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Qualidade de vida de pessoas vivendo com HIV/Aids em São Paulo / Quality of life of people living with HIV/AIDS in São Paulo, Brazil
Santos, Elisabete Cristina Morandi dos; França Junior, Ivan; Lopes, Fernanda.
Afiliação
  • Santos, Elisabete Cristina Morandi dos; Universidade de São Paulo. Faculdade Saúde Pública. Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública. São Paulo. Brasil
  • França Junior, Ivan; Universidade de São Paulo. Faculdade Saúde Pública. Departamento de Saúde Materno-Infantil. São Paulo. Brasil
  • Lopes, Fernanda; Universidade de São Paulo. Faculdade Saúde Pública. Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública. São Paulo. Brasil
Rev. saúde pública ; 41(supl.2): 64-71, dez. 2007. tab
Artigo em Português | LILACS-Express | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-57497
Biblioteca responsável: BR67.1
Localização: BR67.1
ABSTRACT

OBJETIVO:

Analisar a qualidade de vida de pessoas vivendo com HIV/Aids.

MÉTODOS:

Estudo transversal, desenvolvido em serviço ambulatorial para Aids, com base em amostragem consecutiva, realizado no segundo semestre de 2002. Selecionaram-se 365 pessoas com idade >18 anos que passaram por consulta com o infectologista. As variáveis sociodemográficas, de consumo recente de drogas e as condições clínicas foram obtidas por meio de questionários e a qualidade de vida por meio do WHOQOL-bref.

RESULTADOS:

Os escores dos domínios físico, psicológico, relações sociais e meio ambiente apresentaram valores semelhantes. Foram observadas diferenças estatisticamente significativas das médias nos escores do domínio meio ambiente segundo cor da pele, com os pretos e os pardos obtendo escores menores. As mulheres apresentaram escores menores nos domínios psicológico e meio ambiente. Maior renda foi significativa na obtenção de maior escore em todos os domínios de qualidade de vida, exceto no domínio relações sociais. Os indivíduos com número abaixo de 200 células CD4+/mm³ de sangue apresentaram menores escores no domínio físico. Em todos os domínios, os escores foram menores com diferenças significativas para pessoas em seguimento ou com indicação de seguimento psiquiátrico.

CONCLUSÕES:

Apesar de diferenças por sexo, cor da pele, renda e condições de saúde mental e imunológica, os portadores de Aids têm melhor qualidade de vida - física e psicológica - que outros pacientes, mas pior no domínio de relações sociais. Neste último, podem estar refletidos os processos de estigma e discriminação associados às dificuldades na revelação diagnóstica em espaços sociais e para uma vida sexual tranqüila.(AU)
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados temática Base de dados: CidSaúde - Cidades saudáveis Assunto principal: Qualidade de Vida / Síndrome de Imunodeficiência Adquirida / Estilo de Vida Tipo de estudo: Estudo observacional / Estudo de prevalência País/Região como assunto: América do Sul / Brasil Idioma: Português Revista: Rev. saúde pública Assunto da revista: PUBLIC HEALTH / Saúde Pública Ano de publicação: 2007 Tipo de documento: Artigo Instituição/País de afiliação: Universidade de São Paulo/Brasil
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados temática Base de dados: CidSaúde - Cidades saudáveis Assunto principal: Qualidade de Vida / Síndrome de Imunodeficiência Adquirida / Estilo de Vida Tipo de estudo: Estudo observacional / Estudo de prevalência País/Região como assunto: América do Sul / Brasil Idioma: Português Revista: Rev. saúde pública Assunto da revista: PUBLIC HEALTH / Saúde Pública Ano de publicação: 2007 Tipo de documento: Artigo Instituição/País de afiliação: Universidade de São Paulo/Brasil
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