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Intervalo de año de publicación
1.
Rio de Janeiro; EDUERJ; 2010. 166 p. (Sexualidade, gênero e sociedade: homosexualidade e cultura).
Monografía en Portugués | LILACS | ID: lil-599504

RESUMEN

Este livro reflete sobre algumas mudanças culturais e pessoaisacerca da percepção do corpo humano na contemporaneidade. Analisa avanços da ciência que possibilitam a superação de limites referentes à anatomia corporal e sexual dos indivíduos, disponibilizando alternativas àqueles que desejam e precisam eliminar certas tensões causadas por um antagonismo entre sexo biológico e psíquico. O escopo desta obra é resultado de pesquisas realizadas pela autora na Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/FIOCRUZ). Expõe alguns dos paradigmas de naturezabiotecnocientífica e bioética, constituídos a partir de alterações deordem pessoal, social e jurídica surgidas concomitantemente às “terapias de mudança de sexo”. Um dos eixos centrais do livro diz respeito às dificuldades que os transexuais encontram no acesso a algumas transformações clínicas legais, necessárias à existência do sujeito moral e das próprias noções de pessoa e personalidade. No que se refere aos procedimentos de alternância física, a autora pontua duas limitações: umaclínica e deontológica; outra, legal. A primeira investiga a natureza do protocolo que avalia e autoriza –portanto, restringe – o acesso à utilização de hormônios e/ou cirurgias. A segunda descreve obstáculos àobtenção de registro civil em caso de mudança de identidade sexual. Os conflitos morais decorrentes dessas interdições e das restrições normativas são pensados a partir de algumas ideias sobre sexualidade formuladas por Michel Foucault. A proposta da pesquisadora é, a partir das noções de biopoder e biopolítica definidas pelo filósofo francês, entender a governabilidade dos corposcomo instrumento de controle social e de restrição das liberdades individuais.Por fim, Miriam Ventura propõe que a transexualidade seja compreendida pela perspectiva da saúde e dos direitos sexuais, elegendo a medicina e o direito como espaços catalisadores das demandas dos grupos sociais envolvidos com a questão.


Asunto(s)
Humanos , Bioética , Derechos Civiles , Moral , Cirugía de Reasignación de Sexo , Transexualidad
2.
Mt Sinai J Med ; 65(3): 167-72, 1998 May.
Artículo en Inglés | MEDLINE | ID: mdl-9615566

RESUMEN

Ethical attitudes toward in vitro fertilization (IVF) have varied historically. This paper discusses the changes in views about the morality of human IVF by exploring the response to a pair of critical moments in the history of this reproductive technology: the announcement of the first successful IVF experiment by John Rock and Miriam Menkin in 1944 and the first successful IVF live birth of Louise Brown in 1978. By exploring public and private reactions to these two events in the context of wider social and political developments, this paper demonstrates the degree to which our notions of the morality of medical experimentation and of reproductive technologies are socially constructed and historically contingent.


Asunto(s)
Ética Médica/historia , Fertilización In Vitro/historia , Inglaterra , Femenino , Historia del Siglo XX , Humanos , Recién Nacido , Principios Morales , Opinión Pública , Estados Unidos
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