarisés avec l'évaluation de la personnalité dans les entreprises par le test MBTI - cherchent à en savoir plus sur les types psychologiques en théorie et en pratique. L'auteur, un psychologue chinois, évoque les problèmes actuels qui rendent ce développement difficile, par exemple l'opinion répandue que le MBTI est équivalent aux types psychologiques de Jung. L'auteur rend compte de ses recherches récentes en Chine sur la compréhension actuelle des types psychologiques. Soulignant que Jung a combiné deux attitudes avec quatre fonctions formant huit fonction-attitudes de la conscience, il explore le lien possible entre le système à huit parties de Jung et les huit trigrammes qui ordonnent la sagesse que le Yi King apporte à des situations naissantes et qui requièrent un processus de décision particulièrement conscient. Il compare la manière dont le traducteur du Yi King Richard Wilhelm nomme et décrit les huit Gua avec les descriptions par l'analyste Jungien John Beebe des huit fonction-attitudes et il trouve des parallèles frappants. Cette amplification éclaire la nature archétypale de la conscience psychologique et de sa typologie telle que Jung l'a conçue.


A medida que la psicología analítica se ha desarrollado en China, especialmente con la Sociedad China de Analistas Junguianos aprobada por la Asociación Internacional de Psicología Analítica (IAAP), muchas personas de China, quienes ya estaban familiarizadas con el test de personalidad MBTI® aplicado en corporaciones, se interesaron en aprender más sobre la teoría y práctica Junguiana con relación a los tipos psicológicos. El autor, psicólogo chino, enfatiza los problemas actuales que se interponen en este desarrollo, como la opinión común que sostiene que MBTI es lo mismo que los tipos psicológicos. El autor presenta su investigación reciente, la cual destaca la comprensión actual sobre tipos psicológicos en China. Observando que Jung combinó dos actitudes con cuatro funciones para formar ocho funciones-actitudes de la consciencia, el autor explora la posible conexión entre el sistema óctuple de Jung y los ocho trigramas que organizan la sabiduría que el I Ching brinda a las situaciones emergentes que requieren excepcionalmente una toma de decisión consciente. El autor compara las denominaciones y descripciones de los ocho Gua de Richard Wilhelm, traductor del I Ching, con las descripciones de las ocho funciones-actitudes descriptas por John Beebe, y encuentra notables paralelismos. Esta amplificación ilumina la naturaleza arquetipal de la consciencia psicológica, así como la de su tipología, que Jung desarrolló.


Assuntos
Teoria Junguiana , China , Estado de Consciência , Cultura , Humanos , Masculino , Psicoterapia
19.
J Anal Psychol ; 66(4): 969-990, 2021 09.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34758126

RESUMO

The Yijing (Book of Changes) occupied a very significant position in C.G. Jung's mind, which was closely related to Richard Wilhelm's active recommendation and introduction of the Yijing wisdom. Inspired by the Yijing, Jung set forth the 'principle of synchronicity', by which scholars tend to discuss the relationship between Yijing and Jungian psychology. In fact, Jungian analytical psychology conceives in-depth onto-cosmological connotations corresponding to the philosophy of the Yijing. The terms invented or employed by Jung such as 'archetype', 'Self', 'individuation', 'mandala,' 'anima and animus', 'persona and shadow' are interrelated with the connotations of Taiji (Supreme Ultimate) (○) and liang yi (two-mode) () in the Yijing philosophy. A comparative study of the two disciplines can help us gain a more comprehensive and deeper understanding of both, and further improve the exchanges of Eastern and Western cultures.


Le Yi Jing (Livre des Mutations) occupe une place très importante dans le cœur-esprit de C.G. Jung, place très liée à l'introduction par Richard Wilhelm de la sagesse du Yi Jing et au soutien actif qu'il y a apporté. Dans cet article il y a trois domaines de discussion et d'exploration: 1. L'onto-cosmogonie conçue dans le Yi Jing; ici les auteurs explorent la signification des deux ordres de présentation des huit trigrammes, celui de Fuxi et celui du roi Wen, et l'inspiration de l'Image Naturelle « Ciel-Terre ¼; sans connaissance de son onto-cosmologie on ne peut pas appréhender le Yi Jing dans sa globalité. 2. L'onto-cosmogonie telle qu'elle est conçue dans la psychologie Jungienne, en commençant par une discussion sur la synchronicité, que Jung a élaborée en s'inspirant du Yi Jing; les auteurs explorent la corrélation entre les quatre étapes des mouvements dynamiques du Soi, conçues par Jung, et les quatre étapes du mouvement cosmologique tel qu'il est révélé par l'hexagramme Qian et par les nombres dans le He tu (diagramme de la rivière jaune) et le Luo shu (diagramme des neufs palais). 3. Les corrélations entre le Taiji et les Deux Modes (yin et yang) et certains termes de la psychologie Jungienne. Du point de vue des auteurs, corréler certains termes importants dans la psychologie Jungienne avec les concepts philosophiques du Yi Jing permettrait de mener plus loin le processus d'individuation. Jung a fait l'expérience de l'état d'Ultime Suprême, décrit dans ses commentaires sur Le Secret de la Fleur d'Or de Richard Wilhelm. Une étude comparative des deux disciplines peut nous apporter une compréhension plus approfondie et plus complète de chacune, et améliorer encore les échanges entre les cultures orientales et occidentales.


El Yijing (libro de los Cambios) ocupa un lugar significativo en la mente y corazón de C. G. Jung, el cual estuvo muy relacionado a la recomendación activa e introducción a la sabiduría del Yijing de Richard Wilhelm. En el presente trabajo se ofrecen tres áreas de discusión y exploración: 1. La onto-cosmogonía concebida en el Yijing, aquí los autores exploran el sentido de la secuencia de los Ocho Trigramas de Fuxi, y el Posicionamiento de los Ocho Trigramas de King Wen, y la inspiración de la Imagen Natural del Cielo y la Tierra; sin conocer esta onto-cosmogonía, no es posible aprehender la totalidad del Yijing. 2. La onto-cosmogonía en la psicología Junguiana, comenzando con una discusión sobre la sincronicidad, la cual Jung desarrolló inspirándose en el I Ching; los autores exploran la correlación entre los cuatro pasos en los movimientos dinámicos del Self según Jung y las cuatro etapas de los movimientos cosmológicos, tal como son revelados por el hexagrama Qian y los números en el He tu (mapa del Río) y Luo shu (Carta de Luo). 3. Las correlaciones entre el Taiji, la dualidad y otros términos de la psicología Junguiana. Desde la perspectiva de los autores, el correlacionar algunos términos significativos de la Psicología Junguiana con conceptos filosóficos del Yijing puede contribuir al desarrollo del proceso de individuación. Jung experimentó el estado de lo Absoluto, descripto en sus Comentarios al Secreto de la Flor Dorada de Richard Wilhelm. Un estudio comparativo de las dos disciplinas puede ayudarnos a alcanzar una comprensión más completa y profunda de ambas, y contribuir al intercambio entre las culturas de Oriente y Occidente.


Assuntos
Teoria Junguiana , Humanos , Individuação , Filosofia , Psicoterapia
20.
J Anal Psychol ; 66(4): 926-948, 2021 09.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34758131

RESUMO

A trend towards political polarization and radicalization is observable in many countries across the world. The rise of populist movements and an increasingly heated polarized discourse in the face of mounting environmental and cultural challenges calls for a multifaceted psychological engagement with these phenomena. C.G. Jung's vision of individuation remains crucial for understanding, and possibly mitigating, developments towards radicalization and division within and between cultures. This paper considers classic and contemporary depth psychological ideas regarding individuation, shadow work and cultural complexes, and applies these ideas to current socio-political developments. To further elucidate, Jungian thought is brought into conversation with the findings of a body of literature within social psychology called Terror Management Theory (TMT) which points to unconscious death anxiety as amplifying a sense of separation and otherness, as well as judgment and conflict between individuals and groups. This paper aims to deepen the understanding of current cultural polarization phenomena as well as to collective healing and growth by synthesizing ideas from Jung and TMT research, and to rekindle the fire of individuation as a counter to the trend of polarization, alienation and conflict.


Une tendance à la radicalisation et la polarisation politique est notable dans un grand nombre de pays dans le monde entier. La montée des mouvements populistes et un discours de plus en plus tendu devant les défis environnementaux et culturels croissants appellent à une implication psychologique à diverses facettes par rapport à ces phénomènes. La vision de C.G. Jung concernant l'individuation reste cruciale pour comprendre et peut-être même mitiger les évolutions vers la radicalisation et la division entre les cultures et au sein de la même culture. Cet article examine les idées classiques et contemporaines de la psychologie des profondeurs en ce qui concerne l'individuation, le travail sur l'ombre et les complexes culturels, et applique ces idées aux évolutions socio-politiques actuelles. Pour aller plus loin, la pensée Jungienne est mise en conversation avec les découvertes d'un corpus de travail de la Psychologie Sociale, appelé TMT (Théorie du Management de la Terreur). Ce corpus indique que l'angoisse inconsciente de mort vient amplifier le sentiment de séparation et d'altérité, ainsi que le jugement et le conflit entre les individus et entre les groupes. L'article s'emploie à approfondir la compréhension du phénomène actuel de polarisation culturelle mais aussi de la guérison et de la croissance collective, en synthétisant des idées venant de Jung et de la recherche sur la TMT. Il vise aussi à rallumer la flamme du feu de l'individuation comme une butée à la tendance à la polarisation, l'aliénation et au conflit.


En muchos países a través del mundo, se observa una tendencia hacia la polarización y la radicalización política. El crecimiento de movimientos populistas y un discurso crecientemente acalorado y polarizado ante los desafíos culturales y del medio ambiente demanda un involucramiento psicológico multifacético con estos fenómenos. La visión de la individuación de C. G. Jung permanece crucial para comprender, y posiblemente mitigar, desarrollos hacia la radicalización y a la división dentro y entre culturas. El presente trabajo considera ideas de la psicología profunda clásica y contemporánea sobre individuación, trabajo con la sombra y complejos culturales, y aplica estas ideas a desarrollos socio-políticos actuales. Para una mayor elucidación, se propone un diálogo entre el pensamiento Junguiano y hallazgos de un campo dentro de la Psicología Social, llamado Teoría de la Gestión del Terror (TGT) la cual se focaliza en el miedo a la muerte inconsciente, como forma amplificada de un sentimiento de separación y otredad, así como en el juicio y conflicto entre individuos y grupos. El presente trabajo tiene como objetivo profundizar en la comprensión del fenómeno actual de polarización cultural, y también contribuir a la sanación y al crecimiento colectivo al sintetizar ideas de C. G. Jung y de investigación en TGT, y reavivar la llama de la individuación como contraposición a la tendencia hacia la polarización, alienación y conflicto.


Assuntos
Individuação , Teoria Junguiana , Ansiedade , Humanos , Psicologia Social
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