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Busca ativa de óbitos em cemitérios da região metropolitana de Fortaleza, 1999 a 2000 / Active searches for deaths in cemeteries in the metropolitan area of Fortaleza, 1999 to 2000
Façanha, Mônica Cardoso; Pinheiro, Alicemaria Ciarlini; Fauth, Simony; Lima, Antonio Walnickson D. B. C; Silva, Vitor Lima Pinheiro da; Justino, Max Weber Sátiro; Costa, Elaine Meireles.
Afiliação
  • Façanha, Mônica Cardoso; Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. Brasil
  • Pinheiro, Alicemaria Ciarlini; Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. Brasil
  • Fauth, Simony; Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. Brasil
  • Lima, Antonio Walnickson D. B. C; Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. Brasil
  • Silva, Vitor Lima Pinheiro da; Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. Brasil
  • Justino, Max Weber Sátiro; Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. Brasil
  • Costa, Elaine Meireles; Universidade Federal do Ceará. Fortaleza. Brasil
Epidemiol. serv. saúde ; 12(3): 131-136, jul.-set. 2003. tab
Artigo em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-57627
Biblioteca responsável: BR67.1
Localização: BR67.1
ABSTRACT
O conhecimento do número de óbitos, sua distribuição por sexo, faixa etária, local de residência e causa é necessário para a construção de indicadores de saúde, avaliação da distribuição dos óbitos na população e planejamento de intervenção de Saúde Pública. Para verificar se havia subnotificação de óbitos em Fortaleza, Ceará, foi realizada busca ativa de sepultamentos ocorridos em 1999 e 2000 em cemitérios da Região Metropolitana. Foram feitas listagens dos óbitos notificados à Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza (SMS), comparadas com os registros de óbitos pelos cemitérios. Os nomes inexistentes na lista da SMS também foram comparados aos da Secretaria de Estado de Saúde do Ceará (SESA), por meio do Epi Info, versão 6.04. Foram encontrados, não notificados, 1.633 óbitos em 1999 e 1.931 do ano 2000 (de 10.581 óbitos enumerados em 1999; e 11.854 em 2000). O acréscimo desses óbitos aumenta a taxa de mortalidade (de 5,7 para 6,5 em 1999; e de 4,9 para 5,8 por mil habitantes); e influencia, principalmente, o coeficiente de mortalidade infantil (de 26,9 para 33,1 em 1999; e de 18,5 para 26,2 por mil nascidos vivos em 2000). A qualidade das informações fica comprometida por esse tipo de coleta, mas há vantagens em conhecer a quantidade de óbitos para que se possa melhorar o estudo da mortalidade em Fortaleza. (AU)
Assuntos
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Coleções: Bases de dados temática Contexto em Saúde: Agenda de Saúde Sustentável para as Américas / ODS3 - Saúde e Bem-Estar Tema em saúde: Objetivo 6: Sistemas de informação em saúde / Meta 3.2: Reduzir as mortes de recém nascidos e crianças com menos de 5 anos Base de dados: CidSaúde - Cidades saudáveis Assunto principal: Mortalidade Infantil / Indicadores Básicos de Saúde / Mortalidade Idioma: Português Revista: Epidemiol. serv. saúde Ano de publicação: 2003 Tipo de documento: Artigo Instituição/País de afiliação: Universidade Federal do Ceará/Brasil
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