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Trends in smoking prevalence in all Brazilian capitals between 2006 and 2017 / Tendências de indicadores relacionados ao tabagismo nas capitais brasileiras entre os anos de 2006 e 2017
J. bras. pneumol ; 45(5): e20180384, 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | ID: biblio-1040285
Biblioteca responsável: BR1.1
ABSTRACT

ABSTRACT OBJECTIVE:

To evaluate the trends in smoking prevalence in all Brazilian capitals between 2006 and 2017.

METHODS:

This was a study of temporal trends in smoking, based on information from the Telephone-based System for the Surveillance of Risk and Protective Factors for Chronic Diseases. The trends in smoking prevalence were stratified by gender, age, level of education, and capital of residence. We used linear regression analysis with a significance level of 5%.

RESULTS:

From 2006 to 2017, the overall prevalence of smoking in the Brazilian capitals declined from 19.3% to 13.2% among men and from 12.4% to 7.5% among women (p < 0.05 for both). Despite the overall decline in the prevalence of smoking in all of the capitals, the rate of decline was lower in the more recent years. There was also a reduction in the prevalence of former smoking (22.2% in 2006 to 20.3% in 2017). In contrast, there was an upward trend in the prevalence of former smoking among individuals with a lower level of education (from 27.9% in 2006 to 30.0% in 2017). In 2017, the prevalence of smoking among men was highest in the cities of Curitiba, São Paulo, and Porto Alegre, whereas it was highest among women in the cities of Curitiba, São Paulo, and Florianópolis.

CONCLUSIONS:

There have been improvements in smoking prevalence in Brazil. Annual monitoring of smoking prevalence can assist in the battle against chronic noncommunicable diseases.
RESUMO

RESUMO OBJETIVO:

Avaliar a tendência de indicadores relacionados ao tabagismo nas capitais brasileiras entre os anos de 2006 e 2017.

MÉTODOS:

Estudo de tendência temporal a partir de informações do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. Os indicadores do tabagismo foram estratificados por sexo, idade, escolaridade e capitais. Utilizou-se análise de regressão linear com nível de significância de 5%.

RESULTADOS:

Considerando-se toda a série, a prevalência de tabagismo caiu de 19,3% (2006) para 13,2% (2017) no sexo masculino e de 12,4% para 7,5% no sexo feminino (p < 0,05 para ambos). Todas as capitais apresentaram um declínio na prevalência de tabagismo para ambos os sexos; entretanto, a velocidade desse declínio foi menor nos últimos anos. Ocorreu uma redução da proporção de ex-fumantes (de 22,2% em 2006 para 20,3% em 2017). Em contrapartida, houve uma tendência de aumento entre os ex-fumantes que tinham escolaridade de 0-8 anos (de 27,9% em 2006 para 30,0% em 2017). Em 2017, as maiores prevalências de tabagismo do sexo masculino foram em Curitiba, São Paulo e Porto Alegre; em relação ao sexo feminino, essas foram em Curitiba, São Paulo e Florianópolis.

CONCLUSÕES:

Houve melhoria dos indicadores relacionados ao tabagismo no Brasil. O monitoramento anual dos indicadores de tabagismo auxilia no enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis.

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LIS

Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Aspecto clínico: Etiologia País/Região como assunto: América do Sul / Brasil Idioma: Inglês Revista: J. bras. pneumol Assunto da revista: Pneumologia Ano de publicação: 2019 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: Ministério da Saúde/BR / Universidade Federal de Minas Gerais/BR