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Controle da hipertensão arterial em uma unidade de saúde da família / Control of arterial hypertension in a family care unit
Araujo, Jairo Carneiro de; Guimarães, Armênio Costa.
Afiliação
  • Araujo, Jairo Carneiro de; Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Fundação Bahiana para o Desenvolvimento das Ciências. Salvador. Brasil
  • Guimarães, Armênio Costa; Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Fundação Bahiana para o Desenvolvimento das Ciências. Salvador. Brasil
Rev. saúde pública ; 41(3): 368-374, jun. 2007. tab
Artigo em Português | LILACS-Express | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-55810
Biblioteca responsável: BR67.1
Localização: BR67.1
ABSTRACT

OBJETIVO:

Avaliar o impacto da implantação do Programa de Saúde da Família sobre o controle da hipertensão arterial, em uma Unidade Básica de Saúde.

MÉTODOS:

Foram selecionados 135 pacientes com o diagnóstico confirmado de hipertensão, 45 de cada equipe da Unidade Básica de Saúde, que iniciaram o tratamento entre dezembro de 2003 e dezembro de 2004, com seguimento até julho de 2005, em Salvador, Bahia. Comparou-se a pressão arterial no início e no fim do período de observação e sua associação com fatores de risco cardiovascular, e com as variáveis gênero, idade, índice de massa corporal, número de consultas, quantidade de medicamentos anti-hipertensivos usados por paciente, escolaridade e renda familiar. Os dados foram expressos em valores absolutos, percentagem, média e desvio-padrão e foram realizados os testes de Wilcoxon, Kruskal-Wallis e qui-quadrado.

RESULTADOS:

As médias da pressão arterial inicial e final foram 155,9±24,1/95,3±13,9 mmHg e 137,2±16,1/85,7±8,7 mmHg (p<0,01), respectivamente. No início do tratamento, 28,9 por cento dos hipertensos tinham níveis pressóricos controlados (<140/90 mmHg) contra 57 por cento no final do período observacional (p<0,01). A média de consultas nesse período foi de 10,1±3,9, com 91,8 por cento de adesão. Identificou-se uso de dois anti-hipertensivos por 50,4 por cento e uso de um medicamento por 35,6 por cento dos pacientes. As prevalências dos demais fatores de risco avaliados quando da admissão no programa foram sobrepeso/obesidade (71,9 por cento), dislipidemia (58,5 por cento) e diabetes/intolerância a glicose (43,7 por cento). Os resultados por equipe foram comparáveis.

CONCLUSÕES:

O impacto da implantação do Programa de Saúde da Família trouxe melhoria do controle da hipertensão arterial, mas os fatores de risco associados permaneceram acima dos níveis atualmente recomendados, necessitando controle adequado.(AU)
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados temática Contexto em Saúde: ODS3 - Saúde e Bem-Estar Tema em saúde: Meta 3.4: Reduzir as mortes prematuras devido doenças não transmissíveis Base de dados: CidSaúde - Cidades saudáveis Assunto principal: Fatores de Risco / 36397 / Hipertensão Idioma: Português Revista: Rev. saúde pública Ano de publicação: 2007 Tipo de documento: Artigo Instituição/País de afiliação: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública/Brasil
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados temática Contexto em Saúde: ODS3 - Saúde e Bem-Estar Tema em saúde: Meta 3.4: Reduzir as mortes prematuras devido doenças não transmissíveis Base de dados: CidSaúde - Cidades saudáveis Assunto principal: Fatores de Risco / 36397 / Hipertensão Idioma: Português Revista: Rev. saúde pública Ano de publicação: 2007 Tipo de documento: Artigo Instituição/País de afiliação: Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública/Brasil
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